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      <title>Mulheres Negras na Literatura Brasileira by Esther Fonseca Viana</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-10-16 22:39:24 UTC</pubDate>
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         <title>Chimamanda Ngozi Adichie</title>
         <author>esthervianafonseca</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Chimamanda Ngozi Adichie</strong> (<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Enugu_(cidade)">Enugu</a>, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/15_de_setembro">15 de setembro</a> de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1977">1977</a>) é uma <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Feminismo">feminista</a> e <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Escritor">escritora</a> <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="mw-redirect" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Nigerianos">nigeriana</a>. Ela é reconhecida como uma das mais importantes jovens autoras anglófonas de sucesso, atraindo uma nova geração de leitores de literatura africana. </p><p><br></p><p>Adichie publicou uma coletânea de poemas em 1997 (Decisions) e uma peça (For Love of Biafra) em 1998 . Ela foi indicada em 2002 para o Prêmio Caine com o conto "You in America".</p><p>Em 2003, sua história "That Harmattan Morning" foi selecionada como vencedora conjunta do prêmio BBC Short Story Awards, e ela ganhou o prêmio O. Henry para "The American Embassy". Ela também ganhou o David T. Wong Prêmio Internacional de Contos 2002/2003 (PEN Centro Award) e um Prêmio Beyond Margins por seu conto "A metade de um sol amarelo" de 2007.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-16 22:44:02 UTC</pubDate>
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         <title>Alzira Rufino</title>
         <author>esthervianafonseca</author>
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         <description><![CDATA[<p>A profissional na área de enfermagem é engajada no apoio às vítimas de violência racial, doméstica e sexual. Alzira foi a primeira escritora negra a ter seu depoimento gravado no Museu de Literatura Mário de Andrade, em São Paulo/SP. Pioneira em sua região ao escrever para a imprensa com recorte de gênero, raça e sobre violência contra a mulher.</p><p><br></p><p>No fim dos <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/D%C3%A9cada_de_1970">anos 70</a>, começou a se envolver em diferentes frentes de movimentos políticos e sociais, e na <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/D%C3%A9cada_de_80">década de 80</a> passou a frequentar eventos do movimento de mulheres negras. Assim, em março de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1985">1985</a>, organizou a Primeira Semana da Mulher da <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Regi%C3%A3o_Metropolitana_da_Baixada_Santista">região da Baixada Santista</a>. Em <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1986">1986</a>, fundou o Coletivo de Mulheres Negras da Baixada Santista, um dos mais antigos grupos em prol da emancipação de mulheres negras na sociedade brasileira.</p><p><br></p><p>Em <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1987">1987</a>, organizou o livro <em>Eu, mulher negra</em> com poesias de sua autoria e partiu em busca de editoras para conseguir publicá-lo, sendo recusada por todas. Assim, decidiu fazer uma <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Edi%C3%A7%C3%A3o_de_autor">autopublicação</a>, lançando seu livro em <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1988">1988</a>. Seu livro teve uma boa aceitação crítica.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-16 22:49:09 UTC</pubDate>
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         <title>Marielle Franco</title>
         <author>esthervianafonseca</author>
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         <description><![CDATA[<p>Marielle Francisco da Silva, conhecida como Marielle Franco, foi uma socióloga, ativista e política brasileira. Filiada ao Partido Socialismo e Liberdade, elegeu-se vereadora do Rio de Janeiro para a Legislatura 2017-2020, durante a eleição municipal de 2016, com a quinta maior votação. Além de ter escrito diversos livros para a literatura brasileira.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-16 22:52:26 UTC</pubDate>
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         <title>Carolina Maria de Jesus
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         <author>esthervianafonseca</author>
         <link>https://padlet.com/esthervianafonseca/dpjspvr7adnerbl9/wish/3173099016</link>
         <description><![CDATA[<p>Quando questionada sobre o motivo de escrever, Carolina respondeu: “Quando eu não tinha nada o que comer, em vez de xingar eu escrevia. Tem pessoas que, quando estão nervosas, xingam ou pensam na morte como solução. Eu escrevia o meu diário”. A moradora da antiga favela do Canindé, zona norte de São Paulo, trabalhava como catadora e registrava seu cotidiano em páginas amareladas encontradas no lixo. A escritora foi descoberta por um jornalista, e assim teve publicado seu livro&nbsp;<em>Quarto de Despejo – Diário de uma favelada</em>&nbsp;que trata do dia a dia repleto de discriminação de uma mulher negra, mãe, pobre e favelada. Além disso, o livro é referência para os estudos socioculturais brasileiros e apesar de ter sido publicado em 1960, narra uma realidade que infelizmente ainda é a de muita gente.</p><p>Depois dessas publicações, foram lançados os livros&nbsp;<em>Casa de Alvenaria</em>,&nbsp;<em>Pedaços de fome</em>&nbsp;e&nbsp;<em>Provérbios</em>. Mas há também trabalhos póstumos, o mais recente é de 2014&nbsp;<em>Onde Estaes Felicidade.</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-16 23:07:32 UTC</pubDate>
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         <title>Conceição Evaristo
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         <author>esthervianafonseca</author>
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         <description><![CDATA[<p>Doutora em literatura, publicou seu primeiro poema em 1990 no décimo terceiro volume dos&nbsp;<em>Cadernos Negros</em>. Desde então, publicou poemas e contos em diversas antologias. Conceição Nasceu em uma favela na cidade de Belo Horizonte e milita dentro e fora do mundo acadêmico. Além do recente livro de contos&nbsp;<em>Olhos d’Água</em>, ela escreveu o romance&nbsp;<em>Ponciá Vicêncio</em>, publicado em 2003 e o&nbsp;<em>Becos da Memória</em>&nbsp;em 2006,&nbsp;<em>Poemas da Recordação e Outros Movimentos</em>, em 2008.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" class="td-modal-image" href="https://www.geledes.org.br/wp-content/uploads/2016/07/mulheres-negras-na-literatura-brasileira-913035_w650.jpg"><br></a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-16 23:08:40 UTC</pubDate>
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         <title>Geni Guimarães</title>
         <author>esthervianafonseca</author>
         <link>https://padlet.com/esthervianafonseca/dpjspvr7adnerbl9/wish/3173100929</link>
         <description><![CDATA[<p>Geni também faz parte do time de autoras divulgadas nos&nbsp;<em>Cadernos Negros</em>. Em 1979, lançou seu primeiro livro de poemas, T<em>erceiro Filho.</em>&nbsp;A Fundação Nestlé publicou seu volume de contos&nbsp;<em>Leite do Peito</em>. Seu livro&nbsp;<em>A cor da Ternura</em>, recebeu os prestigiados prêmios Jabuti e Adolfo Aisen. Nascida no interior do estado de São Paulo, a escritora iniciou a carreira literária publicando poemas em jornais da cidade de Barra Bonita.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-16 23:10:12 UTC</pubDate>
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         <title>Cidinha da Silva</title>
         <author>esthervianafonseca</author>
         <link>https://padlet.com/esthervianafonseca/dpjspvr7adnerbl9/wish/3173102069</link>
         <description><![CDATA[<p>Você também pode conhecer essa escritora pelo&nbsp;<a rel="nofollow noopener noreferrer" href="http://www.taofeminino.com.br/sociedade/(http://cidinhadasilva.blogspot.com.br/">blog</a>. Sobre o seu livro&nbsp;<em>Sobre-viventes!</em>&nbsp;Que será lançado no dia 23 de maio, a mineira explica “Ultrapassa o dito com o dizer. Para mim, isso é literatura. Dizer para além do dito. Intencionalmente ocultar para revelar. Revelar ocultando. Nesse jogo, deslinda-se o humano. Mas, humano, é ainda genérico: nesse livro desnudam-se os sobreviventes e os viventes”.</p><p>Cidinha se tornou uma ótima escritora depois de começou a publicar artigos acadêmicos sobre relações sociais e de gênero na faculdade de História. Foi a partir daí que desenvolveu um senso crítico aguçado para falar do racismo do dia a dia. Seu primeiro livro&nbsp;<em>Cada Tridente em Seu Lugar</em>, abordou o tema polêmico do acesso e permanência dos negros nas universidades. A mineirinha já escreveu romances, literatura infanto-juvenil e crônicas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-16 23:11:56 UTC</pubDate>
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         <title>Esmeralda Ribeiro</title>
         <author>esthervianafonseca</author>
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         <description><![CDATA[<p>Escritora, jornalista e coordenadora do grupo Quilombhoje, Esmeralda participa de palestras e seminários abordando sua experiência como escritora. Além de poemas em coletâneas nacionais e internacionais,&nbsp;<em>Malungos e Milongas</em>&nbsp;é um livro de contos publicado pela autora. Sobre como iniciou sua carreira literária, Esmeralda diz “A morte, a dor, o amor e a saudade foram sentimentos que deram outro ritmo a minha vida; foi em 1978 com o falecimento do meu pai que escrevi um poema em prosa intitulado&nbsp;<em>Sábado</em>, com esse poema andei por caminhos até acabar com a minha solidão literária. Meus temas preferidos são suspense, magia, surrealismo, policial”.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-16 23:28:06 UTC</pubDate>
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