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      <title>Nuno Tábuas 12A1 by Nuno Tábuas</title>
      <link>https://padlet.com/nunotabuas15811/dumjb3hjviy3oa85</link>
      <description>Aqui neste padlet podes encontrar um pouco de tudo á cerca da biologia!!</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-10-14 18:26:03 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Observação do esquema da regulação hormonal da oógenese</title>
         <author>nunotabuas15811</author>
         <link>https://padlet.com/nunotabuas15811/dumjb3hjviy3oa85/wish/3688118253</link>
         <description><![CDATA[<p>Este esquema representa a regulação hormonal do eixo hipotálamo-hipófise-ovárico na mulher.</p><p>O processo inicia-se no hipotálamo, que liberta a hormona GnRH.</p><p>A GnRH estimula o lobo anterior da hipófise a secretar duas hormonas:</p><p>- FSH – hormona foliculoestimulante</p><p>- LH – hormona luteinizante</p><p>Fase folicular (1.º ao 14.º dia do ciclo)</p><p>- A FSH atua nos ovários, mais concretamente nas células dos folículos em desenvolvimento.</p><p>- As células, sob ação da FSH, proliferam e começam a secretar estrogénios</p><p>- À medida que os folículos crescem, o folículo dominante produz cada vez mais estradiol, os níveis de estradiol no sangue aumentam progressivamente.</p><p>Pico de LH e ovulação (por volta do 14.º dia)</p><p>- Quando os níveis de estradiol atingem um valor elevado e mantido durante cerca de 36–48 horas, ocorre uma mudança de feedback negativo para feedback positivo (único no organismo!).</p><p>- Este alto estradiol estimula fortemente a hipófise → surge o pico de LH (e um pico menor de FSH).</p><p>- O pico de LH desencadeia:</p><p>- a ovulação (cerca de 24–36 horas após o início do pico de LH),</p><p>- a transformação do folículo rompido no corpo lúteo.</p><p>Fase lútea (15.º ao 28.º dia)</p><p>- O corpo lúteo passa a secretar grandes quantidades de:</p><p>- progesterona (hormona principal da fase lútea),</p><p>- estradiol (em menor quantidade que na fase folicular tardia)</p><p>Regulação por feedback (o ciclo fecha-se)</p><p>1. Durante quase todo o ciclo (fase folicular inicial e toda a fase lútea):</p><p>→ estradiol e progesterona exercem feedback negativo sobre o hipotálamo e hipófise → reduzem a frequência dos pulsos de GnRH e a secreção de FSH e LH.</p><p>2. Único momento de feedback positivo:</p><p>→ estradiol muito elevado no final da fase folicular → desencadeia o pico de LH → ovulação.</p><p>Se não houver gravidez (fim do ciclo)</p><p>- O corpo lúteo degenera por volta do 10.º–12.º dia após a ovulação → queda abrupta de progesterona e estradiol.</p><p>- A retirada do feedback negativo permite novo aumento de FSH → inicia-se o recrutamento de uma nova onda de folículos → começa um novo ciclo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-18 10:21:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Desenvolvimento embrionário de um pinto</title>
         <author>nunotabuas15811</author>
         <link>https://padlet.com/nunotabuas15811/dumjb3hjviy3oa85/wish/3688123194</link>
         <description><![CDATA[<p>Esta atividade laboratorial consistiu em observar mos como o embrião do pinto se desenvolve dentro do ovo, desde os primeiros dias até à formação das partes principais do corpo. </p><p>Eu com esta atividade laboratorial fiquei a compreender melhor o funcionamento de como um embrião cresce dentro de um ovo e ajudou me a perceber as diferentes fases de desenvolvimento de um novo ser vivo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-18 10:26:09 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>A estranha relação de amizade entre um predador e uma presa na Amazónia</title>
         <author>nunotabuas15811</author>
         <link>https://padlet.com/nunotabuas15811/dumjb3hjviy3oa85/wish/3688125389</link>
         <description><![CDATA[<p>A bióloga Isabel Damas, que trabalha na Universidade de Bielefeld (na Alemanha), mergulhou no interior da Amazónia peruana, acompanhada por outros quatro investigadores, com o objectivo de documentar em vídeo o comportamento de uma ave. Montaram uma câmara escondida atrás da sua tenda e, quando viram as gravações, ficaram surpreendidos. Nas imagens aparecem dois animais, predador e presa, a andarem estranhamente próximos, "como dois velhos amigos que caminham juntos", relata Isabel Damas. A raridade do acontecimento despertou a curiosidade da investigadora portuguesa, que decidiu procurar mais provas de tal relação.</p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.publico.pt/2025/11/08/ciencia/noticia/estranha-relacao-amizade-predador-presa-amazonia-2153724">https://www.publico.pt/2025/11/08/ciencia/noticia/estranha-relacao-amizade-predador-presa-amazonia-2153724</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-18 10:27:57 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Monte submarino no Atlântico é batizado por cientistas portugueses. </title>
         <author>nunotabuas15811</author>
         <link>https://padlet.com/nunotabuas15811/dumjb3hjviy3oa85/wish/3707199227</link>
         <description><![CDATA[<p>O relevo submarino situado no Nordeste do oceano Atlântico tinha sido documentado pela primeira vez em Julho de 2021, numa expedição em que participaram cientistas portugueses da Estrutura de Missão para a Extensão da Plataforma Continental (EMPEC). A equipa baptizou depois esta elevação montanhosa com o nome <em>Gloria</em>, que agora viu o reconhecimento oficial.<br><br><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.publico.pt/2025/12/02/ciencia/noticia/monte-submarino-atlantico-baptizado-cientistas-portugueses-2156177">https://www.publico.pt/2025/12/02/ciencia/noticia/monte-submarino-atlantico-baptizado-cientistas-portugueses-</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-02 17:11:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Análise genética detecta vestígios de populações de saramugo “recém-desaparecidas” em Portugal</title>
         <author>nunotabuas15811</author>
         <link>https://padlet.com/nunotabuas15811/dumjb3hjviy3oa85/wish/3707226047</link>
         <description><![CDATA[<p>O saramugo&nbsp;<em>(Anaecypris hispanica)</em>&nbsp;é uma das espécies piscícolas de água doce mais ameaçada na Península Ibérica.&nbsp;É&nbsp;um pequeno peixe que vive no máximo três anos e alimenta-se de pequenos insectos aquáticos e zooplâncton.<br>Uma investigação do Centro de Ciências do Mar e do Ambiente (MARE) detectou vestígios de cinco populações do peixe saramugo classificadas como "recém-desaparecidas".<br>Para chegar às conclusões agora divulgadas foi feito um estudo com uma técnica molecular suportada em ADN ambiental (vestígios de ADN na água resultantes de escamas, muco ou excreções), que mostra que as cinco populações de saramugo "recém-desaparecidas" afinal " ainda persistem nestes locais do Guadiana”.<br><br><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.publico.pt/2025/06/04/azul/noticia/analise-genetica-detecta-vestigios-populacoes-saramugo-recemdesaparecidas-portugal-2135470">https://www.publico.pt/2025/06/04/azul/noticia/analise-genetica-detecta-vestigios-populacoes-saramugo-recemdesaparecidas-portugal-2135470</a><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-02 17:31:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Nova espécie de bicho-de-conta descoberta por bióloga portuguesa</title>
         <author>nunotabuas15811</author>
         <link>https://padlet.com/nunotabuas15811/dumjb3hjviy3oa85/wish/3707262127</link>
         <description><![CDATA[<p>O novo bicho-de-conta, que tem cerca de um centímetro de comprimento e que se enrola formando uma bola, "é o que se chama um organismo críptico, que evita a superfície", explicou a cientista. Os bichos-de-conta têm "um papel ecológico muito importante, porque são grandes recicladores de matéria orgânica", explicou Rita Eusébio. "Consomem os produtos vegetais, os restos e os detritos que chegam a estes habitats e reciclam-nos".</p><p>A descoberta foi feita numa escavação a cerca de 60 centímetros da superfície. "Percebemos que é uma espécie nova porque, quando olhámos para o animal, vimos que tinha umas cristas muito pronunciadas em cada um dos segmentos do corpo, inexistentes nas outras espécies descritas para este género, o género <em>Eluma</em>, em Portugal", adiantou a bióloga que está a finalizar o doutoramento na Universidade de Lisboa.</p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.publico.pt/2025/10/16/azul/noticia/biologa-portuguesa-descobre-nova-especie-bichodeconta-2151073">https://www.publico.pt/2025/10/16/azul/noticia/biologa-portuguesa-descobre-nova-especie-bichodeconta-2151073</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-02 17:59:16 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Por que razão as lagartixas de três patas não têm menos probabilidades de sobreviver</title>
         <author>nunotabuas15811</author>
         <link>https://padlet.com/nunotabuas15811/dumjb3hjviy3oa85/wish/3707323074</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>ESTARÁ A SELECÇÃO NATURAL SEMPRE OMNIPRESENTE?</strong></p><p>Uma equipa de cientistas da Universidade de Chicago, estudou pormenorizadamente 58 espécies de lagartixas que tinham perdido algumas extremidades. O resultado lançou uma nova luz sobre um facto insólito: <strong>até que ponto a falta de uma extremidade pode ser um impedimento para algumas espécies</strong>.</p><p>Todos os indivíduos, concluíram os investigadores, seguiam o mesmo padrão: as suas extremidades sararam e eles estavam perfeitamente saudáveis. “Os dados mostram que <strong>a população de lagartixas com três ou menos patas consegue correr e a sua sobrevivência é comparável com a das lagartixas que têm as extremidades intactas</strong>”, afirmam os autores do estudo, que se interrogam: estará a selecção natural sempre omnipresente, como Darwin a imaginou?</p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.nationalgeographic.pt/mundo-animal/por-que-razao-lagartixas-tres-patas-nao-tem-menos-probabilidades-sobreviver_6650">https://www.nationalgeographic.pt/mundo-animal/por-que-razao-lagartixas-tres-patas-nao-tem-menos-probabilidades-sobreviver_6650</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-02 18:48:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ficha sobre a observação ao microscópio de ovários e testiculos</title>
         <author>nunotabuas15811</author>
         <link>https://padlet.com/nunotabuas15811/dumjb3hjviy3oa85/wish/3708412123</link>
         <description><![CDATA[<p>Esta ficha realizada por Nuno Tábuas e Maria Gonçalves teve como objetivo a observação ao microscópio de ovários e testículos.</p><p>Em primeiro lugar começamos por observar as amostras selecionadas ao microscópio que eram de testículo de porco e testículo humano e com forme as observámos a diferentes ampliações, tinhamos que as legendar.</p><p>Em segundo lugar observámos as estruturas resultantes da espermatogénese, esta que é responsável pelo processo de formação de espermatozoides, e legenda mos de novo.</p><p>Em terceiro lugar observámos os ovários humanos e os da coelha, com o objetivo de sabermos identificar os foliculos e as celulas presentes nas mesmas.</p><p>Com a realização desta ficha fiquei a perceber mais á cerca de ovários e testiculos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-03 10:47:33 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Trabalho sobre os métodos contraceptivos </title>
         <author>nunotabuas15811</author>
         <link>https://padlet.com/nunotabuas15811/dumjb3hjviy3oa85/wish/3708586065</link>
         <description><![CDATA[<p>Este trabalho foi realizado por o Rodrigo Rodrigues e Matilde Branco.</p><p>O trabalho consistiu sobre os métodos contraceptivos, o que são, a sua utilidade e exemplos de métodos contraceptivos.</p><p>O que são??</p><p>Um método contraceptivo é qualquer técnica, substância ou dispositivo usado para evitar a gravidez.</p><p>A sua utilidade??</p><p>Evitar a gravidez indesejada;</p><p>Evitar a transmissão de doenças sexualmente transmissíveis;</p><p>Tratamento e regulação hormonal;</p><p>Autonomia e saúde reprodutiva.</p><p>Exemplos de métodos contraceptivos:</p><p><strong>Métodos de barreira:</strong></p><ul><li><p>Preservativo masculino;</p></li><li><p>Preservativo feminino;</p></li><li><p>Diafragma.</p></li></ul><p><strong>Métodos hormonais:</strong></p><ul><li><p>Pílula anticoncepcional;</p></li><li><p>Adesivo hormonal;</p></li><li><p>Anel vaginal.</p></li></ul><p><strong>DIU (dispositivo intra-uterino):</strong></p><ul><li><p>DIU de cobre;</p></li><li><p>DIU hormonal.</p></li></ul><p><strong>Métodos comportamentais:</strong></p><ul><li><p>Coito interrompido.</p></li></ul><p><strong>Emergência:</strong></p><ul><li><p>Pílula do dia seguinte;</p></li><li><p>DIU de cobre (até 5 dias após).</p></li></ul><p>Com este trabalho fiquei a conhecer mais á cerca dos métodos contraceptivos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-03 13:24:08 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Pica-pau-malhado e Rato ruivo em exposição de fotografias na nossa escola</title>
         <author>nunotabuas15811</author>
         <link>https://padlet.com/nunotabuas15811/dumjb3hjviy3oa85/wish/3708685751</link>
         <description><![CDATA[<p>O pica-pau-malhado <strong><em>(Dendrocopos major) </em></strong>é o representante da família <em>Picidae</em>.</p><p>O nome científico da espécie decorre dos seus típicos hábitos: <em>Dendrocopos</em> é um termo que resulta dos vocábulos gregos <em>dendro</em> (árvore) e <em>kopos</em> (de <em>koptos</em> que significa golpear); o restritivo <em>major</em> alude ao facto de ser o maior dos representantes deste género.</p><p>Apesar do significado do género (“golpear as árvores”), os pica-paus desempenham um importante serviço de proteção pelo consumo de insetos que poderão constituir pragas florestais.</p><p>O Ratinho-ruivo <strong>(<em>Eliomys quercinus)</em></strong>, é um roedor encantador, com origem nos cantos pitorescos de Portugal. </p><p>Este pequeno mamífero habita maioritariamente em regiões com vegetação densa e variada, encontrando-se frequentemente em matagais, bosques e até mesmo jardins urbanos. O seu peso médio varia entre 40 a 80 gramas, tornando-o num habitante leve e ágil do mundo natural português.</p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://gulbenkian.pt/jardim/garden-avifauna/pica-pau-malhado-grande/">https://gulbenkian.pt/jardim/garden-avifauna/pica-pau-malhado-grande/</a></p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.mundodoanimal.pt/animais-selvagens/ratinho-ruivo-o-encantador-roedor-de-portugal/">https://www.mundodoanimal.pt/animais-selvagens/ratinho-ruivo-o-encantador-roedor-de-portugal/</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-03 14:32:34 UTC</pubDate>
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         <title>Observação de um testiculo humano</title>
         <author>nunotabuas15811</author>
         <link>https://padlet.com/nunotabuas15811/dumjb3hjviy3oa85/wish/3708755459</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-12-03 15:17:38 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Observação dos ovários de uma coelha</title>
         <author>nunotabuas15811</author>
         <link>https://padlet.com/nunotabuas15811/dumjb3hjviy3oa85/wish/3708761103</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-12-03 15:21:01 UTC</pubDate>
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         <title>Observação de um testículo de um coelho</title>
         <author>nunotabuas15811</author>
         <link>https://padlet.com/nunotabuas15811/dumjb3hjviy3oa85/wish/3708763947</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-12-03 15:22:48 UTC</pubDate>
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         <title>Video sobre o pica-pau-malhado</title>
         <author>nunotabuas15811</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-12-03 15:32:28 UTC</pubDate>
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         <title>Espermatogénese</title>
         <author>nunotabuas15811</author>
         <link>https://padlet.com/nunotabuas15811/dumjb3hjviy3oa85/wish/3708788312</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-12-03 15:35:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Trabalho sobre os ovários poliquisticos  e Endometriose</title>
         <author>nunotabuas15811</author>
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         <description><![CDATA[<p>A maquete representa os ovários poliquisticos e o jogo a endometriose.</p><p><br></p><p>A maquete consistiu em percebermos o que é um ovário poliquistico, para que serve, e as suas caracteristicas.</p><p>O jogo consistia em um tradicional jogo de tabuleiro mas com perguntas á cerca da endometriose, onde com a realização deste jogo ganhei mais conhecimentos á cerca da endometriose.</p><p><br></p><p>Esta atividade foi realizada pelas minhas colegas Maria Rodrigues e Talulla Reis.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-03 15:42:55 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Desenvolvimento embrionário de uma galinha</title>
         <author>nunotabuas15811</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-12-03 15:44:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Serpentes perderam “hormona da fome” e tornaram-se especialistas em jejum</title>
         <author>nunotabuas15811</author>
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         <description><![CDATA[<p>Um estudo mostrou que as serpentes perderam ao longo da sua evolução, o gene responsável pela produção da hormona Grelina, esta é uma hormona que é produzida principalmente no estômago que tem como principal função estimular a fome. Sem esta hormona, as serpentes desenvolveram adaptações metabólicas que lhes permitem suportar longos períodos sem se alimentarem, podendo sobreviver meses em jejum.</p><p>Esta descoberta ajuda a compreender como a evolução pode levar à perda de certos genes, permitindo o desenvolvimento de novas adaptações que ajudam os organismos a sobreviver em ambientes com pouca disponibilidade de alimento.</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.publico.pt/2026/03/09/ciencia/noticia/serpentes-perderam-hormona-fome-tornaramse-especialistas-jejum-2166722">https://www.publico.pt/2026/03/09/ciencia/noticia/serpentes-perderam-hormona-fome-tornaramse-especialistas-jejum-2166722</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-03-16 16:10:59 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Cientistas do Porto descobrem pequeno código que controla genes e influencia cancro</title>
         <author>nunotabuas15811</author>
         <link>https://padlet.com/nunotabuas15811/dumjb3hjviy3oa85/wish/3827386610</link>
         <description><![CDATA[<p>Um grupo de cientistas do Instituto de Investigação e Inovação em Saúde (i3S), da Universidade do Porto, descobriram um “código molecular” que ajuda a controlar a atividade dos genes, regulando a expressão génica nas células.</p><p>Os investigadores verificaram que as alterações nesse mecanismo podem provocar erros no funcionamento celular, afetando processos como a divisão celular (processo pelo qual uma célula se divide para formar novas células, através de dois processos: meiose e mitose). Estes erros podem contribuir para o desenvolvimento de doenças como o cancro.</p><p>Esta descoberta é importante porque ajuda a compreender melhor como os genes são regulados e poderá contribuir para o desenvolvimento de novas estratégias de diagnóstico ou tratamento do cancro no futuro.</p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.publico.pt/2026/02/22/ciencia/noticia/cientistas-porto-descobrem-codigo-controla-genes-influencia-cancro-2163984">https://www.publico.pt/2026/02/22/ciencia/noticia/cientistas-porto-descobrem-codigo-controla-genes-influencia-cancro-2163984</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-03-16 16:36:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Trabalho sobre a impressão digital genética, questões éticas e oncogenes</title>
         <author>nunotabuas15811</author>
         <link>https://padlet.com/nunotabuas15811/dumjb3hjviy3oa85/wish/3827407403</link>
         <description><![CDATA[<p>Este trabalho foi realizado por o Nuno Tábuas e Maria Gonçalves.</p><p>O trabalho consistiu em sabermos um pouco mais a fundo à cerca da impressão digital genética, os oncogenes, as questões éticas da informação genética e a relação destes conceitos com o cancro.</p><p>Com a observação deste trabalho concluí que:</p><p>A impressão digital genética é uma técnica que analisa partes específicas do DNA para identificar pessoas, sendo usada na investigação criminal, identificação de indivíduos e testes de parentesco.</p><p>Os oncogenes são formas mutadas ou ativadas de genes normais que, quando alterados, promovem a divisão celular descontrolada, originando por exemplo o cancro.</p><p>O uso de informação genética levanta questões éticas, como a proteção da privacidade e o risco de discriminação genética. </p><p>O cancro resulta de alterações no DNA e pode ser influenciado por fatores genéticos e de estilos de vida, sendo importante a prevenção, deteção precoce e tratamento.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-03-16 16:55:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Observação de Drosophilas Melanogaster (mosca-da-fruta) Fêmeas de olhos vermelhos</title>
         <author>nunotabuas15811</author>
         <link>https://padlet.com/nunotabuas15811/dumjb3hjviy3oa85/wish/3827415260</link>
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         <pubDate>2026-03-16 17:02:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Observação de Drosophilas Melanogaster (mosca-da-fruta) Machos de olhos brancos</title>
         <author>nunotabuas15811</author>
         <link>https://padlet.com/nunotabuas15811/dumjb3hjviy3oa85/wish/3827416135</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2026-03-16 17:03:11 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Dança dos cromossomas para explicar as mutações cromossómicas numéricas</title>
         <author>nunotabuas15811</author>
         <link>https://padlet.com/nunotabuas15811/dumjb3hjviy3oa85/wish/3827418429</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2026-03-16 17:04:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Drosophilas Melanogaster (moscas-da-fruta) </title>
         <author>nunotabuas15811</author>
         <link>https://padlet.com/nunotabuas15811/dumjb3hjviy3oa85/wish/3827428031</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2026-03-16 17:13:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Trabalho sobre as Drosophilas Melanogaster</title>
         <author>nunotabuas15811</author>
         <link>https://padlet.com/nunotabuas15811/dumjb3hjviy3oa85/wish/3827583559</link>
         <description><![CDATA[<p>Este trabalho foi realizado por Tallula Reis e Maria Rodrigues.</p><p>O trabalho consistiu em estudarmos a hereditariedade e a reprodução, através da experiência de Thomas Hunt Morgan.</p><p>As Drosophilas tornaram se um organismo modelo porque tem um ciclo de vida muito curto, reproduzem se rapidamente e possuem apenas quatro pares de cromossomas, e por terem genes semelhantes aos dos seres humanos o que facilita os estudos.</p><p>Começámos por cruzar fêmeas de olhos brancos com machos de olhos vermelhos, cruzamento direto.</p><p>Depois se realizarmos o cruzamento direto, realizamos o cruzamento recíproco, ou seja, cruzamos fêmeas de olhos vermelhos com machos de olhos brancos.</p><p>Ao longo do trabalho aprendemos também a diferenciar os sexos:</p><p>Os machos apresentam uma mancha preta na extremidade do abdómen e um pente sexual, enquanto as fêmeas apresentam o abdómen listado.</p><p>Nas ultimas três fotografias temos uma ficha que nos foi disponibilizada por as alunas que realizaram o trabalho.</p><p>Esta ficha consiste num mapa onde fomos apontando ao longo da experiência os resultados obtidos tanto no cruzamento direto como no cruzamento recíproco.</p><p>Com a realização desta experiência consegui concluir que o fenótipo das gerações filiais é influenciado pelo sexo dos progenitores.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-03-16 20:07:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A primavera está a chegar!! 🌸</title>
         <author>nunotabuas15811</author>
         <link>https://padlet.com/nunotabuas15811/dumjb3hjviy3oa85/wish/3828549031</link>
         <description><![CDATA[<p>Com a aproximação da primavera, observam-se alterações significativas nos ecossistemas, estas resultam principalmente do aumento da duração do dia e da subida gradual das temperaturas. Estas mudanças trazem com elas:</p><p>As plantas e as flores que na primavera começam o reinício do crescimento ativo após o período de dormência do inverno. O aumento da luz e da temperatura estimula a produção de hormonas vegetais, como as auxinas e giberelinas, que promovem o alongamento celular e o desenvolvimento de novas folhas e flores. </p><p>Exemplos de plantas e flores:</p><p>- Girassol;</p><p>- Rosa;</p><p>- Alfazema;</p><p>- Sálvia.</p><p>Nos animais, a primavera está frequentemente associada ao início da época reprodutiva. Muitas espécies sincronizam os seus ciclos reprodutivos com esta estação, garantindo melhores condições para a sobrevivência das crias. As aves migradoras regressam às áreas de nidificação, enquanto diversos insetos aumentam a sua atividade, contribuindo para processos ecológicos como a polinização.</p><p>Exemplos de animais:</p><p>- Beija-flores;</p><p>- Andorinhas;</p><p>- Abelhas;</p><p>- Esquilos;</p><p>- Sapos.</p><p><br/></p><p>A primavera regressa como um sopro de renovação, despertando com ela a vida adormecida e pintando o mundo com novas cores, aromas. 🌸</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-03-17 10:26:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Imunidade</title>
         <author>nunotabuas15811</author>
         <link>https://padlet.com/nunotabuas15811/dumjb3hjviy3oa85/wish/3828605496</link>
         <description><![CDATA[<p>Este trabalho foi realizado por Ana Gonçalves, Raisson Lima e Jahnavi Unnit.</p><p>O trabalho consistiu em estudarmos a Imunidade, mais concretamente a imunidade passiva e ativa.</p><p>A imunidade passiva é um tipo de defesa do organismo em que os anticorpos são obtidos a partir de uma fonte externa, não sendo produzidos pelo próprio sistema imunitário. Pode ocorrer de forma natural, como na transferência de anticorpos da mãe para o bebé durante a gestação ou através do leite materno, ou de forma artificial, através da administração de soros ou imunoglobulinas.</p><p>A imunidade ativa é um tipo de defesa em que o próprio organismo produz anticorpos após entrar em contacto com um antigénio. Pode ser natural, quando o organismo entra em contacto com o agente patogénico, por exemplo, uma infeção, ou artificial, através da vacinação, em que são introduzidos antigénios inofensivos que estimulam a resposta imunitária.</p><p>Com a realização deste trabalho consegui concluir que ambas desempenham papéis importantes no sistema imunitário, contribuindo para a manutenção da saúde e para a capacidade do organismo de responder eficazmente a infeções ao longo do tempo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-03-17 11:19:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Coalas estão a recuperar de um passado que quase os condenou à extinção</title>
         <author>nunotabuas15811</author>
         <link>https://padlet.com/nunotabuas15811/dumjb3hjviy3oa85/wish/3828615947</link>
         <description><![CDATA[<p>Um estudo recente baseado na análise do DNA revelou que os coalas estão a recuperar de um período, em que a sua população diminuiu drasticamente. Apesar desta diminuição, verificou-se que conseguiram manter níveis importantes de diversidade genética, fator essencial para a sobrevivência e adaptação das espécies.</p><p>A diversidade genética permite uma maior resistência a doenças e a mudanças ambientais, contribuindo para a recuperação das populações ao longo do tempo. Este caso demonstra a capacidade de resiliência dos seres vivos após eventos que reduzem significativamente o seu número.</p><p>No entanto, os coalas continuam ameaçados por fatores atuais, como a destruição dos seus habitats, os incêndios florestais e as alterações climáticas. Assim, apesar dos sinais positivos, a conservação da espécie continua a ser fundamental para garantir a sua sobrevivência futura.</p><p><br></p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.nationalgeographic.pt/mundo-animal/adn-demonstra-que-coalas-estao-recuperar-passado-critico-que-quase-condenou-extincao_6926">https://www.nationalgeographic.pt/mundo-animal/adn-demonstra-que-coalas-estao-recuperar-passado-critico-que-quase-condenou-extincao_6926</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-03-17 11:28:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Imunidade passiva e ativa (resumo)</title>
         <author>nunotabuas15811</author>
         <link>https://padlet.com/nunotabuas15811/dumjb3hjviy3oa85/wish/3828625148</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?pdlt=1&amp;v=2NrVk9CSZnM" />
         <pubDate>2026-03-17 11:37:26 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Kit Imunogénius</title>
         <author>nunotabuas15811</author>
         <link>https://padlet.com/nunotabuas15811/dumjb3hjviy3oa85/wish/3832378107</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/aLMwJLjRAjc?si=TVQvWCqrCTLhFBOt" />
         <pubDate>2026-03-19 17:44:29 UTC</pubDate>
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         <title>Novo estudo quantifica limites da re-clonagem de mamíferos</title>
         <author>nunotabuas15811</author>
         <link>https://padlet.com/nunotabuas15811/dumjb3hjviy3oa85/wish/3927128853</link>
         <description><![CDATA[<p>Um novo estudo científico revelou que a re-clonagem de mamíferos apresenta vários limites biológicos e torna-se menos eficaz ao longo das gerações. </p><p>A investigação analisou animais clonados a partir de outros clones e concluiu que, com cada nova clonagem, aumentam os problemas genéticos e de desenvolvimento. </p><p>Entre as dificuldades observadas estão alterações no crescimento, maior probabilidade de doenças e menor taxa de sobrevivência dos embriões.</p><p>Os cientistas explicam que estes problemas estão relacionados com alterações no ADN e no funcionamento das células durante o processo de clonagem. Embora a clonagem permita criar organismos geneticamente semelhantes, o processo não reproduz perfeitamente todas as características biológicas do animal original.</p><p>Este estudo é importante porque mostra que a clonagem de mamíferos ainda apresenta muitas limitações científicas e éticas. Além disso, ajuda a compreender melhor o funcionamento das células e do material genético, contribuindo para futuras investigações nas áreas da genética, medicina e conservação de espécies.</p><p><br></p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.nationalgeographic.pt/ciencia/novo-estudo-aponta-limites-re-clonagem-mamiferos_7121">https://www.nationalgeographic.pt/ciencia/novo-estudo-aponta-limites-re-clonagem-mamiferos_7121</a></p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.nationalgeographic.pt/ciencia/novo-estudo-aponta-limites-re-clonagem-mamiferos_7121" />
         <pubDate>2026-05-23 16:03:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Este peixe está a clonar-se há 100.000 anos e os cientistas acabam de perceber como</title>
         <author>nunotabuas15811</author>
         <link>https://padlet.com/nunotabuas15811/dumjb3hjviy3oa85/wish/3927130327</link>
         <description><![CDATA[<p>Um estudo recente revelou como a molly amazónica, um pequeno peixe de água doce, consegue sobreviver há cerca de 100 mil anos através da clonagem. Esta espécie é formada apenas por fêmeas e reproduz-se de forma assexuada, originando descendentes geneticamente muito semelhantes a si próprias.</p><p>Os cientistas sempre consideraram este caso um “paradoxo evolutivo”, porque a reprodução sexuada é normalmente importante para garantir diversidade genética e reduzir o risco de extinção. Sem mistura genética, seria esperado que as mutações prejudiciais se acumulassem ao longo do tempo.</p><p>No entanto, os investigadores descobriram que estas mollys possuem um mecanismo especial chamado “conversão genética”. Este processo permite corrigir ou eliminar algumas mutações no ADN, funcionando de forma semelhante à troca de genes que acontece na reprodução sexuada. Graças a este mecanismo, a espécie consegue manter-se saudável e sobreviver durante milhares de anos.</p><p>Esta descoberta é importante para a Biologia porque ajuda os cientistas a compreender melhor a genética, a evolução das espécies e os mecanismos de reparação do ADN. Além disso, os conhecimentos obtidos poderão futuramente contribuir para avanços na medicina e no estudo de doenças relacionadas com alterações genéticas.</p><p><br></p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.nationalgeographic.pt/mundo-animal/este-peixe-esta-clonar-se-ha-100000-anos-cientistas-acabam-perceber-como_6954">https://www.nationalgeographic.pt/mundo-animal/este-peixe-esta-clonar-se-ha-100000-anos-cientistas-acabam-perceber-como_6954</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-23 16:06:11 UTC</pubDate>
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         <title>Os homens de Neandertal eram os Romeus do mundo pré-histórico?</title>
         <author>nunotabuas15811</author>
         <link>https://padlet.com/nunotabuas15811/dumjb3hjviy3oa85/wish/3927131014</link>
         <description><![CDATA[<p>Um estudo recente sobre os Neandertais revelou que os cruzamentos entre esta espécie humana e os primeiros <em>Homo sapiens</em> aconteceram principalmente entre homens Neandertais e mulheres humanas modernas. Os cientistas chegaram a esta conclusão através da análise do ADN presente nos cromossomas humanos atuais.</p><p>Os investigadores descobriram que existe muito pouco ADN Neandertal no cromossoma X dos humanos modernos. Isso sugere que os descendentes resultavam mais frequentemente de relações entre homens Neandertais e mulheres <em>Homo sapiens</em>. Segundo os cientistas, este padrão pode indicar uma preferência social ou afetiva entre os dois grupos humanos pré-históricos.</p><p>Os Neandertais viveram na Europa e em partes da Ásia há milhares de anos e eram uma espécie muito próxima do ser humano atual. Estudos anteriores já tinham demonstrado que houve cruzamentos entre ambas as espécies, razão pela qual muitas pessoas atualmente possuem cerca de 1% a 2% de ADN Neandertal.</p><p>Esta investigação é importante para a Biologia e para a compreensão da evolução humana, porque ajuda os cientistas a perceber melhor como ocorreu a mistura genética entre diferentes espécies humanas. Além disso, mostra que os Neandertais não eram seres “primitivos”, mas sim populações com comportamentos sociais complexos e semelhantes aos dos humanos modernos.</p><p><br></p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.nationalgeographic.pt/historia/homens-neandertal-eram-romeus-mundo-pre-historico_6911">https://www.nationalgeographic.pt/historia/homens-neandertal-eram-romeus-mundo-pre-historico_6911</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-23 16:08:09 UTC</pubDate>
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         <title>Biotecnologia no controlo de pragas 🐛</title>
         <author>nunotabuas15811</author>
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         <description><![CDATA[<p>Este trabalho foi realizado por Ana Gonçalves e Iris Almeida.</p><p>O trabalho consistiu em estudarmos a biotecnologia no controlo de pragas.</p><p>A biotecnologia aplicada ao controlo de pragas consiste na utilização de organismos vivos ou de técnicas científicas para proteger as culturas agrícolas de insetos, fungos e outras pragas. Esta área da biologia permite reduzir o uso de pesticidas químicos, tornando a agricultura mais sustentável e menos prejudicial para o ambiente.</p><p>A biotecnologia apresenta várias vantagens, como o aumento da produtividade agrícola, a diminuição da poluição e a proteção das culturas. No entanto, também existem alguns riscos, como o desenvolvimento de resistência por parte das pragas e possíveis impactos nos ecossistemas.</p><p>As mesmas no trabalho abordaram também três tipos de técnicas :</p><p><br></p><ul><li><p><strong>Organismos geneticamente modificados (OGM)</strong> - Os organismos geneticamente modificados são seres vivos cujo ADN é alterado em laboratório para obter características específicas, como resistência a pragas ou maior produtividade.</p></li><li><p><strong>Técnica do inseto estéril </strong>- A técnica do inseto estéril consiste na libertação de insetos machos esterilizados para reduzir a reprodução das pragas. Quando acasalam com as fêmeas, não produzem descendência, diminuindo assim a população de insetos prejudiciais.</p></li><li><p><strong>RNA de Interferência (RNAi) - </strong>O RNA de interferência é uma técnica biotecnológica que permite bloquear a produção de certas proteínas nas células. No controlo de pragas, esta tecnologia é usada para impedir o funcionamento de genes essenciais à sobrevivência dos insetos, ajudando a reduzir as populações de pragas agrícolas de forma mais específica e sustentável.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-23 16:24:42 UTC</pubDate>
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         <title>Estudo da hereditaridade na familia 👨‍👩‍👦</title>
         <author>nunotabuas15811</author>
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         <description><![CDATA[<p>Este trabalho foi realizado por Isaulena Silva e Liana Santos.</p><p>Este trabalho consistiu na pesquisa sobre a hereditariedade, sendo as características avaliadas a capacidade de enrolar a língua e a mão dominante.</p><p>A hereditariedade é o processo através do qual as características dos seres vivos são transmitidas dos pais para os filhos através dos genes. </p><p>Essas informações genéticas estão presentes no DNA, a mesma é fundamental para a diversidade e continuidade das espécies.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-23 16:32:52 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>nunotabuas15811</author>
         <link>https://padlet.com/nunotabuas15811/dumjb3hjviy3oa85/wish/3927143709</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2026-05-23 16:39:34 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>nunotabuas15811</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2026-05-23 16:40:24 UTC</pubDate>
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         <title>Observação de uma amostra de sangue humano 🩸</title>
         <author>nunotabuas15811</author>
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         <pubDate>2026-05-23 16:42:29 UTC</pubDate>
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         <title>Tipos sanguíneos 🩸</title>
         <author>nunotabuas15811</author>
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         <pubDate>2026-05-23 16:59:27 UTC</pubDate>
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         <title>Plantação de uma macieira na escola 🍏</title>
         <author>nunotabuas15811</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2026-05-23 17:04:53 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Tipo Sanguíneo 🩸</title>
         <author>nunotabuas15811</author>
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         <description><![CDATA[<p>Este trabalho foi realizado por Santiago Redondo e Tomás Miguel</p><p>Este trabalho consistiu em descobrirmos o tipo de sangue do individuo que fez o teste que neste caso foi o nosso colega Rodrigo Miranda.</p><p><br></p><p>Em cada círculo foi colocado uma amostra de  sangue misturado com diferentes anticorpos:</p><ul><li><p><strong>Anti-A</strong> → deteta o antigénio A</p></li><li><p><strong>Anti-B</strong> → deteta o antigénio B</p></li><li><p><strong>Anti-A/B</strong> → confirma a presença de A ou B</p></li><li><p><strong>Anti-D</strong> → deteta o fator Rh</p></li><li><p><strong>Control</strong> → serve de controlo para validar o teste</p></li></ul><p>Quando ocorre aglutinação (aspeto mais escuro/granulado), significa que o antigénio correspondente está presente no sangue.</p><p><br></p><p>Resultado:</p><ul><li><p>No <strong>Anti-A</strong> observa-se reação → existe antigénio A</p></li><li><p>No <strong>Anti-B</strong> não há reação → não existe antigénio B</p></li><li><p>No <strong>Anti-D</strong> há reação → o fator Rh está presente</p></li></ul><p>Com isto podemos concluir que o grupo sanguíneo mostrado na imagem é A+</p><p><br></p><p>Com a realização desta experiência consegui concluir que os grupos sanguíneos são determinados geneticamente e fazem parte da hereditariedade, o sistema ABO depende da presença dos antigénios A e B nos glóbulos vermelhos, enquanto o fator Rh indica a presença ou ausência do antigénio D. </p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-23 17:11:26 UTC</pubDate>
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         <title>A importância do controlo de pragas 🐛</title>
         <author>nunotabuas15811</author>
         <link>https://padlet.com/nunotabuas15811/dumjb3hjviy3oa85/wish/3927156293</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2026-05-23 17:18:04 UTC</pubDate>
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