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      <title>Trabalho Artes by </title>
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      <description>Criado por ítalo de Sousa leoncio 2A</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-11-29 20:12:00 UTC</pubDate>
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         <title>Movimentos Vanguardistas (cubismo).</title>
         <author>italoleoncio</author>
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         <description><![CDATA[<div>Cubismo: Cubismo foi uma das vanguardas artísticas do início do século XX, com expoentes nas artes visuais e na literatur<br><strong>Índice : irei falar sobre o contexto cultural e social da época do cubismo.<br>&nbsp;Sobre o dadaísmo, surrealismo e o futurismo.<br>Sobre as principais representantes nós vários seguimentos artísticos.<br>E sobre as principais obras do período.<br><br>Introdução :<br>&nbsp;</strong>Cubismo: Cubismo foi uma das vanguardas artísticas do início do século XX, com expoentes nas artes visuais e na literatura. Trata-se de um movimento artístico revolucionário, cuja principal característica é a observação da realidade sobre diferentes perspectivas, envolvendo a geometrização das formas e a ruptura com a representação verossímil dos objetos.<br><br><strong>Desenvolvimento:</strong><br>Características do cubismo:<br>Precursor, revolucionário, inovador, o Cubismo rompeu com uma das características mais tradicionais da pintura: o uso da perspectiva plana. Em prol de uma verdadeira libertação na arte, os cubistas aboliram a cópia. O artista deve criar, não copiar — é o fim da arte mimética.<br><br>Desse modo, não há na arte mais nenhum compromisso em representar a aparência real das coisas. Várias faces de um mesmo objeto são retratadas em um mesmo plano, o objeto pode ser fragmentado, justaposto, refeito em colagens ou reduzido apenas a figuras geométricas. É esse novo uso da geometria, por sinal, que batiza o movimento:<br><br>“Ele despreza tudo, reduz tudo, sítios, figuras e casas a esquemas geométricos, a cubos.” <br><br>Trecho do artigo sobre o Salão de Outono de 1908, escrito por Louis Vauxcelles, a respeito das obras de Georges Braque.<br><br>Georges Braque, O viaduto de L’Estaque, 1907.<br>Georges Braque, O viaduto de L’Estaque, 1907.<br>O horizonte de criar uma arte que rompesse com o academicismo propiciava uma grande interação entre artistas de várias áreas: pintores, escultores, músicos e escritores uniam-se em estreito diálogo e integração constante. Assim, as rupturas do Cubismo tiveram seu lugar também na literatura.<br><br>O movimento cubista é dividido em duas fases:<br><br>Cubismo analítico (1909): cuja característica é a total decomposição dos objetos representados. Para romper com a representação visual, apresentavam-se vários ângulos sobrepostos e fragmentados de um mesmo objeto, em prol de uma representação conceitual. Muitas vezes essa ênfase na destruição das formas aparentes tornou praticamente impossível reconhecer qualquer figura nos quadros desse período.<br>Cubismo sintético (1911): momento em que há certa redução na fragmentação dos objetos, tornando as figuras novamente reconhecíveis. Insere-se então a técnica da colagem: outros materiais, como pedaços de jornal, de madeira, de vidro e até mesmo objetos inteiros, passam a fazer parte da pintura. A proposta do Cubismo sintético é levar a pintura a novos estímulos além do visual, incorporando também elementos táteis.<br><br><br>Dadaísmo: Dadaísmo foi um dos movimentos de vanguarda do início do século XX. Seu nome é derivado da palavra dadá, que pode ter múltiplos significados e não significar coisa alguma. Surgiu em 1916, durante a Primeira Guerra Mundial, como um movimento de contestação aos valores culturais. Contrário à racionalidade e à arte acadêmica, privilegiou o nonsense (ausência de significado) e defendeu a arte espontânea.<br><br>Os principais artistas do dadaísmo europeu foram: Hugo Ball, Hans Arp, Tristan Tzara, Marcel Duchamp, Francis Picabia, André Breton, Max Ernst, Hannah Höch e Raoul Hausmann. Desses artistas, há destaque para os escritores Hugo Ball, Tristan Tzara e Raoul Hausmann, que produziram uma literatura que influenciou modernistas e concretistas brasileiros.<br><br>Contexto histórico do dadaísmo<br>No início do século XX, havia um clima de tensão entre as grandes potências europeias, gerado pela política de expansão neocolonialista iniciada no século anterior. O sentimento de nacionalismo, desenvolvido durante o século XIX, era usado agora para alimentar, em cada nação, a crença em sua superioridade em relação a qualquer outra.<br><br>Como consequência de tal rivalidade, além de acordos entre nações, a corrida armamentista intensificou-se. Os países precisavam garantir seu poderio, fosse com acordos entre si, fosse com acúmulo de material bélico, para o caso de ocorrer algum conflito armado, o que aconteceu em 1914, com o início da Primeira Guerra Mundial, que só teve fim em 1918.<br><br>Primeira Guerra Mundial: posto de primeiros socorros da Cruz Vermelha.<br>Primeira Guerra Mundial: posto de primeiros socorros da Cruz Vermelha.<br>No entanto, ao lado da tensão política, havia também certa euforia em relação às inovações tecnológicas que estavam evidentes no início daquele século, como o telefone, o telégrafo sem fio, o aparelho de raio-x, o automóvel, o avião, o cinema. O século que se iniciava mostrava o predomínio da tecnologia e, com ela, da velocidade.<br><br>Nesse contexto, alguns artistas, diante da matança que estava em curso durante a Primeira Guerra Mundial, mostravam-se descrentes da civilização e do propalado progresso social de início do século, que contrastava com o conflito armado. Esses artistas, munidos de um espírito anárquico e questionador, criaram então um movimento de vanguarda, o dadaísmo.<br><br><strong>Surrealismo:</strong>Surrealismo foi um movimento artístico, um dos últimos das vanguardas artísticas do século XX, e teve expressões na literatura, nas artes visuais, no cinema, no teatro e na filosofia. Iniciou-se em 1924, com a publicação do Manifesto Surrealista, escrito por André Breton, que propunha uma nova proposta estética que rompesse com a primazia da compreensão racional, sem diferenciação entre sonho e realidade ou entre lucidez e delírio, por exemploA arte surrealista rompe com a busca pelo sentido nas representações. É o surreal: aquilo que está para além do real, que é mais que o real porque transcende a compreensão racional e relaciona-se com a mente inconsciente, com o imaginário e o absurdo<br><br>Principais características do Surrealismo'<br>Livre associação e automatismo psíquico: a proposta é exprimir o funcionamento da mente em sua totalidade, o que inclui a desracionalização da produção artística, sem preocupar-se com a moralidade, verossimilhança ou recepção estética;<br>Escrita automática e experimental, desenhos às cegas, busca por procedimentos de composição artística que escapem do controle racional;<br>Análise dos sonhos e experimentação de diversos estados de consciência, como a produção artística entre o sonho e a vigília ou sob efeito de álcool e alucinógenos;<br>Liberdade e espontaneidade criativas e valorização do processo imaginativo;<br>Valorização do acaso e do inesperado;<br>Composições em grupos, como escrita a quatro (ou mais) mãos e quadros pintados no escuro por diversos artistas, para que não pudessem ver o que os outros estavam desenhando;<br>Intervenções de estranhamento: representação de objetos aparentemente sem relação entre si e em lugares aos quais não pertencem;<br>Técnicas de colagem: poesias feitas com palavras recortadas de jornais e revistas, misturadas a imagens e ideias do inconsciente.<br><br><strong>Futurismo : </strong>Futurismo é um movimento artístico e literário que surgiu oficialmente em 20 de fevereiro de 1909 com a publicação do Manifesto Futurista, pelo poeta italiano Filippo Marinetti, no jornal francês Le Figaro. Os adeptos do movimento rejeitavam o moralismo e o passado, e suas obras baseavam-se fortemente na velocidade e nos desenvolvimentos tecnológicos do final do século XIX. Os primeiros futuristas europeus também exaltavam a guerra e a violência. O Futurismo desenvolveu-se em todas as artes e influenciou diversos artistas que depois fundaram outros movimentos modernistas<br>No primeiro manifesto futurista de 1909, o slogan era Les mots en liberté ("As palavras em liberdade") e levava em consideração o design tipográfico da época, especialmente em jornais e na propaganda. Eles abandonavam toda distinção entre arte e design e abraçavam a propaganda como forma de comunicação. Foi um momento de exploração do lúdico, da linguagem vernácula, da quebra de hierarquia na tipografia tradicional, com uma predileção pelo uso de onomatopéias. Essas explorações tiveram grande repercussão no dadaísmo, no concretismo, na tipografia moderna, e no design gráfico pós-moderno. Surgiu na França, seus principais temas são as cores.<br><br><br><br>Obras do período&nbsp;<br><br>&nbsp;As senhoritas de Avignon (1907), de Picasso.<br><br>Guernica (1937), de Picasso.<br><br>Pietà (1924), de Rego Monteiro.<br><br>Nu cubista (1916), Anita Malfatti.<br><br>Violino e Cântaro (1910), de Braque.<br><br>Retrato de Pablo Picasso (1912), Juan Gris.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-29 20:57:59 UTC</pubDate>
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