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      <title>Temáticas  by Everson Lima</title>
      <link>https://padlet.com/eversonlima27/dmo8fczffr3ve0n5</link>
      <description>Análise de Fontes</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-09-01 18:18:01 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2022-06-24 17:28:10 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Libro del Consulado del Mar (O Livro do Consulado do Mar) - Grupo 10: Adalberto Bruno, Everson Lima e Leticia Pinheiro</title>
         <author>eversonlima27</author>
         <link>https://padlet.com/eversonlima27/dmo8fczffr3ve0n5/wish/2202599458</link>
         <description><![CDATA[<div>Um conjunto de normas jurídicas que regulamentavam as relações mercantis&nbsp; e os costumes marítimos no Mediterrâneo. O<em> Livro do Consulado do Mar </em>foi produzido por Legisladores catalães,<em> </em>datado do século XIV.<em> </em>Possui origem em Barcelona, na Espanha. Escrito primeiramente em catalão e posteriormente traduzido para o italiano, francês, inglês, castelhano e outras línguas. Sendo assim, durante séculos, foi a base da legislação de navios mercantes em muitos países, mesmo até os tempos modernos.<br><br>O livro foi inspirado de forma distante em compilações anteriores, como o Pisan <em>Constitutum usus</em> (1161), <em>Breve consulum maris</em> (1162) e o texto latino <em>Consuetudo maris</em> da primeira metade do século 13. Dentro do contexto histórico, identificamos uma&nbsp; nova estrutura económica que começa a voltar-se&nbsp; para o sistema mercantil, a busca por novos mercados e o despontar da semente da expansão marítima. Neste cenário toma vez a difusão do poderio da&nbsp; Coroa de Aragão e sua supremacia comercial e marítima, fazendo com que o livro<em> </em>fosse respeitado em todo o Mediterrâneo e até no Atlântico.<br><br>Originalmente baseado nos costumes marítimos de Barcelona e complementado pelo Consulado do Mar de Valência, o código lançou as bases para todos os costumes marítimos subsequentes no Mediterrâneo. Esses costumes estabeleciam vários aspectos dos direitos e deveres dos donos do barco, mercadores e viajantes. O fragmento analisado da obra vai tratar sobre as seguintes temáticas: A obrigação do patrão de dar assistência e proteger os mercadores, os viajantes e todas pessoas que estejam no navio; Do patrão indenizar o mercador caso não haja gatos para proteger as mercadorias de ratos; Do mercador retirar seus produtos por medo de saques inimigos e das obrigações do patrão acerca das alimentações dos marinheiros. Dentro da obra é possível trabalhar com os conceitos de direitos e deveres.<br><br>A fonte poderia ser aplicada numa aula voltada para as turmas do 6º ou 7º ano, na qual a temática seria voltada para análise dos costumes marítimos no período medieval e suas transformações com o advento da modernidade. Um elemento que poderia ter enfoque, pois apresenta uma questão diferente e que prenderia atenção da turma, é a parte do livro que fala sobre a importância de ter gatos nas embarcações. Assim, auxiliando na desconstrução de estereótipos negativo acerca do animal, já que para o contexto da temática, os gatos tinham uma função importante de proteger as mercadorias e evitar prejuízos para o patrão pelo pagamento de indenizações.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-27 22:10:06 UTC</pubDate>
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         <title>Estátua de Vishnu - Grupo 10: Adalberto Bruno, Everson Gomes e Leticia Pinheiro.</title>
         <author>bfcstr</author>
         <link>https://padlet.com/eversonlima27/dmo8fczffr3ve0n5/wish/2229018549</link>
         <description><![CDATA[<div>A Vishnu, é uma escultura feita de arenito com proporções de 110.05cm de altura, 65.1cm de largura e 25.4cm de profundidade. Ele é da Índia (Punjab) e datado entre os séculos X e XI. Na estátua, é evidente no centro, o Deus segurando seus atributos usuais: um chakra (disco de guerra), uma trombeta de concha e uma gada (maça). Sua mão erguida faz o gesto de abhayamudra, ou o gesto que acalma o medo (segurança). Ele usa uma mitra alta e uma longa guirlanda de flores. Sua cabeça é cercada por um ornamento de auréolas com faixas de pétalas de lótus, chamas e decorações florais triangulares e abstratas. Perto de suas pernas estão seis figuras: as personificações de seu disco e trombeta de concha, suas duas esposas e dois assistentes adicionais. Em cada lado acima deles estão dois painéis verticais. O painel esquerdo é composto por uma figura de Brahma sentado em um lótus e o direito por Shiva em atitude semelhante. Brahma pode ser identificado por suas quatro cabeças (três das quais são mostradas) e Shiva pelo tridente e chakra que ele segura.&nbsp;<br><br>A escultura foi produzida durante o período de expansão da cultura hindu pelo subcontinente, na qual diversas realezas indianas eram influenciadas pelo hinduísmo. Foi produzida também no período onde ocorreram as primeiras invasões de povos nômades muçulmanos provenientes da Ásia Central. Foi feita com o intuito de representar um dos principais Deuses do hinduísmo, o Deus Vishnu, responsável pela conservação e sustentação do mundo.&nbsp;<br><br>Essa fonte pode ser trabalhada em turmas de 7° ano, por meio da temática da expansão Islâmica. Dessa forma, o docente pode abordar a questão das migrações dos muçulmanos, utilizando o território indiano como exemplo, evidenciando a soberania da religião hindu e do sistema de castas nessa região. Assim, poderia ser trabalhado algumas características sobre os principais Deuses do hinduísmo e sobre o sistema de castas. No mais, destacar alguns pontos que foram resultados dessa expansão, como: o fato de atualmente haver mais de 500 milhões de muçulmanos em todo o subcontinente indiano (Índia, Paquistão e Bangladesh), tornando-se um dos maiores centros de população de muçulmanos do mundo.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-23 16:09:29 UTC</pubDate>
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         <title>Folio from the &quot;Blue Qur&#39;an&quot; (Fólio do Alcorão Azul) - Grupo 10: Adalberto Bruno, Everson Lima e Leticia Pinheiro.</title>
         <author>bfcstr</author>
         <link>https://padlet.com/eversonlima27/dmo8fczffr3ve0n5/wish/2229019633</link>
         <description><![CDATA[<div>A fonte se trata de um fólio do Alcorão Azul, escrito em ouro e decorado com prata sobre papel velino colorido com índigo. Possui 30.4cm de altura e 40.2cm de largura. Datado entre o final do século IX e início do século X. Foi escrito no Norte da África, Tunísia, provavelmente em Qairawan. Atualmente alguns fólios se encontram no Instituto de Artes e Arqueologia de Tunes ou em museus espalhados pelo mundo. Esse em específico se encontra no Museu Metropolitano de Artes, em Nova York.</div><div><br>O Alcorão Azul, é um manuscrito fatímida. Foi escrito durante o califado Fatímida, para a Mesquita de Cairuão (Tunísia). O uso de letras douradas evidencia esse manuscrito como um exemplo especialmente raro e luxuoso. Assim, poderia ter sido encomendado pelo próprio califa ou por um patrono rico, como um governador. A prática de escrever em tinta de ouro ou prata em pergaminho ou pergaminho azul ou roxo, provavelmente veio da influência dos manuscritos do Império Bizantino.&nbsp; &nbsp;&nbsp;<br><br>A fonte poderia ser aplicada nas turmas de 7° ano, do Ensino Básico, numa aula sobre a temática da expansão Islãmica, tratando sobre a expansão ao Norte da África, a partir do século VII, por meio do califado Omíada. Assim, essa fonte expõe a influência que os povos dessa região tiveram da expansão muçulmana, não só pela adoção da religião islâmica, mas também de outros traços herdados da cultura árabe, como o idioma.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-23 16:11:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tie-Dye Tunic (Túnica Tie-Dye) - Grupo 10: Adalberto Bruno, Everson Lima e Leticia Pinheiro.</title>
         <author>bfcstr</author>
         <link>https://padlet.com/eversonlima27/dmo8fczffr3ve0n5/wish/2229853537</link>
         <description><![CDATA[<div>A Túnica Tye-Dye é um tecido feito de pelos de Camelos, produzido com cores vivas e com uma pluralidades geométricas. A produção envolvia em amarrar firmemente o tecido. Amarrava um fio ao redor do cacho e emergia o tecido em corante. O tecido possui 83.8cm de altura e 121.9cm de largura.&nbsp; Sua datação é de meados do séculos VIII a meados do séculos IX , sendo originário do Peru. Atualmente a peça se encontra no Museu Metropolitano de Artes, em Nova York.&nbsp;<br><br>O tecido foi produzido durante o Império de Wari, na qual o povo Wari exerceram forte influência cultural e política nas regiões litorâneas e montanhosas no sul de sua Capital também chamada Wari (a poucos quilômetros a nordeste da atual Ayacucho). Eles introduziram um estilo de arte distinto, encontrado em cerâmicas policromadas finas, ornamentos pessoais requintados feitos de materiais preciosos, trabalhos habilmente esculpidos em madeiras, conchas e pedras, e especialmente em tecidos elaborados. As roupas coloridas eram usadas tanto para a vida cotidiana, quanto para ritos religiosos e atos cerimoniais. O vermelho, o azul brilhante, o amarelo, o dourado e o branco eram as cores que predominavam em seus tecidos. Além de tapeçarias, eles faziam faixas, bolsas, camisas de dormir sem mangas e com mangas.<br><br>A fonte pode ser trabalhada em sala de aula por meio da temática acerca das Civilizações Pré-Colombianas, nas turmas de 7° ano. Dessa forma, o docente pode fugir do comum em trabalhar apenas as civilizações Astecas, Maias e Incas e trazer informações sobre outras civilizações que conviviam nessas mesmas regiões. Assim, a utilização da túnica, além de abrir espaço para discutir sobre o povo Wari, também impulsiona a formação de um debate sobre a utilização da técnica de tingimento, tie-dye, uma vez que esse artifício encontra-se em alta novamente nos últimos anos. Fazendo assim analogias sobre as mudanças e permanências dessa técnica, e possíveis rupturas e continuidades. No mais, é interessante destacar também que o declínio desse Império peruano ocorre justamente com a formação do Império Inca.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-24 14:16:36 UTC</pubDate>
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         <title>Ewer with Inscriptions and Hunting Scenes (Jarro com inscrições e cenas de caça) - Grupo 10: Adalberto Bruno, Everson Lima e Leticia Pinheiro</title>
         <author>eversonlima27</author>
         <link>https://padlet.com/eversonlima27/dmo8fczffr3ve0n5/wish/2229940959</link>
         <description><![CDATA[<div>Esse Jarro é feito de Bronze fundido e possui 35,9 cm de altura. Foi encontrado no Irã, na cidade de&nbsp; Nishapur. <br>Escavado em 1937 e adquirido no ano seguinte pelo <em>Metropolitan Museum of Art </em>(Museu Metropolitano de Arte)<em> </em>em Nova York, onde se encontra em exposição até hoje.</div><div>Uma peça datada do século XI, no Período Seljúcida Iraniano. Podemos perceber ao olhar sua alça, a representação de uma romã na parte superior e oito formas esféricas que descem até&nbsp; o corpo do jarro. Nele são ilustradas cenas de caça e de luta,&nbsp; ao fundo representações florais em forma de círculos e espirais. Ainda, é perceptível inscrições&nbsp; em árabe em volta das suas circunferências.<br>Nesse período, a cidade de Nishapur é um importante território na história da Rota da Seda.&nbsp; Posteriormente tanto a arte (com as técnicas <em>mina'i</em>) e a metalurgia (com os metais embutidos), desenvolvidas e aprimoradas no Irã, teriam forte destaque no mundo Islâmico.</div><div>Esse objeto remete a cultura do Irã sob governo Seljúcida. no período onde teve inicio os florecimento&nbsp; de inovações nas artes e no setor metalúrgico. Muitos objetos produzidos parecem ter sido produzidos para a comercialização, explicando assim, um dos fatores que ligam Nishapur a Rota da Seda.<br>Nesse sentido, para alunos de turmas do 6º e 7º ano, pode-se trabalhar o Oriente Médio, tomando como exemplo o Irã turco-persa islâmico. Abordando sua caracterização baseada na ascensão de uma burguesia mercantil e a sua relação com o mercado regional e os povos que utilizavam a Rota da Seda. Outra questão que pode ser discutida, ao analisar esse contexto e suas relações, é desmistificação da visão orientalista acerca das culturas e povos do Oriente Médio.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-24 16:35:01 UTC</pubDate>
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