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      <title>Desigualdade Racial by Matheus Pregino</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-11-29 22:18:20 UTC</pubDate>
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         <title>Aspectos perceptíveis </title>
         <author>sgz5vd5jty</author>
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         <description><![CDATA[<div><mark>Educação</mark></div><div>Em 2017, a taxa de brancos com ensino superior completo era de <mark>22,9%</mark>, enquanto que a de negros era <mark>9,3%</mark>. O analfabetismo, em 2016, era maior entre os negros e pardos, que contavam com <mark>9,9%</mark> de sua população incapaz de ler. Nesse mesmo ano, a taxa de brancos analfabetos foi <mark>4,2%</mark>.A taxa dos jovens entre 15 e 17 anos que estava fora da escola é maior entre negros e pardos do que entre brancos. Enquanto <mark>7,2% dos brancos não frequentam a escola</mark> nessa faixa etária, <mark>10,2% e 11,6% de pardos e negros, respectivamente, não estão na escola.</mark><br><br><mark>Renda</mark></div><div>Essa pesquisa mostrou que, em 2017, a renda mensal de <mark>negros e pardos variava entre R$ 1.570 e R$ 1.606</mark>, enquanto a <mark>média para os brancos era de R$ 2.814</mark>. Os negros e pardos também representam os mais pobres. Os pesquisadores isolaram os 10% mais pobres do país e verificaram que destes, 75% eram negros ou pardos.<br><br><mark>Homicídios</mark></div><div>O negros também estão no topo das estatísticas de homicídios no Brasil. Segundo levantamento do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, eles representam 71% das vítimas desses crimes e há indícios de agravamento: <mark>o número de negros mortos entre 2005 e 2015 aumentou 18%, enquanto entre a população branca, esse índice caiu 12%.</mark></div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-29 22:18:44 UTC</pubDate>
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         <title>Causas do racismo </title>
         <author>sgz5vd5jty</author>
         <link>https://padlet.com/sgz5vd5jty/do5a03x8rkrgfzeq/wish/2402645707</link>
         <description><![CDATA[<div>No Brasil, as causas do racismo podem ser associadas, principalmente, à longa escravização de povos de origem africana e a tardia abolição da escravidão, que foi feita de maneira irresponsável, pois não se preocupou em inserir os escravos libertos na educação e no mercado de trabalho, resultando em um sistema de de marginalização que perdura até hoje.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-29 22:18:50 UTC</pubDate>
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         <title>A desigualdade racial no Brasil</title>
         <author>sgz5vd5jty</author>
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         <description><![CDATA[<div>O Brasil é um dos <a href="https://diariodoestadogo.com.br/os-10-paises-mais-desiguais-do-mundo-78146/?amp">países <mark>mais desiguais do mundo</mark></a> e a cor de pele é um elemento estruturante da diferença entre grupos. A desigualdade racial é refletida em diferentes condições de educação, renda e emprego dessa população.</div><div>Apesar de os <mark>negros serem cerca de 54% da população,</mark> os índices socioeconômicos não são proporcionais entre toda a população. A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD) do IBGE mostra essa disparidade entre vários aspectos.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-29 22:18:57 UTC</pubDate>
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         <title>Racismo</title>
         <author>sgz5vd5jty</author>
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         <description><![CDATA[<div>O racismo é uma forma de <mark>discriminação</mark> que leva em conta a raça como fundamento de práticas que culminam em desvantagens ou privilégios para indivíduos, a depender do grupo racial ao qual pertençam. Embora relacionado, o racismo, difere do preconceito racial e da discriminação racial.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-29 22:19:04 UTC</pubDate>
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         <title>Pequenas ações para chegar a igualdade social</title>
         <author>sgz5vd5jty</author>
         <link>https://padlet.com/sgz5vd5jty/do5a03x8rkrgfzeq/wish/2402665307</link>
         <description><![CDATA[<div>1. Praticar a solidariedade no cotidiano<br><br>Agir de forma solidária é uma das primeiras práticas para <mark>combater a desigualdade</mark>, pois proporciona oportunidades igualitárias e constrói uma sociedade justa. <br>Especialmente em <mark>tempos de pandemia</mark>, comprar de pequenos comerciantes locais também é uma boa ideia, pois ajuda a fomentar a <mark>economia do bairro</mark> e contribui com a renda de outras famílias.<br><br>2. Escolher representantes políticos que lutem contra a desigualdade<br><br>É comum encararmos a política como algo distante e sem muita relevância em algum momento da jornada, no entanto, <mark>o nosso voto tem um poder social muito grande.</mark></div><div>Escolher representantes que tenham planos concretos para enfrentar as desigualdades é, sem dúvidas, um passo importantíssimo para a mudança de uma sociedade. Para tanto, <mark>avalie de forma crítica as propostas de governo</mark> para as áreas de educação, saúde, segurança pública, habitação, economia e assim por diante.</div><div>Escolha alguém que seja <mark>ficha limpa </mark>e que <mark>promova ações para minimizar as desigualdades</mark>, pensando não somente nas suas necessidades, mas das <mark>pessoas em geral.<br><br></mark>3. Cobrar e fiscalizar políticas públicas</div><div><br></div><div>Entenda que não basta só apertar os botões na urna e esquecer, mas sim cobrar nossos representantes por atitudes no dia a dia.</div><div>Você pode acessar os <mark>boletins eletrônicos</mark> e informações da Assembleia Legislativa, Câmara dos Deputados, Senado Federal, Tribunal de Contas, Ministério Público etc. <mark>Cobre seus candidatos eleitos</mark> por ações práticas em <mark>relação à mobilidade urbana, alimentação, saúde, criação de novos empregos, infraestrutura e benefícios sociais.</mark></div>]]></description>
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