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      <title>TOCAR -  by </title>
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      <description>Nosso 1º E-book</description>
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      <pubDate>2021-11-08 20:55:15 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Sabryna Mesquita Vieira</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-08 22:20:24 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Isadora&nbsp;Marciano Marques </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-08 22:22:26 UTC</pubDate>
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         <title>Algumas plantas e raízes</title>
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         <description><![CDATA[<div><em>obs: o que estiver dentro de parênteses em negrito, são informações de fontes que não pude obter certeza de sua comprovação científica. </em><br><strong>MACELA DO CAMPO:</strong></div><div>As plantas, popularmente conhecidas por “macela” são espécies medicinais, pertencentes à família Asteraceae, gênero Achyrocline, bastante utilizadas no Brasil e bem descritas na literatura. De forma geral, a literatura brasileira menciona como macela de uso medicinal as espécies Achyrocline satureioides e A. alata (Kunth) DC. (Lorenzi, 2002).</div><div><br></div><div><strong>Indicações</strong>: Estudos farmacológicos comprovaram as propriedades digestiva, analgésica, antiulcerogênica gástrica, antiespasmódica, antiviral, anti-inflamatória e carminativa (redução de gases intestinais), dentre outras (Vieira et al., 2015).</div><div>As inflorescências secas de macela, em capítulos numerosos, densos e agregados, fazem parte da medicina popular brasileira e de outros países como Argentina, Uruguai e Paraguai, sendo usadas na forma de infusos ou decoctos (Vieira et al., 2015). Além disso, em muitas regiões do Brasil, são usadas para o enchimento de travesseiros e acolchoados, e em aromaterapia (Lorenzi; Matos, 2002).</div><div>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/bitstream/doc/1115372/1/circular9411.pdf</div><div><br></div><div>(<strong>CONTRAINDICAÇÃO: A macela tem uma longa tradição como reguladora e promotora da menstruação. Embora não haja estudos sobre a sua farmacocinética nestas condições, seu uso deve ser evitado por gestantes. Não há relatos de quem afetem a lactação. É contraindicado para pessoas com hipoglicemia, diabéticos devem usá-la sob acompanhamento e ter seus níveis de glicemia sob constante monitoramento.)</strong></div><div><br></div><div>(<strong>DOSAGENS E MODOS DE USO:</strong></div><div><strong>-Infusão: Uso interno: 10 g de flores em 1 litro de água. Tomar 3 a 4 xícaras ao dia, preferencialmente após as refeições, como digestivo.</strong></div><div><strong>Uso externo: 30 g de flores em 1 litro de água. Aplicar na forma de compressas, 3 a 4 vezes ao dia.&nbsp;</strong></div><div><strong>-Tintura: 20 gotas em 100ml de azeite, aquecer em banho maria e usar para massagens)</strong></div><div><br></div><div>https://florien.com.br/wp-content/uploads/2016/06/MACELA.pdf</div><div><br><br><br></div><div><strong>ALGODÃOZINHO DO CAMPO</strong></div><div><br></div><div><em>Cochlospermum regium</em>, conhecida como algodãozinho-do-campo, dela são utilizadas normalmente as folhas, a entrecasca e as raízes.&nbsp;</div><div><br></div><div><strong>Indicações</strong>: Os órgãos subterrâneos dessa espécie são utilizados para o tratamento de infecções de feridas, inflamações vaginais, antiinflamatórios, entre outros. É bastante difundido entre a população, usado em preparações como chás, infusões e garrafadas. Pode ser comercializado em forma de pó, fatias ou cavacos (LIMA et al., 1995). O xilopódio e a casca são extraídos e usados popularmente como depurativo de sangue e antiinflamatório (OLIVEIRA et al., 1996). A análise do extrato de C. regium confirmou propriedades antioxidantes e efeitos na viabilidade celular. A ação de algumas espécies da família Cochlospermaceae foi confirmada quanto ao seu potencial antimalárico in vitro (C. tinctorium, C. planchonii e C. angolense); ação hepatoprotetora (C. tinctorium e C. planchonii); inibição de câncer de pele (C. tinctorium); ação antiviral (C. angolense) (GRASSI e SIQUEIRA, 2002).</div><div><a href="https://wp.ufpel.edu.br/gem/files/2017/10/capitulo_11_-p_233_260.pdf">https://wp.ufpel.edu.br/gem/files/2017/10/capitulo_11_-p_233_260.pdf</a></div><div><br></div><div>(<strong>Dosagem: Água: 1 litro;</strong></div><div><strong>Folhas de algodão picadas: 2 colheres de sopa.)</strong></div><div><br></div><div><a href="https://www.alfenashoje.com.br/noticia.asp?id_noticia=16326#:~:text=A%20quantidade%20recomendada%20%C3%A9%20de,nesse%20caso%2C%20interrompa%20o%20uso.&amp;text=%C3%81gua%3A%201%20litro%3B,picadas%3A%202%20colheres%20de%20sopa">https://www.alfenashoje.com.br/noticia.asp?id_noticia=16326#:~:text=A%20quantidade%20recomendada%20%C3%A9%20de,nesse%20caso%2C%20interrompa%20o%20uso.&amp;text=%C3%81gua%3A%201%20litro%3B,picadas%3A%202%20colheres%20de%20sopa</a>.</div><div><br></div><div>CONTRAINDICAÇÃO: ?</div><div><br></div><div><strong>BARBATIMÃO</strong></div><div><em>Stryphnodendron adstringens</em> é uma planta utilizada no tratamento de algumas patologias como: gonorreia, leucorreia, diarreia, úlceras, hemorragias vaginais, impinges, assim como, pode ser usada como agente anti-inflamatório, cicatrizante, adstringente, hemostático, antisséptico e anti-hipertensivo.&nbsp;</div><div>&nbsp;Barbatimão pode ser usado para aplicar diretamente na pele, podendo ser usado na forma de pomada, ou pode ser usado para preparar chá, usando as folhas e a casca do caule da planta.</div><div><br></div><div><strong>Como usar</strong>: Mergulhe 20 gramas de cascas ou folhas de barbatimão em um litro de água fervente filtrada. Deixe o preparo no fogo durante 10 minutos. Após esse período, desligue o fogo e reserve a bebida para que esfrie, por cerca de cinco minutos. Coe e beba.</div><div><br></div><div><strong>Contraindicação</strong>: Não deve ser usada quando há necessidade de retirar fluidos corporais por meio de drenos inseridos na pele.&nbsp; <strong>(Não beber mais que um litro de chá de barbatimão por dia. As sementes são tóxicas e não devem ser ingeridas. Problemas comuns associados ao consumo excessivo da planta são irritação no estômago, azia e úlceras. Mulheres </strong><a href="https://www.ecycle.com.br/como-saber-se-estou-gravida/"><strong>grávidas</strong></a><strong> ou lactantes não devem consumir o chá.)</strong></div><div><strong>Toxicidade</strong>: Estudo realizado por Lima (1998) mostrou ações tóxicas do extrato da casca do barbatimão, que foi capaz de afetar de maneira dose-dependente o Sistema Nervoso Central, o Sistema Respiratório e o Trato Gastrointestinal. Por outro lado, Rebecca e colaboradores (2002) mostraram que a administração oral diária de extrato de barbatimão nas doses de 800 e 1600 mg/kg durante 30 dias não alterou o comportamento do animal e não induziu alteração significativa nas contagens de leucócitos total e diferencial. Além disso, não houve alteração nas concentrações plasmáticas de ureia, creatinina, fosfatase ácida (FA) e alanina aminotransferase (ALT), somente um aumento significativo nas concentrações de glicose e aspartato aminotransferase (AST). Os autores também relataram que após um período de 30 dias, os animais tratados com a dose de 1600 mg/kg do extrato de barbatimão apresentaram diminuição significativa no peso do timo, mas não nas suprarrenais, rins baço, estômago e no fígado (REBECCA et al., 2002).&nbsp;</div><div><a href="https://www.ecycle.com.br/barbatimao/">https://www.ecycle.com.br/barbatimao/</a></div><div>https://www.arca.fiocruz.br/bitstream/icict/19262/2/8.pdf</div><div><a href="https://saude.abril.com.br/medicina/plantas-medicinas-poderes-as-contraindicacoes/">https://saude.abril.com.br/medicina/plantas-medicinas-poderes-as-contraindicacoes/</a></div><div><br><br></div><div><strong>MARACUJÁ:</strong></div><div>Passiflora spp</div><div>contém alcaloides e flavonoides, substâncias que agem no sistema nervoso central e atuam como tranquilizantes, analgésicos e relaxantes musculares,&nbsp; portanto, ajudam a combater a ansiedade, a depressão e os distúrbios do sono.</div><div><br></div><div><strong>Modos de uso:</strong></div><div>Folhas: com elas são feitos medicamentos e chás. Mesmo quem não aprecia o gosto pode tirar proveito de sua ação calmante usando a infusão como base de sucos.</div><div>Fruto: é rico em nutrientes e seu suco é ingrediente precioso em receitas como mousses, bolos, molhos para salada, vinagretes e até farofas.</div><div>Casca: ela é rica em pectina, um tipo de fibra que arrasta gorduras para fora do organismo. É consumida na forma de farinha, misturada em sucos e iogurtes.</div><div>Sementes: trituradas, entram na fabricação de esfoliantes. Já o óleo extraído delas serve para temperar saladas.</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Contraindicação: </strong>Grávidas e quando o indivíduo está tomando outros fármacos com efeito sedativo ou antidepressivo.</div><div><strong>Toxicidade</strong>: não é indicado usar as folhas diretamente para fazer chá em casa, por ter compostos tóxicos</div><div>&nbsp;</div><div>https://saude.abril.com.br/bem-estar/maracuja-os-beneficios-vao-alem-da-acao-tranquilizante/</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <title>Gilceli Menezes</title>
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         <title>Gilceli Menezes</title>
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         <title>Gilceli Menezes</title>
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         <title>Erva Cidreira</title>
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         <title>Alfazema</title>
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         <title>Açafrão </title>
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         <title>Manjericão</title>
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