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      <title>Diário de Carolina Martins by Carolina Martins</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-02-12 15:35:28 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 1- Contextualização histórico-literária de Eça de Queirós </title>
         <author>mariacmmartins</author>
         <link>https://padlet.com/mariacmmartins/dssz7mos87go/wish/230647861</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><strong><em>Geração 70</em></strong></li></ul><div><strong>Geração de 70</strong> foi um movimento académico de Coimbra do século XIX que veio revolucionar várias dimensões da cultura portuguesa, da política à literatura, cuja renovação se manifestou com a introdução do realismo.<br><br>O grupo fez-se notar a partir de 1865, tendo Antero de Quental como figura de proa e de maior profundidade reflexiva, e integrando ainda literatos como Ramalho Ortigão, Guerra Junqueiro, Teófilo Braga, Eça de Queirós, Oliveira Martins, Jaime Batalha Reis e Guilherme de Azevedo. <br><br></div><ul><li><strong><em>Questão Coimbrã</em></strong></li></ul><div>A <strong>Questão Coimbrã</strong>, também conhecida como <strong>Questão do Bom Senso e Bom Gosto</strong>, foi uma célebre polémica literária que marcou a visão da literatura em Portugal na segunda metade do século XIX.<br><br>Em 1865, <strong>António Feliciano de Castilho</strong>, velho poeta romântico, publica um posfácio elogioso ao<strong><em> “Poema da Mocidade”</em></strong> de Pinheiro de Chagas (também romântico), aproveitando a ocasião para censurar o grupo de jovens da escola de Coimbra. Acusa-os de exibicionismo, de obscuridade, de tentarem subverter a noção de poesia e, finalmente, de falta de “bom senso e bom gosto”.<br>Sentindo-se visado, <strong>Antero de Quental</strong> respondeu com o panfleto <strong><em>Bom Senso e Bom Gosto</em></strong><em>, carta ao</em> Ex.<sup>mo</sup>. Sr. António Feliciano de Castilho.<em><br><br></em>Estavam marcadas as posições: de um lado os intelectuais conservadores e do outro a nova geração, aberta às recentes correntes europeias.<em><br><br></em>Embora de origem literária, a questão alargou-se a outras áreas como a <strong><em>cultura</em></strong>, a <strong><em>política </em></strong>e a<strong><em> filosofia</em></strong>. <br><br></div><ul><li><strong><em>Conferências do casino</em></strong></li></ul><div>As <strong>Conferências do Casino</strong> ou <strong>Conferências Democráticas do Casino Lisbonense</strong> realizaram-se na primavera de <em>1871,</em> numa sala alugada do casino situado no Largo da Abegoaria,<em> em Lisboa</em>. Foram impulsionadas pelo poeta <strong>Antero de Quental, </strong>que, sob a influência das ideias revolucionárias de Proudhon, insuflou no chamado grupo do <strong>Cenáculo,</strong> o entusiasmo para realizá-las. O Cenáculo reunia jovens escritores e intelectuais de vanguarda, tais como, Antero de Quental, Eça de Queirós, Jaime Batalha Reis, Salomão Sáragga, Manuel Arriaga e Guerra Junqueiro. Visavam abrir um debate sobre o que de mais moderno, a nível de pensamento, se vinha fazendo lá fora. Aproximar Portugal da Europa era o objetivo máximo, anunciado, aliás, no respetivo programa. <br><br>Só se chegaram a realizar 5 das 10 conferências.</div><ul><li><strong><em>Conferências realizadas:</em></strong></li></ul><ol><li>"O Espírito das Conferências", 22 de maio, por Antero de Quental;</li><li>"Causas da Decadência dos Povos Peninsulares ", 27 de maio, por Antero de Quental;</li><li>"Literatura Portuguesa", por Augusto Soromenho;</li><li>"A Literatura Nova" ou "O Realismo como nova expressão da arte", por Eça de Queirós;</li><li>"A Questão do Ensino", por Adolfo Coelho, a 19 de junho.</li></ol><div><br></div><ul><li><strong><em>Conferências não realizadas:</em></strong></li></ul><ol><li>Os historiadores críticos de Jesus, por Salomão Saragga;</li><li>O socialismo, por Jaime<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Jaime_Batalha_Reis"> </a>Batalha Reis;</li><li>A república, por Antero de Quental;</li><li>A instrução primária, por Adolfo Coelho;</li><li>A dedução positiva da ideia democrática, por Augusto Fuschini.</li></ol><div><br></div><ul><li><strong>Conferência de Eça de Queirós </strong></li></ul><div>A quarta conferência foi a de Eça de Queirós, <em>sobre </em>"A Literatura Nova" ou "O Realismo como nova expressão da arte".Contradizia em vários pontos a sua exposição e era na verdade um grito de revolta contra as tradições literárias. Bem integrada no espírito revolucionário, a sua preleção, que diretamente se inspirava em Proudhon, chamava logo de início a atenção para a necessidade de operar na literatura a mesma revolução que se estava dando na política, na ciência, na vida social.<br><br></div><ul><li><strong><em>Realismo/Naturalismo</em></strong></li></ul><div>Os movimentos literários Realismo e Naturalismo surgem na Europa em meados do século XIX. Os objetivos das duas tendências estão na contraposição do Romantismo, o resgate do objetivismo e a apreciação da descrição detalhada.</div><div><br><strong>Realismo:<br></strong>O <strong>realismo</strong> foi um movimento artístico e literário surgido na Europa, mais especificamente na França, em reação ao romantismo. Entre 1850 e 1900 o movimento cultural predominou na França e se estendeu pela Europa e outros continentes.<br>Em sentido <em>amplo</em>,<strong> realismo</strong> tem a ver com uma perspetiva filosófica e artística que privilegia o «real».<br><br><strong>Naturalismo:<br></strong>O <strong>naturalismo</strong> é conhecido por ser a radicalização do realismo. Trata-se de um realismo mais «científico», profundamente influenciado pelas ciências experimentais e pela filosofia positivista de Taine, segundo a qual o homem é determinado pela sua raça (fisiologia, hereditariedade), pelo seu <em>meio </em>(época, meio social e os seus costumes e códigos) e pelo seu momento histórico.<strong><br></strong><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-12 15:44:19 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 2- Realização do questionário e gramática da página 231 </title>
         <author>mariacmmartins</author>
         <link>https://padlet.com/mariacmmartins/dssz7mos87go/wish/231319351</link>
         <description><![CDATA[<ol><li>O que desencandeou a paixão de Pedro da Maia foi uma “troca de olhares fatal e deslumbradora”. Era uma paixão intensa como podemos comprovar na frase “Era um amor à Romeo [...] uma dessas paixões que assaltam uma existência, a assolam como um furacão, arrancando a vontade, a razão, os respeitos humanos e empurrando-os de roldão aos abismos.”</li></ol><div><br></div><ol><li>1) Essa caracterização remete para o caráter excessivo dessa paixão, desde logo, pois esta é comparada à de Romeo que morreu por amor.</li><li>Esse “violento interesse” manifesta-se com o comportamento violento de Simão quando um homem que só queria champanhe tentou o enganar em relação às informações de Maria como podemos comprovar no excerto “ [...] gritou Pedro ao criado, martelando o mármore da mesa-retira o champanhe! [...]” .&nbsp;</li><li>Pedro encarna no capítulo I a típica personagem romântica pois apaixonasse perdidamente por Maria.&nbsp;</li><li>Maria tinha um carácter pobre, excêntrico e excessivo e chamavam-lhe a “negreira”.</li><li>O narrador usa muitos pontos de exclamação para expressar a sua opinião sobre Maria pois estes conferem à frase uma entonação exclamativa, estando relacionados com uma vertente emocional da linguagem e com a transmissão de um sentimento.&nbsp;</li><li>Pedro não gostava dos serões de Arroios, provocavam-lhe sentimento como raiva, tédio e inquietamento, como podemos comprovar nas frases “Sem sentir ciúmes, vinha-lhe às vezes, de repente, um tédio daquela existência de luxo e festa, um desejo violento de sacunbir da sala esses homens [...]” e “Refugiava-se então nalgum canto, trincando com furor o charuto [...]”.</li><li>Os elementos que pressagiam uma tragédia são: “Uma sombria tarde de dezembro, de grande chuva [...]”, “[...] quando a porta se abriu violentamente [...]” e Pedro estar “[...] todo enlameado, desalinhado, e na sua face lívida, sob os cabelos revoltos [...]” e com “[...] um olhar de loucura [...]”.&nbsp;</li></ol><div>&nbsp;<strong>Gramática:&nbsp;</strong></div><ol><li>a) oração subordinada adjetiva relativa restritiva&nbsp;</li></ol><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; b) oração subordinada substantiva completiva<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; c) oração subordinada adjetiva relativa explicativa&nbsp;<br>&nbsp;2. a) 2<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;b) 4<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;c) 5<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;d) 1<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;e) 3</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-13 22:34:07 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 3- Realização do questionário da página 233</title>
         <author>mariacmmartins</author>
         <link>https://padlet.com/mariacmmartins/dssz7mos87go/wish/232688864</link>
         <description><![CDATA[<ol><li>Os traços físicos que compõem o retrato da personagem que chega ao hotel são de uma senhora alta, loira, de muito requinte e muito bem feita como podemos comprovar nas frases “[...] uma senhora alta, loira, com um véu muito apertado e muito escuro que realçava o esplendor da sua carnação ebúrnea.” e “[...] com um passo soberano de deusa, maravilhosamente bem-feita [...]”.</li></ol><div><br></div><ol><li>1) A descrição desta personagem tem um carácter exacerbado e temos como sensações o deslumbramento e perfeição.&nbsp;</li><li>Estes adjetivos e advérbios conferem ao leitor sensações visuais.</li><li>Craft caracteriza Maria Eduarda como uma mulher “Très chic.”, isto é, uma pessoa com muito requinte, classe, delicadeza, luxo e muito bela.</li><li>Em ambos os momentos a personagem é caracterizada com uma “deusa” e “esplendor da sua carnação&nbsp;ebúrnea”, nos dois momentos seguintes é acrescentado  “o negro profundo dos dois olhos”. </li><li>Carlos sente-se humilhado e envergonhado devido ao seu “interesse romanesco”, que fez com que este perdesse o interesse até pelo próprio trabalho, “E pensar que toda essa semana deixara o seu trabalho abandonado sobre a mesa!”, e até se apelidava por “rafeiro perdido”.&nbsp;<br><br></li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-18 13:48:04 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 4- Ficha formativa número 1 página 241</title>
         <author>mariacmmartins</author>
         <link>https://padlet.com/mariacmmartins/dssz7mos87go/wish/233795109</link>
         <description><![CDATA[<ol><li>a)7</li></ol><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; b)5<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; c)1<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; d)2<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; e)3<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; f)4<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; g)6</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-21 15:35:06 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 5- Ficha formativa número 3 página 246</title>
         <author>mariacmmartins</author>
         <link>https://padlet.com/mariacmmartins/dssz7mos87go/wish/233800658</link>
         <description><![CDATA[<ol><li>a) As três personagens masculinas apaixonam-se muito rapidamente, as trocas de olhares são os elementos fulcrais da paixão, era uma atração irresistível por uma mulher bela e sedutora, todos os romances tiveram um fim,as 3 personagens tiveram um fim trágico, à traição nos 3 romances e à em todos eles uma terceira personagem afetada.&nbsp;</li></ol><div>&nbsp;<br>b) Pedro da Maia vive um romance legítimo, Carlos da Maia tem um romance incestuoso e o amor de João da Ega é adultério.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-21 15:43:15 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 6- Ficha informativa número 1 página 295</title>
         <author>mariacmmartins</author>
         <link>https://padlet.com/mariacmmartins/dssz7mos87go/wish/251798833</link>
         <description><![CDATA[<ol><li>O que motiva o sonho </li><li>Podemos comprovar que a angústia e o ideal estão associados, na poesia de Antero, com a expressão “ [...] apesar de o ambiente ser atribuído ao Antero noturno, a aspiração e a ascensão associada à luz, que&nbsp;<em>rompe as trevas&nbsp;</em>para alcançar o Bem, seria uma ação do Antero luminoso. Assim, não se opõem as duas faces anterianas; completam-se, complementam-se, unificando-se no mesmo ideal.”</li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-14 15:01:25 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 7- perguntas de interpretação página 294</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mariacmmartins/dssz7mos87go/wish/253066046</link>
         <description><![CDATA[<div>1. A contradição está no facto do eu poético conhecer “a Beleza que não morre” ( perfeição) e isso lhe provocar um sentimento de tristeza.&nbsp;<br>2.1. O eu poético ao conhecer o ideal fica triste.<br>2.2. Podemos comprovar que a realidade assume contornos sombrios nas expressões “E fiquei triste.” e “[...] e o que ele encerra/ Perder a cor [...]”&nbsp;<br>3. Existe uma oposição entre as palavras “matéria dura” e “ideia pura” e uma assimilação entre as palavras “forma” e “sombras” o que confere uma conceção platônica entre duas realidades, o mundo ideal (mundo das ideias, onde existem os valores e os seres numa forma ideal e pura) e o mundo sensível ( mundo que conhecemos, onde existem cópias imperfeitas das ideias e dos seres).&nbsp;<br>4. Os poetas veem o mundo como um conjunto de formas imperfeitas, vivem num mundo de sombras e não podem reproduzir o ideal assim também o “eu” lírico ao encontrar o ideal apercebe-se que também vive nesse mundo.&nbsp;<br>5. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-18 15:51:21 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 8- Consolida página 316 e 318</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mariacmmartins/dssz7mos87go/wish/254190455</link>
         <description><![CDATA[<div>1.b) grande migração para as cidades que não estavam preparadas para o grande crescimento urbano<br>   c) Vivia-se numa época crescimento urbano <br><br><br>1. 1.1) (A)<br>     1.2) (C)<br>     1.3) (D) </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-22 21:51:09 UTC</pubDate>
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