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      <title>Biodiversidade  by Inês Mata</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-01-14 09:21:37 UTC</pubDate>
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         <title>O que é a Biodiversidade?</title>
         <author>jenifer_costa</author>
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         <description><![CDATA[<div>Biodiversidade é o conjunto formado por todas as espécies de seres vivos existentes na Terra.</div><div><br>A palavra biodiversidade é formada da união do radical grego “bio” (que significa vida) com a palavra “diversidade” (que significa variedade).<br><br>O conceito de biodiversidade engloba a <strong>diversidade ecológica</strong>, <strong>diversidade genética </strong>e <strong>diversidade de espécies.<br></strong><br></div><ul><li><strong><mark>Diversidade ecológica</mark></strong><strong> - </strong>refere-se à diversidade de comunidades presentes nos diferentes ecossistemas.</li></ul><div><br></div><ul><li><strong><mark>Diversidade genética</mark></strong><strong>  -</strong>refere-se à diversidade genética de cada indivíduo, dentro da mesma espécie;</li></ul><div><br></div><ul><li><strong><mark>Diversidade de espécies</mark></strong><strong> -</strong> refere-se à riqueza de espécies de seres vivos que podem ser encontradas à escala local, regional ou global.</li></ul><div><br>A diversidade de espécies de uma comunidade abrange duas componentes:<br><br></div><div><strong>Riqueza de Espécies</strong> -  número total de diferentes espécies da comunidade. Serve para a avaliação da homogeneidade de um certo ambiente.<br><br><strong>Abundância de Espécies - </strong>número de indivíduos de cada espécie. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-19 09:10:52 UTC</pubDate>
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         <title>Biosfera</title>
         <author>a67271</author>
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         <description><![CDATA[<div>Biosfera é considerado o conjunto de todos os ecossistemas do planeta, ou seja, a camada da Terra que contém organismos vivos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-21 20:04:23 UTC</pubDate>
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         <title>Espécie</title>
         <author>jenifer_costa</author>
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         <description><![CDATA[<div>Indivíduos da mesma espécie têm, por norma, características semelhantes e podem ser encontrados na mesma população. Estes têm a capacidade de se <strong>reproduzir e produzir descendentes férteis</strong>.<br><br>- A mula resulta do cruzamento de duas espécies diferentes: a égua e o burro. Aos seres vivos em que este fenómeno se verifica chamam-se "híbridos". Estes animais não são considerados uma "espécie", visto que, quando se cruzarem com um ser vivo de uma espécie, não formam descendentes férteis.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-21 22:23:05 UTC</pubDate>
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         <title>Quais os níveis fundamentais de organização biológica ?</title>
         <author>a67271</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os níveis de organização em biologia são a forma hierárquica das estruturas biológicas. <br><br>Normalmente são representados em 12 níveis.<br><br>Inicia-se no nível mais elevado, a biosfera, e segue até ao mais baixo, o átomo. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-21 22:33:57 UTC</pubDate>
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         <title>Curiosidade</title>
         <author>jenifer_costa</author>
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         <description><![CDATA[<div>Em 2011, um grupo de cientistas estimou que devem existir 8,7 milhões de espécies no planeta, com margem para erro de 1,3 milhões.<br> <br>Todos os anos, os cientistas relatam mais de 15 mil espécies existentes antes desconhecidas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-21 22:42:01 UTC</pubDate>
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         <title>Biosfera</title>
         <author>a67271</author>
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         <description><![CDATA[<div>É o nome dado ao conjunto de todos os seres vivos e todos os ecossistemas da Terra.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-21 23:00:05 UTC</pubDate>
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         <title>Relações Bióticas</title>
         <author>jenifer_costa</author>
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         <description><![CDATA[<div><mark> </mark><strong><mark>» </mark></strong> Relações que se estabelecem entre seres vivos da mesma espécie ou de espécies diferentes.<br><br> <strong>- </strong>Podem ser <strong>favoráveis</strong>, quando não comportam prejuízo, ou <strong>desfavoráveis</strong>, se ambos os indivíduos forem prejudicados ou se apenas um dos indivíduos for prejudicado.<br><br><strong><mark>Interações Intraespecíficas</mark></strong><strong><br></strong><strong><mark>-</mark></strong><strong> </strong>Ocorrem entre indivíduos da mesma espécie:</div><div><strong>&gt;</strong> Competição;<br><strong>&gt;</strong> Cooperação;<br><strong>&gt;</strong> Canibalismo.<br><br><strong><mark>Interações Interespecíficas<br>-</mark></strong><strong> </strong>Ocorrem entre indivíduos de espécies diferentes:<br><strong>&gt;</strong> Competição;<br><strong>&gt; </strong>Mutualismo;<br><strong>&gt;</strong> Simbiose;<br><strong>&gt;</strong> Prarasitismo;<br><strong>&gt;</strong> Predação;<br><strong>&gt;</strong> Comensalismo;<br><strong>&gt;</strong> Herbivorismo;<br><strong>&gt;</strong> Amensalismo;<br><strong>&gt;</strong> Antagonismo. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-21 23:21:52 UTC</pubDate>
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         <title>Canibalismo</title>
         <author>jenifer_costa</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><em><mark>#</mark></em></strong> <mark>Interação intraespecífica</mark>. No canibalismo,  um animal mata outro da sua espécie para se alimentar dele. </div><div><strong><mark>-</mark></strong> O canibal é <strong>beneficiado</strong> com o alimento enquanto a presa sai <strong>prejudicada,</strong> perdendo a vida.(<strong>+ -)<br></strong><br></div><ul><li><strong>Canibalismo Sexual:</strong>               A fémea mata e consome o macho da mesma espécie durante ou imediatamente após o acasalamento.</li><li><strong>Canibalismo Intrauterino:</strong> O animal mais forte alimenta-se do animal mais fraco.</li></ul><div><br></div><div>                   <strong>Exemplos:<br></strong><strong><mark>1-</mark></strong> O louva-a-deus fémea devora, após o acasalamento, um indivíduo macho da mesma espécie num exemplo de canibalismo sexual.<br><strong><mark>2-</mark></strong> O canibalismo entre   tubarões-mangona é um exemplo de canibalismo intrauterino. Neste tipo de canibalismo, o embrião mais desenvolvido alimenta-se dos outros embriões ainda no útero da mãe. Essa espécie corre sérios riscos de extinção.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-21 23:26:04 UTC</pubDate>
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         <title>Ecossistema</title>
         <author>a67271</author>
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         <description><![CDATA[<div>É definido como o conjunto formado pelo meio biótico (vivo) e abiótico (não vivo) do ambiente e pela interação entre os dois meios.<br><br><mark>-</mark> Existem diversos ecossistemas como a Taiga, a Tundra, o Deserto, a Savana, a Floresta, o Rio e o Mar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-21 23:30:14 UTC</pubDate>
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         <title>Comunidade</title>
         <author>a67271</author>
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         <description><![CDATA[<div>É definido como o conjunto de seres vivos de um ecossistema e as relações que estabelecem entre eles.</div>]]></description>
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         <title>População</title>
         <author>a67271</author>
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         <description><![CDATA[<div>Considera-se um grupo de seres vivos da mesma espécie que interatuam numa determinada área, num dado período de tempo.</div>]]></description>
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         <title>Organismo</title>
         <author>a67271</author>
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         <description><![CDATA[<div>É formado pelo conjunto de todos os sistemas. Sistema vivo com entidade própria, capaz de se reproduzir, desenvolver e manter.</div>]]></description>
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         <title>Sistema de Órgãos</title>
         <author>a67271</author>
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         <description><![CDATA[<div>É constituído por diferentes órgãos que atuam em conjunto em determinadas funções.</div>]]></description>
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         <title>Órgão</title>
         <author>a67271</author>
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         <description><![CDATA[<div>É constituído por tecidos e desempenha funções essenciais para o funcionamento do organismo.</div>]]></description>
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         <title>Tecido</title>
         <author>a67271</author>
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         <description><![CDATA[<div>É constituído por um conjunto de células especializadas e que desempenham uma função específica.</div>]]></description>
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         <title>Célula</title>
         <author>a67271</author>
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         <description><![CDATA[<div>É a unidade básica e fundamental de todos os organismos conhecidos. Uma célula é a menor unidade funcional da matéria viva. </div>]]></description>
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         <title>Organelo</title>
         <author>a67271</author>
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         <description><![CDATA[<div>É a estrutura presente no citoplasma das células é constituída por moléculas e compostos agrupados de diversas maneiras.<br><br></div>]]></description>
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         <title>Molécula</title>
         <author>a67271</author>
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         <description><![CDATA[<div>É um conjunto de átomos, iguais ou diferentes, unidos por ligações covalentes.<br><br></div>]]></description>
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         <title>Átomo</title>
         <author>a67271</author>
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         <description><![CDATA[<div>O átomo é a unidade fundamental da matéria, é a menor fração capaz de identificar um elemento químico.<br><br></div>]]></description>
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         <title>Relações Abióticas</title>
         <author>jenifer_costa</author>
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         <description><![CDATA[<div><mark> </mark><strong><mark>» </mark></strong> Relações que se estabelecem entre os seres vivos e os <mark>fatores do meio ambiente.</mark><br><br><strong><mark>Fatores Abióticos</mark></strong><strong>: </strong>consistem nas componentes químicas e físicas do ambiente</div><ul><li><strong>Climáticos:</strong></li></ul><div><strong>-</strong> Temperatura<br><strong>-</strong> Humidade<br><strong>-</strong> Luz</div><ul><li><strong>Edáficos</strong></li></ul><div><strong>- </strong>Solo<br><br><strong>»Estes fatores influenciam os seres vivos, na sua morfologia, no seu crescimento, na reprodução e na sua atividade. </strong></div>]]></description>
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         <title>Competição</title>
         <author>jenifer_costa</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><em><mark>#</mark></em></strong> Neste tipo de interação ocorre a disputa dos mesmos recursos: espaço, luz, alimento, território e, se forem da mesma espécie, fémea. </div><div> </div><div><strong><mark>-</mark></strong> Na competição, os organismos envolvidos saem sempre <strong>prejudicados. (- /-)</strong></div><div><br><strong><mark>-</mark></strong> Apesar desta interação ocorrer maioritariamente entre indivíduos da <mark>mesma espécie</mark>, também pode ser verificada entre seres vivos de <mark>espécies diferentes</mark>.<br><br></div><div>                   <strong>Exemplos:<br> </strong><strong><mark>1-</mark></strong> Diversos animais de espécies diferentes competem pelo mesmo recurso: a água.<br><strong><mark>2-</mark></strong> Dois Antílopes machos lutam, talvez, pelo mesmo território.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-23 21:54:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Cooperação</title>
         <author>jenifer_costa</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1117567407</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em><mark>#</mark></em></strong> <mark>Interação intraespecífica</mark>. Neste tipo de interação, os organismos da mesma espécie podem agrupar-se para se ajudarem mutuamente ou dividir tarefas </div><div> </div><div><strong><mark>-</mark></strong>  A cooperação é uma relação <strong>benéfica</strong> para ambos os organismos envolvidos. (<strong>+ +)<br></strong><br></div><ul><li><strong>Colónias:</strong>  Agrupamentos não hierarquizados, os membros tem funções semelhantes.</li><li><strong>Sociedades:</strong> Agrupamentos hierarquizados, onde cada indevido ocupa um lugar determinado.</li></ul><div><br></div><div>                   <strong>Exemplos:<br></strong><strong><mark>1-</mark></strong> Colónia- Nas colónias de avestruzes, normalmente as mesmas mantém-se juntas, para estarem alerta relativamente aos predadores, desta forma todas vão correr menos risco de serem atacadas, o que não aconteceria se andassem individualmente. <br><strong><mark>2-</mark></strong> Sociedade- Nas colmeias as abelhas normalmente estão divididas em categorias, onde cada ser está devidamente adaptado para exercer a sua função. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-23 22:19:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Simbiose</title>
         <author>jenifer_costa</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1117594691</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em><mark>#</mark></em></strong> <mark>Interação interespecífica</mark>.  Interação na qual os indivíduos apresentam uma relação <strong>obrigatória</strong>. <br><strong><mark>-</mark></strong> Se interrompida, pelo menos um dos envolvidos pode não sobreviver.</div><div><strong><mark>-</mark></strong>    É uma relação em que, um dos indivíduos é <strong>beneficiado</strong> e o outro fica <strong>indiferente</strong>, ou ambos são <strong>beneficiados</strong>. (<strong>+;0/+)</strong><br><br></div><div>                   <strong>Exemplos:<br></strong><strong><mark>1-</mark></strong> Os corais são animais que crescem bem em meios com deferentes nutrientes, devido à sua relação simbiótica com as algas. Estas fornecem alimento e oxigénio, enquanto os corais fornecem às algas substâncias residuais, como o nitrogénio e dióxido de nitrogénio.<br><strong><mark>2-</mark></strong> As micorrizas são associações mutualistas que acontecem entre fungos e as raízes da maioria das plantas vasculares. Ambos são mutuamente beneficiados, isto porque os fungos nutrem as plantas e elas, por sua vez, durante a fotossíntese produzem carboidratos que são assimilados pelos fungos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-23 22:52:10 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Mutualismo</title>
         <author>jenifer_costa</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1117625317</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em><mark>#</mark></em></strong> <mark>Interação interespecífica</mark>.  Esta associação vantajosa é <strong>facultativa</strong> e ambos os indivíduos podem viver separados </div><div><strong><mark>-</mark></strong>    É uma relação em que ambas as espécies envolvidas ficam <strong>beneficiadas</strong>. (<strong>+ +)</strong><br><br></div><div>                   <strong>Exemplos:<br></strong><strong><mark>1-</mark></strong> Interação estabelecida entre o caranguejo-eremita e a anêmona-do-mar. o caranguejo-eremita não possui uma carapaça resistente que o proteja são as anêmonas que lhe garantem proteção contra os predadores. E em troca, as anêmonas aproveitam-se da mobilidade do caranguejo. Embora estes animais possam viver separados, na maioria das vezes são encontrados em associação.<br><strong><mark>2-</mark></strong> A acácia é uma planta que se beneficia da interação com as formigas, uma vez que estas protegem as árvores de fungos, e também cortam a vegetação que cresce junto a esta planta. Já as formigas são beneficiadas por conseguirem abrigo no interior dos espinhos da acácia e alimento.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-23 23:37:27 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Parasitismo</title>
         <author>jenifer_costa</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1117656860</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em><mark>#</mark></em></strong> <mark>Interação interespecífica</mark>. <br>O parasita alimenta-se do hospedeiro sem lhe provocar a morte imediata. <br><strong><mark>-</mark></strong> O parasita é <strong>beneficiado</strong> e o hospedeiro é <strong>prejudicado</strong>. (<strong>+ -)<br></strong><br></div><div><strong><mark>-</mark></strong> O parasita pode viver no interior do corpo do hospedeiro: <strong>endoparasita</strong> ou à sua superfície: <strong>ectoparasita</strong>. <br><br></div><div>                   <strong>Exemplos:<br></strong><strong><mark>1-</mark></strong> As lombrigas são endoparasitas, estas  são muito prejudiciais à saúde, pois alimentam-se de substâncias nutritivas necessárias à vida do homem. <br><strong><mark>2-</mark></strong> Os piolhos são ectoparasitas, estes necessitam do ser humano para sobreviverem e reproduzirem, alimentando-se do sangue das pessoas. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-24 00:28:25 UTC</pubDate>
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         <title>Predação</title>
         <author>jenifer_costa</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1118606030</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em><mark>#</mark></em></strong> <mark>Interação interespecífica</mark>. <br> Na predação um indivíduo mata outro, de espécie diferente, para  se alimentar. <br><strong><mark>-</mark></strong> O predador é <strong>beneficiado</strong> e a presa é <strong>prejudicada</strong>. (<strong>+ -)<br></strong><br></div><div><strong><mark>-</mark></strong>  A maior parte dos predadores são animais. <br><strong><mark>-</mark></strong>  Há também plantas predadoras, as quais se alimentam de insetos. <br><br></div><div>                   <strong>Exemplos:<br></strong><strong><mark>1-</mark></strong> Um tigre alimenta-se de um cervo bebé. Nesta interação o tigre é o predador e o cervo é a presa, que vai servir como fonte de nutrientes do tigre.<br><strong><mark>2-</mark></strong> Uma planta carnívora alimenta-se de um inseto. Neste caso, a planta carnívora é o predador e o inseto é a presa. O inseto vai ser a fonte de alimento da planta.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-24 12:12:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Comensalismo</title>
         <author>jenifer_costa</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1118715859</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em><mark>#</mark></em></strong> <mark>Interação interespecífica</mark>. <br> Relação em que apenas um dos organismos é <strong>beneficiado, </strong>enquanto o outro fica <strong>indiferente</strong>. <strong>(+ 0)<br></strong><br><strong><mark>-</mark></strong> O comensalismo não implica viver às custas de um indivíduo, mas sim aproveitar os seus benefícios (excedentes de alimentos, proteção ou suporte).<br><br></div><div>                   <strong>Exemplos:<br></strong><strong><mark>1-</mark></strong> As rémoras prendem-se ao corpo do tubarão, obtendo, assim, restos de comida e um meio de transporte.</div><div><strong><mark>2-</mark></strong> O peixe-palhaço refugia-se nos tentáculos urticantes das anémonas do mar, protegendo-se dos peixes carnívoros.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-24 13:17:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Herbivorismo</title>
         <author>jenifer_costa</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1118747850</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em><mark>#</mark></em></strong> <mark>Interação interespecífica</mark>. <br> Um animal come normalmente parte de uma planta. <strong><br></strong><br><strong><mark>-</mark></strong> A espécie animal sai <strong>beneficiada</strong> e a vegetal <strong>prejudicada</strong>. (<strong>+ -)</strong><br><br></div><div>                   <strong>Exemplos:<br></strong><strong><mark>1-</mark></strong> Um veado a alimentar-se de uma planta, que vai ser a sua única fonte de nutrientes, já que é um animal herbívoro.</div><div><strong><mark>2-</mark></strong> Um coala a alimentar-se de uma planta que, semelhantemente á interação do veado com a planta, vai servir como a sua única fonte de nutrientes.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-24 13:33:50 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Amensalismo</title>
         <author>jenifer_costa</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1118884049</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em><mark>#</mark></em></strong> <mark>Interação interespecífica</mark>. <br>É quando uma das espécies secreta ou expele substâncias que não permitem a existência de outra espécie.<strong><br></strong><br><strong><mark>-</mark></strong> Uma espécie <strong>prejudica</strong> a outra sem retirar benefício (sai <strong>indiferente</strong>). (<strong>- 0)</strong><br><br></div><div>                   <strong>Exemplos:<br></strong><strong><mark>1-</mark></strong>  Toxinas libertadas pelas microalgas das “marés vermelhas”. A água com pouco ou sem oxigénio dificulta toda a vida aquática presente no ambiente.</div><div><strong><mark>2-</mark></strong> Um elefante pode, por exemplo, matar um gafanhoto ao pisá-lo. A população de gafanhotos é afetada, mas o elefante não.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-24 14:49:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Antagonismo</title>
         <author>jenifer_costa</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1118915924</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em><mark>#</mark></em></strong> <mark>Interação interespecífica</mark>. <br>uma espécie impede, pela sua presença, o desenvolvimento de outra, retirando benefício.<strong><br></strong><br><strong><mark>-</mark></strong> Uma espécie é <strong>prejudicada</strong> e a outra é <strong>beneficiada</strong>. (<strong>- +)</strong><br><br></div><div>                   <strong>Exemplos:<br></strong><strong><mark>1-</mark></strong>  O fungo do género Penicilium produz uma substância – penicilina – que impossibilita o desenvolvimento de algumas bactérias, o fungo vai expandir-se.</div><div><strong><mark>2-</mark></strong> Pode ser observado no nosso dia a dia, no uso medicinal, as bactérias em questão vão ser prejudicadas, já o ser humano vai ser beneficiado.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-24 15:06:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Diferença entre Amensalismo e Antagonismo</title>
         <author>jenifer_costa</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1118923861</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>A diferença entre estas duas interações é que, no <strong>amensalismo</strong>, não ocorre benefício para nenhuma das espécies, já que uma é <mark>prejudicada</mark> e a outra é <mark>indiferente</mark> <strong>(-,0)</strong>. Já no <strong>antagonismo</strong>, uma das espécies sai <mark>prejudicada</mark>, porém a outra retira <mark>benefício</mark> <strong>(-,+)</strong>.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-24 15:10:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;Maré vermelha&quot; interdita banhos em praias do Algarve. Pesca continua permitida, apesar do consumo de peixe da região ser perigoso 17/06/2019</title>
         <author>jenifer_costa</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1118975041</link>
         <description><![CDATA[<div>Presença de microalgas no Algarve levou as autoridades a interditar banhos no mar entre Faro e Vilamoura. A pesca não está proibida, mas consumo de peixe dessa região pode ser prejudicial à saúde.<br><br>As praias algarvias <strong>entre a Ilha do Farol (Faro) e a Vilamoura (Loulé)</strong> foram interditas a banhos após o surgimento de uma mancha vermelha na água, confirmou o Observador junto da Autoridade Marítima Nacional. A mancha está a ser provocada de um tipo específico de algas, os dinoflagelados, que pertencem ao plâncton marinho e que podem viver também em água doce. Segundo a Autoridade Marítima Nacional, foi a Agência Portuguesa do Ambiente que avisou que <strong>a mancha é “potencialmente perigosa para a saúde pública”</strong>.<br><br>Quando surgem em altas concentrações numa vasta área do mar, a presença destas algas causam aquilo a que vulgarmente se chama uma “maré vermelha”. Ao analisar a água das praias algarvias, a Agência Portuguesa do Ambiente detetou a presença de <strong>um organismo prejudicial para a saúde humana</strong> e aconselhou os nadadores-salvadores a hastear a bandeira vermelha e a interditar os banhos no oceano.</div><pre>Fonte:Observador
<a href="https://observador.pt/2019/06/17/mare-vermelha-interdita-banhos-em-praias-do-algarve/">https://observador.pt/2019/06/17/mare-vermelha-interdita-banhos-em-praias-do-algarve/</a></pre>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-24 15:36:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Introdução</title>
         <author>jenifer_costa</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1121861297</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>»</mark></strong> A relação entre fatores bióticos e abióticos, que ocorre num determinado meio, constitui um Ecossistema. <br><br><strong><mark>»</mark></strong> Num ecossistema os seres vivos estabelecem entre si <mark>relações tróficas</mark> (alimentares), com vista a um objetivo e com base numa troca de matéria e energia entre os seres vivos ou entre os seres vivos e o meio.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-25 13:49:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Cadeias Alimentares</title>
         <author>jenifer_costa</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1121967793</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>-</mark></strong> As <mark>cadeias alimentares</mark> são constituídas pelas relações tróficas.<br><strong><mark>»</mark></strong><strong> As cadeias alimentares são sequências que representam as relações alimentares entre os seres vivos.<br><br></strong><strong><mark>-</mark></strong><strong> </strong>O ciclo de matéria e energia trocada entre os seres vivos através das suas relações alimentares e é baseada em <strong>níveis tróficos</strong>.<br><br>                 <strong><mark>Níveis Tróficos<br><br>1º Nível Trófico:</mark></strong> <strong>Produtores</strong> -  organismos que sintetizam o seu próprio alimento, a partir de matéria inorgânica. São, por essa razão, <strong>seres autotróficos</strong>.         <strong>Ex.: </strong>plantas, algas.<br><br></div><div><strong><mark>2º Nível Trófico: </mark></strong><strong>Consumidores</strong> <strong>Primários</strong> – organismos que se alimentam diretamente dos produtores, sendo incapazes de produzir compostos orgânicos a partir de compostos inorgânicos. São <strong>seres heterotróficos</strong>.          <strong>Ex.: </strong>animais<strong> </strong>herbívoros. <br><br></div><div><strong><mark>3º Nível Trófico:</mark></strong><strong> Consumidores</strong> <strong>Secundários</strong> – alimentam-se dos consumidores primários.            <strong>Ex.: </strong>animais<strong> </strong>carnívoros.<br><br></div><div><strong>Decompositores</strong> – Os decompositores atuam ao longo de <mark>todos os níveis tróficos</mark> da cadeia alimentar transformando matéria orgânica (cadáveres, fezes, etc.), em matéria inorgânica, assegurando desta forma a devolução dos minerais ao meio ambiente.<br> <strong>Ex.:</strong> Fungos e bactérias.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-25 14:10:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Teias Alimentares ou                       Redes Tróficas            </title>
         <author>jenifer_costa</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1122767258</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>»</mark></strong> Representam interligações/relações entre cadeias alimentares distintas.<br><br><strong><mark>»</mark></strong> Os animais podem fazer parte de várias cadeias alimentares, daí surgiu a necessidade de representar múltiplas cadeias alimentares em apenas um esquema.<br><br><strong><mark>-</mark></strong> Nas teias alimentares não existem propriamente níveis tróficos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-25 16:25:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Transferência de Energia</title>
         <author>jenifer_costa</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1123109370</link>
         <description><![CDATA[<div><mark> </mark><strong><mark>» </mark></strong><strong> </strong>A passagem dos nutrientes pelos diferentes níveis tróficos vai resultar em significativas perdas de energia, já que todos os organismos desta cadeia estão a utilizar a mesma fonte de energia.<br><strong><mark>-</mark></strong><strong> </strong>Ou seja, em cada um dos diferentes níveis tróficos vai haver menos energia do que no anterior.<br><br><strong><mark>-</mark></strong> Nesta pirâmide ecológica está representada a distribuição de energia (em percentagem) presente em cada nível trófico.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-25 17:21:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Temperatura</title>
         <author>a67271</author>
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         <description><![CDATA[<div><mark> </mark><strong><mark>»</mark></strong><mark> </mark> A atividade dos seres vivos é fortemente influenciada pela <mark>temperatura</mark> do ambiente. <br><br><mark>-</mark> Para sobreviver , cada organismo tem de ser capaz de resistir às variações de temperatura que ocorrem no seu habitat. <br><mark>-</mark> Para isso, os animais podem: <strong>Hibernar, Estivar, Migrar </strong>ou adaptar-se <strong>morfologicamente</strong>.<br><br><strong>» </strong><strong><mark>Hibernar</mark></strong> - Os animais permanecem vários meses inativos. É a forma que encontram para preservar a energia de modo a ultrapassar as adversidades do Inverno. <br><strong>Ex:</strong> Urso<br><br><strong>» </strong><strong><mark>Estivar</mark></strong> -  algumas espécies de animais dormem durante a estação quente e seca, devido às altas temperaturas e à escassez de água. <br><strong>Ex:</strong> caracóis.<br><br><strong>»</strong><strong><mark>Migrar</mark></strong> - muitos animais deslocam-se na procura de zonas mais favoráveis, com melhores temperaturas e mais alimento. <br><strong>Ex:</strong>  Baleia, Pelicanos<br><br><strong>»</strong><strong><mark>Adaptações morfológicas</mark></strong> -Quando sujeitos a temperaturas extremas, alguns animais sofrem adaptações morfológicas. <br><br><strong><mark>-</mark></strong><strong> Para resistir ao frio, pode ocorrer:</strong> o aumento da camada subcutânea de gordura;  revestimento do corpo com pelos e penas; a diminuição das extremidades (focinho, orelhas). <strong>Ex:</strong> Foca, Raposa do Ártico<br><br><strong><mark>-</mark></strong><strong> Para resistir ao calor</strong> <br>Um exemplo de adaptação ao calor é o revestimento do corpo dos répteis por escamas. <br><strong>Ex: </strong>Crocodilo <br>Outros animais têm orelhas de grandes dimensões que ajudam a arrefecer o corpo. <br><strong>Ex:</strong> Raposa africana, Elefante<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-25 17:35:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fluxo de Energia e de Matéria</title>
         <author>jenifer_costa</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1123255877</link>
         <description><![CDATA[<div><mark> </mark><strong><mark>» </mark></strong><strong> </strong>A energia solar captada pelos produtores é transformada (recorrendo à fotossíntese) em energia química, que fica armazenada nos compostos orgânicos que os mesmos elaboram.<br><strong><mark>-</mark></strong> Parte desta energia é absorvida pelos consumidores, ocorrendo perda de energia sob a forma de calor.<br><strong><mark>-</mark></strong><strong> Por esta razão, o </strong><mark>fluxo de energia é unidirecional</mark>.<br><br><strong><mark>»</mark></strong> Os nutrientes circulam continuamente, passando do meio abiótico para os produtores<br>e destes para os consumidores, regressando novamente ao meio abiótico através dos decompositores.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-25 17:46:36 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Humidade</title>
         <author>a67271</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1123497663</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>»</mark></strong> A quantidade de vapor de água existente no ar varia de um lugar para o outro e até no mesmo lugar, dependendo do dia, do mês ou da estação do ano. <br><br><strong><mark>- </mark></strong>A humidade é um fator <strong>decisivo</strong> na vida dos animais pois todos precisam de água para que o seu organismo funcione.<br><br><strong><mark>»</mark></strong> <strong>Adaptações dos animais relativamente há humidade :</strong><br><strong><mark>-</mark></strong> Impermeabilização do tegumento para evitar a perda de água. <br><strong>Ex:</strong> Escorpião <br><br><strong><mark>-</mark></strong> Diminuição da produção de urina.<br><strong>Ex:</strong> Rato-canguru </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-25 18:28:38 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Reflexão</title>
         <author>jenifer_costa</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1123500339</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>»</mark></strong> A presença de microalgas (que libertam toxinas) nas praias algarvias é um exemplo de antagonismo, neste exemplo o ambiente aquático foi prejudicado, enquanto as microalgas se expandiram, sendo beneficiadas. Também os banhistas algarvios saíram prejudicados, já que tiveram de ficar uns dias sem ir ao mar 😂. <br><br><mark> </mark><strong><mark>- </mark></strong><strong> </strong>Lembrámo-nos que há relativamente pouco tempo este evento tinha acontecido, por essa razão, decidimos relacioná-lo com a matéria atual, já que é algo que estava na nossa memória e que aconteceu no nosso distrito.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-25 18:29:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O que é uma Espécie em Vias de Extinção?</title>
         <author>jenifer_costa</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1123586151</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark> » </mark></strong> As espécies em vias de extinção são aquelas cujo número de indivíduos é muito reduzido, com iminente perigo de desaparecerem se não forem protegidas.<br><strong><mark> » </mark></strong> Dos oito milhões de espécies de todo o mundo, um milhão está em risco de extinção.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-25 18:44:45 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Luz</title>
         <author>a67271</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1123590133</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>» </mark></strong>A<a href="https://image.slidesharecdn.com/influenciafactmeio-1231084594189799-2/95/influncia-dos-factores-abiticos-10-728.jpg?cb=1231055926"> </a>influência da <mark>luz</mark>  nos animais, a luz manifesta-se essencialmente no comportamento, atividade e reprodução dos animais. <br><br><strong><mark>»</mark></strong><strong> </strong><strong><mark>Influência da luz nos animais</mark></strong><br><br><strong>- Quanto à atividade estes podem ser:</strong><br><mark>Noturnos</mark> - se estão mais ativos durante a noite <br><mark>Diurnos</mark> - se a sua atividade ocorre mais durante o dia;<br><br><strong><mark>Migrações</mark></strong> – um aumento do <strong>fotoperíodo</strong> leva à migração das aves para norte, enquanto que o movimento para sul é determinado pela diminuição do <strong>fotoperíodo</strong>.<br><strong>Ex: </strong>andorinhas<br><br><strong><mark>Cor da pelagem</mark></strong> – alguns animais mudam de pelagem consoante a estação do ano.<br><strong> Ex</strong>: Lebre-do-ártico tem pelagem castanha no Verão e branca no inverno.<br><br><strong><mark>Bioluminescência</mark></strong> – devido à escuridão existente nas profundidades dos oceanos, alguns animais são capazes de emitir luz através de órgãos apropriados. </div><div><strong>Ex: </strong>Peixe-Abissal</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-25 18:45:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Existem três tipos de extinção:</title>
         <author>jenifer_costa</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1133693723</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Extinção em fundo</mark></strong> – extinção natural, causada por modificações naturais do meio ambiente, em que ocorre o desaparecimento de uma ou mais espécies por não se encontrarem adaptadas. <br><br><strong><mark>Extinção em massa</mark></strong> – refere-se à morte de um grande número de espécies como resultado de catástrofes naturais das quais os impactos podem fazer-se sentir a nível local ou global.<br><br><strong><mark>Extinções antropogénicas</mark></strong> – causadas pelo Homem.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-27 20:21:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Categorias de extinção </title>
         <author>a67271</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1136002953</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>»</mark></strong> Os profissionais baseiam-se na <strong>Lista Vermelha</strong> da<strong> UICN, União Internacional para a Conservação da Natureza,</strong> uma listagem de milhares de espécies e subespécies que obedece a critérios precisos, para avaliar os riscos de extinção das mesmas. <br><br><strong><mark>-</mark></strong> Esta forma de catalogar os riscos foi criada em 1963 com o objetivo de ajudar a comunidade cientifica e informar o público sobre a urgência das medidas de conservação, na tentativa de reduzir as extinções.<br><br><strong><mark>»</mark></strong> De acordo com a<strong> UICN</strong>, existem 9 categorias que podem ser utilizadas na avaliação do risco de extinção das espécies a nível regional.<br><br><strong><mark>» Categorias</mark></strong></div><div><br></div><blockquote>Existem duas categorias para as espécies que não possuem mais registos na natureza:</blockquote><div><br><strong><mark>-</mark></strong><strong> Extinta</strong>: quando não existem dúvidas de que o último individuo morreu.<br><strong><mark>-</mark></strong> <strong>Extinta na Natureza:</strong> quando apenas sobrevive em cativeiro.<br><br></div><blockquote>Para as espécies em risco de extinção, a UICN considera três categorias:</blockquote><div><br><strong><mark>-</mark></strong> <strong>Criticamente em Perigo: </strong>quando corre risco extremamente elevado de extinção a curto  prazo.<br><strong><mark> -</mark></strong><strong>Em perigo:</strong> quando corre risco alto de extinção a curto prazo.<br><strong><mark> - </mark></strong><strong>Vulnerável:</strong> quando existe risco alto de extinção a médio prazo.<br><br></div><blockquote>Existem também categorias para <em>taxa</em> com baixo risco de extinção:</blockquote><div><br><strong><mark>-</mark></strong> <strong>Quase ameaçada:</strong> ainda não existe risco de extinção, porém, caso não sejam tomadas medidas para sua conservação, tal pode acontecer.<br><strong><mark>-</mark></strong> <strong>Menos preocupante: </strong>quando não existe possibilidade de serem extintos com as atuais condições, apresentam ampla distribuição e abundancia.<br><br></div><blockquote>Existem também duas categorias que se referem a níveis que não possuem dados suficientes para concluir qual o seu estado de conservação e os que não foram avaliados.</blockquote><div><br><strong><mark>- </mark></strong><strong>Dados Deficientes</strong>: os dados disponíveis não permitem concluir o real estado de conservação, sendo necessários mais estudos para tal.<br><strong><mark>-</mark></strong><strong>  Não avaliada:</strong> quando ainda não foi avaliada pelos critérios da UICN.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-28 12:30:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fatores que resultam na extinção de espécies:</title>
         <author>jenifer_costa</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1136415303</link>
         <description><![CDATA[<div> <strong><mark>»</mark></strong><strong> </strong>Destruição de Habitats;<br> <strong><mark>»</mark></strong>  Contaminação ambiental;</div><div> <strong><mark>»</mark></strong><strong> </strong>Aumento da Captura de Espécies (caça e pesca);</div><div> <strong><mark>»</mark></strong><strong>  </strong>Introdução de espécies exóticas invasoras;<br> <strong><mark>»</mark></strong><strong> </strong> Tráfico Ilícito de Espécies.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-28 14:10:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Destruição de Habitats</title>
         <author>jenifer_costa</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1150448688</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark> » </mark></strong> A <mark>destruição de </mark><em><mark>habitats</mark></em><em> </em>naturais é uma das principais causas da extinção de espécies.<br><br><strong><mark> » </mark></strong> A <strong>exploração excessiva</strong> dos <br>recursos agrícolas e florestais contribui para a destruição de habitats.<br><br><strong><mark> » </mark></strong> O homem é o principal responsável pela destruição de habitats de várias espécies. A Floresta Amazónia, é frequentemente alvo de deflorestação, isto coloca em risco diversas espécies que vão ter o seu habitat destruído, causando assim uma <mark>perda irreparável na </mark><strong><mark>biodiversidade</mark></strong>.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-01 18:58:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Introdução de Espécies Exóticas Invasoras</title>
         <author>jenifer_costa</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1150556295</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark> » </mark></strong> As espécies <strong>invasoras</strong> são organismos cuja introdução e/ou dispersão fora da sua área de distribuição natural, passada ou presente, ameaça a diversidade biológica.<br><br></div><div><strong><mark> » </mark></strong><strong> </strong>Em vez de coexistirem com as espécies nativas do local onde foram introduzidas, as invasoras espalham-se rapidamente, competem pelos recursos naturais e tornam-se numa <mark>ameaça para outras </mark><strong><mark>espécies</mark></strong>, <em>habitats</em> e ecossistemas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-01 19:19:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Origem da Extinção</title>
         <author>a67271</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1150691807</link>
         <description><![CDATA[<div> A extinção pode ser dividida em três categorias.<br><br><strong><mark>»</mark></strong> Aquela que se deve de <strong>eventos da própria natureza</strong> , causada por <strong>catástrofes naturais</strong> de grandes proporções como vulcanismo, tsunamis e queda de meteoros. </div><div><br><strong><mark>» </mark></strong>Aquela que provem das <strong>normas da seleção natural</strong>,  resultante da pressão introduzida pela permanente competição, entre indivíduos da mesma ou diferentes espécies, por recursos ou espaço, nos ecossistemas naturais, resultando uma <strong>seleção natural das espécies</strong> em que os seres vivos que apresentam uma melhor adaptação ao seu habitat sobrevivem e reproduzem, enquanto os não estão tão bem adaptados tendem a morrer e consequentemente não reproduzir.<br><br><strong><mark>»</mark></strong> E a terceira maneira que pode ser considerada artificial e que está especialmente relacionada com o <strong>homem</strong> e o seu<strong> impacto na natureza,</strong> seja através da caça e pesca excessiva  ou da contaminação ambiental , que vão levar à destruição do habitat de diversas espécies. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-01 19:48:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Contaminação Ambiental</title>
         <author>jenifer_costa</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1150770127</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark> » </mark></strong> A extração de petróleo resulta em diversos impactos no meio ambiente:<br><br><strong>-</strong>  por exemplo, os vazamentos que ocorrem nas plataformas de extração petrolífera, que colocam em <mark>risco a vida de todo um ecossistema marítimo</mark>.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-01 20:05:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aumento da Captura de Espécies</title>
         <author>jenifer_costa</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1150773653</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark> » </mark></strong> O desenvolvimento da tecnologia vai facilitar a pesca e caça de espécies.<br><br><strong><mark> » </mark></strong> O crescente aumento do consumo e da produção de pescado põe em risco a vida marinha, que é cada vez mais requisitada.<br><br><strong><mark> » </mark></strong> A caça, que muitas vezes tem vindo a ser praticada de forma excessiva e ilegal, contribui para cada vez existirem menos espécies. <br> <strong>-</strong> Em países nos quais a caça é o único recurso, acabam por ser mortos indivíduos de espécies que apresentam uma quantidade reduzida de organismos.<br><br><strong><mark>1-</mark></strong> Pesca excessiva.<br><strong><mark>2-</mark></strong> Caça de um elefante africano.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-01 20:06:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tráfico Ilícito de Espécies</title>
         <author>jenifer_costa</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1150778676</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark> » </mark></strong> Muitas espécies são procuradas pela sua beleza, propriedades curativas e outras razões.<br><br><strong><mark> » </mark></strong> O tráfico de animais, como a arara, e a matança indiscriminada de elefantes, com o objetivo de recolher marfim, são fatores que contribuem para a extinção de espécies.<br><br><strong><mark> » </mark></strong><strong> </strong>Os traficantes quebram a lei de forma a contrabandear estas espécies. Muitos destes animais não se habituam às condições dos habitats e acabam por não sobreviver. Já as espécies invasoras, adaptam-se às condições e acabam por matar espécies locais, contribuindo também para a extinção de espécies.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-01 20:08:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Portugal é o quarto país da Europa com mais espécies em risco de extinção 04/08/2019</title>
         <author>jenifer_costa</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1151081923</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>"</mark></strong>Não para de aumentar o número de espécies em risco de extinção. A última Lista Vermelha põe a América do Norte e do Sul como os continentes mais ameaçados. Na Europa, Portugal ocupa os lugares de topo pelos piores motivos.<strong><mark>"<br><br>"</mark></strong>A Lista Vermelha das Espécies Ameaçadas da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) divulgou, a 18 de Julho de 2019, que mais de 28 mil espécies estão ameaçadas de extinção, incluindo 40% de anfíbios, 34% de coníferas, 33% de corais de recife, 25% de mamíferos e 14% de aves. Dos 1,7 milhões de espécies já identificadas, a Lista Vermelha avaliou o risco de extinção de quase 105 mil.<strong><mark>"<br></mark></strong><br></div><pre>Fonte: Público
<a href="https://www.publico.pt/2019/08/04/infografia/28-mil-especies-risco-extincao-324">https://www.publico.pt/2019/08/04/infografia/28-mil-especies-risco-extincao-324</a></pre>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-01 21:35:34 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Impacto do Óleo de Palma</title>
         <author>jenifer_costa</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1151082356</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>»</mark></strong> O óleo de palma é um recurso extremamente procurado na indústria alimentar. A devastação que as plantações deste produto fazem é imaginável e põe em risco o habitat de diversos animais, como os orangotangos.<br><strong><mark>»</mark></strong> O óleo de palma está presente em diversos produtos do nosso dia-a-dia, este pode ser encontrado em famosas marcas como, por exemplo: nutella, oreos, coca-cola, entre outros.<br><br><strong>-</strong> Apesar de ser um produto que nós usamos no nosso dia-a-dia, a obtenção do mesmo pode ser feita de uma forma mais sustentável e o consumo do mesmo pode ser feita de uma forma moderada. O poder está no consumidor!<br><br><strong>Notícia:<br></strong><strong><mark>"</mark></strong>Florestas tropicais com tamanho equivalente a 300 campos de futebol são devastadas para se converterem em plantações de óleo de palma. Estão por todo o planeta a ameaçar o meio-ambiente, especialmente na Indonésia e na Malásia – locais onde os orangotangos, em vias de extinção, vivem. <strong><mark>(...)</mark></strong><strong> </strong>só nestas duas últimas décadas cerca de 50.000 orangotangos morreram.<strong><mark>"</mark></strong></div><pre>Fonte: Jovens Repórteres do Ambiente
<a href="https://jra.abae.pt/plataforma/artigo/a-grande-batalha-orangotangos-vs-oleo-de-palma/">https://jra.abae.pt/plataforma/artigo/a-grande-batalha-orangotangos-vs-oleo-de-palma/</a></pre>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-01 21:35:43 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Extinções na História</title>
         <author>a67271</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1155540220</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>»</mark></strong> Extinções naturais sempre aconteceram no decorrer da história da Terra. Estima-se que a taxa média normal de extinção seja entre <strong>2,0</strong> e <strong>4,6</strong> famílias de animais e plantas por milhão de anos. <br><br><strong><mark>»</mark></strong> Os motivos pelos quais essas extinções acontecem são variados e estão relacionados a dificuldades de adaptação e grandes eventos geológicos.<br><br><strong><mark>»</mark></strong> É importante lembrar que, durante alguns períodos da história da Terra, aconteceram as <strong>extinções em massa</strong>; nesses períodos estima-se que as taxas médias de extinção tenham atingido <strong>19,3</strong> famílias extintas por milhão de anos. O exemplo mais comum de extinção em massa é o ocorrido no final do período Cretáceo, onde os dinossauros foram completamente extintos. <br> <br><strong><mark>»</mark></strong> Porém, atualmente, o nosso maior problema consiste na extinção ocasionada pelo homem. Especialmente após a revolução industrial, o progresso e a ganância levaram o homem a ocupar e explorar desordenadamente vários ambientes, deixando danos irreversíveis. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-02 19:13:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A extinção das espécies tem aumentado?</title>
         <author>a67271</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1155738105</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>»</mark></strong> De acordo com um relatório divulgado em março de 2005 pelo secretariado da Convenção sobre Diversidade Biológica, da ONU, a Terra está a sofrer <strong>a maior extinção de espécies</strong> desde o fim dos dinossauros, há 65 milhões de anos atrás.<br><br><strong><mark>»</mark></strong> O relatório concluiu que o objetivo definido no ano de 2002 de conter o ritmo de extinção de espécies está cada vez mais distante e aponta ainda que a perda de biodiversidade está a aumentar. Tanto no ambiente marítimo como em ambientes terrestres, há um número significativo de ecossistemas ameaçados. Entre eles, os recifes de coral e as selvas tropicais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-02 19:51:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>No que consiste a Conservação de Espécies?</title>
         <author>jenifer_costa</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1171913710</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark> » </mark></strong> É a necessidade de preservar o património natural constituído pelos animais e outras formas de vida que se encontram no estado selvagem.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-06 19:07:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Medidas de Conservação</title>
         <author>jenifer_costa</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1171936366</link>
         <description><![CDATA[<div><mark> </mark><strong><mark>» </mark></strong> Atualmente, é conhecida a grave situação na qual inúmeras espécies ameaçadas se encontram. O nosso dever é enfrentar este problema que afeta o nosso meio ambiente, estas são as medidas que promovem a <br><mark>conservação de espécies</mark>:<br><br></div><ul><li><strong>Gestão de habitats;</strong></li><li><strong>Controlo de perdas populacionais;</strong></li><li><strong>Criação e apoio às áreas protegidas;</strong></li><li><strong>Controlo da prática de caça e de pesca;</strong></li><li><strong>Controlo apertado do tráfico ilegal de espécies.</strong></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-06 19:24:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O porquê de conservar?</title>
         <author>a67271</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1171938112</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>»</mark></strong> O panorama atual da conservação das espécies no nosso planeta é preocupante. Cerca de 30% da biodiversidade do planeta foi perdida em apenas trinta anos, o que equivale a dizer que estamos em plena sexta era de extinções em massa. No entanto, o que distingue esta era das anteriores é a velocidade alarmante a que os acontecimentos se sucedem, não havendo tempo para os animais e ecossistemas se adaptarem.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-06 19:25:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Gestão de Habitats</title>
         <author>jenifer_costa</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1171997523</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark> » </mark></strong><strong> </strong>Consiste na gestão de um certo território e dos  seus recursos de forma a manter as espécies em habitats adequados, atendendo à distribuição geográfica natural das mesmas.<br><br><strong><mark> » </mark></strong> Assim, o <strong>controlo</strong> dos <strong>habitats</strong> e das <strong>espécies</strong> que neles se encontram é facilitado e é certificada a evolução adequada destes territórios.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-06 20:07:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Controlo de Perdas de Espécies</title>
         <author>jenifer_costa</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1171997843</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark> » </mark></strong> Várias espécies de plantas e animais estão a desaparecer a um ritmo cada vez mais acelerado.<br><br><strong><mark> » </mark></strong> É essencial a monotorização da perda de biodiversidade, desta forma podemos obter informação sobre o que levou à extinção de dita espécie e tomar medidas para a conservação da mesma.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-06 20:07:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Criação e Apoio às Áreas Protegidas</title>
         <author>jenifer_costa</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1171998599</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>»</mark></strong> Nas últimas décadas, foram criadas áreas protegidas, como parques nacionais, reservas naturais e paisagens protegidas. <br><br>Desta forma evita-se a sobre-exploração de recursos naturais e a intervenção humana está condicionada e sujeita a regulamentos específicos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-06 20:08:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Controlo da Prática de Caça e de Pesca</title>
         <author>jenifer_costa</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1171999240</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>»</mark></strong> O crescente aumento populacional leva a uma maior procura de recursos e, consequentemente, leva a uma prática excessiva da caça e da pesca, sendo propícia à perda em massa de biodiversidade.</div><div><br><strong><mark> » </mark></strong> Atualmente, a caça é muitas vezes, praticada de forma imoral e excessiva, apesar de existirem leis que definem um número máximo de animais que podem ser abatidos.<br><br><strong><mark> » </mark></strong> A pesca excessiva também é uma realidade e as leis que proíbem a pesca de certas espécies, muitas das vezes, não são respeitadas.<br><br><strong> </strong><strong><mark>-</mark></strong> Se houvesse um maior controlo da caça e da pesca, as perdas em massa de biodiversidade poderiam ser diminuídas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-06 20:09:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Controlo Apertado do Tráfico Ilegal de Espécies</title>
         <author>jenifer_costa</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1171999860</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark> » </mark></strong> O tráfico de espécies constitui a segunda maior causa da extinção de espécies no mundo<br><br><strong><mark> » </mark></strong> Ao serem retiradas do seu habitat natural, as espécies não conseguem reproduzir junto da população com que vivem.<br>       <strong>-</strong> A maioria dos animais transportados acaba por não sobreviver, devido às condições de transporte serem desadequadas. <br><br><strong><mark>Espécies Invasoras</mark></strong></div><ul><li>Uma espécie exótica (ou seja, que não é nativa de determinada região) é classificada como <strong>invasora</strong> quando é capaz de se proliferar no novo local e <mark>causar danos</mark> ao ecossistema.</li></ul><div><mark><br></mark><strong><mark>-</mark></strong><mark> </mark>  Alguns estudos relatam a dizimação de populações inteiras, pela introdução de algumas espécies exóticas.</div><div><br><strong><mark> » </mark></strong> Para minimizar esta atividade comercial humana, deve-se denunciar qualquer caso suspeito, nunca nos esquecendo de pedir o certificado CITES antes de comprar qualquer animal. Com este certificado pode-se ter a certeza de que a compra e venda de um dado animal são legais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-06 20:09:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tipos de Conservação</title>
         <author>a67271</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1172125351</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>»</strong> <strong><mark>Conservação in situ</mark></strong><br><strong><mark>-</mark></strong><strong> </strong>A conservação <strong>in situ</strong> passa, em primeiro lugar, pela preservação dos habitats naturais das espécies e, consequentemente, pela fundação e gestão de parques ou reservas naturais. A reintrodução de espécies que desapareceram do seu habitat natural é também um dos procedimentos postos em prática, quando as ameaças que levaram à extinção da espécie em questão já não estiverem presentes.<br><br><strong><mark>» Conservação ex situ</mark></strong><br><strong><mark>-</mark></strong> Muitas vezes a conservação in situ de espécies em vias de extinção é difícil ou mesmo impossível devido à destruição massiva dos habitats ou à caça, entre outras razões, e, por isso, surge a conservação <strong>ex situ</strong>, ou seja fora do habitat natural das espécies<br><br><strong><mark>»</mark></strong> Idealmente, a conservação das espécies deveria ser consequência da preservação dos seus ecossistemas naturais, a isso chama-se conservação <strong>in situ</strong>. Contudo, muitas vezes, a conservação i<strong>n situ </strong>de espécies em vias de extinção é bastante difícil, ou mesmo impossível, devido à progressiva <strong>destruição e fragmentação dos habitats</strong>, à <strong>captura e caça </strong>de indivíduos das espécies em questão, à <strong>poluição</strong> e à<strong> introdução de espécies exóticas </strong>que afetam negativamente as espécies autóctones. Por estas razões, o que se faz para conservar as espécies é associar ações de conservação <strong>in situ</strong> a ações de conservação <strong>ex situ</strong> (fora do habitat natural das espécies, como por exemplo nos parques zoológicos). Se assim não for feito, corre-se o risco de extinção das espécies.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-06 22:03:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Lince ibérico – o Felino Mais Ameaçado do Mundo</title>
         <author>jenifer_costa</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1174348609</link>
         <description><![CDATA[<div><mark> </mark><strong><mark>»</mark></strong><mark> </mark> “Criticamente em perigo” até 2015, o lince-ibérico é agora considerado <strong>“em perigo”</strong>, embora continue a ser a espécie de felino mais ameaçada do mundo e o carnívoro em maior perigo na Europa.<br><br><strong><mark>»</mark></strong> O lince-ibérico  tem uma pelagem castanho-avermelhada coberta de manchas pretas. Apresenta como características mais distintivas uma cauda pequena, pincéis nas pontas das orelhas e barbas. <br><br><strong><mark>»</mark></strong> Dentro das presas disponíveis nos habitats mediterrânicos da Península Ibérica, o lince seleciona fortemente o coelho-bravo.<br><br> <strong><mark>-</mark></strong> As principais causas que conduziram à diminuição de indivíduos desta espécie são: a <strong>destruição de habitat</strong> por incêndios florestais, escassez de alimento por surtos de doenças nas espécies presa ou uma combinação de ambos por efeito da desertificação.</div><div><br><strong><mark>-</mark></strong> Os projetos de gestão sustentável e recuperação do habitat do Lince ibérico, a reprodução em cativeiro e os programas de reintrodução na natureza, em Portugal e em Espanha, <strong>têm conseguido aumentado o número desta espécie</strong>.<br><br></div><ul><li>É possível que, dentro de poucos anos o lince-ibérico passe a ter estatuto de espécie vulnerável e também é possível que, daqui a mais umas décadas, deixe de estar ameaçado e de ter qualquer estatuto de ameaça.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-07 20:17:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Saramugo</title>
         <author>a67271</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1174361827</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>»</mark></strong> É um dos peixes de água doce mais ameaçados da Península Ibérica. Tem cerca de seis centímetros de comprimento e a sua dieta baseia-se em pequenos invertebrados.<br><br><strong><mark>-</mark></strong>  As principais ameaças à sua conservação são: a perda e degradação do habitat provocadas pela <strong>construção de barragens</strong>, a poluição, a extração de inertes e a captação de água.<br><br><strong><mark>-</mark></strong><strong> </strong>Para salvar esta espécie da extinção diversas associações como a Life Saramugo criaram projetos de conservação do habitat desta espécie, e como medidas tomaram: a identificação de <strong>potenciais predadores</strong> como espécies exóticas, a <strong>reconstituição da vegetação</strong> ribeirinha e a <strong>prevenção da poluição</strong>.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-07 20:24:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Espécies Ameaçadas e como Preservá-las</title>
         <author>jenifer_costa</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1174363918</link>
         <description><![CDATA[<div><mark> </mark><strong><mark>»</mark></strong><mark> </mark> As quatro espécies ameaçadas na Península Ibérica que vamos abordar são: <strong>o lince-ibérico</strong>, <strong>o lobo-ibérico,</strong> <strong>o saramugo</strong> e a <strong>águia-imperial-ibérica</strong>. Vamos ainda apontar algumas das medidas desenvolvidas para as preservar.<br><br></div><pre>Fonte: Público
<a href="https://www.publico.pt/2019/08/04/infografia/28-mil-especies-risco-extincao-324">https://www.publico.pt/2019/08/04/infografia/28-mil-especies-risco-extincao-324</a></pre>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-07 20:25:44 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Lobo-Ibérico</title>
         <author>jenifer_costa</author>
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         <description><![CDATA[<div><mark> </mark><strong><mark>» </mark></strong> Habita o Norte de Portugal junto ao rio Douro e vive em alcateias com uma forte organização hierárquica.<br><br><strong><mark>»</mark></strong> Distingue-se do lobo que habita a restante área europeia essencialmente por ser mais pequeno e pela coloração da sua pelagem, que é mais amarelo-acastanhada. Para além disto, possui cores mais fortes e um padrão de coloração das faces e focinho diferente.<br><br><strong><mark>»</mark></strong> O lobo-ibérico é um predador generalista, consumindo de pequenos roedores a mamíferos de grande porte.<br><br><strong><mark>-</mark></strong> A escassez de recursos alimentares, nomeadamente a ausência de presas na natureza, em conjunto com as poucas áreas de refúgio e a mortalidade provocada pelos humanos são os principais fatores que fazem com que este mamífero esteja em regressão.<br><br><strong><mark>-</mark></strong><strong> </strong>As principais medidas desenvolvidas para a <strong>conservação deste mamífero</strong> são: a gestão de espaços florestais para conservação da espécie e ações de sensibilização direcionadas principalmente aos jovens.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-07 22:01:09 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Águia-Imperial-Ibérica</title>
         <author>a67271</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1174568430</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>»</mark></strong> Ave de rapina de grande envergadura, habita exclusivamente na Península Ibérica. Em Portugal, o estado de conservação da águia-imperial-ibérica continua a estar <strong>“criticamente em perigo”</strong>: <strong><mark>só existem 17 casais. </mark></strong><br><br><strong><mark>-</mark></strong> Esta pequena população depende de <strong>medidas</strong> para mitigar o impacto de ameaças como o envenenamento, o abate a tiro, a eletrocussão, a degradação do habitat, o declínio do coelho-bravo, que é a sua principal fonte de alimento, e a destruição de ninhos. <br><br><strong><mark>-</mark></strong> As principais medidas para a <strong>conservação desta espécie</strong> são: melhoria das condições de nidificação, a gestão do habitat para fomento da espécie-presa e a vigilância de ninhos.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=z1GIeRDmQYY&amp;feature=youtu.be" />
         <pubDate>2021-02-07 22:50:09 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Coisas que podemos fazer no dia a dia para ajudar na conservação dos animais</title>
         <author>a67271</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1178208738</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>»</mark></strong> Existem mais de 7 bilhões de pessoas na Terra. Imaginemos se cada um de nós se comprometesse a proteger a vida selvagem. Mesmo as pequenas ações podem trazer grande impacto quando trabalhamos juntos. <br><br><strong><mark>-</mark></strong> Aqui estão algumas ações que podemos realizar no nosso dia a dia que fazem a diferença:<br><br><strong><mark>- </mark></strong><strong>Apadrinhar um animal selvagem:</strong> O apadrinhamento de um animal é uma forma original de conhecer e colaborar na preservação de diferentes espécies de fauna selvagem.<br><br><strong><mark>-</mark></strong><strong> Visitar</strong> <strong>parques como Zoológicos, Oceanários, parques nacionais, refúgios de vida selvagem, etc:</strong> <br>Estes parques abertos a visitas públicas, têm uma grande importância na manutenção de espécies ameaçadas de extinção e  ajudam na reprodução de espécies, aumentando assim as populações, e possibilitando ainda um aumento do conhecimento dos visitantes.<br><br><strong><mark>-</mark></strong><strong> Divulgar nos meios de comunicação social:</strong> <br>Ao divulgarmos conteúdo nas redes sociais sobre as espécies em extinção podemos estar a informar, sensibilizar e educar as pessoas. <br><br><strong><mark>-</mark></strong><strong> Comprar com responsabilidade:</strong><br>Não comprar produtos feitos com animais em perigo de extinção, assim podemos contribuir para a diminuição do tráfico de vida selvagem.<br><br>Ler os rótulos dos produtos que consumimos e evitar produtos prejudiciais ao meio ambiente. Muitos alimentos contêm na sua constituição produtos que, ao serem retirados da natureza, vão afetar negativamente o habitat de espécies em extinção.<br>É o caso da Nutella e das Oreos como já referimos anteriormente.<br><br><strong><mark>-</mark></strong> Para além destas ações nós também devemos <strong>Reutilizar Reaproveitar e Reciclar tudo o que for possível, reduzir o consumo de água e eletricidade, evitar andar de carro e comprar apenas o necessário.<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-08 17:22:03 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>ICNF - Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas</title>
         <author>jenifer_costa</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1179610732</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark> » </mark></strong> O ICNF é uma instituição governamental que tem como objetivo propor, acompanhar e assegurar a execução das políticas de conservação da natureza e das florestas em Portugal.<br><br> <strong><mark>-</mark></strong> No <a href="https://www.icnf.pt/"><strong>site do ICNF</strong></a> podemos encontrar várias informações sobre todo o tipo de dúvidas relativamente à conservação de espécies.<br><br> <strong><mark>-</mark></strong>  Também podemos encontrar alguns dos programas e projetos nos quais estão envolvidos, tais como: <a href="http://www.icnf.pt/portal/pn/biodiversidade/ei/cempa/cna/peec"><strong>Projeto de Estações de Esforço Constante</strong></a> (PEEC) e o <a href="http://www.antidoto-portugal.org/portal/PT/75/default.aspx"><strong>Programa ANTÍDOTO</strong></a><strong>.<br><br></strong><strong><mark>-</mark></strong> Um dos projetos no qual o ICNF esteve envolvido e que foi terminado é o Projeto Life Natureza <strong>BIOMARES.</strong></div><ul><li>Este projeto teve como principal objetivo a<strong> </strong>gestão e recuperação da biodiversidade do <strong><mark>Parque Marinho Professor Luiz Saldanha</mark></strong>, que se trata da área marinha do Parque Natural da Arrábida, em Setúbal.</li></ul><div><br></div><div> <strong>Informação sobre o parque:<br></strong><a href="http://biomares.ccmar.ualg.pt/conheca_parque_marinho.html"><strong>http://biomares.ccmar.ualg.pt/conheca_parque_marinho.html</strong></a></div><div><br><strong>Resultados deste Projeto:</strong><br><a href="https://sitesforprojects.wixsite.com/groundscene/results"><strong>https://sitesforprojects.wixsite.com/groundscene/results</strong></a><br><br></div><div><strong><mark> » </mark></strong> No <a href="https://www.youtube.com/user/oICNF/playlists"><strong>canal de Youtube do ICNF</strong></a> é possível encontrar muitos vídeos sobre a <a href="https://www.youtube.com/watch?v=MF2TQzEhvTY&amp;list=PL_6Umd8jb1qvjvXB8QbSwJmSUc1vxASpR">reintrodução do lince à natureza</a> e alguns vídeos de sensibilização relativamente às <a href="https://www.youtube.com/watch?v=WRhIdFhHjNU&amp;list=PL_6Umd8jb1qtAVy3QKtackz0cpmwNbDJo">florestas portuguesas</a>.<br><br><strong><mark> » </mark></strong><strong> No orçamento de Estado de 2021 foi aprovado o reforço de meios do ICNF</strong>, ou seja o instituto foi autorizado a contratar 20 médicos veterinários.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-08 22:25:47 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title> A Célula </title>
         <author>a67271</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1212875596</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>»</mark></strong><strong> </strong>Na hierarquia de organização da vida, a célula ocupa um lugar particular, pois constitui a mais pequena unidade estrutural em que as propriedades da vida se manifestam. <br><br><strong><mark>»</mark></strong> Podemos definir célula com sendo -<strong><mark> a unidade básica de estrutura e função dos seres vivos</mark></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-17 20:24:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Evolução do conhecimento da Célula</title>
         <author>a67271</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1212939175</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>»</mark></strong> Até meados do século XVII, a existência da célula era desconhecida. A evolução das técnicas de observação e a colaboração e persistência de muitos investigadores têm permitido cada vez mais expandir  o conhecimento sobre a célula.<br><br><strong><mark>» Cientistas que contribuíram para o conhecimento da célula</mark></strong><br><br><strong><mark>-</mark></strong> <strong>Zacharias Janssen, </strong>fabricante de óculos holandês que por volta de 1590, inventou o primeiro microscópico composto.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-17 20:45:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title> Cientistas que contribuíram para o conhecimento da célula</title>
         <author>a67271</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1213233778</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>»</mark></strong><strong> Robert Hooke</strong><br><br><strong><mark>-</mark></strong> Em 1663, o cientista inglês <strong>Robert Hooke</strong> dedicou-se à observação da estrutura da cortiça, para tentar descobrir o que fazia dela um material tão leve e flutuante. Então, teve a ideia de cortá-la em fatias finas, e observou-a com o auxílio de um microscópio que ele mesmo construiu. <br><br>Através das lentes de aumento, ele constatou que a cortiça era formada por um grande número de <strong>cavidades preenchidas por ar</strong>. A estas cavidades deu o nome de <strong>células</strong>, ou seja, "pequenas celas", à imagem das celas que ocupavam os monges e os prisioneiros. <br><br><strong><mark>-</mark></strong> A ideia de célula nasceu assim, sem que Hooke a tenha associado à <strong>organização da vida</strong>.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-17 22:53:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title> Cientistas que contribuíram para o conhecimento da célula</title>
         <author>a67271</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1217314788</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>»</mark></strong><strong> Anton Van Leeuwenhoek</strong> <br><br><strong><mark>-</mark></strong><strong> </strong>Leeuwenhoek era um comerciante de tecidos, que queria verificar a qualidade dos fios dos seus estofos, por isso construo um pequeno <strong>microscópico</strong> para o ajudar.<br><br>Em 1677, observou uma grande variedade de organismos que designou por <strong>"animáculos"</strong><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-18 22:44:27 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Núcleo</title>
         <author>jenifer_costa</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1218358081</link>
         <description><![CDATA[<div>Estrutura que armazena informação genética (ADN) e que coordena a atividade celular.<br><br><strong><mark>-</mark></strong><strong> Célula: animal e vegetal</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-19 10:22:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Nucleóide</title>
         <author>jenifer_costa</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1218362759</link>
         <description><![CDATA[<div>Encontra-se disperso pelo citoplasma e contém material genético.<br><br><strong><mark>-</mark></strong><strong> Célula: procariótica</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-19 10:24:18 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Cápsula</title>
         <author>jenifer_costa</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1218364568</link>
         <description><![CDATA[<div>Proteção e defesa da célula procariótica.<br><br><strong><mark>-</mark></strong><strong> Célula: procariótica </strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-19 10:25:09 UTC</pubDate>
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         <title>Parede celular</title>
         <author>jenifer_costa</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1218366229</link>
         <description><![CDATA[<div>Dá rigidez e tem a função de proteção e estrutura de suporte da célula.<br><strong><mark>-</mark></strong><strong> Célula: procariótica e vegetal</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-19 10:25:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Membrana Plasmática</title>
         <author>jenifer_costa</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1218372122</link>
         <description><![CDATA[<div>Superfície onde ocorre a troca de substâncias, energia e informação entre o meio intracelular e extracelular.<strong> </strong>Individualiza as células do meio exterior.<br><br><strong><mark>-</mark></strong><strong> Célula: procariótica, vegetal e animal</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-19 10:28:30 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Mitocôndria</title>
         <author>jenifer_costa</author>
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         <description><![CDATA[<div>Estrutura envolvida nos processos de obtenção de energia - respiração celular.<br><br><strong><mark>-</mark></strong><strong> Célula: vegetal, animal</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-19 10:30:11 UTC</pubDate>
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         <title>Cloroplasto</title>
         <author>jenifer_costa</author>
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         <description><![CDATA[<div>Organelo que contém pigmentos fotossintéticos - responsável pela fotossíntese.<br><br><strong><mark>-</mark></strong><strong> Célula: vegetal</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-19 10:33:26 UTC</pubDate>
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         <title>Flagelo</title>
         <author>jenifer_costa</author>
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         <description><![CDATA[<div>Permite a locomoção da célula.<br><br><strong><mark>-</mark></strong><strong> Célula: procariótica</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-19 10:34:17 UTC</pubDate>
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         <title>Ribossomas</title>
         <author>jenifer_costa</author>
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         <description><![CDATA[<div>Têm como função a síntese de proteínas.<br><br><strong><mark>-</mark></strong><strong> Célula: procariótica, vegetal e animal</strong></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/882382787/159e8c949d3582cd4fb31324dc9df93f/Ribossomos_1.jpg" />
         <pubDate>2021-02-19 10:34:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Citoplasma</title>
         <author>jenifer_costa</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1218388354</link>
         <description><![CDATA[<div>Meio aquoso onde estão dispersos vários organelos celulares.<br><br><strong><mark>-</mark></strong><strong> Célula: procariótica, vegetal e animal</strong></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/882382787/f474588c5fac622014d7b7feb5f0edb9/1589299911834_XFgCs.png" />
         <pubDate>2021-02-19 10:35:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fímbrias ou Pili</title>
         <author>jenifer_costa</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1218391588</link>
         <description><![CDATA[<div> Aderência Específica (Fatores de Colonização) e Aderência para a Diversidade Genética (Pili Sexual).<br><br><strong><mark>-</mark></strong><strong> Célula: procariótica</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-19 10:37:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Centríolo</title>
         <author>jenifer_costa</author>
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         <description><![CDATA[<div>Intervém na divisão celular.<br><br><strong><mark>-</mark></strong><strong> Célula: animal</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-19 10:42:20 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Lisossomas</title>
         <author>jenifer_costa</author>
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         <description><![CDATA[<div>Intervêm nos processos de digestão e de manutenção da célula.<br><br><strong><mark>-</mark></strong><strong> Célula: animal</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-19 10:43:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Complexo de Golgi</title>
         <author>jenifer_costa</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1218407607</link>
         <description><![CDATA[<div>Maturação e secreção de proteínas e lípidos. <br><br><strong><mark>- </mark></strong><strong>Célula: vegetal e animal</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-19 10:44:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title> Cientistas que contribuíram para o conhecimento da célula</title>
         <author>a67271</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1218415253</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>»</mark></strong> A hipótese que supõe que <strong>todos os seres vivos são constituídos por células</strong> foi crescendo lenta e gradualmente, à medida  que iam sendo aperfeiçoadas as lentes, que permitiram observações mais precisas da estrutura interna dos seres vivos.<br><br><strong><mark>-</mark></strong><strong> Matthias Schleiden e Theodor Schwann</strong><br><br>Ao contrário da maioria dos botânicos da sua época <strong>Matthias Schleiden</strong> preocupou-se mais em estudar a estrutura microscópica das plantas do que em classificá-las. E foi em 1838 que propôs que <strong>todas as plantas eram constituídas por células.<br><br></strong>No ano seguinte da descoberta de Schleiden, um zoólogo alemão, <strong>Theodor Schwann</strong> estendeu esta generalização aos animais.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-19 10:47:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Retículo Endoplasmático Rugoso</title>
         <author>jenifer_costa</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1218419279</link>
         <description><![CDATA[<div>Envolvido na síntese de lípidos e proteínas.<br><br><strong><mark>- </mark></strong><strong>Célula: vegetal e animal</strong></div>]]></description>
         <enclosure url="http://2.bp.blogspot.com/_ZhKqqd_SpUw/TS7LNnn_dSI/AAAAAAAAAA8/vv-zLbPvcQY/s1600/reticulo_endoplasmatico01.jpg" />
         <pubDate>2021-02-19 10:49:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Retículo Endoplasmático Liso</title>
         <author>jenifer_costa</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1218424702</link>
         <description><![CDATA[<div>Maturação e secreção de lípidos.<br><br><strong><mark>-</mark></strong><strong> Célula: vegetal e animal</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-19 10:51:42 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Vacúolo Central</title>
         <author>jenifer_costa</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1218427663</link>
         <description><![CDATA[<div>Tem como função a reserva de água e outras substâncias químicas dissolvidas.<br><br><strong><mark>-</mark></strong><strong> Célula: vegetal</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-19 10:53:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Microvilosidades</title>
         <author>jenifer_costa</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1218430938</link>
         <description><![CDATA[<div>Permitem uma maior absorção de água e de solutos por parte da célula.<br><br><strong><mark>-</mark></strong><strong> Célula: animal</strong></div>]]></description>
         <enclosure url="http://www.nuepe.ufpr.br/blog/atlas/intestino/zoomuscular/img/zoomintestinomuscularthumb.jpg" />
         <pubDate>2021-02-19 10:54:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Teoria celular</title>
         <author>a67271</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1219593029</link>
         <description><![CDATA[<div>A teoria celular, na atualidade, assenta nas seguintes generalizações:<br><br><strong><mark>-</mark></strong> <strong>A célula é a unidade básica de estrutura e função dos seres vivos;<br> <br></strong><strong><mark>-</mark></strong><strong> Todas as células provêm de células preexistentes;<br><br></strong><strong><mark>-</mark></strong><strong> A célula é a unidade de reprodução, de desenvolvimento e de hereditariedade dos seres vivos.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-19 17:05:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Introdução </title>
         <author>jenifer_costa</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1238705702</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>-</mark></strong> As células apresentam uma grande diversidade morfológica e funcional, e podem variar entre:<br><br><strong><mark>»</mark></strong> Células Procarióticas<br><br><strong><mark>»</mark></strong> Células Eucarióticas<br>     <strong><mark> - </mark></strong><strong>Animal</strong><strong><mark><br></mark></strong><strong>     </strong><strong><mark> - </mark></strong><strong>Vegetal<br><br></strong><mark>-</mark><strong> </strong>Todas as células procarióticas e eucarióticas possuem membrana celular ou plasmática, citoplasma, ribossomas e material genético.<br><br><strong><mark>-</mark></strong> Alguns organismos, como as bactérias, são <strong><mark>seres unicelulares</mark></strong>, isto é, são constituídos por apenas uma célula. Porém, a maioria dos organismos, incluindo os humanos, são constituídos por milhões de células, ou seja, são                 <strong><mark>seres pluricelulares</mark></strong>. <br><br><strong><mark>-</mark></strong> A célula é um <strong>sistema aberto</strong> em que entram constantemente substâncias novas e são eliminados, em simultâneo, produtos elaborados no interior da célula. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-24 22:10:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Células Procarióticas</title>
         <author>jenifer_costa</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1238721865</link>
         <description><![CDATA[<div><mark> </mark><strong><mark>» </mark></strong> Células com uma <strong>estrutura muito simples</strong>, caracterizadas pela ausência de núcleo individualizado e por um número muito reduzido de organelos celulares. <br><strong><mark>-</mark></strong> As bactérias são formadas por este tipo de células.<br><br><strong><mark>Dimensões:</mark></strong><br><strong><mark>»</mark></strong> Muito pequena, a sua estrutura só é identificável ao microscópio eletrónico. Dimensões compreendidas entre 1 e 10 micrómetros. <br><br><strong><mark>»</mark></strong> A <strong>célula</strong> <strong>procariótica</strong> é constituída por:</div><ul><li>Nucleóide;</li><li>Cápsula;</li><li>Parede celular;</li><li>Membrana plasmática;</li><li>Flagelo;</li><li>Ribossomas;</li><li>Citoplasma;</li><li>Fímbrias ou Pili.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-24 22:16:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Células Eucarióticas</title>
         <author>jenifer_costa</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1238761097</link>
         <description><![CDATA[<div><mark>&nbsp;</mark><strong><mark>» </mark></strong><strong>&nbsp;</strong>Células com <strong>estrutura complexa,</strong> são caracterizadas por possuírem um núcleo individualizado e possuírem diversos organelos membranares.<br><strong>&nbsp;</strong><strong><mark>-</mark></strong><strong> </strong>&nbsp;Podem ser <strong><mark>animais</mark></strong> ou <strong><mark>vegetais</mark></strong>. <br><br><strong><mark>Dimensões:<br>»</mark></strong><strong> </strong>Têm, em média, um volume 1000 vezes superior às células procarióticas. Algumas estruturas podem ser observadas ao microscópio. Dimensões compreendidas entre 10 a 100 micrómetro.<br><br><strong><mark>»</mark></strong> A <strong>célula eucariótica vegetal</strong> é constituída por:</div><ul><li>Núcleo;</li><li>Parede celular;</li><li>Membrana Plasmática;&nbsp;</li><li>Citoplasma;</li><li>Mitocôndria;</li><li>Cloroplasto;</li><li>Ribossomas;</li><li>Complexo de Golgi;</li><li>Vacúolo Central;</li><li>Retículo endoplasmático rugoso e liso.</li></ul><div><br><br><strong><mark>»</mark></strong> A <strong>célula eucariótica animal</strong> é constituída por:</div><ul><li>Núcleo;</li><li>Membrana Plasmática;</li><li>Citoplasma;</li><li>Mitocôndria;</li><li>Ribossomas;</li><li>Lisossomas;</li><li>Centríolo;</li><li>Complexo de Golgi</li><li>Retículo endoplasmático rugoso e liso.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-24 22:34:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Navegar pela Célula</title>
         <author>jenifer_costa</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1247284667</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>»</mark></strong> <a href="http://3d.cl3ver.com/0MKDN">Neste site</a> podemos observar de perto os organelos da célula e explorar cada uma das suas funções.<br><br><strong><mark>»</mark></strong> É nos dada a oportunidade de explorar a estrutura mais importante que existe no nosso planeta, de forma muito precisa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-26 22:30:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Biomoléculas</title>
         <author>a67271</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1248658108</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Biomoléculas</strong> são moléculas existentes nos seres vivos.<br><br> <strong><mark>»</mark></strong> As biomoléculas desempenham diferentes funções: <strong>estruturais, energéticas, enzimáticas, armazenamento e transferência de informação. </strong><br><br> <strong><mark>»</mark></strong> Estas são formadas por um número relativamente reduzido de elementos químicos, principalmente o <strong>oxigénio, carbono e hidrogénio. </strong><br><strong><mark><br>»</mark></strong><strong> </strong><strong><mark>As Principais Biomoléculas são:</mark></strong><br><br><strong>● Compostos inorgânicos</strong> (compostos de origem mineral)<br><strong><mark>-</mark></strong> Sais Minerais <br><strong><mark>-</mark></strong> Água<br><br><strong>● Compostos orgânicos</strong> (essencialmente constituídos por carbono)<br><strong><mark>-</mark></strong> <strong> </strong>Glícidos ou hidratos de carbono</div><div><strong><mark>-</mark></strong><strong> </strong>Lípidos</div><div><strong><mark>-</mark></strong><strong> </strong>Prótidos</div><div><strong><mark>-</mark></strong><strong> </strong>Ácidos nucleicos</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-27 20:04:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Compostos Inorgânicos</title>
         <author>a67271</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1248677141</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>»</mark></strong> Os compostos Inorgânicos são constituídos por moléculas <strong>pequenas e simples</strong>, derivadas basicamente do meio físico externo.<br><strong><mark>»</mark></strong> Os compostos inorgânicos não possuem carbono ligado a cadeias de hidrogénio<br><br><strong><mark>»</mark></strong><strong> </strong><strong><mark>Sais Minerais</mark></strong><br><br><strong><mark>- </mark></strong>Os sais minerais são compostos inorgânicos <strong>pouco abundantes nos seres vivos</strong>, mas muito importantes.  Têm<strong> funções estruturais e reguladoras</strong>.<br><br><strong><mark>-</mark></strong> Quando se encontram dissolvidos na água surgem sob a forma de iões. Podem ser <strong>solúveis</strong> ou <strong>insolúveis</strong> na água. E são formados por meio da reação de um ácido e uma base.<br><br><strong><mark>-</mark></strong> Os principais sais minerais são: o<strong> Potássio</strong>, o<strong> Sódio</strong>, o<strong> Cloro</strong>, o<strong> Cálcio</strong>, o<strong> Flúor,</strong> o<strong> Magnésio</strong> e o <strong>Ferro</strong>.<strong><br><br> Potássio - </strong>Participa na regulação dos líquidos corporais, na síntese proteica e de glícidos e na resposta neuromuscular.</div><div><br></div><div><strong>Sódio - </strong>Participa na regulação dos líquidos corporais, na transmissão eletroquímica no músculo e permeabilidade celular.</div><div><br></div><div><strong>Cloro - </strong>Participa na regulação dos líquidos corporais, na transmissão dos impulsos nervosos e na resposta imunitária.</div><div><br><strong>Cálcio - </strong>Participa na formação dos ossos e controla a permeabilidade da membrana das células.</div><div><br></div><div><strong>Flúor - </strong>Participa principalmente em prevenir problemas dentários e ósseos, mas atua também em tecidos e células.</div><div><br></div><div><strong>Fósforo - </strong>Participa principalmente no esqueleto juntamente ao cálcio, formando os ossos.<br><br><strong>Magnésio -</strong> Participa na contração muscular e no funcionamento do sistema nervoso.<br><br><strong>Ferro -</strong> O ferro é um constituinte da hemoglobina e participa no transporte de O2.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-27 20:20:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A Importância da Água</title>
         <author>jenifer_costa</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1248854992</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark> » </mark></strong> Apesar da importância vital para os seres vivos, a água tem uma estrutura molecular bastante simples.<br><br><strong><mark> » </mark></strong> Em cada molécula de água <strong>(H2O)</strong>, os dois eletrões dos átomos de<strong> hidrogénio</strong> são compartilhados pelo átomo de <strong>oxigénio</strong> e encontram-se mais próximos do núcleo deste. <br>     <br> <strong><mark>-</mark></strong> Em consequência, os dois átomos de hidrogénio têm uma carga local positiva e o átomo de oxigénio tem uma carga local negativa,<br>     <br> <strong><mark>-</mark></strong> A molécula torna-se <strong>polar</strong>, formando-se um dipolo elétrico. As moléculas de água ligam-se entre si numa teia complexa de muitas ligações de hidrogénio. <br><br><strong><mark> # </mark></strong> <strong>Intervenção da água na vida dos seres vivos:</strong></div><ul><li>Intervém nas reações químicas;</li><li>Atua como meio de difusão de muitas substâncias;</li><li>É um regulador da temperatura, pois em presença de grandes variações de temperatura do meio experimenta pequenas variações;</li><li>Intervém em reações de hidrólise e de condensação;</li><li>É um excelente solvente, serve de veículo para materiais nutritivos necessários às células e produtos de excreção.</li></ul>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/882382787/1312a6df1f0b54bb7309c8cc6d89128c/moleculasdeaguah2o.gif" />
         <pubDate>2021-02-27 23:06:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Compostos Orgânicos</title>
         <author>jenifer_costa</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1250271294</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark> » </mark></strong> Alguns compostos orgânicos são constituídos por moléculas relativamente pequenas. Outros são moléculas gigantes, constituídas pela  associação de várias moléculas unitárias.</div><ul><li>Estas moléculas grandes e complexas chamam-se <strong><mark>macromoléculas</mark></strong>.</li></ul><div><br><strong><mark>-</mark></strong> As macromoléculas, <strong><mark>polímeros</mark></strong>, são formadas através de cadeias com um grande de unidades básicas, <strong><mark>monómeros</mark></strong>, unidas por ligações químicas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-28 16:03:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reação de Condensação e Hidrólise</title>
         <author>jenifer_costa</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1250397740</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><ul><li><strong>Reação de Condensação</strong></li></ul><div><strong><mark> » </mark></strong> O processo no qual os monómeros se ligam uns aos outros e originam cadeias, formando os polímeros, chama-se <strong><mark>polimerização</mark></strong> (<strong>reação de condensação</strong>).<br>      <strong>-</strong> Neste processo, um monómetro liga-se a outro e é <mark>libertada</mark> uma <mark>molécula de água</mark>.<br><br><br></div><ul><li><strong>Hidrólise</strong></li></ul><div><strong><mark> » </mark></strong> Quando há a separação de um monómero de outro dá-se o processo inverso da polimerização, a <strong><mark>despolimerização</mark></strong> (<strong>hidrólise</strong>).<br>      <strong>-</strong> Por cada ligação destruída <mark>é adicionada</mark> uma <mark>molécula de água</mark>.<br><br></div><ul><li>Estes dois processos, polimerização e despolimerização, são <strong>fundamentais para a célula</strong>.</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-28 17:10:28 UTC</pubDate>
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         <title>Milheirinha</title>
         <author>a67271</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1304297708</link>
         <description><![CDATA[<div><mark>Ficha aqui </mark><strong><mark>↓</mark></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-12 20:56:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Imagens Milheirinha</title>
         <author>a67271</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1304303876</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-03-12 20:59:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ficha formativa Biomoléculas - Inês</title>
         <author>a67271</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1304314232</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-03-12 21:04:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Glícidos ou Hidratos de Carbono</title>
         <author>a67271</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1304496908</link>
         <description><![CDATA[<div>Ficha formativa Biomoléculas- Inês e Jénifer.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=zup_DFegljU" />
         <pubDate>2021-03-12 22:38:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Lípidos</title>
         <author>a67271</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1304532488</link>
         <description><![CDATA[<div>Ficha formativa Biomoléculas- Inês e Jénifer.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/RETlSp3BoDQ?t=592" />
         <pubDate>2021-03-12 23:04:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Prótidos</title>
         <author>a67271</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1304534326</link>
         <description><![CDATA[<div>Ficha formativa Biomoléculas- Inês e Jénifer.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=3Sw7klpoQWc" />
         <pubDate>2021-03-12 23:05:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ácidos Nucleicos</title>
         <author>a67271</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1304542295</link>
         <description><![CDATA[<div>Ficha formativa Biomoléculas- Inês e Jénifer.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/RETlSp3BoDQ?t=787" />
         <pubDate>2021-03-12 23:11:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ficha formativa Biomoléculas- Jénifer</title>
         <author>jenifer_costa</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1305160510</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-03-13 10:54:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Proteínas</title>
         <author>jenifer_costa</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1305173396</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong><mark>-</mark></strong> Os prótidos com 100 ou mais aminoácidos designam-se por: <strong>proteínas</strong>.</div><div><br></div><ul><li>As proteínas são constituídas por uma ou mais <strong>cadeias polipeptídicas</strong> e possuem uma <strong>estrutura tridimensional </strong>definida. </li></ul><div><br></div><ul><li>Nas proteínas podem ser estudados 4 níveis de estrutura: <strong>estrutura primária, secundária, terciária e quarternária.</strong></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-13 11:06:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Estrutura Primária</title>
         <author>jenifer_costa</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1305182925</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark> -</mark></strong><mark> </mark> Sequência de aminoácidos de uma cadeia polipeptídica.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-13 11:14:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Estrutura Secundária</title>
         <author>jenifer_costa</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1305183285</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark> -</mark></strong><mark> </mark> Enrolamento da cadeia polipeptídica (em hélice ou folha<br>pregueada), que resulta do estabelecimento de pontes de hidrogénio entre aminoácidos<br>localizados ao longo da cadeia, obrigando a uma mudança estrutural. </div><ul><li>É a estrutura básica das proteínas que constituem o cabelo, lã e unhas.</li></ul><div><br></div><div><strong>A -</strong> Hélice<br><strong>B -</strong> Folha Pregueada</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-13 11:14:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Estrutura Terciária</title>
         <author>jenifer_costa</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1305183734</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark> -</mark></strong><mark> </mark> A hélice ou a cadeia pregueada dobram-se, interação de<br>grupos R. </div><ul><li>Corresponde ao enrolamento da cadeia polipeptídicas sobre si mesma, ficando com uma forma globular. </li><li>As dobras estão estabilizadas por ligações por pontes de hidrogénio e dissulfato.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-13 11:14:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Estrutura Quartenária</title>
         <author>jenifer_costa</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1305183919</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark> -</mark></strong><mark> </mark> Forma criada pela interação de duas ou mais cadeias polipeptídicas globulares.</div><ul><li>Para a proteína estar ativa, tem que ter todas as cadeias formadas e ligadas na ordem exata.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-13 11:15:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Desnaturação da Proteína</title>
         <author>jenifer_costa</author>
         <link>https://padlet.com/a67271/dofg0ibq4ybh2l1g/wish/1305235039</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark> - </mark></strong> Quando submetidas a determinados agentes, como calor excessivo, radiações ou variações do pH, as proteínas podem perder a sua conformação normal. </div><ul><li>Neste processo, as proteínas  perdem a sua função biológica.</li></ul><div><strong><mark> - </mark></strong> A desnaturação pode ser irreversível, mas em alguns casos, na ausência do agente desnaturante, a proteína pode estabelecer a estrutura inicial</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-13 12:02:27 UTC</pubDate>
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      </item>
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