<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>10 princípios de Microeconomia by Estefany Dos Santos Silva</title>
      <link>https://padlet.com/luaalfasuprema/dngnn11yre41gwxm</link>
      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-09-17 21:37:33 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-09-19 14:44:15 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url></url>
      </image>
      <item>
         <title>P R I N C Í P I O 9: OS PREÇOS SOBEM QUANDO O GOVERNO EMITE MOEDA DEMAIS</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/luaalfasuprema/dngnn11yre41gwxm/wish/3125868891</link>
         <description><![CDATA[<p>Quando a impressão do dinheiro supera a quantidade de mercadorias e produtos em circulação, há uma elevação geral dos preços e um aumento na inflação.</p><p>Uma das perguntas mais bobas que nós fazemos sobre a economia é: “Por que o governo não imprime dinheiro e deixa todo mundo rico?”. Bom, porque ao aumentar a oferta de moeda (imprimir dinheiro), o dinheiro perde valor e os preços aumentam. Se todos os indivíduos de uma sociedade tiverem R$1 milhão na conta, o preço do pão, por exemplo, não poderia ser mantido em R$1,00.  </p><p><br></p><p>Podemos verificar a influência deste princípio sobre a economia através da mídia. Foi publicado pelo site UoL (Universo Online), uma notícia na data 03/10/2018 sobre a Economia do Brasil: “Por que o Brasil simplesmente não imprime mais dinheiro para sair da crise?”.</p><p>Através disso, pode-se analisar que, dinheiro não tem um valor, e sim, tem a capacidade de simbolizar alguma coisa que realmente possui valor, por meio da sua ação imediata na troca de bens. Quando o Governo emite uma grande quantidade de moeda corrente, as pessoas passam a terem mais dinheiros e quererem comprar mais, mas a quantidade de coisas disponíveis continuará a mesma, e isso faz os preços subirem, provocando um fenômeno chamado inflação, que ocasiona a perda do valor real do dinheiro. Não existe almoço grátis e riqueza não se cria do nada, se todos tiverem mais dinheiro o preço das mercadorias aumentará e isso gerará o processo de inflação. Na década de 90 o Brasil chegou a ser o País com a maior inflação do mundo, algo que começou a ser corrigido apenas no final da década, dessa forma, os Governos</p><p>devem analisar uma série de fatores antes de tomarem medidas populistas e imprimirem dinheiros arbitrariamente.</p><p><br></p><p><br></p><p><strong>REFERÊNCIAS:</strong></p><p>ELIAS, Juliana. <strong>Porque o Brasil simplesmente não imprime mais dinheiro para sair da crise?. </strong>UoL, 2018. Disponível em: https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2018/10/03/brasil-imprime-dinheiro-pagar-divida.htm. Acesso em: 16 de Set. 2024.</p><p><br></p><p>QUEIROZ, Hugo. <strong>Quais são os 10 princípios da economia ?</strong>. FLJOURNAL, 2023. Disponível em: https://flj.com.br/renda-variavel/os-10-principios-da-economia/. Acesso em: 16 de Set. 2024.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2759990402/25ea2dc4cbc9c4d48cd43708e5a697b0/inflacao_800.jpg" />
         <pubDate>2024-09-18 15:38:36 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luaalfasuprema/dngnn11yre41gwxm/wish/3125868891</guid>
      </item>
      <item>
         <title>PRINCIPIO 5: O COMÉRCIO PODE SER BOM PARA TODOS</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/luaalfasuprema/dngnn11yre41gwxm/wish/3126835441</link>
         <description><![CDATA[<p>O princípio 5 de economia destaca que o comércio pode oferecer benefícios mútuos entre os indivíduos, empresas e países. Para isso, é necessário perceber que o comércio não é como uma competição esportiva onde um perde e outro ganha, mas que "nos beneficiamos da habilidade de comercializar com outras pessoas", ou seja, sendo parceiros. </p><p>Segundo esse princípio, a parceria significa que as pessoas podem se especializar naquilo que melhor produzem e trocar com outros países ou pessoas por bens e serviços que necessitam. Isso traz benefícios para todos.</p><p><br></p><p>É possível verificar a influência desse princípio sobre a economia através da mídia, com a publicação na revista <em>Veja</em> em 09 de maio de 2024 sobre a relação comercial do Brasil , intitulada "Brasil amplia relações comerciais com a China e importações crescem 13%, aponta relatório do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços".</p><p>A notícia mostra que, ao expandir suas relações comerciais com a China, o Brasil se beneficia da especialização em produtos nos quais é mais eficiente, como soja, café, além de setores industriais como veículos e produtos químicos. Essa especialização possibilita que o Brasil aumente suas exportações e fortaleça sua economia, trazendo mais riqueza e empregos ao país. Ao mesmo tempo, a China ganha acesso a esses produtos de alta qualidade, melhorando o bem-estar de ambos os países envolvidos no comércio. </p><p>Desse modo o comércio internacional gera ganhos mútuos, aumentando a prosperidade econômica para todas as partes envolvidas. </p><p><br></p><p><br></p><p><strong>REFERÊNCIAS:</strong></p><p><br></p><p>GALVÊAS, Daniel. <strong>Os 10 princípios da economia. Medium, 2015</strong>. Disponível em <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://medium.com/@dangalveas/os-10-princ%C3%ADpios-da-economia-revisados-e-comentados-179c252ab33">https://medium.com/@dangalveas/os-10-princ%C3%ADpios-da-economia-revisados-e-comentados-179c252ab33. </a>acesso em 19 set. 2024.</p><p><br></p><p>PEDRO, Gil. <strong>Brasil amplia relações comerciais com a China e importações crescem 13%, aponta relatório do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços</strong>. Veja, 2024. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://veja.abril.com.br/coluna/radar-economico/brasil-amplia-relacoes-comerciais-com-a-china-e-importacoes-crescem-13">https://veja.abril.com.br/coluna/radar-economico/brasil-amplia-relacoes-comerciais-com-a-china-e-importacoes-crescem-13</a> acesso em: 18 set. 2024.</p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2762304212/c306b37dccd01e502b58f23c19d85f90/pa4209c_jpg.jpg" />
         <pubDate>2024-09-19 03:03:37 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luaalfasuprema/dngnn11yre41gwxm/wish/3126835441</guid>
      </item>
      <item>
         <title>PRINCÍPIO 2: O CUSTO DE ALGUMA COISA É AQUILO DE QUE VOCÊ DESISTE PARA OBTÊ-LA</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/luaalfasuprema/dngnn11yre41gwxm/wish/3126886521</link>
         <description><![CDATA[<p>O princípio 2 da Economia defende que todos nós ao escolhermos realizar alguma tarefa estamos abrindo mão de estar fazendo outra coisa. </p><p><br></p><p>Toda escolha tem um preço. Ao optar por algo, você renuncia a outras possibilidades. Esse é o conceito de custo de oportunidade, um dos pilares da economia.  "[...]quando um investidor se depara com diferentes opções, ele deve avaliar o custo de cada opção para fazer uma escolha estratégica [...]" ( DA REDAÇÃO,2023).</p><p>“No contexto econômico, freqüentemente, o termo “custo de oportunidade” é substituído pelo termo “custo alternativo”, como palavra sinônima’ (BEUREN, p.1, 1993). O custo de oportunidade é o valor de algo a que você renuncia quando faz uma escolha. Em outras palavras, é o benefício que você deixa de ter ao escolher uma opção em detrimento de outra. Podemos citar como exemplo a compra de uma BMW ,quando se opta pela compra deste automovél você está deixando de realizar  um investimento em ações. " [...] Sendo assim, o custo de oportunidade é a diferença entre os custos das duas opções" ( DA REDAÇÃO,2023). Entender esse princípio é fundamental para que seja possível uma tomada de decisões racionais nos mais diversos campos  da vida, desde decisões pessoais até estratégias de negócios. Quando Consideramos o que estamos deixando de lado, podemos  avaliar melhor nossas opções e tomar decisões mais alinhadas com nossos objetivos.</p><p>Desta maneira, podemos observar tal princípio naa seguinte notícia:</p><p><br></p><p><em>GOVERNO ANUNCIA INVESTIMENTO DE R$ 3 BILHÕES NA POLÍTICA DE EDUCAÇÃO INCLUSIVA ATÉ 2026 </em></p><p><br></p><p>O governo federal anunciou nesta terça-feira (21) um investimento de R$ 3 bilhões na política de educação inclusiva nas escolas até 2026. Um plano de afirmação e fortalecimento da Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (PNEEPEI) foi apresentado no Palácio do Planalto. </p><p><br></p><p>Segundo o Planalto, a proposta faz parte de um esforço para retomar as premissas originais dessa política, que completou 15 anos em janeiro de 2023. Ainda de acordo com o governo, apesar de não ter sido desfeita, a política de educação inclusiva foi ameaçada e deixada de lado nos últimos anos. O Ministério da Educação (MEC) coordenará a ação, que terá execução em diferentes frentes: investimento em formação; infraestrutura; transporte; recursos de tecnologia assistiva e pedagógicos. </p><p><br></p><p>A meta do MEC é chegar ao fim de 2026 com: mais de 2 milhões de estudantes do público da educação especial matriculados em classes comuns; 169 mil matrículas na educação infantil; e dobrar o número de escolas que recebem recursos financeiros para Salas de Recursos Multifuncionais (SRM), hoje 36% das instituições recebem; criação de 27 observatórios de monitoramento; e lançar 6 editais para pesquisadores com deficiência. No lançamento do programa, no Palácio do Planalto, o presidente Lula fez um discurso no qual defendeu a inclusão.</p><p><br></p><p><strong>REFERÊNCIAS</strong></p><p>BEUREN, I. M. Conceituação e contabilização do custo de Oportunidade. Caderno de estudos, n.8, p. 1-12, São Paulo,1993.</p><p>Da Redação. “O Que é Custo de Oportunidade?” Exame, 2023. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://exame.com/invest/guia/o-que-e-custo-de-oportunidade/amp/">exame.com/invest/guia/o-que-e-custo-de-oportunidade/amp/</a>. Acesso em: 19 set. 2024.</p><p>G1. Governo anuncia investimento de R$ 3 bilhões na política de educação inclusiva até 2026. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/google/amp/politica/noticia/2023/11/21/governo">https://g1.globo.com/google/amp/politica/noticia/2023/11/21/governo</a> anuncia-investimento-de-r-3-bilhoes-na-politica-de-educacao-inclusiva-ate-2026.ghtml. Acesso em: 15 set. 2024.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2762504174/9fa70a372d2cfa136b70a8324b23c5ad/Imagem_do_WhatsApp_de_2024_09_19___s__00_03_17_da6fd03b.jpg" />
         <pubDate>2024-09-19 03:31:19 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luaalfasuprema/dngnn11yre41gwxm/wish/3126886521</guid>
      </item>
      <item>
         <title>PRINCÍPIO 3: AS PESSOAS RACIONAIS PENSAM NA MARGEM</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/luaalfasuprema/dngnn11yre41gwxm/wish/3126895351</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>O princípio de que as pessoas racionais pensam na margem é um conceito fundamental em economia. Ele sugere que, ao tomar decisões, as pessoas não consideram apenas os benefícios e custos totais de uma ação, mas sim os benefícios e custos adicionais de cada unidade extra. Por exemplo, ao decidir quanto estudar para uma prova, um aluno não compara o benefício de estudar durante um mês inteiro com o custo de não sair durante todo esse período. Em vez disso, ele avalia se o benefício de estudar mais uma hora compensa o custo de deixar de fazer outra atividade. Essa análise marginal permite que as pessoas otimizem suas escolhas, maximizando seus benefícios e minimizando seus custos.</p><p>Qual a importância de se pensar na margem?</p><p><br></p><ul><li><p>Otimização de recursos: Ao analisar os benefícios e custos de cada decisão adicional, as pessoas tendem a tomar decisões que maximizam seu bem-estar, sem desperdiçar recursos.</p><p><br></p></li><li><p>  Tomada de decisões mais precisas: Em vez de generalizações, a análise marginal permite uma avaliação mais detalhada de cada situação, considerando os pequenos ajustes e suas consequências.</p><p><br></p></li><li><p> Flexibilidade: A vida é dinâmica e as circunstâncias mudam constantemente. A análise marginal nos permite adaptar nossas decisões a essas mudanças de forma mais eficiente.</p><p> <strong><em>Governo lança nesta quarta programa com passagens aéreas a R$ 200, inicialmente voltado para aposentados</em></strong></p><p><strong><em>Iniciativa vem sendo adiada desde o ano passado. Alunos do Prouni não devem mais ser incluídos na primeira fase do programa, que ofertará passagens aéreas por até R$ 200.</em></strong></p><p><br></p><p>O governo federal lança nesta quarta-feira (24) o programa Voa Brasil, que deverá proporcionar passagens aéreas de até R$ 200. A primeira fase deverá ser focada somente em aposentados. Cerca de 23 milhões de pessoas podem ser beneficiadas.</p><p>A medida, segundo o governo, visa "permitir que mais brasileiros, especialmente novos usuários, tenham acesso ao mercado aéreo do Brasil".</p><p>Inicialmente, o governo previa que o público do programa seria mais amplo e também incluiria alunos do Programa Universidade Para Todos (Prouni) – de bolsas universitárias para alunos de baixa renda.</p><p>Porém, o governo federal quer, primeiro, avaliar o resultado da oferta de passagens. No primeiro ano do programa, devem ser colocados à venda 3 milhões de bilhetes.</p><p>Para ter direito à compra, o aposentado não pode ter viajado de avião nos últimos 12 meses.</p><p>Será criado um site para facilitar a busca pelos bilhetes oferecidos a até R$ 200 pelo trecho e, segundo integrantes do governo envolvidos nas discussões, o aposentado precisará acessar com o cadastro do <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://gov.br">gov.br</a>. Com base nessas informações, o sistema já saberá se a pessoa viajou de avião ou não no último ano.</p><p>REFERÊNCIAS</p><p>G1. <strong>Governo lança nesta quarta programa com passagens aéreas a R$ 200, inicialmente voltado para aposentados</strong>. Disponível em: &lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/google/amp/economia/noticia/2024/07/24/governo-lanca-nesta-quarta-programa-com-passagens-aereas-a-r-200-inicialmente-voltado-para-aposentados.ghtml">https://g1.globo.com/google/amp/economia/noticia/2024/07/24/governo-lanca-nesta-quarta-programa-com-passagens-aereas-a-r-200-inicialmente-voltado-para-aposentados.ghtml</a>&gt;. Acesso em: 19 set. 2024.</p><p>‌</p></li></ul>]]></description>
         <enclosure url="https://get.pxhere.com/photo/brain-mind-psychology-idea-hearts-love-drawing-split-personality-thought-chaos-doubt-open-mind-gray-matter-insecurity-anxiety-ideas-comparison-fantasia-closed-mind-head-thoughts-concentration-creativeness-color-original-paint-cheerfulness-positivity-mathematics-logic-calculation-computer-precision-1370218.jpg" />
         <pubDate>2024-09-19 03:36:32 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luaalfasuprema/dngnn11yre41gwxm/wish/3126895351</guid>
      </item>
      <item>
         <title>PRINCÍPIO 4: AS PESSOAS REAGEM A INCENTIVOS.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/luaalfasuprema/dngnn11yre41gwxm/wish/3126899309</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>O princípio de que as pessoas reagem a incentivos é um dos pilares da economia. Seja em grandes escalas, como políticas públicas que visam estimular o consumo ou a poupança, ou em situações do dia a dia, como promoções em supermercados ou sistemas de recompensa no trabalho, a ideia de que as pessoas são motivadas por recompensas, punições ou simplesmente a expectativa de um resultado positivo é fundamental para entender o comportamento humano e tomar decisões mais eficazes. Ao compreender como os incentivos funcionam, podemos prever e influenciar as escolhas das pessoas, desde o consumidor individual até os grandes agentes econômicos.</p><p>O imposto  é um fator que influencia a tomada de decisões das pessoas, Os impostos moldam as escolhas de empresas e indivíduos de diversas formas:</p><ul><li><p> Custos de produção: Impostos mais altos aumentam os custos de produção, influenciando decisões sobre preços, investimentos e até mesmo a localização de empresas.</p></li><li><p>  Consumo: Impostos sobre o consumo podem levar a mudanças nos hábitos de compra, incentivando a procura por produtos mais baratos ou a substituição por outros.</p></li><li><p>  Investimentos: A carga tributária sobre os investimentos pode afetar a decisão de investir em um país ou em outro, bem como o tipo de investimento escolhido.</p></li><li><p>  Decisões pessoais: Impostos sobre a renda influenciam decisões sobre trabalho, poupança e consumo.</p></li></ul><p><br></p><p><br></p><p><em>Governo lança programa que estimula MEIs, Micro e Pequenas Empresas, por meio de acesso a crédito e renegociação de dívidas</em></p><p><br></p><p>Medida Provisória que institui o Programa Acredita será assinada nesta segunda (22/4) pelo presidente Lula. Pacote ainda prevê ampliação ao acesso a crédito para mulheres empreendedoras e medidas para incentivar investimentos estrangeiros em projetos sustentáveis.</p><p>Tendo como uma das principais metas ampliar o acesso ao crédito no país e garantir mais apoio aos Microempreendedores Individuais (MEIs) e às micro e pequenas empresas, o Governo Federal lança, nesta segunda-feira, 22 de abril, o Acredita. A Medida Provisória que institui o programa será assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, durante o evento de lançamento no Palácio do Planalto.</p><p>Entre as novidades, está a criação de um programa que incentiva a renegociação de dívidas para MEIs e para micro e pequenas empresas, inspirado no Desenrola. O Desenrola tem como público-alvo pessoas com o CPF negativado e já beneficiou 14 milhões brasileiros. Possibilitou a a renegociação de aproximadamente R$ 50 bilhões em dívidas e foi prorrogado até o dia 20 de maio.</p><p>O Acredita também cria o ProCred 360, iniciativa que estabelece condições especiais de taxas e garantias por meio do Fundo Garantidor de Operações (FGO) para operações destinadas a MEIs e microempresas com faturamento anual limitado a R$ 360 mil. Para esse público, o programa oferece taxas de juros competitivas, fixadas em Selic + 5% ao ano. Além disso, permite o pagamento de juros no período de carência, contribuindo para uma melhor organização financeira dos tomadores de crédito.</p><p><br></p><p>REFERÊNCIAS</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://GOV.BR">GOV.BR</a> <strong>.Governo lança programa que estimula MEIs, Micro e Pequenas Empresas, por meio de acesso a crédito e renegociação de dívidas</strong>. Disponível em: &lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.gov.br/planalto/pt-br/acompanhe-o-planalto/noticias/2024/04/governo-federal-lanca-programa-economico-que-estimula-meis-micro-e-pequenas-empresas-por-meio-de-acesso-a-credito-e-renegociacao-de-dividas#:~:text=PROCRED%20360%20%E2%80%93%20Trata%2Dse%20de">https://www.gov.br/planalto/pt-br/acompanhe-o-planalto/noticias/2024/04/governo-federal-lanca-programa-economico-que-estimula-meis-micro-e-pequenas-empresas-por-meio-de-acesso-a-credito-e-renegociacao-de-dividas#:~:text=PROCRED%20360%20%E2%80%93%20Trata%2Dse%20de</a>&gt;. Acesso em: 19 set. 2024.</p><p>‌</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="https://jornal.usp.br/wp-content/uploads/2021/12/20211202_03-Giulio-Gavini_Jose-Calos-Pettorossi-Imparato_Foto-Marcos-Santos_U0Y0876.jpg" />
         <pubDate>2024-09-19 03:38:38 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luaalfasuprema/dngnn11yre41gwxm/wish/3126899309</guid>
      </item>
      <item>
         <title>PRINCÍPIO 1: AS PESSOAS ENFRENTAM TRADE-OFFS</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/luaalfasuprema/dngnn11yre41gwxm/wish/3126925412</link>
         <description><![CDATA[<p>O primeiro princípio fundamental da economia estabelece que todos os indivíduos e sociedades enfrentam trade-offs em suas decisões devido à escassez de recursos. Essa premissa central molda o comportamento econômico e as interações humanas.</p><p>Escassez: É a condição em que os recursos disponíveis são limitados em relação às necessidades e desejos ilimitados. Essa limitação força os agentes econômicos a fazerem escolhas, renunciando a algumas opções para obter outras.</p><p>Trade-offs: Representam as escolhas que precisam ser feitas entre diferentes alternativas. Ao optar por uma ação, um indivíduo ou uma sociedade implicitamente renuncia a outras possibilidades. Essa dinâmica de escolha é inerente à condição humana e permeia todas as esferas da vida.</p><p>Este princípio serve como base para a análise de diversos fenômenos econômicos, como:</p><ul><li><p>  Comportamento do consumidor</p></li><li><p>  Produção e custos</p></li><li><p>  Mercado de trabalho</p></li><li><p> Política fiscal e monetária</p></li><li><p> Comércio internacional</p><p><br></p><p>“ Pesquisa da NielsenIQ, realizada em 2022, identificou a volta do "trade down", quando o consumidor passa a trocar as marcas que costumava comprar por outras mais baratas, característica forte do consumo de alimentos em períodos de inflação elevada. As marcas próprias das grandes redes varejistas, que costumam ter preço inferior, surfam nessa onda e ganham espaço. As marcas Taeq e Qualitá, do Grupo Pão de Açúcar (GPA), já respondem por mais de 20% do faturamento do GPA. Em 2019, representavam 13%.” Aumentar os gastos com alimentos pode trazer benefícios a longo prazo, como uma população mais preparada para o mercado de trabalho. No entanto, isso pode significar menos recursos para o consumo de alimentos, isso pode afetar a vida da população que depende da venda de alimentos e entrando no mercado de trabalho agora.</p><p>REFERÊNCIAS</p><p><strong>O trade-off alimentar em tempos de crise</strong>. Disponível em: &lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.estadao.com.br/politica/gestao-politica-e-sociedade/o-trade-off-alimentar-em-tempos-de-crise/">https://www.estadao.com.br/politica/gestao-politica-e-sociedade/o-trade-off-alimentar-em-tempos-de-crise/</a>&gt;. Acesso em: 19 set. 2024.</p><p>‌</p></li></ul>]]></description>
         <enclosure url="https://get.pxhere.com/photo/blockchain-bitcoin-bank-business-cash-coin-commerce-trade-concept-credit-cryptocurrency-currency-digital-dollar-e-commerce-electronic-exchange-finance-flat-hand-international-investment-market-money-online-paying-payment-savings-symbol-wallet-green-yellow-text-product-font-computer-wallpaper-graphics-brand-angle-sky-communication-circle-graphic-design-1444947.jpg" />
         <pubDate>2024-09-19 03:55:15 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luaalfasuprema/dngnn11yre41gwxm/wish/3126925412</guid>
      </item>
      <item>
         <title>PRINCÍPIO 7: AS VEZES OS GOVERNOS PODEM AJUDAR A MELHORAR OS RESULTADOS DOS MERCADOS.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/luaalfasuprema/dngnn11yre41gwxm/wish/3127003318</link>
         <description><![CDATA[<p>A liberdade e a propriedade privada são elementos fundamentais para as sociedades </p><p>ocidentais que vivem sob o manto do capitalismo. Cada indivíduo deve ser um agente econômico/de mercado sobre todos os aspectos, para fazer a engrenagem da economia e da sociedade girar em perfeita harmonia, especialmente quando o assunto for relação de trabalho e o seu capital. </p><p> Cabe aos governos, centrais ou não, fornecer apenas as diretrizes e regras para balizar tanto o mercado econômico quanto o mercado de trabalho, que deve se comportar como um agente regulador, fazendo com que os seus “tentáculos” sejam sentidos apenas  onde houver um desequilíbrio. Nesse sentido, é dever do Estado investir para fomentar a área que estiver fragilizada.</p><p> É atribuída uma confiança ao governo, para que ele promova de forma eficaz a justiça e </p><p>garanta o cumprimento das regras que são impostas na sociedade, um exemplo disso é o </p><p>imposto de renda, que precisa da intervenção do governo. Ele deve se certificar de que está </p><p>havendo igualdade na distribuição do bem-estar econômico, bem como promover a eficiência dessa economia. Entretanto, isso não significa que ele será irá se manifestar a favor de melhores resultados, principalmente, tendo em vista que se trata de um processo político que está longe de ser bem-acabado. </p><p> No capitalismo, a ingerência do governo deve ser o mínimo possível, cabendo uma atuação </p><p>forte, mas não completa nos setores de saúde, segurança e educação, pois a responsável por alocar os recursos de forma eficiente é a mão invisível. Esse seria o mundo perfeito, seria, mais ou menos, o sonho do pai da economia moderna: Adam Smith, que no século XVIII a ele era atribuído o início do século das luzes. No entanto, para Adam, nem sempre essa “mão invisível” agia com efetividade, por isso, precisava de uma força maior, ou seja, a força governamental para intervir e solucionar conflitos, garantindo efetividade, equidade e igualdade nas relações econômicas.</p><p>Link da notícia: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.infomoney.com.br/politica/governo-quer-aumentar-protecao-para-investidor-minoritario-no-mercado-veja-o-que-pode-mudar/">https://www.infomoney.com.br/politica/governo-quer-aumentar-protecao-para-investidor-minoritario-no-mercado-veja-o-que-pode-mudar/</a></p><p><br></p><p> Essa é uma das medidas necessárias (mais necessárias ainda) visto os últimos </p><p>acontecimentos no mercado. As constantes fraudes contábeis de maneira geral e em particular nas grandes populações… (SA) tem provocado além de escândalos, prejuízos irreparáveis ao pequeno investidor. Deixando-os em completa vulnerabilidade, sem chances de apelações, muito menos reparação. Isto tem feito com que os pequenos investidores tenham deixado de aplicar seus investimentos em pequenas e médias corporações, optando pelas gigantes do mercado. Pois é mais conveniente, não corre riscos e praticamente tem sempre dinheiro em mãos. Essas medidas do governo visam e tendem a dar uma segurança jurídica/econômica ao </p><p>pequeno investidor (o investidor minoritário) que não tem poder de voto nas decisões da </p><p>empresa. </p><p><br></p><p>(QUESTÃO) Por que os governos precisam, em algum momento, intervir na economia?</p><p><br></p><p>   A “mão invisível” apesar de ser eficiente, nem sempre consegue alocar os recursos de forma conveniente, por isso, o governo precisa intervir e controlar, de forma eficaz, áreas que estão afetadas e instáveis, para garantir que os cidadãos estejam cumprindo verdadeiramente seus direitos e deveres e suas respectivas funções na sociedade. Dessa forma, o governo age como um regulador que proporciona de forma eficiente a justiça, bem como a igualdade nas relações</p><p>de mercado, garantindo a harmonia social.</p><p><br></p><p>REFERÊNCIAS</p><p><br></p><p>MORTARI, Marcos. Governo quer aumentar proteção para minoritários no mercado; veja o </p><p>que pode mudar. <strong>Info Money</strong>, 2024. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.infomoney.com.br/politica/governo-quer-aumentar-protecao-para-investidor-minoritario-no-mercado-veja-o-que-pode-mudar/">https://www.infomoney.com.br/politica/governo-quer-aumentar-protecao-para-investidor-minoritario-no-mercado-veja-o-que-pode-mudar/</a>  Acesso em: 17 de set. de 2024.</p><p><br></p><p>Xaluan.  Principio 7: Às vezes os governos podem melhorar os resultados dos mercados. </p><p><strong>WordPress</strong>, 2008. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://economiaparapoetas.wordpress.com/2008/06/29/principio-7-as-vezes-os-governos-podem-melhorar-os-resultados-dos-mercados/">https://economiaparapoetas.wordpress.com/2008/06/29/principio-7-as-vezes-os-governos-podem-melhorar-os-resultados-dos-mercados/</a> Acesso em: 17 de set. de 2024.</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2762850111/0497188ad46017206bce5c2df21ac645/IMG_9116.jpeg" />
         <pubDate>2024-09-19 04:49:28 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luaalfasuprema/dngnn11yre41gwxm/wish/3127003318</guid>
      </item>
      <item>
         <title>PRINCÍPIO 8: O PADRÃO DE VIDA DE UM PÁIS DEPENDE DE SUA CAPACIDADE DE PRODUZIR BENS E SERVIÇOS.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/luaalfasuprema/dngnn11yre41gwxm/wish/3127649432</link>
         <description><![CDATA[<p>A capacidade de produzir bens e serviços é fortemente ligado com o padrão de vida</p><p>de um país, devido a vários fatores interconectados. A produção de bens e serviços</p><p>determina a quantidade de recursos disponíveis para a população, impactando</p><p>diretamente a renda e o emprego. É uma questão que está relacionada com o nível</p><p>de desenvolvimento econômico, infraestrutura e inovação, que, por sua vez,</p><p>determina a riqueza e bem-estar da população.</p><p>REPORTAGEM PETERCENTE AO PRINCÍPIO 8:</p><p>- YouTube . Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/hXe2WhyH13M?si=9bbZSebAvg4LJ6Us">https://youtu.be/hXe2WhyH13M?si=9bbZSebAvg4LJ6Us</a>.</p><p>Acesso em: 18 conjuntos. 2024c.</p><p>A Rússia é um país rico em recursos naturais, especialmente em petróleo e gás</p><p>natural. São recursos que geram uma fonte significativa de receita para o país e</p><p>fornecem uma base sólida para a economia. Ela possui reservas internacionais que</p><p>ajudam a manter a estabilidade financeira e a enfrentar crises econômicas futuras, o</p><p>controle estatal também é outro recurso que exerce controle significativo sobre</p><p>setores-chave da economia da mesma.</p><p>PERGUNTA: Como a produtividade de um país afeta diretamente o padrão de vida</p><p>de sua população?</p><p>A produtividade de um país influencia o padrão de vida ao determinar a quantidade de</p><p>bens e serviços que pode ser produzido por trabalhador. Sendo assim, quanto maior a</p><p>produtividade, maior a renda gerada, permitindo melhores salários, acesso a bens e produtividade, maior a renda gerada, permitindo melhores salários, acesso a bens e</p><p>serviços de qualidade e, consequentemente, um padrão de vida melhor.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://conteudos.xpi.com.br/wp-content/uploads/2023/05/IR-1.jpg" />
         <pubDate>2024-09-19 11:31:38 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luaalfasuprema/dngnn11yre41gwxm/wish/3127649432</guid>
      </item>
      <item>
         <title>PRINCIPIO 10: A SOCIEDADE ENFRENTA UM TRADEOFF DE CURTO PRAZO ENTRE INFLAÇÃO E DESEMPREGO</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/luaalfasuprema/dngnn11yre41gwxm/wish/3127699256</link>
         <description><![CDATA[<p>A inflação é um dos resultados do aumento da quantidade de moedas produzidas, enquanto o desemprego apresenta, a curto prazo, um menor nível. Quando o desemprego diminui, a inflação tende a aumentar (ou vice-versa). Essa inflação gera instabilidade econômica, o que resulta em insegurança para investir; essa insegurança gera baixos investimentos, produzindo, portanto, menos postos de trabalho e, consequentemente maior desemprego. Essa relação só ocorre com mais rigor em curto prazo, pois a longo prazo, essa relação tende a se estabilizar, visto que não há uma troca permanente entre os dois.</p><p>Na tentativa de equilibrar esses dois objetivos, é preciso enfrentar um dilema, pois reduzir o desemprego pode exigir medidas para aumentar a inflação e vice-versa. Compreender essa relação é importante para formular soluções econômicas que sejam eficazes e equilibradas para garantir um bem-estar tanto social quanto econômico.</p><p>&nbsp;</p><p>Podemos verificar esse Tradeoff entre a Inflação e o Desemprego através da mídia. Segundo o site VEJA, divulgado em 1 Jul 2024, “Como a queda do desemprego no Brasil pode pressionar a inflação” “A taxa de desemprego recuou para 7,1%&nbsp;em maio e é a menor para o período em dez anos, segundo dados divulgados pelo IBGE”</p><p>A sociedade entrega um Tradeoff de curto prazo entre inflação e desemprego. Com o aumento da circulação de moeda, ocasiona um maior consumo no curto prazo e leva as empresas a produzirem mais e consequentemente contratarem mais, diminuindo os níveis de desemprego. Por isso os governos precisam avaliar a todo momento os índices de inflação e desemprego de forma a balancear esse Tradeoff de maneira adequada. Porém, embora a redução da taxa de desemprego seja inicialmente positiva, há um cuidado relacionado à quantidade de mão de obra disponível no país, visto que, no Brasil não possui muita gente qualificada, portanto, o aumento do custo da mão de obra começa a parecer na inflação de serviços.</p><p>&nbsp;</p><p><br></p><p>REFERÊNCIAS:</p><p>GALVÊAS, Daniel. <strong>Os 10 princípios da Economia. </strong>Medium, 2015. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://medium.com/@dangalveas/os-10-princ%C3%ADpios-da-economia-revisados-e-comentados-179c252ab33">https://medium.com/@dangalveas/os-10-princ%C3%ADpios-da-economia-revisados-e-comentados-179c252ab33</a>. Acesso em: 16 de Set. 2024.</p><p><br></p><p>PATI, Camila. <strong>Como a queda do desemprego no Brasil pode pressionar inflação. </strong>Veja, 2024. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://veja.abril.com.br/economia/como-a-queda-do-desemprego-pode-pressionar-inflacao">https://veja.abril.com.br/economia/como-a-queda-do-desemprego-pode-pressionar-inflacao</a>. Acesso em: 16 de Set. 2024. <strong>&nbsp;</strong></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2764739429/d58214823fa1654962f78b14f757d5b0/sas.png" />
         <pubDate>2024-09-19 12:07:00 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luaalfasuprema/dngnn11yre41gwxm/wish/3127699256</guid>
      </item>
      <item>
         <title>PRINCÍPIO 6: OS MERCADOS SÃO GERALMENTE UMA BOA MANEIRA DE ORGANIZAR A ATIVIDADE ECONÔMICA </title>
         <author>luaalfasuprema</author>
         <link>https://padlet.com/luaalfasuprema/dngnn11yre41gwxm/wish/3127984830</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>O sexto preceito da microeconomia sustenta que os mercados costumam ser um</p><p>método eficiente para estruturar a atividade econômica. Este princípio, crucial</p><p>para compreender a economia de mercado, demonstra como a interação entre</p><p>oferta e demanda pode levar a uma distribuição eficaz de recursos, incentivando</p><p>a produção e a distribuição de produtos e serviços.</p><p>• Em uma economia de mercado, as famílias decidem o que comprar e</p><p>quem vai trabalhar para isso.</p><p>• As empresas decidem quem vão contratar e o que vão produzir.</p><p>Adam Smith observou que as famílias e as empresas, ao interagirem nos</p><p>mercados, agem como que guiadas por “mão invisível”.</p><p>A mão invisível trabalha em meio do sistema de preço:</p><p>• A interação entre compradores e vendedores determina os preços;</p><p>• Cada preço reflete o valor dos bens aos compradores e o custo de</p><p>produzir tal bem;</p><p>• Os preços guiam famílias e empresas auto interessadas a tomar decisões</p><p>que, em muitos casos maximizam o bem-estar econômico da sociedade.</p><p>Funcionamento dos mercados</p><p>Os mercados operam através do contato entre compradores e vendedores, com</p><p>os preços sendo definidos pela oferta e demanda. Quando a procura por um</p><p>produto cresce, os valores tendem a se elevar, estimulando os produtores a</p><p>expandir a produção. Em contrapartida, quando a oferta de um produto supera</p><p>a procura, os preços caem, o que desestimula a produção. Este processo de</p><p>ajuste possibilita que os mercados se auto-administrem, favorecendo a eficiência</p><p>na distribuição de recursos.</p><p>Aspectos Restritivos dos Mercados</p><p>Embora possuam inúmeras vantagens, os mercados também possuem</p><p>restrições que podem afetar sua eficácia.</p><p>Externalidades</p><p>As externalidades acontecem quando as atividades de um agente econômico</p><p>impactam terceiros sem a intenção de causar danos. Por exemplo, a</p><p>contaminação provocada por uma indústria pode comprometer a saúde da</p><p>população local, um gasto que não é incorporado ao valor do produto. Isso</p><p>resulta em uma distribuição inadequada de recursos.</p><p>Monarquias e Oligarquias</p><p>A ausência de competição em mercados monopolizados ou oligopolizados pode</p><p>levar a preços elevados e a um estímulo reduzido à inovação. Neste contexto,</p><p>os clientes são afetados pela escassez de escolhas e pela queda na qualidade</p><p>dos produtos.</p><p>Informação incompleta</p><p>A eficácia do mercado está atrelada à disponibilidade de dados completos para</p><p>todos os participantes. Se os consumidores ou produtores não têm acesso a</p><p>informações pertinentes, podem fazer escolhas impróprias que prejudicam a</p><p>eficácia do mercado.</p><p>Bens de Uso Público</p><p>Alguns produtos, como segurança e infraestrutura pública, não são disponibilizados adequadamente pelo mercado. Esses produtos geralmente são</p><p>sub processados, já que as companhias não conseguem obter lucro com sua</p><p>comercialização de maneira eficaz.</p><p>O sexto preceito da microeconomia destaca a relevância dos mercados para a</p><p>estruturação da economia. Por meio da interação entre oferta e procura, os</p><p>mercados fomentam a distribuição eficaz de recursos, estimulam a inovação e</p><p>proporcionam adaptabilidade. Contudo, é fundamental identificar suas</p><p>restrições, tais como externalidades, monopólios, informação imprecisa e a</p><p>questão dos bens públicos. Entender esses fatores é crucial para elaborar</p><p>políticas que aumentem o bem-estar social e fomentem um ambiente de</p><p>mercado saudável e competitivo. A dificuldade está em estabelecer um equilíbrio</p><p>entre a autonomia do mercado e a intervenção necessária para corrigir suas deficiências.</p><p><br/></p><p><strong>Canadá é uma potência para os negócios, mas é preciso visão para conquistá-lo</strong></p><p><br/></p><p>O Canadá é uma das principais economias desenvolvidas, mas é um mercado pouco lembrado pelo setor privado brasileiro. A negociação, em andamento, de um acordo comercial entre o Mercosul e o Canadá criará condições para a expansão do comércio e dos investimentos do Brasil com esse mercado. Mas é preciso visão para aproveitar essas oportunidades, num processo que começa antes de tudo por uma mudança cultural do setor empresarial brasileiro.</p><p><em>“O Canadá é um mercado muito parecido com o dos Estados Unidos. É um mercado consumidor grande, desenvolvido, com uma economia aberta, boa infraestrutura e ambiente favorável aos negócios. É um país que oferece uma grande oportunidade, mas é pouco buscado pelas empresas brasileiras, que ainda não enxergam a similaridade desse mercado com o americano”, afirma o diretor de Desenvolvimento Industrial da Confederação Nacional da Indústria, Carlos Eduardo Abijaodi.&nbsp;</em></p><p><br/></p><p>REFERÊNCIAS</p><p><br/></p><p>INDÚSTRIA, Agência de notícias da. “<strong>Canadá é Uma Potência Para Os Negócios, Mas é Preciso Visão Para Conquistá-Lo.</strong>” <em>Agencia de Notícias CNI</em>, 30 Nov. 2020, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://noticias.portaldaindustria.com.br/especiais/canada-e-uma-potencia-para-os-negocios-mas-e-preciso-visao-para-conquista-lo/">noticias.portaldaindustria.com.br/especiais/canada-e-uma-potencia-para-os-negocios-mas-e-preciso-visao-para-conquista-lo/</a>. Accessed 19 Sept. 2024.</p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://images.pexels.com/photos/757432/pexels-photo-757432.jpeg" />
         <pubDate>2024-09-19 14:32:11 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luaalfasuprema/dngnn11yre41gwxm/wish/3127984830</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Pergunta </title>
         <author>luaalfasuprema</author>
         <link>https://padlet.com/luaalfasuprema/dngnn11yre41gwxm/wish/3128007241</link>
         <description><![CDATA[<p>Qual dos 10 princípios da economia explica melhor a decisão de um consumidor em adquirir um produto mais caro, mas com maior durabilidade?</p><p>Outras opções (para uma questão de múltipla escolha):</p><p> A) As pessoas enfrentam trade-offs.</p><p> B) O custo de algo é o que você desiste para obtê-lo.</p><p> C) Pessoas racionais pensam na margem.</p><p>  D) Pessoas reagem a incentivos.</p><p><br/></p><p>opção B: O custo de algo é o que você desiste para obtê-lo.</p><p>Por quê?</p><p>Ao escolher um produto mais caro e durável, o consumidor está realizando um trade-off. Ele está optando por pagar mais a longo prazo em troca de um produto que durará mais tempo e, possivelmente, oferecerá outros benefícios, como menor necessidade de reparos ou substituições.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-09-19 14:44:15 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luaalfasuprema/dngnn11yre41gwxm/wish/3128007241</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
