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      <title>IESC - MED 1 by Milena Melo</title>
      <link>https://padlet.com/Milena_Melo/dlwsq0srfps0y3in</link>
      <description>Orientador: Roneldo </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-02-26 18:01:39 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-02-26 19:45:09 UTC</lastBuildDate>
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      <item>
         <title>O CUIDADO NA SAÚDE MENTAL: IMPORTÂNCIA DO ACOLHIMENTO NA UNIDADE DE SAÚDE</title>
         <author>ruthemanuelly10</author>
         <link>https://padlet.com/Milena_Melo/dlwsq0srfps0y3in/wish/2896396191</link>
         <description><![CDATA[<p>A palavra-chave desse artigo é "acolhimento". O acolhimento na saúde mental é fundamental para proporcionar uma abordagem humanizada e eficaz aos usuários que buscam atendimento nas Unidades Básicas de Saúde. Ele envolve a escuta qualificada, a compreensão das necessidades individuais e a orientação para o tratamento adequado, muitas vezes incluindo encaminhamentos para outros serviços especializados, como os CAPS.</p><p>O acolhimento vai além de simplesmente receber o paciente; trata-se de criar um ambiente acolhedor, onde as pessoas se sintam confortáveis e compreendidas. Especialmente no contexto da saúde mental, onde os desafios podem ser complexos e delicados, o acolhimento desempenha um papel crucial na promoção do bem-estar e na eficácia do tratamento.</p><p>Portanto, investir em estratégias de acolhimento, como a formação e capacitação dos profissionais de saúde, bem como a integração da rede de saúde e a atuação multidisciplinar, é essencial para melhorar o cuidado oferecido às pessoas com transtornos mentais na atenção primária.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-26 18:13:50 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O PAPEL DA ATENÇÃO PRIMÁRIA DE SAÚDE NA CONSTITUIÇÃO DAS REDES DE CUIDADO EM SAÚDE MENTAL </title>
         <author>lorenabritto18</author>
         <link>https://padlet.com/Milena_Melo/dlwsq0srfps0y3in/wish/2896396405</link>
         <description><![CDATA[<p>Um estudo em Pesqueira, Pernambuco, analisou a rede de cuidados em saúde mental, enfocando o papel do CAPS e da ESF na articulação entre diferentes níveis de atenção. A pesquisa buscou caracterizar as práticas de cuidado na atenção primária urbana, utilizando métodos qualitativos. A integração entre CAPS e ESF foi destacada como essencial para um cuidado abrangente. A análise dos dados revelou categorias como "cuidar x medicar" e "estratégias de cuidado", ressaltando a necessidade de fortalecer a integração entre serviços e investir em abordagens centradas no usuário e na participação familiar.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-26 18:14:00 UTC</pubDate>
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         <title>A IMPORTÂNCIA DA PROMOÇÃO DA SAÚDE MENTAL NA ATENÇÃO PRIMÁRIA</title>
         <author>Milena_Melo</author>
         <link>https://padlet.com/Milena_Melo/dlwsq0srfps0y3in/wish/2896401156</link>
         <description><![CDATA[<p><em>O resumo apresenta uma visão ampla e detalhada sobre a saúde mental na atenção básica de saúde, destacando tanto os desafios quanto as potencialidades encontradas. </em></p><p><em>Inicialmente, aborda-se a importância da saúde mental na atenção básica, com um enfoque específico no atendimento psicossocial voltado para o público infantojuvenil. </em></p><p><em>Em seguida, são discutidas as dificuldades enfrentadas pela Atenção Primária à Saúde (APS) em oferecer um atendimento de qualidade, ressaltando a necessidade de aprimoramento da Rede de Atenção Psicossocial (Raps) e da capacitação teórica dos profissionais.</em></p><p><em>O papel crucial do apoio matricial é enfatizado como uma ferramenta essencial para facilitar o atendimento multiprofissional e integrado em saúde mental. No entanto, são apontados os desafios logísticos e educacionais associados a essa prática.</em></p><p><em>As barreiras enfrentadas pelos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) no acesso ao atendimento psicossocial são mencionadas, especialmente durante a pandemia de COVID-19, devido à sobrecarga dos profissionais de saúde e à alta demanda.</em></p><p><em>São discutidos conceitos fundamentais de saúde mental, enfatizando a sua importância e evolução ao longo dos anos. A promoção da saúde mental na atenção básica é destacada como um aspecto crucial do cuidado em saúde, com ênfase no papel dos profissionais de saúde nesse processo.</em></p><p><em>Ao longo do artigo, são apresentados diversos desafios enfrentados na articulação entre a APS e a saúde mental, como a falta de preparo profissional e a complexidade dos problemas enfrentados pelos pacientes. Estratégias para enfrentar esses desafios, como a implementação de apoio matricial e a melhoria na estrutura física das unidades básicas de saúde, são discutidas como caminhos promissores para fortalecer o cuidado em saúde mental na atenção básica.</em></p><p><em>Por fim, o artigo destaca a capacidade de melhoria do atendimento psicossocial no Brasil, ressaltando a importância de reduzir os estigmas associados aos problemas de saúde mental e oferecer um cuidado mais efetivo e humanizado.</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-26 18:17:45 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>ATENDIMENTO EM SAÚDE MENTAL NA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE NO PERÍODO PRÉ-REFORMA PSIQUIÁTRICA</title>
         <author>dramanoelaass</author>
         <link>https://padlet.com/Milena_Melo/dlwsq0srfps0y3in/wish/2896422889</link>
         <description><![CDATA[<p>Principal ponto: A importância da atenção primária à saúde na reforma psiquiátrica.</p><p>A atenção primária à saúde desafiou a cultura manicomial ao se tornar a porta de entrada para o atendimento extra-hospitalar de pessoas com transtorno mental. Este papel foi fundamental na desospitalização gradual e na reinserção social desses indivíduos. No entanto, a falta de preparo dos profissionais da UBS e a ausência de organização e fluxo de atendimento resultaram em desafios, como intervenções médicas fragmentadas e falta de continuidade no cuidado. Apesar disso, a atenção básica é destacada como o contato preferencial na rede de atenção à saúde, promovendo um atendimento mais humanizado e integrado para as pessoas com transtorno mental, evidenciando assim a importância da atenção primária na reforma psiquiátrica e na promoção da saúde mental na comunidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-26 18:33:28 UTC</pubDate>
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         <title>JOGO INTERRAPS: UMA ESTRATÉGIA DE ENSINO INTERPROFISSIONAL EM SAÚDE MENTAL</title>
         <author>winteralmeida1</author>
         <link>https://padlet.com/Milena_Melo/dlwsq0srfps0y3in/wish/2896446936</link>
         <description><![CDATA[<p>O artigo descreve a criação do jogo de tabuleiro "InterRAPS" como uma estratégia educacional. Desenvolvido no contexto do PET-Saúde da UFPR, o jogo aborda os dispositivos da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) e a importância da atuação interprofissional. Com cartas contendo questões sobre os serviços da RAPS e estudos de casos, o jogo estimula o pensamento crítico dos jogadores, guiando-os pelos pontos de atenção da rede de saúde mental e destacando o papel da Atenção Básica.</p><p>Embora ainda não validado, durante essa etapa, ajustes podem ser feitos para aprimorar o aprendizado interprofissional e a ludicidade do jogo. A criação do InterRAPS enfrentou desafios, mas ressaltou a importância do trabalho em equipe. Uma vez validado, o jogo será disponibilizado aos estudantes, podendo ser adaptado para uma versão digital gratuita.</p><p>O InterRAPS é uma ferramenta promissora para promover a colaboração interprofissional na área da saúde mental. Nele, equipes jogam para resolver estudos de caso sobre a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), com cartas de "sorte ou revés" adicionando desafios e oportunidades aos jogadores. O tabuleiro simboliza a interdependência dos serviços da RAPS, tornando o jogo uma experiência envolvente e educativa.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-26 18:52:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>REDE DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL: QUAL O LUGAR DA SAÚDE MENTAL ?</title>
         <author>kevynlorran_</author>
         <link>https://padlet.com/Milena_Melo/dlwsq0srfps0y3in/wish/2896451581</link>
         <description><![CDATA[<div>É importante abordar a organização dos serviços de saúde em redes, destacando a importância da interdisciplinaridade e flexibilidade para lidar com a complexidade dos problemas de saúde. Os Centros de Atenção Psicossocial (Caps) são apontados como elementos cruciais na reestruturação da saúde mental, oferecendo atendimento comunitário e integrado, além de subverter hierarquias e proporcionar apoio especializado em diferentes níveis de complexidade. O apoio matricial é fundamental para desenvolver projetos terapêuticos individualizados, enquanto a interconexão entre os Caps e outros serviços visa evitar a fragmentação dos atendimentos, fortalecendo a rede de atenção à saúde mental em níveis locais.<br><br>O estudo realizado na Rede de Atenção Integral à Saúde Mental de Sobral-CE busca compreender o fenômeno da saúde mental na região, envolvendo diversos serviços como Caps, Serviço Residencial Terapêutico e internação psiquiátrica em hospital geral. Os Caps funcionam como portas de entrada para o sistema, recebendo encaminhamentos da atenção primária à saúde e articulando-se com outros níveis de atenção. Os serviços operam em rede, com uma abordagem horizontalizada e adaptável às necessidades individuais, permitindo uma melhor adequação aos casos específicos.<br><br>A flexibilidade na organização dos serviços de saúde mental em Sobral rompe com modelos hierárquicos tradicionais, possibilitando uma maior integralidade e adaptabilidade no cuidado. Os profissionais circulam entre os diferentes serviços, promovendo uma interlocução profunda e uma capilaridade das ações em saúde mental no território. Destaca-se a coexistência de diferentes arranjos em rede, desde abordagens formais e burocráticas até redes mais flexíveis e emergentes, chamadas de "rizomáticas". Essa última promove uma diversidade de dispositivos de cuidado e permite a negociação de projetos terapêuticos menos centrados na medicação, ressaltando a importância da avaliação dos serviços considerando os arranjos de trabalho e a micropolítica envolvida.</div>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-26 18:55:40 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>SABERES EM SAÚDE MENTAL E A PRÁTICA PROFISSIONAL NA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA</title>
         <author>robertorocha_dm</author>
         <link>https://padlet.com/Milena_Melo/dlwsq0srfps0y3in/wish/2896497292</link>
         <description><![CDATA[<p>O movimento sanitário e a reforma psiquiátrica são contemporâneos ao processo de redemocrati- zação no Brasil e tiveram em comum a defesa da reordenação do entendimento da saúde. A proposta deste novo paradigma de cuidado é que, ao invés da doença e do manicômio, o sujeito, sua família e a comunidade passem a ser elementos centrais do processo terapêutico em saúde mental.</p><p>Neste contexto, em 2001 foi instituída a Política Nacional de Saúde Mental (PNSM) por meio da Lei 10.216/2001.</p><p><br></p><p><strong><em>RAPS COMO INSTRUMENTO DE CUIDADO</em></strong></p><p><strong><em>A PNSM </em></strong></p><p>defende que o cuidado em saúde mental deve ser preferencialmente na APS a partir do acolhimento e do acompanhamento dos casos, mas quando são deflagradas demandas mais complexas ou agudizadas, como um momento de crise, faz-se necessário o acionamento dos outros dispositivos da RAPS, como a rede de urgência e emergência e os CAPS, que devem ser utilizados como compo- nentes de apoio, retaguarda e potencializadores da resolutividade do território.</p><p><br></p><p><strong>CONCLUSÃO</strong></p><p>Diante dos fatos expostos, evidenciou-se a falta de conhecimento sobre a PNSM, e um diálogo precário com outros dispositivos da RAPS, como também o acesso reduzido a cursos de atualização e capacitação na área de saúde mental. Mostra-se necessário, portanto, fomentar espaços de reflexão e mudança desse contexto.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-26 19:31:08 UTC</pubDate>
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