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      <title>PROJETO DE LEITURA by </title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-01-02 17:42:11 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Apreciação crítica sobre o livro &#39;&#39;A Vida Num Sopro&#39;&#39; de José Rodrigues dos Santos</title>
         <author>meguy07oliveira</author>
         <link>https://padlet.com/meguy07oliveira/dlazyxlme9vzeqa/wish/3278805047</link>
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         <pubDate>2025-01-02 17:48:13 UTC</pubDate>
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         <title>Apreciação crítica do livro &quot;Uma Mulher sem Importância&quot; de Sonia Purnell… </title>
         <author>meguy07oliveira</author>
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         <pubDate>2025-01-03 12:28:19 UTC</pubDate>
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         <title>Leitura Expressiva do poema de Alberto Caeiro &quot;Quando vier a Primavera &quot;</title>
         <author>meguy07oliveira</author>
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         <enclosure url="https://youtu.be/P7MmOt2Py5w" />
         <pubDate>2025-01-03 12:31:21 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>meguy07oliveira</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>A Vida Num Sopro</strong>, romance de José Rodrigues dos Santos, é uma narrativa intensa e emotiva que nos teletransporta para a década de 1930 em Portugal. Apesar de se situar numa época conturbada, este não é um romance centrado nos grandes acontecimentos políticos, como a ascensão do Estado Novo ou a preparação para a Segunda Guerra Mundial, mas sim numa história de amor que, embora pessoal e íntima, é profundamente marcada pelas restrições sociais e morais do seu tempo.</p><p>   Confesso que os temas históricos, especialmente os relacionados com a época da Segunda Guerra Mundial é o que mais me entusiasmam enquanto leitora. Sempre me senti atraída por relatos que exploram a capacidade humana de resistir à adversidade. Foi por isso que, quando a minha mãe me falou deste romance histórico passado na época que tanto me fascina, fiquei super empolgada para o poder ler.</p><p>   Tudo começa em Bragança, uma cidade pequena ao norte do país onde Luís Afonso, um jovem estudante do liceu, conhece Amélia, uma linda rapariga encantadora e única .A paixão entre os dois floresce rapidamente, dando origem a um amor profundo e marcado pela pureza dos primeiros sentimentos. Esta paixão arrebatadora é o fio condutor da história, e José Rodrigues dos Santos conduz-nos através dela com uma escrita envolvente, onde o sofrimento e a esperança se entrelaçam a cada página.</p><p>   Contudo, o conservadorismo opressor da sociedade portuguesa da época, representado sobretudo pela mãe autoritária de Amélia, impõe-se como barreira à felicidade dos jovens. A mãe de Amélia, intolerante e muito rígida, força a separação dos dois, seguindo a lógica da época segundo a qual o amor deveria submeter-se aos interesses familiares e sociais. Este ato, motivado por preconceitos e convenções morais, marca para sempre o destino de Luís e Amélia, condenando-os à saudade e ao sofrimento.</p><p>   Apesar da distância e do passar dos anos, o sentimento que os une não muda. Luís, mesmo durante os seus anos em Lisboa, nunca consegue esquecer Amélia completamnete. Nem os novos amigos, as experiências universitárias ou outras relações amorosas conseguem apagar da sua memória o amor da sua juventude.</p><p>O reencontro entre Luís e Amélia, anos depois, em Penafiel, surge como um golpe cruel do destino. Amélia está agora casada com Mário Branco, o capitão de quem Luís tanto admirava, e ele próprio está prometido a Joana, irmã de Amélia. A complexidade da situação é avassaladora: os sentimentos entre Luís e Amélia permanecem vivos, mas estão agora rodeados por obrigações sociais e compromissos que não podem ser ignorados.</p><p>   José Rodrigues dos Santos descreve a luta interna dos protagonistas, presos entre o dever e o desejo, entre o que a sociedade exige e o que o coração implora. A repressão emocional, as convenções sociais e o medo da desonra são constantes ao longo da narrativa.</p><p>   No entanto, a força do amor entre Luís e Amélia revela-se mais poderosa do que qualquer imposição. O inevitável acontece: consumidos pela paixão, cedem aos seus sentimentos, desencadeando uma tragédia. Um homicídio acidental, cheio de remorso e desespero, muda para sempre o curso das suas vidas. Como consequência deste momento de entrega nasce uma criança, símbolo ambíguo de esperança e culpa, de redenção e sofrimento.</p><p>   A Vida Num Sopro é, acima de tudo, um retrato sensível da luta entre a paixão e a razão, entre o indivíduo e a sociedade. É também uma reflexão sobre como as escolhas que fazemos, mesmo quando guiadas pelos mais puros sentimentos, podem ter consequências irreversíveis. José Rodrigues dos Santos apresenta-nos uma narrativa de grande riqueza emocional, onde o amor e o sofrimento caminham lado a lado, tal como muitas vezes acontece na vida real.</p><p>  </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-27 21:10:16 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>meguy07oliveira</author>
         <link>https://padlet.com/meguy07oliveira/dlazyxlme9vzeqa/wish/3426823311</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><em>Uma Mulher Sem Importância</em></strong>&nbsp;é mais do que uma simples biografia histórica: é um grito silencioso em nome das mulheres que a história tantas vezes apagou. Sonia Purnell resgata, com investigação e uma narrativa profundamente humana, a vida de&nbsp;Virginia Hall, uma espiã que desempenhou um papel crucial nos bastidores da Segunda Guerra Mundial.</p><p>   Escolhi ler este livro porque sou apaixonada por dois temas que, para mim, se entrelaçam de forma muito forte: o feminismo<strong> </strong>e o período histórico da Segunda Guerra Mundial.<strong> </strong>Sempre acreditei que, nas entrelinhas da história, existem histórias de mulheres incríveis que resistiram, que fizeram a diferença, mas que tantas vezes ficaram invisíveis nos livros tradicionais. E foi precisamente este desejo de conhecer essas vozes ocultas que me levou até Virginia Hall.</p><p>   Virginia era tudo aquilo que os espiões, segundo o estereótipo da época, não deveriam ser: era mulher e para ajudar tinha com uma deficiência física na perna, e por isso, utilizava uma Prótese (a “Cuthbert”, como carinhosamente a apelidou). Ainda assim, tornou-se uma das figuras mais perigosas para o regime nazista — a ponto de a Gestapo a colocar no topo da lista dos inimigos mais procurados.</p><p>   Purnell traça o retrato de Virginia Hall desde a juventude, explora as suas frustrações, tais como as limitações sociais impostas às mulheres no início do século XX. Virginia sonhava ser diplomata, mas viu portas se fecharem por causa do seu género e deficiência. É essa sensação de ser subestimada que a impulsiona para a espionagem.</p><p>   O livro mergulha com intensidade no contexto da Segunda Guerra Mundial, mostrando França ocupada pelos alemães, a brutalidade do regime de Vichy, o cinismo de parte dos Aliados e a constante ameaça que pairava sobre qualquer tentativa de resistência. Virginia Hall, ao trabalhar para o SOE (Special Operations Executive britânico) e, mais tarde, para o OSS (Office of Strategic Services americano), não apenas transmitia informações cruciais para os Aliados, mas organizava redes de sabotagem, facilitava fugas espetaculares de prisioneiros e treinava combatentes locais, tudo isto com o risco constante de ser capturada, torturada e executada.</p><p>   O estilo da escrita&nbsp;é denso, como um romance histórico, mas com responsabilidade documental. Algumas partes podem parecer excessivamente detalhadas, pois Purnell dedica páginas a descrever redes de resistência, hierarquias militares, e as mudanças nas estratégias dos Aliados. Para quem, como eu, é apaixonado por histórias da Segunda Guerra Mundial, é impossível não se sentir cativado pela profundidade deste livro.</p><p>   Outro detalhe marcante&nbsp;é como o livro expõe o machismo mesmo entre os “bons” da história. Virginia enfrentava não só os nazis mas também os próprios colegas, que duvidavam das suas capacidades simplesmente porque era mulher.</p><p>   Purnell relata essas injustiças de maneira subtil, sem transformar o livro numa militância forçada, mas deixando claro que a coragem de Hall não foi apenas física, foi também emocional e política.</p><p>   Confesso que me emocionei várias vezes a imaginar o que deve ter sido viver com tanto medo e, mesmo assim, nunca desistir. Virginia não queria aplausos, nem medalhas (que demoraram décadas a chegar). Ela queria liberdade, dignidade e fazer a diferença — e conseguiu.</p><p><em>   "Uma Mulher Sem Importância"</em>&nbsp;não é apenas sobre guerra e espionagem. É sobre a coragem de ser "importante" mesmo quando todos tentam convencer-te de que não és.</p><p>   Sonia Purnell escreve com tanto respeito e tanta emoção que é impossível fechar o livro sem sentir uma profunda admiração, não só por Virginia, mas também por todas as mulheres que, como ela, lutaram invisíveis na sombra.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-27 21:25:26 UTC</pubDate>
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         <title>Apreciação crítica sobre a pintura &quot;Guernica&quot;.</title>
         <author>meguy07oliveira</author>
         <link>https://padlet.com/meguy07oliveira/dlazyxlme9vzeqa/wish/3435166202</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante uma viagem de família a Madrid tive a oportunidade de visitar o Museu Reina Sofía, onde está exposta a obra <em>Guernica</em>, de Pablo Picasso.</p><p>   Ao entrar na sala onde está&nbsp;<em>Guernica</em>, fui imediatamente confrontada com o tamanho e a força da pintura. A obra ocupa quase uma parede inteira e impõe-se não só pela escala, mas também pela ausência de cor, que não enfraquece a expressividade da obra, pelo contrário, foca-se no sofrimento das figuras representadas.</p><p>   A composição mostra uma cena de caos, dor e destruição: no centro, um cavalo em sofrimento; à esquerda, uma mãe que chora com o filho morto nos braços; uma figura grita com os braços levantados; e um touro observa a tragédia de forma estática. Todos os elementos estão distorcidos, fragmentados, com ângulos diferentes e expressões dramáticas, cada detalhe carrega simbolismo.</p><p>   Esta pintura foi realizada por Pablo Picasso em 1937, como resposta ao dia 26 de abril de 1937, quando aviões alemães da Legião Condor arrasaram a cidade basca de Guernica, o que causou a morte de muitos civis e gerou indignação internacional. Picasso, embora vivesse em Paris, decidiu reagir e criou esta obra no mesmo ano. A pintura tornou-se rapidamente um símbolo da crueldade da guerra e da dor do povo espanhol.</p><p>   Picasso é uma das figuras mais importantes da arte moderna. Nasceu em Málaga, em 1881 e ao longo da sua carreira passou por diversos estilos: do realismo ao cubismo, passando pelo surrealismo e por fases mais clássicas. A sua capacidade de inovar e de transmitir emoções intensas tornou Pablo Picasso um dos artistas mais influentes do século XX.&nbsp;</p><p>   A obra&nbsp;<em>Guernica</em>, de Pablo Picasso, é um exemplo marcante do modernismo. Com formas fragmentadas e cores sombrias, a pintura transmite de forma intensa a dor e o caos da guerra, refletindo o compromisso modernista com a crítica social.</p><p>   O modernismo foi um movimento artístico, literário e cultural que surgiu no final do século XIX e ganhou força ao longo do século XX, especialmente como resposta às transformações causadas pela industrialização, pelas guerras e pelo avanço da ciência. O seu principal objetivo era propor novas formas de ver, representar e compreender o mundo.</p><p>   Na arte, o modernismo rejeitou a imitação da realidade, apostando na inovação formal e na subjetividade. Surgiram várias correntes dentro do modernismo, como o cubismo, o futurismo, o surrealismo, entre outras. Cada uma trouxe uma linguagem própria, mas todas tinham em comum o desejo de quebrar convenções e desafiar o público.</p><p>   A visita ao Museu Reina Sofía e&nbsp;observar a obra <em>Guernica</em>&nbsp;fez-me perceber que uma obra de arte pode ser muito mais do que um objeto bonito, pode ser um grito, uma memória, uma denúncia.&nbsp;<em>Guernica</em>&nbsp;continua a falar ao mundo, mesmo décadas depois de ter sido criada. Através dela consegui compreender melhor a importância da arte moderna e do papel de artistas como Picasso, que usaram a sua criatividade para expressar emoções, refletir sobre a sociedade e fazer-nos pensar.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-03 23:06:27 UTC</pubDate>
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