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      <title>Resistência do Plasmodim falciparum à Quinina by Christiano Cabreira</title>
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      <description>Criado com ♥</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-06-18 15:03:44 UTC</pubDate>
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         <title>Qual a diferença de um vírus e um,  protozoário?</title>
         <author>janyedja42836883</author>
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         <description><![CDATA[<div>Essa pergunta foi feita por um integrante da CPI a médica Nise. Iremos mostrar a importância desta resposta com bases clinicas e seus efeitos nos povos indígenas da Região do Vale do Javari, segundo mapa de Dano e Injúria Ambiental da FIOCRUZ.&nbsp;<br>Somente em 2006, foram diagnosticados cerca de 2900 casos de malária e 90% da população estaria contaminada pelo protozoário responsável.<br><br></div><div>A alta incidência da doença – e o recorrente tratamento de seus sintomas com quinino – tem contribuído para o desenvolvimento de casos de câncer de fígado decorrente da hepatite medicamentosa ocasionada por altas doses dessa substância. Recentemente, uma das piores consequências do contato com a sociedade nacional, é o alastramento de doenças infectocontagiosas.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-18 15:17:19 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>janyedja42836883</author>
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         <description><![CDATA[<div>Identificação do Vale do Javari e dificuldades</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-18 15:42:02 UTC</pubDate>
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         <title>Malária na Amazônia</title>
         <author>cscabreira</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-06-18 16:49:46 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>cscabreira</author>
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         <pubDate>2021-06-18 16:50:52 UTC</pubDate>
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         <title>Mapa da Malária no Brasil</title>
         <author>cscabreira</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-06-18 16:53:35 UTC</pubDate>
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         <title>A desoberta da quinina</title>
         <author>carlinhasapinto</author>
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         <description><![CDATA[<div>Índios sul americanos já usavam a casca da Chichona, uma planta nativa da América do Sul, como um remédio tradicional para a malária muito antes que qualquer tratamento estivesse disponível na Europa. Em 1639, missionários jesuítas levaram consigo algumas cascas dessa planta para a Europa, onde elas se tornaram o tratamento principal para as febres. Todavia, foi apenas em 1820 que os químicos franceses Pierre Joseph Pelletier e Joseph Bienaime Caventou identificaram o alcalóide quinina como o ingrediente ativo da casca da cinchona. Logo após sua descoberta, a demanda e uso da quinina espalharam-se rapidamente pela Europa, América do Norte e Ásia. Até meados do século passado, a quinina era o principal quimioterápico utilizado no combate à malária. Seu uso só foi reduzido em função da sua alta toxicidade e com o surgimento de cepas de <em>P. falciparum</em> resistentes, mas sua importância voltou a aumentar na atualidade, em função do surgimento de resistência aos outros fármacos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-18 17:08:59 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Pincipais antimaláricos        Os principais fármacos antimaláricos são classificados, de acordo com o modo de ação, em dois grandes grupos: O primeiro grupo inclui os alcalóides derivados da cinchona, as aminoquinolinas e as acridinas. Acredita-se que esses fármacos podem interferir no metabolismo da glicose em diferentes pontos e também na habilidade do parasita de digerir a hemoglobina, impedindo, assim, que ele se alimente ou intoxicando-o com altos níveis de ferriprotoporfirina-IX, que é um subproduto tóxico da digestão da hemoglobina. O segundo grupo inclui as pirimidinas e biguanidas e envolve a interferência na síntese do ácido tetra-hidrofólico, importante cofator no processo de síntese de DNA e de aminoácidos.  </title>
         <author>cristyanimendes</author>
         <link>https://padlet.com/cscabreira/dpa7wjtn7hd8xp90/wish/1614791384</link>
         <description><![CDATA[<div>https://www.scielo.br/j/qn/a/SMXmZdpnmMxXsGQpztSCpTS/?lang=pt</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-18 18:21:24 UTC</pubDate>
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         <title>Quinino</title>
         <author>lucianabio66</author>
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         <description><![CDATA[<div>O quinino foi o primeiro medicamento correntemente usado para tratar malária, tendo sido abandonado seu emprego, principalmente, após o início do emprego da cloroquina. A partir da década de 60, com o surgimento de resistência do <em>P. falciparum</em>, à cloroquina voltou-se a utilizar o quinino isolado ou em associação para tratar tal infecção.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-18 18:21:54 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>lucianabio66</author>
         <link>https://padlet.com/cscabreira/dpa7wjtn7hd8xp90/wish/1614800733</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>Plasmodium falciparium</em></strong><br>A Malária causada pelo <em>P. falciparum </em>é mais grave, quando comparada a outros plasmácitos, sendo caracterizada&nbsp; pela infecção maior de hemácias em comparação com outras espécies de malária&nbsp; e pela oclusão dos capilares com agregados de hemácias parasitadas,&nbsp;</div><div>ocorrendo hemólise extensiva e danos aos rins,</div><div>podendo infectar hemácias em todos os estágios.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-18 18:29:35 UTC</pubDate>
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         <title>Sintomas da Malária</title>
         <author>carlinhasapinto</author>
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         <description><![CDATA[<div>https://jornal.usp.br/ciencias/ciencias-biologicas/moleculas-de-origem-marinha-podem-ajudar-no-tratamento-da-malaria/<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-18 18:45:13 UTC</pubDate>
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         <title> RESISTÊNCIA AOS ANTIMALÁRICOS </title>
         <author>cristyanimendes</author>
         <link>https://padlet.com/cscabreira/dpa7wjtn7hd8xp90/wish/1614822822</link>
         <description><![CDATA[<div><br>O agente causador da malária apresenta um ciclo de vida complexo dividido entre o inseto vetor e o hospedeiro humano, onde ele infecta tanto células do fígado quanto do sangue, o que dificulta bastante a ação de fármacos. A resistência à quimioterapia é um dos maiores problemas no controle da atual epidemia de malária. Ela se deve ao princípio da evolução das espécies, onde a presença de fármacos (ou pressão dos fármacos) serve como processo de seleção natural dos parasitas resistentes dentro do hospedeiro.</div><div>A resistência tem maior probabilidade de ocorrer quando o número de parasitas em um indivíduo é alto, a transmissão é baixa e a pressão do fármaco é intensa. A utilização de um único fármaco no tratamento ocasiona uma seleção e espalhamento de parasitas mutantes resistentes ao fármaco. A longo prazo, o uso de múltiplos fármacos leva ao aparecimento de cepas de parasitas multirresitentes.<br>O uso de coquetéis de fármacos que atingem alvos diferentes no parasita diminuem a probabilidade do surgimento de cepas resistentes. <br>&nbsp;O uso inadequado dos medicamentos e/ou a administração de fármacos com baixa qualidade também contribuem para o surgimento de resistência.<br>O descobrimento de novos alvos para a quimioterapia da malária certamente tem como passo mais importante a recente publicação do genoma do <em>P. falciparum, </em>&nbsp;que pode levar à descoberta de novas proteínas específicas e com funções exclusivas no parasita, sendo excelentes potenciais alvos para o desenvolvimento de quimioterapia seletiva e eficiente.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-18 18:48:48 UTC</pubDate>
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         <title>Malária no mundo</title>
         <author>carlinhasapinto</author>
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         <description><![CDATA[<div>https://www.nucleodoconhecimento.com.br/geografia/cartografia-de-risco</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-18 19:04:28 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>cscabreira</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title>Tribo Indigena do Vale do Javari</title>
         <author>janyedja42836883</author>
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         <pubDate>2021-06-18 19:52:12 UTC</pubDate>
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         <title>GRUPO 6</title>
         <author>lucianabio66</author>
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         <description><![CDATA[<div>Carla Pinto, Christiano Cabreira, Cristyani Mendes, Janyedja Carvalho, Luciana Vieira, Patricia Batista<br>Tema: 3 - Tópico: 2 - ProfBio UFRJ<br><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-19 02:57:28 UTC</pubDate>
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