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      <title>Linha do tempo by Yasmin Oliveira</title>
      <link>https://padlet.com/letrasyasminoliveira/docws2yb86xvaky5</link>
      <description>Trabalho de portfólio apresentado para o curso de Bacharelado em Letras da UNINTER.
Aluno (a): Yasmin Silva Oliveira
RU: 4066067</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-05-16 20:45:13 UTC</pubDate>
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         <title>1891</title>
         <author>letrasyasminoliveira</author>
         <link>https://padlet.com/letrasyasminoliveira/docws2yb86xvaky5/wish/2206719070</link>
         <description><![CDATA[<div>Não havia exclusão expressa à mulher do voto porque não havia a ideia da mulher como um indivíduo dotado de direitos, tanto que várias mulheres requereram, sem sucesso, o alistamento.</div><div>O comércio e as fábricas absorveram, gradativamente, mais mulheres.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-31 22:57:01 UTC</pubDate>
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         <title>Séc. XVIII</title>
         <author>letrasyasminoliveira</author>
         <link>https://padlet.com/letrasyasminoliveira/docws2yb86xvaky5/wish/2206725797</link>
         <description><![CDATA[<div>Surgiam as primeiras publicações literárias femininas, e nomes como os de Teresa Margarida da Silva e Orta, Bárbara Heliodora e Ângela do Amaral Rangel de destacavam como precursoras e representantes da literatura feminina setecentista, por definição do feminismo revisionista. <br>Teresa Margarida da Silva e Orta foi a primeira mulher brasileira a publicar um romance em língua portuguesa com a obra <em>Aventuras de Diófanes</em> (1752) – publicação não ocorreu no Brasil, mas em Portugal.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-31 23:09:29 UTC</pubDate>
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         <title>1934</title>
         <author>letrasyasminoliveira</author>
         <link>https://padlet.com/letrasyasminoliveira/docws2yb86xvaky5/wish/2206727947</link>
         <description><![CDATA[<div>Em 1927, a Constituição Estadual do Rio Grande do<br>Norte inclui artigo autorizando a mulher a votar e ser votada, sendo que, no nível federal, apenas em 1932, foi decretado o direito de sufrágio para as mulheres.&nbsp;<br>Carlota Pereira de Queiróz, representante do sexo feminino, eleita como a primeira deputada do Brasil. No âmbito federal, as mulheres foram excluídas, pois houve atitude legal patriarcal nas Constituições de 1937 e 1967, bem como na Emenda Constitucional em 1969.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-31 23:12:50 UTC</pubDate>
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         <title>Primeira metade do séc. XIX</title>
         <author>letrasyasminoliveira</author>
         <link>https://padlet.com/letrasyasminoliveira/docws2yb86xvaky5/wish/2206730937</link>
         <description><![CDATA[<div>Os movimentos de emancipação feminina vindos da Europa, inspiravam mulheres escritoras e intelectuais a reivindicarem seus direitos, em especial o de participar ativamente ao lado dos homens no processo de independência do Brasil. <strong><em>Vindications for the rights of women</em></strong>, da inglesa Mary Wollstonecraft de 1792 , foi um dos livros referenciais desses movimentos de libertação feminina (inclusive citado na obra <em>A moreninha</em> de Joaquim Manuel de Macedo, no intuito de reduzir e desmerecer a importância do discurso de Wollstonecraft), recebendo livre <strong>tradução</strong> no Brasil da abolicionista, feminista e republicana <strong>Nísia Floresta Brasileira Augusta</strong>, sob o pseudônimo de Dionísia Gonçalves Pinto, destacando a educação das mulheres como um direito básico, repercutindo até o final do século XIX, em muitas obras de escritoras brasileiras.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-31 23:18:10 UTC</pubDate>
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         <title>1937</title>
         <author>letrasyasminoliveira</author>
         <link>https://padlet.com/letrasyasminoliveira/docws2yb86xvaky5/wish/2206733386</link>
         <description><![CDATA[<div>No Brasil, a mulher, da mesma forma que os homens do povo, não tiveram participação efetiva na construção da República, até mesmo para os positivistas ortodoxos, para os quais as mulheres eram superiores, todas elas eram consideradas como pilar fundamental da família, guardiãs do lar. Tal situação foi alimentada, dentre outros fatos, pela “mariolatria católica” e porque os artistas se formaram na tradição imperial. Longe da mulher do povo, a concepção aderida foi do fim do século XIX da Europa, da mulher sensual e sedutora.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-31 23:22:10 UTC</pubDate>
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         <title>Segunda metade do séc. XIX</title>
         <author>letrasyasminoliveira</author>
         <link>https://padlet.com/letrasyasminoliveira/docws2yb86xvaky5/wish/2206736187</link>
         <description><![CDATA[<div>A primeira mulher brasileira (ela mesma pobre, afrodescendente e bastarda) a ter um romance publicado no Brasil foi Maria Firmina dos Reis, sob o pseudônimo de “uma maranhense”. Sua obra intitulada<em> Úrsula</em> (1859), evidenciava o engajamento com a causa abolicionista, trazendo a figura do escravo, cuja presença deste na literatura era obscurecida por sua própria condição social. Para Zahidé Muzart, a humildade e inexperiência do discurso registrado nas linhas introdutórias do livro, tratou-se na verdade de um paratexto, constituindo uma artimanha ou estratégia pela qual a mulher sutilmente consegue transpor os limites a ela impostos e penetrar na vida pública. Elaine Showalter, expressa normalidade ao reconhecer a timidez culturalmente condicionada em relação a impropriedade da intervenção feminina da mulher oitocentista, enquanto Lúcia Sander aduz o quanto o desempenho da mulher escritora sofreu os reflexos dos condicionamentos históricos que lhe exigiam um passe de autorização por seus esforços literários.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-31 23:26:51 UTC</pubDate>
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         <title>1946</title>
         <author>letrasyasminoliveira</author>
         <link>https://padlet.com/letrasyasminoliveira/docws2yb86xvaky5/wish/2206737820</link>
         <description><![CDATA[<div>As mulheres brasileiras, apesar da exclusão constitucional,<br>empreenderam-se em lutas em prol de seus direitos civis nos anos 50. Podemos destacar a luta em prol da modificação dos dispositivos do Código Civil de 1916, porque continha inúmeros dispositivos legais que relegavam a condição de inferioridade. O resultado dessa demanda foi o Estatuto da Mulher Casada, em 1962, no qual a mulher casada passou a ter plena capacidade aos 21 anos, sendo considerada colaboradora do marido nos encargos da família. A aprovação da lei do divórcio em 1977 também foi resultado do Movimento Feminista.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-31 23:29:23 UTC</pubDate>
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         <title>Primeira metade do séc. XX</title>
         <author>letrasyasminoliveira</author>
         <link>https://padlet.com/letrasyasminoliveira/docws2yb86xvaky5/wish/2206740282</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>Perto do coração selvagem</em></strong> (1944), primeiro romance de Clarice Lispector também foi um marco histórico da literatura brasileira, induzindo um novo conceito de ficção, afirmando-se pela força e profundidade com que trabalha o corpo e os sentidos femininos. Elisabeth Badinter destaca a “militância linguística” do movimento feminista, através de termos como “sexismo”, “racismo” e “discriminação racial”. Desse modo, e como reflexo desse movimento, importa destacar também que a literatura de autoria feminina no Brasil, faz emergir a representação literária da mulher em conflito, dividida entre a recusa dos papéis que lhe foram destinados, sob os parâmetros de sua formação tradicional, e a dificuldade de desvencilhar-se desses mesmos papéis, principalmente no que concerne às obrigações e aos afazeres domésticos.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-31 23:32:58 UTC</pubDate>
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         <title>1967</title>
         <author>letrasyasminoliveira</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nas décadas de 1960 e 1970, o feminismo eclodiu na Europa e nos Estados Unidos, bastante impulsionado pela efervescência política e cultural que essas regiões passavam na época, que colocavam em xeque os valores conservadores da organização da sociedade. No Brasil, o cenário era bem diferente, pois o país estava vivendo em uma ditadura militar, o auge da repressão.</div><div>Durante a Ditadura Militar as mulheres organizaram-se, independentemente de partidos políticos, idade e classe social, para formar uma militância contra o regime militar. A maioria era composta por mulheres que viram os maridos serem torturados e assassinados pelo governo militar. Esse movimento, independente de partidos políticos e outras ideologias, foi muito apreciado pela sociedade, dando espaço à simpatia de vários grupos políticos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-31 23:38:13 UTC</pubDate>
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         <title>Segunda metade do séc. XX</title>
         <author>letrasyasminoliveira</author>
         <link>https://padlet.com/letrasyasminoliveira/docws2yb86xvaky5/wish/2206745432</link>
         <description><![CDATA[<div>A mulher sente a urgência de recriar a própria história, trazendo então características da reconstrução identitária para a literatura. No discurso poético, que levou as mulheres a darem livre curso às sensações e à força íntima, destacam-se as produções de Adélia Prado, Ana Cristina Cesar, Marly de Oliveira, Olga Savary, Astrid Cabral, Myriam Fraga, entre outras. Já no discurso ficcional, textos que se articulam com a racionalidade pela qual a Lei do Pai ou Lei da Cultura procuram policiar ou conter a liberação do desejo, destacam-se Lygia Fagundes Telles, Lya Luft, Rachel Jardim, Marilene Felinto, Marina Colasanti, Hilda Hilst, Patrpicia Bins, Heloneida Studard, Nélida Piñon, Helena Parente Cunha, Sônia Coutinho e Márcia Denser.&nbsp;</div><div><strong><em>Ciranda de pedra</em></strong> (1954) de Lygia Fagundes Telles foi singular pela originalidade com que fez convergir loucura, traição e morte para pôr em xeque as bases da estrutura familiar burguesa.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-31 23:40:31 UTC</pubDate>
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         <title>1988</title>
         <author>letrasyasminoliveira</author>
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         <description><![CDATA[<div>Fim da discriminação sofrida pelas mulheres, ao garantir-lhes, expressamente, o direito à igualdade, nos termos do<br>art. 5º, inciso I, e ao assegurar-lhes a titularidade da plena cidadania, deflagrando, desse modo, uma verdadeira revolução no que tange à inserção feminina nos espaços sociais. A intensa participação política das mulheres tem como ponto de observação os espaços informais de poder.</div><div>O início da década de 80 se caracterizou como período de autocrítica para o Movimento Feminista. Nessa fase, o</div><div>movimento deixou de ser feminista para ser das mulheres, pois se tornou difuso e não se concentrou em um único grupo. As mulheres passaram a trabalhar em vários grupos e não houve mais uma unificação da causa feminista.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-31 23:45:55 UTC</pubDate>
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         <title>Final do séc. XX</title>
         <author>letrasyasminoliveira</author>
         <link>https://padlet.com/letrasyasminoliveira/docws2yb86xvaky5/wish/2206752823</link>
         <description><![CDATA[<div>Em 1990, a literatura de autoria feminina compõe um corpo expressivo e multifacetado, refletindo o resultado de décadas de elaborações teóricas e práticas reivindicatórias, no sentido de atualizar a queda de conceitos e valores tradicionais/patriarcais, verificando-se uma atitude positiva, por parte das mulheres, de exploração de possibilidades literárias mais integradas com as demandas do mundo contemporâneo. <br>Pode-se citar a produção ficcional da escritora Heloísa Maranhão, <strong><em>Rosa Maria Egipcíaca da Vera Cruz</em></strong><em>: a incrível trajetória de uma princesa negra entre a prostituição e a santidade </em>que, numa proposta original de carnavalização da narrativa, leva a representação da condição feminina às últimas consequências, no que se refere à liberação do desejo e do prazer.&nbsp;<br>Obras de intensa participação feminina nas letras nacionais se destacam, mediante o trabalho arqueológico das pesquisas acadêmicas e de alguns institutos culturais, que foram determinantes para trazer à baila as contribuições de escritoras do passado, seja em prosa, crônica ou poesia.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-31 23:51:58 UTC</pubDate>
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