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      <title>Projeto: “Da beleza que vemos à beleza que somos”   2° D by Larissa Jasline</title>
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      <description>Pesquisa sobre história do município, bem como seus pontos turísticos, história de seus antepassados e suas lutas, músicas e festas típicas e religiosidade. </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-12-11 18:08:08 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>larissajasline06</author>
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         <description><![CDATA[<div>Aqui vocês poderão colocar as informações de sua pesquisa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-11 17:47:01 UTC</pubDate>
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         <title>Identidade e Pertencimento</title>
         <author>larissajasline06</author>
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         <description><![CDATA[<div><em>“Da minha aldeia vejo quanto da terra se pode ver no Universo… Por isso a minha aldeia é tão grande como outra terra qualquer. Porque eu sou do tamanho do que vejo e não do tamanho da minha altura…” (Fernando Pessoa).&nbsp;</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-11 20:53:08 UTC</pubDate>
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         <title>Aonde nasci </title>
         <author>e1654667</author>
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         <description><![CDATA[<div>TANGARÁ DA SERRA&nbsp;<br><br>Bom na verdade, me considero de Campo Novo Do Parecis, pois minha mãe foi para Tangará dirigindo só pra me dar a luz, em campo novo ainda não tinha é (acho que ainda não tem ) recursos o suficiente na área da saúde.&nbsp;<br><br>Tangará da serra foi criado a 13 de maio de 1976, através da Lei Estadual nº. 3.687, com o nome de Tangará da Serra. O município possui uma área total de 11.391,314 Km², sendo 51% área indígena pertencente ao povo Paresí.&nbsp;<br><br>O resultado do Censo 2022 realizado em Tangará da Serra, passa a contar 100.784 habitantes.&nbsp;<br><br>Naturalidade de quem nasce em Tangará da Serra é denominado tangaraense.&nbsp;<br><br>O nome de Tangará Da Serra vem do pássaro tangará, que nas épocas de calor no sul, migravam para Tangará na busca de frio.&nbsp;<br><br></div><div>O município é rico em belezas naturais, no verão as ruas da cidade acabam por ficar banhada por Ipês de diversas cores. Banhado por vários rios e córregos, o município destaca-se por suas cachoeiras. A cachoeira do sepotuba é um dos lugares mais visitados da cidade. Atrai visitantes do Brasil. <br>No <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Inverno">inverno</a>, a cidade é considerada uma das mais frias do estado de Mato Grosso. O seu clima tropical também favorece nas altas temperaturas.<br><br>Sua população se baseia em famílias que vieram do Paraná, São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Goiás e de Minas Gerais.<br><br></div><div><br><br><br></div><div><br></div><div><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 22:58:19 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; ATALAIA <br><br>Sou Cecillia é nasci na cidade de Atalaia-AL, no povoado de Santo Antônio.<br><br><strong>Atalaia</strong> é um <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Munic%C3%ADpio_(Brasil)">município brasileiro</a> localizado no <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Unidades_federativas_do_Brasil">estado</a> de <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Alagoas">Alagoas</a>. Pertencente à <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Mesorregi%C3%A3o_do_Leste_Alagoano">Mesorregião do Leste Alagoano</a> e à <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Microrregi%C3%A3o_da_Mata_Alagoana">Microrregião da Mata Alagoana</a>, localiza-se a noroeste da <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Macei%C3%B3">capital do estado</a>, distando desta cerca de 48 quilômetros. Sua população, conforme estimativas do IBGE de 2021, era de 47 540 habitantes<a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Atalaia_(Alagoas)#cite_note-IBGE_Pop_2021-3"><sup>[3]</sup></a>, sendo assim um dos mais populosos do estado de Alagoas e o primeiro de sua microrregião. Está a 1 466 quilômetros de <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Bras%C3%ADlia">Brasília</a>, a capital federal. Sua área é de 534,2 km², sendo que 1,7041 km² estão em <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Per%C3%ADmetro_urbano">perímetro urbano</a>.<a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Atalaia_(Alagoas)#cite_note-Embrapa_MG-6"><sup>[6]</sup></a><br><br><br>História<br><br></div><div>Há duas hipóteses para a origem do nome “Atalaia”. A primeira afirma que o nome se deve ao fato de que as tropas comandadas por Domingos Jorge Velho, contratado para destruir o Quilombo dos Palmares ficavam de “atalaia” (vigilância). Porém, essa hipótese não é bastante aceita pelos historiadores, pois o nome do município foi dado por D. José I somente em 1764, em homenagem, provavelmente ao Visconde de Atalaia, fidalgo português muito amigo de D. José I. Esta é a hipótese mais aceita. Contribui para isso o fato de que Atalaia começou a ser povoada por volta de 1692, tendo tido como primeiro nome Arraial dos Palmares. Portanto, até o ano de 1764, não há menção nos registros históricos do nome Atalaia.<br>A ocupação das terras onde hoje situa-se o município iniciou-se por volta de 1692 por Domingos Jorge Velho, bandeirante paulista contratado pelo então Governador da Província de Pernambuco Fernão de Souza Carrilho para destruir o Quilombo dos Palmares. Domingos Jorge Velho havia recebido do governo português a promessa de uma sesmaria (seis léguas de terra), como recompensa pela destruição do Quilombo dos Palmares. Com a destruição de Palmares, e a consequente morte de Zumbi dos Palmares, em 20 de novembro de 1695 o bandeirante esperou o cumprimento da promessa, e se estabeleceu no atual bairro da Cidade Alta, de onde ficava de vigilância (atalaia), durante a luta contra os negros palmarinos. O bandeirante batizou a nova povoação de Arraial dos Palmares.<br>Lá por volta de 1697, Domingos Jorge Velho mandou construir a Capela de Nossa Senhora das Brotas - a primeira edificação de Atalaia - santa que considerava como sua protetora. Essa é ainda hoje a padroeira de Atalaia. Para tentar agradar à Coroa Portuguesa, Domingos Jorge Velho lhe envia carta comunicando o desejo de que a povoação iniciada por ele passasse a se chamar Vila Real de Bragança, para que a mesma ficasse sob a proteção da Casa de Bragança, para que mais rápido se desenvolvesse. Porém, o pedido foi negado por D. José I. No final de 1700, Domingos Jorge Velho morre sem, no entanto, receber da Coroa Portuguesa o decreto de doação da sesmaria. Apesar do crescimento da povoação, o Arraial dos Palmares não era reconhecido pelas autoridades. Somente em 12 de março de 1701, o Governador da Província de Pernambuco recebe Carta Régia determinando a criação oficial do arraial, porém com o nome de Arraial de Nossa Senhora das Brotas. No entanto, este nome não caiu no gosto dos habitantes, permanecendo a denominação Arraial dos Palmares. Somente em 1716, os filhos e a esposa de Domingos Jorge Velho recebem o decreto que doa a sesmaria onde hoje localiza-se Atalaia, como recompensa pela destruição dos Palmares.<br>Durante o governo do 10.° Ouvidor da Província de Alagoas, Manuel Álvares, os habitantes do Arraial dos Palmares, por seu intermédio, solicitaram ao governo português a elevação do arraial à categoria de vila. D. José I atendeu em parte às reivindicações da população, elevando o Arraial dos Palmares à categoria de vila, porém, com o nome de Vila de Atalaia, em homenagem ao Conde de Atalaia, seu amigo particular. Este decreto data de 1º de fevereiro de 1764, considerada a data de sua fundação. Foi a quarta vila criada em Alagoas, depois de Porto Calvo, Marechal Deodoro (antiga Alagoas) e Penedo.<br>Em 5 de março de 1891 Atalaia é elevada à categoria de cidade, pelo governador Manuel de Araújo Góes.<br>Atalaia, por ter sido um dos primeiros núcleos populacionais de Alagoas, possui importante acervo histórico, como a Capela de São José (antiga Capela de Nossa Senhora das Brotas), primeira edificação construída em Atalaia por Domingos Jorge Velho em 1697, a imponente Igreja Matriz de Nossa Senhora das Brotas, construída por Domingos Jorge Velho em 1701 com suas imagens antigas e seu altar-mor belíssimo, a Casa Grande da Fazenda Jardim das Lajes, a Praça do Bicentenário, as ruínas da Usina Brasileiro - primeira usina de Alagoas -, da Usina Ouricuri, Vitória do Cacaú, e o casario histórico da Avenida Barão José Miguel, no centro da cidade, e na Rua de Cima, no bairro da Cidade Alta.</div><div><br><br></div><div>&nbsp;Acervo Histórico: Atalaia, por ter sido um dos primeiros núcleos populacionais de Alagoas, possui importante acervo histórico, como a Capela de São José. A Casa Grande da Fazenda Jardim das Lajes, a Praça do Bicentenário, as ruínas da Usina Brasileira, primeira usina de Alagoas, da Usina Ouricuri, Vitória do Cacaú, é o ponto histórico da Avenida Barão José Miguel, no centro da cidade, e na Rua de Cima, no bairro da Cidade Alta. Principais Pontos Turísticos: Museu do Banguê, onde são colecionadas antigas peças de engenhos é uma das marcas da cultura na cidade, que foi o quarto núcleo de povoamento de Alagoas e cidade-mãe dos municípios de União dos Palmares, Capela, Cajueiro, Viçosa, Pindoba, Chã Preta e Murici. Santuário Ecológico da Fazenda Tereza, Usina Termelétrica de Uruba. Terra tradicional do pitu, camarão de água doce, Atalaia tem nas festividades uma marca pessoal. Destacando a festa da padroeira Nossa Senhora das Brotas, as cavalhadas e vaquejadas nos parques Graziela Thianny e Vicente Basílio, além dos tradicionais bailes do Centro Social Atalaiense.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-18 02:33:25 UTC</pubDate>
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         <title>Onde nasci </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissajasline06/Bookmarks/wish/2596265400</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; PLANALTO&nbsp;<br><br><br>&nbsp; Uma pequena cidade no interior do Paraná ,se localiza perto de Santa Catarina e faz divisa com Argentina ,foi fundado em 11 de novembro de 1963 sua população segundo o IBGE de 2021 é de 13.385 habitantes.<br>&nbsp; &nbsp; A ocupação começou apartir da década de 1940 ,por colonos gaúchos e catarinenses que ali começaram a agricultura familiar.As famílias que ali se&nbsp; estabeleceram eram totalmente diferentes de etnias diferentes,principalmente alemães e italianos.<br>     Como turismo temos algumas cascatas,trilhas ,riachos,e  pesqueiros ,algumas das atividade que podemos apreciar é a feira do produtor :onde podemos encontrar um pouco da gastronomia gaúcha e a Comemoração da Semana Farroupilha:em comemoração do dia do gaúcho .</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-18 13:23:35 UTC</pubDate>
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         <title>Município em que eu nasci.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Eu nasci em Paraíso do Norte, um município brasileiro do estado do Paraná. Localizado na região noroeste do estado, sua população, conforme estimativas do IBGE de 2020, era de 14 023 habitantes. Com uma área de 204,6 km², uma elevação de 500 m e uma altitude de 500 m, o município fundado em 1950 tem como prefeito Carlos Alberto Vizzotto. <br><br><strong>Clima:</strong> A cidade conta com um clima subtropical úmido. Os verões tendem a ser quentes e com chuvas bem distribuídas e os invernos são frescos, geralmente marcados por veranicos, dias de calor em pleno inverno que são intercalados por, aí sim, dias de frio intenso. A temperatura média está em torno de 20 °C. <br><br><strong>Prato típico e festas:</strong> Paraíso do Norte tem como prato típico a Leitoa Desossada à Pururuca. A festa, de mesmo nome, ocorre todos os anos no mês de setembro. Desde de o ano de 2008, a cidade sedia o evento Paraiso do Rock, organizado pela A.P.M.I (Associação de Proteção à maternidade e à infância) - uma entidade de responsabilidade social e sem fins lucrativos. Estruturado como um festival independente, o evento já levou à cidade nomes relevantes do Rock Nacional, com as Curitibanas "Terminal Guadalupe" e Relespública", o cantor porto-alegrense "Wander Wildner" e os cariocas "Matanza"; além de promover nomes da cena independente, como "Nevilton" de Umuarama, "Lenzi Brothers" de Balneário Camboriú, Kromossomus "de Paraiso do Norte, entre outras. O festival Paraiso do Rock é uma ação que conta com o apoio da Prefeitura Municipal de Paraiso do Norte e todo o lucro obtido é revertido à A.P.M.I da cidade. A cidade de Paraíso do Norte organiza festas e eventos no segundo semestre mesclando lazer, cultura, fé, gastronomia, esporte e principalmente solidariedade social. Toda a renda das festas são revertidas para as entidades Sociais e Educacionais da Cidade de Paraíso do Norte. Alguns deles são: A Comemoração Cívica da Independência; Paraíso Gospel; Festa das Nações... <br><br><strong>História:</strong> Em fins de 1949, o engenheiro civil Leôncio de Oliveira Cunha, adquiriu as terras da Gleba Pacheco, na região de Paranavaí, iniciando, logo os trabalhos de levantamento topográfico, planejando e fundando um Patrimônio, que recebeu a denominação de Paraíso do Norte. As primeiras pessoas a se estabelecerem nesse patrimônio foram: José Gonçalves da Silva, Alcides Fernandes Godói e José Tomaz. Em 1951 surgia, na localidade, a primeira casa comercial, de propriedade de Alexandre Castoni, e uma farmácia, dirigida por Benedito Franco. O desenvolvimento do povoado foi rápido e absorvente, de vez que várias pessoas provenientes dos Estados de São Paulo, Minas Gerais e outras Unidades da Federação compravam datas e sítios, e neles se instalavam. Em 1953, o Patrimônio foi elevado à categoria de Distrito Administrativo e, em 1954, alcançou sua autonomia. A denominação de Paraíso do Norte foi dada pelo fundador do município, devido a exuberância e fertilidade de suas terras e onde os colonizadores encontraram um verdadeiro paraíso.<br><br><strong>Pontos turísticos e Religiosidade:</strong> Alguns pontos turísticos essenciais em Paraíso do Norte são:<br><br>•Igreja São Pedro. Igrejas e catedrais.<br>•Igreja Santo Antônio. Igrejas e catedrais.<br>•Museu Histórico, Antropológico e Etnográfico de Paranavaí Museus especializados.<br>•Estádio Municipal Dr. Waldemiro Wagner. Arenas e estádios.<br><br>Segundo o IBGE, no ano de 2010, a religião predominante em Paraíso do Norte era a Católica Apostólica Romana com a média de 79.78%.  Logo após, a religião Evangélica com 14.16. Outras religiosidades, com 2.05.   E sem religião alguma, 4.01.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-18 15:08:42 UTC</pubDate>
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         <title>Município em que nasci:São José dos Quatro Marcos </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissajasline06/Bookmarks/wish/2598461629</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;<br>A área que compõe o território quatro-marquense foi satélite de Vila Bela da Santíssima Trindade, nos tempos da capitania de Mato Grosso. O movimento colonizador moderno teve início por meio de legislação especial, a partir de 1946. Quem agiu na região ao norte de Cáceres, de modo intenso, foi a Comissão de Planejamento de Produção. O movimento na região de São José dos Quatro Marcos teve início como um desdobramento de atividades colonizadoras na região.<br><br>Os primeiros sinais de tomada de posse da terra, de modo efetivo, deram-se em 1962, quando Zeferino José de Matos adquiriu uma área de terras da Imobiliária Mirassol, sediada no Estado de São Paulo. Zeferino José de Matos foi o pioneiro de São José dos Quatro Marcos.<br><br>Em 1966, Zeferino Matos, Luiz Barbosa e Miguel Barbosa do Nascimento doaram 11,02 alqueires de terras para loteamento, a fim de se estabilizar um núcleo populacional. Na batida rudimentar do facão e da foice saiu o clareamento da mata, para logo o machado derrubar as necessárias árvores.<br><br>Foram fincados quatro marcos (sinal de demarcação) para balizarem os lotes rurais. As ruas abertas no alinhamento dos quatro marcos foram mais tarde denominadas Avenidas São Paulo e Bahia. Esses quatro marcos se prestaram para se denominar o povoado e depois o município. A denominação São José adveio do protetor escolhido pela população.<br><br>&nbsp; &nbsp;Em busca de terras boas para plantio foram chegando famílias de São José do Rio Preto, Santa Fé do Sul e diversas outras regiões dos Estados de São Paulo, Minas Gerais e Paraná. Em menor proporção, os nordestinos. Os primeiros produtos da terra foram: café, arroz, feijão e milho. Logo se assentou uma de beneficiar arroz.<br>Em 1966 Miguel Barbosa do Nascimento cedeu terreno para a construção da primeira escola de pau-a-pique com cobertura de tabuinhas. Chamava-se Escola Rural Mista Duque de Caxias e localizava-se na área central do povoado, precisamente numa das conjunções das atuais avenidas São Paulo e Bahia.<br><br>Francisco Paulo de Brito deu início às aulas. No entanto, antes do término do ano letivo, abandonou a profissão, interrompendo-se as aulas. Mas logo no ano seguinte, 1967, a escolinha reabriu. Os professores desta feita foram Nivaldo Mila e Maria Luiza.<br><br>Por ocasião da reinauguração da escolinha foi programada uma grande festa. E nesse dia os três fundadores e os sitiantes da localidade decidiram que ali seria a inicial de Fundação de São José dos Quatro Marcos. Este dia era o 15 de junho de 1967.<br><br>Com o desenvolvimento do núcleo urbano, formou-se a Associação de Pais e Amigos do Bairro (APAB). Esta associação, com o apoio de Antonio Alvarez, então vereador do município de Cáceres, representando os interesses da Gleba de São José dos Quatro Marcos, solicitou ao governador José Manuel Fontanillas Fragelli a construção do prédio escolar condizente. Foram construídas, então, quatro salas de alvenaria.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Zeferino José de Matos, o grande benemérito, doou um terreno para construção da igreja. A primeira missa foi celebrada em 1966, pelo Frei Amadeu Taurines.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Em 1968 concluiu-se a primeira estrada para Mirassol D´Oeste, facilitando o escoamento da produção de São José dos Quatro Marcos. Além da produção própria, provinda de afinco no trabalho do campo, a região toda crescia, favorecendo o crescimento conjunto.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;O Estado de Mato Grosso, vendo a segurança de um futuro para a região, criou o município de Mirassol D´Oeste e nesta nova unidade municipal criou o distrito de São José dos Quatro Marcos, através da Lei nº 3.934, de 04 de outubro de 1977.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Mais dois anos e nascia o município, agora com a denominação simplificada para Quatro Marcos. Este fato deu-se através da Lei Estadual nº 4.154, de 14 de dezembro de 1979, de autoria do deputado Aldo Borges e sancionada pelo governador Frederico Campos.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Artigo 1º - Fica elevado à categoria de município, com o nome de Quatro Marcos o distrito de São José dos Quatro Marcos, criado como unidade integrante do município de Mirassol D´Oeste, pela Lei nº 3.934, de 04 de outubro de 1977.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-20 18:07:59 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Onde nasci: Cidade de Viçosa/AL.</title>
         <author>e2048938</author>
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         <description><![CDATA[<div>Viçosa é um município brasileiro do estado de Alagoas. Localizado a 86 quilômetros da capital Maceió. Foi fundado em 1790 por Manoel Francisco. Elevado à categoria de Vila em 13 de Outubro de 1831 e à categoria de cidade em 16 de Maio de 1892. Sua população estimada é de 25 693 habitantes.<br>&nbsp;Após a sua emancipação a cidade entrou em forte desenvolvimento sendo a maior economia do interior e a segunda maior cidade do estado. Nesse período o município viveu o seu auge econômico, com a cana-de-açúcar e o algodão, social, cultural e político.</div><div><strong>História: <br><br>Tempos de Vila </strong><a><strong>(1831-1892</strong></a><strong>):</strong><br> O desenvolvimento do sítio era notável, principalmente devido à terra boa que de tudo dava. A pequena povoação, que antes se limitava às atuais Praça Apolinário Rebelo e a Rua do Centenário, já havia crescido rumo ao norte da cidade e ao oeste acompanhando as margens do rio Paraíba. Era necessário tornar-se independente politicamente, fato que ocorreu no dia 13 de outubro de 1831, quando a povoação do Riacho do Meio foi elevada à categoria de vila, desligando-se politicamente de Atalaia. Devido ao costume dos moradores de se reunirem nas portas das casas para conversar sobre as plantações e assuntos ligados a província, a povoação do Riacho do Meio passou a se chamar Vila de Assembleia.<br><br></div><div><strong>Tempos de Cidade </strong><a><strong>(1892- 1950</strong></a><strong>):</strong><br> Em 1892 o então governador de Alagoas General Gabino Bezouro elevou Viçosa á categoria de cidade, na sessão realizada no dia 16 de Maio no mesmo ano. Restava agora à nova cidade torna-se judicialmente independente do de Atalaia, fato este que ocorreu no dia 12 de julho de 1893 com a criação da comarca de Viçosa.<br> A partir da década de 1930, a literatura e a cultura popular de Viçosa ganharam força, a “escola folclórica de Viçosa”, composta por José Aluísio Vilela, José Maria de Melo, José Pimentel de Amorim e Téo Brandão, ganhou o cenário literário estadual e nacional.<br><br></div><div><strong>Atualidade (desde 1950):</strong><br> Em 1950 o município de Viçosa possuía quatro distritos - Viçosa, Anel, Chã Preta e Pindoba. No dia 10 de Outubro de 1957 foi decretado pela lei estadual nº 2070 que o então distrito de Pindoba passara a categoria de cidade. Viçosa perdeu cerca de um terço do seu território. No dia 2 de fevereiro de 1960 foi a vez do distrito de Chã Preta, que pela lei nº 2432 passara a categoria Cidade, formando assim o atual território do município de Viçosa, que é composto por dois distritos – Viçosa e Anel.<br><br></div><div><strong>Cultura:</strong><br> A cultura viçosense é sem dúvida uma das mais ricas do estado de Alagoas, isso em vários aspectos, no folclore, gastronomia, literatura, entre outros.<br><br></div><div><em>Folclore:</em><br> Viçosa está associada ao universo mágico do folclore, expressão da alma da cidade. São vários os folguedos cultivados por sua gente: Baiana, pastoril, Guerreiros, Reisado, Cavalhada, Coco Alagoano, Quadrilha e Vaquejada.<br><br></div><div><em>Gastronomia:</em><br> As comidas mais populares e tradicionais de viçosa são a buchada, sarapatel, cuscuz, galinha cabidela, bolo de milho e de macaxeira e diversos pratos com inhame e pão de inhame.<br><br></div><div><em>Literatura:</em><br> A "escola de viçosa", como é chamado o grupo de intelectuais Théo Brandão, José Maria de Melo, José Aloisio Brandão Vilela e José Pimentel Amorim foi sem dúvida o grupo mais importante da História Literária de viçosa, houve época que dos 40 membros da Academia Alagoana de Letras 10 eram viçosenses.<br><br></div><div><strong>Feriados e Festas Municipais:</strong><br> 2 de fevereiro - padroeiro do município, Senhor Bom Jesus do Bonfim;<br> 24 de Junho - São João;<br> 13 de outubro - emancipação política de Viçosa, 1831;<br> De 11 a 14 de outubro é realizado o Festival da primavera em Viçosa, com cerca de 15 mil pessoas por dia visitando a cidade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-24 01:44:58 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Eu nasci no município de Atalaia Alagoas. Atalaia é um município brasileiro localizado no estado de Alagoas. Pertencente à Mesorregião do Leste Alagoano e à Microrregião da Mata Alagoana, localiza-se a noroeste da capital do estado, distando desta cerca de 48 quilômetros.<br><br>História<br>Há duas hipóteses para a origem do nome “Atalaia”. A primeira afirma que o nome se deve ao fato de que as tropas comandadas por Domingos Jorge Velho, contratado para destruir o Quilombo dos Palmares ficavam de “atalaia” (vigilância). Porém, essa hipótese não é bastante aceita pelos historiadores, pois o nome do município foi dado por D. José I somente em 1764, em homenagem, provavelmente ao Visconde de Atalaia, fidalgo português muito amigo de D. José I. Esta é a hipótese mais aceita. Contribui para isso o fato de que Atalaia começou a ser povoada por volta de 1692, tendo tido como primeiro nome Arraial dos Palmares. Portanto, até o ano de 1764, não há menção nos registros históricos do nome Atalaia.<br>A ocupação das terras onde hoje situa-se o município iniciou-se por volta de 1692 por Domingos Jorge Velho, bandeirante paulista contratado pelo então Governador da Província de Pernambuco Fernão de Souza Carrilho para destruir o Quilombo dos Palmares. Domingos Jorge Velho havia recebido do governo português a promessa de uma sesmaria (seis léguas de terra), como recompensa pela destruição do Quilombo dos Palmares. Com a destruição de Palmares, e a consequente morte de Zumbi dos Palmares, em 20 de novembro de 1695 o bandeirante esperou o cumprimento da promessa, e se estabeleceu no atual bairro da Cidade Alta, de onde ficava de vigilância (atalaia), durante a luta contra os negros palmarinos. O bandeirante batizou a nova povoação de Arraial dos Palmares.<br>Lá por volta de 1697, Domingos Jorge Velho mandou construir a Capela de Nossa Senhora das Brotas - a primeira edificação de Atalaia - santa que considerava como sua protetora. Essa é ainda hoje a padroeira de Atalaia. Para tentar agradar à Coroa Portuguesa, Domingos Jorge Velho lhe envia carta comunicando o desejo de que a povoação iniciada por ele passasse a se chamar Vila Real de Bragança, para que a mesma ficasse sob a proteção da Casa de Bragança, para que mais rápido se desenvolvesse. Porém, o pedido foi negado por D. José I. No final de 1700, Domingos Jorge Velho morre sem, no entanto, receber da Coroa Portuguesa o decreto de doação da sesmaria. Apesar do crescimento da povoação, o Arraial dos Palmares não era reconhecido pelas autoridades. Somente em 12 de março de 1701, o Governador da Província de Pernambuco recebe Carta Régia determinando a criação oficial do arraial, porém com o nome de Arraial de Nossa Senhora das Brotas. No entanto, este nome não caiu no gosto dos habitantes, permanecendo a denominação Arraial dos Palmares. Somente em 1716, os filhos e a esposa de Domingos Jorge Velho recebem o decreto que doa a sesmaria onde hoje localiza-se Atalaia, como recompensa pela destruição dos Palmares.<br>Durante o governo do 10.° Ouvidor da Província de Alagoas, Manuel Álvares, os habitantes do Arraial dos Palmares, por seu intermédio, solicitaram ao governo português a elevação do arraial à categoria de vila. D. José I atendeu em parte às reivindicações da população, elevando o Arraial dos Palmares à categoria de vila, porém, com o nome de Vila de Atalaia, em homenagem ao Conde de Atalaia, seu amigo particular. Este decreto data de 1º de fevereiro de 1764, considerada a data de sua fundação. Foi a quarta vila criada em Alagoas, depois de Porto Calvo, Marechal Deodoro (antiga Alagoas) e Penedo.<br>Em 5 de março de 1891 Atalaia é elevada à categoria de cidade, pelo governador Manuel de Araújo Góes.<br>Atalaia, por ter sido um dos primeiros núcleos populacionais de Alagoas, possui importante acervo histórico, como a Capela de São José (antiga Capela de Nossa Senhora das Brotas), primeira edificação construída em Atalaia por Domingos Jorge Velho em 1697, a imponente Igreja Matriz de Nossa Senhora das Brotas, construída por Domingos Jorge Velho em 1701 com suas imagens antigas e seu altar-mor belíssimo, a Casa Grande da Fazenda Jardim das Lajes, a Praça do Bicentenário, as ruínas da Usina Brasileiro - primeira usina de Alagoas -, da Usina Ouricuri, Vitória do Cacaú, e o casario histórico da Avenida Barão José Miguel, no centro da cidade, e na Rua de Cima, no bairro no centro da cidade.<br>&nbsp; &nbsp;<br>&nbsp;Turismos: santuário ecológico Santa Teresa.<br><br>Festas típicas: Quadrilha, banda fanfarra, aniversário da cidade. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-01 13:16:07 UTC</pubDate>
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         <title>Onde nasci: Cidade de Castanheira MT</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Por: Luana Vitóri&nbsp; Larroza Barbosa  2⁰ "D"<br><br><br>A denominação do município teve origem no nome comum e popular do castanheiro ou castanha-do-pará, árvore de grande porte desta porção territorial amazônica e classificada como Bertholletia Excelsa, da família das lecitidáceas. É a mais alta das árvores da região e seu fruto, é bastante apreciado.&nbsp;<br>Pode-se dizer que a castanheira é a rainha das árvores da Amazônia, nativa e típica da região. Apesar de ser madeira protegida por lei está em franco processo de extinção.&nbsp;<br>O nome “Castanheira” foi sugerido pelo dr. Hilton Campos, engenheiro civil responsável pelo Projeto Juína, que colonizou vasta área na região noroeste mato-grossense, incluindo-se o próprio município de Castanheira. Segundo ele, o nome foi dado porque haviam muitos castanheiros no local onde está situada a cidade e também em toda a região.&nbsp;<br>O núcleo Castanheira era rota de passagem para Juína, Aripuanã, Juruena e Cotriguaçu. Mais tarde foi cortada pela rodovia AR-1, implantada pela Codemat, sendo esta a principal artéria regional. Esta via foi aberta sob o comando do engenheiro Hilton Campos.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-01 14:53:36 UTC</pubDate>
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         <title>Meu município </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>SOBRE CAMPO NOVO DO PARECIS&nbsp;<br><br></div><div>Campo Novo do Parecis é um município localizado no estado do Mato Grosso, na região centro-oeste do Brasil. Fundado em 1998, o município faz parte da microrregião de Tangará da Serra e possui uma população aproximada de 17 mil habitantes, de acordo com dados de 2021.<br><br></div><div><br>A economia de Campo Novo do Parecis é baseada principalmente na agricultura e pecuária. A região é conhecida por suas extensas áreas de plantações de grãos, como soja, milho e algodão. A produção agrícola é impulsionada pela presença de terras férteis e pelo clima favorável da região, que permite o cultivo intensivo.<br><br></div><div><br>Além da agricultura, a pecuária também desempenha um papel importante na economia local, com a criação de gado de corte e leiteiro. A região possui grandes propriedades rurais e investimentos em tecnologia e manejo adequado dos recursos naturais têm sido realizados para aumentar a produtividade e a sustentabilidade do setor agropecuário.<br><br></div><div><br>O município conta com uma infraestrutura básica, como escolas, hospitais, postos de saúde, agências bancárias e comércio local, atendendo às necessidades da população residente e dos produtores rurais da região. Também possui uma razoável oferta de serviços e lazer, como restaurantes, hotéis e opções de entretenimento.<br><br></div><div><br>Campo Novo do Parecis é conhecido pela sua beleza natural, com paisagens caracterizadas por grandes extensões de terras planas, que se estendem até onde a vista alcança. A região é marcada pela presença de rios, matas ciliares e vegetação típica do cerrado brasileiro, que abriga uma rica biodiversidade.</div><div><br>Além disso, o município tem investido no desenvolvimento sustentável, buscando conciliar o crescimento econômico com a preservação do meio ambiente. Projetos de conservação, recuperação de áreas degradadas e o uso de práticas agrícolas sustentáveis têm sido incentivados na região.<br><br></div><div><br>Em termos culturais, Campo Novo do Parecis abriga eventos tradicionais, como festas religiosas, rodeios e exposições agropecuárias, que atraem visitantes de toda a região. A gastronomia local também é destaque, com pratos típicos da culinária mato-grossense, como a famosa "Maria Isabel", preparada com carne de sol, arroz e outros ingredientes.<br><br></div><div><br>Em resumo, Campo Novo do Parecis é um município do Mato Grosso que se destaca pela sua agricultura e pecuária, com uma economia voltada para a produção de grãos e criação de gado. Sua beleza natural e esforços em direção à sustentabilidade tornam a região um lugar interessante para se visitar e investir.</div><div><br>Eu gosto de campo novo por que além de ser lindo é muito bom para moradia.&nbsp;</div><div>&nbsp;<br>Por : Rodrigo Ferreira durão<br>Turma: 2D</div><div><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-01 16:28:52 UTC</pubDate>
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