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      <title>Meu mural feroz by Ana Alexandra Nunes Ferreira</title>
      <link>https://padlet.com/ana_ferreira3/dwp2kn9znabv</link>
      <description>Feito com firmeza</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-01-25 23:29:35 UTC</pubDate>
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         <title>EMRC FLEX</title>
         <author>ana_ferreira3</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Carta de Apresentação</strong><br><br>O meu nome é Ana Alexandra Nunes Ferreira. Sou professora de Educação Moral e Religiosa Católica. Trabalho no Colégio de São Miguel, em <strong>Fátima</strong>. <br><br></div><div>Sou professora há dezoito anos. Na nossa disciplina, procuramos implementar estratégias de trabalho cooperativo, que promovam a participação e a autonomia dos alunos. <br><br></div><div>Considero positivo o projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular, pois obriga-nos a sair das nossas áreas de conforto e a procurar novos caminhos que ajudem os alunos a construírem os seus projetos de vida. <br><br></div><div>A minha expetativa sobre o curso de formação é precisamente a criação de uma possibilidade de mudança em mim e à minha volta.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-01-25 23:34:13 UTC</pubDate>
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         <title>MULTILITERACIAS SÃO NECESSÁRIAS</title>
         <author>ana_ferreira3</author>
         <link>https://padlet.com/ana_ferreira3/dwp2kn9znabv/wish/231429848</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Tarefa 1.2 – Os desafios que se colocam à educação<br></strong><br></div><div>Pessoalmente e profissionalmente, vejo a EMRC como uma mais-valia neste mundo onde as <strong>multiliteracias são necessárias</strong>. Primeiro, porque aborda de forma intencional e explícita conteúdos programáticos do domínio dos <strong>valores ético-morais e religiosos</strong>. Segundo, porque a disciplina trabalha deliberadamente <strong>competências transversais</strong> como o trabalho de grupo e a aprendizagem por descoberta (através de visitas de estudo, por exemplo). Estas estratégias caraterizam a própria metodologia pedagógica e prática didática da disciplina.<br><br></div><div>Concretizando: se quero abordar a temática das divisões dentro do cristianismo, apresento aos jovens um problema real e complexo: os pais do Dário são da Moldávia e o Gabriel veio do Brasil. O Rui é católico e frequenta o grupo de jovens na sua paróquia. Ele gostava de convidar os colegas a irem com ele ao grupo. Sabendo que os pais do Dário são ortodoxos e os do Gabriel são evangélicos, como deve preparar-se o grupo para acolher bem estes jovens?<br><br></div><div>A partir deste problema, a turma organiza-se em grupos e faz pesquisa (recursos diversificados, como biblioteca, internet, entrevistas) e apresenta em plenário as suas propostas. Desta forma, acredito que os jovens estão a ser capazes de <strong>construir autonomamente as suas capacidades de criar e intervir responsavelmente num mundo glocal e global</strong>.<br><br></div><div>Na realidade, as escolas são hoje em dia multiculturais e multirreligiosas. A religião é um tema central da nossa sociedade e muitas vezes é subestimado, com medo de se ferirem suscetibilidades. A verdade é que é um tema incontornável que deve ser tratado e encarado com toda a seriedade.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-14 11:06:31 UTC</pubDate>
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         <title>O PERFIL DA ESCOLA ANTES</title>
         <author>ana_ferreira3</author>
         <link>https://padlet.com/ana_ferreira3/dwp2kn9znabv/wish/231452965</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Tarefa 1.3 – O Perfil dos Alunos e a organização da escola</strong></div><div><br></div><div>Os princípios que sustentam o perfil do aluno devem também sustentar o perfil das próprias escolas: <strong>queremos escolas mais inclusivas, mais adaptáveis e ousadas, mais coerentes e flexíveis, mais sustentáveis. </strong>Não só a escola, mas todo o sistema de ensino deve deixar de estar centrado no conhecimento para se focar nas competências mobilizadoras de conhecimentos, capacidades e atitudes. Mas para que isto aconteça, precisamos de <strong>modelos menos prescritivos e mais com aspirações.</strong> Precisamos de autonomia e flexibilidade na gestão dos currículos, mas também das escolas.<br><br></div><div><strong>Forma – Modelo de organização do tipo bottom up</strong>: gestão horizontal e colaborativa; adultos assumem papel de facilitadores. Modelo centrado no aluno, agente principal do seu processo educativo.<br><br></div><div><strong>Conteúdo – Projeto educativo claro</strong>, coerente com a realidade envolvente, assumido por toda a comunidade educativa. Papel de responsabilidade e liberdade à família para decidir e escolher o projeto educativo com que se identifica.<strong> <br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-14 12:45:33 UTC</pubDate>
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         <title>VIVER COM O ESSENCIAL</title>
         <author>ana_ferreira3</author>
         <link>https://padlet.com/ana_ferreira3/dwp2kn9znabv/wish/231569555</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Tarefa 2.2 - Tricider: O Perfil dos Alunos e o desenvolvimento de competências</strong></div><div><br></div><div>Parece uma filosofia minimalista, mas afinal é a prática pedagógica proposta para que os alunos assumam um determinado perfil para o século XXI. Basta seguir a regra dos 4Cs: comunicação, colaboração, (pensamento) crítico e criatividade. Numa era em que a informação e a comunicação ameaçam a nossa sanidade mental, é <strong>ESSENCIAL</strong> ajudar os alunos a desenvolverem capacidades de gestão e processamento: pensar, fazer escolhas, agir com sentido e finalidade.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-14 16:21:02 UTC</pubDate>
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         <title>MATRIX</title>
         <author>ana_ferreira3</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Tarefa 2.6 - Submissão e revisão por pares: construção de um mapa de ideias<br></strong><a href="http://popplet.com/app/#/4534983"><strong>http://popplet.com/app/#/4534983</strong></a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-14 22:56:52 UTC</pubDate>
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         <title>COMENTÁRIOS</title>
         <author>ana_ferreira3</author>
         <link>https://padlet.com/ana_ferreira3/dwp2kn9znabv/wish/231752253</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Tarefa 2.2 - Comente e vote em duas respostas que considere relevantes</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-14 23:40:33 UTC</pubDate>
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         <title>NÃO HÁ LINHA QUE SEPARA</title>
         <author>fernando_valente</author>
         <link>https://padlet.com/ana_ferreira3/dwp2kn9znabv/wish/235289547</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Tarefa 3.2. Tricider: Relevância da aprendizagem significativa <br><br></strong>Contrariamente ao que diz a publicidade, não há uma linha que separa a escola do mundo real. <strong>A escola é o mundo real</strong> e as aprendizagens significativas são aquelas que podem levar os alunos a agir nesse mesmo mundo a que pertencem. A escola tem que apresentar a vida como ela é, com todas as exigências e dificuldades. Por isso, as estratégias pedagógicas devem passar por <strong>colocar problemas reais que os alunos devem resolver</strong>. No caso da EMRC, devem ser colocados dilemas morais e conflitos de interesses religiosos onde <strong>os alunos devem intervir para encontrar uma solução pacífica que ajude a construir uma comunidade mais justa e respeitadora das diferenças e da dignidade humana</strong>. Os instrumentos de acesso a esses problemas podem ser variados, desde estatísticas, inquéritos na própria escola, análise de casos e notícias recentes, simulação de um julgamento, visitas de estudo, entre outros.<br><strong><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-26 11:19:50 UTC</pubDate>
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         <title>COMENTÁRIOS</title>
         <author>fernando_valente</author>
         <link>https://padlet.com/ana_ferreira3/dwp2kn9znabv/wish/235296217</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Tarefa 3.2 - Comente e vote em duas respostas que considere relevantes</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-26 11:47:52 UTC</pubDate>
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         <title>LETRAS &amp; LIVROS</title>
         <author>ana_ferreira3</author>
         <link>https://padlet.com/ana_ferreira3/dwp2kn9znabv/wish/235305422</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Tarefa 3.4 - Criação de novas disciplinas<br><br>Nome: </strong>Letras &amp; Livros</div><div><strong>Área disciplinar envolvida:</strong> Português</div><div><strong>Ano de escolaridade:</strong> 5º Ano</div><div><strong>Motivação:</strong> proporcionar aos alunos o prazer da escrita e da leitura</div><div><strong>Principais estratégias: </strong>desdobramento da turma, aulas num espaço diferente e pensado para a especificidade da disciplina, aulas na biblioteca, informalização da postura do professor e do aluno, criação das próprias histórias e livros.</div><div><strong>Critérios de avaliação: </strong>postura do aluno perante a leitura e a escrita, abertura e criatividade, formas múltiplas de comunicação, adesão às estratégias pedagógicas propostas.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-26 12:24:22 UTC</pubDate>
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         <title>TUTORES E COAUTORES</title>
         <author>ana_ferreira3</author>
         <link>https://padlet.com/ana_ferreira3/dwp2kn9znabv/wish/240895898</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Tarefa 4.3 – Relato de uma prática de diferenciação pedagógica</strong></div><div><br></div><div><strong>Destinatários</strong></div><div>A minha escola acolheu <strong>refugiados curdos iraquianos</strong> e foi, desde o início, um grande desafio de integração. Percebeu-se que o único caminho possível seria um projeto de tutoria que acompanhasse de perto os três irmãos.<br><br></div><div><strong>Aprendizagens visadas</strong></div><div>A mim, pessoalmente, coube-me intervir ao nível do <strong>domínio da língua portuguesa</strong>. Mas cedo percebi que não era apenas a língua que dificultava a <strong>comunicação</strong> do aluno. Havia um problema de <strong>motivação</strong>. Como cativar este jovem? Como ajudá-lo a ultrapassar um passado extremamente traumático e a interessar-se pela vida do dia-a-dia escolar?<br><br></div><div><strong>Níveis de diferenciação</strong></div><div>Para além das necessárias adaptações do currículo na disciplina de Português, a nível de conteúdos e de métodos de avaliação, nas <strong>sessões de tutoria</strong> recorri ao interesse do aluno para organizar a estratégia de ensino. Desta forma, percebi que o aluno se mostrava interessado em relatar experiências da sua vida passada, anterior à guerra, pelo que lhe propus que escrevesse uma <strong>autobiografia</strong>.<br><br></div><div><strong>Processo</strong></div><div>Dado que o aluno acedeu a esta proposta, recorri a <strong>ferramentas TIC</strong> – computador, internet, smartphone – para realizar a tarefa. Solicitei a <strong>colaboração da família</strong> e de <strong>outros professores</strong> que contactavam de perto com o aluno e o conheciam melhor. O aluno foi trabalhando, paralelamente, <strong>organizadores de memória</strong>, <strong>sequência temporal</strong>, <strong>competências escritas e orais</strong>, <strong>desenvolvimento da criatividade, exposição de ideias, uso de ferramentas TIC.<br></strong><br></div><div><strong>Produto final</strong></div><div>Para além dos evidentes progressos a nível do domínio da língua portuguesa e da comunicação em geral, o aluno foi gradualmente melhorando o seu <strong>autoconceito</strong>, aprendeu a <strong>valorizar a sua história</strong>. Ainda em desenvolvimento, este projeto procura, no final deste ano letivo, publicar um <strong>livro</strong>.<br><br></div><div><strong>Avaliação</strong></div><div>A avaliação é positiva, sobretudo a nível da motivação do aluno para a comunicação. A nível das aprendizagens efetivamente realizadas pelo aluno no domínio da língua portuguesa, verifico que não são muito expressivas, não pela falta de eficácia da prática experimentada, mas por não ser neste momento ainda uma <strong>aprendizagem prioritária</strong> na perspetiva do aluno. <br><br></div><div>Relativamente a melhorias a introduzir, sugiro o alargamento do tempo previsto no currículo para a tutoria e garantir que as aprendizagens tenham um sentido prático e uma aplicabilidade imediata na vida do aluno.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-12 14:40:56 UTC</pubDate>
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         <title>APRENDIZAGEM PELA DESCOBERTA</title>
         <author>ana_ferreira3</author>
         <link>https://padlet.com/ana_ferreira3/dwp2kn9znabv/wish/240908513</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Tarefa 4.4 - Análise crítica de um modelo pedagógico</strong></div><div><br>Considero que o modelo apresentado pode responder aos desafios lançados às escolas pelo Projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular, pois apresenta uma possibilidade de caminhos para chegar aos alunos, respeitando dessa forma as suas diferenças na forma de ser, de estar, de fazer. Trabalhar numa metodologia de projeto permite que os alunos aprendam mais e melhor, porque transferem as suas pesquisas e descobertas, permitindo-lhes uma aplicabilidade e um sentido prático do conhecimento.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-12 14:57:59 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>A CRIAÇÃO</title>
         <author>ana_ferreira3</author>
         <link>https://padlet.com/ana_ferreira3/dwp2kn9znabv/wish/241262444</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Tarefa 4.6 - Submissão e revisão por pares: planificação de um DAC</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-13 09:44:00 UTC</pubDate>
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         <title>ALUNOS SUJEITOS E NÃO OBJETOS DE AVALIAÇÃO</title>
         <author>ana_ferreira3</author>
         <link>https://padlet.com/ana_ferreira3/dwp2kn9znabv/wish/243559923</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Tarefa 5.2 – Reflexão sobre critérios de avaliação<br></strong><br></div><div>“Deve haver coincidência entre a avaliação, o currículo e as metodologias e estratégias para o desenvolver, fazendo, deste modo, sempre que possível, coincidir as tarefas de aprendizagem com as tarefas de avaliação.” (Fernandes, 2005, p. 80)<br><br></div><div>Este documento suscita-me três reflexões:<br><br></div><div>1 – Os alunos são uma <strong>continuidade</strong> e a compartimentação só leva à fragmentação e à ausência de sentido, de dificuldades em ler a<strong> totalidade</strong> do seu próprio Eu e do mundo que o rodeia. Concordo com a ideia de que cada tarefa deve servir os dois propósitos: o de aprendizagem e o de avaliação.<br><br></div><div>2 – Como professores, avaliamos o progresso do aluno na sua <strong>globalidade</strong>, porque queremos fazer dele uma pessoa <strong>equilibrada</strong>, capaz de se manifestar em todas as <strong>dimensões da sua personalidade</strong>: física, emocional, espiritual. Avaliar, ao contrário de classificar ou julgar, é olhar para a pessoa, muito para além das suas ações ou capacidades.<br><br></div><div>3 – Os critérios de avaliação são instrumentos, meios, e não fins em si mesmo. E <strong>os alunos são sujeitos e não objetos da avaliação.</strong> Transformar a pessoa em objeto é atentar contra a sua própria dignidade. Para permitir que sejam os próprios alunos sujeitos da sua avaliação, devemos capacitá-los das ferramentas necessárias para o fazerem: capacidade crítica e também conhecimento pleno dos critérios de avaliação a que estão sujeitos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-19 15:16:26 UTC</pubDate>
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         <title>MULTITASK</title>
         <author>ana_ferreira3</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Tarefa 5.3 – Relação entre o que se pretende avaliar e as tarefas de avaliação<br></strong><br></div><div> | Se pretende avaliar se o aluno consegue/é capaz de…<br> | 1- Apresentar um contra-argumento: exposição oral, comentário crítico; registo de vídeo de um debate<br> | 2- Formular uma hipótese a partir de um conjunto de dados: relatório de uma atividade experimental; registo de uma observação; questionário oral<br> | 3- Utilizar linguagem científica: relatório, questionário escrito, exposição coletiva de um trabalho<br> | 4- Ouvir os argumentos dos outros: registo de vídeo de um debate, comentário crítico, exposição oral<br> | 5- Identificar as palavras-chave num artigo científico: teste, questionário escrito, comentário crítico<br> | 6- Convencer os colegas a ler um determinado livro: exposição oral, comentário crítico <br> | 7- Respeitar os procedimentos de segurança no laboratório: questionário escrito, relatório<br> | 8- Delinear uma experiência para validar uma hipótese: relatório de uma experiência<br> | 9- Utilizar com destreza o material de laboratório: questionário escrito, questionário oral, relatório<br> | 10- Conjugar o verbo “to be”: exposição oral, teste<br> | 11- Trabalhar em equipa: organização de uma exposição coletiva de trabalhos<br> | 12- Justificar opiniões: exposição oral, entrevista</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-19 15:43:03 UTC</pubDate>
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         <title>ALUNOS AUTO-REGULADOS</title>
         <author>ana_ferreira3</author>
         <link>https://padlet.com/ana_ferreira3/dwp2kn9znabv/wish/243595725</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Tarefa 5.4 – Avaliação em DAC<br></strong><br></div><div><strong>1. Seleção de cenário: 2)</strong> Os alunos querem contribuir para melhorar vários aspetos na sua escola, identificando pontos fracos e apresentando propostas de melhoria.</div><div><strong>2. Disciplina com que pretendo participar:</strong> Educação Moral e Religiosa Católica</div><div><strong>3. Conhecimentos, capacidades atitudes a convocar para as aprendizagens que pretendo ver desenvolvidas:</strong> reconhecer a proposta do agir ético cristão em situações vitais do quotidiano; promover o bem comum e o cuidado pelo outro; amadurecer a sua responsabilidade perante a pessoa, a comunidade e o mundo (uso aqui as Metas curriculares do Programa de EMRC, uma vez que as Aprendizagens Essenciais ainda não foram disponibilizadas).</div><div><strong>4. Refira os descritores relativos a capacidades e atitudes a promover nos alunos:</strong> raciocínio e resolução de problemas, pensamento crítico e pensamento criativo, relacionamento interpessoal, desenvolvimento pessoal e autonomia, consciência e domínio do corpo.</div><div><strong>5.</strong> <strong>Evidências a recolher do trabalho desenvolvido e elementos de avaliação:</strong> exposição coletiva de trabalhos de grupo, apreciação crítica dos trabalhos dos colegas, debates, entrevistas e questionários escritos, trabalho de síntese e registo das conclusões gerais a retirar do trabalho desenvolvido.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-19 16:06:12 UTC</pubDate>
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         <title>PONTOS FORTES E FRACOS</title>
         <author>ana_ferreira3</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Tarefa 6.3 - Reflexão sobre Cidadania e Desenvolvimento na escola</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-02 18:53:01 UTC</pubDate>
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         <title>JULGAMENTO EM SALA DE AULA</title>
         <author>ana_ferreira3</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Tarefa 6.6 - Planificação de uma atividade<br></strong><br><strong>Aprendizagens esperada</strong></div><div><strong>Valores</strong></div><div>Inclusão, coerência e flexibilidade, adaptabilidade e ousadia</div><div><strong>Atitudes</strong></div><div>Respeitar-se a si mesmo e aos outros; saber agir eticamente, consciente da obrigação de responder pelas próprias ações; ponderar as ações próprias e alheias em função do bem comum; ser interventivo, tomando a iniciativa e sendo empreendedor.</div><div><strong>Conhecimentos e capacidades</strong></div><div>Adequar comportamentos em contextos de cooperação, partilha, colaboração e competição; trabalhar em equipa e usar diferentes meios para comunicar presencialmente e em rede; interagir com tolerância, empatia e responsabilidade e argumentar, negociar e aceitar diferentes pontos de vista, desenvolvendo novas formas de estar, olhar e participar na sociedade.<br><br></div><div><strong>Descrição da atividade</strong><em><br> </em><strong>Designação </strong>– Julgamento em sala de aula</div><div><strong>Subtema central – </strong>Direitos da criança: opinião da criança (artigo 12.º da CDC, vulgarmente designado por “direito a ser ouvida”)</div><div><strong>Grupo-alvo e outros intervenientes</strong> – alunos da turma; comunidade educativa</div><div><strong>Duração </strong>– 90 minutos</div><div><strong>Recursos pedagógicos</strong> – apresentação do caso (pesquisa da história de Malala Yousafsai), apresentação dos procedimentos usados em julgamento no tribunal (pesquisa)</div><div><strong>Instruções e procedimentos</strong> – a turma divide-se em dois grupos e cada grupo representa a defesa e a acusação do caso. De cada grupo, sairá durante o julgamento, a ré, o juiz e os membros do júri. Cada grupo tem 60 minutos para preparar a sua posição e os seus argumentos. Nos 30 minutos seguintes, cada grupo participa no julgamento da Malala, apresentando a sua posição.</div><div><strong>Avaliação das aprendizagens dos alunos</strong><br> Intervenientes – alunos e professor</div><div>Estratégias – observação direta; registo dos argumentos e conclusões pessoais;</div><div>Instrumentos – grelha de registo; sínteses e conclusões pessoais;   questionário;</div><div>Finalidades da avaliação – formativa e auto-reflexiva.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-04 14:05:33 UTC</pubDate>
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