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      <title>Tópicos Avançados em Psicologia - FSG by KARLA OHANA DAL PIVA</title>
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      <description>Criado pelos alunos Geter Hofart, Gregory Lando e Karla Dal Piva.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-10-15 03:14:47 UTC</pubDate>
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         <title>Luto e Suicídio - Esp. Patrícia Silveira</title>
         <author>karladalpiva1994</author>
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         <description><![CDATA[<div>O luto é o processo de elaboração de uma perda, o qual gera alterações naturais, como reações emocionais, comportamentais, fisiológicas e espirituais. Alguns autores indicam que o luto pode ser elaborado através de cinco fases, não necessariamente vividas sequencialmente e em um mesmo momento, mas que incluem a fase da negação, da raiva, da depressão, da barganha e da aceitação.<br>Como profissionais da psicologia, atuantes em um contexto de luto, é importante considerar que não seremos os dedentores da melhora do paciente, mas sim de um contexto onde ele pode chorar, rir, falar, desabafar e resignificar o momento do luto que está enfrentando. Conduzindo o paciente a encontrar um recomeço e a reinvestir na sua própria vida.<br>Os casos de suicídio, muitas vezes podem vir atrelados a contextos de luto não bem elaborados, mas além disso existem outros fatores que podem conduzir o indivíduo a escolha de não mais viver, geralmente não tendo um único motivo, mas sim um acúmulo de tristezas onde o individuo vê a morte como a única saída. <br>Entende-se também que o ato de se suicidar nem sempre é o resultado desejado, mas sim uma reação, uma busca por acabar com o sofrimento sentido. Podendo ser considerado o último gesto de autonomia daquele que tenta ou efetua o suícido. E assim, como no contexto do luto, o papel do profissional da psicologia se concentra no acolhimento, no diálogo e na resignificação dos acontecimentos, tentando compreender e reparar os fios que se romperam no decorrer do processo de vida do paciente.<br>Como problemática, acreditamos ser importante e oportuno pensar sobre o mês de combate e prevenção ao Suicídio - Setembro Amarelo. A origem da campanha vem dos Estados Unidos, após amigos de um jovem que se suicidio na década de 90, organizarem um movimento de conscientização sobre a possibilidade das pessoas pedirem ajuda. <br>No Brasil o movimento foi entitulado a partir do ano de 2015, através de um trabalho conjunto do CVV (Centro de Valorização da Vida), CFM (Conselho Federal de Medicina) e ABP (Associação Brasileira de Psiquiatria), com a proposta de associar a cor ao mês que marca o Dia Mundial de Prevenção do Suicídio (10 de setembro).&nbsp; A Campanha&nbsp; Setembro&nbsp; Amarelo (CSA)&nbsp; foi&nbsp; criada&nbsp; com&nbsp; o&nbsp; objetivo&nbsp; de&nbsp; levar&nbsp; ao&nbsp; conhecimento&nbsp; da&nbsp; população&nbsp; as formas de prevenção ao suicídio e alertá-la a respeito desse problema não só no Brasil, mas no mundo. <br>É importante falar sobre o suicídio, mas ainda percebe-se que o tema é considerado um tabu e que dificilmente vem a tona em momentos distintos ao Setembro Amarelo, os locais de urgência e emergência, de atendimento a saúde e atendimento psicológico com certeza atuam de janeiro a dezembro em contextos relacionados a tentativas ou consumações de suicídio. <br>Além disso, vale se perguntar, desde 2015, o intuito da campanha vem sendo alcançado? Segundo estudos o cenário é de um aumento nas taxas de incidência nas notificações de suicídio após a implementação da CSA, levantando questionamentos acerca da eficácia do programa. Podendo haver relação com as taxas de notificação dos suícidios, e registro destes ou também atribuindo ao foto do possível contágio onde acredita-se que a divulgação de notícias acerca do suicídio, com a disseminação de ideias e valores, tem a capacidade de reforçar ideações suicidas. (OLIVEIRA; GOMES; NÓBREGA; GUSMÃO; SANTOS; FRANKLIN, 2020)<br>Por fim entende-se que o ato de dar luz a problemática do suicídio pode ser importante, mas vale a reflexão do quanto esta expressividade apenas no mês de setembro pode ser uma estratégia que não alcançou a efetividade como esperado. Corroborando com isto Lisboa (2018) afirma que existem outros fatores intrínsecos ao fenômeno analisado, sendo, portanto, inviável se pensar na redução dos números de suicídios e tentativas de suicídio apenas pela via da racionalidade.<br><br><strong>Referenciais:</strong><br><br>LISBOA, M. Do silêncio à implicação. <strong>Revista Eletrônica de Comunicação, Informação &amp; Inovação em Saúde</strong>, [S. l.], v. 12, n. 3, 2018. DOI: 10.29397/reciis.v12i3.1610.<br><br>Oliveira M. E. C. de; Gomes K. A. de L.; Nóbrega W. F. S.; GusmãoE. C. R.; dos SantosR. D.; FranklinR. G. Série temporal do suicídio no Brasil: o que mudou após o Setembro Amarelo?. <strong>Revista Eletrônica Acervo Saúde</strong>, n. 48, p. e3191, 14 maio 2020.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-15 13:03:27 UTC</pubDate>
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         <title>Espiritualidade, Religiosidade e Crenças Pessoais - Me. Pedro Henrique Conte Gil</title>
         <author>karladalpiva1994</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Sabe-se que a regiliosidade teve diferentes papeis ao longo da construção histórica. Na antiguidade explicava-se a doença através de representações sociais como magias e doenças provocadas por organismos externos. <br>Em 1948 a Organização Mundial de Saúde (OMS) definiu o conceito de saúde como sendo o estado de mais completo bem-estar, físico, mental, social e não apenas a&nbsp; ausência de enfermidades, porém este conceito foi questionado e em 1988, a OMS, incluiu a dimensão espiritual no conceito multidimensional de saúde, remetendo a questões como significado e sentido da vida, e não se limitando a qualquer tipo específico de crença ou prática religiosa. (Volcan, Sousa, Mari, &amp; Horta, 2003). <br>A saúde integral é envolvida por muitos fatores determinantes sociais e a religiosidade&nbsp; é um deles, podendo se associar à indicadores de bem-estar e qualidade de vida, tendo em vista que em alguns momentos pode estar relacionado a um objetivo de vida ou propósito do indivíduo.<br>O psicólogo, na prática clínica, pode abordar o assunto da espiritualidade para entendimento de como as crenças religiosas são encaradas pelo paciente, se ele enxerga como uma ferramenta de enfrentamento e evolução pessoal ou se percebe como motivos de estresse, ou seja, se o paciente entende a religiosidade e utiliza dela como forma de ressignificar contextos da vida os quais enfrenta ou se estes momentos podem ser encarados como castigos, causando mais sofrimento do que alívio. Neste contexto a atuação do psicológo serve para trabalhar estas distorções e crenças enviezadas e com isso trazer alívio ao paciente.&nbsp; <br>Entende-se que quando a religiosidade está bem integrada na vida do indivíduo, esta pode contribuir de forma positiva para sua saúde mental, levando em consideração que a forma como o indivíduo se deixa afetar e como interpreta essas experiências, é o que influencia o contexto prático do psicológo, atuando de forma a escutar e entender de que forma a espiritualidade poderá se tornar uma intervenção qualificada no contexto de vida do paciente. Sendo importante também, distinguir no processo psicoterapêutico, a experiência positiva, daquela que não contribui para a sua saúde mental. (OLIVEIRA; JUNGES, 2012)<br>Por fim percebe-se que esta dimensão não é muito abordada no decorrer da trajetória acadêmica, tornando-se relevante a disseminação deste assunto nas salas de aulas e o estudo de estratégias quanto a sua presença na clínica.<br><br><strong>Referenciais:<br></strong><br>COMO Psicologia e Espiritualidade se relacionam? • Psicologia • Casule Saúde e Bem-estar. Juiz de Fora: Casule Bem-Estar, 2020. Color.<br><br>OLIVEIRA, M. R. de; JUNGES, J. R. Saúde mental e espiritualidade/religiosidade: a visão de psicólogos. <strong>Estudos de Psicologia</strong> (Natal), [S.L.], v. 17, n. 3, p. 469-476, dez. 2012. FapUNIFESP (SciELO).<br><br>Volcan, S. M. A., Sousa, P. L. R., Mari. J J., &amp; Horta, B. L. (2003). Relação entre bem-estar espiritual e transtornos psiquiátricos menores: estudo transversal. <strong>Revista de Saúde Pública,</strong> 37(4), 440-445.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-15 13:27:24 UTC</pubDate>
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         <title>Cuidados Paliativos - Esp. Bruna Teixeira</title>
         <author>karladalpiva1994</author>
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         <description><![CDATA[<div>“De modo geral, o termo limites provoca resistência. É difícil encarar a realidade de que existe um limite para a nossa existência nesta terra.”</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Conceito:</strong> Conforme a definição atualizada, cuidados paliativos são cuidados holísticos, ofertados a pessoas de qualquer idade que estejam em sofrimento devido a doença grave sem possibilidade de cura, e têm como principal objetivo melhorar a qualidade de vida de pacientes, familiares e/ou cuidadores.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Para Quem:</strong> Portanto, qualquer pessoa de qualquer faixa etária (crianças, adultos e idosos) com doença crônica, degenerativa e/ou ameaçadora da vida pode se beneficiar da abordagem paliativista.</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Princípios:</strong> Segundo a OMS, os princípios que regem os cuidados paliativos são:</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Promover o alívio da dor e de outros sintomas desagradáveis;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Afirmar a vida e considerar a morte como um processo normal da vida;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Não acelerar nem adiar a morte;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Integrar os aspectos psicológicos e espirituais no cuidado ao paciente;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Oferecer um sistema de suporte que possibilite ao paciente viver tão ativamente quanto possível, até o momento de sua morte;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Oferecer suporte para que a família compreenda o processo de doença, se organize e enfrente o luto;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Adotar abordagem multiprofissional para focar necessidades dos pacientes e seus familiares, incluindo acompanhamento no luto;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Melhorar a qualidade de vida e influenciar positivamente o curso da doença;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Instituir cuidados paliativos o mais precocemente possível, juntamente com outras medidas de prolongamento da vida;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Incluir investigações diagnósticas necessárias para melhor compreensão e manejo das complicações clínicas que possam gerar sofrimento.</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Prática:</strong> do Psicólogo em Cuidados Paliativos</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Avaliação;&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Escuta e acolhimento ao paciente e seus familiares;&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Prevenção da conspiração do silêncio;&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Orientação ao paciente, familiares e equipe;&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Favorecer comunicação entre paciente, familiares e equipe;&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Intervenções em luto complicado e luto pós morte.<br><br><strong>Referenciais:&nbsp;<br></strong><br></div><div>Pereira, Lariane Marques, Andrade, Sonia Maria Oliveira de e Theobald, Melina RaquelCuidados paliativos: desafios para o ensino em saúde. Revista Bioética [online]. 2022, v. 30, n. 1 [Acessado 18 Outubro 2022] , pp. 149-161. Disponível em: &lt;https://doi.org/10.1590/1983-80422022301515PT https://doi.org/10.1590/1983-80422022301515EN https://doi.org/10.1590/1983-80422022301515ES&gt;. Epub 09 Maio 2022. ISSN 1983-8034. <a href="https://doi.org/10.1590/1983-80422022301515PT">https://doi.org/10.1590/1983-80422022301515PT</a>.</div><div>&nbsp;</div><div>Freitas, Renata de et al. Barreiras para o encaminhamento para o cuidado paliativo exclusivo: a percepção do oncologista. Saúde em Debate [online]. 2022, v. 46, n. 133 [Acessado 18 Outubro 2022] , pp. 331-345. Disponível em: &lt;https://doi.org/10.1590/0103-1104202213306&gt;. Epub 17 Jun 2022. ISSN 2358-2898. https://doi.org/10.1590/0103-1104202213306.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-22 16:34:11 UTC</pubDate>
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         <title>Psicologia Forense e Jurídica - Esp. Alice Matos</title>
         <author>karladalpiva1994</author>
         <link>https://padlet.com/karladalpiva1994/dzeisy155pd0qf67/wish/2351778459</link>
         <description><![CDATA[<div>“O(a) Psicólogo(a) não faz a justiça, mas ajuda a torná-la mais humana”.<br><br></div><div><strong>Qualificação: </strong>O profissional deve ter conhecimento das interfaces que compõem a especificidade que esse contexto exigirá do seu trabalho: a Psicologia, a lei, os direitos, o saber e a prática jurídica.<br><br></div><div><strong>Atuação:</strong> As solicitações trazidas ao Psicólogo são principalmente da área criminal, violência contra a mulher, crianças e adolescentes vítimas de violência, adoção, adolescentes autores de ato infracional, disputa de guarda, alienação parental e processos trabalhistas.<br><br></div><div><strong>A Psicologia Jurídica</strong> transcende a Psicologia Forense, visto que pode atuar no planejamento e execução de políticas públicas, formulação de leis, garantia e promoção dos direitos humanos.<br><br></div><div><strong>Ferramentas:</strong> devem se basear exclusivamente nos instrumentais técnicos (entrevistas, testes, observações, dinâmicas de grupo, escuta, intervenções verbais) que se configuram como métodos e técnicas psicológicas para a coleta de dados, estudos e interpretações de informações a respeito da pessoa ou grupo atendidos (...) (Resolução CFP n° 007/2003, p.4).</div><div>No que se refere às <strong>formas de intervenção</strong>, certamente devem estar de acordo com os estudos e as práticas reconhecidas pela Psicologia, como indica, por exemplo, a Resolução n° 007/2003, do CFP, que institui o Manual de Elaboração de Documentos Escritos.<br><br></div><div><strong>Indicação de Leitura: </strong>Artigo:<strong> </strong>Um breve histórico da psicologia jurídica no Brasil e seus campos de atuação&nbsp;</div><div><br>Este artigo <strong>tem como objetivo</strong> discutir alguns referenciais históricos da Psicologia Jurídica no Brasil e, a seguir, apresentar os principais campos de atuação, com uma sucinta descrição das tarefas desempenhadas pelo psicólogo em cada um deles.</div><div>O artigo<strong> buscou</strong> <strong>apontar o histórico</strong> da Psicologia Jurídica, algumas questões referentes à formação acadêmica nessa área e os principais campos de atuação. Diante do exposto, é possível concluir que esse ramo da Psicologia é muito recente, especialmente na área científica.</div><div>(...)Ao analisar os <strong>campos de atuação</strong> do psicólogo jurídico, percebe-se um predomínio da atuação desses profissionais enquanto avaliadores.</div><div>(...)Destaca-se ainda a necessidade <strong>de ampliar o espaço para discussão</strong> acerca da Psicologia Jurídica no ambiente acadêmico, mediante a criação de disciplinas e promoção de encontros nos quais se busque suprir a carência existente nos currículos dos cursos de Psicologia.</div><div>(...)Por fim, destaca-se a necessidade <strong>de conhecer determinadas terminologias</strong> da área jurídica e a importância de um trabalho interdisciplinar, junto a advogados, juízes, promotores, assistentes sociais e sociólogos.</div><div>&nbsp;<br>&nbsp;</div><div><strong>Referenciais:<br></strong><br></div><div>Conselho Federal de Psicologia. (2003). Resolução CFP n° 007/2003.Institui o Manual de Elaboração de Documentos Escritos produzidos pelo psicólogo, decorrentes de avaliação psicológica, e revoga a Resolução CFP n° 17/2002. Brasília, DF: Autor.</div><div>&nbsp;</div><div>Brito, Leila Maria Torraca deAnotações sobre a Psicologia jurídica. Psicologia: Ciência e Profissão [online]. 2012, v. 32, n. spe [Acessado 21 Outubro 2022] , pp. 194-205. Disponível em: &lt;https://doi.org/10.1590/S1414-98932012000500014&gt;. Epub 08 Nov 2012. ISSN 1982-3703. <a href="https://doi.org/10.1590/S1414-98932012000500014">https://doi.org/10.1590/S1414-98932012000500014</a>.</div><div>&nbsp;</div><div>Lago, Vivian de Medeiros et al. Um breve histórico da psicologia jurídica no Brasil e seus campos de atuação. Estudos de Psicologia (Campinas) [online]. 2009, v. 26, n. 4 [Acessado 21 Outubro 2022] , pp. 483-491. Disponível em: &lt;https://doi.org/10.1590/S0103-166X2009000400009&gt;. Epub 23 Fev 2010. ISSN 1982-0275. https://doi.org/10.1590/S0103-166X2009000400009.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-22 16:43:55 UTC</pubDate>
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         <title>Temas em TCC: clínica, organizacional e pesquisa - Psicóloga Lisarb Ribeiro</title>
         <author>karladalpiva1994</author>
         <link>https://padlet.com/karladalpiva1994/dzeisy155pd0qf67/wish/2351818637</link>
         <description><![CDATA[<div>A teoria cognitivo comportamental (TCC) entende o indivíduo através da tríade cognitiva, a qual é uma relação entre as percepções de si, do mundo e do futuro. Diante destas três perspectivas encontram-se as crenças, divididas em crenças superficiais e pensamentos automáticos, crenças intermediárias e crenças centrais que podem ser de desamor, desvalor ou desamparo. <br>Conforme a psicóloga Lisarb a TCC pode ser incluída em diversos contextos, entendendo e utilizando das suas técnicas para modificar o comportamento e as percepções dos indivíduos.<br>Diante da perspectiva organizacional, podemos trazer luz a Síndrome de Burnout, que foi classificada em 2019 pela OMS como uma doença do trabalho e que no ano de 2022 passou a integrar a Classificação Internacional de Doenças (CID-10), como uma síndrome de estresse crônico relacionado ao trabalho. <br>A síndrome de Burnout foi caracterizada como uma síndrome ocupacional, que pode acarretar sentimentos de exaustão ou esgotamento de energia; aumento do distanciamento mental do próprio trabalho, ou sentimentos de negativismo ou cinismo relacionados ao próprio trabalho; e redução da eficácia profissional. Como a síndrome não exige notificação compulsória, o Ministério da Saúde não consegue contabilizar com precisão o número de brasileiros que são afetados por ela. Uma pesquisa realizada pela International Stress Management Association (Isma-BR) em 2018 calcula que 32% dos trabalhadores no país padecem dela — seriam mais de 33 milhões de cidadãos. Em um ranking de oito países, os brasileiros ganham de chineses e americanos, só ficando atrás dos japoneses, com 70% da população atingida. (NEVES, 2019)<br>A teoria cognitivo comportamental com suas técnicas auxilia na prevenção e controle de situações potencializadoras que podem causar doenças ocupacionais. Dentre as soluções propostas pela TCC entende-se que o tratamento estimula o indivíduo a buscar maior qualidade de vida, aprendendo a coordenar suas emoções e pensamentos disfuncionais, compreendendo também um ciclo de tratamento mais curto e mais eficaz, com participação ativa dos protagonistas. (SOUZA e BEZERRA, 2019)<br>Em vistas à importância do tema na atualidade, o portal do governo brasileiro - gov.br - possui uma página com orientações sobre a Síndrome de Burnout, quais os principais sintomas, tratamentos e prevensão. Caso você queira saber mais acesse o link no início deste post.<br><br><strong>Referenciais:<br></strong><br>NEVES, Ursula. Síndrome de Burnout entra na lista de doenças da OMS: A síndrome de Burnout foi oficializada como uma síndrome crônica. A entidade incluiu o Burnout na nova Classificação Internacional de Doenças (CID-11). jun.2019. Disponível em: https://pebmed.com.br/sindrome-de-burnout-entra-na-lista-de-doencas-da-oms/?utm_source=artigoportal&amp;utm_medium=copytext. Acesso em: 27 out. 2022.<br><br>SOUZA, Lúcia Fabíola Sobreira Costa de; BEZERRA, Martha Maria Macedo. Síndrome de Burnout e os Cuidados da Terapia Cognitivo-Comportamental / Burnout Syndrome and Cognitive Behavior Therapy Care. ID on line. Revista de psicologia, [S.l.], v. 13, n. 47, p. 1060-1070, out. 2019. ISSN 1981-1179. Disponível em: &lt;https://idonline.emnuvens.com.br/id/article/view/2103&gt;. Acesso em: 27 out. 2022. doi:https://doi.org/10.14295/idonline.v13i47.2103<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-22 17:44:50 UTC</pubDate>
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         <title>Psicologia Positiva – Me. Beatriz Costa</title>
         <author>karladalpiva1994</author>
         <link>https://padlet.com/karladalpiva1994/dzeisy155pd0qf67/wish/2359737813</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>“Precisamos olhar para o que dá certo com as pessoas.” Martin Seligman, considerado Pai da Psicologia Positiva.</div><div><br><strong>A Psicologia Positiva</strong> não vem ocupar mais uma cadeira de abordagem teórica. Trata-se de um movimento científico, com pesquisas de estudiosos do mundo inteiro, cujas pesquisas buscam comprovar que o homem pode ser mais feliz e ter uma vida melhor.</div><div><strong>É um ramo</strong> da Psicologia com interesse pelo que dá certo com as pessoas, suas qualidades e sobre como promover seu funcionamento positivo. Sendo assim, um estudo sobre o funcionamento positivo do cérebro.</div><div><strong>O objetivo</strong> da psicologia positiva é catalisar uma mudança na psicologia de uma preocupação apenas com a reparação das piores coisas da vida para construir as melhores qualidades da vida.</div><div><strong>Pilares da Psicologia Positiva: </strong>A Psicologia Positiva é sustentada por três pilares.</div><div>O primeiro se refere ao estudo das emoções positivas, enquanto o segundo está voltado aos traços positivos, principalmente as forças e as virtudes. Já o terceiro corresponde ao estudo das instituições positivas, como a democracia, a família e a liberdade.</div><div>Os pilares foram revelados no livro “Florescer”, no qual descreve o que chama de Modelo PERMA, que investiga o bem-estar que pode ser mensurado por meio de cinco fatores: Emoção positiva, Engajamento, Relacionamentos, Significado e Realização.</div><div><strong>Emoção Positiva</strong> diz respeito às partes essenciais do bem-estar. É quando as pessoas conseguem olhar para o passado com alegria, para o futuro com esperança e aproveitam o presente.</div><div><strong>Engajamento</strong> é quando as pessoas conseguem focar completamente em atividades que estão realizando. Ou seja, têm atenção plena no momento presente, entrando em Estado de Flow.</div><div><strong>Estabelecer Relacionamentos</strong> é da natureza humana. É comprovado que o bem-estar aumenta ao passo que construímos relacionamentos saudáveis com familiares, amigos, vizinhos e colegas de trabalho.</div><div><strong>Significado</strong> se refere ao que dá sentido à vida das pessoas. Isso pode se fazer através de caridade, contribuição política, prática religiosa ou apoio a causas sociais.</div><div>Por fim, <strong>Realizações</strong> é o aspecto que corresponde ao sentimento de vitória em algum momento da vida. É olhar para as experiências do passado e se sentir realizado pelo que fez.</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Referenciais:<br></strong><br></div><div>Machado, Wagner de LaraSeção temática: Psicologia Positiva. Estudos de Psicologia (Campinas) [online]. 2018, v. 35, n. 1 [Acessado 26 Outubro 2022] , pp. 1-4. Disponível em: &lt;https://doi.org/10.1590/1982-02752018000100001a&gt;. ISSN 1982-0275. https://doi.org/10.1590/1982-02752018000100001a.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-27 22:12:11 UTC</pubDate>
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         <title>Psicanálise contemporânea e atendimentos online – Me. Georgius Cardoso Esswein.</title>
         <author>karladalpiva1994</author>
         <link>https://padlet.com/karladalpiva1994/dzeisy155pd0qf67/wish/2374073543</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>&nbsp;</strong></div><div>“Defrontar-nos-emos, então, com a tarefa de adaptar a nossa técnica às novas condições” (Freud, 1919/1997).<br><br></div><div><strong>Uma definição de Psicanálise:<br></strong><br></div><div><strong>Execução, pesquisa e tratamento.&nbsp;</strong></div><div>- Não existe psicanálise “pura” e aplicada.</div><div>- Não se trata de uma técnica nem uma ferramenta.<br><br></div><div><strong>Práxis: </strong>um agir ético em experiência, cujo único fim é ele mesmo.<strong><br></strong><br></div><div><strong>Ética do bem dizer:</strong> articulação do inconsciente através da fala.</div><div>&nbsp;</div><div>Partindo do principio de definição, execução e práxis, acredito que a psicanálise não possa e não deva parar no tempo. Do mesmo modo que é uma prática inovadora e jovem se olharmos pelo ponto de vista histórico ao ser comparado com as outras ciências. O mundo acaba evoluindo e mudando, diante disso, novos “problemas” acabam surgindo, cabe ao psicanalista, moldar a técnica e prática perante estes empecilhos, contudo deve sempre se ater as diretrizes morais e éticas.&nbsp;<br>Na transição para a modernidade, as ferramentas mentais estão mudando. Os padrões de sensibilidade e percepção são diferentes, cabe ao terapeuta adaptar o modo de escuta flutuante, reaprender e melhorar sua associação livre. O paciente sempre irá apresentar certa resistência, seja na consulta on-line ou não, Ferenczi já propunha em Análise de crianças com adultos (1931/1992), nos adaptarmos aos nossos pacientes e suas circunstâncias: “a causa do fracasso [terapêutico] será sempre a resistência do paciente, não será antes o nosso próprio conforto que desdenha adaptar-se às particularidades da pessoa, no plano do método?” (1931/1992, p. 71).</div><div>Em outras palavras, somos nós que devemos tentar mudar a apreciação e a perspicácia para compreender a singularidade. Obviamente, isso se aplica a alterações em sessões de rede e dispositivos de análise. Essa flexibilidade se mostrou útil e necessária em um ensejo em que todos os analistas tinham que lidar com novos fatores que entravam no ambiente. A flexibilidade da estratégia psicanalítica passou a tocar o paciente nas condições em que se encontrava e nos recursos técnicos disponíveis para ele e seu analista. Independentemente de Ferenczi não ter conhecimento do aperfeiçoamento tecnológico de nosso tempo, podemos abordá-las por meio de sua influência, considerando a sugestão psicanalítica da flexibilidade da tecnologia.<br><br></div><div><strong>Referenciais:<br></strong><br></div><div>FERENCZI, S. (1928). Elasticidade da técnica psicanalítica. São Paulo: Martins&nbsp;</div><div>Fontes, 1992. p. 25-36. (Obras completas Sándor Ferenczi, 4).</div><div>FERENCZI, S..(1931). Análise de crianças com adultos.&nbsp;</div><div>São Paulo: Martins Fontes, 1992.&nbsp; p.&nbsp; 69-83. (Obras completas Sándor Ferenczi, 4).&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-08 00:57:23 UTC</pubDate>
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         <title>Adoção Aspectos Jurídicos - Me. Mônica Sperb Machado</title>
         <author>karladalpiva1994</author>
         <link>https://padlet.com/karladalpiva1994/dzeisy155pd0qf67/wish/2374083800</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>LEGISLAÇÃO VIGENTE<br></strong><br></div><div><strong>LEI 8.069/1990 (ECA): </strong>Adoção - Medida excepcional e irrevogável.</div><div><strong>LEI 12.010 (2009): </strong>Lei Nacional de Adoção - estabelece as etapas legais necessárias para a consolidação da adoção no país.</div><div><strong>LEI 13.509 (2017): </strong>Prioriza a adoção de grupos de irmãos e de crianças e adolescentes com problemas de saúde. Regulamenta as mesmas garantias trabalhistas dos pais sanguíneos aos pais adotivos.<br><br><strong>Art. 39. A adoção de criança e de adolescente reger-se-á segundo o disposto nesta Lei. § 1º A adoção é medida excepcional e irrevogável, à qual se deve recorrer apenas quando esgotados os recursos de manutenção da criança ou adolescente na família natural ou extensa [...].<br></strong><br></div><div>Após um breve relato histórico dos tipos de adoção, quem pode ser adotado, quem pode ser o adotante, os trâmites legais, a forma de adotar e a inserção da criança até sua nova família, a palestrante nos mostrou alguns dados referente ao número de crianças aptas para adoção, que até aquele momento era de 4.134 crianças para 32.743 pretendentes, foi ai que surgiu a seguinte “provocação”: “Por que essa conta não fecha?” <br>Após uma serie de reflexões, algumas hipóteses foram levantadas, tais como burocracia, lentidão do “sistema”, descaso, entre outros, após a explicação de Mônica, procurei algo na literatura que corrobora com seu discurso, neste sentido Valdemar Luz elucida que conforme dados estatísticos, embora pareça paradoxal, o número de adotantes supera o de adotandos. A justificativa é a de que nem sempre as características dos adotandos coincidem com a preferência dos adotantes: crianças de pele clara, com no máximo três anos e que seja filho único. Esse é o perfil desejado pela maioria dos casais brasileiros que pretendem adotar. Ocorre que a maior parte dessas crianças é formada de grupos de irmãos, que não podem ser separados, com idade superior a três anos e portadores de algum tipo de necessidade especial. Fato que não ocorre quando a adoção é internacional, pois a maioria dos estrangeiros é indiferente à cor da pele e flexível com respeito à idade, demonstrando preferência por crianças entre cinco e oito anos (LUZ, 2009, p. 237).<br><br><strong>Referenciais:</strong></div><div><br></div><div>LUZ, Valdemar P. da. Manual de direito de família. São Paulo: Manole, 2009.</div><div>BRASIL. Estatuto da Criança e do Adolescente. Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L8069.htm. Acesso 02 out. 22.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-08 01:05:54 UTC</pubDate>
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         <title>Adoção Aspectos Psicológicos - Me. Mônica Sperb Machado</title>
         <author>karladalpiva1994</author>
         <link>https://padlet.com/karladalpiva1994/dzeisy155pd0qf67/wish/2374087131</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA<br></strong><br></div><div>HISTÓRIA DE VIDA:</div><div>- Anamnese, aspectos subjetivos da avaliação.</div><div>CARACTERÍSTICAS PESSOAIS:</div><div>- Personalidade em entrevista clínica.</div><div>RELAÇÕES:</div><div>- Familiares (transgeracionais) e sociais.</div><div>MOTIVAÇÃO:</div><div>- Caridade x Desejo de ter um filho, ser mãe ou ser pai; formar uma família.<br><br>“A adoção representa, de modo geral, uma forma de proporcionar uma família às crianças que não podem, por algum motivo, ser criadas pelos pais que a geraram, representa, ainda, a possibilidade de ter e criar filhos para pais que apresentam limitações biológicas ou que optam pelo cuidado de crianças que não possuem ligação genética”. (LEVINZON, 2004, P.12).</div><div>Diante dos dados apresentados, juntamente com a literatura disponível é importante levar em consideração outros fatores psicológicos que possam dificultar o processo de adoção, no caso da família, por exemplo: lutos, infertilidade, filhos de “substituição” que viriam para cumprir um papel já definido pelos pais, tentativas de salvar o casamento, encobrir infertilidades. Por parte da criança é possível encontrar outros aspectos, tais como: perda do convívio com os pais biológicos, irmãos, amigos, medo do reabandono, conseqüentemente ocasionando comportamento de testar os limites parentais, demonstrando o “pior lado”; regressão comportamental, para viver o “não vivido” agora em um ambiente seguro, entre outros.<br><br></div><div><strong>Referenciais:<br></strong><br></div><div>Schwochow, M. S., Machemer, R. S., Chaves, V. P. &amp; Frizzo, G. B. (2018). Levantamento das motivações para parentalidade por adoção no contexto brasileiro. 48ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Psicologia. Novo Hamburgo, Brasil.</div><div>LEVINZON, Gina Khafif. Adoção. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2004. PAIVA, Leila Dutra. Adoção: significados e possibilidades. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2004.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-08 01:08:28 UTC</pubDate>
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