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      <title>Atenção primária e saúde mental by Juliana Santos</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-03-18 18:18:31 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>O estudo trata do atendimento oferecido às pessoas com transtorno mental, pela equipe de saúde multiprofissional, em uma unidade básica de saúde (UBS) de Juiz de Fora, Minas Gerais, Brasil, no período pré-reforma psiquiátrica, quando o processo de desospitalização começava a ganhar força no país.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-03-18 18:28:10 UTC</pubDate>
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         <title>PNSM</title>
         <author>marconefn</author>
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         <description><![CDATA[<div>Instituída em 2001 pela Lei 10.216/2001</div>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-18 18:29:00 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Reforma psiquiátrica brasileira foi legalmente aprovada em 2001.</p><p>Em 1987 surgiu o Sistema Único de Saúde (SUS), regulamentado pela Lei Orgânica da Saúde n°8.080/90, investiu em propostas para a reformulação da assistência psiquiátrica, agregando movimentos a favor da desospitalização e desinstitucionalização das pessoas com transtorno mental5,6 cujas estratégias de tratamento encontravam-se centradas exclusivamente no hospital psiquiátrico e em alternativas pontuais de tratamento extra-hospitalar</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-18 18:31:15 UTC</pubDate>
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         <title>RAPS</title>
         <author>marconefn</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Formalizada em 2011 pela portaria 3.088</strong> com a finalidade de instrumentalizar e nortear as diretrizes, estratégias e princípios da política e melhorar a assistência cotidiana às pessoas em sofrimento psíquico.</div>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-18 18:35:21 UTC</pubDate>
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         <title>As redes na organização dos serviços de saúde</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/julisanto27/ducz1frmzit0xeq7/wish/2923742595</link>
         <description><![CDATA[<p>Com a abertura do Sistema Único de Saúde (SUS), fundado nos anos 1980/90, um tema sempre presente na agenda dos gestores e formuladores das políticas de saúde é a constituição de redes assistenciais.</p><p>O pressuposto é que não há um equipamento ou mesmo equipe de saúde considerado autossuficiente na produção do cuidado. <strong>Pela alta complexidade</strong> dos problemas de saúde, geralmente envolvendo vários campos de saber, <strong>pela interdisciplinaridade</strong> inerente às questões da saúde, e <strong>multiplicidade</strong> de atores sociais implicados com a gestão e o cuidado, as redes se tornam uma prerrogativa para seu funcionamento, sendo portanto inerentes ao trabalho voltado ao cuidado em saúde. É esta discussão que o presente artigo propõe como contribuição ao debate sobre o tema.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-18 18:35:58 UTC</pubDate>
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         <title>Organização dos serviços de saúde mental</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Um dos dispositivos estratégicos mais eficientes para a superação do modelo manicomial são os Centros de Atenção Psicossocial. Por serem comunitários, esses serviços estão inseridos em determinada cultura, num território definido, com dificuldades, problemas e potencialidades. Onde as crises precisam ser enfrentadas, crises oriundas de uma teia complexa de aspectos individuais, familiares e sociais. São serviços destinados a articular 257 as ações de saúde mental em rede e junto à atenção básica (Programa Saúde da</p><p>Família – PSF), ambulatórios, leitos de internação em hospitais gerais e ações de</p><p>suporte e reabilitação psicossocial. </p><p>Os Caps tem uma lógica da hierarquização e se organizam agregando os diferentes níveis de atenção à saúde em uma só unidade. Fazem surgir importantes questões na própria organização do SUS. Prestam atendimento especializado dos casos de transtornos mentais e são responsáveis pelo acompanhamento dos pacientes nas unidades de internação nos hospitais gerais.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-18 18:40:25 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/julisanto27/ducz1frmzit0xeq7/wish/2923748600</link>
         <description><![CDATA[<p>O objetivo deste estudo foi analisar a atenção em saúde mental na atenção primária à saúde em um município mineiro, na década de 1980, tendo como recorte espacial a UBS da região oeste de Juiz de Fora, tornada porta de entrada para o atendimento em saúde mental quando foi iniciada a desospitalização das pessoas cuja internação não se justificava. </p><p>Um dos princípios da reforma psiquiátrica é a desinstitucionalização, pressupondo a manutenção do portador do transtorno mental em seu território, ou seja, no seu cotidiano de relações sociais, e nessa perspectiva está contida a atenção à saúde contemplada pela atenção primária.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-18 18:40:38 UTC</pubDate>
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         <title>Objetivo</title>
         <author>marconefn</author>
         <link>https://padlet.com/julisanto27/ducz1frmzit0xeq7/wish/2923749840</link>
         <description><![CDATA[<div>Identificar as práticas de saúde mental, entre os membros das equipes da Estratégia de Saúde da Família do município de Maceió/AL considerando a responsabilidade da Estratégia de Saúde da Família no atendimento às pessoas em sofrimento psíquico e as determinações ministeriais para com os profissionais em relação ao cuidado de saúde mental.</div>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-18 18:41:31 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/julisanto27/ducz1frmzit0xeq7/wish/2923758073</link>
         <description><![CDATA[<p>Pesquisa de natureza qualitativa desenvolvida na perspectiva da história do tempo presente.12 O recorte temporal inicia-se no ano de 1980.</p><p>Os dados que constituem este artigo foram provenientes de fontes orais e escritas, sendo as escritas: discursos e artigos publicados em jornais de grande circulação na cidade de Juiz de Fora, na revista do Hospital Universitário da cidade e Revista do Instituto Histórico e Geográfico de Juiz de Fora, bem como os relatórios das Conferências de Saúde Mental.</p><p>As fontes orais foram coletadas no período de maio a julho de 2016, utilizando-se a técnica da história oral temática (HTO).A rede constituiu-se de seis participantes que experienciaram o atendimento prestado na UBS no período estudado: uma enfermeira, uma auxiliar de Enfermagem, uma assistente social e três médicos. Na HTO não é o número de entrevistados que determina a qualidade dos dados, e sim sua memória para registrar, a partir de lembranças, os fatos ocorridos.</p><p>A classificação e contextualização dos dados viabilizaram a discussão dos resultados, que foram triangulados à luz dos conceitos de <strong>desospitalização, desinstitucionalização, reabilitação psicossocial e cidadania.</strong></p><p>Compreende-se como <strong>desospitalização</strong> a retirada da pessoa com transtorno mental do hospital psiquiátrico pela alta, que encerra uma internação.Quanto à <strong>desinstitucionalização</strong>, em saúde mental, esta não é ato isolado, estando em fielmente associada ao reconhecimento do processo e acolhimento do usuário pela sociedade e pelos serviços de saúde, entre eles a atenção básica.</p><p>Quanto ao <strong>processo de reabilitação psicossocial</strong> consiste na reconstrução do indivíduo, no tocante ao exercício pleno da cidadania, que implica a contratualidade entre indivíduo, rede social e ambiente, cenários estes que permitem as atuações de todos os indivíduos. Trata-se de um conjunto de ações que se destinam ao aumento das habilidades humanas, gerando, consequentemente, a minimização dos efeitos da desabilitação, deficiência e danos causados pela doença.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-18 18:47:28 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/julisanto27/ducz1frmzit0xeq7/wish/2923758160</link>
         <description><![CDATA[<p>Trata-se de estudo do tipo qualitativo, com finalidade de compreensão do conhecimento, buscando o sentido e o significado do fenômeno. Foi desenvolvido na Rede de Atenção Integral à Saúde Mental do município de Sobral-CE, de uma população de 175.814 habitantes, subdivididos na sede (composta por bairros) e em distritos. </p><p>Em relação aos usuários e familiares, utilizou-se como critério de inclusão</p><p>para a entrevista aqueles que receberam cuidados de saúde mental nos mais diferentes níveis de atenção na rede, no intuito de observar de que maneira são implementadas essas ações do ponto de vista dos usuários e familiares. E como critério de exclusão, não se entrevistaram usuários internados na Unidade Psiquiátrica do Hospital Geral ou com dificuldades emocionais e cognitivas que impossibilitam sua participação.</p><p>Como técnicas e instrumentos de coleta de dados, optou-se a entrevista semiestruturada e a observação sistemática. O projeto foi submetido à análise do Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Estadual do Ceará (UECE) e aprovado. </p><p><br></p><p><strong>Porta de entrada</strong></p><p>Em Sobral, os serviços de saúde mental de possuem múltiplas “portas de entrada”.</p><p>No Caps-Geral há uma demanda organizada, com os encaminhamentos feitos a partir do apoio matricial ocorrido nas unidades de saúde da família, nível primário de atenção à saúde.</p><p>Cabe-lhe também promover apoio especializado aos serviços de atenção primária à saúde, possibilitando ampliar conhecimentos em abordagem, cuidados e encaminhamentos dos casos de transtornos mentais. </p><p><br></p><p>O fluxo de organização do Caps-Geral se dá também de maneira hierarquizada, por meio de uma demanda organizada que parte da atenção primária e chega até o serviço especializado, por meio da referência e da contrarreferência. </p><p>Nos finais de semana, os casos de urgência ou emergência em saúde mental são referenciados à Unidade de Internação Psiquiátrica em Hospital Geral (UIPHG), avaliados pelo plantonista clínico e depois submetidos a uma avaliação psiquiátrica. Assim, a população pode ser assistida, principalmente durante os fins de semana, quando os serviços de referência secundária Caps estão fechados.</p><p><br></p><p>A organização dos serviços de saúde mental de Sobral se aproxima de um tipo em que há espaços para a constituição de redes mediante de conexões e fluxos produzidos pelos próprios trabalhadores, no cuidado cotidiano, e dentro de um critério de liberdade que constitui o trabalho vivo em ato. No entanto, como é preciso reconhecer, há vários tipos de redes presentes no serviço, ao mesmo tempo. Esta multiplicidade é própria da saúde, desde que analisada com foco na micropolítica do trabalho das equipes.</p><p><br></p><p>Conforme o estudo demonstrou, os serviços de saúde mental em Sobral convivem com diferentes arranjos em rede. Ao se tomar como foco a micropolítica do processo de trabalho, na produção do cuidado, percebe-se o convívio de modos mais formais e burocráticos de ação, atividades que se parecem com a ideia de sistema em círculo, e redes construídas em ato, pela força e liberdade do trabalho vivo, buscando cumprir o projeto terapêutico na sua singularidade. Estas últimas, as redes rizomáticas, têm se constituído no cotidiano das práticas das equipes de trabalhadores de saúde mental, conforme mostra o estudo, embora se possa identificar a presença das demais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-18 18:47:32 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>valeriargmed</author>
         <link>https://padlet.com/julisanto27/ducz1frmzit0xeq7/wish/2923770122</link>
         <description><![CDATA[<p>A promoção de saúde mental tem sua <strong>importância</strong> comprovada no <strong>âmbito da APS</strong>, visto que ela é a porta de entrada para o início do cuidado em saúde mental.</p><p><br/></p><p>Portanto, a <strong>promoção da saúde mental</strong>, em sua definição mais ampla, proporciona à população sanidade e <strong>habilidades para lidar com as adversidades da vida de forma positiva</strong>. </p><p><br/></p><p>A promoção da saúde mental na atenção básica deve ser mediada por <strong>médico psiquiatra</strong> e <strong>enfermeira especialista, </strong>realizando <strong>consultas de rastreamento de transtornos, </strong>tanto dos pacientes em acompanhamento psicológico, quanto dos pacientes de demanda espontânea. Além do <strong>acolhimento adequado</strong> que não corresponde somente a uma etapa inicial do atendimento, mas deve estar presente ao longo de <strong>todo o processo de atenção à saúde</strong>. Isso implica que a Atenção Primária se responsabilize pelo <strong>acompanhamento contínuo dos usuários e suas demandas</strong>, mesmo que se verifique a necessidade de encaminhamento. Havendo uma boa articulação entre todas as instâncias da rede a fim de efetivar o <strong>cuidado integral.</strong></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-18 18:56:56 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/julisanto27/ducz1frmzit0xeq7/wish/2923774414</link>
         <description><![CDATA[<p><br>&nbsp; - O movimento da Reforma Psiquiátrica no Brasil desde a década de 1980.<br>&nbsp; - A Lei n. 10.216 de 2001 e a Portaria n. 3.088 de 2011 como marcos.<br>&nbsp; - A importância da interprofissionalidade na promoção do cuidado integral em saúde mental.</p><p>- Desafios na formação profissional em saúde:<br>&nbsp; - Influência do modelo positivista na formação de profissionais de saúde no Brasil.<br>&nbsp; - Fragmentação do conhecimento e falta de alinhamento com as demandas da assistência.<br><br>- Benefícios da Educação Interprofissional (EIP) em saúde mental:<br>&nbsp; - Melhoria na colaboração e na qualidade dos serviços de saúde.<br>&nbsp; - Necessidade de metodologias que valorizem a colaboração e promovam uma cultura de formação e trabalho centrada no usuário.<br><br>- Experiências de implementação da EIP em saúde mental:<br>&nbsp; - Contribuições do Programa de Educação pelo Trabalho em Saúde (PET-Saúde) e da Estratégia de Saúde da Família (ESF).<br>&nbsp; - Impacto positivo do trabalho em equipes interprofissionais na melhoria da condição de saúde dos usuários.<br><br>- Desenvolvimento do jogo InterRaps:<br>&nbsp; - Processo de criação interprofissional com estudantes, preceptores e professores.<br>&nbsp; - Objetivos do jogo: promover aprendizado interprofissional sobre a Rede de Atenção Psicossocial (Raps).<br>&nbsp; - Estrutura do jogo: definição de proposta, desenho do tabuleiro, criação de estudos de caso e elaboração de cartas.<br>&nbsp; - Dinâmica do jogo: imersão nos equipamentos de saúde da Raps, resolução de estudos de caso, interação interprofissional.<br>&nbsp; - Elaboração do protótipo: tabuleiro poligonal com descrição dos serviços, estudos de caso representativos.<br>&nbsp; - Considerações finais: articulação entre saúde, universidade e comunidade, potencial do jogo como ferramenta educacional interprofissional em saúde.<br>&nbsp; - O jogo InterRaps como uma ferramenta promissora para promover aprendizado interprofissional em saúde mental.<br>&nbsp; - Necessidade de avaliação contínua e apoio institucional para implementação bem-sucedida de metodologias ativas de ensino.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-18 19:00:42 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>valeriargmed</author>
         <link>https://padlet.com/julisanto27/ducz1frmzit0xeq7/wish/2923784862</link>
         <description><![CDATA[<p>Têm-se identificado diversos <strong>obstáculos </strong>que impactam no <strong>pleno atendimento</strong> a população que necessita desse atendimento.</p><ul><li><p>Falta de Preparo Profissional;</p></li><li><p>Sobrecarga de Trabalho;</p></li><li><p>Acolhimento inadequado;</p></li><li><p>Apoio Matricial Enfraquecido;</p></li><li><p>Precarização das ferramentas de trabalho;</p></li><li><p>Estrutura fisica inadequada;</p></li></ul><p><br/></p><p>Apesar desses fatores, constata-se que há expectativa da melhora desse setor de saúde na <strong>promoção do bem estar psicossocial</strong>, tendo em vista as suas <strong>potencialidades</strong>, se <em>bem trabalhadas pelas gestões municipais, estaduais e federais.</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-18 19:10:04 UTC</pubDate>
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         <title>Método</title>
         <author>marconefn</author>
         <link>https://padlet.com/julisanto27/ducz1frmzit0xeq7/wish/2923788418</link>
         <description><![CDATA[<div>Estudo transversal com abordagem mista ( fase inicial quantitativa e fase secundária qualitativa), com população de estudo composta por médicos, enfermeiros, dentistas, técnico de enfermagem e ACS.</div>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-18 19:13:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Resultado</title>
         <author>marconefn</author>
         <link>https://padlet.com/julisanto27/ducz1frmzit0xeq7/wish/2923791148</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-03-18 19:16:08 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Revelando a realidade manicomial em Juiz de Fora pela narrativa dos profissionais da unidade básica de saúde </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/julisanto27/ducz1frmzit0xeq7/wish/2923793389</link>
         <description><![CDATA[<p>Nessa primeira categoria apresentada é possível perceber que o processo de desospitalização foi acontecendo e a busca por atendimento de saúde mental na UBS pegava de surpresa os profissionais de saúde, que agiam da forma como lhes era possível.</p><p><br></p><p><br></p><p><strong>Relatos dos profissionais sobre dificuldades de compreensão da proposta da reforma e consequências na organização dos serviços e na assistência</strong></p><p> </p><p>Os resultados registram o pensamento dos profissionais da UBS diante do desafio para atender as pessoas com transtorno mental mergulhados numa sociedade que ainda não se colocava a favor do movimento de reforma que aos poucos se instituiu.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-18 19:18:24 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>valeriargmed</author>
         <link>https://padlet.com/julisanto27/ducz1frmzit0xeq7/wish/2923794914</link>
         <description><![CDATA[<p>Apesar dos obstáculos encontrados, considerando a posição estratégica que a APS ocupa em um modelo de atenção à saúde que organiza seus serviços a partir do território em que eles se inserem, <strong>adaptando os serviços às necessidades da população</strong>, e não o contrário; o<strong> nível primário é fundamental </strong>no planejamento de ações em saúde mental eficazes e humanizadas, que estejam de acordo com os princípios do SUS.</p><p><br/></p><p>Assim, as linhas de trabalho atuais buscam conexões entre a objetividade e a subjetividade, a fim de <strong>integrar a individualidade; relações interpessoais e a coletividade usando-as como ferramenta de produção de saúde mental na contemporaneidade</strong>.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-18 19:20:01 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/julisanto27/ducz1frmzit0xeq7/wish/2923801696</link>
         <description><![CDATA[<p>Os profissionais da equipe de saúde multiprofissional deste estudo reconheceram que foram necessárias iniciativas para viabilizar o processo de recepção das pessoas com transtorno mental desospitalizadas, que antes de chegarem à UBS encontravam-se inseridas em um espaço caracterizado eminentemente pela prática biomédica.</p><p>Os resultados encontrados neste estudo revelaram que as dificuldades em atender as pessoas recém-desospitalizadas na UBS estudada relacionavam- se à escassez de recursos humanos e posturas estigmatizantes por parte de alguns profissionais, estabelecidas no modelo biomédico e na ausência de integração na atenção em saúde mental, o que inviabilizava o processo de referência e contrarreferência.</p><p>Em relação ao acolhimento, estudos reforçam a ideia de que a potência da atenção primária não é, de fato, aproveitada quanto ao acolhimento e manejo de casos da saúde mental,</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-03-18 19:26:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/julisanto27/ducz1frmzit0xeq7/wish/2923803472</link>
         <description><![CDATA[<p>O estudo, por ser de abordagem histórica, permitiu o registro de processos ocorridos no campo da saúde em resposta a uma importante política estabelecida em fase inicial do movimento de reforma psiquiátrica brasileiro, conceituada como desospitalização.</p><p>As pessoas com transtornos mentais, ao se encontrarem na comunidade após anos de afastamento dos serviços de saúde pela internação, buscaram o serviço mais próximo na comunidade que era a UBS. </p><p>Ações de cuidado da equipe de saúde multiprofissional da UBS estudada foram evidenciadas neste estudo, identificando que a concepção da UBS como provedora da reabilitação psicossocial e promoção da cidadania não estava bem definida para essa equipe de saúde, pois o modelo de atenção em saúde mental oferecido na UBS da região ia ao encontro de um tratamento prioritariamente medicamentoso</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-03-18 19:28:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Estratégias de Saúde da Família</title>
         <author>marconefn</author>
         <link>https://padlet.com/julisanto27/ducz1frmzit0xeq7/wish/2923808325</link>
         <description><![CDATA[<div>A Portaria 3088/2011 entende a Atenção Primária como um dos elementos mais importantes para o cuidado em rede.<br>&nbsp;- Grupos de saúde mental:<br>&nbsp; &nbsp; - Grupos terapêuticos<br>&nbsp; &nbsp; - Terapia comunitária<br>&nbsp; &nbsp; - Abordagem em família<br>&nbsp; &nbsp; - Grupo de artesanato<br>&nbsp; &nbsp; - Grupo de convivência&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; - Acolhimento<br>&nbsp; &nbsp; - Assistência farmacêutica</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-03-18 19:33:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Doença mental - problema de saúde que afeta a pessoa e seu meio</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/julisanto27/ducz1frmzit0xeq7/wish/2923808501</link>
         <description><![CDATA[<p>Estudo aponta que os profissionais da saúde estejam capacitados, pois seu preparo afeta pessoas que precisão ser atendidas dentro da política de saúde.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-03-18 19:33:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Não foi citada em nenhuma das falas a construção coletiva de um Projeto Terapêutico Singular (PTS), tão pouco de encontrar junto aos usuários metas para a reabilitação psicossocial!!!</title>
         <author>marconefn</author>
         <link>https://padlet.com/julisanto27/ducz1frmzit0xeq7/wish/2923809635</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-03-18 19:34:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Método </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/julisanto27/ducz1frmzit0xeq7/wish/2923812161</link>
         <description><![CDATA[<p>Pesquisa realizada de abordagem qualitativa</p><p>8 enfermeiros - UBS Joinville(SC)</p><ul><li><p>Perguntas buscaram coletar informações sobre o sexo, formação, e tempo de atuação na UBS;</p></li><li><p>Abordagem das pessoas que buscam o serviço: práticas, dificuldades, desafios;</p></li><li><p>Necessidade do profissional sobre o acolhimento na saúde mental;</p></li></ul><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-03-18 19:36:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>marconefn</author>
         <link>https://padlet.com/julisanto27/ducz1frmzit0xeq7/wish/2923814186</link>
         <description><![CDATA[<div>Considerar o tratamento medicamentoso como única estratégia de tratamento é limitar e desconsiderar a autonomia do sujeito na escolha de estratégias de cuidado, negligenciando ainda a potência do acolhimento, dos grupos terapêuticos e do matriciamento.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-03-18 19:39:04 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/julisanto27/ducz1frmzit0xeq7/wish/2923814186</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Resultados e discussão </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/julisanto27/ducz1frmzit0xeq7/wish/2923817917</link>
         <description><![CDATA[<p>Dos 8 profissionais entrevistados 4 eram formados e continham especialização na área da saúde pública e 4 só tinham suas formações em enfermagem.</p><p><br/></p><p>Foram divididos em 4 subcategorias para realização de entendimento da pesquisa</p><p><br/></p><p>1ª - Escuta qualitativa á pessoa com transtorno mental;</p><p>2ª - Desafio no atendimento e acolhimento da pessoa e da família;</p><p>3ª - Segurança na abordagem da pessoa com transtorno mental;</p><p>4ª - Atividades da rede de saúde voltadas ao atendimento de saúde mental individual e multidisciplinar;</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-03-18 19:42:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>RAPS </title>
         <author>marconefn</author>
         <link>https://padlet.com/julisanto27/ducz1frmzit0xeq7/wish/2923818570</link>
         <description><![CDATA[<div>A PNSM defende que o cuidado em saúde mental deve ser preferencialmente na APS a partir do acolhimento e do acompanhamento dos casos, mas quando são deflagradas demandas mais complexas ou agudizadas, como um momento de crise, faz-se necessário o acionamento dos outros dispositivos da RAPS, como a rede de urgência e emergência e os CAPS, que devem ser utilizados como componentes de apoio, retaguarda e potencializadores da resolutividade do território.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-03-18 19:43:35 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/julisanto27/ducz1frmzit0xeq7/wish/2923818570</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Conclusão </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/julisanto27/ducz1frmzit0xeq7/wish/2923818673</link>
         <description><![CDATA[<p>Ao abordar as ações de cuidado realizadas na UBS, os enfermeiros entrevistados evidenciam a realização da escuta, observação, acolhimento, oficinas e orientações. Assim, é possível acompanhar melhor o quadro de cada pessoa inserida no serviço. Para isso, a equipe interdisciplinar deve estar preparada para prestar o cuidado às pessoas com transtornos mentais, dependente químico ou alcoólatra.</p><p>Quando questionados sobre as dificuldades na assistência ao usuário, os entrevistados citaram suas dificuldades e inseguranças frente à falta de experiência e a falta de conhecimento. Esses são problemas que dificultam o fortalecimento da rede, para o adequado manejo do usuário e a falta de outros profissionais. Assim, trabalhar na saúde mental é um desafio para os profissionais.</p><p>Diante disso, foi possível ter uma visão ampla da realidade por meio das atitudes e percepções do acolhimento humanizado ao indivíduo com transtorno mental. Neste sentido, é indispensável a busca da universalidade da assistência e ampliação do acesso aos serviços de saúde para a solidificação da atenção básica. Esta atua como facilitadora do acesso, diagnóstico e tratamento, através de sua estratégia estruturada na Saúde da Família, tendo como principal finalidade a melhoria da qualidade da atenção à saúde no nosso País.</p><p>Percebeu-se também que trabalhar em equipe interdisciplinar é fundamental para a reabilitação do usuário. De modo prático, é essencial desenvolver especializações na saúde mental para os enfermeiros da área prestarem um cuidado mais qualificado. A própria instituição de ensino, durante a formação dos enfermeiros, precisa inserir o acadêmico nessa área para, quando ele for atuar, se sentir seguro e preparado no trabalho que vai prestar.</p><p>Finalmente, esse estudo contribui ao enfatizar a importância dos profissionais que atuam no acolhimento e frente ao cuidado das pessoas com transtornos mentais. Abordagem essa que requer preparo, reuniões mensais entre equipes e pessoas em tratamento, manutenção de grupos operativos/ oficinas e visitas domiciliares. O estudo aponta ainda, insights sobre a rotina de acolhimento e suas dificuldades para contribuir com a modificação do espaço social das Unidades Básicas de Saúde.</p><p>Como limitação do estudo, destacam-se os resultados de experiência local, mesmo que os resultados corroborem com dados já publicados. Desse modo, propõe-se uma discussão sobre a percepção de outros profissionais atuantes no cuidado à pessoa com transtornos mentais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-18 19:43:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/julisanto27/ducz1frmzit0xeq7/wish/2923820741</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-03-18 19:46:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Discurso destoante da prática</title>
         <author>marconefn</author>
         <link>https://padlet.com/julisanto27/ducz1frmzit0xeq7/wish/2923821564</link>
         <description><![CDATA[<div>Durante a análise foi possível perceber, também, que parte dos pesquisados participantes desconheciam para onde referenciar o paciente e como esse poderia ser mantido dentro da lógica da RAPS</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-03-18 19:46:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>julisanto27</author>
         <link>https://padlet.com/julisanto27/ducz1frmzit0xeq7/wish/2923821647</link>
         <description><![CDATA[<p>A Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) é constituída por diversas unidades interligadas, onde cada unidade representa um nódulo na rede e as conexões entre elas são os canais de articulação. O Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) desempenha um papel central na organização da RAPS, coordenando os diferentes níveis de atenção e promovendo a integralidade no cuidado em saúde mental. A Estratégia Saúde da Família (ESF) também é fundamental, integrando o portador de transtorno mental à equipe multiprofissional, à família e à comunidade.</p><p>A articulação entre ESF e CAPS é crucial para garantir um atendimento de qualidade aos usuários de saúde mental, oferecendo acolhimento adequado às suas necessidades e fortalecendo os vínculos entre os pacientes e a equipe de saúde. O estudo realizado em Pesqueira/PE investiga as práticas e estratégias de cuidado em saúde mental desenvolvidas pelas equipes de atenção primária nessa região, buscando compreender como a RAPS foi estabelecida e como as mudanças na assistência à saúde mental foram instituídas.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-03-18 19:46:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/julisanto27/ducz1frmzit0xeq7/wish/2923822026</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-03-18 19:47:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Relação entre os pontos da RAPS e dificuldades na assistência </title>
         <author>julisanto27</author>
         <link>https://padlet.com/julisanto27/ducz1frmzit0xeq7/wish/2923822981</link>
         <description><![CDATA[<p>A relação entre os pontos da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) em Pesqueira/PE é caracterizada pela importância do CAPS como porta de entrada, embora as Unidades Básicas de Saúde (UBS), as Estratégias de Saúde da Família (ESF) e o Hospital Geral Municipal também encaminhem usuários para o CAPS. No entanto, as atividades relacionadas à saúde mental nas ESF e UBS são limitadas, levando muitos usuários a buscarem diretamente o CAPS.</p><p>A integração efetiva da atenção primária na rede de saúde mental poderia aliviar a sobrecarga nos serviços especializados, como o CAPS, e permitir um escalonamento adequado dos casos. No entanto, essa integração é fragilizada pela falta de capacitação dos profissionais da atenção primária para identificar e referenciar adequadamente os usuários.</p><p>No nível secundário da RAPS, o CAPS, a Policlínica e o Hospital Dr. Lídio Paraíba lidam com casos de urgência e emergência psiquiátricas. No entanto, a falta de leitos psiquiátricos no hospital geral e a ausência de um CAPS III e de uma residência terapêutica são desafios para a estruturação completa da RAPS em Pesqueira. A internação psiquiátrica continua sendo muito utilizada, especialmente em casos emergenciais.</p><p>As principais dificuldades na assistência incluem a escassez de profissionais especializados, como psiquiatras e psicólogos, e a falta de capacitação em saúde mental para os profissionais da atenção básica. A ausência de contra-referência dos usuários entre os serviços prejudica o acompanhamento do tratamento, enquanto a falta de integração entre os serviços resulta em superlotação dos serviços especializados com casos que poderiam ser atendidos na atenção primária.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-03-18 19:48:05 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/julisanto27/ducz1frmzit0xeq7/wish/2923822981</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Estratégias de Cuidado em Saúde Mental</title>
         <author>julisanto27</author>
         <link>https://padlet.com/julisanto27/ducz1frmzit0xeq7/wish/2923823401</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>As estratégias de cuidado em saúde mental na atenção primária de Pesqueira/PE variam de acordo com a experiência e a vivência de cada profissional. As Unidades de Saúde se organizam de forma diferente, refletindo suas realidades locais. Grupos de apoio e atividades em grupo são realizados em algumas ESF para identificar perfis de usuários com transtorno mental e facilitar o desmame de medicamentos. O matriciamento, com a participação de profissionais de saúde mental, ajuda na coordenação desses grupos e no manejo de aspectos subjetivos. Consultas de enfermagem e visitas domiciliares também são práticas importantes para identificar riscos e vulnerabilidades. No entanto, a falta de visitas domiciliares por profissionais de nível superior é notável. A assistência ainda está muito centrada no diagnóstico do transtorno mental, em vez de abordar o sofrimento psíquico dos usuários. Profissionais da ESF relatam que sua relação com o CAPS é mais focada na referência de casos graves, mas recentemente têm buscado colaboração para o tratamento de usuários através de grupos terapêuticos. Em resumo, há uma variedade de práticas de cuidado em saúde mental na atenção primária, mas ainda há espaço para melhorias na abordagem integral e no fortalecimento da autonomia dos usuários.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-03-18 19:48:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Persistência de Práticas Manicomiais e Medicalização do Sofrimento Psíquico</title>
         <author>julisanto27</author>
         <link>https://padlet.com/julisanto27/ducz1frmzit0xeq7/wish/2923823780</link>
         <description><![CDATA[<p>Apesar da instalação do CAPS II em Pesqueira, as práticas de saúde mental ainda estão fortemente centradas na medicamentalização e na internação de pacientes em crise. A cultura local tende a encaminhar diretamente os casos para o hospital, o que resulta em uma abordagem predominantemente medicamentosa. Profissionais e usuários destacam a importância do tratamento medicamentoso, muitas vezes negligenciando outras práticas terapêuticas, como as oficinas terapêuticas. A descontinuidade do tratamento medicamentoso é vista como um desencadeador de surtos. A consulta com o psiquiatra e o uso de medicamentos são valorizados, enquanto atividades psicoterapêuticas são vistas como dispensáveis por alguns usuários e familiares. A atuação dos enfermeiros ainda é voltada para o tratamento farmacológico, reforçando a ênfase na medicamentação como principal forma de intervenção. Isso reflete a persistência do modelo hospitalocêntrico, que prioriza o controle dos sintomas em detrimento do acolhimento integral ao usuário.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-03-18 19:49:04 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/julisanto27/ducz1frmzit0xeq7/wish/2923823780</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Participação da Família</title>
         <author>julisanto27</author>
         <link>https://padlet.com/julisanto27/ducz1frmzit0xeq7/wish/2923824277</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>A participação da família no acompanhamento terapêutico dos usuários de saúde mental é destacada como importante, porém muitas vezes difícil de alcançar. Muitos familiares preferem internar o paciente em vez de participar ativamente do tratamento, o que é percebido como uma forma de "se livrar" do "problema". O estigma em relação aos transtornos mentais persiste, levando algumas famílias a esconderem seus parentes afetados. Essa falta de cooperação familiar causa dor aos profissionais e dificulta o progresso do tratamento. No entanto, a participação da família é crucial para a reinserção social e o fortalecimento da autonomia do usuário. Os profissionais devem fornecer suporte às famílias e incentivá-las a se envolverem no processo de tratamento e reabilitação, visando criar um ambiente familiar positivo que facilite a reintegração do usuário na sociedade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-18 19:49:37 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/julisanto27/ducz1frmzit0xeq7/wish/2923824277</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>julisanto27</author>
         <link>https://padlet.com/julisanto27/ducz1frmzit0xeq7/wish/2923826272</link>
         <description><![CDATA[<p>O estudo mostra a estrutura da rede de atenção psicossocial em Pesqueira, destacando avanços significativos desde a implantação do CAPS. Embora ainda haja desafios na integração dos diferentes pontos de assistência, houve uma evolução no cuidado em saúde mental, antes centrado no controle de surtos no hospital psiquiátrico.</p><p>&nbsp;</p><p>A consolidação da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) possibilitará atendimento mais resolutivo desde a atenção primária, descontruindo paradigmas de estigmatização. No entanto, ainda há uma forte ênfase em consultas psiquiátricas e medicamentos, em detrimento de práticas terapêuticas que promovam a autonomia dos usuários, desviando-se dos objetivos da Reforma Psiquiátrica.</p><p>&nbsp;</p><p>A falta de profissionais especializados e de capacitação na atenção básica é apontada como uma dificuldade, assim como a falta de atenção às questões de sofrimento psíquico nas Estratégias de Saúde da Família (ESF). O diálogo e o planejamento conjunto entre as equipes da ESF e do CAPS são fundamentais para o desenvolvimento do matriciamento e a implementação de projetos terapêuticos individualizados, visando oferecer uma assistência de melhor qualidade aos usuários de saúde mental.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-18 19:51:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>marconefn</author>
         <link>https://padlet.com/julisanto27/ducz1frmzit0xeq7/wish/2923833306</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-03-18 19:59:48 UTC</pubDate>
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