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      <title>Microrrelatos traducidos al portugués by Ana B. Cao</title>
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      <description>Muro para trabajar</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-04-08 12:54:38 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Falava e falava&quot;</title>
         <author>ingrid_351994</author>
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         <description><![CDATA[<div>Falava, e falava, e falava, e falava, falava, e falava e falava. E continuava a falar. Eu sou uma mulher as direitas. Mas aquela empregada gorda só sabia falar e falar. Onde quer que eu estivesse, vinha e começava a falar. Falava sobre tudo e qualquer coisa, tanto faz. Despedi-la por isso? Teria que lhe pagar os seus três meses. Além disto, ainda seria capaz de me rogar uma praga. Até na casa de banho: e assim e assado, e isso e aquilo. Enfiei-lhe a toalha na boca para que se calasse. Não morreu por isso, mas por não poder falar: as palavras explodiram dentro dela. &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-09 10:37:17 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;A mão&quot;</title>
         <author>ingrid_351994</author>
         <link>https://padlet.com/anabelencao2000/dy6hwu0gm4ag/wish/249719017</link>
         <description><![CDATA[<div>O Dr. Alejo foi assassinado. Sem dúvida ele morreu estrangulado. Ninguém havia entrado na casa, sem dúvida ninguém, e embora o médico estava dormindo com a varanda aberta, por higiene, o seu andar era tão alto que não era de supor que o assassino tinha entrado por ali. A polícia não encontrava a pista desse crime e estava prestes a abandonar o caso, quando a esposa e a empregada do morto foram apavoradas para esquadra. Saltando do alto de um armário, <br>havia caído em cima da mesa, as olhou, as viu e depois teria fugido pelo quarto, uma mão solitária, viva como uma aranha. Elas a trancaram no quarto. <strong>&nbsp;<br></strong>Aterrorizados, a polícia e o juiz chegaram. Era o dever deles. Deu muito trabalho para pegar a mão, mas eles conseguiram e cada um apanhou um dedo, porque era tão vigorosa que parecia que toda a força de um homem estivesse lá. O que fazer com ela? Como resolver o assunto? Como sentenciá-la? De quem era aquela mão? Depois de uma longa pausa, o juiz decidiu dar-lhe uma caneta para declarar por escrito. Então a mão escreveu: "Eu sou a mão de Ramiro Ruiz, cruelmente assassinado pelo médico no hospital e destroçado cruelmente na sala de autópsia. Fiz justiça”.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-09 10:37:58 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Carta do apaixonado&quot;</title>
         <author>ingrid_351994</author>
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         <description><![CDATA[<div>Há romances que mesmo sem ser longos não começam de verdade até a página 50 ou 60. Com algumas vidas acontece o mesmo. Por isso que eu não me matei antes, senhor juiz.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-09 10:38:41 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Teria que pagá-la os seus três meses&quot;??? Alguna solución mejor?</title>
         <author>anabelencao2000</author>
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         <description><![CDATA[<div>"Ainda seria capaz de me rogar uma praga" está muy bien!!!<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-09 11:33:38 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Não era de supor que o assassino tinha (?) entrado por ali&quot;</title>
         <author>anabelencao2000</author>
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         <description><![CDATA[<div>"Depois de uma longa pausa, o juiz decidiu da-lhe (<em>sic</em>: dar-lhe) uma caneta"<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-09 11:36:31 UTC</pubDate>
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         <title>Pena de vida</title>
         <author>alinne_valim</author>
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         <description><![CDATA[<div>Contra a pena de morte e o aborto terapêutico, logo conheceu bem de perto o que era a pena de vida.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-09 14:26:16 UTC</pubDate>
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         <title>Seu amor não era simples</title>
         <author>alinne_valim</author>
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         <description><![CDATA[<div>Foram detidos por atentado ao pudor. E ninguém acreditou quando o homem e a mulher explicaram. Na verdade, seu amor não era simples. Ele tinha claustrofobia e ela, agorafobia. Só por isso que fornicavam nos umbrais das portas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-09 14:27:33 UTC</pubDate>
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         <title>(1)</title>
         <author>alinne_valim</author>
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         <description><![CDATA[<div>Cansado de escutar seus problemas e de sentir-se observado, aquela noite seu umbigo decidiu comer-se e, formando um sumideiro, foi engolido em espiral.</div><div>Quando se levantou na manhã seguinte, havia perdido os quilos que lhe estorvavam e as rugas lhe sorriam ao vê-lo pela primeira vez, livre como um pássaro. Abriu a janela e saiu a voar. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-09 14:28:58 UTC</pubDate>
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         <title>(4)</title>
         <author>alinne_valim</author>
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         <description><![CDATA[<div>Essa manhã, a rádio lhe disse que escolhera o momento em que queria acordar. Se levantou dois anos antes, dia trinta de março e colocou os óculos de sol. Pegou outra linha de metrô, comeu em um sítio diferente, foi a outro supermercado, trocou de jornal e de penteado. Ao voltar a casa, seu carro bateu em outro que entrava mal na rotunda.</div><div>Desceu do carro e era ela. Se deu por vencido e sorriu. Desta vez ia correr tudo bem porque jogava com vantagem. Já sabia que ela não gostava de berinjela.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-09 14:29:22 UTC</pubDate>
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         <title>Hiroshima</title>
         <author>alinne_valim</author>
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         <description><![CDATA[<div>Em segundos tudo virou um caos indescritível. A vida parecia ter desaparecido. Ela sacudiu o pó que a cobria e se levantou por entre as ruínas: seus olhinhos atordoados viram o horror. Logo apareceu outra barata e juntas escaparam por entre os escombros.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-09 14:33:45 UTC</pubDate>
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         <title>Marco Denevi: “ O imperador da China”</title>
         <author>patricia_f_sousa95</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Quando o imperador Wu Ti morreu no seu vasto leito, nas profundezas do palácio imperial, ninguém percebeu. Todos estavam demasiado ocupados em obedecer às suas ordens. O único que o soube foi Wang Mang, o primeiro-ministro, um homem ambicioso que aspirava ao trono. Ele não disse nada a ninguém e escondeu o cadáver. Passou um ano de incrível prosperidade para o império, até que, por fim, Wang Mang mostrou ao povo o esqueleto nu do falecido imperador. Veem? – disse - Durante um ano um morto sentou-se no trono e quem realmente governou fui eu. Eu mereço ser o imperador.<br>&nbsp;O povo, satisfeito, sentou-o no trono e depois matou-o, para que ele fosse tão perfeito quanto o seu antecessor e a prosperidade do império continuasse.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-09 15:36:52 UTC</pubDate>
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         <title>Alejandro Jodorowsky: “Qualidade e quantidade”</title>
         <author>patricia_f_sousa95</author>
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         <description><![CDATA[<div>Não se apaixonou por ela, mas pela sua sombra. Ia visitá-la ao amanhecer, quando a sua amada era maior.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-09 15:39:12 UTC</pubDate>
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         <title>José Leandro Urbina: “Pai nosso que estás no céu”</title>
         <author>patricia_f_sousa95</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Enquanto o sargento interrogava a sua mãe e a sua irmã, o capitão levou o menino, com uma mão, à outra divisão ...<br>&nbsp;-&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Onde está o teu pai? – Perguntou.<br>&nbsp;-&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Está no céu – sussurrou ele.<br>&nbsp;-&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Como? Morreu?&nbsp; - Perguntou surpreendido o capitão.<br>&nbsp;-&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Não - disse o menino. – Todas as noites desce do céu para comer connosco. O capitão olhou para cima e descobriu a pequena porta que levava ao sótão.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-09 15:40:38 UTC</pubDate>
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         <title>Luisa Valenzuela: “Este tipo é uma mina”</title>
         <author>patricia_f_sousa95</author>
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         <description><![CDATA[<div>Não sabemos se foi por causa do seu coração de ouro, da sua saúde de ferro, do seu temperamento de aço ou da sua vasta experiência. O fato é que o governo, finalmente, desapropriou-o e está a explorá-lo, como a todos nós.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-09 15:43:43 UTC</pubDate>
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         <title>Gabriel Jiménez Eman (sem título)</title>
         <author>patricia_f_sousa95</author>
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         <description><![CDATA[<div>Aquele homem era invisível, mas ninguém o percebeu.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-09 15:44:13 UTC</pubDate>
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         <title>Alfonso Cabello Herencia: “Cegueira coletiva”</title>
         <author>patricia_f_sousa95</author>
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         <description><![CDATA[<div>O seguinte! Tinha ficado pacientemente à espera,&nbsp; entre nervoso e aliviado, para encontrar uma solução para a sua condição. Bom dia Senhor, vinha para me tratar de uma cegueira intermitente de que sofro desde á algum tempo. Às vezes acontecem coisas diante dos meus olhos e eu não dou conta. Bem, mas aqui não vamos poder ajudá-lo, eu não sou oftalmologista e isto é um posto policial... Sim, eu entendo, queria denunciar um caso de violência de género, são um casal do bairro e ... temo que seja um caso de cegueira coletiva.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-09 15:44:53 UTC</pubDate>
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         <title>Marco Denevi: “A bela adormecida da floresta e o príncipe”</title>
         <author>patricia_f_sousa95</author>
         <link>https://padlet.com/anabelencao2000/dy6hwu0gm4ag/wish/249879409</link>
         <description><![CDATA[<div>A Bela Adormecida fecha os olhos, mas não dorme. Está à espera do príncipe. E quando o ouve aproximar-se, finge um sono ainda mais profundo. Ninguém lho disse, mas ela sabe-o. Sabe que nenhum príncipe passa junto a uma mulher que tenha os olhos bem abertos.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-09 15:47:34 UTC</pubDate>
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         <title>O poço</title>
         <author>tuning_skyline_2190</author>
         <link>https://padlet.com/anabelencao2000/dy6hwu0gm4ag/wish/249982619</link>
         <description><![CDATA[<div>O meu irmão Alberto caiu num poço quando tinha cinco anos. Foi uma dessas tragédias familiares que só o tempo e uma família numerosa ajuda a ultrapassar. Ninguém se havia voltado a debruçar no poço, vinte anos depois, até que o meu irmão Eloy, resolveu ir lá buscar água e encontrou uma pequena garrafa com um papel no interior. "Este é um mundo como outro qualquer", dizia a mensagem.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-09 18:35:19 UTC</pubDate>
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         <title>A ovelha negra</title>
         <author>tuning_skyline_2190</author>
         <link>https://padlet.com/anabelencao2000/dy6hwu0gm4ag/wish/250001204</link>
         <description><![CDATA[<div>À&nbsp;muito tempo atrás em um país muito distante existiu uma ovelha negra. Foi fuzilada. Um século depois, o rebanho arrependido construiu-lhe uma estátua equestre que ficou muito bem no parque. Assim, cada vez que apareciam ovelhas negras seriam logo corridas a tiro para que as futuras gerações de ovelhas comuns e normais pudessem praticar-se também na escultura.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-09 19:09:42 UTC</pubDate>
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         <title>Abril</title>
         <author>tuning_skyline_2190</author>
         <link>https://padlet.com/anabelencao2000/dy6hwu0gm4ag/wish/250003604</link>
         <description><![CDATA[<div>Sentei-me na parte de trás do autocarro a implorar abanões. Ao sairmos da excursão, as minhas colegas exultavam-se nos seus lugares, enquanto mandavam piropos ao motorista. A professora dizia que a primavera não tem solução. Uns dias antes, eu tinha feito o amor pela primeira vez. Sem precauções.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-09 19:14:36 UTC</pubDate>
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         <title>A Carta</title>
         <author>alinne_valim</author>
         <link>https://padlet.com/anabelencao2000/dy6hwu0gm4ag/wish/250020631</link>
         <description><![CDATA[<div>Todas as manhãs chego ao escritório, me sento, acendo a lâmpada, abro o ficheiro e, antes de começar as tarefas diárias, escrevo uma linha em uma comprida carta, onde, há quatorze anos, explico minuciosamente as razões do meu suicídio.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-09 19:57:49 UTC</pubDate>
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         <title>Pobre Diabo!</title>
         <author>alinne_valim</author>
         <link>https://padlet.com/anabelencao2000/dy6hwu0gm4ag/wish/250020742</link>
         <description><![CDATA[<div>Sua vida havia sido uma acumulação de frustrações. No colégio havia sido motivo de piada dos professores e alunos, no serviço militar, os comandantes o haviam humilhado, na empresa seus superiores o haviam ignorado, seus colegas o menosprezado e agora, que já estava no inferno, o Diabo nem sequer o considerava digno de um bom castigo.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-09 19:58:06 UTC</pubDate>
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         <title>A Maquete</title>
         <author>alinne_valim</author>
         <link>https://padlet.com/anabelencao2000/dy6hwu0gm4ag/wish/250020801</link>
         <description><![CDATA[<div>Papai segue há vinte anos a construir uma maquete. Sua obsessão chegou a tal limite que reproduz fielmente cada detalhe da cidade. Se o vizinho decide pintar a fachada de sua casa de outra cor, Papai corre até a loja a comprar o mesmo tom de tinta. Mamãe está farta. Ontem saiu de casa. Depois de procurar por ela durante o dia todo, enfim a encontramos na estação. Através da lupa pudemos ver como se despedia de nós enquanto colocava as malas no trem.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-09 19:58:15 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>depois de procura-la</title>
         <author>khrystyna79</author>
         <link>https://padlet.com/anabelencao2000/dy6hwu0gm4ag/wish/250058544</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-04-09 22:27:14 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anabelencao2000</author>
         <link>https://padlet.com/anabelencao2000/dy6hwu0gm4ag/wish/250425911</link>
         <description><![CDATA[<div>Hay partes muy bien traducidas, pero "<strong>Ao sairmos da [</strong><strong><em>sic</em></strong><strong>: de?]excursão</strong>, as minhas colegas..." no tiene el mismo sentido que "<strong>Por fin salíamos de excursión toda la clase</strong>, y mis compañeras..."</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-10 18:14:48 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anabelencao2000</author>
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         <description><![CDATA[<div>Es frecuentísimo y naturalísimo, pero... Se considera una redundancia poco elegante combinar "há+[tiempo]+atrás". Mirad, por ejemplo, esto: <a href="https://ciberduvidas.iscte-iul.pt/artigos/rubricas/idioma/ha-anos-atras/2346">https://ciberduvidas.iscte-iul.pt/artigos/rubricas/idioma/ha-anos-atras/2346<br></a><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-10 18:37:17 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anabelencao2000</author>
         <link>https://padlet.com/anabelencao2000/dy6hwu0gm4ag/wish/250438763</link>
         <description><![CDATA[<div>El TP no sitúa lo narrado, en ningún momento, en el presente. Dice: "Así, en lo sucesivo, cada vez que <strong>aparecían</strong> ovejas negras <strong>eran</strong> rápidamente..."<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-10 18:38:19 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anabelencao2000</author>
         <link>https://padlet.com/anabelencao2000/dy6hwu0gm4ag/wish/250439451</link>
         <description><![CDATA[<div>Esta frase está incompleta: "Foi uma dessas tragédias familiares que só o tempo e uma família numerosa ajuda <strong>[a...]</strong>".&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-10 18:39:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>anabelencao2000</author>
         <link>https://padlet.com/anabelencao2000/dy6hwu0gm4ag/wish/250440538</link>
         <description><![CDATA[<div>Tal como se ha formulado la traducción (me parece una solución estupenda), no podemos mantener "Vinte anos depois" donde está. <br> </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-10 18:41:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;Yo soy una mujer de mi casa&quot; = &quot;Eu sou a dona da casa&quot;??? </title>
         <author>anabelencao2000</author>
         <link>https://padlet.com/anabelencao2000/dy6hwu0gm4ag/wish/250445126</link>
         <description><![CDATA[<div>Esta es difícil, sin duda. Buscad en el DRAE, por ejemplo, el significado de "[ser una mujer] <strong>de su casa</strong>" (aparece recogida en la entrada "casa"). Y luego pensad qué sentido tiene en este texto...</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-10 18:49:42 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>anabelencao2000</author>
         <link>https://padlet.com/anabelencao2000/dy6hwu0gm4ag/wish/250457566</link>
         <description><![CDATA[<div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;“Sem dúvida” está correctísimo, pero… Desde el punto de vista estilístico, me parece más acertado mantener el adverbio en <em>–mente</em> que aparece en el original: “indubitavelmente”</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;“Embora <strong>estava</strong> dormindo?” <em>Embora</em> pide subjuntivo. Por otra parte, el TP indica que lo de dormir con el balcón abierto era una costumbre del doctor, un hábito, no una acción puntual.</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;“Não era de supor que o assassino <strong>tinha entrado</strong> por ali”: de nuevo, el verbo tiene que ir en subjuntivo.</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;“Saltando do alto de um amário, <strong>ele </strong>[???]…”. Hay que revisar y reescribir esa parte,&nbsp; hasta “viva como uma aranha”. En la redacción actual, el texto no tiene sentido. Creo que el problema está en la compresión del TP.&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;“Aterrorizados, a policía e o juiz <strong>chegaram</strong>” tampoco tiene sentido. La esposa y la criada del doctor Alejo han ido a la comisaría para informar a la policía de lo que habían visto en casa del doctor. Ahí hemos dejado al receptor. Tendremos que explicarle, pues, que, ahora, la policía y el juez se desplazan a casa del doctor (de nuevo).</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;“Depois de uma longa pausa, o juiz decidiu <strong>da-lhe</strong>[<em>sic</em>] uma caneta”: <strong>dar-lhe</strong> (es una pequeña errata, seguro).</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;“Eu sou a mão de Ramiro Ruiz, <strong>cruelmente</strong> assassinado pelo médico no hospital e destroçado <strong>cruelmente</strong> na sala de autópsia”: Se produce una redundancia estilística que no estaba en el original (respectivamente: “vilmente” y “con ensañamiento”). ¡Buscad sinónimos para evitarlo!<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-10 19:15:15 UTC</pubDate>
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         <title>Amores impossíveis</title>
         <author>tuning_skyline_2190</author>
         <link>https://padlet.com/anabelencao2000/dy6hwu0gm4ag/wish/250457668</link>
         <description><![CDATA[<div>Faz já alguns anos desde que se criou a companhia do circo. Nesta, existe um homem elefante que está perdidamente apaixonado, completamente diria eu, pela contorcionista. Ela, por sua vez, quer saltar em cima de um senhor muito certinho, um tenente-coronel da Força Aérea que só tem olhos para um polícia de choque que curiosamente, perdeu a cabeça por uma manifestante que é contra o sistema, vermelha, okupa, bissexual, ateia e de Carabanchel. Esta não se atreve a confessar o seu amor a um sacerdote que por sua vez, ama em silêncio um menino do coro muito jovem que está encantado vá se lá saber porque, por uma mulher barbuda em que não poderá fazer nada já desde à alguns anos, mais concretamente desde a criação da companhia do circo, porque está perdidamente apaixonada, completamente diria eu, do homem elefante.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-10 19:15:30 UTC</pubDate>
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         <title>O cão</title>
         <author>tuning_skyline_2190</author>
         <link>https://padlet.com/anabelencao2000/dy6hwu0gm4ag/wish/250458424</link>
         <description><![CDATA[<div>Na paragem mais escondida do bosque rebola o cão que todos temos cá dentro à busca de regressar a casa, o cão ferido entre arbustos, o cão abandonado contra a berma, com o pêlo emaranhado, língua inerte e pendurada com um rosa vivo, o cão sujo, o doce cão com a voz rouca, com a voz das cordas vocais a tremer, o cão livre e feliz, livre, feliz, irrequieto, perdedor, que todos levamos dentro.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-10 19:17:15 UTC</pubDate>
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         <title>Balde e pá</title>
         <author>tuning_skyline_2190</author>
         <link>https://padlet.com/anabelencao2000/dy6hwu0gm4ag/wish/250459092</link>
         <description><![CDATA[<div>Com os sóis de finais de março a mamã já se animou a tirar do sótão as malas com a roupa de verão. Tirou t-shirts, chapéus, calções, sandálias… e afeiçoado ao seu balde e à sua pá, também tirou o meu irmão Jaime do qual nos havíamos esquecido.<br><br></div><div>Choveu durante todo o mês de Abril e Maio.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-10 19:18:43 UTC</pubDate>
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         <title>Ortografía</title>
         <author>anabelencao2000</author>
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         <description><![CDATA[<div>“O <strong>fato </strong>[<em>sic</em>!] é que o governo, finalmente…”: el Acordo Ortográfico (AO) nos induce a cometer este tipo de errores, pero… ¡Cuidado! No es lo mismo <em>fato </em>que <em>facto</em> (tampoco tras el AO).<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-10 19:29:06 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anabelencao2000</author>
         <link>https://padlet.com/anabelencao2000/dy6hwu0gm4ag/wish/250463973</link>
         <description><![CDATA[<div>"Ninguém o percebeu" no es imposible ni descabellado, pero no dice exactamente lo mismo que el original ("nadie se percató de ello"). Hay, en parte, calco y, en parte, mala coprensión del TP. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-10 19:29:39 UTC</pubDate>
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         <title>“O seguinte!” (calco, de nuevo)</title>
         <author>anabelencao2000</author>
         <link>https://padlet.com/anabelencao2000/dy6hwu0gm4ag/wish/250465002</link>
         <description><![CDATA[<div>"¡El siguiente!", en este contexto, es lo que oímos cuando hacemos cola para ser atendidos en algún establecimiento o servicio en el que somos llamados por turnos. ¿Qué se diría en ese contexto en portugués?<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-10 19:32:16 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>anabelencao2000</author>
         <link>https://padlet.com/anabelencao2000/dy6hwu0gm4ag/wish/250466627</link>
         <description><![CDATA[<div>"Uma solução para a sua <strong>condição</strong>"??? El texto original dice: "padecimiento". Hay que tratar de mejorar la traducción.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-10 19:36:06 UTC</pubDate>
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         <title>Ortografía (error importante)</title>
         <author>anabelencao2000</author>
         <link>https://padlet.com/anabelencao2000/dy6hwu0gm4ag/wish/250467963</link>
         <description><![CDATA[<div>Transcribo de arriba:<br>"Bom dia[,]* Senhor, vinha para me tratar de uma cegueira intermitente de que sofro <strong>desde á algum tempo</strong>".<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-10 19:39:38 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anabelencao2000</author>
         <link>https://padlet.com/anabelencao2000/dy6hwu0gm4ag/wish/250469731</link>
         <description><![CDATA[<div>"Contra a pena de morte o aborto terapêutico, ...". ¿Qué tal añadirle “<strong>Sendo ela</strong> contra…”?<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-10 19:44:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;Aquela noite seu umbigo decidiu comer-se&quot; (????) No tiene sentido...</title>
         <author>anabelencao2000</author>
         <link>https://padlet.com/anabelencao2000/dy6hwu0gm4ag/wish/250473109</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-04-10 19:54:06 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Ortografía y un pequeño despiste</title>
         <author>anabelencao2000</author>
         <link>https://padlet.com/anabelencao2000/dy6hwu0gm4ag/wish/250476031</link>
         <description><![CDATA[<div>Berenjena es con "j" en catellano. En portugués, no. <br>"Ao voltar a casa, se<strong>u</strong> carro bateu": falta la "u".</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-10 20:02:27 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anabelencao2000</author>
         <link>https://padlet.com/anabelencao2000/dy6hwu0gm4ag/wish/250476844</link>
         <description><![CDATA[<div>No es grave pero, "parecia ter desaparecido" produce un efecto fónico (pleonástico) que no está en el original ("aparentaba haber desaparecido"). Seguro que podemos mejorarlo.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-10 20:05:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>anabelencao2000</author>
         <link>https://padlet.com/anabelencao2000/dy6hwu0gm4ag/wish/250478004</link>
         <description><![CDATA[<div>Lâmpada ou candeeiro?</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-10 20:09:04 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>anabelencao2000</author>
         <link>https://padlet.com/anabelencao2000/dy6hwu0gm4ag/wish/250484247</link>
         <description><![CDATA[<div>Se agradece el esfuerzo (Ângelo ha hecho la traducción a contrarreloj, in extremis), pero hay aquí varios problemas: el comienzo no dice lo mismo que el original, hay un error de ortografía grave, habría que encontrar un equivalente mejor para “hasta las trancas”… Eso sí, me parece que la solución “menino do coro” para “monaguillo” es muy, muy buena. Es una pequeña “libertad” que resulta más “fiel” al sentido del texto que optar por el equivalente acuñado “acólito”. Por eso, enhorabuena.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-10 20:30:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ojo a &quot;...ou da sua vasta experiência&quot;. Hay que intentar mantener la referencia del TP, buscar una expresión que contenga un metal, como todas las demás.</title>
         <author>anabelencao2000</author>
         <link>https://padlet.com/anabelencao2000/dy6hwu0gm4ag/wish/250493009</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-04-10 21:03:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title> Amores impossíveis</title>
         <author>miguel_almeida328</author>
         <link>https://padlet.com/anabelencao2000/dy6hwu0gm4ag/wish/250516067</link>
         <description><![CDATA[<div>Há já alguns anos, concretamente desde que o circo abriu, que o homem elefante está perdida e irremediavelmente apaixonado, até à medula diria eu, pela contorcionista. Ela, por sua vez, morre de amores por um senhor muito reto, Tenente-Coronel da Força Aérea, que só tem olhos para uma polícia do Corpo de Intervenção que, ironias da vida, perdeu a cabeça por uma manifestante antissistema, comunista, okupa, bissexual, ateísta de Caxias, que não se atreve a confessar o seu amor por um sacerdote que, por sua vez, ama em silêncio um acólito de rosto delicado, que ficou encantado, sabe-se lá porquê, pela mulher barbuda, com a qual não vai ter sorte, porque, há já alguns anos, concretamente desde que o circo abriu, está perdida e irremediavelmente apaixonada, até à medula diria eu, pelo homem elefante.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-10 23:35:46 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/anabelencao2000/dy6hwu0gm4ag/wish/250516067</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O cão</title>
         <author>miguel_almeida328</author>
         <link>https://padlet.com/anabelencao2000/dy6hwu0gm4ag/wish/250516350</link>
         <description><![CDATA[<div>No mais remoto arbusto do bosque começa a mexer o cão que todos temos dentro, em busca do caminho de regresso a casa, o cão ferido entre as silvas, o cão abandonado na sarjeta, de pelagem descuidada, língua inerte rosa chiclete, o cão sujo, o cão de açúcar, com a sua voz rouca, com a voz dos galhos a tremer, o cão livre e feliz, livre, feliz, que ladra, que perde, que todos temos dentro.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-10 23:38:27 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Pá e balde</title>
         <author>miguel_almeida328</author>
         <link>https://padlet.com/anabelencao2000/dy6hwu0gm4ag/wish/250516455</link>
         <description><![CDATA[<div>Com o sol de fim de março, a mamã foi ao sótão buscar as malas com roupa de verão. Tirou camisas, chapéus, calções e sandálias… e, agarrado à sua pá e balde, também tirou o meu irmão mais novo Jaime, de quem nos tínhamos esquecido.&nbsp;<br><br>Choveu durante todo abril e maio.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-10 23:39:23 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Versão final</title>
         <author>anabelencao2000</author>
         <link>https://padlet.com/anabelencao2000/dy6hwu0gm4ag/wish/250711619</link>
         <description><![CDATA[<div>Sendo ela contra a pena de morte e o aborto terapêutico, logo conheceu bem de perto o que era a pena de vida. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-11 13:52:51 UTC</pubDate>
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         <title>Versão final</title>
         <author>khrystyna79</author>
         <link>https://padlet.com/anabelencao2000/dy6hwu0gm4ag/wish/250723096</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-04-11 14:11:55 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Versão final</title>
         <author>khrystyna79</author>
         <link>https://padlet.com/anabelencao2000/dy6hwu0gm4ag/wish/250723100</link>
         <description><![CDATA[<div>Cansado de escutar seus problemas e de sentir-se observado, aquela noite seu umbigo come-o e, formando um sumidouro, foi engolido em espiral.</div><div>Quando se levantou na manhã seguinte, havia perdido os quilos que lhe estorvavam e as rugas lhe sorriam ao vê-lo pela primeira vez, livre como um pássaro. Abriu a janela e saiu a voar.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-11 14:11:55 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Versão final</title>
         <author>khrystyna79</author>
         <link>https://padlet.com/anabelencao2000/dy6hwu0gm4ag/wish/250729928</link>
         <description><![CDATA[<div>Naquela manhã, a rádio lhe disse que escolhesse o momento em que queria acordar. Se levantou dois anos antes, dia trinta de março e colocou os óculos de sol. Pegou outra linha de metrô, comeu em um sítio diferente, foi a outro supermercado, trocou de jornal e de penteado. Ao voltar a casa, seu carro bateu em outro que entrava mal na rotunda.</div><div>Desceu do carro e era ela. Se deu por vencido e sorriu. Desta vez ia correr tudo bem porque jogava com vantagem. Já sabia que ela não gostava de beringela.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-11 14:22:48 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Versão final</title>
         <author>tuning_skyline_2190</author>
         <link>https://padlet.com/anabelencao2000/dy6hwu0gm4ag/wish/250742921</link>
         <description><![CDATA[<div>Há alguns anos, precisamente desde que se abriu o circo, que o homem elefante está perdida e irremediavelmente apaixonado, até ao pescoço diria eu, pela contorcionista. Ela, por sua vez, quer saltar em cima de um senhor muito certinho, um tenente-coronel da Força Aérea que só tem olhos para um polícia de choque que, curiosamente, perdeu a cabeça por uma manifestante que é contra o sistema, comunista, okupa, bissexual, ateia e de Carabanchel, que não se atreve a confessar o seu amor a um sacerdote que, por sua vez, ama em silêncio um menino do coro muito jovem que está encantado, vá se lá saber porquê, pela mulher barbuda, sem qualquer hipótese porque há alguns anos, precisamente desde que se abriu o circo, está perdida e irremediavelmente apaixonada, até ao pescoço diria eu, pelo homem elefante.&nbsp;<br><br>Traductores: Ângelo Correia y Miguel Almeida</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-11 14:43:13 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Versão final - &quot;Falava e falava&quot;</title>
         <author>ingrid_351994</author>
         <link>https://padlet.com/anabelencao2000/dy6hwu0gm4ag/wish/250848000</link>
         <description><![CDATA[<div>Falava, e falava, e falava, e falava, e falava, e falava, e falava. E continuava a falar. Eu sou uma mulher como deve ser. Mas aquela empregada gorda não fazia mais nada a não ser falar e falar e falar. Onde quer que eu estivesse, vinha e começava a falar. Falava de tudo e qualquer coisa, tanto lhe dava. Despedi-la por isso? Teria que lhe pagar os seus três meses. Para além disso seria capaz de me rogar uma praga. Até na casa de banho, que isto, que aquilo, que o assado. Enfiei-lhe a toalha na boca para que se calasse. Não morreu disso, senão de não falar: rebentaram-lhe as palavras por dentro. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-11 17:46:17 UTC</pubDate>
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         <title>Versão final - &quot;A mão&quot;</title>
         <author>ingrid_351994</author>
         <link>https://padlet.com/anabelencao2000/dy6hwu0gm4ag/wish/250850036</link>
         <description><![CDATA[<div> | O doutor Alejo foi assassinado. Indubitavelmente morreu estrangulado. Ninguém havia entrado em casa, sem duvida ninguém, embora que o doutor dormia com a varanda aberta, por higiene, era tao alto o seu andar que não era de supor que por ali tivesse entrado o assassino.  A polícia não encontrava a pista de aquele crime e já ia abandonar o caso, quando a esposa e a criada do morto foram apavoradas para a esquadra. Saltando do alto de um armário caiu em cima da mesa, as olhou, as viu e depois fugiu pelo quarto, uma mão solitária e viva como uma aranha. Ali a deixaram trancada a chave no quarto.<br> | Aterrorizada, a policia a o juiz chegaram. Era o seu dever. Deu muito trabalho para apanhar a mão, mas conseguiram e todos lhe pegaram um dedo, porque era vigorosa como se nela estivesse reunida toda a força de um homem forte. O que fazer com ela? Como resolver o acontecimento? Como sentencia-la? De quem era aquela mão? Depois uma longa pausa, o juiz decidiu dar-lhe a caneta para declarar por escrito. Então a mão escreveu: "Sou a mão de Ramiro Ruiz, violentamente assassinado pelo doutor no hospital e destroçado com crueldade na sala de autopsia. Fiz justiça."</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-11 17:50:24 UTC</pubDate>
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         <title>Versão final - &quot;Carta do apaixonado&quot;</title>
         <author>ingrid_351994</author>
         <link>https://padlet.com/anabelencao2000/dy6hwu0gm4ag/wish/250851165</link>
         <description><![CDATA[<div>Há romances que mesmo não sendo muito longo não começam de verdade até as paginas 50 ou 60. Com algumas vidas acontece o mesmo. Por isso que não me matei antes, senhor juiz. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-11 17:52:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Versão final</title>
         <author>tuning_skyline_2190</author>
         <link>https://padlet.com/anabelencao2000/dy6hwu0gm4ag/wish/250901207</link>
         <description><![CDATA[<div>Na paragem mais escondida do bosque rebola o cão que todos temos cá dentro em busca de regressar a casa, o cão ferido entre as silvas, o cão abandonado contra a berma, com o pêlo emaranhado, língua inerte pendurada com um rosa vivo, o cão sujo, o cão doce com a voz rouca, com a voz dos galhos a tremer, o cão livre e feliz, livre, feliz, que ladra, que perde, que todos temos cá dentro.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-11 19:26:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Versão final</title>
         <author>tuning_skyline_2190</author>
         <link>https://padlet.com/anabelencao2000/dy6hwu0gm4ag/wish/250906206</link>
         <description><![CDATA[<div>Com os sóis de finais de março a mamã decidiu tirar do sótão as malas com a roupa de verão. Tirou t-shirts, chapéus, calções, sandálias… e agarrado ao seu balde e à sua pá, também tirou o meu irmão mais novo Jaime, de quem nos tínhamos esquecido.<br><br>Choveu durante todo o mês de abril e maio.<br><br>Traductores: Ângelo Correia y Miguel Almeida</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-11 19:40:06 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Versão final</title>
         <author>tuning_skyline_2190</author>
         <link>https://padlet.com/anabelencao2000/dy6hwu0gm4ag/wish/250907448</link>
         <description><![CDATA[<div>Sentei-me na parte de trás do autocarro a implorar abanões. Finalmente toda a turma saiu de excursão, as minhas colegas exultavam-se nos seus lugares, enquanto mandavam piropos ao motorista. A professora dizia que a primavera não tem solução. Uns dias antes, tinha feito amor pela primeira vez. Sem precauções.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-11 19:43:32 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Versão final</title>
         <author>tuning_skyline_2190</author>
         <link>https://padlet.com/anabelencao2000/dy6hwu0gm4ag/wish/250907831</link>
         <description><![CDATA[<div>Há muito tempo num país muito distante existiu uma ovelha negra. Foi fuzilada. Um século depois, o rebanho arrependido construiu-lhe uma estátua equestre que ficou muito bem no parque. Assim, cada vez que apareciam ovelhas negras eram logo corridas a tiro para que as futuras gerações de ovelhas comuns e normais pudessem praticar-se também na escultura.<br><br>Traductores: Ângelo Correia y Miguel Almeida</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-11 19:44:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Versão final</title>
         <author>tuning_skyline_2190</author>
         <link>https://padlet.com/anabelencao2000/dy6hwu0gm4ag/wish/250908303</link>
         <description><![CDATA[<div>O meu irmão Alberto caiu num poço quando tinha cinco anos. Foi uma dessas tragédias familiares que só o tempo e uma família numerosa ajuda a ultrapassar. Ninguém se voltou a debruçar no poço até que, vinte anos depois, o meu irmão Eloy resolveu ir lá buscar água e encontrou uma pequena garrafa com um papel no interior. "Este é um mundo como outro qualquer", dizia a mensagem.<br><br>Traductores: Ângelo Correia y Miguel Almeida</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-11 19:46:03 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Versão final</title>
         <author>khrystyna79</author>
         <link>https://padlet.com/anabelencao2000/dy6hwu0gm4ag/wish/251109553</link>
         <description><![CDATA[<div>Detiveram-nos por atentado ao pudor. E ninguém acreditou quando o homem e a mulher tentaram explicar-se. Na verdade, seu amor não era simples. Ele sofria de claustrofobia e ela de agorafobia. Era só por isso que fornicavam nos umbrais das portas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-12 12:42:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Versão final</title>
         <author>khrystyna79</author>
         <link>https://padlet.com/anabelencao2000/dy6hwu0gm4ag/wish/251219373</link>
         <description><![CDATA[<div>Em segundos tudo virou um caos indescritível. A vida aparentava ter desaparecido. Ela sacudiu o pó que a cobria e se levantou por entre as ruínas: seus olhinhos atordoados viram o horror. Logo apareceu outra barata e juntas escaparam por entre os escombros.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-12 15:51:16 UTC</pubDate>
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         <title>Versão final</title>
         <author>patricia_f_sousa95</author>
         <link>https://padlet.com/anabelencao2000/dy6hwu0gm4ag/wish/251222435</link>
         <description><![CDATA[<div>Marco Denevi: “ O imperador da China”<br><br></div><div>Quando o imperador Wu Ti morreu no seu vasto leito, nas profundezas do palácio imperial, ninguém percebeu. Todos estavam demasiado ocupados em obedecer às suas ordens. O único que o soube foi Wang Mang, o primeiro-ministro, um homem ambicioso que aspirava ao trono. Ele não disse nada a ninguém e escondeu o cadáver. Passou um ano de incrível prosperidade para o império, até que, por fim, Wang Mang mostrou ao povo o esqueleto nu do falecido imperador. Veem? – disse - Durante um ano um morto sentou-se no trono e quem realmente governou fui eu. Eu mereço ser o imperador.<br>&nbsp;O povo, satisfeito, sentou-o no trono e depois matou-o, para que ele fosse tão perfeito quanto o seu antecessor e a prosperidade do império continuasse.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-12 15:56:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Versão final</title>
         <author>patricia_f_sousa95</author>
         <link>https://padlet.com/anabelencao2000/dy6hwu0gm4ag/wish/251223593</link>
         <description><![CDATA[<div>José Leandro Urbina: “Pai nosso que estaís no céu”<br><br>Enquanto o sargento interrogava a sua mãe e a sua irmã, o capitão levou o menino, com uma mão, à outra divisão ...<br>&nbsp;-&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Onde está o teu pai? – Perguntou.<br>&nbsp;-&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Está no céu – sussurrou ele.<br>&nbsp;-&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Como? Morreu?&nbsp; - Perguntou surpreendido o capitão.<br>&nbsp;-&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Não - disse o menino. – Todas as noites desce do céu para comer connosco. O capitão olhou para cima e descobriu a pequena porta que levava ao sótão.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-12 15:58:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Versão final</title>
         <author>patricia_f_sousa95</author>
         <link>https://padlet.com/anabelencao2000/dy6hwu0gm4ag/wish/251224991</link>
         <description><![CDATA[<div>Luisa Valenzuela: “Este tipo é uma mina”<br><br>Não sabemos se foi por causa do seu coração de ouro, da sua saúde de ferro, do seu temperamento de aço ou do seu cabelo prata. O facto é que o governo, finalmente, desapropriou-o e está a explorá-lo, como a todos nós.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-12 16:00:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Versão final</title>
         <author>patricia_f_sousa95</author>
         <link>https://padlet.com/anabelencao2000/dy6hwu0gm4ag/wish/251225894</link>
         <description><![CDATA[<div>Gabriel Jiménez Eman (sem título)<br><br>Aquele homem era invisível, mas ninguém percebeu isso.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-12 16:02:11 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Versão final</title>
         <author>patricia_f_sousa95</author>
         <link>https://padlet.com/anabelencao2000/dy6hwu0gm4ag/wish/251226624</link>
         <description><![CDATA[<div>Alfonso Cabello Herencia: “Cegueira coletiva”<br><br>Próximo! Tinha ficado pacientemente à espera,&nbsp; entre nervoso e aliviado, para encontrar uma solução para o seu sofrimento. Bom dia Senhor, vinha para me tratar de uma cegueira intermitente de que sofro há algum tempo. Às vezes acontecem coisas diante dos meus olhos e eu não dou conta. Bem, mas aqui não vamos poder ajudá-lo, eu não sou oftalmologista e isto é um posto policial... Sim, eu entendo, queria denunciar um caso de violência de género, são um casal do bairro e ... temo que seja um caso de cegueira coletiva.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-12 16:03:29 UTC</pubDate>
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         <title>Versão final</title>
         <author>patricia_f_sousa95</author>
         <link>https://padlet.com/anabelencao2000/dy6hwu0gm4ag/wish/251227634</link>
         <description><![CDATA[<div>Marco Denevi: “A bela adormecida da floresta e o príncipe”<br><br>A Bela Adormecida fecha os olhos, mas não dorme. Está à espera do príncipe. E quando o sente aproximar-se, finge um sono ainda mais profundo. Ninguém lhe disse, mas ela sabe. Sabe que nenhum príncipe passa junto a uma mulher que tenha os olhos bem abertos.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-12 16:05:18 UTC</pubDate>
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         <title>Versão final</title>
         <author>patricia_f_sousa95</author>
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         <description><![CDATA[<div>Alejandro Jodorowsky: “Qualidade e quantidade”<br><br>Não se apaixonou por ela, mas pela sua sombra. Ia visitá-la ao amanhecer, quando a sua amada era maior.&nbsp;<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-12 16:08:55 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Un pequeño retoque...</title>
         <author>anabelencao2000</author>
         <link>https://padlet.com/anabelencao2000/dy6hwu0gm4ag/wish/251339863</link>
         <description><![CDATA[<div>Cansado de escutar seus problemas e de sentir-se observado, aquela noite seu umbigo <del>u </del>come-o e, formando um sumidouro, foi engolido em espiral.</div><div>Quando se levantou na manhã seguinte, havia perdido os quilos que lhe estorvavam e as rugas lhe sorriam ao vê-lo pela primeira vez, livre como um pássaro. Abriu a janela e saiu a voar. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-12 19:37:53 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Versión definitiva</title>
         <author>anabelencao2000</author>
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         <description><![CDATA[<div>Todas as manhãs chego ao escritório, me sento, acendo a <strong>luz</strong>, abro o ficheiro e, antes de começar as tarefas diárias, <em>escrevo uma linha na comprida carta onde, há quatorze anos, explico </em>minuciosamente as razões do meu suicídio.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-12 20:17:33 UTC</pubDate>
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         <title>Versión final, finalísima</title>
         <author>anabelencao2000</author>
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         <description><![CDATA[<div>[...]<br><em>Aterrorizada, a </em><strong><em>polícia</em></strong><em> e o juiz chegaram. Era o seu dever. Deu muito trabalho para apanhar a mão, mas conseguiram e todos lhe pegaram um dedo, porque era vigorosa como se nela estivesse reunida toda a força de um homem forte. O que fazer com ela? Como resolver o acontecimento? Como sentenciá-la? De quem era aquela mão? Depois </em><strong><em>de</em></strong><em> uma longa pausa, o juiz decidiu dar-lhe a caneta para declarar por escrito. Então a mão escreveu: «Sou a mão de Ramiro Ruiz, violentamente assassinado pelo doutor no hospital e destroçado com crueldade na sala de </em><strong><em>autópsia</em></strong><em>. Fiz justiça».</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-15 21:19:04 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Versión definitiva</title>
         <author>anabelencao2000</author>
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         <description><![CDATA[<div><em>Na paragem mais escondida do bosque rebola o cão que todos temos cá dentro em busca do caminho de regresso a casa, o cão ferido entre as silvas, o cão abandonado contra a berma, com o pêlo emaranhado, língua inerte pendurada com um rosa vivo, o cão sujo, o cão doce com a voz rouca, com a voz dos galhos a tremer, o cão livre e feliz, livre, feliz, que ladra, que perde, que todos temos cá dentro.</em>&nbsp;<br><br>Traductores: Ângelo Correia y Miguel Almeida</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-15 21:22:54 UTC</pubDate>
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         <title>Versión definitiva</title>
         <author>anabelencao2000</author>
         <link>https://padlet.com/anabelencao2000/dy6hwu0gm4ag/wish/251938932</link>
         <description><![CDATA[<div>Sentei-me na parte de trás do autocarro a implorar abanões. Finalmente toda a turma <strong>saía </strong>de excursão, e as minhas colegas exultavam-se nos seus lugares, enquanto mandavam piropos ao motorista. A professora dizia que a primavera não tem solução. Uns dias antes, tinha <strong>eu </strong>feito amor pela primeira vez. Sem precauções.<br><br>Traductores: Ângelo Correia y Miguel Almeida</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-15 21:26:57 UTC</pubDate>
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         <title>Versión definitiva</title>
         <author>anabelencao2000</author>
         <link>https://padlet.com/anabelencao2000/dy6hwu0gm4ag/wish/251939214</link>
         <description><![CDATA[<div>Há romances que mesmo não sendo muito <strong>longos [faltaba la –s]</strong> não começam de verdade até as <strong>páginas</strong> <strong>[faltaba el acento] </strong>50 ou 60. Com algumas vidas acontece o mesmo. Por isso que não me matei antes, senhor juiz.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-15 21:30:09 UTC</pubDate>
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