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      <title>Sociedade Oitocentista by Fabricio Luiz Pereira</title>
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      <description>Brasil Império</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-08-17 19:10:22 UTC</pubDate>
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         <title>Tópicos que podem ser estudados:</title>
         <author>pereirafabricio1</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>Missão Francesa no Brasil: imagens de Debret e Rugendas do cotidiano do Império;</li><li>Situação dos Indígenas no Brasil;</li><li>Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB);</li><li>Leis abolicionistas;</li><li>O movimento abolicionista;</li><li>As mulheres no século XIX;</li></ul><div><br></div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="http://www.bolsadearte.com/oparalelo/wp-content/uploads/2015/05/DEBRET-Jean-Baptiste-Uma-senhora-de-algumas-posses-em-casa-1823-Col.-Museus-Castro-Maya.jpg" />
         <pubDate>2021-08-17 19:18:18 UTC</pubDate>
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         <title>Infográfico - O processo abolicionista</title>
         <author>pereirafabricio1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Fonte: VICENTINO, Cláudio. Olhares da história: Brasil e mundo. 1ª ed. São Paulo: Scipione, 2016. (livro didático) </div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/896368009/f8ae1355202ac387149e7419f32419bb/O_processo_abolicionista.pdf" />
         <pubDate>2021-08-24 20:40:41 UTC</pubDate>
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         <title>A construção da identidade como forma de resistência</title>
         <author>pereirafabricio1</author>
         <link>https://padlet.com/pereirafabricio1/dzl5sb83imwv3bqv/wish/1694387908</link>
         <description><![CDATA[<div>Fonte: VICENTINO, Cláudio. Olhares da história: Brasil e mundo. 1ª ed. São Paulo: Scipione, 2016. (livro didático)&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/896368009/6fd2eda8df0131dc2ac7c699e5ce937c/A_construc_a_o_da_Identidade_como_forma_de_resiste_ncia.pdf" />
         <pubDate>2021-08-24 20:41:20 UTC</pubDate>
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         <title>Escravidão urbana no século XIX</title>
         <author>pereirafabricio1</author>
         <link>https://padlet.com/pereirafabricio1/dzl5sb83imwv3bqv/wish/1694388586</link>
         <description><![CDATA[<div>Fonte: VICENTINO, Cláudio. Olhares da história: Brasil e mundo. 1ª ed. São Paulo: Scipione, 2016. (livro didático)&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/896368009/7ba3383163ab7a7412409c3d477870b8/Escravida_o_urbana_no_se_culo_XIX.pdf" />
         <pubDate>2021-08-24 20:41:51 UTC</pubDate>
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         <title>Leis Abolicionistas</title>
         <author>joaoborges14</author>
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         <description><![CDATA[<div>As leis abolicionistas são uma série de leis que promoviam a emancipação dos escravos de maneira retardada e gradual<strong>,</strong> elas foram aprovadas entre a <strong>Lei Eusébio de Queirós</strong> (1850) e a <strong>Lei Áurea</strong> (1888). Tais leis que serão citadas foram resultado de vários movimentos dos abolicionistas, e os escravocratas fizeram de tudo para que essa transição fosse o mais lenta possível.<br><br><strong>Lei Eusébio de Queiroz</strong><br>A primeira lei abolicionista que ocorreu em <strong>4 de setembro de 1850</strong>, quando a Inglaterra pressionou fortemente o Brasil e criou a <strong>Lei Bill Aberdeen,</strong> com o objetivo de acabar com o tráfico negreiro no Brasil.</div><div>Quando tal lei foi aprovada, o tráfico negreiro finalmente foi abolido no território brasileiro, e desde então, o fim da escravatura estava cada vez mais perto.<br><br></div><div><strong>Lei do Ventre Livre</strong></div><div>Após 21 anos, outra lei foi oficialmente aprovada em<strong> 28 de setembro de 1871</strong>. Essa lei decretava que todos os filhos de escravos nascidos no Brasil a partir de 1871 seriam considerados livres. Contudo, o dono dos escravos tinha a opção de escolher quando daria a liberdade de fato a eles. O senhor de escravos poderia permanecer como tutor dos filhos de escravos até os<strong> </strong>21 anos<strong>,</strong> e aí ele seria obrigado a libertá-los, sem<strong> </strong>receber indenização. Havia também a opção de libertar os filhos de seus escravos com 8 anos de idade, e, nesse caso, ele receberia uma indenização de 600 mil-réis.<br><br><strong>Lei dos Sexagenários<br></strong>Foi aprovada em <strong>28 de setembro de 1885</strong>, e concedia a alforria para os escravos que tivessem mais de 60 anos, porém possuía condições rígidas. Os escravos beneficiados com a libertação deveriam<strong> </strong>trabalhar por três anos para seus senhores como forma de indenização. Além disso, tal lei proibia-os de mudarem da cidade na qual haviam sido alforriados, durante um período de cinco anos. Essa lei também estipulava o preço desses escravos como máximo no registro nacional.</div><div>Essa lei foi considerada um retrocesso pelos abolicionistas porque retardava o avanço da causa. Não obstante, os esforços dos escravocratas não deram certo, pois a resistência à escravidão continuou crescendo e resultou na Lei Áurea.<br><strong><br>Lei Áurea</strong></div><div>Decretada em <strong>13 de maio de 1888</strong>, depois ter sido aprovada no Senado e assinada pela princesa Isabel. Essa lei decretou a abolição definitiva e imediata da escravatura no Brasil e foi resultado da forte pressão popular sobre o Império. Por meio dela, cerca de 700 mil escravos conquistaram sua liberdade.<br><br>Alunos: João Paulo Scarpini, Maria Carolina e Maria Clara Ramalho.<br>Turma: 2° TQ.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-25 02:31:46 UTC</pubDate>
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         <title>Mapa Mental - Movimento Abolicionista</title>
         <author>alvesbruno2</author>
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         <description><![CDATA[<div>Fonte: SILVA, Daniel Neves. "Movimento abolicionista"; <em>Brasil Escola</em>. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/historiab/movimento-abolicionista.htm. Acesso em 29 de agosto de 2021.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-30 21:22:11 UTC</pubDate>
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         <title>Movimento Abolicionista</title>
         <author>mayrap5</author>
         <link>https://padlet.com/pereirafabricio1/dzl5sb83imwv3bqv/wish/1708300654</link>
         <description><![CDATA[<div>O movimento abolicionista atuou durante grande parte do Segundo Reinado, mas ganhou força na década de 1870 e contribuiu para a abolição da escravatura no Brasil em 1888... Esse acontecimento foi resultado de intensa mobilização popular para que a escravidão dos negros deixasse de existir no país.<br>A aprovação da Lei Áurea foi uma conquista popular, fruto do crescimento que o movimento abolicionista teve na segunda metade do século XIX. O movimento abolicionista no Brasil agrupou pessoas de diferentes classes sociais que agiam de diversas maneiras na luta pela abolição da escravatura.<br>O movimento abolicionista cresceu a partir da década de 1870, e nesse período uma série de associações abolicionistas surgiu em diferentes partes do país. A ação desses grupos eram diversas, e o crescimento do debate abolicionista alcançou a política, apesar da grande resistência existente contra a abolição.<br>Entre 1878 e 1885 surgiram no Brasil 227 associações abolicionistas no país. Essas associações abolicionistas organizavam conferências que debatiam a causa, realizavam eventos públicos, incentivavam escravos a fugir, abrigavam escravos fugidos, transportavam os fugidos para locais mais seguros etc. O movimento abolicionista ganhou duas facetas no século XIX: uma que agia pelas vias legais e outra radical, que agia por meio de ações ilegais. Foram organizados ataques de abolicionistas que “roubavam” os escravos e depois os levavam para locais seguros e os libertavam.<br>No longo prazo, a junção do movimento abolicionista à resistência dos escravos conseguiu forçar o Império para que fosse aprovada a Lei Áurea, em 13 de abril de 1888, que decretou a abolição da escravatura de maneira imediata e sem indenização.<br>Quais foram os líderes do movimento abolicionista?<br>Joaquim Nabuco, André Rebouças, José do Patrocínio, Luís Gama.<br><br>Alunos: Giovana Campos, Mayra Possole, Ashelly Vitoria.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-01 00:16:46 UTC</pubDate>
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         <title>Botocudos, Rugendas.</title>
         <author>pereirafabricio1</author>
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         <description><![CDATA[<h1>CARTA RÉGIA DE 13 DE MAIO DE 1808</h1><div>Manda fazer guerra aos indios Botocudos.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Pedro Maria Xavier de Ataide e Mello, do meu Conselho, Governador e Capitão General da Capitania de Minas Geraes. Amigo. Eu o Principe Regente vos envio muito saudar. Sendo-me as graves queixas da Capitania de Minas Geraes têm subido á minha real presença, sobre as invasões que diariamente estão praticando os indios Botocudos, antropophagos, em diversas e muito distantes partes da mesma Capitania, particularmente sobre as margens do Rio Doce e rios que no mesmo desaguam e onde não só devastam todas as fazendas sitas naquellas visinhanças e tem até forçado muitos proprietarios a abandonal-as com grave prejuizo seu e da minha Real Coroa, mas passam a praticar as mais horriveis e atrozes scenas da mais barbara antropophagia, ora assassinando os Portuguezes e os Indios mansos por meio de feridas, de que servem depois o sangue, ora dilacerando&nbsp; os corpos e comendo os seus tristes restos; tendo-se verificado na minha real presença a inutilidade de todos os meios humanos, pelos quaes tenho mandado que se tente a sua civilisação e o reduzil-os a aldear-se e a gozarem dos bens permanentes de uma sociedade pacifica e doce, debaixo das justas e humanas Leis que regem os meus povos… <br><br>Fonte: <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/carreg_sn/anterioresa1824/cartaregia-40169-13-maio-1808-572129-publicacaooriginal-95256-pe.html">https://www2.camara.leg.br/legin/fed/carreg_sn/anterioresa1824/cartaregia-40169-13-maio-1808-572129-publicacaooriginal-95256-pe.html</a><br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-01 01:38:45 UTC</pubDate>
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         <title>As Mulheres No Século XIX</title>
         <author>pedroh8</author>
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         <description><![CDATA[<div>O vídeo retrata bem, explicado como foi para as Mulheres no Século XIX.<br><br>Alunos: Pedro Miranda, Gabriel Kinjiro, Bernardo</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=6Tc0Ay32hVc&amp;ab_channel=AnaPalha" />
         <pubDate>2021-09-01 09:36:21 UTC</pubDate>
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         <title>Leis abolicionistas</title>
         <author>pedroh8</author>
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         <description><![CDATA[<div>"As <strong>leis abolicionistas</strong> são como conhecemos a legislação que promovia a <strong>emancipação dos escravos de maneira gradual,</strong> elas foram aprovadas entre a Lei Eusébio de Queirós (1850) e a <a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/historiageral/abolicao-escravatura.htm">Lei Áurea</a> (1888). As leis aprovadas nesse período foram a Lei dos Ventre Livre (1871) e a Lei dos Sexagenários (1885). Ambas foram resultado da movimentação dos abolicionistas, assim como da reação de escravocratas." <strong>Daniel Neves Silva</strong><br><br>Listagem das mais impactantes leis abolicionistas:<br><br></div><div>Lei do Ventre Livre</div><div>Lei dos Sexagenários</div><div>Lei Áurea<br><br>Alunos: Pedro Miranda, Gabriel Kinjiro, Bernardo<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://mundoeducacao.uol.com.br/historiadobrasil/as-leis-abolicionistas.htm" />
         <pubDate>2021-09-01 09:43:22 UTC</pubDate>
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