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      <title>“A importância das Ciências Humanas para a compreensão da sociedade&quot; by jeane batista</title>
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      <description>Portfólio Individual </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-06-04 17:35:12 UTC</pubDate>
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         <title>Relação entre educação e emancipação humana</title>
         <author>jeanebatista10000</author>
         <link>https://padlet.com/jeanebatista10000/dgqj1nlesn36lxe8/wish/2211003736</link>
         <description><![CDATA[<div>De acordo com Adorno (1995 apud AMBROSINI, 2012), a emancipação humana consiste no meio pelo qual haveria a possibilidade de rompimento e superação do modelo social do capital presente na nossa sociedade e a instauração de um novo modelo social em que acabaria com a dualidade do homem na sociedade.&nbsp;<br><br>Assim sendo, a emancipação humana relaciona-se com a&nbsp; ação política, afetivo-emocional e social. Portanto, para emancipação humana só é possível quando o indivíduo tomar consciência da situação social na qual está inserido e o individual for superado e, coletivamente, determina-se como ser universal.&nbsp;<br><br>Para isso, é necessária uma nova consciência política e social, e isto, exigiria uma formação integral do homem e de suas potencialidades, o que ocorre através da Educação (ARAÚJO, 2021). Dessa maneira, a Educação torna-se um meio pelo qual os indivíduos podem se apropriar dos conhecimentos já produzidos pela humanidade, a partir de um pensamento&nbsp; crítico acerca da superação dessa desigual forma de sociabilidade e na perspectiva de uma sociedade em que o ser humano seja livre e não mais submetido ao capitalismo. Portanto, há uma intrínseca relação entre educação e emancipação humana: esta última apenas é possível através de uma educação crítica e transformadora.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-04 17:41:02 UTC</pubDate>
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         <title>A importância das ciências humanas para a emancipação do homem e para a compreensão da sociedade</title>
         <author>jeanebatista10000</author>
         <link>https://padlet.com/jeanebatista10000/dgqj1nlesn36lxe8/wish/2211004169</link>
         <description><![CDATA[<div>As ciências humanas podem ser entendidas como um campo de estudo que possui como finalidade estudar o ser humano e todos os seus aspectos, sendo chamadas de “Humanas” devido a esse caráter múltiplo. Em outras palavras, as ciências humanas vão explorar o homem enquanto ser social, isto é, que está inserido em uma sociedade, em que realiza interações e transformações. Desse modo, falar em ciência humana é falar em compreensão do homem e da sociedade.&nbsp;<br><br></div><div>Consoante a isto, o filósofo Renato Ribeiro, citado por Costa (2020), afirma que&nbsp; “são as ciências humanas que tratam do convívio das pessoas”. A partir do momento em que esse campo do saber define o homem na sociedade como objeto de estudo, este passa a possibilitar o conhecimento acerca da história, do homem, da sociedade, da geopolítica, da arte e da literatura. Esses conhecimentos fornecem um arcabouço de informações capazes de transformar os indivíduos em seres mais críticos, conhecedores da realidade em que estão inseridos.&nbsp;<br><br></div><div>Nesse sentido, as ciências humanas produzem conhecimentos a partir do questionamento e crítica ao sistema, compartilham os conhecimentos construídos e possibilitam que as pessoas questionem e critiquem a sociedade. Desse modo, as ciências humanas são importantes para a emancipação do homem, pois permite a tomada de consciência das configurações sociais e suas implicações, contribuindo para seres mais críticos e reflexivos, capazes de lutar pela sua emancipação libertadora.&nbsp;<br><br></div><div>Desse modo, entende-se que as ciências humanas possuem métodos capazes de investigar as causas das configurações sociais, explicando o mundo social no qual os indivíduos vivem e de que maneira é possível superar essas determinações sociais que foram estabelecidas ao longo da história por um grupo dominante.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-04 17:42:08 UTC</pubDate>
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         <title>A realidade dos remanescentes dos Quilombos</title>
         <author>jeanebatista10000</author>
         <link>https://padlet.com/jeanebatista10000/dgqj1nlesn36lxe8/wish/2211005461</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;</div><div>Segundo a Cartilha de Povos e Comunidades Tradicionais (2013), os remanescentes de quilombos podem ser entendidos como um grupo étnico que faz parte das comunidades tradicionais. É importante salientar que quilombos referem-se a comunidades&nbsp; que surgiram a partir de uma luta de resistência territorial, cultural e social. Desse modo, entende-se que esse povo é historicamente excluído, na medida em que desde suas origens enfrenta desigualdades sociais&nbsp;<br><br></div><div>Como dito, as comunidades quilombolas surgiram como uma forma de resistência, origem está que ressoa até os dias atuais nós remanescentes quilombolas, os quais outorgam a sua identidade quilombola uma possibilidade emancipatória (SCHMITT; TURATTI; CARVALHO, 2002), ou seja: ser quilombola é buscar a liberdade.&nbsp;<br><br></div><div>Atualmente, a maioria das Comunidades Remanescentes de Quilombo lidam com elevadas taxas de desigualdade, sobretudo no que diz respeito a questões de cunho socioeconômico, tais como a disputa por territórios com o setor agrícola, o preconceito e a falta de políticas públicas voltadas para a Educação e Saúde.<br><br></div><div>Nesse contexto, as ciências humanas atuam como investigadoras das razões para que a permanência dessa opressão e desigualdade sejam fortes no Brasil e quais são os fatores que intensificam essas questões. Além disso, também cabe ao pesquisador das ciências humanas propor possíveis soluções que auxiliem esses povos, sendo um exemplo o incentivo e a luta pela criação de políticas públicas educacionais para o povo quilombola.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-04 17:44:57 UTC</pubDate>
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