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      <title>O que é educação by Leticia Carvalho</title>
      <link>https://padlet.com/lleticiacarvalho/dq3qn2rcrcxr1hi0</link>
      <description>Criado com estilo</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-03-26 00:31:13 UTC</pubDate>
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         <title>O que é educação?</title>
         <author>stephannykarla73</author>
         <link>https://padlet.com/lleticiacarvalho/dq3qn2rcrcxr1hi0/wish/3827248152</link>
         <description><![CDATA[<p>Essa entrevista discorre e crítica o modelo de ensino colonialista que tenta apagar a ancestralidade, a religião e até mesmo a língua dos povos indígenas. Aqui também está sendo defendido um modelo de ensino onde eles sejam os protagonistas e que sejam ensinados conforme os seus saberes tradicionais. Como também fala dos desafios da educação escolar indígena.</p><p><br/></p><p>Trecho do texto: </p><blockquote><p>"Quando os antropólogos do começo do século saíram pelo mundo pesquisando "culturas primitivas" de sociedades tribais das Améri-cas, da Ásia, da África e da Oceania, eles aprenderam a descrever com rigor praticamente todos os recantos da vida destas sociedades e culturas. No entanto, quase nenhum deles usa a palavra educação, embora quase todos, de uma forma ou de outra, descrevam relações cotidianas ou cerimônias rituais em que crianças aprendem e jovens são solenemente admitidos no mundo dos adultos." </p><p>( Brandão, 1982, P.7 )</p></blockquote><p>  </p><p>   A educação existe em todos os lugares, de diferentes modos e em diversos contextos.  No entanto, a que tem mais destaque é a tradicional, onde grande parte dos indivíduos passam algum tempo de suas vidas em escolas e universidades, aprendendo sobre diversas ciências. No entanto, há uma grande invisibilidade, rejeição e até mesmo ignorância quanto a educação indígena e também todas aquelas que não fazem parte do modelo formal. Seja em uma tribo que aprende através de observação, onde os mais velhos educam os mais novos na arte da caça e pesca, na construção de ferramentas e em rituais religiosos, como também, todos os indivíduos que desde a infância aprenderam com seus avós e pais como preparar a terra, plantar e colher. Que vivem da agricultora e que não tiveram muitas vezes a oportunidade de ter uma educação escolar. Por que muitas vezes esses diversos conhecimentos passados geracionalmente não são reconhecidos como educação? A escola é sim, um lugar importante, mais também, pode se tornar um instrumento de perpetuação de preconceitos e desigualdades. Quando fazemos uma revisão histórica percebemos como em muitos momentos a educação foi usada como arma de produção e propagação de idéias preconceituosas. É necessário que o conceito de educação, inclua os milhares de conhecimentos existentes, mesmo se estes não seguirem os padrões já enraizados.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/yVjscHthIQY?si=UwSN0E6Hyo7ZIMuP" />
         <pubDate>2026-03-16 14:47:05 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>jeanmacedo689</author>
         <link>https://padlet.com/lleticiacarvalho/dq3qn2rcrcxr1hi0/wish/3827337172</link>
         <description><![CDATA[<blockquote><p>"a educação participa do processo de produção de crenças e ideias, de qualificações e especialidades que envolvem as trocas de símbolos, bens e poderes que, em conjunto, constroem tipos de sociedades" (BRANDÃO, 2007, p. 4-5). </p></blockquote><p><br/></p><p>O trecho em destaque muito diz a respeito da força que a educação tem para mover massas em um caminho que pode ser tanto benéfico como também perigoso. Tal como uma faca de dois gumes.</p><p><br/></p><p>Bem, a educação está em toda parte, todo grupo social pode passar adiante seus conhecimentos a partir dos mais diferentes propósitos e formas. Dentro desses núcleos, e tomando como exemplo a carta dos índios das seis nações (aqueles que negaram a educação do homem branco) é de se pensar que a educação deveria estar ligada a troca de conhecimentos entre os homens e a natureza, bem como do estudo e aproveitamento dela para evolução e sobrevivência do grupo. </p><p><br/></p><p>Ou seja, a educação passada de geração em geração através dos conhecimentos dos que sabem, das nossas vivencias e descobrimentos por meio do cotidiano, do fazer e do questionar o mundo nos ensinariam a viver e a ser mais humanos. Este modelo que não é bem um modelo nos afastaria de nos tornarmos o "guerreiro inutil" ou em outras palavras "uma engrenagem humana alienada e moldada a obedecer regras e normas sem questionamento".</p><p><br/></p><p>Basicamente, a forma como o homem é educado influencia ele a acreditar naquilo que lhe faz sentido em determinado grupo ou espaço social. A educação dos brancos é inutil na floresta, a educação de um pai violento que bate na mulher tende a passar ao seu filho pode ser a de que mulher é inferior ao homem, e assim por diante. Portanto, a depender do contato social e cultural do indivíduo, a educação pode ser empregada como um recurso de humanização ou de dominação sobre ele.</p><p><br/></p><p>Quando criança me perguntava do porque precisar ir a escola sendo que aquele lugar só fazia me mostrar toneladas e toneladas de conteúdos que nada tinham a ver com minha vida. Assuntos desmembrados e irrelevantes para minha realidade eram empurrados goela abaixo e meu dever era só o de estudar, decorar para passar numa prova, esquecer e repetir todo o processo. Qual o sentido disso? Eu me perguntava, me respondiam que se não fizesse isso não ia ser nada na vida, mas o que é ser algo na vida?</p><p><br/></p><p>Decorar datas de acontecimentos, fórmulas matemáticas e nomes de pessoas que morreram a centenas de anos me ensinariam a como ser esse alguém? a escola me ensinaria a como me virar sozinho quando adulto? me ensinariam a como cuidar do meu dinheiro? a pensar em algo novo sem que alguém me dissesse o que fazer? Terminei o ensino médio e ainda continuo com a mesma dúvida que tinha sobre o que é ser alguém na vida.</p><p><br/></p><p>Não me surpreende alguns de meus colegas terem desistido da escola ainda no ensino fundamental. Se a escola não os ensinou a ser alguém na vida, foram buscar na vida essa resposta. Alguns conseguiram contato com grupos sociais que os qualificaram ao trabalho, posteriormente estes conseguiram casa, alguns recursos e familia; já alguns conheceram certos grupos sociais com ideias distorcidas que os levaram a um poço de vícios e depressão.</p><p><br/></p><p>Não muito tempo atrás também me surgiu outra pergunta: por que não existem mais gênios como antigamente? Essa resposta talvez esteja no próprio modelo que o sistema educacional se baseia, este projetado de forma a criar trabalhadores obedientes, e não pensadores críticos. Assim, é possivel analisar em cena a educação exercendo seu claro papel de dominância, pois controlar o que e como as pessoas aprendem é controlar a sociedade a partir de sua base.</p><p><br/></p><p>Segundo as informações divulgadas no video: "Como Rockefeller Controla Sua Vida (mesmo morto há 88 anos)" Podemos refletir sobre como um método criado a tantos anos para padronizar a educação afeta ainda hoje nossa sociedade. Graças a ele, as escolas tiveram seus currículos reformulados adotando assim o uso de métodos de ensino repetitivo, com informações soltas onde basicamente temos que passar 12 anos fazendo exercícios de memorização tal qual operários ou maquinas dentro de uma fábrica. Rockefeller não queria filósofos ou novos gênios, ele queria engrenagens que manteriam seu sistema funcionando e continuando a criar mais e mais massas de indivíduos com poucas chances de ascensão social.</p><p><br/></p><p>Assim, fica a reflexão a respeito de que tipo de sociedade a educação está construindo hoje e que tipo de sociedade ela irá construir seguindo esse sistema.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/pHOLpe_66eM?si=0787mTC2o2n_pCgN" />
         <pubDate>2026-03-16 15:52:09 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>isadorashirlayne</author>
         <link>https://padlet.com/lleticiacarvalho/dq3qn2rcrcxr1hi0/wish/3827814355</link>
         <description><![CDATA[<p>Segundo Brandão (2007), “A educação existe em toda parte e faz parte dela existir entre opostos”. Em mundos diversos, existem diversas educações, nas quais cada povo manifesta sua forma de educar de acordo com seus processos de ensino e aprendizagem. Em cada espaço social há educação, e ela está presente em todas as dimensões da vida.</p><p><br/></p><p>Brandão fala sobre a educação em diferentes mundos em destaque para o período de colonização, mostrando que ela é construída nas relações sociais. É na convivência em sociedade que aprendemos novas culturas e novas formas de comunicação. Cada povo cria seus próprios métodos de se comunicar e de transmitir saberes, revelando sua identidade cultural.</p><p><br/></p><p>A educação vai além do ensino formal: ela também é uma construção baseada no respeito e nos direitos. A educação abre caminhos para o diálogo e para a convivência com as diferenças, permitindo que aprendamos a respeitar o outro e a conhecer sua cultura.</p><p><br/></p><p>Contextualizando a educação e suas diferenças, ressalto o vídeo <em>“Qual é o verdadeiro sentido da educação?”</em>, de Luiz Felipe Pondé, no qual é apresentada uma reflexão sobre a construção da educação, mostrando como ela era no passado e como se apresenta na atualidade. O autor expõe seu ponto de vista sobre as transformações ocorridas ao longo do tempo.</p><p><br/></p><p>Destaco que a educação também está presente nas vivências do dia a dia. Sua importância está em conhecer as outras pessoas, compreender diferentes perspectivas e respeitar a forma de educação do outro.</p><p><br></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/J3HSMJpw8E4?si=JmQwPqHYGpiVafvr" />
         <pubDate>2026-03-17 01:03:15 UTC</pubDate>
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         <title>Até onde a educação vai?</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>“Mesmo onde ainda não criaram a escola, ou nos intervalos dos lugares onde ela existe, cada tipo de grupo humano cria e desenvolve situações, recursos e métodos empregados para ensinar às crianças, aos adolescentes, e também aos jovens e mesmo aos adultos, o saber, a crença e os gestos que os tornarão um dia o modelo de homem ou de mulher que o imaginário de cada sociedade — ou mesmo de cada grupo mais específico, dentro dela — idealiza, projeta e procura realizar.” (Brandão, 2007, p. 8)</p><p><br/></p><p>Esse trecho me chamou muita atenção porque fala de algo muito real, não aprendemos só na escola e não existe apenas um método de ensino. Podemos aprender com a família, com pessoas desconhecidas e até em situações simples do dia a dia, como uma ida ao médico. Isso mostra como a educação está presente em vários momentos da nossa vida. Eu mesma aprendi muitas coisas observando as pessoas, compartilhando experiências e vivenciando situações que a escola não proporciona. Foram essas vivências que ajudaram a formar a mulher que sou hoje, tanto pela convivência com minha família quanto pelo aprendizado autodidata e por outras formas de aprendizado fora do ambiente escolar. Isso me fez perceber que a educação vai muito além da sala de aula e está diretamente ligada à forma como vivemos e nos relacionamos com o mundo.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-03-17 11:47:48 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>​&quot;Entre os gregos sempre conservou a ideia que todo saber se transfere pela educação, circula através de trocas interpessoais, de relação física e simbolicamente afetiva entre as pessoas. </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/lleticiacarvalho/dq3qn2rcrcxr1hi0/wish/3828879875</link>
         <description><![CDATA[<p>Na minha concepção ela é repassada de uma pessoa para outra, de um locutor e de um interlocutor. Sendo assim, de fato, a educação ela nunca é algo que pode ser aprendido sozinho. Ela sempre vem de alguma forma, de alguém ou de algo.  E sempre tem aquele que vai adquirir ou receber o conhecimento.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-03-17 14:48:49 UTC</pubDate>
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         <title>O ensino escolar é a única forma de se aprender?</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/lleticiacarvalho/dq3qn2rcrcxr1hi0/wish/3828940365</link>
         <description><![CDATA[<p>"Não há uma forma única nem um único modelo de educação; a escola não é o único lugar onde ela acontece e talvez nem seja o melhor; o ensino escolar não é a sua única prática e o professor profissional não é o seu único praticante." (Brandão, 2007, p.4)</p><p><br/></p><p>Esse trecho de primeira me chamou muita atenção, pois quando se pensa em educação, a maioria das pessoas só pensa naquela que acontece na escola. No entanto, como diz o autor, a educação pode ocorrer de diferentes formas em ambientes diferentes com "profissionais" diferentes.</p><p>Quando o texto diz que “não há uma forma única nem um único modelo de educação”, significa que existem muitas maneiras de aprender e ensinar. Cada cultura, família e sociedade possui formas próprias de transmitir conhecimentos, valores e costumes.</p><p>Por exemplo, uma pessoa que cresceu na roça, o meu pai por exemplo, e não pode terminar os estudos, não deixa de aprender, porque o campo proporciona vários aprendizados importantes. Pessoas como ele podem aprender com os pais ou avós a plantar, cuidar dos animais, reconhecer o tempo da chuva ou da seca e administrar o trabalho na terra. Esse conhecimento é passado de geração em geração, mesmo sem estar em livros. Como também, esse tipo de trabalho exige saber resolver problemas, tomar decisões e lidar com dificuldades. Essas experiências também ensinam muito, mesmo sem educação escolar formal.</p><p>Eu mesma, sempre fui apaixonada por idiomas e culturas. Passei anos da minha vida me dedicando a aprendizagem de idiomas, e quase nada do que aprendi, fora a gramática, foi ensinado por algum professor. Tudo o que sei aprendi ao mergulhar na culturas das pessoas de um determinado país, absorvendo com aquela gente vive, pensa, dança... Assim, fui adquirindo conhecimentos de maneira autodidata ao me imergir em outras culturas e vidas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-03-17 15:30:58 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>&quot;Não há uma forma única nem um único modelo de educação; a escola não é o único lugar onde ela acontece e talvez nem seja o melhor; o ensino escolar não é a sua única prática e o professor profissional não é o seu único praticante.&quot; (Brandão, 2007, p.4)</title>
         <author>santossthefany333</author>
         <link>https://padlet.com/lleticiacarvalho/dq3qn2rcrcxr1hi0/wish/3829451752</link>
         <description><![CDATA[<p>Esse trecho chamou minha atenção porque o autor apresenta uma ideia muito interessante de refletir sobre as diversas formas de educação e que elas não acontecem apenas na escola ou só com os professores, os profissionais. O exemplo citado no texto sobre os indígenas norte-americanos mostra isso, pois para eles aprender a caçar, lutar, sobreviver e viver em comunidade era mais importante do que aprender apenas conteúdos teóricos trazidos pelos colonizadores, que muitas vezes não tinham utilidade para a realidade em que viviam.</p><p><br/></p><p>Um exemplo que relaciono com o texto é que muitas vezes observei e escutei de ex-colegas que não se sentiam motivados a estudar porque não se identificavam com quase nada que ensinado na escola. Muitos diziam que "isso não vai servir para o que eu quero no futuro". Eu mesma já pensei e questionei em alguns momentos para que certas coisas ensinadas na escola serviriam para mim, e isso as vezes me fazia sentir desmotivada. Isso me faz refletir que a educação escolar muitas vezes trata os alunos como se todos quisessem seguir o mesmo caminho, esquecendo que cada pessoa tem seu jeito de aprender, sua cultura, seus interesses e seus sonhos. Por isso, acredito que a educação precisa considerar mais a realidade e as necessidades dos estudantes, para que o aprendizado faça sentido na vida de cada um.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-03-18 00:47:08 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/lleticiacarvalho/dq3qn2rcrcxr1hi0/wish/3829600310</link>
         <description><![CDATA[<p>“A educação existe onde não há escola e por toda parte podem haver redes e estruturas sociais de transferência de saber de uma geração para outra.”</p><p><br></p><p>Quando li esse trecho do livro, achei que ele tem muito a ver com a minha vida. Antes mesmo de ir para a escola, eu já estava aprendendo várias coisas dentro de casa, sem nem perceber. Muito do que eu sei hoje veio da minha mãe e da minha avó, que sempre me ensinaram valores e também mantinham costumes antigos da família.</p><p><br></p><p>Desde pequeno, fui aprendendo como me comportar, respeitar os outros e entender limites. Minha mãe sempre me ensinou, por exemplo, a não fazer birra e saber ouvir um “não”. Pode parecer simples, mas isso faz muita diferença. Minha avó também teve um papel muito importante, porque foi ela que me passou muitos costumes e jeitos de viver que vêm de outras gerações.</p><p><br></p><p>A igreja também fez parte disso tudo. Eu sempre fui levado desde pequeno e, com o tempo, acabei participando mais, até cheguei a ser coroinha. Lá eu aprendi muita coisa também, não só sobre religião, mas sobre respeito, responsabilidade e convivência com outras pessoas.</p><p><br></p><p>Pensando bem, vejo que a educação não acontece só na escola. Muitas das coisas mais importantes que aprendi vieram do dia a dia, da convivência com minha família e das experiências que vivi. São coisas que não estão em livro, mas que a gente leva para a vida.</p><p><br></p><p>Por isso, concordo com o que o autor fala. A educação está em todo lugar, não só na sala de aula. E, assim como eu aprendi com minha mãe e minha avó, eu também quero passar isso para frente um dia, mantendo esses valores vivos dentro da minha própria família.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-03-18 02:20:13 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/lleticiacarvalho/dq3qn2rcrcxr1hi0/wish/3829734767</link>
         <description><![CDATA[<p>Cerro Corá / RN</p><p>17 de março de 2026</p><p>Safira Morganna / Letras Espanhol</p><p><br><br></p><p>O que é a Educação, pelo olhar de Safira Morganna&nbsp;</p><p><br></p><p>"O homem que transforma, com o trabalho e a consciência, partes&nbsp;</p><p>da natureza em invenções de sua cultura, aprendeu com o tempo a&nbsp;</p><p>transformar partes das trocas feitas no interior desta cultura em&nbsp;</p><p>situações sociais de aprender-ensinar-e-aprender: em educação. Na espécie humana a educação não continua apenas o trabalho da vida.&nbsp;</p><p>Ela se instala dentro de um domínio propriamente humano de trocas:&nbsp;</p><p>de símbolos, de intenções, de padrões de cultura e de relações de&nbsp;</p><p>poder. Mas, a seu modo, ela continua no homem o trabalho da natu-</p><p>reza de fazê-lo evoluir, de torná-lo mais humano. É esta a idéia&nbsp;</p><p>que Werner Jaeger tem na cabeça quando, num estudo sobre a educação do homem grego, procura explicar o que ela é,afinal:&nbsp;</p><p><br></p><p>"A natureza do homem, na sua dupla estrutura corpórea e espiritual, cria condições especiais para a manutenção e transmissão&nbsp;</p><p>da sua forma particular e exige organizações físicas e espirituais, ao conjunto das quais damos o nome de educação. Na educação,&nbsp;</p><p>como o homem a pratica, atua a mesma força vital, criadora e plástica, que espontaneamente impele todas as espécies vivas à conservação e à propagação de seu tipo. É nela, porém, que essa força&nbsp;</p><p>atinge o seu mais alto grau de intensidade, através do esforço&nbsp;</p><p>consciente do conhecimento e da vontade, dirigida para a consecução de um fim."</p><p><br><br></p><p>Ao iniciar o começo da minha mudança interna me questionava o porquê agora me sinto tão livre em ser eu mesma, passei por muitas vezes até a ter crises bastantes insuportáveis por agora enxergar a vida de um molde onde a qual eu quem coordeno e organizo os meus sentimentos. Foi com esse esforço e um trabalho árduo que pude com as experiências e interações com a natureza e a sociedade, que percebia a vastidão cultural e as formas que a educação está implantada nas pessoas da minha comunidade. Foi então que a educação se revelou&nbsp; em sua forma mais sublime, através do entendimento e da quebra do meu ego enxerguei claramente que mestre não é muitas vezes quem sempre quer ensinar, mas sim, quem de repente aprende a aprender com o próximo. Por muito tempo eu relutei contra isso até se dar conta que ninguém escapa da educação, de uma forma ou de outra ela se manifesta em nosso dia a dia. Foi por meio das minhas vivências conhecendo diferentes mestres do ensino, que pude perceber que a minha educação não é a mesma dos demais neste mundo, que eu tenho a minha própria forma de ensinar, a educação ela pode  ser livre e para todos. Muitas das vezes segui um sistema de ensino que drenou a minha vida, mais do que me fez sentir-la pulsando nas veias que bombeiam o sangue para o meu coração. Hoje sou capaz, e foi através dos estudos que a educação me proporcionou que pudesse compreender as vastas crenças, ideias e opiniões de terceiros que também podem ter algo agregar na minha existência, mesmo que eu não perceba. Hoje enxergo a educação no imaginário, na forma que imagino e  observo as histórias de vida das pessoas, e o que as ideologias o grupos sociais podem gerar impacto em mim e nos que amo. Nesse trajeto que segui, também vi que a falta de uma base Educacional qualificada como também a disposição das pessoas para esforçarem suas mentes para ir em busca de informações coerentes ou de interpretar textos, pode fazer com que a informação que era para ensinar a educar as pessoas pode por fim, acabar "deseducando" todas elas. É por isso que hoje depois de tantas experiências e consciente que todo dia aprendo algo, que busco firmar redes de apoio que me aproximam de estruturas sociais de transferência de saber, e que esses ensinamentos vem muitas vezes de geração por geração. Como a mãe por exemplo, que um dia com amor vê a filha voar do ninho, para que ela aprenda a arte e a coragem do primeiro vôo.</p><p><br></p><p>Por fim, refletir a transformação que a educação fez em mim e aos que me rodeiam. Percebo que aprendi que ela segue um fluxo físico que possui lógica que nos faz raciocinar, e a emoção que ensina a enriquecer o nosso espiritual, fazendo assim que nos sintamos mais humanos a cada dia que passa. Compreendi que minha dualidade existe e merece ser validada, que a minha existência também educa, mesmo que não pareça. A cultura do meu bairro, cidade, e país enriquece toda a educação que me forma como mulher. Eu sou uma mulher do futuro, eu sei onde quero chegar e sei que já está muito além do seu tempo, essa mulher que entendeu através do ensinar e aprender que:&nbsp;</p><p><br></p><p>Através dos padrões de Cultura e Educação posso manifestar minhas intenções, símbolos e relações saudáveis, minha força vital e meu esforço consciente para adquirir mais consciência do conhecimento, todo o seu poder e dividi-lo com aqueles que  o também buscarem.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-03-18 03:45:48 UTC</pubDate>
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         <title>“Não há uma forma unica nem um unico modelo de educação; a escola não é o unico lugar onde ela acontece e talvez nem seja o melhor; o ensino escolar não é a sua unica prática e o professor profissional não é o seu único praticante”</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/lleticiacarvalho/dq3qn2rcrcxr1hi0/wish/3836224639</link>
         <description><![CDATA[<p>Existem muitas formas de transmitir conhecimento que não dependem de uma sala de aula, de um uniforme ou de um currículo formal. Existem muitas formas de adquirir conhecimento, seja através de programas de tv, livros, conversas e até mesmo no nosso cotidiano. A educação não se limita apenas ao ambiente escolar, as convivências sociais e inserção na nossa própria cultura também nos faz adquirir conhecimento, também podemos ressaltar que professores não só apenas existem nas escolas, durante nossas vidas temos muitos tipos de professores que não possuem diploma de graduação, mestrado ou doutorado,são eles muitas vezes nossos pais, avós e tios (familiares), pois sem um certificado de professor ensinam tal como fossem um, e aprendemos sobre, cuidado, higiene, convivência com a sociedade, fauna, flora, cultura e valores da vida. Me recordo de quando era criança, e tinha que ajudar no plantio grãos, alí percebi que o trabalho em equipe com minha família era tudo mais fácil, mais divertido, mais proveitoso, também aprendi como funcionava a natureza onde precisa chover para que as plantas brotassem, e que a cadeia alimentar existia.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-03-23 16:04:40 UTC</pubDate>
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