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      <title>Autonomia e Flexibilidade Curricular by Liliete Santos</title>
      <link>https://padlet.com/lilietenunessan/DiarioAprendizagem</link>
      <description>Diário de Aprendizagem do MOOC PAFC</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-01-23 11:01:49 UTC</pubDate>
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         <title>TAREFA 2 - Carta de Apresentação</title>
         <author>lilietenunessan</author>
         <link>https://padlet.com/lilietenunessan/DiarioAprendizagem/wish/223770222</link>
         <description><![CDATA[<div>O meu nome é Liliete Santos e sou professora na Escola Profissional de Almada. Lecciono Português (grupo 300) e estou nesta Escola há cerca de 12 anos. <br>De há alguns anos a esta parte tenho tentado diversificar as metodologias em sala de aula e, juntamente com outros professores da Escola, criar aulas mais ativas e de carácter interdisciplinar. Assim, participei com o meu grupo de trabalho no projeto Co-Lab e, no geral, a Escola tem participado noutros projetos que se destacam precisamente pelo seu carácter inovador e ativo.<br>A Escola Profissional de Almada é uma das escolas que aderiu ao Projeto Piloto de Autonomia e Flexibilidade Curricular, sendo eu a coordenadora ao nível de Escola. Este projeto adequa-se perfeitamente à filosofia de ensino-.aprendizagem da Escola e à adoção de práticas letivas inovadoras que, de certa forma, já fazemos na EPA. Por esse motivo e porque quero refletir em conjunto com outros colegas e trocar ideias sobre outras práticas que me ajudem a melhorar a minha prática docente, considero que este MOOC é de extrema pertinência e espero, através dele, adquirir novas competências.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-01-23 14:01:55 UTC</pubDate>
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         <title>TAREFA 4 - Partilha do Diário de Aprendizagem</title>
         <author>lilietenunessan</author>
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         <pubDate>2018-01-23 14:22:07 UTC</pubDate>
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         <title>Projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular -Despacho n.º 5908/2017</title>
         <author>lilietenunessan</author>
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         <pubDate>2018-01-23 17:32:13 UTC</pubDate>
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         <title>Perfil do Aluno à Saída da Escolaridade Obrigatória</title>
         <author>lilietenunessan</author>
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         <pubDate>2018-01-23 17:35:29 UTC</pubDate>
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         <title>Cronograma do Curso</title>
         <author>lilietenunessan</author>
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         <pubDate>2018-01-23 17:40:32 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefas a incluir no Diário de Aprendizagem</title>
         <author>lilietenunessan</author>
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         <pubDate>2018-01-23 17:41:17 UTC</pubDate>
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         <title>Questionário do Módulo 0</title>
         <author>lilietenunessan</author>
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         <pubDate>2018-01-23 17:55:50 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 2.6 Mapa de Ideias</title>
         <author>lilietenunessan</author>
         <link>https://padlet.com/lilietenunessan/DiarioAprendizagem/wish/233822636</link>
         <description><![CDATA[<div>P.A. e A.E.: formar cidadãos XXI<br><a href="http://popplet.com/app/#/4544737">http://popplet.com/app/#/4544737</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-21 16:15:39 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 4.6 Grelha de planificacão do DAC</title>
         <author>lilietenunessan</author>
         <link>https://padlet.com/lilietenunessan/DiarioAprendizagem/wish/245231322</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-03-22 20:09:51 UTC</pubDate>
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         <title>O Perfil dos Alunos: desafios pedagógicos, por Maria João Horta </title>
         <author>lilietenunessan</author>
         <link>https://padlet.com/lilietenunessan/DiarioAprendizagem/wish/254207047</link>
         <description><![CDATA[<div>Documento orientador do Módulo</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-23 00:40:07 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 1.2 - Os desafios que se colocam à educação (mural 4</title>
         <author>lilietenunessan</author>
         <link>https://padlet.com/lilietenunessan/DiarioAprendizagem/wish/254207156</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>"À escola pede-se que prepare os jovens para que sejam capazes de construírem autonomamente a sua capacidade de criar e intervir num mundo global".<br></strong><br></div><div>O “espaço escola” (atrever-me-ia antes a dizer “os espaços-escola”, pois o próprio conceito de “escola” tem sofrido alteração, uma vez que não se aprende só confinados a quatro-paredes) é o ambiente privilegiado onde o ensino-aprendizagem e o desenvolvimento de competências ocorrem de forma orientada. Essa orientação, embora encabeçada pelos professores, é demandada por uma sociedade que está em constante mudança e não se compadece com modelos imutáveis e inquestionáveis. Os nossos alunos, produtos dessa sociedade, exigem-nos mais e cabe à escola fazê-los olhar para o mundo de uma forma diferente, analisá-lo e questioná-lo.&nbsp;<br><br></div><div>A simbiose entre a Escola e a Sociedade não é fácil e exige uma mudança no papel dos próprios professores. Essa mudança é complexa, pois implica alterações a vários níveis: na forma como a sociedade vê os professores, na maneira como a tutela encara os docentes e na forma como os docentes decidem operar essa mudança neles próprios. Como professora, considero que este último ponto pode ajudar a condicionar os outros dois, pois a mudança deverá começar, em primeiro lugar, em cada um de nós, através da reflexão que devemos fazer acerca da nossa prática letiva. Todos nós somos resistentes à mudança, uns mais do que outros, porque isso implica sair da nossa zona de conforto e quebrar com ideias já muito enraizadas (a metáfora de Burton, 2008, que surge no primeiro vídeo deste módulo é bastante elucidativa), mas gradualmente e em conjunto é possível descobrir novos caminhos. O trabalho colaborativo entre docentes é extremamente importante, não só porque ajuda à renovação de práticas, como também à motivação dos próprios professores (partilhando dificuldades e sucessos percebemos que não somos os únicos a ter dúvidas). Por outro lado, alguém um certo dia questionava “Como podemos exigir que os alunos trabalhem em grupo, colaborativamente, se nós professores não o sabemos fazer?”, assinalando assim um dos grandes desafios que muitos de nós ainda têm de encetar. Também a forma como ocorre a formação de professores assume uma grande importância e tem, ela própria de sofrer alterações.<br><br></div><div>Assim, para que os jovens “sejam capazes de construírem autonomamente a sua capacidade de criar e intervir num mundo global", o papel da escola é determinante, pois é o elemento orientador num processo que, mais tarde, se prevê autónomo. Se a sociedade é cada vez mais complexa, na escola os jovens também têm de ser confrontados com projetos complexos que não se desenvolvam apenas no âmbito de uma disciplina, mas que sejam interdisciplinares (podem até ser projetos internacionais) e impliquem uma ligação dos alunos com o meio envolvente (não vivemos isolados e a ligação que fazemos dos nossos conhecimentos não é compartimentada). Os jovens devem ser chamados a refletir sobre problemáticas emergentes na sociedade e que os levem a fazer um exercício de cidadania ativa em que lhes é permitido observar, pesquisar, analisar, experimentar, planear, executar, refletir e avaliar o seu trabalho para que assim possam melhorar o seu desempenho, criando um desejo contínuo de investirem em si próprios. Neste processo recursivo, o papel do digital é importantíssimo. Numa época em que os conhecimentos estão à distância de um clique e que a informação nos é veiculada de forma imediata, o desenvolvimento das competências digitais é fundamental, pois contrariamente ao que se possa dizer, os nossos alunos não são nativos digitais. Na realidade, usam as redes sociais, procuram informação na internet, mas não o fazem de forma natural, variada, criteriosa e frutífera. É necessário promover situações de aprendizagem que lhes permitam desenvolver estas competências, alertando-os também para os perigos da vastidão de informação.&nbsp;<br><br></div><div>Todo este processo não é fácil, não será fácil, mas é necessário. Este projeto-piloto veio mostrar isso: colocou as pessoas as refletirem, a saírem da sua zona de conforto e a arriscarem. Para os que já, de certa forma, arriscávamos, foi a luz-verde de que necessitávamos e a aprovação, dizendo que afinal “não éramos assim tão loucos” e que a mudança era mesmo possível. Mas o caminho continua a afigurar-se vasto e desafiador, porque a sociedade também o é, porque cada aluno é um mundo e tem muito de si para dar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-23 00:41:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A mudança necessária na Escola e na formação de professores</title>
         <author>lilietenunessan</author>
         <link>https://padlet.com/lilietenunessan/DiarioAprendizagem/wish/254209184</link>
         <description><![CDATA[<div>Pequena entrevista ao Dr. António Nóvoa em que é desafiado a responder a 6 questões sobre os desafios a que a educação atual está sujeita.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/KqopJQO3K0E" />
         <pubDate>2018-04-23 00:58:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tarefa 1.3 - O Perfil dos Alunos e a organização da escola (mural 4</title>
         <author>lilietenunessan</author>
         <link>https://padlet.com/lilietenunessan/DiarioAprendizagem/wish/254216796</link>
         <description><![CDATA[<div>“It is about acting rather than to be acted upon, shaping rather than to be shaped and choosing rather than to accept choices decided by others.”, é o que nos diz o documento “Global competency for an inclusive world” (OCDE: Curriculo 2030). Estes três princípios enquadram o que preconiza o Perfil do Aluno para que à saída da escolaridade obrigatória os alunos sejam cidadãos de sucesso: com conhecimentos, capacidades e atitudes e valores que lhes permitam ser ativos e fazer a diferença na sociedade em que se inserem. </div><div> </div><div>Para que estes objetivos sejam atingidos, em primeiro lugar tem de haver lideranças que apoiem a mudança e estejam disponíveis para abraçar um projeto que envolve transformação e constante investimento (não propriamente monetário) nas pessoas. Depois, a Escola tem de tomar medidas que apontem em vários sentidos: formação e apoio do seu corpo docente, sensibilizando-o para a necessidade de alterar práticas letivas que conduzam a uma ligação mais profícua entre os alunos e o meio que os rodeia; dinamização de projetos que envolvam vários professores e alunos e que se enquadrem nas disciplinas, sendo significativos para os jovens; participação em projetos de âmbito nacional e internacional que conduzam ao reconhecimento do trabalho docente e desempenho dos alunos; estabelecimento de ligações/parcerias com agentes locais, que possam dar o contributo para a formação dos que futuramente terão um papel decisivo no meio; criação de laços entre a Escola e as famílias, desafiando-as a participar em atividades promovidas pela Escola e mostrando-lhes o potencial dos seus educandos. </div><div> </div><div>O Perfil do Aluno assume-se como um documento de leitura obrigatória por ser o pilar desta mudança que o foco na promoção do sucesso dos nossos alunos, e, consequentemente, o nosso sucesso enquanto membros de uma sociedade que evolui e conta com o contributo desses cidadãos que ajudamos a formar. Não podemos falhar com eles, pois estaremos a falhar connosco e com a sociedade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-23 01:49:44 UTC</pubDate>
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         <title>Participação noFórum 1: Do Perfil dos Alunos à minha sala de aula – Por onde devo começar?</title>
         <author>lilietenunessan</author>
         <link>https://padlet.com/lilietenunessan/DiarioAprendizagem/wish/254220005</link>
         <description><![CDATA[<h1>Do Perfil dos Alunos à minha sala de aula – Por onde devo começar?</h1><div>discussion posted about 10 hours ago by <a href="http://edx.dge.mec.pt/courses/course-v1:DGE+PAFC+PAFC/discussion/forum/users/7553">Suse</a></div><div><br></div><ul><li><a href="http://edx.dge.mec.pt/courses/course-v1:DGE+PAFC+PAFC/courseware/c5feaffe254f40808c3cceff65b2f252/3465c2df1ad34280a19c375600b5c4af/#">Vote for this post, there are currently 2 votes2 Votes</a></li><li><a href="javascript:void(0)">FollowFollow</a></li><li><a href="javascript:void(0)">More</a></li></ul><div>Após leitura atenta das reflexões partilhadas, do visionamento do filme e da leitura dos textos apresentados sobre a temática, optei por refletir sobre esta questão. Na minha opinião, tudo começa na discussão/reflexão conjunta de todos os elementos da comunidade educativa sobre o Projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular, proposto pela tutela, analisando toda a documentação disponível, nomeadamente o Perfil dos Alunos e as Competências Essenciais. Posteriormente, deverão organizar-se grupos de trabalho para explorar esta ferramenta de trabalho (Perfil do Aluno e Competências Essenciais) e refletir sobre as suas reais implicações no processo de ensino-aprendizagem e nas metodologias a privilegiar (envolver os alunos nas práticas pedagógicas). Isto passa por um trabalho colaborativo, desafiando os professores a saírem da sua zona de conforto e a fazer parte ativa destas mudanças.<br><br><a href="http://edx.dge.mec.pt/courses/course-v1:DGE+PAFC+PAFC/discussion/forum/users/5953"><strong>LilieteSantos</strong></a>4 minutes ago</div><ul><li><a href="http://edx.dge.mec.pt/courses/course-v1:DGE+PAFC+PAFC/courseware/c5feaffe254f40808c3cceff65b2f252/3465c2df1ad34280a19c375600b5c4af/#">Vote for this post, there are currently 0 votes0 Votes</a></li><li><a href="javascript:void(0)">More</a></li></ul><div>Concordo plenamente consigo, Suse. Não se pode começar uma casa pelo telhado. É importante que todos os atores no processo estejam cientes em que consiste esse processo (e dos documentos que o orientam) e de que podem contribuir para ele, pois o caminho é conjunto. Depois, gradualmente ir envolvendo o corpo docente que, muitas vezes, é renitente a este tipo de mudanças. Só através desta sensibilização se poderá formar os agentes que depois junto dos alunos e das famílias ajudarão a consolidar o processo.</div><div><br><br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-23 02:09:32 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Tarefa 2.2 - &quot;De que forma o Perfil dos Alunos poderá contribuir para o desenvolvimento das competências evidenciadas no filme e no cartaz?&quot; (tricider 7)</title>
         <author>lilietenunessan</author>
         <link>https://padlet.com/lilietenunessan/DiarioAprendizagem/wish/254337843</link>
         <description><![CDATA[<div>A minha Ideia...<br>O Perfil dos Alunos é um documento que visa orientar a organização do sistema educativo, cujos princípios estruturantes da autonomia e da liberdade se baseiam na mobilização de valores e competências que contribuirão par a formação dos alunos como cidadãos ativos numa sociedade que exige que tomem mais o papel de construtores de conhecimento do que reprodutores de “fórmulas”.<br><br></div><div>Assim, o que é preconizado nesse documento coaduna-se perfeitamente com a mensagem transmitida tanto pelo filme como pelo cartaz, existindo uma clara visão do antagonismo entre um sistema de ensino dito “tradicional”, expositivo, e um sistema que aposta numa metodologia diferente, ativa, que pretende “sair da caixa” e quebrar com o tradicional. O filme mostra com clareza que a transmissão de conhecimentos através do método expositivo não é o suficiente e assertiva, e que o cumprimento rigoroso de diretrizes padronizadas (manual de instruções) é insuficiente para atingir o sucesso. Cada aluno é um mundo e a forma de observar o meio envolvente e encarar os desafios propostos também é diferente. Por isso, é necessário “Puxar o Charlie para fora da caixa” e tem de ser dada a oportunidade a cada um dos alunos de explorar as suas potencialidades, seguindo por caminhos variados mas que, no final, conduzem ao mesmo objetivo. A capacidade de observação e análise, o raciocínio e resolução de problemas, o pensamento crítico e o pensamento criativo, a comunicação e a relação interpessoal, competências subjacentes ao P.A., verificaram-se de extrema importância para que os alunos (Maya e Charlie) conseguissem atingir o sucesso. Maya antes de encetar a tarefa pedida dedicou-se a observar o que a rodeia, colocando em ação o seu pensamento crítico que despoletou a sua criatividade. O desejo de inovar fez com que comunicasse com o seu colega e lhe transmitisse as suas ideias, mostrando-se disponível para colaborar. Por sua vez, Charlie mostrou-se recetivo e motivado para ser “puxado para fora da caixa” por Maya: os 4 Cs da aprendizagem do século XXI, amplamente expressos no P.A concretizaram-se.<br><br></div><div>O P.A. preconiza uma aprendizagem significativa, motivando os alunos a irem mais além e ajuda a transformar, a formar e a inclui-los numa sociedade que é a sua e na qual deverão fazer a diferença. Assim, é adequado ajustar o currículo, retirando dele o que é supérfluo e deixando o que é essencial, para que cada aluno, com espaço, possa participar amplamente no desenvolvimento das suas competências.<br><br></div><div>O que o P.A. em conjunto com as Aprendizagens Essenciais pretendem é que os alunos do século XXI, cidadãos do século XXI, sejam capazes de ir mais além, se sintam motivados e consigam procurar novas soluções para os problemas e aplicar o conhecimento de diversas formas. Devem ser flexíveis e pró-ativos e não meros recetores de um “Kit” que não os distingue como seres humanos, mas que os uniformiza sem ter em conta as suas especificidades. <strong><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-23 12:05:18 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Tarefa 2.2 - &quot;De que forma o Perfil dos Alunos poderá contribuir para o desenvolvimento das competências evidenciadas no filme e no cartaz?&quot; (tricider 7)</title>
         <author>lilietenunessan</author>
         <link>https://padlet.com/lilietenunessan/DiarioAprendizagem/wish/254345118</link>
         <description><![CDATA[<div>Comentário 1 e votação</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-23 12:23:41 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 2.2 - &quot;De que forma o Perfil dos Alunos poderá contribuir para o desenvolvimento das competências evidenciadas no filme e no cartaz?&quot; (tricider 7)</title>
         <author>lilietenunessan</author>
         <link>https://padlet.com/lilietenunessan/DiarioAprendizagem/wish/254347692</link>
         <description><![CDATA[<div>Comentário 2 e votação 2:</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-23 12:29:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tarefa 2.4 – Fórum: Discussão sobre as Aprendizagens Essenciais</title>
         <author>lilietenunessan</author>
         <link>https://padlet.com/lilietenunessan/DiarioAprendizagem/wish/254621805</link>
         <description><![CDATA[<div>Fórum: <strong>Qual o impacto das Aprendizagens Essenciais na sala de aula? E na AVALIAÇÃO?<br></strong><a href="http://edx.dge.mec.pt/courses/course-v1:DGE+PAFC+PAFC/discussion/forum/users/6776"><strong>7495526726</strong></a><br>"Há muito que ouço o queixume relativamente à extensão dos programas. Com o “emagrecimento dos currículos”, através do estabelecimento das Aprendizagens Essenciais, o professor tem a oportunidade e o consentimento para inovar e criar aulas que até então seriam olhadas como controversas. As metodologias associadas não são novas, mas foram sempre alvo de críticas e desconfiança por parte da comunidade escolar. Tal olhar deve-se sobretudo à avaliação, que tradicionalmente se realiza através de testes. Testar as aprendizagens dos alunos é ótimo, mas não necessita de ser através do preenchimento de uma ficha de avaliação. E quando feito, deverá ser sobretudo numa lógica formativa porque refletir acerca das aprendizagens realizadas e não realizadas potencia as futuras aprendizagens. Visto estar a lecionar em turmas inseridas no PAFC, tenho constatado uma grande mudança nas minhas práticas, inclusive na avaliação. Gradualmente tenho deixado as típicas fichas de avaliação em detrimento de outras estratégias, como o trabalho de grupo, o questionamento, o trabalho autónomo, entre outros. Ao contrário do que pensava inicialmente, os alunos têm mostrado vontade de trabalhar segundo estas estratégias, apesar de ser mais exigente e trabalhoso para eles. Tal como é mais exigente e trabalhoso para o professor! Um dos problemas que se levanta na avaliação prende-se muitas das vezes com o registo, com a prova que os professores necessitam de ter caso seja colocada em causa a sua prestação como professor/avaliador. Se um pai aparecer na escola e exigir uma explicação relativamente a uma determinada nota do filho, o professor mostra uma grelha que clarifica a nota atribuída… Mas ao realizar trabalhos de grupo, ao questionar os alunos durante a aula, ao fazerem trabalhos individuais, ao orientar os alunos no seu estudo, o professor também faz os seus registos. E são essas as grelhas/os registos que suportam a atribuição de uma nota no final do período. A avaliação, independentemente da estratégia utilizada, tem que ser sempre fundamentada por registos rigorosos e responsáveis."<br><br><strong>Resposta de TeresaLages66</strong><br>Concordo com o seu comentário. A avaliação pode e deve ser feito de forma diferente, sem ser sempre o teste formal, tipo exame.... mas sim um acompanhamento de mais perto do aluno, numa perspetiva formativa de modo a que este consiga alcançar resultados positivos, já que não tem todos o mesmo ritmo de aprendizagem. A avaliação tem de obedecer a critérios devidamente estabelecidos e aprovados e dados a conhecer ao aluno, sendo o professor responsável pela sua recolha e registo criteriosos e responsáveis, pois é o futuro do aluno que está em jogo, mas também o trabalho desenvolvido pelo professor. Teresa Lages<br><br>Resposta a ambas:<br><strong>Concordo perfeitamente com os comentários acerca da avaliação que neste projeto é sempre tratada de forma muito cautelosa, pois para muitos de nós o abandonar do teste sumativo representa uma quebra com o nosso percurso enquanto estudantes e, posteriormente, enquanto profissionais. Na realidade o facto de aplicarmos novas metodologias de ensino-aprendizagem exige que se faça uma avaliação holística do aluno que, para ser o mais justa possível, deve recorrer a vários instrumentos, dando oportunidade aos diferentes alunos de se destacarem de acordo com a sua área de conforto. Assim, sem dúvida que faz todo o sentido criar instrumentos para o registo cuidado das avaliações que se baseiem em critérios claros e conhecidos pelos alunos. Esses critérios deverão assentar no que é preconizado nas Aprendizagens Essenciais e que não é mais do qua a combinação entre </strong>os Conhecimentos (“o que os alunos devem saber”, ou seja, “os conteúdos de conhecimento disciplinar estruturado, indispensáveis, articulados, concetualmente relevantes e significativos” (Roldão, Peralta e Martins, 2017, p.8); as Capacidades (“processos cognitivos que os alunos devem ativar para adquirir esse conhecimento”, ou seja, “operações/ações necessárias para aprender” (Roldão, Peralta e Martins, 2017, p.8); as Atitudes (saber fazer associado ao conhecimento de uma dada disciplina ou área disciplinar, articulado com o saber transversal das diversas disciplinas).<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-23 21:36:47 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lilietenunessan/DiarioAprendizagem/wish/254621805</guid>
      </item>
      <item>
         <title> Fórum: Discussão sobre as Aprendizagens Essenciais</title>
         <author>lilietenunessan</author>
         <link>https://padlet.com/lilietenunessan/DiarioAprendizagem/wish/254627415</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Fórum: Qual o impacto das Aprendizagens Essenciais no Ensino Profissional?<br></strong>O <em>Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória</em> (PA) apresenta-nos as linhas orientadoras de um sistema educativo que se quer mais equitativo e ao acesso de todos, sendo promotor de sucesso dos indivíduos enquanto alunos e cidadãos. Para os professores que neste momento estão envolvidos no PAFC é a “Bíblia” e para os que ainda não estão deve ser um documento de leitura e reflexão obrigatórias, pois apresenta três guias fundamentais que devem servir de base às planificações de qualquer professor e figurar ao longo do percurso curricular de qualquer aluno: os Conhecimentos (“os conteúdos de conhecimento disciplinar estruturado, indispensáveis, articulados concetualmente, relevantes e significativos”), Capacidades (“operações/ações necessárias para aprender”) e Atitudes (“mostrar que aprendeu”). <br><br></div><div>Este Perfil baseia-se num conjunto de princípios e de valores que são os elementos orientadores de um currículo centrado em competências, apoiadas em conhecimentos sólidos, organizadas como Aprendizagens Essenciais (AE). Parte-se do princípio que estas deixam de lado o supérfluo e se centram no que é de facto essencial, abandonando o saber enciclopédico e privilegiando o desenvolvimento de competências e de aprendizagens significativas. Não quer isto dizer que “menos” signifique “menor qualidade/exigência”, mas sim que se passará a focar as práticas de ensino no que é fundamental, permitindo um ganho de tempo para o “saber fazer”. Todas estas ideias fazem sentido, o que no meu ponto de vista se acentua quando nos debruçamos sobre o Ensino Profissional. No entanto, as AE para este tipo de formação ainda não estão definidas. Pode dizer-se que para algumas disciplinas da componente sociocultural e científica (digo algumas porque, por exemplo para Área de Integração não existem AEs) se pode encontrar o paralelo nas A.E. do regular. Mas agora questiono: dado que os objetivos desses alunos não diferentes, que as suas necessidades de inserção no mercado de trabalho se afiguram de uma forma diversa às dos alunos que seguem o regular, será que basta assumir que as A.E. são as mesmas? E a individualidade de cada um, das suas escolhas? Por isso, quanto à entrada das A.Es. nas salas de aula do ensino profissional, considero que ainda é muito tímida e que a continuar desta forma seja, em certos casos, quase nula. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-23 22:07:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tarefa 3.2. Tricider: Relevância da aprendizagem significativa (sala de discussão 8)</title>
         <author>lilietenunessan</author>
         <link>https://padlet.com/lilietenunessan/DiarioAprendizagem/wish/254745784</link>
         <description><![CDATA[<div>Envolver-se para aprender<br><br></div><div>Ao ver a tira de BD abaixo apresentada com o humor sempre acutilante da Mafaldinha, certamente muitos dos professores revêm algumas situações semelhantes que já se passaram consigo. Quando perguntamos a um aluno se tem dúvidas ou o que é que aprendeu e ele responde que não entendeu nada do que foi abordado (o professor até “deu” a matéria toda!) então é porque a nossa estratégia de ensino-aprendizagem não está a funcionar. Quer isto dizer o que o aluno supostamente não aprendeu e deveria ter aprendido para ele não teve significado e, por isso mesmo, não se revê nessa aprendizagem, pois não se envolveu nela. Para que uma aprendizagem tenha significado para o aprendente, tem de existir envolvimento e a compreensão de que o que está a ser mobilizado não são conhecimentos e competências dispersas, mas que, como se diz no texto introdutório, “que contribuem, de formas distintas, para que, através das mesmas, sejamos capazes, como seres humanos, de encontrar respostas para desafios e questões que temos que colocar a nós mesmos, no âmbito de uma vida que nos compele a aprender (Charlot, 2000). <br><br></div><div>Em muitas situações em que acontece o descrito na tira da Mafaldinha, o foco está no professor e os alunos, muitas vezes, limitam-se a reproduzir conceitos (muitas vezes estudados na véspera dos testes sumativos) que dali a pouco esquecem porque não conseguem perceber a sua utilidade ou relação com o seu mundo. O aluno deverá deixar de ser um elemento passivo e assumir um papel central na sua aprendizagem e isso implica que as aulas deixem de ser meramente expositivas (não nego que seja possível a existência de alguns momentos de reflexão e síntese dos trabalhos, até porque não podemos, na minha opinião, cair em radicalismos…) e passem a integrar trabalhos de projetos que se baseiem em cenários reais que estejam, de alguma forma, relacionados com as vivências dos alunos. Por exemplo a integração de projetos com a comunidade envolvente é uma mais valia, pois muitas vezes os alunos desconhecem a sua própria comunidade e não a valorizam. Assim, deverá ser-lhes dada a oportunidade de analisar o que os rodeia, refletindo, identificando problemas, apontando soluções, trocando ideias com os colegas, estabelecendo relações com agentes exteriores à escola, mostrando-lhes que são uma mais valia em todo o processo e, assim, motivando-os para a criação do seu próprio projeto, para a ação e busca de conhecimento. Desta forma, na minha opinião, serão desenvolvidas as competências do século XXI e formados os cidadãos do presente e do futuro.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-24 10:06:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tarefa 3.2. Tricider: Relevância da aprendizagem significativa (sala de discussão 8)</title>
         <author>lilietenunessan</author>
         <link>https://padlet.com/lilietenunessan/DiarioAprendizagem/wish/254746115</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-04-24 10:08:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tarefa 3.2 : Relevância da aprendizagem significativa (sala de discussão 8)</title>
         <author>lilietenunessan</author>
         <link>https://padlet.com/lilietenunessan/DiarioAprendizagem/wish/254752073</link>
         <description><![CDATA[<div>Comentário e votação 1</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-24 10:34:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tarefa 3.2 : Relevância da aprendizagem significativa (sala de discussão 8)</title>
         <author>lilietenunessan</author>
         <link>https://padlet.com/lilietenunessan/DiarioAprendizagem/wish/254753029</link>
         <description><![CDATA[<div>Comentário e votação 2</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-24 10:38:51 UTC</pubDate>
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         <title>Matriz Curricular - Ensino Profissional</title>
         <author>lilietenunessan</author>
         <link>https://padlet.com/lilietenunessan/DiarioAprendizagem/wish/254865419</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-04-24 14:56:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tarefa 3.4 - Criação de novas disciplinas (mural 1)</title>
         <author>lilietenunessan</author>
         <link>https://padlet.com/lilietenunessan/DiarioAprendizagem/wish/254878886</link>
         <description><![CDATA[<div>Na Escola onde leciono (Escola Profissional de Almada) não optámos pela implementação de nenhuma das Modalidades flexíveis de gestão do tempo de trabalho dos professores e dos alunos, nem pela criação formal um Domínio de Autonomia Curricular. No entanto, estamos a desenvolver trabalhos de projeto interdisciplinares com as três turmas de 1º ano que estão envolvidas no PAFC. A equipa formativa, na parte da componente sociocultural e científica é a mesma nas três turmas e reunimos regularmente para delinear estratégias de abordagem ao projeto que envolve todas as disciplinas, incluindo, pontualmente, as da parte técnica. Os professores trabalham colaborativamente e o trabalho com as turmas é desenvolvido de acordo com o horário de cada disciplina, de cada turma. O trabalho de projeto é contínuo e não pontual, ou seja, não existe um momento específico de paragem nas tarefas letivas para integrar o projeto porque este está naturalmente integrado no decurso das aulas. Aliás, considero que esse seja o espírito da Flexibilidade e não a ideia de “parar de dar a matéria” par fazer o Projeto. A matéria é o Projeto e é através dele que os conteúdos, competências e atitudes dos alunos preconizados nos documentos orientadores são desenvolvidos e os conhecimentos mobilizados. <br><br></div><div>A avaliação é transversal ao conjunto das disciplinas (critérios transversais e produto final), sendo que parte diz respeito a competências específicas de cada uma das áreas envolvidas. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-24 15:17:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tarefa 3.4 - O Mural</title>
         <author>lilietenunessan</author>
         <link>https://padlet.com/lilietenunessan/DiarioAprendizagem/wish/254886313</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-04-24 15:30:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tarefa 4.3 - Relato de uma prática de diferenciação pedagógica (mural 4)</title>
         <author>lilietenunessan</author>
         <link>https://padlet.com/lilietenunessan/DiarioAprendizagem/wish/254890607</link>
         <description><![CDATA[<div>(com Helena Liberato)<br><strong>A minha experiência no mundo da diferenciação pedagógica</strong><br><br>No passado ano lectivo, foi desenvolvido na minha escola – Escola Profissional de Almada - um projecto que temos tentado dar a conhecer a outros colegas, por julgarmos ter sido bem-sucedido, embora tenhamos noção que necessita ainda de algumas melhorias. Considero que toca os aspectos essenciais da diferenciação pedagógica e por isso aqui deixo o testemunho.<br><br></div><div>O projecto em causa integrou quatro turmas de 3º ano (12º) dos Cursos Profissionais de Técnico de Eletrónica, Automação e Comando; e de Manutenção Industrial, variantes Mecatrónica Automóvel e Electromecânica e teve como tema central de trabalho a poesia de Fernando Pessoa. O projecto decorreu durante cerca de três meses e integrou quatro disciplinas: Área de Integração, Inglês, Português e TIC. A Física e Química também participou mas com uma expressão bem mais reduzida. <br><br></div><div>Pretendeu-se que, em cada turma, que os alunos se agrupassem em grupos de não mais de cinco alunos para elaborar um roteiro turístico em Lisboa, bilingue, digital ou em formato de folheto, tendo como base a poesia de Fernando Pessoa. Para tal tiveram de desenvolver pesquisas sobre o contexto histórico, social e artístico da época; estudar a poesia do poeta atribuído a cada grupo; identificar profissões e estabelecimentos existentes na altura em Lisboa; elaborar um roteiro em Inglês e Português; utilizar diferentes ferramentas de pesquisa e para criação do produto final. Durante todo este processo os alunos foram quem mais ditou o seu próprio percurso de aprendizagem, sob a orientação das professoras envolvidas. Estas acompanharam todos os momentos do trabalho, tentando fazer ver o que poderia estar errado, como poderia ser corrigido/alterado, dando a conhecer algumas ferramentas úteis, esclarecendo dúvidas, etc. No que ao ambiente em que este trabalho foi desenvolvido, os alunos puderam trabalhar nas suas salas de aulas – organizadas em ilhas, o que facilita em grande parte o trabalho colaborativo – e no Laboratório de Inovação e Aprendizagem da Escola, um AEI que conta com diversas ferramentas como os tradicionais livros, computadores, zona para filmagens, portáteis e <em>tablets</em> (que não raras vezes eram levados para as salas de aula). Aconteceu, também, conseguirmos conciliar aulas e ter num mesmo espaço duas turmas e três professoras. Isto facilitou, entre outras coisas, a colaboração entre colegas de turmas diferentes o que se nos apresentou como uma mais-valia. <br><br></div><div>Para as docentes envolvidas no projecto aqui apresentado, o trabalho foi contínuo e muitas vezes cansativo, mas muito gratificante. Reunimos regularmente formalmente, mas o facto de conseguirmos lecionar num mesmo espaço facilitava a aquisição de informação importante para a realização da avaliação que desejávamos interdisciplinar. Foi construída uma tabela de avaliação onde todas as professoras avaliaram competências transversais – com um peso de 60% da avaliaçaõ, que foram debatidas e selecionadas pelas docentes e que englobavam competências como: iniciativa e autonomia; interacção e socialização; criatividade e inovação; comunicação; colaboração; literacia tecnológica; entre outras. Naturalmente, cada uma das docentes avaliou também as suas competências específicas, com um peso de 40%. <br><br></div><div>Verificámos com este e outros projectos que temos desenvolvido que é mais fácil a aprendizagem de diferentes conteúdos quando são os alunos a pesquisarem e a se apropriarem do seu percurso de aprendizagem. Torna-se mais fácil a memorização de informação e futura aplicação da mesma, seja qual for o contexto. Por exemplo, foi mais fácil para os alunos descreverem como era a Lisboa de Fernando Pessoa por terem sido eles a pesquisar e analisar informação por si, em vez de ter sido o professor a fornecer a informação.<br><br></div><div>O nosso objectivo foi muito ambicioso, mas considerámos que foi concluído com sucesso e que conseguimos que os alunos, na sua grande maioria, alcançassem os objectivos propostos. Após análise de todo o trabalho desenvolvido concluímos que os aspectos mais importantes a melhorar são: a forma como o projecto é apresentado aos alunos; uma elaboração de uma calendarização mais rigorosa a ser cumprida; e a realização de mais momentos auto e heteroavaliação.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-24 15:36:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tarefa 4.4. Análise crítica de um modelo pedagógico (mural 6)</title>
         <author>lilietenunessan</author>
         <link>https://padlet.com/lilietenunessan/DiarioAprendizagem/wish/254898427</link>
         <description><![CDATA[<div>Considera que o modelo apresentado pode responder aos desafios lançados às escolas pelo Projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular?&nbsp;</div><div><br></div><div>Considerando que muitas das escolas que integram o Projecto de Autonomia e Flexibilidade Curricular não tinham muita experiência na prática lectiva colaborativa e transversal aquando do início deste ano lectivo, o modelo pedagógico apresentado parece ser uma boa resposta aos desafios agora lançados. Este modelo apresenta uma organização de leitura e compreensão fáceis, cuja aplicação parece ser descomplicada para professores e alunos. Já no caso de escolas que possam ter mais experiência na aplicação de novas metodologias em sala de aula, o modelo aqui apresentado pelo Institut Les Vinyes, em Barcelona, poderá ser um pouco mais limitativo. Na minha opinião, as equipas pedagógicas devem tentar desenvolver mais trabalho transversal e cuja avaliação tenha um maior peso e um significado para os nossos alunos. Para além disto, não considero que o modelo em causa, reflectido na tabela apresentada, valorize tão plenamente as competências desejadas pelo documento Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, faltando valorizar a dimensão da Cidadania.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-24 15:50:07 UTC</pubDate>
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         <title>Perfis de aprendizagem e critérios e avaliação</title>
         <author>lilietenunessan</author>
         <link>https://padlet.com/lilietenunessan/DiarioAprendizagem/wish/254901597</link>
         <description><![CDATA[<div>Tópico para reflexão</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-24 15:56:05 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 5.2 | Reflexão sobre critérios de avaliação (mural 4)</title>
         <author>lilietenunessan</author>
         <link>https://padlet.com/lilietenunessan/DiarioAprendizagem/wish/254902805</link>
         <description><![CDATA[<div>Após a leitura dos critérios de avaliação para a disciplina de Português (7.º ano) apraz-me mencionar o seguinte:<br>Pela positiva,o documento dá total liberdade ao professor para decidir quais os instrumentos de avaliação que vai usar. Aponta também para que estes instrumentos devam ser diversificados. Desta forma a avaliação será feita de uma forma mais corrreta.<br>Pela negativa fico com a impressão que cada período de avaliação é estanque. A avaliação parece que é modular e não continua. Também pela negativa aponta a subjectividade dos termos Desempenho muito bom, Desempenho Suficiente e Desempenho muito insuficiente, bem os intercalares, que devem corresponder aos desempenhos bom e insuficiente. O que é que um aluno suficiente deve saber fazer ou atingir? O que diferencia um aluno bom de um suficiente?<br>Onde estão as competências transversais e a Cidadania?</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-24 15:58:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tarefa 5.3 | Relação entre o que se pretende avaliar e as tarefas de avaliação (mural 2)</title>
         <author>lilietenunessan</author>
         <link>https://padlet.com/lilietenunessan/DiarioAprendizagem/wish/254904033</link>
         <description><![CDATA[<div>1- Apresentar um contra-argumento<br>c- registo de vídeo de um debate;<br>Justificação: Num debate os participantes têm de saber argumentar e contra-argumentar de modo a defender as suas ideias<br><br>2- Formular uma hipótese a partir de um conjunto de dados<br>g-registo de uma observação;<br>Justificação: Através da sistematização da observação os alunos poderão identificar padrões que lhes permitirão formular hipóteses.<br><br>3- Utilizar linguagem científica<br>f- relatório de uma atividade experimental;<br>Justificação: Participar numa atividade experimental cientifica permite aos alunos familiarizarem-se com os termos científicos. A elaboração de relatórios cimentará o domínios desses termos.<br><br>4- Ouvir os argumentos dos outros<br>c- registo de vídeo de um debate;<br>Justificação: Um debate só funciona se os participantes souberem ouvir os outros.<br><br>5- Identificar as palavras-chave num artigo científico<br>d- questionário escrito;<br><br>6- Convencer os colegas a ler um determinado livro<br>K- exposição oral;<br><br>7- Respeitar os procedimentos de segurança no laboratório<br>f- relatório de uma atividade experimental;<br><br>8- Delinear uma experiência para validar uma hipótese<br>f- relatório de uma atividade experimental;<br><br>9- Utilizar com destreza o material de laboratório<br>f- relatório de uma atividade experimental;<br><br>10- Conjugar o verbo “to be”<br>b- exposição oral;<br><br> 11- Trabalhar em equipa<br>j- organização de uma exposição coletiva de trabalhos;<br><br>12- Justificar opiniões<br>c- registo de vídeo de um debate;</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-24 16:00:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tarefa 5.4 | Avaliação em DAC (Mural 6)</title>
         <author>lilietenunessan</author>
         <link>https://padlet.com/lilietenunessan/DiarioAprendizagem/wish/254907192</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong>1. Cenário 1)<br></strong>Um conselho de turma diagnostica nos alunos muitas dificuldades ao nível da identificação de fontes de informação fiáveis nas suas pesquisas para trabalhos.</div><div><br></div><div><br><strong>2. Disciplina : TIC</strong></div><div><strong><br>3. Conhecimentos, capacidades atitudes das Aprendizagens Essenciais: <br></strong><br>(AE TIC  7.º ANO | 3.º CICLO DO ENSINO BÁSICO )<br>pág. 6:<br>O aluno adota uma atitude crítica, refletida e responsável no uso de tecnologias, ambientes e serviços digitais, sendo capaz de adotar práticas seguras de utilização das ferramentas digitais e na navegação na Internet;  <br><br>pág.7 e 8:<br> O aluno planifica e desenvolve uma investigação online, sendo capaz de:<br> -Elaborar um plano de investigação e pesquisa online, recorrendo a uma diversidade de ferramentas digitais, que parta de um tema de natureza curricular ou de um problema real e significativo, identificando questões orientadoras, critérios, atividades e procedimentos para a recolha, seleção e análise de informações e dados pertinentes, incluindo os recursos necessários e o cronograma de atividades; <br>- Usar estratégias de investigação online para efetuar pesquisas que garantam a obtenção de dados e informação de qualidade; <br>- Identificar ferramentas de investigação online adequadas aos objetivos da pesquisa planificada; <br>- Aplicar um conjunto de critérios previamente definido para verificar a qualidade e credibilidade dos dados e/ou informação disponíveis ou gerados online; <br>- Adotar comportamentos seguros na navegação na Internet; ; <br><br></div><div><strong><br>4. Descritores relativos a capacidades e atitudes a promover nos alunos:<br></strong><br>pág.21: competências associadas a Linguagens e textos<br>• utilizar de modo proficiente diferentes linguagens e símbolos associados às línguas (língua materna e línguas estrangeiras), à literatura, à música, às artes, às tecnologias, à matemática e à ciência; <br>• dominar capacidades nucleares de compreensão e de expressão nas modalidades oral, escrita, visual e multimodal. <br><br>pág.22<br> As competências associadas a Informação e comunicação implicam que os alunos sejam capazes de: • utilizar e dominar instrumentos diversificados para pesquisar, descrever, avaliar, validar e mobilizar informação, de forma crítica e autónoma, verificando diferentes fontes documentais e a sua credibilidade; • transformar a informação em conhecimento; </div><div><strong><br>5. Evidências:<br></strong><br>- Empenho<br>- Mostra/exposição de Fake News onde os alunos deverão desconstruir cada uma elas com argumentos validos.<br>- Trabalho prático de pesquisa seguido de debate<br>- Relatório de um trabalho de pesquisa com bibliografia/webgrafia onde deverão estar explicitadas as fontes de consulta<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-24 16:07:15 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Tarefa 6.3 | Reflexão sobre a implementação da Cidadania e Desenvolvimento na escola (mural 4)</title>
         <author>lilietenunessan</author>
         <link>https://padlet.com/lilietenunessan/DiarioAprendizagem/wish/254908757</link>
         <description><![CDATA[<div>Elaborado em conjunto com outro colega da Escola</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-24 16:10:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tarefa 6.6 | Planificação de uma atividade (mural 3)</title>
         <author>lilietenunessan</author>
         <link>https://padlet.com/lilietenunessan/DiarioAprendizagem/wish/254911812</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/204713477/c916e10c1cc320e1171eb9baeefc80dd/Tarefa_6_6.pdf" />
         <pubDate>2018-04-24 16:16:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>lilietenunessan</author>
         <link>https://padlet.com/lilietenunessan/DiarioAprendizagem/wish/254916125</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-04-24 16:25:16 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>&quot;Não podemos ensinar os nossos alunos a competir com máquinas...</title>
         <author>lilietenunessan</author>
         <link>https://padlet.com/lilietenunessan/DiarioAprendizagem/wish/254917535</link>
         <description><![CDATA[<div>Jack Ma, sobre o futuro da educação</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-24 16:28:11 UTC</pubDate>
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