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      <title>18ª. Conclusão. Agostinho  by Vera Braga</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-11-22 13:35:47 UTC</pubDate>
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         <title>1 VB) Primeira Parte: a busca de Deus pela inteligência 1. Apresentação Vida e Obra_</title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/dl92kd81hsfufdq0/wish/2799412064</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Verbete Agostinho. I - O primeiro grau: a fé. P. 61</strong>.               O primeiro passo na via que conduz o pensamento em di­reção a Deus é a aceitação da revelação pela fé. Procedimento surpreendente para a verdade, e que pode legitimamente parecer contraditório, dado que consiste em aceitar primeiro sem provas o que se trata precisamente de provar. Na realidade, ele se explica pela preocupação, constante para santo Agostinho, de decodificar os resultados de sua experiência pessoal. (continua).</p><ul><li><p>Reflexões VB</p></li><li><p> - 1º passo - revelação pela fé. </p></li><li><p>- Seria contraditório? Sim, mas Agostinho explica "tudo" por suas experiência pessoal. </p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-22 13:38:10 UTC</pubDate>
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         <title>2 VB)  Continuação 1. Apresentação Vida e Obra</title>
         <author>vabraga</author>
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         <description><![CDATA[<p>Durante longos anos ele buscou a verdade pela razão; na época de suas convicções maniqueístas, acreditou tê-la encontrado por esse método, então, após um doloroso período de ceticismo, atormentado pelo desespero de encontrar a verdade, constatou que a fé tinha permanentemente à disposição a mesma verdade que sua razão não pudera atingir. <strong>Portanto, em teoria, parece lógico partir da razão para chegar à fé, mas, na prática, não seria melhor o método contrá­rio? Não seria melhor crer para saber do que saber para crer, ou.</strong></p><p><strong>Não seria melhor crer para saber do que  saber para crer, ou memso para saber? É ao menos isso que sua experiência persuade Agostinho e de que ele, por sua vez, quer nos persuadir. Fim do 1º §.</strong></p><ul><li><p>Reflexões<strong> </strong>VB:</p></li><li><p>Agostinho buscou a verdade pela razão.  </p></li><li><p>É sua época de adesão ao maniqueísmo  - também ligou-se ao ceticismo  e constatou que a fé tinha à sua disposição o que a razão não pudera atingir.</p></li><li><p>Não seria melhor crer para saber? E é isso que Agostinho acredita e que quer nos fazer acreditar.  </p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-22 13:38:42 UTC</pubDate>
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         <title>3 VB) 2. Itinerário para a alma </title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/dl92kd81hsfufdq0/wish/2799414179</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>VB - Convidamos a todos para irem ao livro, II . Os vestígios de Deus, p. 397 Terceira Parte - A contemplação de Deus em sau obra - Mas o que amo, quando te amo? p. 353. </strong></p><p><strong>§ 1. </strong>O  universo, do qual Agostinho acaba de descrever a criação, é inteiramente organizado segundo o modelo das ideias divi­nas; tudo o que ele tem de ordem, de forma e de fecundidade vem delas, de modo que o liame fundamental que religa o mundo a Deus <strong>é uma relação de semelhança.</strong> <strong>Como é possível representar essa relação sem a qual o universo deixaria imediatamente de ser inteligível e também de existir?/</strong></p><ul><li><p>Reflexão  VB: </p></li><li><p>Como se organiza o Universo? Segundo o modelo da ideias divinas.  </p></li><li><p>Ordem, forma e fecundidade vem das ideias divinas. E qual é o liame que liga as ideias de Deus? É uma relação de semelhança. </p><p><br/></p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-22 13:39:46 UTC</pubDate>
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         <title>4 VB) §2</title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/dl92kd81hsfufdq0/wish/2799414904</link>
         <description><![CDATA[<p>4 VB) §2. Para concebê-la, (VB a relação de semelhança) voltemos ao princípio da criação. Deus é o Ser por excelência, a tal ponto que este é o nome pelo qual é designado ao enviar Moisés aos filhos de Israel: <em>Ego sum qui sum. </em>Ora, o <strong>ato de existir </strong>é precisamente aquilo que designa a palavra “essência”. Assim como de “sapere” deriva-se <em>'"sapientia”, </em>do mesmo modo também de “esse” deriva-se o termo “essentia”. <strong>Pode-se di­zer, portanto, que, dado que ele é o Ser por excelência, Deus é a essência suprema e, por isso mesmo, a perfeita imutabilidade. (continua).</strong></p><ul><li><p>Reflexões de VB</p></li><li><p>Como podemos representar essa relação de semelhança? É preciso voltar ao princípio da criação. Deus é o o Ser por excelência, e este foi o nome com o qual Eles se identificou a Moises.- Eu sou aquele que sou - E como se designa o ato de existir? <em>Esse</em>  que deriva do termo <em>essentia.</em> </p></li><li><p>Logo, Deus é a essência suprema, e  por isso mesmo, a perfeita imutabilidade. </p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-22 13:40:24 UTC</pubDate>
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         <title>5 VB) Continuação do § 2</title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/dl92kd81hsfufdq0/wish/2799415841</link>
         <description><![CDATA[<p>5 VB) Continuação do § 2. Quanto às coisas que ele criou e tirou do nada, ele não lhes concedeu serem o que ele mesmo é - o que seria contraditório mas concedeu-lhes serem mais ou menos e, através disso, ordenou as naturezas de suas essências segundo graus diferentes: <em>aliis dedit esse amplius, aliis minus; atque ita naturas essentiarum gradibus ordinavit. GPT - </em>Ele deu a uns mais, a outros menos; e assim ordenou <strong>as naturezas das essências em graus. </strong><em>A </em>desigualdade e a disposição hierárquica das essências fundam-se, <strong>portanto, na desigualdade das participações possíveis com o Ser e cada essência está representada por uma das ideias de Deus./</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-22 13:41:17 UTC</pubDate>
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         <title>6 VB)  p. 398 §3</title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/dl92kd81hsfufdq0/wish/2799416548</link>
         <description><![CDATA[<p>6 VB)&nbsp; p. 398 §3. Assim, todas as coisas são o que são por participação nas ideias de Deus, mas, para se alcançar a raiz dessa relação, é neces­sário ultrapassá-la e estender a relação de participação à partici­pação. Em outras palavras, graças à maneira pela qual elas imi-­ tam as ideias, todas as coisas são semelhantes a Deus. Há, portanto, uma Castidade em si, por participação na qual todas as almas castas são castas; e uma Sabedoria, cuja participação torna sábias as almas sábias; e uma Beleza, por participação na qual são belas todas as coisas belas. Mas se todas as coisas são o que são porque se assemelham à outra, necessariamente deve haver uma Semelhança, por participação na qual todas as coisas semelhantes são semelhantes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-22 13:41:56 UTC</pubDate>
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         <title>7 VB) continuação §3. </title>
         <author>vabraga</author>
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         <description><![CDATA[<p>7 VB) continuação §3. Essa semelhança primeira é o Verbo. Imitação perfeita do Pai, o Filho representa identicamente aquele que o Essa semelhança primeira é o Verbo. Imitação perfeita do Pai, o Filho representa identicamente aquele que o engendra, pois, do mesmo modo que não há nada mais casto do que a Castidade, nada mais sábio que a Sabedoria e nada mais belo que a Beleza; assim tampouco há algo mais semelhante do que a Semelhança; eis por que a Semelhança do Pai lhe é tão semelhante que reproduz a natureza paterna de maneira plena e acabada.</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-22 13:42:28 UTC</pubDate>
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         <title>8 VB) 4 §</title>
         <author>vabraga</author>
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         <description><![CDATA[<p>8 VB) 4 § Resulta disso que esse universo de imagens onde vivemos não é somente composto por imagens que são como são em razão das Ideias que elas representam, mas também que ele é, universalmente falando, composto de imagens, pois existe uma Imagem em si, uma Participação em si e, por isso, perfeita, em virtude da qual tudo o que é pode participar de Deus e imitá-lo./</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-22 13:42:57 UTC</pubDate>
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         <author>vabraga</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-11-22 13:43:26 UTC</pubDate>
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         <title>9VB) §5. p. 399-400</title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/dl92kd81hsfufdq0/wish/2799637249</link>
         <description><![CDATA[<p>9VB) §5. p. 399-400.  Que é uma imagem? E essencialmente uma <em>semelhança expressa. </em>Logo, não se deve confundir a imagem com a semelhan­ça, da qual aquela é apenas uma espécie. De certo, toda imagem é semelhante àquilo de que é a imagem, mas a recíproca não é ver­ dadeira, porque nem tudo que é semelhante a outra coisa é imagem. Para uma semelhança ser imagem, é necessário que seja uma semelhança entre um ser engendrado e aquele que o engendra. Nesse sentido, a semelhança de si mesmo que um homem engendra num espelho é verdadeiramente sua imagem, pois é ele quem a produz; pela mesma razão, o Verbo pode ser dito imagem de Deus, posto que o Pai lhe engendra como a perfeita semelhança de si mesmo. A relação inicial de Deus consigo mesmo, pela qual ele se exprime totalmente na Imagem em si, que é o Verbo, é a fonte e o modelo de todas as relações que permitirão às criaturas virem a ser e subsistirem./ </p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-22 17:18:01 UTC</pubDate>
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