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      <title>Movimentos de luta contra a homofobia e a transfobia. by KARINA DOS SANTOS AVELAR</title>
      <link>https://padlet.com/karinaavelar/dzevokan8fkzwnoh</link>
      <description>Precisamos de força e coragem para enfrentar o preconceito.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-08-27 14:15:49 UTC</pubDate>
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         <title>Um pouco da nossa História.</title>
         <author>karinaavelar</author>
         <link>https://padlet.com/karinaavelar/dzevokan8fkzwnoh/wish/702547417</link>
         <description><![CDATA[<div>  Entre 1850 e 1933 houve um importante movimento, na Europa central, de luta contra a criminalização dos actos sexuais entre pessoas do mesmo sexo e com os travestis. O país onde o movimento se organizou e fez intervenções públicas de forma mais consistente foi a Alemanha, tendo o sexólogo Magnus Hirschfeld sido o seu mais carismático líder. Mas a chegada dos Nazistao ao poder acabou, através de uma repressão brutal, com o movimento (Hirschfeld era homossexual e judeu e teve de fugir).<br>  Mas este movimento pecava por usar como argumento para combater a criminalização da homossexualidade a ideia de que se tratava de uma condição inata ainda mal estudada pela medicina (a Medicina estava a tomar o lugar da Igreja enquanto entidade controladora do opinião pública e das reformas da sociedade). Hirschfeld havia retomado a ideia do "Urning" (homem que ama outro homem) apresentada por Karl Heinrich Ulrichs (considerado o primeiro ativista gay da era moderna, por ter publicado uma série de doze panfletos e ter assumido publicamente a sua homossexualidade). Tal como Ulrichs, Hirschfeld acreditava que as pessoas homossexuais eram "hermafroditas psicológicos/as" e chamou-lhes o "terceiro sexo".<br>  Embora a ideia de Ulrichs tenha sido usada pela classe médica para apontar os "Urnings" como doentes, Hirschfeld recuperou-a durante algum tempo graças à sua reputação de investigador pioneiro. Mas a recuperação temporária da imagem dos homossexuais foi-se quando Hirschfeld foi acusado de vender patentes de remédios inúteis e de extorquir dinheiro a homossexuais alemães “no armário” para financiar a sua causa. Hirschfeld publicou também teorias hormonais da homossexualidade, o que levou a que outros tentassem “curar” a homossexualidade através na injecção de hormonas nos "doentes".<br>https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Movimentos_civis_LGBT</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-27 14:27:23 UTC</pubDate>
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         <title>O Movimento </title>
         <author>karinaavelar</author>
         <link>https://padlet.com/karinaavelar/dzevokan8fkzwnoh/wish/702568582</link>
         <description><![CDATA[<div>  Preconceito existe no mundo todo, de várias formas diferentes. As pessoas julgam a vida alheia, elas não aceitam os atos de outras pessoas e, muitas das vezes, machucam as pessoas de formas físicas ou psicólogicas. <br>  A homofobia (preconceito contra pessoas pertencentes ao movimento LGBT+) é um dos maiores e mais perigosos preconceitos sociais do mundo. Muitas pessoas pertencentes ao movimento já sofreram de diversas formas diferentes por conta desse preconceito, já morreram por conta dele, já foram injustiçadas, machucadas, expulsas, desrespeitadas e muito mais.<br>  Porém, mesmo passando por tantos problemas ou vendo isso acontecer com os seus, a luta nunca para e sempre continua crescendo e ficando mais forte, o que pode provar pro mundo que não importa o quanto ele ataque, sempre haverá luta para se defender e defender seu direito de amar quem você quiser.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-27 14:33:09 UTC</pubDate>
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         <title>Lutas.</title>
         <author>karinaavelar</author>
         <link>https://padlet.com/karinaavelar/dzevokan8fkzwnoh/wish/702605398</link>
         <description><![CDATA[<div>  O Dia Internacional contra a Homofobia, Bifobia e Transfobia é celebrado anualmente em 17 de maio. A data refere-se ao dia em que a Organização Mundial da Saúde (OMS), em 1990, retirou a homossexualidade da classificação de doenças e problemas relacionados à saúde. Desde então, a data serve como um dia de conscientização da luta pelos direitos dos LGBTs (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros), pela diversidade sexual e contra a violência e o preconceito.<br><br>  LGBTfobia no Brasil.<br>  Os dados sobre a intolerância contra a comunidade LGBT no Brasil são alarmantes. Conforme o relatório “Mortes violentas da população LGBT no Brasil”, do Grupo Gay da Bahia, foram registradas 420 mortes de lésbicas, gays, bissexuais e transexuais no ano passado, sendo 320 homicídios.<br>  <br>  Relação homossexual é crime em 70 países.<br>  Todo esse preconceito estampado em muitas sociedades reflete diretamente na vida de LGBTs, que não conseguem exercer livremente a sua cidadania e permanecer em segurança.<br>  Mas isso é ainda pior em algumas regiões: o levantamento “Homofobia de Estado”, realizado pela Associação Internacional de Gays, Lésbicas, Transexuais e Intersexuais (ILGA, na sigla em inglês), mostrou que a relação homossexual é crime em 70 países. A contagem inclui apenas nações membros da Organização das Nações Unidas (ONU).<br>  Desses países, a maioria está na África, são 33 no total, além de 22 na Ásia, 9 nas Américas e 6 na Oceania. A pena para relações entre pessoas do mesmo sexo variam de multas, prisão e até morte — caso de Afeganistão, Arábia Saudita, Catar, Emirados Árabes, Iêmen, Irã, Mauritânia, Nigéria, Paquistão, Somália e Sudão.<br>https://querobolsa.com.br/revista/luta-contra-a-homofobia-tudo-o-que-voce-precisa-saber-sobre-o-tema<br><br><br>  <strong><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-27 14:43:22 UTC</pubDate>
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         <title>Conquistas.</title>
         <author>karinaavelar</author>
         <link>https://padlet.com/karinaavelar/dzevokan8fkzwnoh/wish/702631223</link>
         <description><![CDATA[<div>  Uma das vitórias mais importantes para a comunidade LGBT é o avanço na legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo pelo mundo. Porém, ainda poucos países permitem essa união civil, são 26 no total. Os últimos a reconhecerem foram Austrália, Áustria, Alemanha e Malta.<br>  O Brasil passou a garantir aos casais homoafetivos o direito de se casarem no civil em 2013 com a publicação da Resolução 175 pelo Conselho Nacional de Justiça. Com a conquista do direito, os homossexuais passaram a usufruir de mecanismos legais que antes eram exclusivos dos casais hétero, como a partilha de bens, pensões e possibilidade de compartilhar uma adoção.<br><br>  Em junho de 2015 foi a vez dos EUA. A Suprema Corte legalizou a união homoafetiva em todos os 50 estados do país, considerando o casamento gay um direito garantido pela Constituição.<br><br>  Além disso, outros avanços em termos de proteção dos LGBTs ocorreram em muitos países, com a criação de normas contra a discriminação com base na orientação sexual. Há nações com legislações desse tipo na área da saúde, educação e ambiente de trabalho, por exemplo. Também houve expansão das leis que proíbem a chamada “cura gay”, em países como Estados Unidos, Espanha e Canadá. <br>https://querobolsa.com.br/revista/luta-contra-a-homofobia-tudo-o-que-voce-precisa-saber-sobre-o-tema<br>  </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-27 14:50:44 UTC</pubDate>
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         <title>Algumas séries, filmes e desenhos sobre.</title>
         <author>karinaavelar</author>
         <link>https://padlet.com/karinaavelar/dzevokan8fkzwnoh/wish/702672781</link>
         <description><![CDATA[<div>  Uma conquista que creio que também conquistamos foi o fato de termos vários personagens LGBT+ em séries, filmes e até mesmo desenhos animados.<br> Exemplos de séries sobre: Orange is The New Black, Gypsy, Everything Sucks, I'm not okay with this, Sex Education.<br>  Exemplo de filmes sobre: Azul é a cor mais quente, Carol, Meu nome é Ray.<br>  Exemplo de desenhos sobre: She-ra e as princesas do poder, Steven Universo, Hora de aventura.<br>   Nota especial para "She-ra e as princesas do poder" por tratar do assunto de forma aberta e ter personagens extremamente variados, além de ter grande parte dos seus personagens como LGBT+, eles também adicionaram uma personagem com autismo (Entrapta), tendo na equipe pessoas que trataram do assunto da personagem de forma correta e cuidadosa, e tendo uma personagem lésbica bastante complexa com um desenvolvimento extremamente impressionante e elogiado pela crítica (Felina).</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-27 15:02:29 UTC</pubDate>
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