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      <title>Corynebacterium by keven pitagoras</title>
      <link>https://padlet.com/kevenpitagoras94/di14m3dflun0qb6b</link>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-08-16 13:06:46 UTC</pubDate>
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         <title>Sobre a bactéria</title>
         <author>kevenpitagoras94</author>
         <link>https://padlet.com/kevenpitagoras94/di14m3dflun0qb6b/wish/2262218082</link>
         <description><![CDATA[<div>As bactérias do gênero Corynebacterium possuem parede celular contendo arabinose, galactose, ácido meso-diaminopimélico e, na maioria das espécies, ácidos micólicos de cadeia curta. São coradas por Gram, se agregam e possuem forma em bacilo irregular (claviforme). As bactérias desse gênero são aeróbias ou anaeróbias facultativas, imóveis e catalase-positivas. A maioria das espécies fermenta carboidratos e produz acido lático como subproduto.&nbsp;<br><br>As corinebactérias são ubíquas em animais e plantas, e normalmente colonizam a pele, trato respiratório superior, trato gastrointestinal e trato geniurinário em humanos. Embora todas as espécies de corinebactérias poderem funcionar como bactérias oportunistas, relativamente poucas delas estão associadas a doenças em seres humanos, com destaque para a C. diphtheriae, bactéria causadora da difteria, bactéria a qual iremos discorrer à frente.&nbsp;<br><br>Referência: Murray, Patrick R.;&nbsp; Pfaller, Michael A.; Rosenthal, Ken S. Microbiologia médica. 8ª edição. Rio de Janeiro. Elsevier, 2017.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-16 13:09:56 UTC</pubDate>
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         <title>Doenças clínicas</title>
         <author>kevenpitagoras94</author>
         <link>https://padlet.com/kevenpitagoras94/di14m3dflun0qb6b/wish/2262221266</link>
         <description><![CDATA[<div>Os sintomas clínicos são causados pela toxina diftérica, que é produzida no local da infecção e, após isso, é disseminada na circulação sanguínea. A bactéria não precisa estar presente para que os sintomas sejam sentidos, apenas a toxina.&nbsp;<br><br>A apresentação clínica da difteria pode ser determinada de por três fatores:<br><br>1- local da infecção<br>2- estado imunológico do paciente<br>3- virulência do micro-organismo<br><br>Sendo que a exposição ao patógeno pode ser assintomática, doença respiratória moderada ou em doença fulminante, podendo levar à morte do paciente.&nbsp;<br><br><br>Difteria respiratória: Período de incubação de 2 a 4 dias. As bactérias se multiplicam nas células epiteliais da faringe e células adjacentes e, inicialmente, causam lesão localizada por conta da exotoxina. O início da infecção tem sintomas como mal-estar, dor de garganta, faringite exsudativa e febre baixa. O exsudato evolui para uma espessa pesudomembrana que adere firmemente ao tecido subjacente e é difícil de ser removida, causando sangramento. À medida em que o paciente se recupera, a pseudomembrana é expectorada. As complicações desse tipo de infecção costumam ser cardíacas - miocardite- e neurológicas - neurotoxicidade da toxina.&nbsp;<br><br>Difteria cutânea: É adquirida através do contato pele-pele com outro paciente infectado. A bactéria coloniza a pele e penetra no tecido subcutâneo através de fissuras na pele. Ocorre a formação de uma pápula que evolui para uma úlcera crônica que não cicatriza.&nbsp;<br><br>Referência: Murray, Patrick R.;&nbsp; Pfaller, Michael A.; Rosenthal, Ken S. Microbiologia médica. 8ª edição. Rio de Janeiro. Elsevier, 2017.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-16 13:12:44 UTC</pubDate>
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         <title>Diagnóstico</title>
         <author>kevenpitagoras94</author>
         <link>https://padlet.com/kevenpitagoras94/di14m3dflun0qb6b/wish/2262221349</link>
         <description><![CDATA[<h1>O meio Tinsdale é o melhor para cultivo de C. diphtheriae em amostras clínicas, mas tem uma curta vida de prateleira e requer a adição de soro de cavalo. O meio CNA é comumente utilizado para o cultivo seletivo de bactérias Gram‑positivas sendo, dessa forma, um meio alternativo prático. Independentemente dos meios utilizados, todos os isolados semelhantes a C. diphtheriae devem ser identificados por testes bioquímicos, e a presença da exotoxina diftérica deve ser confirmada, uma vez que podem ocorrer cepas não toxigênicas.</h1><h1>A identificação presumível do C. diphtheriae pode ser baseada na presença de cisteinase e na ausência de pirazinamidase (duas reações enzimáticas que podem ser rapidamente determinadas). A avaliação bioquímica mais extensa ou o sequenciamento de genes espécie‑específicos são necessários para identificação ao nível da espécie.</h1><h1>Microscopia: Os resultados do exame microscópico do material clínico não são confiáveis. Grânulos metacromáticos em bactérias coradas com azul de metileno vêm sendo descritos, mas essa característica não é exclusiva para C. diphtheriae.</h1><h1>Para testes de toxigenicidade todos os isolados de C. diphtheriae devem ser testados quanto à produção de exotoxina. O método considerado padrão‑ouro para detecção da toxina diftérica é um ensaio de imunodifusão in vitro (teste de Elek). Um método alternativo é a detecção do gene que codifica a exotoxina utilizando um método de amplificação de ácidos nucleicos baseado na reação em cadeia da polimerase (PCR).</h1><div><br></div><h1>Referência: Murray, Patrick R.;&nbsp; Pfaller, Michael A.; Rosenthal, Ken S. Microbiologia médica. 8ª edição. Rio de Janeiro. Elsevier, 2017.</h1><h1>&nbsp;</h1>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-16 13:12:52 UTC</pubDate>
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         <title>Relato de caso</title>
         <author>kevenpitagoras94</author>
         <link>https://padlet.com/kevenpitagoras94/di14m3dflun0qb6b/wish/2262221411</link>
         <description><![CDATA[<div>Paciente do sexo masculino, 24 anos, apresentando odinofagia iniciada há três dias, com importante piora na consulta, associado à disfagia, febre (38º C), calafrios, mal estar, queda importante do estado geral. Relatou diagnóstico de DM1 em tratamento com insulinoterapia há cinco anos. Calendário vacinal completo. Ao exame físico, apresentava-se em regular estado geral, taquicárdico, desidratado, toxêmico e febril. Sem adenopatia cervical. Sem sinais de rigidez de nuca. Oroscopia apresentando hiperemia e presença de placas pseudomembranosas branco-acinzentadas, aderentes na região de úvula e pilares. Os exames laboratoriais solicitados apresentaram leucograma 27400 leucócitos com 10% bastões; glicemia de jejum 347; gasometria arterial pH 7,20 PCO2 24 PO2 104 HCO3 11, Be = 14; TAP 78/1,25 KPTT 30. Hemoculturas negativas. O paciente evoluiu com piora clínica, apresentando intensa toxemia e prostração. Colocado em isolamento de aerossóis em ambiente de terapia intensiva. Iniciado tratamento clínico com soro antidiftérico e antibioticoterapia. Evoluiu com melhora importante em cinco dias. Trinta dias após, no resultado da cultura foi identificado e isolado o bacilo.<br><br>Referência:<br>SAKAE, Thiago Mamôru et al. Difteria. Relato de caso e revisão de literatura. Organização de pesquisa acadêmica: um novo paradigma para a prática da pesquisa clínica, v. 8, n. 6, p. 551-4, 2010. Disponível em: https://scholar.google.com.br/scholar?hl=pt-BR&amp;as_sdt=0%2C5&amp;q=Difteria%3A+relato+de+caso+e+revis%C3%A3o+de+literatura+%2F+Diphtheria%3A+case+report+and+literature+review&amp;btnG=#d=gs_qabs&amp;t=1660696610696&amp;u=%23p%3D3y3-8KuufqsJ. Acesso em 15 ago 2022.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-16 13:12:56 UTC</pubDate>
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         <title>Tratamento, prevenção e controle</title>
         <author>kevenpitagoras94</author>
         <link>https://padlet.com/kevenpitagoras94/di14m3dflun0qb6b/wish/2262221593</link>
         <description><![CDATA[<div>O principal componente do tratamento da difteria é a administração precoce da antitoxina diftérica. Com a administração da antitoxina, a exotoxina é neutralizada antes que ocorra a interação com as células do hospedeiro em maior grau. Caso a doença já esteja em estado avançado, a antitoxina não será tão eficaz quanto seria se fosse administrada no começo da infecção. A penicilina ou eritromicina podem ser utilizadas para eliminar a C. diphtheriae e bloquear a produção da toxina.&nbsp;<br><br>Durante a infecção, o paciente deve manter repouso e isolamento, para evitar a transmissão do patógeno. As vias aéreas devem ser mantidas abertas para facilitar a respiração do paciente. Após a recuperação do paciente, deve ser administrado o toxoide diftérico, para a imunização do paciente, já que a maioria dos pacientes não adquirem anticorpos após a infecção antural.&nbsp;<br><br>A prevenção é obtida com a imunização ativa dos indivíduos com toxioide diftérico.&nbsp;<br><br>Referência: Murray, Patrick R.;&nbsp; Pfaller, Michael A.; Rosenthal, Ken S. Microbiologia médica. 8ª edição. Rio de Janeiro. Elsevier, 2017.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-16 13:13:10 UTC</pubDate>
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