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      <title>Ti história  by Bah Guri</title>
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      <description>Ti história </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-09-21 21:15:54 UTC</pubDate>
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         <title>Setembrada</title>
         <author>bahosgurix</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nome: Setembrada<br>Data: Setembro de 1831<br>Local: Recife, Pernambuco, Brasil<br>Líderes/Participantes : Os participantes foram os brasileiros contrários aos portugueses. Os líderes são 100 homens de cavalaria e 200 homens de infantaria.<br>Causas: A causa foi porque os portugueses ocupavam os melhores cargos civis e militares da administração e também controlavam boa parte do comércio.<br>Consequências: Foi emitir os portugueses dos postos de mando, diminuir os gastos militares, melhorar a qualidade da comida dos soldados e autorizar o julgamento dos presos de 1824.<br>Caráter da Revolta: Popular<br>Período da Regência: Regência trina provisória&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-21 21:17:20 UTC</pubDate>
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         <title>Mata bicudo</title>
         <author>bahosgurix</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nome: Mata bicudo</div><div>Data: 1834</div><div>Local: Cuiabá, Mato Grosso</div><div>Líderes/Participantes: um grupo de brasileiros, contando com um apoio de um deputado&nbsp;</div><div>Causas: Situações de escassez de produtos ou desvalorização do dinheiro.</div><div>Consequências: Muitos portugueses que moravam na cidade morreram e um sentimento antilusitano permaneceu presente por muito tempo, pois os portugueses eram chamados de bicudo.<br>Caráter da Revolta: Popular&nbsp;<br>&nbsp;&nbsp;Período da Regência: Trina permanente</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-21 21:19:53 UTC</pubDate>
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         <title>Abrilada</title>
         <author>bahosgurix</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nome: Abrilada<br>Data: 1832<br>Local: Recife<br>Líderes/Participantes: Portugueses ricos e lideranças regionais.&nbsp;<br>Causas: Medo de perder os privilégios ou por insegurança pela situação econômica.<br>Consequências:&nbsp;<br>Caráter da revolta: elitista&nbsp;<br>Período da Regência: Trina Permanente.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-21 21:28:14 UTC</pubDate>
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         <title>Revolta do ano da fumaça</title>
         <author>bahosgurix</author>
         <link>https://padlet.com/bahosgurix/dx4hco5z11sbcm6u/wish/2716875689</link>
         <description><![CDATA[<div>Nome: Revolta do ano da fumaça&nbsp;<br>Data: Aconteceu em março de 1833<br>Local: Ouro Preto em Minas Gerais<br>Líderes/ Participantes: grupos restauradores com ajuda de militares.<br>Causas:&nbsp;<br>Consequências:<br>Caráter da revolta: popular<br>Período da regência: Trina permanente&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-22 21:10:33 UTC</pubDate>
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         <title>Vassouras e Carrancas</title>
         <author>bahosgurix</author>
         <link>https://padlet.com/bahosgurix/dx4hco5z11sbcm6u/wish/2716883070</link>
         <description><![CDATA[<div>Nome: Vassouras e carrancas<br>Data: Vassouras ocorreu em 1838, já Carrancas foi de 1833 até 1835.<br>Local: Ocorreu em Vassouras e em Carrancas, na província do Rio de Janeiro<br>Líderes/Participantes: Manuel Congo e Ventura Mina liderava um grupo de escravizados.<br>Causas: Um grupo de escravizados se rebelou depois de um capataz ter matado a tiros um cativo que sairá sem autorização da fazenda de café onde trabalhava.<br>Consequências: Ventura Mina morreu no confronto e revolta de Carrancas atemorizou a elite escravocrata do Brasil.<br>Caráter da revolta: Escravista&nbsp;<br>Período da Regência: Em Vassouras: regência una de Araújo Lima. Já em Carrancas regência Trina permanente a regência una de Araújo Lima.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-22 21:23:01 UTC</pubDate>
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         <title>Revolta dos Malês</title>
         <author>bahosgurix</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nome: Revolta dos Malês<br>Data: 1835<br>Local: Em Salvador, na capitania da Baía de todos os Santos<br>Líderes/Participantes: liderados por africanos que seguiam o islamismo e cerca de 600 escravizados.<br>Causas: destruir a denominação branca na região e construir uma Bahia apenas de africanos.&nbsp;<br>Consequências: os rebeldes foram derrotados, e teve início uma violenta repressão contra os africanos e os afro-brasileiros que viviam na cidade.<br>Caráter da Revolta: escravista<br>Período da regência: Trina permanente<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-22 21:29:51 UTC</pubDate>
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         <title>Guerra dos Farrapos</title>
         <author>bahosgurix</author>
         <link>https://padlet.com/bahosgurix/dx4hco5z11sbcm6u/wish/2716887097</link>
         <description><![CDATA[<div>Nome: Guerra dos Farrapos<br>Data: Aconteceu de 1835 a 1845<br>Local: Províncias de São Pedro do Rio Grande do Sul e de Santa&nbsp; Catarina.<br>Líderes/Participantes: Elite rural das províncias, os donos das grandes fazendas criadoras de gado, os estancieiros e pelos produtos de charque.<br>Causas: Altos impostos que recaíam sobre seus produtos, por causa da carga tributária, era mais barato comprar charque no Uruguai e na Argentina do que no Brasil. E em 1834, a regência designou Antônio Rodrigues Fernandes Braga para presidir a província de São Pedro do Rio Grande do Sul, tendo o novo presidente criado mais impostos e começado a organizar uma força militar para fazer frente às milícias locais.<br>Consequências: Eles invadiram Porto Alegre em 19 de setembro de 1835, sob liderança de Bento Gonçalves. Expulsaram o presidente da província e colocaram no lugar o seu vice.<br>Os rebeldes conseguiram a adesão de representantes das camadas médias urbanas e de alguns setores do Exército. Em 1836, a revolução se estendeu para o interior da província, os revoltosos proclamaram a independência da província de São Pedro do Rio Grande do Sul, criando a República Rio-Grandense.&nbsp;<br>A guerra se expandiu em direção à província de Santa Catarina. Em julho de 1839, os rebeldes assumiram o controle da cidade de Laguna e proclamaram a República Catarinense, ou República Juliana. Porém, em novembro, as tropas imperiais expulsaram os revolucionários da região.<br>O conflito se prolongaria por mais seis anos. Em 1842, já sob o reinado de D. Pedro II, o governo nomeou o marechal Luís Alves de Lima e Silva, barão e futuro duque de Caxias, como presidente da Província de São Pedro do Rio Grande do Sul e também como comandante das forças imperiais encarregadas de conter o movimento revoltoso. Os confrontos continuaram por mais três anos, com a vitória do governo.<br>&nbsp;Caxias negociou com os estancieiros, atendendo a boa parte de suas reivindicações: o charque estrangeiro foi tributado em 25%, os estancieiros envolvidos no conflito foram anistiados, e os oficiais republicanos que lutaram ao lado dos farroupilhas foram incorporados ao Exército imperial. Os rio-grandenses também obtiveram o direito de indicar o presidente da província.<br>Caráter da revolta: Elitista<br>Período da regência: Regência Una até o segundo reinado.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-22 21:30:57 UTC</pubDate>
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         <title>Cabanagem</title>
         <author>bahosgurix</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nome: Cabanagem<br>Data: 1835-1840<br>Local: Na província do Grão-Pará<br>Líderes/Participantes: Um grupo de sertanejos, negros e indígenas; Félix Malcher, Eduardo Angelim.<br>Causas: A maior parte da população do Grão-Pará vivia em situação de extrema pobreza. Desde a década de 1820, a província vinha enfrentando distúrbios. Com a independência, em 1822, grupos contrários à emancipação política do Brasil se rebelaram. Nos anos seguintes, as disputas locais pelo poder estavam tão intensas que, em 1832, o presidente indicado para governar a província foi impedido de assumir o cargo.<br>Um novo presidente foi indicado em 1833, Bernardo Lobo de Souza, que mandou prender diversos opositores. Porém, quando as tropas governamentais mataram um pequeno proprietário rural, a província entrou em convulsão.<br>Um grupo de sertanejos, negros e indígenas armados invadiu</div><div>Belém, capital da província, matou seu presidente e libertou os presos políticos.</div><div>Os cabanos assumiram o controle da província, nomeando um novo presidente, Félix Malcher. Porém, como Malcher se recusava a romper com o governo regencial e proclamar a independência do Grão-Pará, os cabanos o depuseram em fevereiro de 1835 e colocaram</div><div>Francisco Vinagre em seu lugar.</div><div>Consequências: O novo presidente, contudo, também se recusou a romper com o governo central e, por isso, acabou deposto pelos cabanos em seis meses. Em agosto de 1835, o líder rebelde Eduardo Angelim tornou-se o novo presidente da província.Atendendo aos desejos dos revoltosos, Angelim declarou o Pará independente do restante do Brasil.</div><div>O governo imperial reagiu, enviando soldados para a província com o objetivo de reintegrar o Pará ao restante do país. Os rebeldes abandonaram a capital, mas concentraram suas forças no inte-rior, onde resistiram por quase três anos.</div><div>Quando a Cabanagem terminou, cerca de 30 mil pessoas haviam morrido por causa dos conflitos.<br>Caráter da Revolta: Social<br>Período da regência: Regência Una</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-25 00:40:53 UTC</pubDate>
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         <title>Balaiada</title>
         <author>bahosgurix</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nome: Baialada<br>Data: 1838-1842<br>Local: Províncias do Maranhão e do Piauí<br>Líderes/Participantes: Manuel Francisco e Raimundo Gomes, elite, pobres e escravizados.<br>Causas: Em 1838, o presidente da província do Maranhão, pertencente ao Partido Conservador, aprovou uma lei prevendo a criação de novos cargos públicos que foram distribuídos apenas a pessoas de seu parti-do. Além disso, começou a perseguir seus opositores liberais.</div><div>Ao mesmo tempo que acontecia esse embate pelo poder entre liberais e conservadores, irrompeu uma revolta envolvendo representantes das camadas baixas da população. Um grupo de vaqueiros que trabalhava para um fazendeiro ligado aos liberais foi recrutado à força para o Exército na vila de Manga, no Maranhão. Revoltados, outros vaqueiros invadiram a cadeia local e soltaram os presos. O líder desse movimento era o vaqueiro Raimundo Gomes, que ganhou o apoio de um pequeno agricultor, Manuel Francisco dos Anjos Ferreira, conhecido como Balaio, por fabricar cestos, o que explica o nome do movimento.<br>Consequências: Os liberais, interessados em assumir o poder no Maranhão, passaram a apoiar os rebeldes, fornecendo-lhes armas e munições.</div><div>Raimundo, Manuel Francisco e seus seguidores começaram a percorrer o interior do Maranhão protestando contra a discriminação e a desigualdade social presentes na província. Exigiam também a expulsão dos portugueses da região e a garantia dos direitos constitucionais aos cidadãos, pondo fim ao despotismo dos prefeitos, que permitiam maus-tratos aos presos e promoviam o recrutamento forçado. Os rebeldes invadiram fazendas, libertaram os escravizados e conseguiram dominar Caxias, a segunda maior cidade da província, onde constituíram uma junta governativa com a participação dos liberais. Em 1839, os rebeldes assumiram o controle de grande parte da província do Maranhão.<br>Caráter da Revolta: Elitista, popular e escravista<br>Período da regência: Regência una</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-25 01:09:16 UTC</pubDate>
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