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      <title>9º Ano O Dilema das Redes by Cristiane Gesteira</title>
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      <description>9º ano</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-05-24 13:55:27 UTC</pubDate>
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         <title>1) Por que nas redes socias clientes são chamados de usuários?</title>
         <author>cristianemcabral</author>
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         <pubDate>2022-05-24 13:55:27 UTC</pubDate>
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         <title>2) Eu controlo o uso das redes sociais ou ela me controla? Acesse: Configurações em seu celular, Bem-estar digital e controle controles parentais, faça um print da tela. Ainda nesta tela acesse Painel e verifique o tempo de uso do celular na ultima semana. Faça um print, analise os aplicativos que usou e tempo de uso em cada um. Relate o que precisa melhorar na sua relação com smartphone.</title>
         <author>cristianemcabral</author>
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         <title>3) O que entende por capitalismo de vigilância nas redes? E qual sentido das metas de engajamento, crescimento e propaganda que as empresas impõem?</title>
         <author>cristianemcabral</author>
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         <title>4)Podemos dizer que um algoritmo é um mediador de conteúdo. Afinal, é ele que decide o que o usuário verá. Essa ferramenta coleta dados o tempo todo e tenta prevê o que a pessoa faz ou o que a faz reagir (qual estimulo deverá ser acionado). De que forma você percebe essa manipulação em seu feed ou em suas redes? </title>
         <author>cristianemcabral</author>
         <link>https://padlet.com/cristianemcabral/dyilen39jg1mozct/wish/2197748293</link>
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         <title>5) Segundo pesquisas a geração Z, que possui redes socias antes do ensino médio, demosntram serem mais frágeis, ansiosos, deprimidos e incapazes de assumir riscos. Não evoluimos para ter aprovação social a cada 5 minutos! Como as redes socias tem afetado sua vida em relação as competências socioemocionais (autoestima, autoconfiança, tolerância ao stress, autogestão, amabilidade, resiliência emocional)? </title>
         <author>cristianemcabral</author>
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         <title>6) Narrativas manipuladoras na internet acontecem a todo momento. Através do sistema de recomendação, houve um aumento da polarização na sociedade, e da divulgação de fake news já que essa potencializa o tempo nas redes sociais. Que alternativas você usa para se proteger desta situação?</title>
         <author>cristianemcabral</author>
         <link>https://padlet.com/cristianemcabral/dyilen39jg1mozct/wish/2197748298</link>
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         <title>7) O que você realmente precisa das redes sociais? Quanto tempo você acha suficiente para utilizar isso de forma prazerosa sem dar as costas para o resto de sua vida ou de seus entes queridos?  </title>
         <author>cristianemcabral</author>
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      </item>
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         <title>8) Relate o que achou do documentário e o que percebeu de relevante para adotar em seu cotidiano quando estiver conectado ou fora das redes.</title>
         <author>cristianemcabral</author>
         <link>https://padlet.com/cristianemcabral/dyilen39jg1mozct/wish/2197748300</link>
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         <pubDate>2022-05-24 13:55:27 UTC</pubDate>
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         <title>Resenha Crítica</title>
         <author>cristianemcabral</author>
         <link>https://padlet.com/cristianemcabral/dyilen39jg1mozct/wish/2197845588</link>
         <description><![CDATA[<div>A resenha crítica é gênero textual informativo, descritivo e opinativo sobre uma determinada obra, por exemplo: livro, artigo, filme, documentário, exposição de artes, peça teatral, apresentação de dança, shows.<br><br></div><div>Nela, o resenhista sintetiza as ideias e expõe suas apreciações, influenciando seus leitores.<br><br></div><div>Assim, a função da resenha crítica é fazer uma <strong>análise interpretativa</strong> da obra expondo considerações pessoais sobre o objeto analisado seus pontos positivos e negativos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-24 14:54:08 UTC</pubDate>
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         <title>RONALD B-P NOVAES -- 9°ANO </title>
         <author>ronaldnovaes1906</author>
         <link>https://padlet.com/cristianemcabral/dyilen39jg1mozct/wish/2199779472</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>O documentário, em minha opinião, foi com certeza um obra que sintetiza, de uma forma dinâmica e didática, fatos reais da nossa sociedade globalizada. Ao qual, o maior acesso a fonte de informações e cultura, como, por exemplo, sites, vídeos e jogos, proporcionaram uma nova fórmula de estilo de vida que, antes muito heterogênea, poliu-se em um padrão mais genérico, que agrega a um público mais amplo de diferentes comunidades.<br>Logo, eu consegui compreender esta relevância a qual as redes sociais interferem em nossas vidas, pois se instalam em nosso cotidiano tão rápido quanto a percebemos; e ainda quando as notamos, já se tornaram tão convenientes e inerentes no dia-a-dia, que não desejamos a ausência das mesmas. <br>Estas mídias sociais, ou o que podemos chamar de industrias culturais, lucram com a nossa própria necessidade moderna das mesmas, pois não é de hoje o que podemos entender como "relação entre cliente e fornecedor", porém é de hoje o que podemos entender como uma "atualização", um "update", das mesmas: onde o cliente não é, necessariamente, o consumidor do produto. Um produto é o objeto ao qual você paga para usufruir, mas, segundo o próprio documentário, "se você não paga pelo o produto, você é o produto".<br>Todo este sistema confuso ao qual estamos subordinados, caso tenha se esquecido ou, meramente, não tenha notado, se chama: capitalismo. Todavia, não um qualquer, seria um mais sútil, mais "adorável", ou melhor, mais popular: o capitalismo de vigilância. <br>Este capitalismo de vigilância é passível a entender como uma "ruptura" do capitalismo clássico, por qual não quebra o fundamento base de toda a forma de capitalismo, que é a obtenção de lucro, mas inova-a ao não visar exclusivamente a casta da sociedade que, realmente, pode pagar por aquele produto, mas agregar a todos que possam consumi-lo a sua bel vontade. O consumo do que, até aqui, é o produto. Um consumo lento. Quem trabalha com esta forma de obtenção de lucro, visa o engajamento total de todo aquele produto que seus fornecedores podem oferecer: você! <br>Você é o melhor produto que seus fornecedores podem ofertar. Eles prendem sua atenção para que esteja o mais constantemente imerso à tela do celular, mas não porque lhe apreciam como pessoa, mas que esteja o mais exposto possível às metas de propaganda que "apps", como, Facebook, Youtube e games, anunciam de seus clientes -- pois eles pagaram àqueles -- os donos do marketing. <br>Todavia, não é necessariamente ruim você baixar e utilizar estes aplicativos, mas sim, antes de começar a utilizá-los, se perguntar: o que eu realmente preciso das redes sociais? Porquê, a verdade é: nem tudo aquilo que eu manejo são ferramentas. Ou seja, nem tudo aquilo que eu uso está me ajudando.<br>Para explicar um pouco melhor, vale ressaltar que só existem duas industrias, segundo o próprio documentário, que chamam seus consumidores de usuários: as de drogas e as de software. As de Software prendem você como drogas que afetam sua relação com seus próprios entes queridos ao deixar de dar a atenção devida aos mesmos. Podendo evitar isto com recursos disponíveis em seu próprio celular, como limitar o seu tempo de uso de aplicativos, por exemplo, para 1 hora (considero um bom tempo), ou simplesmente, desinstalar aqueles aplicativos que você achar lhe consumir muito tempo. Também evite utilizar da opção de "Recomendações" dos apps, pois lhe torna propicio a cair em publicações falaciosas, as famosas Fake News, por não oferecerem, exatamente, um conteúdo que é verídico ou que lhe fará bem, mas sim, aquilo que lhe atraíra mais, e consequentemente, prenderam-no por mais tempo ao celular.<br>Por fim, as redes não nos controlam! Temos o poder de abdicar delas, não podendo deixar que consumam do nosso tempo tão irresponsavelmente de nossa parte. E isto é um problema sério, segundo pesquisas, "a geração Z, que possui redes socias antes do ensino médio, demonstram serem mais frágeis, ansiosos, deprimidos e incapazes de assumir riscos". Um dado relevante, pois segundo outras pesquisas que destacavam os índices de mortalidade entre jovens de 12 à 18 anos, a segunda principal causa está relacionada a suicidio que vem esporadicamente aumentando, tendo relação<br><br><br></strong><strong><mark>///////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////</mark></strong><strong><br><br>Contudo, eu não posso afirmar que não estou submerso a toda esta estratégia de marketing e designer, pois como observado no meu próprio tempo de uso do celular (disponibilizada foto no início da publicação), é perceptível que na ultima aula de Diálogos Formativos, sexta-feira (20), não utilizei muito do celular neste dia; porém, no dia seguinte, sábado (21), utilizei mais que 4 vezes o tempo de celular de sexta. Principalmente, por aplicativos como YouTube, WhatsApp e Google.&nbsp;<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-25 18:20:34 UTC</pubDate>
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         <title>Beatriz Rocha Passos</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cristianemcabral/dyilen39jg1mozct/wish/2203733626</link>
         <description><![CDATA[<div><br>“O Dilema das Redes nos mostra como os magos da tecnologia possuem o controle sobre a maneira em que pensamos, agimos e vivemos. Frequentadores do Vale do Silício revelam como as plataformas de mídias sociais estão reprogramando a sociedade e sua forma de enxergar a vida.” Essa é a sinopse do documentário em questão, apresentada pelo site Adoro Cinema.</div><div>Você já se questionou o por quê das pessoas que utilizam redes sociais serem chamadas de “usuários”? A definição de usuário é: uma pessoa que tem o direito de usufruir de algo, o direito de uso do mesmo. Porém no mundo atual, quando se usa tecnologia, é também usado por ela.</div><div>No caso, somos usados para fins monetários, afinal o nosso uso das redes faz com que os magnatas da internet lucrem, além de seus funcionários e pessoas indiretamente beneficiadas. De acordo&nbsp; com Isabela Mena, “ o capitalismo de vigilância é uma mutação do capitalismo que utiliza a imensurável quantidade de dados que usuários fornecem gratuitamente a empresas de tecnologias (como as que detêm redes sociais e buscadores) transformando-a em matéria-prima e produto final altamente lucrativos.”. Sendo assim, o capitalismo de vigilância utiliza dados fornecidos por seus “usuários” para manipular os próprios.&nbsp;</div><div>Essa manipulação é perceptível em todas as redes, tendo em vista que a cada curtida, compartilhamento ou ação na rede em questão, um algoritmo coleta essas reações e a usa em seu favor para promover certo conteúdo que pode chegar a gerar visualização. Por exemplo, os casos de fake news vêm aumentando justamente por conta das notícias se tornarem cada vez mais atraentes a certo tipo de público.</div><div>Um jeito de se prevenir dessas fake News é buscando fontes confiáveis e buscando mais informações sobre a mesma.&nbsp; Caso contrário, notícias falsas podem acabar sendo espalhadas com facilidade. E isso ocorre principalmente entre os jovens. Principalmente porque nós, jovens, vemos as redes sociais como forma de, além do&nbsp; lazer, nos mantermos informados sobre o mundo ao nosso redor. Infelizmente isso ocorre de forma demasiada, sabendo que redes sociais são basicamente uma necessidade entre a nossa geração.</div><div>Essa questão do uso das redes sociais entre os jovens têm sido uma pauta polêmica, porque esse uso de redes como Instagram, Twitter, TikTok… têm gerado insegurança e abalado psicologicamente as pessoas que as usam, abalando por exemplo a autoconfiança e autoestima. No meu caso isso é bastante perceptível, já que constantemente me julgo e me comparo com outras pessoas. Venho tentando controlar o meu uso das redes e o equilibrando com o tempo que passo com meus entes e amigos, acredito que consigo na maior parte das vezes, mas tem se tornado cada vez mais difícil.</div><div>O documentário “Dilema das redes” nos faz questionar essa necessidade incessante de acesso à internet. É necessário monitorar esse acesso e uso, e saber por trás das cortinas é fundamental para isso. Então, vale a pena assistir esse documentário.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-29 21:15:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Artur Silva Andrade Junior 9°A</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O documentário o "Dilema das redes" é essencial para nós compreendermos a internet e todos as coisas subjetivas que cercam ela. O documentário disserta muito sobre a utilização dos usuários nas redes, que nada mais é do que um indivíduo que aproveita do seu uso ou que usufruir de alguma utilidade pública.</div><div>E este é um questionamento muito importante para a discussão da internet, pois muitas vezes ela vai nos destruindo aos poucos, e a cada dia que passa nos torna mais e mais viciados e dependentes da mesma, usando muitos métodos que ajudam para esta fixação do usuário nas redes, muitos deles foram mencionados no documentário, como o do capitalismo de vigilância, que usa dos dados nos quais são fornecidos pelos usuários, e consiga, pelas metas de engajamentos e propagandas monetização para tal conteúdo.<br>E isso deixa que muitas pessoas, tenham aquela sensação de invasão e falta de segurança através do seu dispositivo, tendo uma mudança repentina de conteúdo no seu feed, por exemplo. Fazendo com que através da suas falas dia a dia, contribua com a supervisão do seu dispositivo.</div><div>Outro ponto que é relatado no filme é o limite de uso saudável da internet, e até aonde isso se torna bom mentalmente para você. Acredito que muito desse problema, não seja o tempo nas redes, e sim o que você consome dentro dela, pois se você ficar cinco horas estudando e assistindo alguma video aula, isso pode ser muito benéfico a você, porém se você fica se comparando por duas horas com muitas influenciadoras e influenciadores, isso vai fazer com que você desenvolva muitos problemas mentais na sua mente, como a ansiedade e depressão. Então para mim, uma grande opção para que você não tenha o seu uso na internet estragado, é sair um pouco desse sistema cíclico da sociedade, de comparação com o próximo, e focar mais em si e nas coisas que realmente o faz bem. Pois como é mostrado no documentário, as redes fazem de tudo para você ficar focado em um conteúdo, e na tela do celular ou computador, pois assim, eles ganham mais e mais dinheiro.</div><div>A segurança é outro ponto muito importante tratado no documentário, e nos mostra o quão é invasivo esta manipulação feita pelas redes, utilizando de métodos como a espionagem na nossa vida, com um propósito de capitalizar nossas informações.<br>O "Dilema das redes" trata de forma sublime todos os mistérios da internet, e expõe como é sujo a manipulação feita pelos "chefões" dos aplicativos. É um documentário essencial para quem quer entender o por de trás disso tudo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-29 21:22:06 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Maria Eduarda Oliveira Araújo - 9º</title>
         <author>mariaeoaraujo20</author>
         <link>https://padlet.com/cristianemcabral/dyilen39jg1mozct/wish/2205110800</link>
         <description><![CDATA[<div>O documentário trabalhado, “O dilema das redes”, trás como participantes ex-funcionários e executivos do Google, Facebook e Twitter que expõem os como a internet realmente funciona, e quais perigos ela pode causar. De acordo com esse documentário, as pessoas são usuários, que fazem as grandes empresas, como o google, tiktok, instagram, lucrarem.<br><br></div><div>O filme deixa clara a necessidade de se atentar para a gratuidade dos aplicativos de redes sociais. Como disse o ex-designer do Google, Tristan Harris: “se você não está pagando pelo produto, então você é o produto”. Ou seja, na internet, se a pessoa não paga para usufruir, ela é o produto que está sendo comercializado entre empresas, as quais pagam para ter todas as informações sobre ela.<br><br></div><div>&nbsp;Ao decorrer do filme, ele nos faz questionar, o ser humano tem controle sobre as redes sociais, ou ela o controla? A resposta seria: ela o controla, e a prova disso seria a dependência que os seres humanos criaram das redes, tanto que não conseguem ficar muito tempo sem o celular.&nbsp;<br><br></div><div>As empresas aproveitaram essa dependência para manipular os usuários, escolhendo o que eles devem ter informações, dando sugestões para o que assistir no youtube. Além disso, ela pode influencia no senso de autoestima e a identidade das crianças, que precisam de aprovação social a todo instante na forma de curtidas e comentários.<br><br></div><div>De acordo com o site pretonobranco.com. br&nbsp; “O problema é que a maioria das pessoas prefere ignorar o poder de influência das redes. Enquanto isso, as empresas de tecnologia exploram a vulnerabilidade do psicológico humano. Conforme os depoentes, as empresas não vendem nossos dados, elas os utilizam para construir um modelo de usuário para prever nosso comportamento, quem somos e o que iremos fazer.”<br><br></div><div>Para finalizar o site acrescenta, “Para prender a atenção dos usuários, as redes procuram exibir sempre informações que reforçam as opiniões deles. Isso pode fazer com que as pessoas tenham visões obtusas, em que somente enxergam aquilo que querem ver. Assim, a sociedade fica cada vez mais polarizada e dividida, o que traz desastrosas consequências para a democracia. Crescem as manifestações de rua e a manipulação de opiniões por meio das fake news lançadas nas redes sociais.”<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-30 22:35:16 UTC</pubDate>
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         <title>LIZ LIMOEIRO ANDRADE- 9 ANO</title>
         <author>lizlimoeiro2008</author>
         <link>https://padlet.com/cristianemcabral/dyilen39jg1mozct/wish/2209246560</link>
         <description><![CDATA[<div><mark>Análise- o dilema das redes:<br><br></mark>O documentário “O Dilema Das Redes” analisado nesta atividade, expõe um dos problemas que mais vem sendo debatido ultimamente, o vício nas redes sociais, trazendo diversas pessoas para falar sobre tal assunto. É um documentário muito interessante e importante, do qual pude extrair vários pontos em relação a esse vício, que serão trabalhados abaixo.<br><br></div><div>Um usuário pode ser definido como alguém que serve para uso, que usufrui determinado produto. Porém, ao analisar o meio das redes sociais, além de sermos usuários destas, somos também o próprio produto. O nosso uso diário das redes fornece lucro para grandes empresas e investidores, já que, ao navegar na internet, fornecemos a possibilidade das empresas conhecerem nossos gostos e dados. Esses dados, de acordo com https://www.projetodraft.com/verbete-draft-o-que-e-capitalismo-de-vigilancia/, tornam as empresas capazes de conhecer nossos próximos passos, vendendo páginas capazes de nos entreter e manter-nos conectados.&nbsp;</div><div><br>Essa manipulação feita para cada usuário é muito mais perceptível do que pensamos. Basta prestar atenção em como sempre aparecerão em nosso feed ou for you (páginas principais do instagram e tik tok) as coisas pelas quais estamos mais interessados e buscando no momento. Eu consigo perceber isso claramente, principalmente quando pesquiso por algum produto para adquirir online e ele começa a me “perseguir” em todos os espaços virtuais.</div><div><br>Nesse mundo globalizado, um dos principais riscos são as fake News. Essas notícias falsas, muitas vezes compartilhadas em grupos de whatsapp, acarretam diversos prejuízos, e até mesmo difamações/ falsas acusações. Para preveni-las, busco sempre ler a notícia completa, verificando se a sua fonte é confiável e conhecida, além de sempre analisar o site no qual ela está inserida.</div><div><br>A medida que nós passamos mais tempos conectados as mais diversas redes, ficamos mais sujeitos as fake News, e vamos também perdendo o controle sobre esse uso. Apesar das várias vantagens que o avanço da internet nos traz, é preciso estar atento, pois o descontrole pode afetar nossa saúde mental. Muitas vezes nessas redes nos são mostradas pessoas superficiais, que nos apresentam sua vida como “perfeita”, por mais que não seja realmente assim. Isso faz com que nós fiquemos presos à esses padrões, principalmente no que tange a estética, buscando sempre atingir as metas de beleza e corpo inalcançáveis que são vendidas no mundo virtual. Por mais que isso não aconteça muito comigo, sei que a realidade de várias pessoas inclui se comparar dia após dia com as pessoas e vidas perfeitas da internet.&nbsp;</div><div><br>Diferente de grande parte da sociedade, ainda me considero capaz de controlar meu uso das redes sociais, por mais que ele ainda possa diminuir. Tenho a meta de tempo máximo de tela de 2 horas e meia diárias, e geralmente consigo cumpri-la. Escolhi esse tempo pois acho que ele é o tempo certo para me proporcionar lazer sem me impedir de realizar outras atividade tão ou mais importantes do meu dia a dia. Geralmente, a maior parte desse tempo eu uso conversando via whatsapp ou me divertindo no tiktok.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-02 17:23:30 UTC</pubDate>
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         <title>Marina Ribeiro Ferreira - 9º Ano</title>
         <author>marina10ribeiro</author>
         <link>https://padlet.com/cristianemcabral/dyilen39jg1mozct/wish/2209526537</link>
         <description><![CDATA[<div>O documentário da Netflix “O Dilema das Redes” explica para o público sobre o uso das redes sociais enquanto produto e como isso afeta a população.</div><div>Durante o longa, é possível entender um termo cada vez mais usado atualmente, “capitalismo de vigilância”. Em nosso uso diário das redes sociais, somos expostos à uma enorme quantidade de informações, e, nós, os “usuários”&nbsp; que de acordo com o dicionário Saraiva Júnior (2009, p. 433), é “aquele que usa frequentemente um bem ou serviço”, usufruímos do conteúdo que as redes têm a nos oferecer, logo, há o algoritmo, que nos mostra apenas um conteúdo de informações e pessoas com interesses e princípios parecidos ou iguais aos nossos, logo, influenciando nossas ações, pensamentos, inseguranças e, consequentemente, nossas compras. Com o nosso fornecimento de dados e conteúdo restrito, tudo que as empresas precisam fazer é nos expor a um produto que elas já sabem que irão nos interessar, assim, tendo o consumo garantido, ou, pelo menos, a sua divulgação.&nbsp;</div><div>Além disso, desde sempre grandes empresas criam um problema para vender a sua solução, mas com a internet que mantém a maior parte do mundo conectada entre si, isso se tornou ainda maior. Destruindo a autoestima e a saúde mental dos jovens, as redes nos expõem todos os dias a padrões de beleza inalcançáveis, nos manipulando para que queiramos fazer de tudo para obter aquele corpo. Assim, podendo vender produtos de beleza, cirurgias estéticas e muito mais.&nbsp;</div><div>Não devemos demonizar as redes sociais e a tecnologia, apenas devemos abrir os olhos e saber do que as pessoas por trás delas são capazes para conseguir nossa atenção.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-02 23:37:10 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Lethícia Hull Reis - 9°</title>
         <author>leticiahullreis</author>
         <link>https://padlet.com/cristianemcabral/dyilen39jg1mozct/wish/2210150778</link>
         <description><![CDATA[<div>    “O dilema das redes” tem como foco um tema que está bastante presente em nosso cotidiano, mas que não é muito comentado: o poder que as redes sociais tem sobre nós.<br>    Cientistas e supercomputadores analisam e coletam dados sobre o que gostamos de ver e pesquisar, e com esses dados é formado um algoritmo que tem como objetivo preparar posts que temos interesse e que nos chamem atenção, enquanto aqueles que não nos são atraentes ficam de fora.<br>    Inúmeros anunciantes pagam aplicativos com grande alcance, como o instagram e facebook, para que seus anúncios sejam projetados nas paginas das redes. Esses anunciantes são aqueles que tiram dinheiro de seus bolsos para que possamos comprar o produto em oferta. Em quanto isso, a mídia colhe novos dados sobre quais anúncios devem ser passados em seguida, fazendo com que todo esse jogo de dados e dinheiro nos manipule de uma maneira que nem percebemos.<br>    O documentário aborda muitos outros subtemas interessantes, como quando passamos muito tempo em uma determinada rede e acabamos nos sentindo em uma bolha, e que isso acontece, pois a rede já é projetada para apenas aparecer perfis e assuntos que correspondem para o que procuramos. Temos um exemplo de quando entramos no Instagram com o pensamento de ver apenas um post de uma pessoa em especifico, e quando vamos reparar horas já se passaram.&nbsp;<br>    Quando entramos e passamos tanto tempo dentro desta bolha, ao sair para o mundo real ficamos surpresos, já que diferentemente dos post projetados para a gente, nem todo mundo tem o mesmo ponto de vista que nós.<br>    Segundo a algumas testemunhas apresentadas no documentário (ex-funcionários dessas empresas), eles sempre recorrem a jogos psicológicos e manipulações para que passemos mais tempo na tela do celular, para que consigam ganhar em cima disso. É apresentado uma metáfora que me deixou até mesmo um pouco assustada, que quando estamos nas redes sociais somos como bonecos vodu, sendo controlados por coisas que nem temos completo conhecimento.<br>    O documentário nos faz questionar sobre se é realmente necessário todo o tempo que passamos nas redes. O correto é aprendermos a controlar nosso uso e saber o que realmente acontece por de trás daquilo tudo. Eu gostei bastante de como o documentário apresentou esses temas que tem bastante importância, e por isso, recomendo a todos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-03 12:45:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Lis Rosário- 9° ano </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cristianemcabral/dyilen39jg1mozct/wish/2210521553</link>
         <description><![CDATA[<div>Nos dias em que vivemos todas as pessoas estão, de alguma forma, ligadas as redes a todo o momento. A rede social é um meio de comunicação pelo qual as pessoas podem conversar mesmo estando longe e também é onde grande parte das maiores empresas mundiais adquirem suas riquezas oferecendo serviços e meios de entretenimento, tornando assim a população usuários, que são, de acordo com o dicionário, “aqueles que, por direito de uso, servem-se de algo ou desfrutam de suas utilidades, que serve, que é próprio para uso.” Esses usuários, como também é mostrado no documentário O dilema das redes, são responsáveis por dar lucro de forma direta ou indireta a aquela empresa de forma que ela consiga adquirir uma meta de crescimento, na qual passe suas informações para várias pessoas, e possa enriquecer a partir disso. Desse modo, somos para essas companhias apenas um meio por onde elas irão crescer.&nbsp;Por esse motivo também,&nbsp; essa relação entre internet e população está sendo muito invasiva, a ponto de grande, parte das vezes, interferir de forma notável na vida de todos.&nbsp;<br>Podemos ver esse tipo de interferência em vários âmbitos de nossas vidas, psicológicos, políticos, econômicos. Assim como é mostrado no documentário, as redes dão livre acesso para que qualquer pessoa interfira na vida de outra de forma a criticar ou a elogiar, porém grande parte delas apenas critica e acaba com a autoestima daqueles que são atacados, causando graves problemas psicológicos relacionados com a aparência.&nbsp; Por essa razão é tão importante praticar o auto- conhecimento, podendo assim se blindar de comentários que podem mudar quem você é.<br>Elas também possibilitam que muitos ideais e pensamentos próprios da pessoa sejam mudados, além de interferir em suas escolhas e inventar informações falsas. Esse tipo de problema é extremamente visto em período eleitoral ou em áreas da Internet por onde são propagados informações políticas. Ali, pessoas são induzidas a olharem apenas um lado das informações trazidas por candidatos e ainda, muitas vezes, essas são falsas. Por esse motivo é tão importante saber comprovar a verdade e sempre estar olhando o mesmo ponto em diferentes ângulos, para não acabar sendo levado ao erro.&nbsp;<br>Levando em consideração o que foi dito, é preciso que tomemos cuidado com a forma em que permitimos que a Internet entre em nossas vidas e em como nos relacionamos com ela, para que, desse modo, ela não venha a nos afetar de tantas formas e consumir tanto tempo de nossas vidas. "Navegue na Internet, mas, cuidado para não afundar!".</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-03 19:53:50 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Ana Carolina Cabral Gesteira 9°</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cristianemcabral/dyilen39jg1mozct/wish/2210567364</link>
         <description><![CDATA[<div>No mundo atual a tecnologia se faz muito presente e vive em constante mudança e aprimoramento, e nos dias atuais é praticamente impossível estar 100% desconectada dela.<br>No documentário Dilema das Redes é mostrado sobre esse uso excessivo do celular e como que ocorre para que você fique conectado a maior parte do tempo nele.<br>O capitalismo de vigilância, tema também abordado no documentário, é o controle e monitoramento do que se é curtido e do interesse do usuário, ele colabora com o marketing feito e utilizado para vendas, anúncios, promoções.<br>Muito do que se é curtido reflete em seu feed e o que aparece nele, isso é outro modo das redes te prenderem a àquele conteúdo para que você não se desconecte e sempre se mantenha ali. Muito que se é curtido também pode servir de gatilho para você, como a auto comparação e problemas envolvidos como a falta de auto estima, pessoas são muito cruéis a comentários e também nem tudo que se vê na internet é verdadeiro e temos que levar isso em consideração antes de nos compararmos.<br>Acho o documentário muito relevante e informativo, e uma lição que vou aplicar mais no meu cotidiano é do que eu curto, o monitoramento de tempo para que isso não afete minha vida social e os cuidados com as fake news.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-03 21:24:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ana Beatriz Sales Martins - 9° ano</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cristianemcabral/dyilen39jg1mozct/wish/2210595409</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Análise do Documentário<br></mark></strong><br>Após assistir o documentário "O Dilema Das Redes", análise que ele trás um dos assuntos mais polêmicos hoje em dia, que é vício das redes sociais, onde ele mostra o quanto que as pessoas ficam acarritadas a internet, pude perceber isso principalmente na cena onde a menina foi capaz de quebrar o ponte pra recuperar o seu celular. Então, assim, a internet foi algum bom, que acabo se tornando algum perigoso, onde a cada dia jovens vem se matando.<br><br>Outra coisa que podemos observar no documentário e na sociedade, é que as pessoas chamadas de "usuário", isso é porque, de acordo com sua definição: o usuário é alguém que serve de uso, ou seja, que usufrui o produto. Quando navegamos nas redes sociais, estamos lucrando as "grandes empresas e investidores", pois ao fornecemos, estamos possibilitando essas empresas conhecerem nossos gostos. Com isso, já sabendo nossos próximos passos, eles lançam páginas de que sabem que vão no entreter, para mantermos conectados.<br>Podemos ver muito essa manipulação no "Tik Tok", onde, se a pessoa assistir muito aquele determinado assunto, então vai aparecer aqueles mesmos assuntos que a pessoa tinha gostado.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-03 22:32:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Abraão Andrade Sampaio 9°ano</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cristianemcabral/dyilen39jg1mozct/wish/2210614513</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Após assistir o documentário, é possível ter um melhor entendimento a respeito das redes sociais, e principalmente como ela afeta nossas vidas, seja de maneira positiva e negativa, temos por exemplo o capitalismo de vigilância que é utilizado pelas empresas para identificar os gostos dos usuários, além de fazer as pessoas permaneceram durante mais tempo nas redes sociais, o que resultou em uma taxa elevada de divulgação de fake news, que pode ser combatida pelo próprio usuário, de maneira que ele verifique a veracidade das notícias. O termo usuários é utilizado nas mídias sociais no lugar de clientes, pois os aplicativos não necessitam de pagamento para ser acessado, sendo assim "gratuito", pois as próprias pessoas se tornam os produtos, por conta das plataformas utilizaram os seus dados para fornecer aos anunciantes uma maior porcentagem de acerto.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Quando utilizo redes sociais percebo que as plataformas tentam me manter conectado o maior tempo possível, quando por exemplo no YouTube ou Instagram aparecem recomendações sobre publicações de assuntos dos quais gosto. Após ver o tempo que passo nas redes sociais, consigo perceber que possuo controle no tempo de uso dos aplicativos, porém, acredito que esse tempo possa diminuir, além de que não permito que as redes tenham interferência nas minhas competências socioemocionais. Acredito que o tempo direcionado a mídia social varia de pessoa para pessoa, pois depende de sua rotina e qual o propósito utilizado, seja para trabalho, busca de conhecimento ou entretenimento.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-03 23:24:37 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Bianca Silva </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cristianemcabral/dyilen39jg1mozct/wish/2210644591</link>
         <description><![CDATA[<div><em>&nbsp; O documentário "o Dilema das Redes" relata um assunto muito delicado e um dos temas mais vistos hoje em dia, que é o vício em redes sociais. Traz dados mostrando o quanto as pessoas são viciadas nas redes. E a pergunta principal é: Você controla suas redes ou ela te controla? Após refletir um pouco sobre o tema percebi que temos o poder de decidir isso, temos o poder de determinar o quanto algo vai ser importante em nossa vida ou o quanto algo vai participar do nosso cotidiano.&nbsp;<br>&nbsp; É fato que sempre estaremos ligados às redes sociais ou à Internet, praticamente tudo que fazemos precisamos das mesmas, além da&nbsp; opção de usá-las para facilitar nosso dia a dia, e isso é um dos motivos que tem deixado a humanidade doente, a necessidade de facilitar tudo o que temos que fazer. E podemos perceber por nós mesmos, quem iria querer sair de casa se pode resolver pelo telefone e em seu conforto? A resposta seria a minoria.</em></div><div><em>  Todos sabemos o quanto a sociedade tem ficado cada vez mais doente, mas sempre achamos que é besteira ou que não faz sentido. Após o documentário pude perceber ainda mais o mal que esse vício tem feito, precisamos limitar o nosso acesso às redes, precisamos diminuir o uso e devemos focar em nossa saúde mental, em nós, em nossas vidas, amigos e familiares. Segundo estudo, o índice de ansiedade e depressão entre adolescentes de 13 e 14 anos aumentaram por causa do uso excessivo das redes sociais. Precisamos ficar atentos! </em></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-04 00:43:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Eloá Rebouças Santos 9º ano</title>
         <author>eloareboucas7</author>
         <link>https://padlet.com/cristianemcabral/dyilen39jg1mozct/wish/2210646703</link>
         <description><![CDATA[<div>O documentário "O dilema das redes" ascende diversos questionamentos quanto a manipulação que somos submetidos nas redes sociais.<br>Durante o longa são abordados várias ferramentas usadas para prender a atenção dos usuários, palavra usada pra manter relação de proximidade com os clientes, e os vigiando em cada um de seus passos para que as inteligencias artificiais nos atraiam, usando o algoritmo para lucrar em cima de seus interesses, podemos perceber paralelos em nossas pesquisas em todas as mídias de lazer e entretenimento, esse é o chamado capitalismo de vigilancia. Uma máquina pode ter mais informações sobre nós do que nossos mais próximos.<br>Também há a consciência de que isso nos torna cada vez mais manipuláveis por sermos submetidos a tantas informações, o que pode sim afetar em nossas atitudes no quesito social.<br>O documentário e excelente e traz diversas opiniões e experiências das próprias pessoas por traz dessas máquinas que fazem parte de nosso cotidiano. O filme me fez pensar sobre o tempo que passo atrás das telas e como isso me afeta tanto positiva quanto negativamente e me leva a reflexão de que não importa o quanto tentamos fugir, sempre estaremos presos uma opinião em massa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-04 00:48:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Esther Moreira - 9 ano</title>
         <author>moreiraesther539</author>
         <link>https://padlet.com/cristianemcabral/dyilen39jg1mozct/wish/2210650326</link>
         <description><![CDATA[<div>O documentário "dilema das redes" mostra muito a nossa realidade, o quanto nós passamos o nosso dia nas redes sociais e acabamos perdendo a noção do tempo e o quanto não conseguimos ter autocontrole sobre elas. Esse documentário teve grande importância na minha vida, pois através dele pude perceber o que acontece por trás da internet, como nós somos manipulados e como evitar o uso da mesma e aproveitar mais o nosso tempo.<br>Uma das coisas que é mencionada no documentário é o capitalismo de vigilância que consiste em, as empresas de marketing postarem assuntos que acham que vai nos interessar, fazendo com que esses assuntos recebam engajamento de crescimento. Esses engajamentos acabam dando lucros a essas empresas.<br>Muitas das vezes somos chamados de usuários, porque além de nós usarmos e controlarmos as redes sociais, nós também somos controlados pela mesma. Nós mesmos podemos decidir o tempo que passamos nelas, porém as vezes a gente fica tão viciado que acabamos não conseguindo e elas acabam nos manipulando.<br>Como eu disse ateriormente, nós somos manipulados pelas redes. Isso se deve, pois elas tendem a apresentar conteúdos que nos interessam, fazendo com que queiramos pesquisar mais pelo assunto, nos prendendo. Por exemplo, eu vejo isso quando tem um post de uma fofoca e se eu não estou entendendo o assunto eu vou pesquisar para saber melhor o que aconteceu.<br>As redes sociais além disso que eu já falei, elas podem nos influenciar muito na nossa autoestima, confiança, dentre outros. Muitas das vezes, nós queremos ser perfeito, pois uma pessoa famosa aparenta ter uma vida perfeita e nós nos baseamos nela. Além disso, a sociedade apresenta ter um corpo padronizado, fazendo com que as pessoas queiram ter isso também. Na minha vida, por exemplo, eu vejo várias meninas conseguindo ter um dia bem produtivo e eu não, fazendo com que eu me compare com elas. Além dessas informações, as redes sociais apresentam fake news (notícias falsas), que acabam fazendo as pessoas acreditarem. Para que isso não aconteça é necessário que antes de espalhar qualquer boato, investigue mais sobre o assunto.<br>As redes sociais na minha vida são muito importantes, pois através dela é possível que eu saiba de tudo o que acontece ao meu redor, porém não podemos passar muito tempo nela, apenas o necessário, por exemplo, uma hora ou duas horas. Temos que ao invés de ficar nas redes, aproveitar o tempo em família e descansar um pouco.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-04 00:58:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Emily Pomponet </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cristianemcabral/dyilen39jg1mozct/wish/2210650356</link>
         <description><![CDATA[<div>Após assistir o documentário “O Dilema Das Redes” pude perceber o grave vício das redes sociais, e esse é um questionamento muito importante, pois cada dia que passa viciamos e ficamos dependentes das mesmas.&nbsp;</div><div>Foi comentado no documentário o capitalismo de vigilância que é quando usa dados que são fornecidos pelos usuários, transformando em matéria-prima e produto final altamente lucrativos, e através disso vem a questão da falta de segurança no dispositivo, pois vem vários anúncios que você comenta, pesquisa, curte no seu dia a dia.&nbsp;</div><div>O documentário discute também sobre o limite de uso saudável da internet, devemos usar a internet de forma saudável, até porque isso vem atacando muitas pessoas, como, ansiedade, depressão, suicídio, entre outros. Tudo tem limite, e todo excesso faz mal.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-04 00:59:01 UTC</pubDate>
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         <title>Lucas borges</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cristianemcabral/dyilen39jg1mozct/wish/2210659488</link>
         <description><![CDATA[<div>Apos assitir o documentário" O deilema das redes" percebi que a rede social me controla , as propagandas falam muito sobre o produto para chamar atenção e isso faz com chame a nossa atenção em relação a tecnologia. As vezes não sabemos o que fazer pois ficamos a maior parte das nossas vidas no celular e isso faz criar problemas na vida. Eu preciso tirar um pouco do celular , para poder ficar mais tempo com a família . O documentário nos mostra que a tecnologia possuem o controle dos nossos pensamentos, Google&nbsp;,&nbsp;Facebook&nbsp;e outras gigantes lucram com anúncios direcionados. E esse direcionamento só é possível porque nós fornecemos dados para essas empresas o tempo todo. Cada clique, curtida, comentário e tempo passado olhando para uma imagem é guardado e muito bem utilizado por essas companhias.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-04 01:23:09 UTC</pubDate>
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         <title>Davi Lima Amorim</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cristianemcabral/dyilen39jg1mozct/wish/2210670489</link>
         <description><![CDATA[<div>Muitas pessoas não identificam esta diferença, porém é algo importante que deve- se ser explicado desde cedo, eu como exemplo não sabia de tal coisa, só soube através da atividade. A informação é a o porque que os clietes que usufruem da Internet são chamados de usuários, porque se gera um produto, ele tem um interesse ao consumidor final e acrescentando que eles não apresentamdo importância.<br><br>Isso me fez pensar muito em quando tenpo fico nas redes, e impressionante o resultado: 5h e 35 por dia. Porém na pandemia por conta das aulas online, e realmente ocorria o vício, se não me engano era aproximadamente 12 horas, então com ajuda principalmente de família acabei diminuindo o tempo de uso. Estudos apontam que aconteceu com pelo nos 90% da população mundial aumentaram seu tempo de uso em redes:<br><br><br><br><br>Com isso foi criado o capitalismo de vigilância nas redes, que éum novo gênero de capitalismo que monetiza dados adquiridos por vigilância. E empresas que usufruem desta novo capitalismo presam justamente a vigilância, e seus lucros, ou seja, se há espectadores, há dinheiro.<br><br>O que faz com que as pessoas usem, usem e usem, sem parar é justamente o freed, sua fy ( for you ), que indica vídeos de seus interesses para ser assistidos, oq facilita o aumento do uso. Coisa que sempre acontece comigo.<br><br>De certa forma as redes afetam drasticamente meu psicológico e físico, por conta do "padrão" qus deve se seguir nela, padrão no qual o homem tem que ser totalmente definido, bombado, nem falando das mulheres, porque a sociedade observa a mulher como um simples objeto, e não é isso, todos somos seres humanos. E essa exigência verm levamtando casos alarmantes em determinadas cidades, pois enquanto não ser parado esse padrão, a busca pelo qual não vai parar.<br><br>E justamente onde é pedido o padrão é criado várias feve news ( notícias falsas ), que determinado produto iria ajudar em um problema corporal um exemplo. É que as pessoas criam fake news porque não querem aceitar a verdade, e sim o que vai favorece - las. Então sempre que busco uma informação, tento procurar ela em outros sites, para ver se ela é realmente verídica.<br><br>Concluir assim duas coisas: que devemos valorizar as pessoas que são importantes para você, porque elas se vão um dia, e você vai se lembrar no quão pouco aproveitou com elas, isso infelizmente aconteceu com minha cachorra, que acabou morrendo em 2021, em pandemia, estava muito viciado, ela adoeceu e faleceu, e não consigo me perdoar, e foi esse o maior encinamento que o Documentário me trouxe.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-04 01:53:50 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Isac Fernando 9º ano</title>
         <author>isacfernandosm</author>
         <link>https://padlet.com/cristianemcabral/dyilen39jg1mozct/wish/2210675706</link>
         <description><![CDATA[<div>O documentário "O Dilema das Redes", com ex-funcionários e executivos do Google, Facebook e Twitter, tem como objetivo expor como a Internet realmente funciona e os perigos que ela pode representar, enviando uma mensagem de conscientização de que um dos mais polêmicos é o aumento do índice de dependência de redes sociais. Com o passar do tempo, nos desviamos cada vez mais dos padrões do passado, e isso também é visto nos filmes, pois são utilizados os dados fornecidos pelos próprios usuários, o que comprova, muito menos os donos destes, apenas para converter esses dados Como matéria-prima, as empresas podem ganhar esse jogo de marketing.<br>Este é um documentário muito interessante e importante do qual pude extrair alguns pontos sobre esse vício. Também posso entender que esses usuários podem ser considerados clientes de empresas porque são eles que geram lucros para essas empresas, mas são chamados de usuários porque se produzirem um produto, o consumidor final se interessará. Segundo relatos de ex-executivos, cofundadores da empresa, professores e pesquisadores da área, o papel do usuário na rede social era diretamente comparado ao de um viciado em drogas. "Existem apenas duas indústrias que chamam seus clientes de usuários: drogas e software", nas palavras de Edward Tufte, professor de estatística da Universidade de Yale. Entenda também o que é capitalismo de vigilância, termo usado e popularizado pela acadêmica Shoshana Zuboff para denotar uma nova escola de capitalismo que monetiza dados obtidos por vigilância.<br>Acredito que o que acontece através do feed, através da programação algorítmica que guarda um histórico de suas curtidas, é distribuído na sua página, e depois de um tempo, eles analisam o que você mais gosta e começam a te manipular ali, com o intuito de distrair você de passar Veja algo que você gosta e você nem percebe a hora.<br>O documentário em si, subjetivo no início, mas consegui dar sentido à mensagem no final, que foi mais um alerta para todos esses algoritmos que não notamos, com a intenção de mostrar que não é apenas uma tela com conteúdo diferente , mas uma máquina que monitora você indiretamente.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-04 02:07:13 UTC</pubDate>
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         <title>DILEMA DAS REDES</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br><br>&nbsp;O documentário Dilema das redes retrata os impactos das redes sociais na humanidade. conta com a participação de&nbsp; ex-funcionários das grandes empresas como: Google, Facebook e Twitter.<br>&nbsp; O Dilema das redes mostra um lado sombrio das empresas tecnologias que lucram com nossos dados e acessos, exemplo disso é a Netflix que utiliza umas dessas técnicas para estimular o uso de seus filmes, séries e acessos.<br>&nbsp; Podemos dizer que, usuário é aquele que serve para o uso de algo e nas redes sociais somos o próprio produto, os nossos dados fornecem grande lucros&nbsp; para diversas empresas.<br>&nbsp; Existe uma&nbsp; manipulação feita nas redes sociais que é tipo um robô que faz uma leitura do que você gosta, assiste, etc, você pode perceber que na maioria das vezes as coisas que aparecem no nosso feed ou for you são de conteúdos que gostamos ou que estamos interessados,isso acaba deixando as pessoas viciadas&nbsp; fazendo com que não saia da plataforma e as empresas lucram com essa uso.<br>&nbsp; capitalismo de vigilância é onde&nbsp; utiliza&nbsp; quantidade de dados que&nbsp; usuários fornecem gratuitamente a empresas de tecnologias&nbsp; transformando em matéria-prima e produto&nbsp; altamente lucrativos.<br>&nbsp; A globalização e o tempo que ficamos conectados favorecem o aumento de fake news,&nbsp; pessoas que não tem um bom conhecimento espalham as falsas notícias sem perceber, vemos&nbsp; também que a internet traz pontos positivos e negativos para a humanidade.<br>Eu utilizo as redes sociais para todas as coisas possíveis em relação a estudo, lazer, pesquisas, ligações ,etc, eu acho que consigo controlar o meu tempo de uso, o documentário me ajudou a tomar cuidado com os sites que eu&nbsp; acesso e pedem os nosso dados.<br><br>Vitor Cardoso farias 9°</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-04 02:12:16 UTC</pubDate>
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         <title>Arthur Nascimento Ferreira</title>
         <author>arthurnferreira1</author>
         <link>https://padlet.com/cristianemcabral/dyilen39jg1mozct/wish/2210681436</link>
         <description><![CDATA[<div> Nós como usuários das redes sociais, temos esse "poder" nas mãos de agir de qualquer forma para todos verem e na maioria das vezes usar uma máscara e esconder o verdadeiro eu/você. Um ótimo exemplo é sermos chamados "usuários", como usuários de drogas, por exemplo, pois, somos basicamente controlados e ficamos submissos, viciados, pelas mídias.<br>&nbsp;O documentário "O Dilema das Redes" comentando sobre esse controle que as redes exercem sobre nós, elas nos controlam e não o contrário, consideravelmente, eu poderia controlar melhor o tempo em que fico no celular. Um dos pontos mais altos do documentário é sobre o capitalismo de vigilância que é basicamente, monetizar dados obtidos por vigiar os outros, e as redes fazem exatamente isso, lhe vigiam para engajar mais na plataforma.<br>&nbsp;Nas redes sociais é claramente visível essa vigilância, como exemplo que ficou bem famoso, como pesquisar "Computador" no Google, e em pouco tempo, haverá diversas propagandas sobre o assunto e <em>sites </em>que falaram sobre.<br>&nbsp;Outro interessante ponto é a forma em que&nbsp; agimos por conta da nossa vida virtual, por nós termos redes sociais desde o ensino médio e atualmente desde o Fundamental, às vezes antes. Essa forma de agir compete a nossa autoestima e autoconfiança e mais outros, e como elas são, extremamente, afetadas por conta desse uso, consequentemente, exagerado. Inclusive, tomar cuidado com as <em>Fake News </em>a e utilizar formas de se prevenir delas, como pesquisar se o <em>site </em>é realmente confiável. Para ter um ótimo controle socioemocional, temos que ter cuidado com todos e também com o tempo de uso, para que tudo seja de forma prazerosa e você não abandone a realidade e as pessoas que você ama, ficando em média de 1 a no máximo 3 horas por dia, em minha opinião.<br>&nbsp;O documentário é muito importante e interessante ser visto, e devemos analisar a tudo em que falei acima.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-04 02:23:09 UTC</pubDate>
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         <title>David Ravy 9º Ano</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cristianemcabral/dyilen39jg1mozct/wish/2210682708</link>
         <description><![CDATA[<div>O&nbsp; documentario ''Dilema das redes'' mostra a realidade por tras das webs,que mantêm as pessoas viciadas na internet. Nesse sentido, o documentário mostra os mecanismos que ocorrem em nosso sistema nervoso quando estamos conectados, pois o cérebro gera uma recompensa quando as pessoas se envolvem em uma postagem, assim como gera tristeza quando uma postagem não encontra reciprocidade na internet. Usuários deste documentário é importante para esclarecer a situação da internet e os danos que o uso excessivo das redes sociais pode causar ao corpo, ao cérebro e à sociedade como um todo. Aprendemos muito pois o vicio vem destruindo as pessoas aos poucos, sua mente fica mais preguiçosa focando so na aquele objetivo. A rede social devemos se controlar e fazer outras atividades que requer conhecimento.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-04 02:26:49 UTC</pubDate>
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         <title>Natan Ribeiro 9°ano</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cristianemcabral/dyilen39jg1mozct/wish/2210916480</link>
         <description><![CDATA[<div>O dilema redes é um documentário que se trata de como as redes sociais que utilizamos podem facilmente nos viciar e nos manipular, mostra como cada elemento na interface de algum aplicativo ou site tem como objetivo de prender a nossa atenção e além de ser bastante interessante de se pensar é também um grande choque de realidade, já que existem coisas que parecem tão óbvias de como funcionam, mas ninguém consegue perceber.&nbsp;<br>O documentário mostra como as redes sociais atrapalham as nossas vidas de diversas formas, o principal dessas formas é o vício, mas também tem a forma como que os jovens comparam a própria aparências as de outras pessoas na internet, assim as deixando com uma baixa autoestima e etc. A pandemia, por exemplo, foi um grande momento para as fake news se espalharem, milhares de pessoas alertando as pessoas sobre fatos sem sentido sobre a vacina e teorias da conspiração, tudo isso sendo bombardeado na mente de um adolescente pode acabar afetando-o e o fazendo até acreditar nisso.&nbsp;<br>Para não deixar que nossos próprios celulares nos dominem, devemos ter um consumo consciente deles e saber o que devemos e o que não devemos consumir dentro desse grande mundo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-04 14:38:23 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Maria Victória Dócio Santos Gomes- 9°</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cristianemcabral/dyilen39jg1mozct/wish/2211022584</link>
         <description><![CDATA[<div>     O significado de usuário, segundo o dicionário, é aquele que, por direito de uso, serve-se de algo ou desfruta de suas utilidades, e que serve, que é próprio para uso. Ou seja, para as redes sociais, nós clientes somos quem desfrutam de si, que rogam por mais e por mais e aqueles pelos quais são feitos de "fantoches" cada vez mais.<br>     Eu não encontrei o painel de uso do celular, mas acredito que daria umas 2 ou 3 horas de uso, ou até menos. 40% do meu dia é na escola, então não consigo ficar tempo demais no smartphone, mais 20% eu passo dormindo, e o que me resta são apenas 40%. Já teve um tempo em que eu usava demais o celular, era o dia inteiro nele e isso não me fazia bem, eu ficava com muita dor de cabeça, meus olhos doíam, eu perdia o sono, a fome; parecia uma doença. Isso aconteceu na quarentena, quando as aulas on-line não haviam começado ainda, mas não era tão simples, eu comecei a ficar muito ansiosa e com todos esses problemas que vieram junto com a pandemia. Mudar como eu tô agora não acho necessário, eu não fico tanto no celular e agora ando muito mais ocupada do que os anos anteriores.<br>     "Capitalismo de vigilância nas redes" é o que, normalmente, é criado meios para lucrar em cima de pessoas que buscam mais privacidade em ralação a tecnologia. Porém, muitas vezes essa "privacidade" criada não é tão positiva, pois certas pessoas ou empresas não procuram exatamente o bem do usuário, elas produzem e começam a "perseguir" seus clientes, deixando tudo mais perigoso.<br>     Em minhas redes sociais, eu percebo que a manipulação do algoritmo em cima do que eu gosto surge a partir do tempo em que eu fico em tal conteúdo, quando eu curto muitas vezes coisas que se relacionam como uma só e quando eu procuro diversas vezes por alguma coisa. Acredito que, essa manipulação, só acontece a partir de um tempo, o algoritmo meio que nos estuda e busca várias maneiras de descobrir do que gostamos e do que procuramos frequentemente. Das redes, eu apenas preciso do meio de comunicação, das fotos (lê-se filtros de câmera) e de informações/notícias que são do meu interesse. E para que o uso delas seja prazeroso e dê tempo de ter momentos com minha família, umas 3 ou 4 horas de uso está bom.<br>     As redes sociais afetam sim as pessoas, mas de certo modo, ela me fez crescer (psicologicamente falando) bastante. Em um certo ano (não muito distante), eu e uma amiga decidimos jogar um jogo de manipulação, onde você cria o avatar com a aparência e personalidade que quiser e joga com ele. A partir disso, você tem a liberdade de fazer o que quiser, como se ele fosse você ou vice versa. Mas, porém, entretanto, todavia, é preciso conhecer os limites e utilizar a imagem criada para bons fins e lembrar que nem tudo na internet é verdade. Com os anos, eu pude me perceber mais falante fora das redes sociais, minha timidez foi diminuindo, eu fui aprendendo a me comunicar melhor e me ajudou na fase "inicial" do meu amadurecimento. E na parte do psicológico, isso não me tornou mais ansiosa ou algo do tipo, me tornou mais tolerante, racional, aumentou bastante minha autoestima e autoconfiança porque pude perceber a mudança em mim e me trouxe mais gentileza.<br>     Para me proteger da fake news, eu sempre procuro pesquisar mais profundamente para ver se aquilo de fato está correto, busco por pessoas que saibam sobre ou nem dou bola, apenas leio, vejo que não é algo tão importante, que tem algo errado e deixo quieto.<br>&nbsp;    Com o documentário "O Dilema das Redes", pude observar vários pontos que ligados à minha realidade, fazem muito sentido e que me fizeram refletir bastante. Eu não assisto documentários e nem gosto muito, mas este trabalhado é realmente muito bom. Da primeira vez que assisti, eu fiquei com medo do que os "donos" eram capazes de fazer para que continuemos atentos em suas redes, como se fossem o caçador e nós sua presa. Articulavam várias coisas para mediar o que vemos e o que deixaremos de ver, é realmente muito medonho. E mesmo assim, eu continuo 24 horas ligada nas redes para ver o que tem de novo e o de diferente. No fundo eu já sabia que toda essa manipulação era possível existir, até porque uma simples tecnologia não era capaz de fazer tudo isso.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-04 18:31:12 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Brenda Galdino-9 </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O dilema da rede é um documentário que fala sobre os impactos que as redes sociais causam em nossas vidas,a forma em que seu uso em excesso pode ser prejudicial em nossa vida em diversos âmbitos.</div><div>Nas redes sociais os clientes são chamados de usuários,levando em consideração que usuário é aquele que,por direito de uso serve se para algo ou utiliza de suas utilidade.A partir do debate do por que sermos chamados de usuário que faz referência a forma em que somos manipulados,e sujeitos ao vício nesses aplicativos(algo muito comum),vemos o capitalismos de vigilância.</div><div>O capitalismo de vigilância,é algo relatado no documentário,que se baseia na ação onde usam das nossas informações pessoais(usadas para se cadastrar em algum site) como forma de gerar lucro,fazendo dessa forma com que os donos de empresas atinjam suas metas de propaganda e venda,através do marketing propagado pelas redes.</div><div>Durante o uso das redes é notável verificarmos uma manipulação em torno do que gostamos de consumir nelas,por exemplo ao usarmos redes sociais como Instagram,e Tik Tok e mostramos interesse por determinado conteúdo,ele vai sempre aparecer para que possamos consumi-lo.</div><div>O uso das redes pode sim nós agregar em determinadas áreas de nossa vida,porém,deve ser usada de forma saudável,sem que haja manipulação dessas redes em nossa vida,sem deixar que ela interfira em questões de autoestima,saúde mental,autoconfiança,relações sociais,emocionais e outros fatores.</div><div>O documentário é de extrema importância para nós,tendo em vista a sociedade em que vivemos,me fez refletir muito sobre qual impacto o uso das redes vem gerando em minha vida.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-06 21:31:04 UTC</pubDate>
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         <title>ENCERRADO!</title>
         <author>cristianemcabral</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-07-22 00:39:10 UTC</pubDate>
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         <title>Encerrado</title>
         <author>cristianemcabral</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-07-22 01:12:11 UTC</pubDate>
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         <title>Encerrado</title>
         <author>cristianemcabral</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-07-22 01:24:37 UTC</pubDate>
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         <title>Encerrado!</title>
         <author>cristianemcabral</author>
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         <pubDate>2022-07-22 01:43:55 UTC</pubDate>
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         <title>Encerrado.</title>
         <author>cristianemcabral</author>
         <link>https://padlet.com/cristianemcabral/dyilen39jg1mozct/wish/2247907227</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-07-22 01:53:59 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cristianemcabral/dyilen39jg1mozct/wish/2251701263</link>
         <description><![CDATA[<div>Uma frase, se você não paga, você é a mercadoria.<br>grandes empresas como o Facebook faturam bilhões por ano, porém os seus usuários utilizam de todos seus serviços de forma gratuita, então de onde vem todo esse dinheiro?<br>Grade parte dessa grana vem de anúncios e pesquisas, a outra parte vem da coleta de dados de comportamento e a venda, sim seus dados estão sendo vendidos porém até onde se saber só informações sobre as suas preferências de compra.<br>Como e possível ver no gráfico acima, tenho muito tempo de uso diário, isso pode ser considerado vício. Arthur Santos vieira <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-29 10:44:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>João Maurício Bittencourt Barreto Santos - 9º</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cristianemcabral/dyilen39jg1mozct/wish/2251862336</link>
         <description><![CDATA[<div>       O "Dilema das redes", trabalhados com ex-funcionários e executivos de empresas como Google, Facebook e Twitter, em que nele o foco principal é mostrar diretamente os perigos da nossa utilização em excesso das redes podem nos causar, ou seja, a partir do momento em que nós usamos demais as redes, ela acaba nos dominando e também é visívil a dependência da maioria, em estar em contato com as redes sociais.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Hoje as pessoas que utilizam as redes sociais, são aquelas que tem o poder de usufruir de algo que lhe convém, logo, a partir do momento em que nos utilizamos as redes, acabamos virando usuários, é simples, ser usuário é aquilo que utliza algo e e nosso caso usufruimos das redes que estão presentes em ao nosso redor.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;No meu painel de controle hoje, está dando 2 h e 11 min de uso total e na minha opinião, não é muito, mas sei que se eu perder meu tempo no celular vou estragar com meus neurônios que de certa forma, deveriam ser usados para outra coisa. Eu acredito que eu estou mudando pois eu estou aos poucos adquirindo o hábito da leitura que nos faz enxergar o mundo com outra visão.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;O capitalismo de vigilância, é nada mais que um termo que mostra a reformação do capitalismo de "capitalizar" dados adquiridos por vigilância. Isto é, todos os nossos dados em que colocamos à novas empresas. Essas grandes empresas que a cada momento estão com novas propagandas, seus grandes objetivos é chamar o público/usuários, para que&nbsp; cada vez mais tenha mais usuários.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Eu por exemplo vejo esse algoritimo através das notificações dos apps ou da própia configuração do celuar em que ele me mostra o tempo de uso, o que eu vou ver e as novas mensagens do instagram, whatsapp. Verdadeiramente as redes sociais pra mim, não me deixam mal, porque eu sempre estou tentando me afastar ao máximo delas, apesar de que eu não perco fácil minha confiança em algo que penso e que vou fazer, mas sim, existem casos de pessoas em que elas chegam a tirar suas vidas por conta do uso das redes, e que não podemos deixar de lado que isso é extremamente grave e é por isso que tento me afastar.&nbsp; Eu por exemplo nas fakes news, tento me informar mais, ler mais em sites seguros para realmente ter certeza de aquilo que estou vendo é verdade. E normalmente eu cancelo tudo aquilo que vejo que vai me prejudicar.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Utilizo mais para minha comunicação entre familiares e amigos. Vejo que normalmente o tempo necessário da minha utilização é entre uma hora e meia e duas, pois esse é o tempo em que eu me comunico, me informo e etc.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Achei um bom documentário, porque ele nos alerta dobre o perigo que as redes podem nos causar e são esses tipos de documentários que valem a penas serrem assistidos e que muita das vezes não são valorizados da forma que deveriam. É uma excelente visão de que devemos dimunuir o tempo nas redes.  </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-29 18:44:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Liz Martins silva- 9ºA </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cristianemcabral/dyilen39jg1mozct/wish/2252143954</link>
         <description><![CDATA[<div>O documentário “O dilema das redes” aborda questionamentos muito atuais. Ele mostra várias redes sociais como exemplo para prender os&nbsp; usuários. O documentário trás várias reflexões sobre a dependência a rede social e com eles traz várias pessoas para falar de tal assunto, falando também da forma que somos manipulados e altamente viciados nesses aplicativos.&nbsp;</div><div>No documentário retrata sobre o capitalismo de vigilância, que é a ação onde usam nossos dados pessoais como fonte de lucro e com isso os donos de empresas atinjam metas de marketing que as redes podem trazer.&nbsp;</div><div>Sabemos que as redes sociais nos agregam benefícios também se consumida da maneira certa e sem excesso.&nbsp;</div><div>Achei o documentário com uma importância extrema, vendo também como um alerta, pois a sociedade onde vivemos está cada vez mais viciadas na internet e vi o quanto é importante está atendo nisso, até como forma de aleta para meu bem está mental e físico.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-30 20:20:19 UTC</pubDate>
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         <title>João Marcos Bittencourt Barreto Santos- 9 ano </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Como tudo mudou, vejo que os clientes das empresas, são chamados de usuários pois eles usam usa essa ferramenta que a empresa possibilita, usufrui da empresa seria a palavra. Preciso melhorar mais o tempo assim, ter um toque.<br>&nbsp;Seria mais para as pessoas que trabalham na empresa,pois o objetivo dela é esse, trazer mais usuários (clientes). Com isso ele tem lucroz porque pessoas estão trabalhando pra ela.<br>&nbsp;A empresa em si, é muita esperta ela manda conteúdo do nosso gosto sempre, e com isso vai criando um fluxo. Que vai alienando.<br>&nbsp;As redes podem causar muitas consequências, como como você falou ansiedade, depressão. Pois tem inúmeras situações que causam mal extremo nas redes.<br>&nbsp;Sempre quando recebo, ou vejo alguma publicação, procuro sempre aprofundar no assunto primeiro, para depois verificar se o assunto é verídico. Necessito montar uma rotina e ter consciência que isso pode me alienar de uma forma absurda. Levar essa consciência para o futuro seria maravilhoso. Achei bem legal o documentário, pois mostra como é por dentro da empresa de rede, como eles tem o poder de atrair a galera, parecendo q nós somos bonecos controláveis. Bem legal </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-05 17:40:39 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Guilherme Vieira Sodré<br>Filmado por ex-funcionários executivos do Google, Facebook e Twitter, o documentário "O Dilema das redes" tem como objetivo expor como a internet realmente funciona e os perigos que ela pode trazer, passando uma mensagem de conscientização de que um dos assuntos mais polêmicos é o crescimento da Internet. Dependência de redes sociais. Com o passar do tempo, nos afastamos cada vez mais dos padrões do passado, e isso também é visto nos filmes, pois são utilizados os dados fornecidos pelos próprios usuários, o que comprova que, muito menos os donos destes, apenas para colocar esses dados Convertidos em matérias-primas, as empresas podem ganhar esse jogo de marketing.<br>Este é um documentário muito interessante e importante do qual pude traçar algumas perspectivas sobre esse vício. Também posso entender que esses usuários podem ser considerados clientes de empresas porque são eles que geram lucros para essas empresas, mas são chamados de usuários porque se produzem um produto, o consumidor final se interessará.&nbsp;<br>Segundo relatos de ex-executivos, cofundadores de empresas, professores e pesquisadores da área, o papel dos usuários nas redes sociais tem sido diretamente comparado ao dos viciados em drogas. "Existem apenas duas indústrias que chamam seus clientes de usuários: drogas e software", nas palavras de Edward Tufte, professor de estatística da Universidade de Yale. Conheça também o capitalismo de vigilância, termo usado e popularizado pela acadêmica Shoshana Zuboff para denotar uma nova escola de capitalismo que monetiza dados obtidos por meio da vigilância.<br>Eu acredito no que acontece através do feed, através da programação de algoritmos que guardam um histórico de suas curtidas, distribuído pelas suas páginas, e depois de um tempo, eles analisam o que você mais gosta e começam a te manipular ali, com o intuito de te distrair de passagem Veja algo que você gosta e você nem percebe a hora.<br>O documentário em si, subjetivo no início, mas no final consegui dar sentido à informação, foi mais um alerta para todos esses algoritmos que não notamos, para mostrar que não era apenas um tela com conteúdo diferente, mas de forma indireta Monitore sua máquina.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-12 21:49:44 UTC</pubDate>
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         <title>Julia Miranda Pereira </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;O documentário "os dilemas das redes " fala como as pessoas atrás das redes podem induzir a gente fazer coisas, e "controlar" nossos&nbsp; pensamentos.<br>Mas por que nas redes sociais clientes são chamados de usuários? isso acontece pois na verdade não somos clientes mesmo consumindo muitas informações das redes, o conteúdo são todos gratuitos, mesmo as pessoas por atrás lucrem com nossos engajamentos .<br>Com essas informações fica nos o questionamento eu controlo as redes ou ela me controla? essa pergunta é um pouco complicada, pois somos influenciados todos os dias,&nbsp; e sim podemos ser controlada por elas mesmo sem saber ou perceber .<br>Uns dos maiores problemas da internet que nós afeta são patrões da sociedade naquele momento, isso pode trazer graves consequências&nbsp; como: autoestima, autoconfiança, tolerância ao stress, autogestão, amabilidade, resiliência emocional entre muitos ouros problemas, além de muitas coisas sejam falsas e se espalhando como verdades que isso é outro fator que auxilia nos problemas acima.<br>Achei o documentário super necessário e importante, que fala sobre que temos realmente o controles de nossas ações e pensamentos como estamos na rede, documentário muito bom indico super .<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-14 19:11:13 UTC</pubDate>
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         <title>Letycia Dantas </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cristianemcabral/dyilen39jg1mozct/wish/2260776346</link>
         <description><![CDATA[<div>O documentário "O Dilema das Redes" mostra as visões de vários responsáveis ​​envolvidos na indústria de tecnologia a partir de seus próprios dilemas morais e pessoais, pois também sofrem com o vício e as consequências do uso das redes sociais. O documentário nos lembra que as grandes quantidades de dados coletados por redes sociais e aplicativos podem ser perigosas para usuários individuais e que a web é uma empresa formada por acionistas com ambiente de negócios e interesses.&nbsp;<br><br></div><div>Enquanto as empresas monetizam os dados dos usuários, eles só obtêm o conteúdo que gostam. Mas, na prática, dizem os especialistas, essas trocas não são tão justas. Para manter os usuários conectados por mais tempo, o algoritmo faz o que pode.<br><br></div><div>Por exemplo, se os usuários tendem a acreditar em teorias da conspiração, é para onde as mídias sociais os levam. Qualquer coisa pode manter uma pessoa conectada, e a ética tende a se desviar das decisões que o sistema toma. A precisão do algoritmo prejudica os usuários em dois níveis: pessoal e social. A nível pessoal, o documentário lança luz sobre a possibilidade de as pessoas se tornarem dependentes das redes sociais de forma semelhante ao uso de drogas. Na frente social, os sistemas de IA podem ajudar a espalhar notícias falsas e teorias da conspiração e facilitar a manipulação política.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-15 00:09:06 UTC</pubDate>
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