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      <title>O QUARTO DE DESPEJO-  CAROLINA MARIA DE JESUS- 1 ANO C by Vitória Júlya Oliveira De Souza</title>
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      <description>Mural do livro: O quarto de despejo de Carolina Maria de Jesus. Esse mural é composto por informações, interpretações da obra, também contendo e exemplos atuais e opiniões sobre o tema. Documentários, frases, vídeos, musicas e entre outros. Um espaço para relembrarmos a vida de uma escritora guerreira. Que em cada página de seus diários escreveu sobre suas decepções, felicidades, sonhos e sofrimentos. 

Ana Luiza Roque Mesquita;
Júlia de Ataíde Cunha;
Júlia Mey Lin Lam;
Thalita Martins de Souza;
Vitória Julya Oliveira de Souza.

Prof. Gisele Augusto
1 ano C  </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-08-22 18:31:44 UTC</pubDate>
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         <pubDate>2021-08-22 18:58:12 UTC</pubDate>
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         <pubDate>2021-08-22 18:59:59 UTC</pubDate>
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         <pubDate>2021-08-22 19:05:35 UTC</pubDate>
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         <pubDate>2021-08-22 19:08:26 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Este fragmento audiovisuais do especial de televisão "Caso Verdade - Quarto de despejo - de catadora de papéis à escritora famosa", exibido entre os dias 07 e 11 de março de 1983, pela Rede Globo de Televisão com produção de Walter Avancini, direção Attílio Riccó, roteiro Cleston Teixeira, com Ruth de Souza, Walter Cruz e Irede Cardoso.&nbsp; Esse video permitira o leitor de O quarto do despejo a presenciar visualmente o que lemos no livro. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-22 19:19:54 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>E depois da publicação do livro?&nbsp;<br>Cinquenta e cinco anos depois da publicação de Quarto de despejo, o interesse pela obra da escritora Carolina Maria de Jesus continua se desdobrando. Carolina hoje é revisitada sob diversos ângulos, dada a riqueza de sua produção inédita e de sua vida de altos e baixos. No vídeo produzido pela equipe de Pesquisa Fapesp, a historiadora Elena Pajaro Peres fala sobre aspectos da vida e obra da escritora, ressaltando a importância de verificar aspectos que vão além dos livros e do período em que a autora viveu em São Paulo. Veja como seu trabalho continua a instigar pesquisas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-22 19:22:21 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Biografia da Ana Carolina.<br><br>A infância pobre, o sucesso editorial repentino de uma mulher semianalfabeta, a fama e o fim de vida no ostracismo. Em "Carolina: uma biografia", o jornalista Tom Farias narra a complexa e intensa trajetória da escritora Carolina de Jesus.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-22 19:25:37 UTC</pubDate>
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         <pubDate>2021-08-26 19:27:40 UTC</pubDate>
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         <title>Poema </title>
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         <description><![CDATA[<div>Procura-se<br>Um lugar no mundo onde o amor não seja julgado<br>onde a cada 24 horas 6 mil não são assassinados<br>onde a cor da pele não passe de melanina<br>que seja só alegria<br>para todas as famílias<br><br>Sem precisar olhar pra trás a cada andada<br>Pode amanhecer e ela jogada na estrada é um risco<br>Toda vez que ela sai de casa&nbsp; corre perigo<br><br>Não importa o que fale&nbsp;<br>Todo que eu digo&nbsp;<br>sai pelo outro ouvido<br><br>quero um lugar que&nbsp;<br>eu possa amar e ser amado<br>Sem medo de ser morto&nbsp;<br>por quem está do meu lado<br>procura-se um lugar&nbsp;<br>onde eu não precise ter medo de andar de mãos dadas sem ser julgada<br>onde o respeito e ordem estão presentes em todas as pessoas&nbsp;<br><br>que todos sejam leves como folhas<br>Não pesados como cobre onde a cada dia que passa a taxa de morte entre as minorias aumenta<br>E infelizmente isso não é de hoje<br>A tempos atrás isso já acontecia<br>ser assassinada, esfaqueado, açoitado e chamado lixo<br>como a minha avó dizia:<br>O câncer do mundo são as pessoas de mente fechada que enxergam apenas o que querem ver<br><br>Ana Luiza Roque N°4</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 20:40:42 UTC</pubDate>
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         <title>Opinião sobre o livro</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O livro é uma grande crítica social, falando sobre os dramas do dia a dia da autora e seu mundo pessoal. A narrativa chamou muito a atenção para as favelas que sempre foi de certo modo esquecidas, empurradas para debaixo do tapete<br><br>Ana Luiza Roque N°4</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 20:41:03 UTC</pubDate>
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         <title>resenha do texto :</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Mas, mesmo com a sensação de não ter outra opção e com a companhia insistente da fome, Carolina se move pela esperança de publicar seu livro e retirar seus filhos daquele lugar e lhes dar uma vida melhor.<br><br>Acredito que outra autora ou outro autor poderia escrever sobre o dia a dia na favela, mas ninguém o faria tão bem quanto alguém que lá viveu — e é admirável a forma como Carolina Maria de Jesus se expressa e revela um tom poético, por meio de uma linguagem simples e apesar de sua frágil instrução.<br><br>Nome: Thalita Martins de Souza&nbsp;<br>Série : 1°C&nbsp;<br>Número: 47</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 21:08:42 UTC</pubDate>
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         <title>opinião pessoal</title>
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         <description><![CDATA[<div>Bom, o livro é bem interessante e emocionante quando você, ler você não quer parar<br>E também esse livro faz muito para refletir o livro fala sobre algumas pessoas que já passam ou já passaram na vida<br>Uma coisa bem interessante no livro que Ela já foi empregada doméstica e olha na onde ela chegou ela virou uma escritora famosa<br><br>Nome: Thalita Martins de Souza&nbsp;<br>Série: 1°C<br>Número : 47</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 21:11:04 UTC</pubDate>
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         <title>Trecho do livro: O quarto do despejo.</title>
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         <description><![CDATA[<div>Voz: Ana Luiza&nbsp;<br>Edição: Vitória Julya.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 22:09:03 UTC</pubDate>
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         <title>Outros que enfrentaram a sociedade e seus padrões estúpidos: </title>
         <author>00001054948197sp</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Biografia de Martin Luther King<br><br></div><div>Martin Luther King (1929-1968) foi um ativista norte-americano, lutou contra a discriminação racial e tornou-se um dos mais importantes líderes dos movimentos pelos direitos civis dos negros nos Estados Unidos. Recebeu o Prêmio Nobel da Paz em 1964.<br><br></div><div><br>Martin Luther King nasceu em Atlanta, Geórgia, Estados Unidos, no dia 15 de janeiro de 1929. Filho e neto de pastores da Igreja Batista resolveu seguir pelo mesmo caminho.<br><br><br>Em 1951, formou-se em Teologia na Universidade de Boston. Convertido em pastor, em 1954, Martin Luther King assumiu a função de pastor em uma igreja na cidade de Montgomery, no Alabama.<br><br></div><div><br>Luta pelos direitos dos negros<br><br></div><div><br>Desde jovem, Martin Luther King tomou consciência da situação de segregação social e racial em que viviam os negros de seu país, em especial nos estados do Sul.<br><br></div><div><br>Em 1955, começou sua luta pelo reconhecimento dos direitos civis dos negros norte-americanos, com métodos pacíficos, inspirado na figura de Mahatma Gandhi e na teoria da desobediência civil de Henry David Thoreau, as mesmas fontes que inspiraram a luta de Nelson Mandela contra a Apartheid, na África do Sul.<br><br><br>No dia 1 de dezembro de 1955, a costureira negra, Rosa Parks, foi detida e multada por ocupar um assento reservado para as pessoas brancas, pois nos ônibus de Montgomery o motorista tinha que ser branco e os negros só podiam ocupar os últimos lugares.<br><br></div><div><br>O protesto silencioso de Rosa Parks propagou-se rapidamente. O Conselho Político Feminino organizou um boicote aos ônibus urbanos, como medida de protesto.<br><br></div><div><br>Martin Luther King apoiou a ação e, pouco a pouco, milhares de negros passaram a caminhar quilômetros a caminho do trabalho, causando prejuízo às empresas de transporte. O protesto durou 382 dias, terminou em 13 de novembro de 1956, quando a Suprema Corte norte-americana aboliu a segregação racial nos ônibus de Montgomery.<br><br></div><div><br>Foi o primeiro movimento vitorioso do gênero registrado no solo americano. No dia 21 de dezembro de 1956, Martin Luther King e Glen Smiley, sacerdote branco, entraram juntos e ocuparam lugares na primeira fila do ônibus.<br><br><br>Os movimentos contra a segregação dos negros provocaram a ira das autoridades e de grupos racistas como o Ku Klux Klan, que atacavam com violências os participantes, o próprio Luther King e os grupos ativistas Panteras Negras e o muçulmano <a href="https://www.ebiografia.com/malcolm_x/">Malcolm X</a>.<br><br></div><div><br>Em 1957, Martin Luther King fundou a Conferência da Liderança Cristã do Sul, sendo o seu primeiro presidente. Passou a organizar campanhas pelos direitos civis dos negros. Em 1960, conseguiu liberar o acesso dos negros em parques públicos, bibliotecas e lanchonetes.<br><br></div><div><br>Discurso <em>I Have a dream </em>(Eu Tenho um Sonho)<br><br></div><div><br>Em 1963, sua luta alcançou um dos momentos culminantes, ao liderar a Marcha sobre Washington, que reuniu 250 mil pessoas, quando fez seu importante discurso intitulado <em>I Have a dream</em> (em português, <em>Eu tenho um sonho</em>), onde descreve uma sociedade, onde negros e brancos possam viver harmoniosamente.<br><br></div><div><br>Nesse mesmo ano, Martin Luther King e outros representantes de organizações antirracistas foram recebidos pelo presidente John Fitzgerald Kennedy, que se comprometeu agilizar sua política contra a segregação nas escolas e a questão do desemprego que afetava de modo especial toda a comunidade negra. No dia 22 de novembro de 1963, o presidente foi assassinado.<br><br></div><div><br>Em 1964, foi criada a Lei dos Direitos Civis, que garantia a tão esperada igualdade entre negros e brancos. Nesse mesmo ano, Martin Luther King recebeu o Prêmio Nobel da Paz. Segue um trecho do discurso:<br><br></div><blockquote><br>Digo-lhes, hoje, meus amigos, que apesar das dificuldades e frustrações do momento, ainda tenho um sonho. É um sonho profundamente enraizado no sonho americano.<br><br><br>Tenho um sonho que um dia esta nação levantar-se-á e viverá o verdadeiro significado da sua crença: Consideramos estas verdades como evidentes por si mesmas, que todos os homens são criados iguais.<br><br><br>Tenho um sonho que um dia nas montanhas rubras da Geórgia os filhos de antigos escravos e os filhos de antigos proprietários de escravos poderão sentar-se à mesa da fraternidade.<br><br><br>Tenho um sonho que um dia o estado do Mississipi, um estado deserto, sufocado pelo calor da injustiça e da opressão, será transformado num oásis de liberdade e justiça.<br><br><br>Tenho um sonho que meus quatro pequenos filhos viverão um dia numa nação onde não serão julgados pela cor da sua pele, mas pela qualidade do seu caráter.<br><br><br>Tenho um sonho, hoje.<br><br><br>Esta é nossa esperança. Esta é a fé com a qual regresso ao Sul. Com esta fé seremos capazes de retirar da montanha do desespero uma pedra de esperança. Com esta fé poderemos transformar as dissonantes discórdias de nossa nação numa bonita e harmoniosa sinfonia de fraternidade. Com esta fé poderemos trabalhar juntos, rezar juntos, lutar juntos, ir para a prisão juntos, ficarmos juntos em posição de sentido pela liberdade, sabendo que um dia seremos livres.<br><br><br>Esse será o dia quando todos os filhos de Deus poderão cantar com um novo significado: "O meu país é teu, doce terra de liberdade, de ti eu canto. Terra onde morreram os meus pais, terra do orgulho dos peregrinos, que de cada localidade ressoe a liberdade.<br><br></blockquote><div><br>Morte de Martin Luther King<br><br></div><div><br>A luta continuou. Em 1965, Martin Luther King encabeçou uma manifestação de milhares de defensores dos direitos civis desde Selma até Montgomery. Mas sua luta teve um fim trágico, quando sua vida foi interrompida por um tiro enquanto descansava na sacada de um hotel em Memphis, onde apoiava um movimento grevista dos lixeiros.<br><br><br>Martin Luther King faleceu em Memphis, Tennessee, Estados Unidos, no dia 4 de abril de 1968.<br><br></div><div><br>Em 1977, em homenagem póstuma, representado por sua esposa Coretta Scott King, recebeu a Medalha Presidencial da Liberdade. Em 2004, recebeu a Medalha de Ouro do Congresso Americano, pelos 50 anos da promulgação da histórica Lei dos Direitos Civis.<br><br></div><div><br>De: Vitória Julya.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 22:35:20 UTC</pubDate>
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         <title>Musicas que falam de racismo, segregação e preconceito:</title>
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         <description><![CDATA[<div>https://youtu.be/0D84LFKiGbo<br><br>https://youtu.be/GuYgMTAVVI0<br><br>https://youtu.be/00Aq3n8SlMU<br><br></div><div>De: Julia Ataíde;<br>Artista: Djonga.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 22:49:12 UTC</pubDate>
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         <title>Outros que enfrentaram a sociedade e seus padrões estúpidos:</title>
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         <description><![CDATA[<div><strong>1 INÍCIO DA VIDA DE NINA SIMONE<br><br>Biografia de Nina Simone<br></strong><br></div><div>Logo aos 6 anos, Nina começou a estudar piano e aos 10 se apresentou em um recital na sua cidade natal que marcaria a sua vida.<br><br></div><div>Neste evento, seus pais tiveram que ceder seus lugares na primeira fila do local a pessoas brancas, episódio que marcou a vida de Simone no que se diz respeito à luta pelos direitos civis dos negros.<br><br></div><div>Logo mais em 1950, Nina Simone saiu da Carolina do Norte para estudar piano em Nova Iorque e em 1954 se mudou novamente, dessa vez para a Califórnia com a sua família.<br><br><strong>2 FAMA E ATIVISMO<br></strong><br></div><div>Depois se ter sido rejeitada pelo Instituto Curtis <strong>devido ao fato de ser negra</strong>, Nina assinou um contrato com a Bethlehem Records em 1957, começando assim a sua carreira.<br><br></div><div>Os primeiros sucessos de Nina foram <em>Don’t Let Me Be Misunderstood</em>, <em>My Baby Just Carier For Me</em> e <em>I Love You Porgy</em>.<br><br></div><div>Com o hit <em>Little Girl Blue</em>, lançado em 1958, Nina Simone fechou um contrato com a Colpix Records, gravando diversos álbuns de estúdio e ao vivo.<br><br></div><div>Em 1961 Nina se <strong>casou</strong> com um detetive da polícia de Nova Iorque, Andrew Stroud, que mais tarde se tornaria seu agente e com quem teve sua primeira filha, Lisa Celeste, em 1962.<br><br></div><div>Já na gravadora Philips, em 1964, o álbum de Nina intitulado <em>Nina Simone in Concert</em>, estava relacionado às constantes desigualdades sociais em destaque na época. E assim, essa retórica foi uma constante em forma de musicalidade, pela <strong>luta dos direitos civis dos negros</strong>.<br><br></div><div>Em 1969, Nina Simone deixou os Estados Unidos, cansada de ser avaliada pela cor da pele, iniciando um roteiro itinerante. Esteve em Barbados, na Libéria, na Holanda, na Tunísia e na França, onde permaneceu durante 10 anos.<br><br></div><div>Esteve duas vezes no <strong>Brasil</strong>, uma em 1985 para um festival de jazz e outra em 1997 quando gravou com <strong>Maria Betânia</strong>, a música <em>Ready to Sing</em> (“Pronta para Cantar”).<br><br></div><div>Nina Simone <strong>faleceu</strong> em Carry-le-Rouet, França, no dia 21 de abril de 2003.<br><br></div><div><strong>3 VIDA DIFÍCIL RELATADA NO DOCUMENTÁRIO </strong><strong><em>WHAT HAPPENED, MISS SIMONE?<br></em></strong><br></div><div>A artista era frequentemente agredida pelo seu marido, mas, por conta de ter uma relação de intensa dependência sexual para com ele, não o deixava.<br><br></div><div>A liderança e o ativismo nas questões sociais começaram a declinar a sua carreira, pois, prejudicava a venda dos shows dela, deixando-a com uma situação financeira bastante desconfortável, na qual a cantora passou a cantar em bares de Paris.<br><br></div><div>A luta de Nina Simone pela igualdade racial era tão grande que decidiu ir morar na Libéria, um país africano, fazendo com que por motivo desta viagem houvesse o abandono de sua carreira artística, assim como o eventual rompimento de diversos compromissos musicais.<br><br></div><div>A causa dessa ruptura teria se dado porque Nina Simone, de personalidade forte e na luta pelos direitos de igualdade sociais, decidiu ir viver em algum lugar em que pudesse ser vista de igual para igual, vivendo com a sua “raça” negra por não ter que se submeter às injustiças de uma sociedade racista.<br><br></div><div>Nina Simone viveu na mesma época de outros grandes ativistas político-sociais, como é o caso de <a href="https://incrivelhistoria.com.br/personalidades/biografias/martin-luther-king-biografia/"><strong>Martin Luther King</strong></a>, que liderava causas com o mesmo propósito: união entre brancos e negros.<br><br></div><div>De: Vitória Julya.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 22:56:11 UTC</pubDate>
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         <title>Outros que enfrentaram a sociedade e seus padrões estúpidos:</title>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><h1>Biografia de Nelson Mandela</h1><div><br></div><div>Rolihlahla Mandela nasceu no clã Madiba, na vila de <a href="https://www.google.co.za/maps/place/Mvezo/@-31.9426277,28.5317853,14z/data=!3m1!4b1!4m5!3m4!1s0x1e6084c2b478f1af:0xb4ef62f7baab9fff!8m2!3d-31.9407269!4d28.5491565">Mvezo,</a>no Cabo Oriental, em 18 de julho de 1918. Sua mãe era Nonqaphi Nosekeni e seu pai era Nkosi Mphakanyiswa Gadla Mandela, conselheiro principal do rei interino do povo Thembu, Jongintaba Dalindyebo. Em 1930, quando ele tinha 12 anos, seu pai morreu e o jovem Rolihlahla tornou-se uma ala de Jongintaba no Great Place em Mqhekezweni<sup>1</sup>.<br><br></div><div>Ouvindo as histórias dos anciãos sobre o valor de seus antepassados durante as guerras de resistência, ele sonhava também em fazer sua própria contribuição para a luta pela liberdade de seu povo.<br><br>Ele frequentou a escola primária em <a href="https://www.google.co.za/maps/place/Qunu,+5105/@-31.7838807,28.6100996,14.56z/data=!4m5!3m4!1s0x1e608086fa5e9407:0x16c69b557381e8c6!8m2!3d-31.7881448!4d28.6235619">Qunu</a> onde sua professora, Srta. Mdingane, lhe deu o nome nelson, de acordo com o costume de dar a todos os escolares nomes "cristãos".<br><br></div><div>Ele completou seu Certificado Júnior no Clarkebury Boarding Institute e foi para Healdtown, uma escola secundária wesleyana de alguma reputação, onde ele se matriculou.<br><br></div><div>Mandela começou seus estudos para um bacharelado em Artes na University College of Fort Hare, mas não completou o diploma lá, pois foi expulso por participar de um protesto estudantil.<br><br></div><div>Em seu retorno ao Grande Lugar em Mqhekezweni, o Rei ficou furioso e disse que se não voltasse para Fort Hare ele arranjaria esposas para ele e seu primo Justice. Eles fugiram para Joanesburgo, chegando lá em 1941. Lá ele trabalhou como oficial de segurança de minas e depois de conhecer Walter Sisulu, um agente imobiliário, ele foi apresentado ao Lazer Sidelsky. Ele então fez seus artigos através de um escritório de advogados - Witkin, Eidelman e Sidelsky.<br><br>Ele completou sua BA através da Universidade da África do Sul e voltou para Fort Hare para sua formatura em 1943.<br><br>Enquanto isso, ele começou a estudar para um LLB na Universidade de Witwatersrand. Por sua própria admissão, ele era um estudante pobre e deixou a universidade em 1952 sem se formar. Ele só começou a estudar novamente através da Universidade de Londres após sua prisão em 1962, mas também não completou esse grau.<br><br></div><div>Em 1989, enquanto nos últimos meses de sua prisão, obteve um LLB através da Universidade da África do Sul. Ele se formou à revelia em uma cerimônia na Cidade do Cabo.<br><br></div><div><strong><br>Entrando na política<br></strong><br></div><div>Mandela, embora cada vez mais politicamente envolvido a partir de 1942, só se juntou ao Congresso Nacional Africano em 1944, quando ajudou a formar a ANC Youth League (ANCYL).<br><br></div><div>Em 1944 casou-se com a prima de Walter Sisulu, Evelyn Mase, uma enfermeira. Eles tiveram dois filhos, Madiba Thembekile "Thembi" e Makgatho, e duas filhas chamadas Makaziwe, a primeira das quais morreu na infância. Ele e a esposa divorciaram-se em 1958.<br><br></div><div>Mandela subiu nas fileiras da ANCYL e, através de seus esforços, o ANC adotou uma política mais radical baseada em massa, o Programa de Ação, em 1949.<br><br>Em 1952 ele foi escolhido como o Voluntário Nacional-Em-Chefe da Campanha de Desafio com Maulvi Cachalia como seu vice. Esta campanha de desobediência civil contra seis leis injustas foi um programa conjunto entre o ANC e o Congresso Indiano sul-africano. Ele e outros 19 foram acusados sob a Lei de Supressão do Comunismo por sua participação na campanha e condenados a nove meses de trabalho severo, suspensos por dois anos.<br><br></div><div>Um diploma de dois anos em direito em cima de sua BA permitiu que Mandela praticasse direito, e em agosto de 1952 ele e Oliver Tambo estabeleceram o primeiro escritório de advocacia negro da África do Sul, Mandela &amp; Tambo.<br><br></div><div>No final de 1952 ele foi banido pela primeira vez. Como uma pessoa restrita, ele só foi autorizado a assistir em segredo como a Carta da Liberdade foi adotada em Kliptown em 26 de junho de 1955.<br><br></div><div><strong><br>O Julgamento de Traição<br></strong><br></div><div>Mandela foi preso em um ataque policial em todo o país em 5 de dezembro de 1956, o que levou ao Julgamento de Traição de 1956. Homens e mulheres de todas as raças se encontraram no banco dos réus no julgamento da maratona que só terminou quando os últimos 28 acusados, incluindo Mandela, foram absolvidos em 29 de março de 1961.<br><br></div><div>Em 21 de março de 1960, a polícia matou 69 pessoas desarmadas em um protesto em Sharpeville contra as leis de aprovação. Isso levou ao primeiro estado de emergência do país e à proibição do ANC e do Congresso Pan-Africanista (PAC) em 8 de abril. Mandela e seus colegas no Julgamento de Traição estavam entre os milhares de detidos durante o estado de emergência.<br><br></div><div>Durante o julgamento, Mandela casou-se com uma assistente social, Winnie Madikizela, em 14 de junho de 1958. Eles tiveram duas filhas, Zenani e Zindziswa. O casal se divorciou em 1996.<br><br></div><div>Dias antes do fim do Julgamento de Traição, Mandela viajou para Pietermaritzburg para discursar na Conferência All-in Africa, que decidiu que ele deveria escrever ao primeiro-ministro Verwoerd solicitando uma convenção nacional sobre uma constituição não-racial, e para avisar que se ele não concordasse que haveria uma greve nacional contra a África do Sul se tornando uma república. Depois que ele e seus colegas foram absolvidos no Julgamento de Traição, Mandela foi para o subterrâneo e começou a planejar uma greve nacional para 29, 30 e 31 de março.<br><br></div><div>Diante da mobilização maciça da segurança do Estado, a greve foi cancelada mais cedo. Em junho de 1961 ele foi convidado a liderar a luta armada e ajudou a estabelecer Umkhonto weSizwe (Lança da Nação), que foi lançado em 16 de dezembro de 1961 com uma série de explosões.<br><br>Em 11 de janeiro de 1962, usando o nome adotado David Motsamayi, Mandela deixou secretamente a África do Sul. Ele viajou pela África e visitou a Inglaterra para ganhar apoio para a luta armada. Recebeu treinamento militar no Marrocos e na Etiópia e retornou à África do Sul em julho de 1962. Ele foi preso em um bloqueio policial nos arredores de Howick em 5 de agosto, enquanto retornava de KwaZulu-Natal, onde havia informado o presidente da ANC, Albert Luthuli, sobre sua viagem.<br><br></div><div>Ele foi acusado de deixar o país sem permissão e incitar os trabalhadores a entrar em greve. Ele foi condenado e sentenciado a cinco anos de prisão, que ele começou a servir na Prisão Local de Pretória. Em 27 de maio de 1963 ele foi transferido para a <a href="https://www.google.co.za/maps/place/Robben+Island/@-33.804744,18.3523277,14z/data=!3m1!4b1!4m5!3m4!1s0x1dcc8a654bdf75cb:0x7d6f64452ede9061!8m2!3d-33.8076073!4d18.3712309">Ilha Robben</a> e retornou para Pretória em 12 de junho. Dentro de um mês, a polícia invadiu Liliesleaf, um esconderijo secreto na Rivonia, Joanesburgo, usado por ativistas do ANC e do Partido Comunista, e vários de seus companheiros foram presos.<br><br></div><div>Em 9 de outubro de 1963 Mandela juntou-se a outros 10 em julgamento por sabotagem no que ficou conhecido como o Julgamento da Rivonia. Enquanto enfrentava a pena de morte, suas palavras ao tribunal no final de seu famoso "Discurso das Docas" em 20 de abril de 1964 tornaram-se imortalizadas:<br><br></div><blockquote>"</blockquote><div>Lutei contra a dominação branca, e lutei contra a dominação negra. Eu apreciei o ideal de uma sociedade democrática e livre na qual todas as pessoas vivem juntas em harmonia e com igualdade de oportunidades. É um ideal que espero viver e alcançar. Mas se for necessário, é um ideal para o qual estou preparado para morrer. "</div><blockquote><strong><br>Discurso da doca citação por Nelson Mandela em 20 de abril de 1964</strong></blockquote><div><br>Em 11 de junho de 1964 Mandela e outros sete acusados, Walter Sisulu, Ahmed Kathrada, Govan Mbeki, Raymond Mhlaba, Denis Goldberg, Elias Motsoaledi e Andrew Mlangeni, foram condenados e no dia seguinte foram condenados à prisão perpétua. Goldberg foi enviado para a prisão de Pretória porque era branco, enquanto os outros foram para a Ilha Robben.<br><br></div><div>A mãe de Mandela morreu em 1968 e seu filho mais velho, Thembi, em 1969. Ele não tinha permissão para ir aos funerais deles.<br><br></div><div>Em 31 de março de 1982 Mandela foi transferido para a prisão de Pollsmoor na Cidade do Cabo com Sisulu, Mhlaba e Mlangeni. Kathrada se juntou a eles em outubro. Quando voltou para a prisão em novembro de 1985 após uma cirurgia de próstata, Mandela foi mantido sozinho. O Ministro da Justiça Kobie Coetsee o visitou no hospital. Mais tarde, Mandela iniciou conversações sobre uma reunião final entre o governo do apartheid e o ANC.<br><br></div><div><strong><br>Libertação da prisão<br></strong><br></div><div>Em 12 de agosto de 1988 ele foi levado para o hospital onde foi diagnosticado com tuberculose. Depois de mais de três meses em dois hospitais, ele foi transferido em 7 de dezembro de 1988 para uma casa na prisão de Victor Verster, perto de Paarl, onde passou seus últimos 14 meses de prisão. Ele foi libertado de seus portões no domingo, 11 de fevereiro de 1990, nove dias após a desbancamento do ANC e do PAC e quase quatro meses após a libertação de seus companheiros remanescentes da Rivonia. Ao longo de sua prisão, ele rejeitou pelo menos três ofertas condicional de libertação.<br><br></div><div>Mandela mergulhou em conversações oficiais para acabar com o governo da minoria branca e em 1991 foi eleito presidente da ANC para substituir seu amigo doente, Oliver Tambo. Em 1993, ele e o presidente FW de Klerk ganharam juntos o Prêmio Nobel da Paz e em 27 de abril de 1994 ele votou pela primeira vez em sua vida.<br><br></div><div><strong><br>Presidente<br></strong><br></div><div>Em 10 de maio de 1994 foi empossado como o primeiro presidente democraticamente eleito da África do Sul. Em seus 80<sup>ésimo</sup> aniversário em 1998 ele se casou com Graça Machel, sua terceira esposa.<br><br></div><div>Fiel à sua promessa, Mandela renunciou em 1999 após um mandato como presidente. Ele continuou a trabalhar com o Fundo Infantil Nelson Mandela que ele criou em 1995 e estabeleceu a Fundação Nelson Mandela e a Fundação Mandela Rhodes.<br><br></div><div>Em abril de 2007, seu neto, Mandla Mandela, foi instalado como chefe do Conselho Tradicional de Mvezo em uma cerimônia no Mvezo Great Place.<br><br></div><div>Nelson Mandela nunca vacilou em sua devoção à democracia, igualdade e aprendizado. Apesar da terrível provocação, ele nunca respondeu ao racismo com racismo. Sua vida é uma inspiração para todos os que são oprimidos e privados; e a todos que se opõem à opressão e à privação.<br><br></div><div>Ele morreu em sua casa em Joanesburgo em 5 de dezembro de 2013.<br><br></div><div><br><br></div><div>De: Vitória Julya.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 23:05:35 UTC</pubDate>
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         <title>⊰⊹ฺ opinião pessoal </title>
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         <description><![CDATA[<div>O livro é um relato cruel e real sobre a vida de uma mulher negra na favela. É de extrema importância que obras como essa sejam enaltecidas e lidas pelas pessoas, já que a maioria das coisas que acontecem por lá são esquecidas. É um relato muito interessante de ser lido e fazendo o leitor ter empatia pela autora e sua história de vida. Carolina graças ao seu esforço se tornou uma grande referência pra muitas pessoas e uma ótima escritora, mas é triste pensar que nem todos terão essa oportunidade como ela teve.&nbsp;<br><br>⊰⊹ฺ Júlia de Ataíde n°31 1°C&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-17 00:16:48 UTC</pubDate>
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         <title>Desenho </title>
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         <description><![CDATA[<div>Julia&nbsp;Mey Lin Lam n⁰32  1 E.M.C</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-17 01:26:06 UTC</pubDate>
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         <pubDate>2021-09-17 15:43:53 UTC</pubDate>
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