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      <title>Influência dos dispositivos móveis na vida social da sociedade by Margarida Alves</title>
      <link>https://padlet.com/margaridamalves/Influenciadosdispositivosmoveis</link>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-12-10 22:41:24 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-02-16 07:58:06 UTC</lastBuildDate>
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         <title></title>
         <author>margaridamalves</author>
         <link>https://padlet.com/margaridamalves/Influenciadosdispositivosmoveis/wish/1941230488</link>
         <description><![CDATA[<div>Como todos sabemos, a dependência de dispositivos móveis é algo que tem vindo a aumentar de forma exponencial e a ser cada vez mais precoce, tornando assim esta tecnologia uma das mais dominantes da sociedade. As pessoas interessam-se cada vez mais pelos telemóveis e utilizam-nos de forma intensiva, uma vez que lá encontram tudo o que precisam para se organizarem no seu dia-a-dia, seja tanto em termos sociais como profissionais.</div><div>Antigamente, utilizava-se o telemóvel para fazer chamadas ou enviar mensagens, não que hoje em dia não continue a servir para esses fins, mas já não é comum vermos alguém a utilizar o telemóvel somente com esse fim. Desde que este passou a permitir o acesso à internet que a vida dos seus utilizadores ficou “mais fácil”, uma vez que estamos a “um toque” de distância do próximo e do cumprimento dos nossos objetivos/tarefas, precisando, simplesmente, de andar com um dispositivo no bolso para as realizarmos.<br>Os telemóveis tornaram-se algo tão presente nas nossas vidas que já não sabemos o que é viver sem eles, de tal maneira que chegam a servir de refúgio quando nos encontramos em situações desconfortáveis e chegamos até a ficar stressados e sem paciência para o ambiente envolvente quando não o temos por perto.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-11 00:06:51 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>margaridamalves</author>
         <link>https://padlet.com/margaridamalves/Influenciadosdispositivosmoveis/wish/1941231009</link>
         <description><![CDATA[<div>As redes sociais criam uma ilusão da vida, onde quem está a ver as publicações ganha a sensação de que a sua vida não é tão interessante/boa quanto a de quem publica, neste caso, os influencers. Essa sensação cria um sentimento de pressão sobre os utilizadores das mesmas, onde deixa de ser importante publicar a vida real e a intenção passa a ser publicar apenas conteúdo que permita exibir o utilizador.<br>As redes sociais, de acordo com psicólogos e psiquiatras, causam um vício maior que o tabaco ou que o álcool, alterando o comportamento dos seus utilizadores, deixando-os isolados da família e amigos, com ansiedade e depressão, irritáveis, com as emoções fragilizadas, auto-estima baixa e sem valorização pessoal.<br>De acordo com um estudo norte-americano é possível constatar que em 2021, mensalmente, o número de utilizadores ativos das redes sociais era, em média, 3,02 bilhões, no mundo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-11 00:07:49 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>margaridamalves</author>
         <link>https://padlet.com/margaridamalves/Influenciadosdispositivosmoveis/wish/1941231203</link>
         <description><![CDATA[<div>Com o COVID-19, como era expectável, todas as formas de convivência focaram-se no telemóvel. Uma vez que qualquer tipo de convívio social direto foi impedido, a comunicação teve que se estabelecer de outra forma. Como resultado desse aumento, de acordo com os dados lançados pela Anacom em 2020, constatou-se que os portugueses nunca tinham passado tanto tempo ao telemóvel quanto aquele que passaram no primeiro trimestre de 2020, levando ao aumento do tráfego mensal de internet móvel em cerca de 31,4%, em comparação com o mesmo período de 2019 e o aumento do tráfego de voz, no terceiro trimestre de 2020, em 13,2%, comparando com o mesmo período do ano anterior.<br>Durante a pandemia, todos os tipos de consumo aumentaram, seja este em termos de conteúdo, ou seja, vídeos, séries e filmes, publicações, ou em termos materiais, como é o caso das compras online, que aumentaram drasticamente a partir do momento em que ficámos confinados (figura 1 - comparação da quantidade de encomendas online em relação a anos anteriores).</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-11 00:08:09 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>margaridamalves</author>
         <link>https://padlet.com/margaridamalves/Influenciadosdispositivosmoveis/wish/1941231892</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Autor</strong>: Nelson Marques<br><strong>Título</strong>: Escravos do telemóvel<br><strong>URL</strong>: <a href="https://expresso.pt/sociedade/2017-10-28-Escravos-do-telemovel">https://expresso.pt/sociedade/2017-10-28-Escravos-do-telemovel</a><br><strong>Data de edição</strong>: 28.10.2017<br><strong>Local da publicação</strong>: Jornal Expresso<br><strong>Tema</strong>: Dependência dos telemóveis<br><strong>Resumo</strong>: Ao longo deste artigo, Nelson Marques relata vários aspetos referentes à utilização dos telemóveis, <em>smartwatches</em>, <em>tablets</em> e portáteis na vida quotidiana das pessoas, chega até a fazer menção a vários investigadores, psicólogos e psiquiatras, que ajudam a complementar o artigo. Mostra como estes aparelhos estão feitos para serem viciantes, uma vez que procuram mostrar apenas o que o utilizador tem interesse em ver, captando assim a sua atenção por mais tempo, desligando-as do mundo real.<br>Expõe ao leitor também certas vantagens e desvantagens no que toca ao comportamento dos jovens, como a diminuição do consumo de substâncias ilícitas, como vantagem, e a aquisição de um pior hábito de postura, como desvantagem, por exemplo. Apresenta, assim, o modo como a sociedade se encontra incapaz de viver sem um meio de comunicação, chegando a realçar algoritmos com os dados de consumo destes conteúdos.<br>No decorrer do artigo, vamos percebendo que o autor admite também ser, ele próprio, um “escravo” do telemóvel. <br><strong>Citações relevantes</strong>: “Sentimo-nos constantemente atraídos para algo que nos distrai, como o canto de uma sereia.”; “Esperamos mais do mundo, e mais rápido.”; “ viramo-nos para o ecrã do telemóvel, a tábua de salvação do mundo exterior.”; “Tornámo-nos escravos dos nossos telemóveis.”; “(…)”‘bomba de dopamina’ portátil””.<br><strong>Comentário pessoal</strong>: Este artigo, de Nelson Marques, explica bastante bem a situação em questão, uma vez que aborda, às vezes recorrendo a expressões cómicas, vários aspetos relevantes. É um artigo de fácil leitura e bastante informativo, uma vez que, como já referi, conta com a menção de trabalhos de vários investigadores e psicólogos que tornam o artigo mais completo e instrutivo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-11 00:09:24 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>margaridamalves</author>
         <link>https://padlet.com/margaridamalves/Influenciadosdispositivosmoveis/wish/1941231961</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://www.iberdrola.com/compromisso-social/como-redes-sociais-afetam-jovens">https://www.iberdrola.com/compromisso-social/como-redes-sociais-afetam-jovens</a> (Consultado a 11-12-2021)<br><br><a href="https://www.anacom.pt/render.jsp?contentId=1584500">https://www.anacom.pt/render.jsp?contentId=1584500</a> (consultado a 11-12-2021)<br><br>Imagem: <a href="https://www.idealista.pt/news/financas/economia/2020/11/12/45258-portugueses-cada-vez-mais-fas-das-compras-online-e-vem-ai-a-black-friday-e-o-natal">https://www.idealista.pt/news/financas/economia/2020/11/12/45258-portugueses-cada-vez-mais-fas-das-compras-online-e-vem-ai-a-black-friday-e-o-natal</a> (Consultado a 11-12-2021)<br><br><a href="https://ciencia.iscte-iul.pt/publications/uma-sociedade-regida-pelo-impacto-do-smartphone-influencia-que-a-utilizacao-do-smartphone-tem-no/60881">https://ciencia.iscte-iul.pt/publications/uma-sociedade-regida-pelo-impacto-do-smartphone-influencia-que-a-utilizacao-do-smartphone-tem-no/60881</a> (Consultado a 9-12-2021)<br><br><a href="https://pt.linkedin.com/pulse/evolu%C3%A7%C3%A3o-dos-dispositivos-m%C3%B3veis-e-sua-influ%C3%AAncia-em-zwierzykowski">https://pt.linkedin.com/pulse/evolu%C3%A7%C3%A3o-dos-dispositivos-m%C3%B3veis-e-sua-influ%C3%AAncia-em-zwierzykowski</a> (Consultado a 9-12-2021)<br><br><a href="https://amp.expresso.pt/sociedade/2017-10-28-Escravos-do-telemovel">https://amp.expresso.pt/sociedade/2017-10-28-Escravos-do-telemovel</a> (Consultado a 9-12-2021)<br><br><a href="https://repositorio.ucp.pt/bitstream/10400.14/10379/1/03_04_Patricia_Dias.pdf">https://repositorio.ucp.pt/bitstream/10400.14/10379/1/03_04_Patricia_Dias.pdf</a> (Consultado a 11-12-2021)<br><br><a href="https://pplware.sapo.pt/informacao/menina-de-15-anos-suicida-se-por-sofrer-de-cyberbullying/">https://pplware.sapo.pt/informacao/menina-de-15-anos-suicida-se-por-sofrer-de-cyberbullying/</a> (Consultado a 11-12-2021)<br><br><a href="https://forbes.com.br/forbes-tech/2018/06/7-problemas-das-redes-sociais-na-vida-dos-jovens/">https://forbes.com.br/forbes-tech/2018/06/7-problemas-das-redes-sociais-na-vida-dos-jovens/</a> (11-12-2021)<br><br><a href="https://www.jornaldenegocios.pt/empresas/telecomunicacoes/detalhe/portugueses-nunca-passaram-tanto-tempo-ao-telemovel-como-durante-a-pandemia">https://www.jornaldenegocios.pt/empresas/telecomunicacoes/detalhe/portugueses-nunca-passaram-tanto-tempo-ao-telemovel-como-durante-a-pandemia</a> (Consultado a 11-12-2021)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-11 00:09:33 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>margaridamalves</author>
         <link>https://padlet.com/margaridamalves/Influenciadosdispositivosmoveis/wish/1941244634</link>
         <description><![CDATA[<div>O uso excessivo do telemóvel prova a criação de uma dependência do mesmo. Essa dependência manifesta-se de inúmeras maneiras, tais como, a sua utilização sem lugar definido, a confirmação contínua da receção de notificações, a sensação de vibração do telemóvel quando este não se encontra perto, a criação de uma vida sedentária que se deve ao facto de não haver atividade física por causa da dependência, entre outros.<br>No que toca a consequências físicas, podemos pegar num ponto já acima referido, o sedentarismo. Há cerca de 10 anos, era comum verem-se crianças a brincar na rua, a jogar à bola, à apanhada, brincadeiras essas que, hoje em dia, já não são comuns de se ver. Atualmente, as crianças chegam da escola e fecham-se nos quartos a jogar nos <em>tablets</em>/computadores, ou a mexer nos telemóveis. Este estilo de vida leva à criação de vários problemas de saúde, tais como a obesidade (não há atividade física, por estarem sempre sentados ou deitados e há o consumo exagerado de snacks rápidos, para não haver a necessidade de parar o que se está a fazer) e a falta de visão ( consequência da quantidade de horas em frente a um ecrã).<br>Em relação às consequências psicológicas, é visível uma alteração na vida social dos indivíduos, uma vez que deixa de ser usual ter encontros presenciais e passa a ser normal falar apenas por um ecrã. Esse distanciamento leva a um grande sentimento de solidão e, consequentemente, à depressão. <br>Algo que também é possível de observar é a mudança comportamental dos indivíduos perante outros. Há quem aproveite o facto de estar “escondido” atrás de um ecrã para ameaçar e rebaixar os outros, ocorrendo assim casos de <em>cyberbullying</em>. Depois de pesquisar, encontrei um caso de uma jovem, chamada Amanda Todd, que desde os 12 anos sofria de <em>cyberbullying</em>, onde expunham informações privadas dela em redes sociais. Depois de muito sofrimento, não aguentou a pressão, que acabou por fazer com que, com apenas 15 anos, se suicidasse. Amanda gravou um vídeo de despedida que deixou aos seus familiares (link do vídeo anexado).<br>Concluímos, então, que a dependência nos dispositivos móveis tem inúmeras consequências, de várias naturezas, que acabam, não só por nos afetar a nós, como aos outros.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-11 00:27:23 UTC</pubDate>
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         <title>Sintomas de dependência das redes sociais </title>
         <author>margaridamalves</author>
         <link>https://padlet.com/margaridamalves/Influenciadosdispositivosmoveis/wish/1941714327</link>
         <description><![CDATA[<div>De acordo com vários estudos, a faixa etária mais vulnerável à dependência destas redes é a dos 16 aos 24 anos, uma vez que é entre estas idades que se sente uma maior necessidade de afirmação e onde há uma maior impulsividade, apesar de aproximadamente 1/3 dos jovens entre os 13 e os 14 também utilizarem o telemóvel em excesso.<br>Há sinais que permitem perceber se nos encontramos, ou não, viciados nestas aplicações, tais como:<br>- apagar publicações quando estas não têm o número de <em>likes</em> desejado;&nbsp;<br>- perder a concentração do trabalho/aulas para ir ao telemóvel;<br>- dispensar encontros com amigos cara a cara;<br>- desvalorizar a vida pessoal, preferindo a dos outros;<br>- estar constantemente a verificar as notificações de todas as aplicações, em cadeia (começar numa e acabar noutra).</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-11 13:08:26 UTC</pubDate>
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         <title>Como prevenir a dependência?</title>
         <author>margaridamalves</author>
         <link>https://padlet.com/margaridamalves/Influenciadosdispositivosmoveis/wish/1941714526</link>
         <description><![CDATA[<div>Parecendo que não, há forma de controlar o tempo dispensado para a vida social online.<br>Alguns concelhos são:<br>- tirar o som do telemóvel ou, até mesmo, desligar enquanto estamos a fazer algo importante, evitando assim distrações;<br>- estabelecer um horário de utilização do telemóvel, tentando evitar as horas das refeições, horas de estudo e a hora antes de ir dormir;<br>- passar mais tempo ao ar livre, com amigos, para aproveitar o tempo real em vez da dependência.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-11 13:08:43 UTC</pubDate>
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