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      <title>A solidão dos moribundos seguido de &quot;Envelhecer e Morrer&quot; by ISADORA OLIVEIRA ROCHA</title>
      <link>https://padlet.com/oisadora/di8vb7hxcpoatnwd</link>
      <description>Reflexões, provocações, inquietações...</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-03-26 13:46:13 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>oisadora</author>
         <link>https://padlet.com/oisadora/di8vb7hxcpoatnwd/wish/1357676474</link>
         <description><![CDATA[<div>A leitura do livro me fez refletir sobre processos de amadurecimento e decadência das vidas. Pensei nestes dois componentes enquanto ideias complementares e, ao mesmo tempo, opostas. Como nos inserimos nessa relação - com a decadência, com o amadurecimento das vidas e nas nossas vidas?</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-26 15:27:11 UTC</pubDate>
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         <title>A leitura do livro me fez refletir sobre a desvalorização da velhice e como ela pode mudar de cultura para cultura, e como o desenvolvimento da sociedade leva a morte solitária e a solidão. Para além disso, a discussão da sala e o livro me fez pensar sobre a morte em si, e como o livro diz, o jovem não pensa sobre isso, e deveríamos pensar o quanto ela pode refletir na vida das pessoas ao redor</title>
         <author>larabindiano</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-03-26 17:36:26 UTC</pubDate>
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         <title>Mariana Vilar</title>
         <author>marivilar99</author>
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         <description><![CDATA[<div>A leitura do livro me fez refletir o quanto a morte mesmo sendo tão iminente e natural a nós ainda é tratada com tanto tabu, como a morte é escondida e muitas vezes negada, os sujeitos não conseguem até mesmo nomeá-la e isso recai em nossa sociedade principalmente as crianças, muitos pais preferem criar histórias sobre a morte ou até mesmo não contar sobre a morte de algum ente, a fim de não gerar dor. Porém, esconder a morte de qualquer forma gera a dor, pois será negado ao indivíduo passar pelo processo de luto e ele é extremamente importante. Assim, como dito em aula, passamos pela morte, uma vez que não podemos nos desvencilhar dela, mas não conseguimos falar sobre ela. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-26 17:36:46 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>karinasmoreira54</author>
         <link>https://padlet.com/oisadora/di8vb7hxcpoatnwd/wish/1358271791</link>
         <description><![CDATA[<div>Tanto a leitura do livro quanto a discussão me propôs a refletir sobre o que não falamos e o que evitamos pensar: a morte.&nbsp; Além disso, o livro nos remete também ao que estamos vivendo nos dias atuais, o medo da solidão e o medo da morte solitária. Precisamos estar atentos a fenômenos que ainda não estamos ligados de forma direta mas que é uma certeza para todos, digo da velhice e também a morte.<br>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-26 17:37:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A leitura do livro me fez repensar sobre vários aspectos da mortes, de forma que cada cultura vive o luto de uma forma diferente, o livro traz reflexões sobre os significados da morte e suas transformações no processo da civilização.</title>
         <author>emannuelaazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/oisadora/di8vb7hxcpoatnwd/wish/1358274318</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-03-26 17:38:08 UTC</pubDate>
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         <title>Herick Dias </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Lendo o livro pensei naquele ditado "a morte é a única certeza da vida" e como mesmo assim passamos o tempo em vida negando/não pensando a morte e, em um esforço cotidiano para evita-la ao mesmo tempo que não falamos sobre. E outra percepção é sobre como o capital, o mercado, está em todo lugar. Sobre como nós - enquanto sociedade alienada - não atribuímos valor ao corpo envelhecido e "desumanizamos" a morte e seu processo.<br><br>&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/PxW6q45mY7o" />
         <pubDate>2021-03-26 17:39:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>me chamou a ideia de que a morte recalcada, de fato, não gostamos de pensar na  morte porem imagino ser importante discutir sobre ate mesmo com as crianças porem não consigo afirmar ate que ponto sera positivo ou negativo. </title>
         <author>josianecristina240994</author>
         <link>https://padlet.com/oisadora/di8vb7hxcpoatnwd/wish/1358287677</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-03-26 17:41:06 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>A leitura do livro me fez refletir sobre a pluralidade de sentidos para o envelhecimento e a morte.</title>
         <author>luscazr</author>
         <link>https://padlet.com/oisadora/di8vb7hxcpoatnwd/wish/1358293313</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-03-26 17:42:17 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Reflexões</title>
         <author>joaobennett</author>
         <link>https://padlet.com/oisadora/di8vb7hxcpoatnwd/wish/1358295948</link>
         <description><![CDATA[<div>Penso bastante em como é culturalmente incentivado a ideia de postergar a morte. Como se não pudesse ser falado. O irônico é que ela está presente desde o momento que nascemos. Matamos para comer, convivemos com a morte e fins de ciclos desde sempre, mas a morte relacionada a pessoas se torna algo do qual devemos fugir, quase como uma fantasia de que se não é falado, logo não é real. Ainda que se discuta e que em determinadas culturas seja algo celebrado, a experiência da morte é vivida de maneira individual, o medo, felicidade, angústia e até mesmo o ato de morrer. São experiências vividas individualmente e por isso é sempre um assunto complexo e com discussões ricas<br>.&nbsp; &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-26 17:42:54 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>coqueirogiovanna</author>
         <link>https://padlet.com/oisadora/di8vb7hxcpoatnwd/wish/1358299676</link>
         <description><![CDATA[<div>A leitura do livro é muito rica quando se trata da temática morte e seus estigmas que históricamente foram construidos de várias formas e se manifestam até hoje, o não falar sobre a morte não a faz menos dolorosa e sim mais dificil de lidar pois socialmente não pensamos na morte muito menos que ela pode acontecer até o momento, a leitura em um todo  traz reflexões riquissimas principalmente sobre essa negação que paira sobre o tema morte justamente por ser doloroso pensar em perder alguem que amamos e essa elaboração, casou muito com momento em que vivemos e as reflexões sobre.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-26 17:43:45 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>larissaufcat</author>
         <link>https://padlet.com/oisadora/di8vb7hxcpoatnwd/wish/1358319560</link>
         <description><![CDATA[<div>Tanto a leitura quanto as reflexões em sala me fizeram perceber o quanto a morte é um assunto difícil de ser dialogado e pensado cotidianamente, dependendo da cultura em que as pessoas estão inseridas. As questões da finitude, na sociedade de modo geral, raramente são colocadas. E como bem aponta o texto, me inquieta as questões da solitude e decadência em que são colocados esses “moribundos”.&nbsp;<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-26 17:48:11 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Thainã Perini</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/oisadora/di8vb7hxcpoatnwd/wish/1358352931</link>
         <description><![CDATA[<div>Através da leitura do livro e do que foi discutido em sala refleti muito sobre como lidamos com a morte de maneira diferente conforme o contexto histórico, social e cultural mudam. O contexto de pandemia me forçou a pensar sobre a morte de maneira que nunca havia pensado antes. A velhice nos obriga a se preparar para o fim da vida de uma maneira mais natural, mas durante a juventude muito dificilmente essas reflexões e preparações para a morte vêm de maneira latente, acredito que isso acontece porque não imaginamos que vamos morrer jovens e não queremos encarar a morte.&nbsp;</div>]]></description>
         <pubDate>2021-03-26 17:55:34 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>isadora_ao</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ao ler o livro e, depois, em conjunto com as questões levantas em aula, refleti sobre o quanto a questão da morte é simbólica e como isso nos afeta direta ou indiretamente. Além disso, achei bastante relevante também&nbsp; pensar como os diversos lutos durante a&nbsp; nossa trajetória de vida&nbsp; nos impactam, como: perdas, términos de relacionamentos, traumas, entre outros.&nbsp; Portanto, outra reflexão que tive foi como a negação da morte está intrínseco na nossa cultura e sociedade, e como a solidão se relaciona com a velhice e a morte.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-26 17:56:37 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>rafaelarenero</author>
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         <description><![CDATA[<div>Gostei muito do livro, achei a melhor leitura da disciplina. O autor traz uma visão bem completa sobre a temática, trazendo apontamentos históricos e culturais, os quais, acredito eu, são essenciais para compreensão de qualquer questão humana, principalmente a velhice que é uma temática pouco discutida e muito romantizada.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-26 17:57:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A leitura de obras como Elias associadas a Mucida, Butler, Safatle, Luana Silva e outras são uma tempestade de sensações e percepções para quem já passou dos 50 como eu!! Envelhecer reserva destas riquezas. Espero poder contribuir, com este arcabouço que a Universidade Pública e gratuita ainda nos reserva, na luta por melhores condições de vida, envelhecimento, morte e luto no nosso país. Investimento em políticas públicas comprometidas com os/as trabalhores/as, com qualidade e dignidade é fundamental para melhor a condição de todos e todas, crianças, jovens, idosos.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/oisadora/di8vb7hxcpoatnwd/wish/1358365336</link>
         <description><![CDATA[<div>Obrigada Isadora!! </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-26 17:58:33 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>AnaPaulaPinheiroLopes</author>
         <link>https://padlet.com/oisadora/di8vb7hxcpoatnwd/wish/1358368175</link>
         <description><![CDATA[<div>A leitura do texto somada as discussões em sala nos momentos síncronos, me possibilitou diversas reflexões acerca do envelhecer e da morte em diversos âmbitos. A velhice em muitos contextos, como um processo de solidão e de temer a morte como algo inquietante, se faz presente em diversas culturas. Além disso, a falta de diálogos sobre esse corpo que envelhece e que um dia se finda, torna o processo de envelhecer ainda mais difícil, como uma representativa de confronto com o destino e de medo do que ele pode nos proporcionar. Por isso, vê-se a relação interpessoal atribuída a morte em tempos e modos diferentes, como também, questões socioculturais atreladas a depender de como a sociedade enfrenta o luto e como simboliza as diferentes fases do desenvolvimento humano. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-26 17:59:15 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Maria Carolina Ferreira Tosta </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/oisadora/di8vb7hxcpoatnwd/wish/1358371618</link>
         <description><![CDATA[<div>Eu particularmente gostei bastante da leitura da obra, pois é um texto que resgata algumas concepções do que é o envelhecimento e também da morte, fazendo um percurso através das diversas culturas, e também do tempo. Ademais, também me fez refletir sobre coisas que muitas das vezes nos passam despercebidas, como por exemplo, a questão de como as nossas emoções diante dos processos de luto foram sendo modificadas para se adequarem ao social, assim como também o tratamento que damos a velhice. Enfim, gostei muito de todas as discussões e provocações realizadas no decorrer de toda a disciplina. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-26 18:00:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mariaaluizaaribeiroo</author>
         <link>https://padlet.com/oisadora/di8vb7hxcpoatnwd/wish/1358378015</link>
         <description><![CDATA[<div>A parti da leitura do livro e da discussão realizada em sala pude compreender como o processo da&nbsp; velhice é visto em algumas culturas como uma etapa ruim. Diferente dessa percepção, entendo que a velhice é um processo muito bonito, que envolve dentro de uma historicidade, um olhar maduro sobre a vida. O idoso deve ser compreendido como um ser de potencia, de sentimentos, de desejos e de história.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-26 18:01:35 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Ana Clara de Arruda Nunes</title>
         <author>anaclaraarrudanunes</author>
         <link>https://padlet.com/oisadora/di8vb7hxcpoatnwd/wish/1358387069</link>
         <description><![CDATA[<div>A leitura do livro e as reflexões feitas em sala me fez perceber o quanto a morte é um assunto delicado sendo um processo cultural, histórico e social. Além disso, por meio do livro do Nobert Elias refleti como a forma como lidamos com a vida nos dá indícios também da forma como lidaremos com a morte.<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-26 18:03:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>marianecaldeiraam</author>
         <link>https://padlet.com/oisadora/di8vb7hxcpoatnwd/wish/1358390141</link>
         <description><![CDATA[<div>A leitura do livro "A solidão dos moribundos seguido de envelhecer e morrer" de Norbert Elias, pôde suscitar algumas reflexões em conjunto com as discussões em sala de aula, e os demais textos lidos no decorrer da disciplina. Assim sendo, fica evidente o quanto o fenômeno da morte é substancialmente social, já que assumiu diferentes lugares na vida das pessoas desde os primórdios da humanidade. Hodiernamente, no entanto, nos encontramos em um momento em que a morte é tida como um tabu como apontado por ELIAS (2001). No entanto, o fenômeno vem se tornando cada vez mais familiar e próximo, devido ao contexto da pandemia. Assim, a ideia de morte antes vinculada apenas aos velhos e moribundos, vem se tornado cada vez mais um fenômeno sem faixa-etária, e que vem acometendo indivíduos de singularidades diversas, diferentes vivencias sociais, economicas, familiares, políticas, etc.&nbsp;Por fim, ressalto que a solidão advinda da morte, antes experienciada majoritariamente por um público específico, vem se ampliando, e universalizando a angústia e a solidão que a certeza da morte nos traz.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-26 18:04:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>rafamv42</author>
         <link>https://padlet.com/oisadora/di8vb7hxcpoatnwd/wish/1358393082</link>
         <description><![CDATA[<div>A aula e o livro foram muito consistentes em trazer uma reflexão um pouco mais crítica sobre a morte, considerando que esta é um sintoma na modernidade ocidental. A miopia que mantemos em relação a nossa finitude é insustentável, ainda mais considerando que todos envelheceremos e conviveremos com esse processo, tanto com o nosso eventual fim, quanto o fim daqueles ao nosso redor. Muito necessárias também as observações quanto ao cenário pandêmico em que vivemos, em que tanto a morte quanto seu sintoma de negação estão nos sufocando em seu excesso. Parabéns aos colegas pelos relatos e a professora pelo manejo!<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-26 18:05:07 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Isadora Régia</title>
         <author>regiadora</author>
         <link>https://padlet.com/oisadora/di8vb7hxcpoatnwd/wish/1358401133</link>
         <description><![CDATA[<div>Reflir sobre a morte em tempos pandêmicos a partir das discussões feitas em sala e a leitura da obra "A solidão dos Mobibundos", faz com que passemos a enxergar a morte de uma forma&nbsp; intensa, mesmo que não se escolha falar e refletir sobre (partindo do pressuposto que a cultura ocidental trata a morte como um grande inconveniente/tabu).&nbsp; A morte chega, a morte existe e faz parte do processo da vida, negá-la não a retarda, mas a torna mais angustiante e afasta o sujeito da própria compreensão de sua existência, já que, a partir do momento em que você nasce, já esta inserido em um desenvolvimento/ envelhecimento que pressupõe a morte enquanto uma certeza!</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-26 18:07:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mariaeduardaleao</author>
         <link>https://padlet.com/oisadora/di8vb7hxcpoatnwd/wish/1358401302</link>
         <description><![CDATA[<div>A obra de Nobert Elias "A solidão dos moribundos seguido de 'Envelhecer e Morrer'" apesar dessa já ter completado alguns anos se torna expremamente atual no contexto pandêmico que vivemos, no qual a cada dia as mortes batem recordes em nosso país. Diante das relações postas nas aulas, na leitura do livro e a circunstância contemporânea proporciona questionamentos desde de inquiaetações de uma morte que é eminente à como somos confrontados pelas mortes de outros, que sempre nos lembra da nossa finitude. Assim, apesar da nossa cultura afastar a morte do debate social, ela se faz presente e contante em nossa realidade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-26 18:07:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Guilherme de Souza Cavaggioni</title>
         <author>guilhermecavaggioni</author>
         <link>https://padlet.com/oisadora/di8vb7hxcpoatnwd/wish/1358403773</link>
         <description><![CDATA[<div>A aula e o livro "a solidão dos moribundos" me trouxe reflexões extremamente importantes em relação a morte em geral, visto seus atravessamentos nos diversos sujeitos. Esse "não falar" da morte acaba por implicar em processos que desnorteam as pessoas em relação a essa etapa, essa questão, mesmo que constante na vida. Não há uma elaboração da morte, uma fala sobre essa morte, sendo assim, ao se deparar com esse processo, seja em si mesmo ou no outro, a angústia e o medo tomam conta. é preciso pensar e falar mais abertamente sobre a morte, sobre a finitude da existência, sobre as maneiras de se existir mesmo perante a essa fim, e principalmente perante ao contexto pandêmico em que vivemos. A aula foi bastante proveitosa para se pensar e questionar todas essas questões aqui expostas, pois esse debate é um debate muito necessário que mal existe.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-26 18:07:48 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Sabrina Mesquita Vaz</title>
         <author>sabrinamv3000</author>
         <link>https://padlet.com/oisadora/di8vb7hxcpoatnwd/wish/1358409474</link>
         <description><![CDATA[<div>A leitura do livro me fez refletir sobre várias questões que envolvem a morte, como a dificuldade que existe em falar sobre ela; a forma em que é tratada frequentemente na sociedade, como um tabu; sobre os rituais, que em cada local e cultura acontece de um modo diferente e sobre as especulações e incertezas que há em relação ao que acontece após esta morte. E de acordo com as discussões realizadas na aula, percebe-se que com a pandemia este processo da morte, do luto se tornou muito mais difícil e complicado, pois hoje, além das pessoas que estão quase falecendo terem que passar por seus últimos momentos sozinhos, não há também um velório ou algo para simbolizar esta morte, o que gera ainda mais tristeza e sofrimento para todos.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-26 18:09:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Poema Solidão de Rodrigo Locura (prof. da UFCAT)</title>
         <author>fetrombas</author>
         <link>https://padlet.com/oisadora/di8vb7hxcpoatnwd/wish/1358417204</link>
         <description><![CDATA[<div>Quando&nbsp;<br>me sinto<br>acuado,<br>em minha solidão,<br><br>leio Poemas,<br><br>mergulho<br>na Filosofia<br><br>Eles ensinam&nbsp;<br>como atravessar<br>desertos<br><br>e chegar<br>em jardins<br>de flores.<br><br>O livro Solidão dos moribundos conversa com esse poema que faz parte de um livro recém lançado pelo prof. da Educação Física da Ufcat. O que é envelhecer e morrer, se não também uma solidão na vida, solidão de morrer "sozinho". O que é a velhice, se não um poema, escritas, marcas que ficam na memória que não se apagam. A filosofia da vida, encaminha para uma melhor velhice, e uma boa morte? Ensina a atravessar o deserto da vida? onde pode levar, esse caminho tão solitário? Que jardim é, para cada idoso em sua singularidade? E um jardim? O livro solidão dos moribundos, em seu título, discorre essa fase da vida de um idoso contemporâneo na sociedade brasileira: um moribundo solitário!<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-26 18:10:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>nadilah3010</author>
         <link>https://padlet.com/oisadora/di8vb7hxcpoatnwd/wish/1358427103</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;O momento de discussão da aula juntamente com a leitura do livro propostos me fizeram repensar as questões relacionadas a morte, principalmente por que essa concepção é deveras complexa de ser trabalhada na sociedade hodierna, sendo muitas vezes não nomeada apesar de ser eminente a todos nós. Com a leitura evidencia-se o nosso papel de moribundos a procura de modos de tentar viver e lidar com a decadência que tal tentativa impõe, necessitando ao mesmo tempo compreender como esse processo atua sobre nós e nos dá notícia da chegada ao fim. Dessa forma, é compreensível a necessidade de falar desse fenômeno que é cotidiano a todos e além disso buscar meios de discutir como a solidão impera nesse processo, entendendo como esse assunto é delicado e social. O diálogo da morte deve ser feito com sensibilidade e estima, como foi proposto majestosamente pela Profa. Isadora, que mais uma vez traz questões pertinentes de um modo necessário, com fluidez e cuidado.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-26 18:13:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>crislanufg</author>
         <link>https://padlet.com/oisadora/di8vb7hxcpoatnwd/wish/1358429399</link>
         <description><![CDATA[<div>A discussão me fez refletir bastante sobre a inserção que a morte tem na nossa sociedade, partindo do fato da morte ser essencialmente toda e qualquer falta de controle, já que não se pode escolher não morrer, a sua representação nesse pacto social de não a nomear no tangível, de sermos capazes de apenas manifesta-la nessas pequenas porções (símbolos), que nos afastam do seu real sentido, nos fazendo canaliza-la somente no emparelhamento a algo (celebrações, rituais) para torna-la “suportável”.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-26 18:13:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Norbert (2001) realiza o que propõe ao final de seu livro: falar abertamente sobre a morte. Para ele, &quot;a morte não é terrível, passa-se ao sono e o mundo desaparece, mas o que pode ser terrível na atualidade é a dor dos moribundos, bem como a perda de uma pessoa querida sofrida pelos vivos (pp.76).&quot;</title>
         <author>leilasabrina</author>
         <link>https://padlet.com/oisadora/di8vb7hxcpoatnwd/wish/1358434672</link>
         <description><![CDATA[<div>Passamos a não falar da morte como se fosse um tabú, tentamos não colocá-la presente em nossos dias por acharmos doloroso, mas expectativa de vida só aumenta,&nbsp; poderemos ser futuramente os moribundos e a forma como agimos agora com a ideia de envelhecer poder ajudar a quebrar para nós o tabú da morte quanto do envelhecer.<br>"A melhor idade é esta vivo (desconhecido)"</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-26 18:15:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mari04isaac</author>
         <link>https://padlet.com/oisadora/di8vb7hxcpoatnwd/wish/1358442160</link>
         <description><![CDATA[<div>A leitura do livro e a discussão feita em sala de aula me fez refletir sobre a visão que diferentes culturas possuem sobre a&nbsp; morte e como a nossa sociedade lida com a velhice e a morte, também me fez refletir no porquê que nós tendemos a não pensar sobre essas questões e o quanto elas impactam em nossa vida.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-26 18:16:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>eduarrdafranca</author>
         <link>https://padlet.com/oisadora/di8vb7hxcpoatnwd/wish/1358448475</link>
         <description><![CDATA[<div>Pensar a morte é inquietante, até porque se trata de um assunto evitado - e muitas vezes negado - pela grande maioria das pessoas, de modo que apesar da morte estar lá, não é dita. A partir da leitura do texto e das discussões durante a aula, a gente pode perceber como a construção de um conceito sobre a morte é baseada em aspectos históricos, sociais, culturais e até econômicos, sendo modificada conforme as condições postas. Dizer sobre a morte é dizer sobre a vida, assim, é necessário que falemos sobre o processo de finitude, inclusive para que possamos elaborar nossos lutos. Vale ressaltar a importância de discutirmos tais questões diante do cenário trágico da pandemia de COVID-19, em que milhares de brasileiros morrem diariamente.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-26 18:18:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A leitura do livro nos traz uma discussão sobre a morte em suas diferentes épocas na industrialização da sociedade e também de como a vinda dos avanços na civilização trouxe uma ressignificação a morte. Com isso é possível pensar na morte na nossa sociedade que muitas vezes é vista como um ato de violência, mas que também em nossa época e civilização as pessoas vem a morrerem silenciosas, uma solidão no leito de morte, como podemos perceber ainda mais no momento que estamos vivendo uma pandemia. </title>
         <author>llaianecandido</author>
         <link>https://padlet.com/oisadora/di8vb7hxcpoatnwd/wish/1358467808</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-03-26 18:23:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A leitura do livro e as discursões realizadas em aula, me fizeram pensar como as questões da finitude se apresentam na velhice e como a morte se apresenta em seus variados contextos, épocas e civilizações. Também a refletir a dificuldade de se falar sobre a morte nos tempos atuais.</title>
         <author>pehfelip</author>
         <link>https://padlet.com/oisadora/di8vb7hxcpoatnwd/wish/1358511728</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-03-26 18:35:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Isabella P. Andrade</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/oisadora/di8vb7hxcpoatnwd/wish/1358538656</link>
         <description><![CDATA[<div>A leitura do livro e a discussão em turma me fez refletir sobre como nossa cultura lida com o processo de envelhecimento e morte. Também fiz reflexões sobre esse processo para minha religião, outras religiões e religiões antigas (como pelas mitologias grega, nórdica e egípcia, das quais acho muito interessantes). Achei mais relevante pensar nos moribundos, nos cuidadores, familiares e amigos do que quem já partiu dessa vida. Isso, pois todos esses devem lidar com os processos simbólicos da morte e da elaboração do luto. Também fiquei feliz em relembrar “O Conto dos Três Irmãos” que aparece no último livro, e filme, da saga Harry Potter (que eu amo) em que consegui fazer uma relação com o tema.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-26 18:42:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>TiffanySouza</author>
         <link>https://padlet.com/oisadora/di8vb7hxcpoatnwd/wish/1358559985</link>
         <description><![CDATA[<div>Eu gostei muito da leitura desse livro, principalmente do percurso histórico e cultural feito pelo autor, contextualizando e apontando as diferenças relacionadas a morte nos séculos passado e na atualidade. Pensar sobre a morte se torna angustiante e inquietante, pois é algo que está no campo do não dito, decidimos por ignorar e não pensar nem falar sobre.<br>Além disso, as discussões durante a aula foram extremamente ricas e me fizeram pensar sobre o pós morte também, sobre todas as questões que permeiam aqueles que ficaram e que acabaram de perder alguém.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-26 18:49:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Com a leitura do livro e as discussões realizadas com a turma, pude refletir sobre como o nosso modelo de sociedade foi nos afastando do nosso corpo-natureza, que segue fluxos de vida-morte-vida. Nessa norma do consumo e da produtividade  que gera lucros, morrer é deixar de oferecer mão-de-obra para o sustento do capital. Nesse sentido, dependendo do território em que nos constituímos e da maneira com que fomos apresentades à morte, deparar-se com essa finitude pode ser considerado o fim de uma submissão produtiva e assim, o corpo perde seu valor. No entanto, esse processo também pode ser visto como um retorno natural do corpo para esse ciclo próprio de vida-morte-vida.  </title>
         <author>kayannamiura</author>
         <link>https://padlet.com/oisadora/di8vb7hxcpoatnwd/wish/1358585928</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-03-26 18:56:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Isadora Marques Carvalho</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/oisadora/di8vb7hxcpoatnwd/wish/1358596161</link>
         <description><![CDATA[<div>Dadas discussões relacionadas a leitura do livro, pode-se refletir sobre diversas questões a respeito do envelhecer. Uma delas se configura na essencialidade do discurso antecipado na educação que, deve fazer-se presente em quaisquer culturas, a fim de, tornar os sujeitos conscientes da morte, sem vê-la como violenta, ou mesmo romantiza-la, mas aceita-la enquanto etapa integrante da vida.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-26 18:59:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Amanda Borges Costa</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/oisadora/di8vb7hxcpoatnwd/wish/1358639992</link>
         <description><![CDATA[<div>Eu, particularmente, achei muito interessante tanto o livro como as questões elucidadas em sala a respeito de como a sociedade e a cultura - nós - lidam com o processo -constante- de envelhecimento, com a velhice propriamente dita e com a morte, suas variações de acordo com contextos históricos, culturas e épocas. Vale a ressalva de que, no contexto pandêmico atual, nota-se, um contato maior com a finitude da vida: a morte.&nbsp;</div>]]></description>
         <pubDate>2021-03-26 19:13:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ana Beatriz</title>
         <author>abeatrizlopes24</author>
         <link>https://padlet.com/oisadora/di8vb7hxcpoatnwd/wish/1358646402</link>
         <description><![CDATA[<div>O livro e as aulas trouxeram muitas questões reflexivas acerca dos envelhecimentos. Ao mostrar como a morte foi encarada ao longo dos séculos, o autor nos convida a refletir como nós temos feito isso nos últimos anos. A incapacidade de falar abertamente da morte engendra várias consequências e algumas delas são o sofrimento, solidão e o silenciamento. Além disso, é necessário lembrarmos do quanto um recorte social, cultural e vivencial são importantes para compreender como é que o sujeito irá elaborar tanto o envelhecimento, quanto a morte. Falar sobre a morte ao longo da nossa vida é essencial. Apesar da dor e da perda muitas vezes inerente a este processo, é imprescindível lembrar que elas fazem parte do nosso processo de subjetividade e da nossa existência. E, quando damos espaço para esta dor, luto e perdas serem vivenciadas, damos oportunidade para sermos, muitas vezes, ressignificados, podendo, assim, passar por essa passagem e processo com um pouco mais de maturidade e leveza.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-26 19:15:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>psipaulaazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/oisadora/di8vb7hxcpoatnwd/wish/1358680041</link>
         <description><![CDATA[<div>O livro proposto, somado as discussões em sala, deixa em destaque a morte como percursora da vida. Ao falar de vida, intrinsicamente falamos de morte, e vice-versa. A relação que cada sujeito desenvolve com esse destino certeiro varia de acordo com os percursos históricos, sociais e econômicos que cada cultura se situa, e mesmo no não dito, essa relação existe e deixa suas marcas. É nesse sentido que, ainda mais no contexto pandêmico que estamos, é necessário pensar, refletir, dialogar e produzir sobre essas questões de vida-morte, compreendendo (ou tentando compreender) como nossos corpos são influenciados e pautados pelas lógicas de cada sociedade dentro de suas especificidade. Os lutos que podem ser provenientes desse processo são de extrema&nbsp;<br>importância para a produção de um bem-estar social e coletivo.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-26 19:26:03 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/oisadora/di8vb7hxcpoatnwd/wish/1358680041</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Denise Fernandes  </title>
         <author>denisefd</author>
         <link>https://padlet.com/oisadora/di8vb7hxcpoatnwd/wish/1358684590</link>
         <description><![CDATA[<div>A partir da leitura do livro e dos apontamentos feitos em aula, foi possível refletir acerca de como a morte nos afeta e como se torna um paradoxo. Mesmo sabendo sobre a finitude da vida, ao se falar em morte existe uma “barreira” a qual é difícil de se atravessar, tornando-se um assunto muitas vezes evitado. Dessa forma, o livro também nos remete a momentos históricos e culturais no qual, é de suma importância para compreendermos as diversas formas de velhice e morte no decorrer do tempo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-26 19:27:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Brunna Naves </title>
         <author>brunna_bns</author>
         <link>https://padlet.com/oisadora/di8vb7hxcpoatnwd/wish/1358804871</link>
         <description><![CDATA[<div>Gostei muito da reflexão que o livro propõe e o que conseguimos discutir na aula. Fiquei pensando em como a pandemia, de certa forma, nos obrigou a pensar e a elaborar sobre a morte, principalmente, sobre uma morte inesperada. Tendemos a negar o processo de envelhecimento e a evitá-lo, com a intenção de afastar também a morte. No entanto, é algo que não pode ser evitado ou agendado. Nesse sentido, fiquei pensando que, talvez, a partir desse momento que estamos vivendo, poderemos encontrar uma nova forma de olhar, falar e lidar com a finitude da vida.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-26 20:09:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Eu gosto da ideia de o livro falar abertamente sobre a morte, principalmente por poder pensar e refletir acerca de que a morte não é tão terrível assim: “Passa-se ao sono e o mundo desaparece, mas o que pode ser terrível na atualidade é a dor dos moribundos, bem como a perda de uma pessoa querida sofrida pelos vivos&quot;; nada mais rico poder entender que a metáfora de dizer que ao dormir e o mundo desaparecer ( morrer), pode ser muito mais confortante para alguns do que as terríveis realidades de sofrimento, o que me fez pensar bastante em pessoas em estados vegetativos ou até mesmo que estão sofrendo com o agravamento da covid-19 e ter a vida atravessada por esse advento. Pelos que ficam, entendo que é bastante difícil sofrer pelos que foram, mas ao todo entender a jornada construída por uma vida que não é intacta nem infinita. A única certeza enquanto seres humanos ao nascer é a morte, mas para além disso pensar sobre essa construção de fases e suas relações. Um dos fatores mais poderoso para mim é de alguma forma elaborar a morte assim como entender a morte dos demais. Assim entender, portanto, que esse processo não é de solitude. </title>
         <author>eduardalopsrodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/oisadora/di8vb7hxcpoatnwd/wish/1358892171</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-03-26 20:45:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/oisadora/di8vb7hxcpoatnwd/wish/1358974366</link>
         <description><![CDATA[<div>João Paulo Cabrał&nbsp;<br><br>A aula de hoje juntamente com o livro A Solidão dos Moribundos, trás de forma mais crítica e reflexiva assuntos como o envelhecer e morrer. O momento que não se pode negar mais a finitude da vida é também o de aceitação da mortalidade, as dificuldades do envelhecer e a complexidade da aceitação da partida, todos esses assuntos nos permite ter ou tentar uma visão mais realista a respeito da etapa que todos os seres humanos terão de passar, momento esse que pode ser compreendido de forma mais branda e menos velada.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-26 21:27:05 UTC</pubDate>
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         <title>Mariani Ramos dos Santos </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Achei interessante porque apesar do livro não ser tão recente, ele aborda temas muito atuais na sociedade como: epidemia e a solidão dos mais velhos. Por isso, para mim foi importante Norbert Elias trazer que os idosos são excluídos do restante da sociedade porque ao ter contato com ele, estamos diante da certeza da morte. Essa passagem me fez refletir sobre quando eu perdi meu avô para COVID e o último questionamento dele foi que ele não queria ir pra o hospital pq ele ficaria sozinho e não voltaria mais e foi importante refletir sobre esse medo de estar só ao fim da vida.</div>]]></description>
         <pubDate>2021-03-26 22:49:32 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>lailaraquel0909</author>
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         <description><![CDATA[<div>A leitura do texto e a discussão em aula nos mostra que o significado da morte, bem como os ritos e crenças ligados a ela, variam conforme a cultura e o contexto social em que o indivíduo está, e são construídos ao decorrer da história. Para nossa sociedade, falar ou pensar sobre a morte é um tabu. No entanto, o atual contexto pandêmico, por exemplo, nos convoca a entender a morte como mais real e mais próxima, em níveis diferentes, mas de um modo geral para toda população, nos fazendo pensar no valor da vida, na sua fragilidade e finitude.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-26 23:39:54 UTC</pubDate>
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         <title>Ana Carolina de Almeida</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A reflexão que o livro propõe e a discussão da aula me pôs a pensar o quanto a morte ainda é um tabu, e principalmente na velhice, ela se torna uma preocupação. Nesse contexto de pandemia, a morte passa a ser um temor generalizado, pela situação da doença muitas vezes se torna uma morte solitária, o que é mais sentido na velhice, que muitos ficam em isolamento e dali já são encaminhados sedados para uma UTI... E por mais que haja essa discussão e a tentativa de aceitação da morte, ainda é muito difícil nos desvincularmos do lado emocial do temor e da tristeza causada pela perda.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-27 02:12:09 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ana_pastore</author>
         <link>https://padlet.com/oisadora/di8vb7hxcpoatnwd/wish/1359327692</link>
         <description><![CDATA[<div>A leitura do livro juntamente com as discussões feitas em sala me fizeram refletir a respeito do processo de morte e como são processos tratados de formas diferentes em diferentes culturas e contextos. No capítulo dois vemos como o desenvolvimento social determina a natureza da morte, que é um problema social. É interessante pensar em como os rituais de morte na cultura se tornam meios de laço entre as pessoas, de forma que ao surgir divergências entre esses ritos é possível ver uma dissipação dos grupos de pessoas que correspondem àquela sociedade. É importante lembrar que as pessoas nesta fase da vida estão nos bastidores da vida, porque morrer na contemporaneidade, principalmente em contexto de pandemia, é um processo solitário.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-27 02:47:12 UTC</pubDate>
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         <title>Gabriela Ferreira</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>As reflexões de Nobert Elias me fizeram pensar sobre o processo de isolamento e exclusão social aos quais os moribundos estão submetidos. Assim como a dificuldade dos jovens se identificarem com eles e reconhecerem o seu próprio processo de envelhecimento. Particularmente, adorei as passagens em que o autor analisava poemas sobre a temática da morte, foram contribuições ricas que me fizeram pensar em uma série de coisas.<br>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-27 03:31:40 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Sobre a arte de ganhar existem muitas lições, mas e sobre a arte de perder? Ninguém quer falar a respeito disso, mas a verdade é que passamos muito tempo da nossa vida em grande sofrimento quando perdemos bens, pessoas, realidade, sonhos.&quot; ARANTES, 2019, P.156</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/oisadora/di8vb7hxcpoatnwd/wish/1359378388</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-03-27 03:43:45 UTC</pubDate>
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