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      <title>Mural: Denunciando problemas sociais. by Roberta Santana</title>
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      <description>Deixe aqui sua produção e não saia sem ler e comentar as produções dos colegas!</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-02-05 20:07:19 UTC</pubDate>
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         <title>Produção textual de LPL.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-02-09 12:53:39 UTC</pubDate>
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         <title>Racismo no futebol </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Infelizmente episódios de racismo no futebol são frequentes, as pessoas exageram nas provocações e algumas acabam cometendo esse ato criminoso, felizmente esse assunto está sendo levado mais a sério e as punições estão sendo aplicadas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-10 14:28:52 UTC</pubDate>
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         <title>📣Lembrete: </title>
         <author>robertasantana460</author>
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         <description><![CDATA[<div>1. Registrem os nomes dos componentes do time e turma;<br>2. Não esqueçam da legenda explicando/justificando a imagem;<br>3. Comentem as postagens dos colegas;<br>😘</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-10 14:33:20 UTC</pubDate>
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         <title>Qual é a cor...? </title>
         <author>kmatias3</author>
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         <description><![CDATA[<div>Pobreza: (fonte: valor econômico e uol)&nbsp;<br>De acordo com uma pesquisa feita pelo IBGE ("Desigualdades Sociais por Cor ou Raça no Brasil", 13,5 milhões de brasileiros vivem em pobreza extrema, sendo que 10,1 milhões são pretos e pardos.<br>Essa pesquisa aponta também que, os pretos e pardos trabalham, estudam e recebem menos que os brancos no país. Em contrapartida, no estrato dos 10% com maior rendimento per capita, os brancos representavam 70,6%, enquanto os negros eram 27,7%. Já entre os 10% de menor rendimento, a situação se inverte: 75,2% são negros, e 23,7%, brancos.<br><br>Grupo: Ana Beatriz de Freitas Balbino, Kailany Paes da Silva, Karoliny Leal Paes e Kayllani Pacheco Matias de Mendonça</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-12 13:47:19 UTC</pubDate>
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         <title>Descriminação racial até quando!?</title>
         <author>karena40</author>
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         <description><![CDATA[<div>Infelizmente, episódios como descriminação racial são muito comuns no Brasil, e na maioria das vezes jovens negros são apontados ou acusados de coisas que não fizeram, sem nem ter a chance de provar do contrário, como o jovem professor de surfe, Matheus Ribeiro, de 22 anos, foi acusado de roubo por um casal no Leblon, onde alegavam que a suposta bicicleta roubada seria da moça. Mas o jovem consegui provar que a bicicleta era dele, e que foi comprada legalmente.<br>Até quando precisamos passar por situações constrangedoras assim!? O mundo precisa nos ouvir! Nos deixem falar! Descriminação racial é crime! Não deixe de denunciar após presenciar tal ato! Não se cale!<br><br><strong>Foto por @rwfotografiaa.<br>matéria descrita a cima - https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2021/12/13/jovem-negro-abordado-por-casal-que-o-questionou-por-roubo-de-bicicleta-no-leblon-tem-processo-por-receptacao-arquivado.ghtml?utm_source=whatsapp&amp;utm_medium=share-bar-desktop&amp;utm_campaign=materias</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-12 14:08:56 UTC</pubDate>
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         <title>Concentração de renda, racismo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Mulher não-branca vendendo bala no sinal para criar o filho e <em>loira odonto</em> pedindo dinheiro para trote de universidade. Podemos também ver a quem os carros estão dando preferência.<br>O Brasil é uma construção colonial, genocida e escravocrata.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-12 15:21:22 UTC</pubDate>
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         <title>Assédio sexual em transporte público. </title>
         <author>barretolayssa</author>
         <link>https://padlet.com/robertasantana460/dne7gpdlzfcaiem8/wish/2044060519</link>
         <description><![CDATA[<div>Diariamente milhares de pessoas utilizam o transporte público, carros de aplicativos, ônibus, vans , metros em geral. Lugar onde passageiros deveriam se sentir confortáveis e seguros em estar. Mas pelo contrário,&nbsp; quem nunca ouviu de uma amiga , irmã, mãe ,namorada " não vou neste ônibus pois o motorista é confiado" ou " ai hoje eu estava em pé na van e um cara ficou encostando em mim" , infelizmente relatos como estes são comuns. O assédio sexual em transporte público faz parte do cotidiano de inúmeras mulheres.<br><br>Grupo: Bruna Pessanha Meireles, Davi Freitas Lima, Jonas Vitor Simões Morais, Layssa Barreto Da Silva .<br><br>Turma : 201 eletrotécnica <br><br><br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-12 21:34:54 UTC</pubDate>
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         <title>Políticas públicas violentas.</title>
         <author>guiIherme_campos</author>
         <link>https://padlet.com/robertasantana460/dne7gpdlzfcaiem8/wish/2044170798</link>
         <description><![CDATA[<div>O caso de Marcus Vinicius é um entre vários casos de fatalidades de inocentes durante operações policiais em comunidades do Rio de Janeiro.</div><div>&nbsp; &nbsp;A utilização de frequentes operações policiais para o combate ao tráfico de drogas nas comunidades, na chamada, guerra às drogas, que se estabelece no estado do Rio de Janeiro, faz com que diversas vidas inocentes sejam colocadas em risco e perdidas durante as operações. Essa é a principal consequência da escolha de uma política de combate contra as drogas ao invés de uma política de prevenção a elas, que acaba, também, dificultando uma melhora na condição de vida das populações mais pobres.</div><div>&nbsp; &nbsp;A influência de tal política de combate faz com que a população passe a ter medo ao estar próxima de policiais, enquanto a presença deles deveria fazer as pessoas se sentirem mais seguras, sensação essa que é agravada por conta tanto de doutrinas policiais perceptivelmente preconceituosas quanto aos diversos casos de violência e abuso de poder policial que são cada vez mais relatados.</div><div>&nbsp; &nbsp;Infelizmente, há muitas coisas que devem ser mudadas, mas que dificilmente serão.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-13 02:13:36 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;A FOME E O DESEMPREGO TAMBÉM MATAM!&quot;</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/robertasantana460/dne7gpdlzfcaiem8/wish/2044215776</link>
         <description><![CDATA[<div>Uns dos assuntos que não saem de alta é o DESEMPREGO e com o contexto pandemico que se encontra hoje, houve um aumento significativo da taxa de desemprego. Segundo o IBGE chegou a 14,4 milhões de desempregados no Brasil. Pessoas perderam seus empregos ou aqueles que estavam à procura a adiar a busca ou desistirem. Devido a ordem da OMS, que levou ao fechamento de estabelecimentos e a redução de trabalho, agravando a grande crise econômica causada pela pandemia. Diante dessas condições, pelo menos 19 milhões de pessoas passam fome, e isso foi também foi agravado pela pandemia de covid-19.<br><br></div><div>Alunos: Evelyn Martins, Esther Ribeiro, Kayke Azevedo, Kawant de Oliveira e João Vítor Mendes.<br><br>&nbsp;REFERÊNCIAS:<br>&nbsp;<a href="https://www.oxfam.org.br/blog/fome-no-brasil/#:~:text=O%20%C3%BAltimo%20relat%C3%B3rio%20da%20FAO,brasileiros%20t%C3%AAm%20inseguran%C3%A7a%20alimentar%20grave">https://www.oxfam.org.br/blog/fome-no-brasil/#:~:text=O%20%C3%BAltimo%20relat%C3%B3rio%20da%20FAO,brasileiros%20t%C3%AAm%20inseguran%C3%A7a%20alimentar%20grave</a>.<br> <a href="https://www.preparaenem.com/geografia/desemprego.htm">https://www.preparaenem.com/geografia/desemprego.htm</a><br> <a href="https://images.app.goo.gl/PAp2n5YrzSPj4aiH8">https://images.app.goo.gl/PAp2n5YrzSPj4aiH8</a><br> <a href="https://images.app.goo.gl/Z4MfzbsqZviFnGML9">https://images.app.goo.gl/Z4MfzbsqZviFnGML9</a><br> <a href="https://images.app.goo.gl/RD8o9M2J6Fh4Vti26">https://images.app.goo.gl/RD8o9M2J6Fh4Vti26</a><br> <a href="https://images.app.goo.gl/eEzeis2eb2fVdkwLA">https://images.app.goo.gl/eEzeis2eb2fVdkwLA</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-13 03:42:39 UTC</pubDate>
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         <title>Homofobia: Um problema real que chega até o meio virtual</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/robertasantana460/dne7gpdlzfcaiem8/wish/2044424372</link>
         <description><![CDATA[<div>A homofóbia vem se tornando cada vez mais presente no meio em que vivemos. Podemos ver no dia a dia vários casos da comunidade LGBTQIA+ sendo atacada com palavras e em casos extremos podendo chegar ate a agressão.<br><br>Alunos: Isabel Silva Goulart, Enzo Ribeiro Gomes da Silva, Felipe Milede Azevedo José, Brendo Nogueira Valdevino<br>Turma: eletrotécnica-201</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-13 10:40:35 UTC</pubDate>
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         <title>ANALFABETISMO ENTRE JOVENS E ADULTOS </title>
         <author>jazevedo8</author>
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         <description><![CDATA[<div>O <strong>Analfabetismo</strong> ainda é uma realidade é atinge milhões&nbsp;<br>de pessoas acima de 15 anos. Índice que persiste por causa&nbsp;<br>de modelos antigos de educação, corrupção e ausência de&nbsp;<br>políticas públicas direcionadas ao problema.&nbsp;<br> Assim muita gente nasce, vive e morre sem aprender ler&nbsp;<br>e escrever.<br><br>Turma: Eletrotécnica 102<br>Alunos: Júlia, João Gabriel, Gabriel Torquato e Gabriel&nbsp;<br>Romário.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-13 13:18:20 UTC</pubDate>
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         <title>NÃO AO RACISMO!</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O racismo no Brasil não é praticado de forma velada, mas sim escancarada, especialmente considerando os aspectos estruturais e institucionais. As oportunidades no mercado de trabalho, a distribuição de renda, o percentual da população carcerária e as condições desiguais de moradia só ressaltam isso.<br><br>Integrantes: Kaique Borba Ribeiro e Arthur Bernardo<br>Turma: Automação 101</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-13 14:19:46 UTC</pubDate>
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         <title>Fome no Brasil</title>
         <author>ibernardino1</author>
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         <description><![CDATA[<div>A foto acima retrata o cotidiano de cerca de 19 Milhões de brasileiros, que passam fome e não tem oque comer. Pessoas em situação de fome têm sido relativamente comum desde a crise de 2010, em que muitas pessoas ficaram desempregadas e sem ter dinheiro para comprar mantimentos. Essa situação vinha mudando, mas piorou com a pandemia de COVID no mundo todo, onde comércios fecharam e muitos perderam novamente seus empregos, alguns tiveram até de morar na rua, e implorar por comida à aqueles que tinham uma condição melhor de vida.<br>A má gestão do governo anterior somado a gestão do governo atual, contribuiu para esse cenário que o Brasil se encontra hoje.<br>A única coisa de bom que fica para nós é que devemos analisar e pensar duas vezes em quem elegemos para o poder, um voto numa pessoa errada pode acabar tirando a comida da mesa de uma família e até mesmo da sua!<br><br>ALUNOS: Ítalo Bernardino da Silva, Samuel Barcelos Vieira.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-13 14:21:37 UTC</pubDate>
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         <title>Feminicídio, até quando?</title>
         <author>jriscado</author>
         <link>https://padlet.com/robertasantana460/dne7gpdlzfcaiem8/wish/2044976104</link>
         <description><![CDATA[<div>O Brasil abre um novo inquérito policial a cada três horas pra apurar possíveis casos de feminicídio. Pesquisa realizada entre março de 2015 e março de 2017 pelo CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público) traz resultados sobre os dois primeiros anos desde que a Lei n.º 13.104/2015, que tipifica o feminícidio, entrou em vigor.<br>São 5.611 inquéritos abertos, divididos em denúncias feitas pelo Ministério Público, investigações em processo, apurações já arquivadas e ocorrências desclassificadas da esfera feminicídio. Por dia, as delegacias em todo país abrem oito inquéritos sobre o tema, número que é de 234 a cada mês e média de 2.806 nestes dois anos de aplicação da nova lei. Sancionada em 9 de março de 2015, a lei descreve como feminicídio as mortes de mulheres envolvendo violência doméstica e familiar, menosprezo ou discriminação à condição de ser uma mulher.<br>São Paulo lidera o ranking, com 1.294 aberturas de investigações, seguido por Minas Gerais (576), Ceará (467), Amazonas (294) e Paraná (292). Apesar de ser o segundo estado na lista, Minas Gerais têm números incompletos no relatório do CNMP. Somente estatísticas referentes ao período de março de 2015 a março de 2016 foram entregues, deixando lacuna quanto ao mesmo período entre 2016 e 2017.<br>Outros três estados não divulgaram dados completos no levantamento: Bahia, Paraíba e Rio Grande do Sul não apresentaram dados sobre os 12 meses entre março de 2015 e 2016, a primeira etapa dos relatórios.<br><br></div><div><br>Grupo: João André Riscado Barreto, Pedro Roberthy, João Pedro Machado.<br>Turma: Eletrotécnica - 102<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-13 21:24:55 UTC</pubDate>
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         <title>RACISMO NO BRASIL</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/robertasantana460/dne7gpdlzfcaiem8/wish/2045002345</link>
         <description><![CDATA[<div>O que é o Racismo?<br>----------------------------------------------<br>O&nbsp;racismo&nbsp;é uma forma de&nbsp;preconceito e discriminação&nbsp;baseada num termo controverso, que sociologicamente é revisto e do qual a genética também inicia uma revisão: a raça. No século XIX, compreendia-se que a cor da pele e a origem geográfica de indivíduos promoviam uma diferenciação de raças.<br>Misturando-se cultura e aspectos físicos, os primeiros antropólogos estabeleceram uma&nbsp;hierarquia das raças, o que, por vezes, reforçava a dominação de povos brancos europeus sobre populações de outras etnias não europeias.<br><br>O&nbsp;racismo&nbsp;é um mal que afeta a vida de muitas pessoas e, como uma relação de entendimento ultrapassada e errada, deve ser superado<br><br>fonte: https://brasilescola.uol.com.br/o-que-e/o-que-e-sociologia/o-que-e-racismo.htm<br>--------------------------------------------<br>Soluções para tentar corrigir o racismo não só no brasil como no mundo:<br><br>1. Procure informações<br>É preciso entender a realidade e a história de etnias diferente da sua. Olhar para quem está ao seu lado, pesquisar a história de culturas e povos, conversar e principalmente escutar pessoas que não têm a mesma etnia que você são exemplos simples, mas que fazem total diferença na hora de enxergar a diversidade ao seu redor.<br><br>2. Não seja indiferente ao racismo<br>Ajude uma pessoa que é vítima do racismo, vale dar um abraço ou apenas ficar próximo para ela saber que não está sozinha. Converse também com a pessoa que praticou o racismo ou procure alguém para denunciar a situação. O importante é não se calar. Racismo é crime, não piada!<br><br>fonte: https://capricho.abril.com.br/comportamento/5-maneiras-de-lutar-contra-o-racismo-mesmo-que-voce-nao-sofra-com-ele/<br>--------------------------------------------<br><br>Lembrando que o racismo é crime e caso presencie algum caso deste tipo, denuncie!<br><br>Alunos: Kaiki Dias Araujo, Gabriel Lima de Almeida, João Pedro Bernardo da Rocha e João Carlos Ferreira Barreto&nbsp;<br><br>Turma: Eletrotécnica 102</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-13 22:03:00 UTC</pubDate>
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         <title>Homofobia.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Considerado crime no Brasil, a homofobia ainda é motivo para altos índices de violência. Uma das melhores soluções para esse tipo de preconceito, é a educação sexual e de gênero, para ensinar aos jovens e à população em geral.<br><br><br>Alunos: João Pedro Rodrigues Nascimento da Silva e Hugo Faria Pavoni.<br>Eletrotécnica 102</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-13 22:12:09 UTC</pubDate>
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         <title>Cancelamento </title>
         <author>leandrof1</author>
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         <description><![CDATA[<div>A&nbsp;cultura do cancelamento&nbsp;é uma forma moderna de&nbsp;ostracismo&nbsp;em que uma pessoa ou um grupo é expulsa de uma posição de influência ou fama devido a atitudes consideradas questionáveis — seja&nbsp;online, no mundo real ou em ambos.&nbsp;É uma espécie de&nbsp;boicote&nbsp;em que um indivíduo, geralmente uma celebridade, que compartilhou uma opinião questionável ou controversa, ou que no passado teve comportamento percebido como ofensivo nas redes sociais, é "cancelado".Eles são&nbsp;ostracizados&nbsp;e afastados por ex-amigos, seguidores, apoiadores e adversários, levando a um grave prejuízo na carreira do indivíduo cancelado. Em caso de celebridades, sua base de fãs pode diminuir significativamente.&nbsp;A expressão "cultura de cancelamento" tem sobretudo conotações negativas e é normalmente usada em debates sobre&nbsp;liberdade de expressão&nbsp;e&nbsp;censura.<br><br>Alunos: Gabriel de Souza Nogueira Gomes, Felipe Teixeira Barbosa, Lucas Caetano de Araújo e Leandro Farias Cordeiro.&nbsp;<br>Turma: Eletrotécnica 201</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-14 01:20:35 UTC</pubDate>
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         <title>Impactos da pandemia na educação.</title>
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         <description><![CDATA[<div>A imagem retrata a desigualdade e desinformação que ocorreram desde o inicio da pandemia, principalmente para pessoas de classes mais baixas que não tem acesso a internet ou até mesmo a energia elétrica e acabaram sendo muito prejudicadas, tanto nos estudos quanto no trabalho.<br><br>Alunos: Carlos Eduardo Nunes Reis e Ana Carolina pinto de Azevedo<br><br>Turma: Automação 101</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-14 18:11:12 UTC</pubDate>
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         <title>Enchente e lixo nas ruas</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Todos os dias, toneladas de lixo são jogadas nas ruas. A falta de conscientização somada a uma escassez de interesse político no combate a essas ações traz diversos malefícios à sociedade.&nbsp;<br> Além de sujar a cidade, esse mal hábito de uma grande parte do povo brasileiro causa diversos outros problemas como: enchentes e transmissão de doenças, além dos custos sociais e econômicos, como a desvalorização de propriedades, a perda de qualidade ambiental e seus efeitos sobre o turismo.&nbsp;</div><div>&nbsp;E essa situação não vai melhorar sozinha! Com a mudança climática cada vez mais intensa, as chuvas só tendem a aumentar de intensidade e agravar esse problema tão recorrente no nosso país. Como visto este ano na Bahia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-15 01:05:58 UTC</pubDate>
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         <title>Moda - O retrato da desigualdade</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A vestimenta através dos séculos é um forte símbolo de identificação social, com o forte apelo consumista que enfrentamos nas últimas décadas, as roupas se tornaram um objeto de demonstração de status e conforto, toda essa situação propicia uma produção em larga escala, o que só disfarça e gera uma situação crítica para o meio ambiente, assim como fomenta o trabalho escravo em países subdesenvolvidos, onde os trabalhadores são mantidos em condições precárias e perigosas.&nbsp; A grande ironia de toda situação é que muitas vezes essas pessoas só possuem condições para se vestirem com roupas velhas, enquanto produzem diversas peças para a indústria da moda - Cerca de 150 bilhões de peças no ano; e cerca de 30% dessas nunca são de fato utilizadas, pois vão para aterros sanitários e/ou lixões abertos. Toda situação demonstra um abismo nas relações sociais, enquanto uns não têm o que vestir, a indústria joga milhões de peças no lixo. Isso só acentua a desigualdade social.&nbsp;<br>Vídeo complementar: https://vm.tiktok.com/ZML6pUgq7/<br>Fontes: https://diariodonoroeste.com.br/30-das-roupas-produzidas-nunca-sao-vendidas/<br>https://orbisirsa.pt/a-industria-da-moda-a-agravar-desigualdades-groundbreaking/<br><br><br>Grupo: Lucas Sales da Silva, Maria Luísa Gomes da Silva e Sarah da Silva Azeredo - Eletrotécnica 202</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-16 12:22:50 UTC</pubDate>
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         <title>Impacto da pandemia no desemprego</title>
         <author>mariluisapaes</author>
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         <description><![CDATA[<div>Embora ninguém tivesse esperando enfrentar uma pandemia no Brasil, a vida de todo mundo foi impactada. Distanciamento social, uso de máscaras e álcool em gel começaram a fazer parte do dia a dia, mas a pandemia não veio acompanhada só da preocupação com a saúde. Logo de cara, a economia começou a sentir os efeitos, consequentemente, o mercado de trabalho também. Mesmo antes de pandemia no Brasil, o desemprego já era um problema na vida de boa parte da população. Afinal, a economia não estava indo bem há um tempo. Desde que o novo coronavírus deu as caras por aqui, muitas vagas de emprego foram fechadas. Por conta disso, só nos primeiros meses do ano de 2020, segundo o IBGE, quase 5 milhões de pessoas tiveram que parar de trabalhar. O Brasil não é o único que está enfrentando esse tipo de problema, outros países onde a economia informal é forte também estão sofrendo com o desemprego. É complicado prever qual vai ser a situação daqui para frente, pois a pandemia no Brasil traz incertezas para o futuro de todos. Isso preocupa bastante quem precisa de um emprego ou está começando agora a dar os primeiros passos na vida profissional.<br><br>Grupo: Maria Luisa Paes e Pedro Oliveira de Almeida Frias. Eletrotécnica 202.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-16 17:24:05 UTC</pubDate>
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         <title>Desemprego </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O desemprego na maioria das vezes pode ser resultado da falta de infraestrutura básica que não é garantida para muitas pessoas e por falta de investimento em concursos públicos, dessa forma, falta de vagas de emprego por parte do Estado.&nbsp;<br>Essa charge nos mostra a realidade, onde o desemprego atingiu um nível tão alto que não possui mais vaga para os desempregados.&nbsp;<br><br><br>Dupla: Mariana Quintanilha e Renata de Oliveira Primo&nbsp;<br>Turma: Eletrotécnica 202 </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-16 17:35:26 UTC</pubDate>
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         <title>Liberdade de expressão</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/robertasantana460/dne7gpdlzfcaiem8/wish/2051675861</link>
         <description><![CDATA[<div>O conceito de liberdAde e seus derivados pode ser encontrado em qualquer dicionário. Sua definição é: direito de ir, vir e agir de acordo com a vontade própria. Se derivando disso, encontra-se, por exemplo, liberdade poética e liberdade religiosa. Dentre outros conceitos de liberdade, encontra-se a liberdade de expressão: privilégio de expressar opiniões e crenças sem seR censurado. Esse privilégiO não existe em grande quantidade principalMente nas redes sociais, quando você dá a sua opinião sobre algum assunto e te respondem com “kkKkk”, “burro(a)” ou “deveria estudar mais” dentre outras ofensas.<br>A liberdade de expressão está ligada ao direito de manifestação do pensamento, possibilidade de o indivíduo emitir suas opiniões e ideias ou expressar atividades intelectuais, artísticas, científicas e de comunicação, sem interferência ou eveNtual retaliação do governo. Importa ressaltar que o exercício dessa liberdade não é ilimitado. Todo abuso e excesso, especialmente quando verificada a intenção de injuriar, caluniar ou difamar, pode ser punido pela lei.<br>Para o filósofo Mario Sergio Cortella, a liberdade carrega sobre nós uma responsabilidade muito grande, pois podemos escolher nossos atos e decisões, o que formará a personalidade de cada um. É fato que cada indivíduo apresenta conceitos morais e éticos diferentes, o que é errado para alguns pode ser o correto para outros, e desse modo a educação vai moldando cada atitude durante a vida, tornando-nos humanos.&nbsp;<br>A liberdade de expressão é formada a partir de conceitos morais. É básico de uma educação saber respeitar e aceitar cada crença. Para saber não ferir a moral, é preciso colocar-se oposto a própria opinião, deixando crenças e pré-conceitos de lado. Se você está ciente que tem direito à liberdade de expressar sua opinião, esteja ciente também que ela não é a mais bela verdade absoluta. Impor suas regras não é opinar. Desde que ministrada com postura ao bem e construtiva a qualquer conhecimento, sua opinião terá o devido reconhecimento se as pessoas forem minimamente compreensivas.<br><br>(12-1-10, 10-5-10, 23-1-4, 1-4-7, 10-2-3, 14-5-3)<br><br>Grupo: Patrick Gomes, Pedro pessanha, Wallace Corrêa - Eltetrotécnica 202</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-16 19:13:56 UTC</pubDate>
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         <title>Desigualdade social no Brasil</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A Desigualdade Social no Brasil é um problema que afeta grande parte da população brasileira, embora nos últimos anos ela tem diminuído.<br>Embora o Brasil esteja entre os dez países com o PIB mais alto, é o oitavo país com o maior índice de desigualdade social e econômica do mundo.<br>Segundo relatório de ONU (2010) as principais causas da desigualdade social são: falta de acesso à educação de qualidade; política fiscal injusta; baixos salários; dificuldade de acesso aos serviços básicos: saúde, transporte público e saneamento básico.&nbsp;<br>Decorrente, essencialmente, da má distribuição de renda, as consequências da desigualdade social no Brasil são observadas pela: favelização; pobreza; miséria; desemprego; desnutrição; marginalização; violência. Estudiosos propõem soluções para o problema, dentre eles: aliar democracia com eficiência econômica e justiça social.<br><br>Alunos: Ramon Frade Soares e Pedro Paes Haddad Laterça - Eletrotécnica 202</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-16 19:32:12 UTC</pubDate>
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         <title>Bullying </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Bullying é a prática de atos violentos, intencionais e repetidos contra uma pessoa indefesa, que podem causar danos físicos e psicológicos às vítimas. O termo surgiu a partir do inglês bully, palavra que significa tirano, brigão ou valentão, na tradução para o português.<br>No Brasil, o bullying é traduzido como o ato de bulir, tocar, bater, socar, zombar, tripudiar, ridicularizar, colocar apelidos humilhantes etc. Essas são as práticas mais comuns do ato de praticar bullying. A violência é praticada por um ou mais indivíduos, com o objetivo de intimidar, humilhar ou agredir fisicamente a vítima.<br><br>Turma: Eletrotécnica 202<br>Alunos: Pedro Marchon Neto Pessanha, Murilo Gouvêa, Samuel De Souza Farias, Tamirys Macedo Costa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-16 20:01:58 UTC</pubDate>
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         <title>Etarismo, o preconceito com os idosos</title>
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         <description><![CDATA[<div>O preconceito contra os idosos, chamado de “etarismo”, ainda é um mal muito latente nos dias de hoje. Advindo de estereótipos que fazem parte da construção da sociedade, os preconceitos referem-se à saúde, a capacidade e empenho, idade, fragilidade entre outros. Os preconceitos precisam ser combatidos para serem enfrentados.<br><br></div><div>Algumas crenças fortalecem esses preconceitos já que versam sobre premissas que não são verdadeiras como: os idosos não podem trabalhar; as pessoas mais velhas são todas iguais, possuem saúde debilitada; os idosos são frágeis; não conseguem resolver suas necessidades básicas, os mais velhos nada têm a contribuir, e são um ônus econômico para a sociedade. Alguns desses juízos evidenciam uma discriminação a priori por parte da sociedade em relação aos idosos. Nesse sentido, a luta contra o preconceito é diária e precisa ser feita.<br><br></div><div><strong>Dados sobre idosos no Brasil<br></strong><br></div><div>Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que no Brasil 13% da população tem mais de 60 anos, sendo que a partir de 2031 haverá mais idosos do que crianças e adolescentes, e em 2042 essa população alcançará o número de 57 milhões de brasileiros.<br><br></div><div>Esses números apontam a necessidade de olharmos para a velhice cada vez de modo mais positivo e real, valorizando todas as vantagens que esse período da vida traz para todos, seja por conta de maior conhecimento sobre a vida. É oportuno lembrar que a população idosa é heterogênea e quando falamos de idoso saber de qual idoso estamos tratando<br><strong>Legislação em combate ao preconceito contra os idosos<br></strong>Com o intuito de combater o preconceito contra os idosos, lembramos que o Estatuto do Idoso, definido pela Lei Federal, de nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, prevê uma série de normas com vistas a proteção e defesa dos direitos da pessoa idosa.<br><br>Importante conhecer as normas previstas no “Estatuto do Idoso” a fim de garantir que as mesmas sejam aplicadas.<br><br></div><div><strong>Combate ao etarismo<br></strong><br></div><div>Uma das formas mais adequadas de combater o etarismo é disseminar informações pertinentes ao tema, a fim de oportunizar que a população de maneira geral tenha conhecimento sobre a velhice.<br><br>Fontes: <a href="https://sbgg.org.br/etarismo-o-preconceito-contra-os-idosos/">Etarismo, o preconceito contra os idosos - SBGG</a><br><br>Grupo: Lucas de Oliveira, Luiz mauricio Crespo, Maria clara Rangel, Marya julya Rangel.<br>&nbsp;</div><div>]<strong><br></strong><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-16 23:16:01 UTC</pubDate>
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         <title>Racismo, uma luta constante</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>De acordo com especialistas, os negros são desprezados igual ou pior que seus antepassados. Parece que os negros em geral são vistos como culpados e alguns tentam impor que ser negro é como se já estivesse condenado ao inferno, e o mais engraçado é que também existem negros que cometem racismo contra os negros. Infelizmente o racismo, na maioria das vezes, é praticado nas "sombras", os negros são hoje no Brasil o grupo mais pobre e com menor nível de escolaridade e também são os que mais morrem assassinados, são as maiores vítimas da violência policial e de acordo com a ONU o racismo é um problema estrutural do Brasil. Com isso, há muitas coisas que devem ser mudadas e precisam ser mas talvez não irá acontecer nada.<br><br>Aluno: Nathan Martins&nbsp;<br>Turma: 202 Eletro</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-17 18:24:22 UTC</pubDate>
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         <title>SAÚDE PÚBLICA </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Saúde Pública: Um problema recorrente no Brasil.</strong><br><br>&nbsp; Entender a complexidade dos problemas de saúde pública e como isso afeta o cotidiano da sociedade é uma reflexão importante para traçar novas medidas corretivas e preventivas ao longo do tempo. O problema não está só no fato de os profissionais não terem uma boa formação. Para complicar ainda mais a situação, eles estão mal distribuídos pelo Brasil e, em muitas cidades — especialmente do interior — faltam médicos de várias especialidades.<br>&nbsp; Conforme os dados do Conselho Federal de Medicina (CFM) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) existe 1 médico para cada 470 habitantes. Porém, nas regiões Norte e Nordeste, a quantidade é muito menor e chega a 1 médico para cada 953,3 e 749,6 brasileiros, respectivamente.<br>&nbsp; Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), há aproximadamente 17 médicos para cada 10 mil habitantes no Brasil, enquanto na Europa esse número chega a 33. Isso mostra o quanto o nosso país está despreparado frente às nações desenvolvidas para prestar um atendimento de saúde para a sua população.<br><br><strong>Desperdício de tempo</strong><br><br>&nbsp; Os hospitais acabam gastando muito tempo sem necessidade. Há, também, uma grande falta de controle na distribuição de profissionais por paciente. Assim, é preciso determinar muito bem o horário de serviço a ser aplicado por cada profissional para prestar atendimentos. Isso otimiza todo o processo e ajuda a reduzir filas.<br>&nbsp; Nesse sentido, o desperdício de tempo afeta a produtividade do serviço e, consequentemente, a satisfação do usuário, gerando transtornos clínicos, psicológicos e econômicos aos gestores. Uma das resoluções adequadas seria a implantação e integração das diversas atividades clínicas e gerenciais por meio de softwares eficientes.<br><br><strong>Má administração financeira</strong><br><br>&nbsp; &nbsp;De acordo com o economista Paulo Feldmann, a administração do sistema público é uma tragédia. Já não há muitos recursos financeiros para prover tudo o que uma saúde de qualidade precisa e a má gestão ainda desperdiça o pouco que tem.<br>&nbsp; &nbsp;Segundo Oswaldo Yoshimi Tanaka, diretor da Faculdade de Saúde Pública da USP, o SUS está subfinanciado e não recebe dinheiro suficiente para atender a sua demanda, situação que é agravada pela crise política e econômica no país.<br>&nbsp; &nbsp;Outro fato preocupante é a falta de preparo e experiência dos gestores públicos, que mesmo diante da escassez de recursos financeiros não conseguem otimizar as atividades e oferecer um serviço minimamente adequado.<br><br><strong>Infraestrutura defasada</strong><br><br>A infraestrutura de um hospital deve contar com equipamentos mais custo-efetivos, que trazem segurança para o operador e paciente. No entanto, muitos estabelecimentos públicos carecem de tecnologias em número e qualidade suficientes.<br>&nbsp; A consequência disso são os diagnósticos imprecisos, causando grande preocupação da equipe multidisciplinar devido à baixa confiabilidade nos laudos emitidos. Outro fato de grande preocupação é o acesso a essas tecnologias, gerando grande inquietação e relação dos pacientes.<br>&nbsp; Sabemos que o Brasil, devido às suas dimensões continentais, ainda perece com grandes problemas de saúde pública, fruto do pouco investimento financeiro, baixa ingerência nas atividades, limitações importantes sobre serviços e infraestruturas.<br>&nbsp; Com isso, muitos indivíduos recorrem aos planos privados de saúde na esperança de que seus problemas clínicos sejam solucionados com mais eficiência e rapidez. Nesse sentido, as operadoras de planos devem se preparar para abarcar esse nicho crescente da sociedade.<br>&nbsp; Dessa forma, com pequenas mudanças e melhorias na estrutura, é possível reduzir o número de óbitos de forma definitiva nesses casos e aumentar a qualidade de vida daqueles que almejam viver com segurança.<br><br><br>Fonte:https://medilab.net.br/2021/09/16/9-maiores-problemas-de-saude-publica/<br><br>Aluno e Turma: Luís Felipe Carneiro Correia, Automação Industrial, 201. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-17 22:08:15 UTC</pubDate>
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         <title>Dois lados, uma sociedade... </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/robertasantana460/dne7gpdlzfcaiem8/wish/2054229577</link>
         <description><![CDATA[<div><sub>A foto acima foi tirada na capital&nbsp;</sub></div><div><sub>mexicana, ela revela dois lados da cidade do México. Um de belos bairros com TVs via satélite e gramados impecáveis. Outro de moradias simples, muitas vezes danificadas. Os dois separados apenas por um pequeno muro. As imagens de helicóptero foram feitas pelo fotógrafo Oscar Luiz, para campanha "Apague a diferença".<br>Atualmente um dos assuntos que mais preocupa toda uma população e um dos maiores problemas do mundo, são a desigualdade social e pobreza que muitas vezes são extremas. Moçambique, Angola, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste, os cinco de quarenta e seis países considerados menos desenvolvidos do mundo. Tanto em países mais ricos quanto em países mais pobres a pobreza existe, mas a desigualdade social é um fenômeno que ocorre principalmente em países não desenvolvidos. O conceito de desigualdade social é um conceito muito amplo, pois, existem diversos tipos de desigualdade, desde oportunidades até escolaridade, gênero, etc. Além da desigualdade econômica, que é um dos maiores problemas não só da atualidade, ela é dada pela distribuição desigual de renda. O Brasil hoje é considerado um dos países mais desiguais de todo o mundo. Segundo estudos realizados em 2005 pela Organização das Nações Unidas (ONU) o Brasil ocupava a oitava posição das nações mais desiguais do mundo, já em 2009 o Gini que é um índice que mede a desigualdade de renda, divulgou que o índice Gini do Brasil caiu de 0,58 para 0,52.<br><br>GRUPO: Marina Ramos, Míria Souza, Maria Clara, Paula Florentino</sub></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-17 23:16:41 UTC</pubDate>
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         <title>A cultura do cancelamento - A Inquisição Digital</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>A cultura do cancelamento: A Inquisição Digital</strong></div><div><br></div><div>Cancelar alguém, consiste em “punir” um certo indivíduo por causa de algo que ele(a) fez ou disse que pode ser considerado uma ofensa ou ato antiético, de modo que ele(a) possa mudar a forma como age e pensa; porém, os "canceladores", na maioria das vezes, vão muito longe, ao ponto de cancelar alguém por motivo algum ou até mesmo por alguma coisa que a pessoa fez há muitos anos.&nbsp;</div><div>Dependendo de quem está sendo cancelado, esta pessoa pode tanto perder seus patrocinadores (mais comum com famosos) e serem processados, quanto ter ataques de ansiedade, provocando nela diversos problemas de saúde. A parte ruim, é que quanto mais o tempo passa, mais a cultura do cancelamento fica comum, sendo que não é difícil de encontrar pela internet uma pessoa que foi cancelada nos últimos anos, além de que, as pessoas são muito facilmente influenciadas hoje em dia; então, mesmo que alguém seja cancelado por um motivo 🤬, quase ninguém irá buscar informações sobre o caso, e mesmo que exista pessoas que sabem da verdade, a maioria delas se omitem por medo de serem acusadas de “passar pano”.</div><div><br></div><div><strong>Exemplos de pessoas canceladas e seus motivos:</strong></div><div><br></div><div><strong>Bruno “Monark” Aiub</strong> = Cancelado por defender uma possível vinda de um partido nazista ao Brasil.</div><div><br></div><div><strong>Karol Conka</strong> = Cancelada por perseguição, tortura psicológica e ameaças direcionadas ao ator Lucas Penteado.</div><div><br></div><div><strong>Pedro “Orochinho” Orochi </strong>= Cancelado por fazer piada, relacionada ao membro de uma banda de música coreana, que causou revolta entre os fãs brasileiros deles.</div><div><br></div><div><strong>Menção honrosa:</strong> <strong>“juan”</strong> = Cancelado por falar D U A S frases</div><div><br></div><div>“a então ta bao”</div><div><br></div><div>“a toma no ## rapais”</div><div><br></div><div>Para ter mais contexto e entender melhor a situação do “juan”, acesse o link abaixo:</div><div><br></div><div><a href="https://www.youtube.com/watch?v=KshohnsCYxY">https://www.youtube.com/watch?v=KshohnsCYxY</a></div><div><br></div><div><strong>Conclusão</strong></div><div><br></div><div>Não importa quem você é nem o que você fez na internet, se foi algo terrível, algo 🤬, algo desinteressante, ou qualquer outra coisa, você também estará sujeito(a) ao cancelamento como todos os outros, e caso cometa qualquer tipo de erro, não importando o quão pequeno e insignificante pareça, você ainda possui a chance de ser cancelado(a).</div><div><br><strong>Participantes</strong><br><br>Lukas Guilherme da Silva Pessanha<br><br>Kayky Pinto Maciel<br><br><strong>Turma<br><br></strong>Automação 201<br><br><strong>Referências<br></strong><br><a href="https://www.youtube.com/watch?v=V1qg9lNnOjM">https://www.youtube.com/watch?v=V1qg9lNnOjM</a> <strong>(imagem)</strong></div><div><br></div><div><br></div><div><a href="https://www.politize.com.br/cultura-do-cancelamento/">https://www.politize.com.br/cultura-do-cancelamento/</a></div><div><br></div><div><a href="https://www.uninassau.edu.br/noticias/cultura-do-cancelamento-saiba-o-que-e-e-porque-e-perigosa">https://www.uninassau.edu.br/noticias/cultura-do-cancelamento-saiba-o-que-e-e-porque-e-perigosa</a></div><div><br></div><div><a href="https://paranaportal.uol.com.br/bbb21/karol-conka-cancelada-bbb-21-o-que-ela-fez/">https://paranaportal.uol.com.br/bbb21/karol-conka-cancelada-bbb-21-o-que-ela-fez/</a></div><div><br></div><div><a href="https://www.uol.com.br/splash/noticias/2022/02/09/quem-e-monark-apresentador-do-flow-podcast-que-coleciona-polemicas.htm">https://www.uol.com.br/splash/noticias/2022/02/09/quem-e-monark-apresentador-do-flow-podcast-que-coleciona-polemicas.htm</a></div><div><br><br>Para mais informações sobre o tema, acesse o link abaixo</div><div><br></div><div><a href="https://www.youtube.com/watch?v=dQw4w9WgXcQ">https://www.youtube.com/watch?v=dQw4w9WgXcQ</a></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-18 00:09:29 UTC</pubDate>
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         <title>A desinformação sobre as vacinas</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/robertasantana460/dne7gpdlzfcaiem8/wish/2054347478</link>
         <description><![CDATA[<div>Um estudo publicado em agosto de 2020, na Revista Americana de Medicina e Higiene Tropical aponta que notícias falsas sobre a pandemia da Covid-19 tem se disseminado em pelo menos 87 países diferentes ao redor do mundo. O Brasil é o sexto país de onde mais vem a desinformação envolvendo o tema.&nbsp;<br>Os pesquisadores — que representam diversas universidades de Bangladesh, da Austrália, da Tailândia e do Japão — analisaram 2.311 casos de desinformação circulando entre 31 de dezembro e 5 de abril no Facebook, no Twitter, e em sites de veículos da imprensa e de agências de checagem de fatos.&nbsp;<br>A grande maioria dos casos (89%) entrou na classificação de rumores, ou seja, “informações não verificadas que podem ser definidas como verdadeiras, fabricadas ou totalmente falsas após a verificação”. Um exemplo que condiz com essa definição — embora não seja citado no estudo — é a afirmação de que a substância hidroxicloroquina serve como tratamento para a Covid-19, mesmo sem comprovações científicas definitivas.<br>As hospitalizações de crianças durante a pandemia atingiram o pico de 914 por dia este mês, um aumento dramático em relação ao pico anterior de 342 em setembro de 2021. A rápida disseminação da variante ômicron levou a recordes de infecções e hospitalizações pediátricas, e a disseminação dessas informações erradas sobre a vacinação apenas aumenta este risco. As chances de jovens morrerem de covid-19 continuam baixas. As vacinas reduzem muito as chances de doenças graves, e as mães imunizadas podem passar a proteção para seus bebês. Apesar disso, versões equivocadas se espalharam de tal forma que há até quem afirme que as vacinas podem afetar a fertilidade das meninas.<br>Por isso, devemos nos esforçar ao máximo possível para combater a disseminação de notícias falsas e no mínimo reduzir a desinformação em nosso país.<br><br>Integrantes do Grupo: Esther Rios Cardoso, Pedro Henrique Gomes Barbosa, Letícia Miranda Maciel, Letícia Lopes Rocha<br>Turma: Automação - 201<br><br>Fontes: https://veja.abril.com.br/mundo/brasil-esta-entre-paises-de-onde-mais-vem-desinformacao-sobre-covid-19/<br>https://www.correiobraziliense.com.br/mundo/2022/01/4979622-desinformacao-sobre-vacinacao-afeta-criancas-em-meio-a-variante-omicron.html</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-18 01:07:33 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mauriciosf</author>
         <link>https://padlet.com/robertasantana460/dne7gpdlzfcaiem8/wish/2054352940</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Como falhas na organização e estrutura de serviços públicos afetam a vida dos cidadãos que mais dependem dos mesmos.&nbsp;<br></strong><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Os cidadãos sempre precisaram de serviços públicos, dos quais eles têm direito, e precisam até hoje. 29% dos brasileiros necessitam do SUS, por exemplo. Em qualquer lugar do Brasil, nunca se tem um serviço público funcionando adequadamente, sempre tem problemas nos hospitais, problemas com escolas, transporte, entre outros. E isso se dá por vários fatores que serão apresentados ao longo do texto. O ponto principal é que nem sempre o governo cumpre com o seu dever de fazer com que os serviços públicos atendam os cidadãos da forma correta, e com isso muitos acabam sendo prejudicados. &nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; As camadas mais baixas da sociedade brasileira sofrem com transtornos diários provenientes do mau funcionamento desses serviços, e isso acontece de formas mais claras do que você possa imaginar. Um bom exemplo e que está sendo noticiado bastante na atualidade é a crise nos ônibus na cidade do Rio de Janeiro, onde não há ônibus suficientes nas frotas para a quantidade de passageiros que transitam durante o dia na cidade. Os reflexos que vemos dessa situação são transportes públicos com a capacidade de levar passageiros muito acima do que é permitido, sendo até mesmo uma condição desumana, além do não cumprimento das medidas de biossegurança para a contenção do vírus da COVID-19.<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Como podem ver, fechar os olhos para um problema infraestrutural acarreta somente em ramificações para novas falhas, o Estado deveria garantir constitucionalmente o direito dos cidadãos brasileiros e também suprir as necessidades da sociedade, principalmente da camada que é responsável por todo o funcionamento do país.<br><br><br>Grupo: Marianna Martins, Gabriel da Silva Paiva, Gabriel dos Santos e Maurício.<br>Automação 201.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-18 01:11:53 UTC</pubDate>
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         <title>O que é criminalidade? Ela afeta a todos?                                                               </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/robertasantana460/dne7gpdlzfcaiem8/wish/2054385243</link>
         <description><![CDATA[<div>A criminalidade é a ocorrência de condutas contrárias aos preceitos legais inibidores da violência, sendo a desobediência direta ou indireta aos ditames legislativos materializados nas leis penais. É muito frequente a confusão que se estabelece quando se toma a categoria criminalidade como mero sinônimo de crime ou de violência, quase sempre abordada de modo superficial. Do ponto de vista técnico, criminalidade é algo bastante distinto. Trata-se de uma espécie de medição do quantitativo ou percentual de determinado crime ou do conjunto de delitos de uma coletividade, servindo como um indicativo da tendência ao cometimento de crimes numa sociedade. Nessa perspectiva, consiste em levantar e analisar os índices e as estatísticas dos crimes praticados num determinado coletivo, ou seja, num município, num estado ou em nível nacional, a fim de se conhecer o nível e a tendência ao crime de determinado local ou população.</div><div>A criminalidade afeta a vida de todos, direta ou indiretamente. Dos que choram seus entes queridos até àqueles que se acham distante das periferias ou zonas de altas taxas de violência. Mesmo atrás das grades de condomínios e com todos os sistemas de segurança e tecnologias existentes, ela vai te atingir. Querendo ou não, por causa da criminalidade nossas vidas são afetadas por medo, medo de sair de nossas casas, medo</div><div>de ser assaltado, medo de ser baleado dentre outros. Isso influência muito na nossa qualidade de vida, pois viver com medo não é viver, e sim sobreviver.<br><br>Participantes: Philipe Teixeira Gandra da Silva, Samantha Almeida Mendonça e Pierre Pinheiro do Rosário</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-18 01:37:37 UTC</pubDate>
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         <title>Qual é o valor da pseudo paz?</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/robertasantana460/dne7gpdlzfcaiem8/wish/2054396257</link>
         <description><![CDATA[<div>"A noção de que o Brasil é um país hospitaleiro, onde todos os estrangeiros e imigrantes são bem-vindos, não passa de um mito", afirma o pesquisador Gustavo Barreto após analisar cerca de 11 mil edições de jornais e revistas entre 1808 e 2015.&nbsp;</div><div><br></div><div>Contrapondo a fama de "coração de mãe", o tratamento àqueles que se refugiam em nosso país é feito de maneira desigual – resultada não apenas pela xenofobia, mas também pelo racismo. Não se privando apenas às ofensas, podendo chegar ao tráfico de pessoas, trabalho escravo e ao homicídio dos imigrantes.&nbsp;</div><div><br></div><div>Enfatizando um dos casos mais recentes e difundidos de racismo e xenofobia, tem-se o caso Moïse Kabagambe, um refugiado congolês que viveu dos seus dezesseis aos vinte quatro anos no Brasil – onde foi cruelmente assassinado.&nbsp;</div><div><br></div><div>Em janeiro de 2022, o congolês foi cobrar o quiosque em que trabalhava os dois dias de pagamento que lhe deviam, porém foi espancado até a morte. Amarraram-no e após findarem o ato, continuaram o funcionamento do estabelecimento.&nbsp;</div><div><br></div><div>É indignante saber que a vida de um filho, um irmão, se resume a alguns reais. Que uma língua, etnia, raça serve de motivo para ódio. Perante os Direitos Humanos, somos todos iguais independente de nossas particularidades. Crimes como o ocorrido com Moïse são mais recorrentes do que vemos na TV e não ocorrem apenas em nosso país. É inexplicavelmente indignante ver pessoas fugindo da guerra e da fome morrerem por apenas desejar viver.</div><div><br></div><div><strong>Participantes: </strong>Sarah Maciel, Julia da Silva, João Vítor e Ezequiel Almeida – Automação Industrial 201</div><div><br></div><div><strong>Referências Bibliográficas&nbsp;</strong></div><div><br></div><div><a href="https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2022/01/31/moise-kabamgabe-o-que-se-sabe-sobre-a-morte-do-congoles-no-rio.ghtml">Moïse Kabagambe: O que se sabe sobre a morte do congolês no Rio</a></div><div><a href="https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2022/02/05/prefeitura-do-rio-vai-transformar-os-quiosques-biruta-e-tropicalia-em-memorial-em-homenagem-a-moise.ghtml">Quiosques na Barra terão memorial em homenagem a Moïse e gestão ficará com a família dele</a></div><div><a href="https://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/08/150819_racismo_imigrantes_jp_rm">Racismo contra imigrantes no Brasil é constante, diz pesquisador</a></div><div><a href="https://www.politize.com.br/xenofobia-no-brasil-existe/">Xenofobia no Brasil: o que gera essa intolerância?</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-18 01:46:09 UTC</pubDate>
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         <title>Déficit Habitacional </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/robertasantana460/dne7gpdlzfcaiem8/wish/2054413286</link>
         <description><![CDATA[<div>O déficit habitacional é a medida das insuficiências de moradia de uma determinada sociedade. Essas insuficiências não se referem exclusivamente à quantidade de moradias que faltam para abrigar as pessoas, mas também às residências em situações precárias como casas improvisadas, cômodos e também os valores excessivos de aluguéis. <br><br>Atualmente, a alternativa de moradia para as pessoas carentes é a rua ou a ocupação de terrenos periféricos de grandes cidades, onde o valor é baixo. Isso é provocado pelo fato dos moradores possuírem pequeno poder aquisitivo, desse modo, não podem pagar um aluguel em um bairro estruturado e muito menos adquirir uma casa ou apartamento nele. Além disso, nas grandes cidades os imóveis têm alcançado valores extremamente elevados, distantes da realidade de grande parte da população. <br><br>Somam 1 bilhão de pessoas, de um total de 2,9 bilhões que vivem em áreas urbanas, que não possuem moradias de qualidade ou sequer têm casa. No Brasil, são 33,9 milhões de pessoas sem casa. <br><br>Só nas áreas urbanas, são 24 milhões que não possuem habitação adequada ou não têm onde morar. No país, estima o programa da Organização das Nações Unidas (ONU), o déficit chega hoje a 7,7 milhões de moradias, das quais 5,5 milhões em centros urbanos. Conforme o estudo, se o cálculo incluir moradias inadequadas (sem infra-estrutura básica), o número chega a uma faixa de 12,7 a 13 milhões de habitações, com 92% do déficit concentrado nas populações mais pobres.<br><br><strong>Conclusão:</strong><br><br>O déficit habitacional não é um problema apenas do Brasil, mas também mundial. Dessa forma, o subsídio para moradia de aluguel é um fator importante para vir a solucionar o problema de déficit habitacional no Brasil e no mundo, onde muitas famílias que não têm poder aquisitivo para comprar uma casa. Uma alternativa eficaz é a moradia para aluguel e subsídios diretos para aluguel. Essa estratégia tem múltiplos benefícios, incluindo maior flexibilidade para demanda e localização mais central.<br><br><strong>Referências: </strong><br><br>https://mundoeducacao.uol.com.br/geografia/problemas-relacionados-moradia-no-brasil.htm <br><br>https://portal.aprendiz.uol.com.br/content/brasil-tem-339-milhoes-de-pessoas-sem-moradia#:~:text=Brasil%20tem%2033%2C9%20milh%C3%B5es%20de%20pessoas%20sem%20moradia.,possuem%20moradias%20de%20qualidade%20ou%20sequer%20t%C3%AAm%20casa <br><br>https://www.capacidades.gov.br/dicionario/index/letra/d#:~:text=O%20d%C3%A9ficit%20habitacional%20%C3%A9%20a,%C3%A0s%20condi%C3%A7%C3%B5es%20das%20moradias%20existentes.<br><br>https://blogs.iadb.org/brasil/pt-br/caminhos-para-melhorar-a-habitacao-no-brasil/<br><br><strong>Turma: </strong>Automação 201<br><br><strong>Integrantes:</strong>&nbsp;<br>Adriele Kalife Simões Fernandes<br>Arthur Rangel Azeredo<br>Moramab Oliveira da Silva<br>Murillo Monteiro da Silva<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-18 01:58:24 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Trabalho análogo à escravidão no Brasil </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>No dia 13 de Maio de 1888, após dias de votações e debates, a Lei Áurea foi assinada e a escravidão oficialmente foi abolida no Brasil. Mas se você pensa que isso pôs fim nela, ESTÁ ENGANADO!!</div><div><br></div><div>Apesar de tal revogamento ser de forma legal, há muitas formas a qual se pode voltar a ter uma situação muito próxima da escravidão, a qual é ignorada nos dias atuais. Estima-se que atualmente 160.000 brasileiros vivam em situação análoga à escravidão, onde estão sendo forçados a trabalhar de maneira incansável ou extremamente cansativas, que parte de altas dividas ou até empréstimos com juros altíssimos.</div><div>Essa é uma prática que já se perpetua desde a abolição da escravidão. Eram chamados de “mão-de-obra estrangeira”, onde eram contratados para trabalhar e estar em forma de estadia. no trabalho quando acontecia o pagamento os trabalhadores teriam uma dívida maior que o pagamento devido aos custo da estadia sendo um valor absurdo, esse ato hediondo ainda se perpetua até os dias atuais de forma extremamente próxima a como ocorrida nos séculos passados não havendo tomado nenhuma forma de controlar as ocorrências para que esse ato não aconteça novamente.</div><div><br></div><div>O governo deveria ter um setor de controle de dívidas, onde as dívidas feitas de forma informal não seriam aceitas, sendo revogadas.&nbsp;</div><div><br></div><div>Além disso seria importante estipular um valor máximo de juros aceitável por ano, utilizando o critério de renda per capita para ser possível a devolução com um juros que leve a empresa ao lucro sem haver uma exploração das demais partes envolvidas</div><div><br></div><div>Um bom exemplo desse assunto é de uma senhora de 63 anos que no dia 25 de Janeiro de 2021 foi encontrada em situações semelhantes a escravidão. Ela trabalhava como empregada doméstica há 41 anos sem receber salário e sem direito a férias em uma casa de uma família na Abolição, zona norte do Rio de Janeiro.&nbsp;</div><div><br></div><div>Para mais informações: <a href="https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2021/01/28/forca-tarefa-resgata-idosa-em-situacao-analoga-a-escravidao-no-rio-patroes-nao-pagaram-salario-por-41-anos-diz-superintendencia.ghtml">https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2021/01/28/forca-tarefa-resgata-idosa-em-situacao-analoga-a-escravidao-no-rio-patroes-nao-pagaram-salario-por-41-anos-diz-superintendencia.ghtml</a>&nbsp;</div><div><br><br></div><div>Não deve ser admitido que esse problema exposto perdura por mais séculos no Brasil sem ser combatido, e para isso é importante sempre abrir os olhos para esse problema e entender que ele existe, se manter sempre informado e ser contra essas condições precárias que esses indivíduos estão sendo obrigados a suportar.</div><div><br><br>Referência bibliográfica:</div><div><br></div><div>THOMAS, JHENNIFER ANN. Veja, 2018. No Brasil, 160.000 trabalham em condições análogas à de escravidão. Disponivel em&lt;https://veja.abril.com.br/brasil/no-brasil-160-000-trabalham-em-condicoes-analogas-as-de-escravidao/&gt; Acesso em 17 de Fev. de 2022.</div><div><br></div><div>Gonçalves, Paulo Cesar. <strong>Scielo</strong>, 2017. Escravos e imigrantes são o que importam: fornecimento e controle da mão de obra para a economia agroexportadora Oitocentista. Disponível em: &lt;https://www.scielo.br/j/alm/a/6jgKHcz533MNMn5VcPPGR5M/?lang=pt&gt; Acesso em 17 de Fev. de 2022.</div><div><br></div><div>Imagem:</div><div><br></div><div>MARTINS, RAFAEL; OAB. <strong>OAB/RS</strong>, 2020<strong>. </strong>Escravidão contemporânea atinge 370 mil pessoas no Brasil. Disponível em&lt;<a href="https://www2.oabrs.org.br/noticia/escravidao-contemporanea-atinge-cerca-370-mil-pessoas-no-brasil/41251">https://www2.oabrs.org.br/noticia/escravidao-contemporanea-atinge-cerca-370-mil-pessoas-no-brasil/41251</a>&gt; Acesso em 17 de Fev. de 2022.<br><br>Turma: Automação Industrial 201 Integrado</div><div><br></div><div>Alunos: Miquéias Moreira Nunes, Mylthon Pinto Nunes, Pedro Henrique Gomes e Roger de Almeida Coutinho</div><div><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-18 02:00:25 UTC</pubDate>
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         <title>Transfobia no Brasil</title>
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         <description><![CDATA[<div><br>De acordo com dados divulgados por instituições que defendem a causa LGBTQ+, o Brasil é um dos países com maior registro de casos de violência contra transexuais. Até o mês de julho de 2020, houve um aumento de 39% no número de assassinatos de indivíduos transgêneros em relação ao ano anterior — 89 mortes foram confirmadas.<br>Em todo o país, 124 pessoas trans foram mortas em 2019. Esses dados demonstram a necessidade de implementar novas políticas públicas de combate à violência contra essas minorias<br>O Brasil registrou ao menos 80 assassinatos de pessoas transexuais no primeiro semestre de 2021, segundo relatório da Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra). O levantamento aponta ainda que ocorreram nove suicídios, 33 tentativas de assassinatos e 27 violações de direitos humanos nesse mesmo período.<br>O relatório destaca que, já nos primeiros dias do ano, foi assassinada a mais jovem vítima de transfeminicídio do país. Uma adolescente trans de 13 anos foi morta por um adolescente de 17 anos.&nbsp; “E ao longo do semestre vimos repetir em forma e intensidade, a crueldade com que esses casos têm acontecido. Cabe ressaltar que diminuiu em 4 anos a idade da mais jovem desde que iniciamos esse monitoramento em 2017, caindo de 17 para 13 anos a idade em que pessoas trans passaram a ser assassinadas no país”, afirma a Antra.<br>Referências: https://hospitalsantamonica.com.br/transfobia/<br>https://www.andes.org.br/conteudos/noticia/brasil-tem-ao-menos-80-assassinatos-de-pessoas-trans-no-primeiro-semestre-de-20211<br><br>Alunos: Tito Anderson Marques Lima Costa e Marcela de Mattos Belmiro<br>Turma: 202 eletro<br><br></div><div><br><br><br><br></div><div><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-18 02:27:32 UTC</pubDate>
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         <title>Efeito da corrupção no Brasil</title>
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         <description><![CDATA[<div>A corrupção é um grave problema que afeta muitas, se não todas, áreas da sociedade. Uma vez que esperamos uma conduta responsável de um governador e este se desvia, temos um efeito dominó onde por exemplo. o dinheiro destinado a um lugar não chega onde deveria, e este lugar não faz o que deveria e tudo desanda. Vemos no dia a dia vários problemas causados, entre eles, o alto índice de desemprego, causado por uma falta de investimento tanto educacional até na própria oferta de trabalho; fome generalizada, tanto pelo próprio desemprego, indo até a falta de políticas que visem o combate ao problema; desvios na saúde, como falta de equipamentos, unidades, e até profissionais hospitalares. E quando olhamos para o fator pandemia, o qual conhecidamente mundo está enfrentando, vemos estes fatores multiplicados pelo dano "naturalmente" causado por estes desastres, com eles crescendo muito e criando um caos ainda maior.<br><br><strong>Fonte das imagens:</strong><br><em><mark>Gráfico</mark></em><em><mark>: </mark></em><em><br></em><a href="https://images.app.goo.gl/wwBiSb2paMXBTfQK6"><em>https://images.app.goo.gl/wwBiSb2paMXBTfQK6</em></a><br><em><mark>Oxigênio: </mark></em><a href="https://images.app.goo.gl/DfRPXgofBHj6JYjo7">https://images.app.goo.gl/DfRPXgofBHj6JYjo7</a><br><em><mark>Panelas vazias: </mark></em><a href="https://images.app.goo.gl/zKGJVbVBtYtCnqez6">https://images.app.goo.gl/zKGJVbVBtYtCnqez6</a><br>--------------------------------------------<br><strong>Curso: </strong>Eletrotécnica<br>Turma: 202<br><strong>Grupo:</strong> Milena Vieira Xavier; Otávio Dias Leite.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-18 23:24:33 UTC</pubDate>
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