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      <title>Tudo está bem quando acaba bem  by </title>
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      <description>Trabalho de português 8° ano D
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2017-04-04 13:36:05 UTC</pubDate>
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         <title>Personagens:</title>
         <author>littleliars37</author>
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         <description><![CDATA[<div>Rei da França;<br>Duque de Florença;<br>Bertram- Conde de Rousillon;<br>Parolles- Companheiro de Bertram;<br>Lavache- bobo da casa da condessa;<br>Condessa de rossilhão- mãe de Bertram;<br>Lafeu- Um velho senhor da corte francesa;<br>Helena- Uma jovem dama;<br>Gerard de Narbona- Pai de Helena, médico;<br>Diana-A linda filha da viúva que hospedara Helena.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-04-04 13:43:25 UTC</pubDate>
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         <title>Espaço:</title>
         <author>littleliars37</author>
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         <description><![CDATA[<div>Paris;<br>Florença;<br>santuário de Saint Jacques le Grand;<br>A Grande Casa dos Rousillon.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-04-04 14:04:37 UTC</pubDate>
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         <title>Tempo:</title>
         <author>littleliars37</author>
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         <description><![CDATA[<div>O tempo é o: tempo psicológico, pois os fatos não acontecem em sequência.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-04-04 14:05:37 UTC</pubDate>
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         <title>Narrador</title>
         <author>littleliars37</author>
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         <description><![CDATA[<div>O narrador é o:  narrador-observador(neutro), pois no conto não apresenta detalhes, e apresenta apenas o que ele viu</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-04-04 14:06:13 UTC</pubDate>
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         <title>Enredo</title>
         <author>littleliars37</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Bertram, conde de Rousillon, por morte do pai, entrara recentemente em posse de seu título e estado.Quando lhe soube da morte, mandou dizer a ele que fosse imediatamente para sua corte em Paris, pois pretendia, a gradar o jovem com seu especial favor e proteção.Betram morava com sua mãe a condessa e recentemente viúva. Se depara com Lefeu para levá-lo à companhia do rei. Por isso a condessa embora<br>ao se separar do filho,parecesse enterrar pela segunda vez o esposo, cuja recente perda tanto a abalara não se atreveu a impedir Bertram,que partiria naquele exato momento.<br>&nbsp; Então Bertram se despediu da mãe e disse a Helena (a Dama de companhia):-<em>Sê carinhosa para minha mãe, tua ama, e cuida bem dela.<br>&nbsp; &nbsp; </em>Porém mal sabia ele que Helena era apaixonada por ele.Porém ela sabia que por ser um nobre não conseguiria ter-lo e pensava da seguinte forma :<em>“Seria o mesmo que amar o Sol e querer desposá-lo, tão acima de mim se acha Bertram!”.<br>&nbsp; &nbsp; </em>Ao morrer Gerard de Narbona (pai de Helena e médico ) lhe deixara apenas algumas receitas de rara e comprovada eficiência que, por seus estudos e longa prática, considerava quase infalíveis. Entre esses remédios, havia um destinado à moléstia de que o rei padecia. Ao sabê-lo, Helena, que até então se mostrara tão humilde e desesperançada, concebeu o audacioso projeto de se dirigir a Paris, para empreender a cura do rei.<br>&nbsp; &nbsp;Mesmo tendo o remédio certo Helena sabia que não iam escutá-la a final ela uma pobre e inculta donzela.Apos o anuncio feito pelo mordomo que afirma que Helena está indo a Paris atras de deu amor (Bertram) a rainha a chama para conversa e apos uma longa conversa , Helena assume ser apaixonada por Bertram , apos essa confissão disse a verdade a condessa que lhe-deu então licença a Helena para executar seus planos e generosamente lhe forneceu os meios adequados para a viagem e a necessária criadagem. Assim, Helena partiu para Paris, com as bênçãos da condessa e seus melhores votos de sucesso.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Ao chegar lá com a ajuda do velho senhor Lafeu, Helena obteve uma audiência do rei ao chegar a Paris. Teve muitas dificuldades a enfrentar, pois o rei não se deixou convencer facilmente a experimentar o tratamento de tão bela jovem doutora. Mas Helena disse-lhe que era filha de Gerard de Narbona (cuja fama o rei conhecia) e apresentou-lhe o precioso remédio como o suprassumo da longa experiência do pai. Ousadamente, apostou a própria vida, se não deixasse Sua Majestade em perfeita saúde no intervalo de dois dias. O rei, afinal, consentiu em experimentar a poção, devendo Helena perder a vida dali a dois dias, se o remédio não surtisse efeito. Se fosse bem-sucedida, porém, comprometia-se o rei a lhe dar por marido qualquer homem que ela escolhesse em toda a França, com exceção dos príncipes reais — e fora a escolha de um marido a paga que Helena pedira, no caso de curar o soberano.Antes de dois dias, o rei estava de perfeita saúde e reuniu todos os jovens da corte, a fim de conferir a recompensa de um marido à sua linda doutora.Então não demorou muito e ela disse,Voltando-se para Bertram :<em>— Eis o escolhido. Não ouso, meu senhor, dizer que vos tomo para marido, mas me ofereço para vos servir durante toda minha vida<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;</em>Mas o rei não pôde suportar que suas ordens fossem negligenciadas e fez valer seu privilégio de determinar o casamento dos nobres. Naquele mesmo dia, Bertram foi casado com Helena.Bertram ordenou-lhe, então, que voltasse para a casa de sua mãe.Então aparece um servo e diz:-<em>Senhora, o meu senhor partiu para sempre. Leu, então, estas palavras da carta de Bertram: “Quando obtiveres o anel que está no meu dedo e que dele nunca sai, então poderás chamar-me de marido. Mas nesse então eu escrevo nunca”... Esta é uma horrível sentença.</em>Helena, que ainda conservava os olhos fixos na carta, exclamou, numa explosão de dor:-<em>“Enquanto eu tiver mulher, nada tenho que fazer na França.”</em>Na manhã seguinte, Helena não apareceu. Deixara uma carta para ser entregue à condessa após sua partida, comunicando-lhe o motivo daquela súbita ausência. Dizia-se pesarosa por ter feito Bertram ausentar-se de sua pátria e de seu lar e que, para se redimir, iria em peregrinação ao santuário de Saint Jacques le Grand. Concluía pedindo à condessa que informasse o filho de que a mulher a quem ele tanto odiava saíra de sua casa para sempre.&nbsp; <br>&nbsp; &nbsp; A deixar Paris, Bertram dirigira-se a Florença, onde se tornara oficial do exército do duque de Florença e, após uma campanha feliz, em que se distinguira por muitos atos de bravura, recebeu as cartas da mãe, informando que Helena não mais o incomodaria.Quando soube que Bertram tomaria parte no desfile, Helena não esperou um segundo convite. Acompanhou a hospedeira e desfrutou do prazer de ver, uma vez mais, seu querido esposo.Durante todo o caminho, a conversa da tagarela viúva versou sobre Bertram. Contou a Helena a história do casamento de Bertram e de como ele abandonara a pobre esposa, ingressando no exército do duque para não viver com ela. Pacientemente, a jovem ouviu a história dos seus infortúnios, mas não ouviu a de Bertram com a mesma paciência. É que a narrativa, agora, descrevia o amor dele pela filha da viúva e cada palavra dessa aventura era uma punhalada no coração de Helena.&nbsp; Embora Bertram não se agradasse do próprio casamento, não era insensível ao amor. Desde que se incorporara ao exército florentino, apaixonara-se por Diana, a linda filha da viúva que hospedava Helena.Insistia para que a garota lhe&nbsp; &nbsp; &nbsp; permitisse visitá-la às ocultas, depois que toda a família estivesse em repouso.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Diana&nbsp; não se deixava levar por essa inconveniente proposta, nem animava de modo algum o conde. Apos descobrira a paixão de Bertram,Helena fez uma proposta&nbsp; a viúva e a filha prometeram auxiliá-la, em parte por compaixão, em parte pelas promessas de recompensa que Helena lhes fez, dando-lhes uma bolsa de dinheiro como penhor de futuras liberalidades. No decorrer do dia, Helena fez chegar&nbsp; aos ouvidos de Bertram a notícia de que ela morrera. Esperava que, julgando-se livre, ele lhe propusesse casamento, pensando tratar-se de Diana. Se obtivesse tal promessa e o anel, não duvidava de que o futuro lhe seria propício. Ao anoitecer, Bertram foi admitido no quarto de Diana, onde Helena já o aguardava. Os desvanecedores galanteios e as juras de amor que dirigiu a Helena eram para ela uma doce música, embora se destinassem a Diana.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; E tão encantado ficou Bertram que prometeu solenemente desposá-la e amá-la para sempre. Para Helena, foi o prenúncio de um afeto verdadeiro para quando lhe revelasse que aquela cuja companhia tanto o deleitara não era outra, senão sua desprezada esposa <em>.</em>Vendo-a diariamente, não lhe percebera a beleza.E a simples graça de sua conversação e a doçura das suas maneiras de tal modo encantaram Bertram que este jurou que ela seria sua esposa. Helena pediu, então, o anel que ele trazia no dedo, como penhor de seu afeto. Bertram logo o deu, e ela, em troca, ofereceu-lhe o anel com que o rei a presenteara. Antes que clareasse o dia, despediu Bertram, que se pôs a caminho da casa da mãe.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Helena então pediu a Diana e a viúva que a acompanha-se a Paris , pois ao chegar lá fariam o plano que lhe foi proposto.Lá chegando, souberam que o rei fora em visita à condessa de Rousillon, e Helena apressou-se para alcançá-lo.O rei estava em otimos estados .E tamanha era sua gratidão a quem lhe devolvera o bem-estar que, mal se avistou com a condessa de Rousillon, pôs-se a falar de Helena, chamando-a de preciosa joia perdida pela loucura de seu filho (pois à França também chegara a notícia do falecimento de Helena).Bertram, que logo se apresentou perante o rei. Pelo profundo remorso que o conde demonstrava das afrontas que fizera a Helena, ao rei, à memória de seu pai e à sua admirável mãe, o soberano tudo lhe perdoou, readmitindo-o no seu real favor .As boas intenções do rei acabou ao saber que Bertram trazia o anel que ele dera a Helena.Lembrava que ela jurara por todos os santos do Céu que nunca se separaria daquele anel, a não ser no caso de lhe suceder uma grande desgraça,após isso o rei mandou prender Bertram que odiara a moça .Nesse momento, entraram a viúva e a filha, rogando à Sua Majestade que exercesse seu real poder no sentido de compelir Bertram a desposar Diana, a quem fizera uma solene promessa de casamento. Com&nbsp; o medo que ele estava negou .Então Diana mostrou o anel que Helena lhe dera, para provar a verdade das suas palavras.Falou ainda que dera a ele o anel que trazia, em troca daquele, no momento em que jurara desposá-la. Ouvindo isso, o rei ordenou aos guardas que também a prendessem.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; E Sua Majestade declarou que, se não confessassem como lhes viera parar às mãos o anel de Helena, ambos seriam condenados à morte. Diana pediu então que permitissem à sua mãe ir buscar o joalheiro de quem comprara a joia. Concedida a licença, a viúva retirou-se, voltando logo depois em companhia da própria Helena.Tal coisa não foi difícil de provar, com o testemunho da viúva e de Diana, que, para tanto, haviam acompanhado Helena.<br>O rei ficou tão satisfeito com Diana, pelo serviço que prestara à dama a quem ele tanto devia, que lhe prometeu também um nobre marido.Assim, viu Helena que a herança de seu pai fora na verdade abençoada pelas mais propícias estrelas: era agora a esposa bem-amada de seu querido Bertram, a nora de sua nobre ama; e ela própria condessa de Rousillon.<br><br><br></div><div><br></div><div><br><br></div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <title>Componentes</title>
         <author>littleliars37</author>
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         <description><![CDATA[<blockquote>Letícia Fernandes<br>Lorena Martins<br>Maria Antônia Ferreira<br>Maria Clara Campos </blockquote><div><strong>Turma : 8°D</strong></div>]]></description>
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