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      <title>Cortiço - 2B by Amanda santos franco da silva</title>
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      <description>Poste aqui o seu material, é só clicar no ícone + ali embaixo, à direita :-)</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-10-27 15:06:11 UTC</pubDate>
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         <title>Trabalho &quot;O Cortiço&quot;</title>
         <author>mferreira2019</author>
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         <description><![CDATA[<div>Vídeo feito por Enzo Santana e Maria Fernanda</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-04 13:59:40 UTC</pubDate>
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         <title>Trabalho &quot;O Cortiço&quot;</title>
         <author>yonarafalcao2</author>
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         <description><![CDATA[<div>Poema de biologia<br><br>Organismo vivo <br><br>As águas da chuva alagam o recinto<br>Causando tumulto por todo o caminho <br>A masculinidade primitiva exala pelos lados<br>Todos somos partes desta natureza indomável<br><br>Cortiço é composto de seres interligados,<br>A desordem se mostra evidente no momento que dão seus passos<br>Degradação sexual junto da promiscuidade do meio<br>Machos e fêmeas circulam com seus parceiros<br>________________________________<br><br>“Daí a pouco, em volta das bicas era um zunzum crescente; uma aglomeração tumultuosa de machos e fêmeas. Uns, após outros, lavavam a cara, incomodamente, debaixo do fio de água que escorria da altura de uns cinco palmos. O chão inundava-se. As mulheres precisavam já prender as saias entre as coxas para não as molhar; via-se-lhes a tostada nudez dos braços e do pescoço, que elas despiam, suspendendo o cabelo todo para o alto do casco; os homens, esses não se preocupavam em não molhar o pêlo, ao contrário metiam a cabeça bem debaixo da água e esfregavam com força as ventas e as barbas, fossando e fungando contra as palmas da mão. As portas das latrinas não descansavam, era um abrir e fechar de cada instante, um entrar e sair sem tréguas. Não se demoravam lá dentro e vinham ainda amarrando as calças ou as saias; as crianças não se davam ao trabalho de lá ir, despachavam-se ali mesmo, no capinzal dos fundos, por detrás da estalagem ou no recanto das hortas."</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-05 21:07:38 UTC</pubDate>
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         <title>Trabalho &quot;O Cortiço&quot;</title>
         <author>yonarafalcao2</author>
         <link>https://padlet.com/amandasantosfranco/dfhumjrqxz6r841t/wish/895958456</link>
         <description><![CDATA[<div>Poema de história <br><br>Ambição <br><br>Tornou-se materialista com o tempo<br>Enquanto outros sofriam na miséria <br>Século XIX deixou sequelas <br>De um lado burguesia do outro sofrimento<br> <br>Ficou viciado por ti sedutora luxúria <br>Despertou-lhe um desejo por gastar <br>Por favor tente se controlar <br>Sua verdadeira vocação é amar<br>_________________________________<br><br>“A vida americana e a natureza do Brasil patenteavam-lhe agora aspectos imprevistos e sedutores que o comoviam; esquecia-se de seus primitivos sonhos de ambição, para idealizar felicidades novas, picantes e violentas; tornava-se liberal, imprevidente e franco, mais amigo de gastar de que guardar; adquiria desejos, tomava gosto aos prazeres e volvia-se preguiçoso, resignando-se, vencido, às imposições do sol e do calor…”<br>Ambição”<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-05 21:21:11 UTC</pubDate>
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         <title>Trabalho &quot;O Cortiço&quot;</title>
         <author>yonarafalcao2</author>
         <link>https://padlet.com/amandasantosfranco/dfhumjrqxz6r841t/wish/895971498</link>
         <description><![CDATA[<div>Poema de língua portuguesa<br><br>Regionalismo <br><br>Desperta minha atenção sua fala exagerada<br>Gritos severos com gírias inusitadas<br>Maravilhado fico com palavras tão diferentes do meu convívio<br>Me sinto criança aprendendo a falar novamente<br><br>Vocabulário rebuscado esse de sua região<br>Somente pessoas nascidas lá poderiam entender<br>O como sua linguagem me faz estremecer<br>Ansioso para que um dia falarei assim também<br>_________________________________<br><br>“Vê a vassoura! Anda! LAVA! lava, que está isto uma porcaria! Parece que nunca se limpa o diabo desta casa! É deixá-lo fechado uma hora e morre-se de fedor! Apre! isto faz peste!”</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-05 21:26:00 UTC</pubDate>
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         <title>Podcast, Igor Menzes e José Arthur 2I </title>
         <author>imsantos2019</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-11-06 18:07:16 UTC</pubDate>
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         <title>Trabalho &quot;O Cortiço&quot;</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/amandasantosfranco/dfhumjrqxz6r841t/wish/900520377</link>
         <description><![CDATA[<div>Alunos: Fernando Laguzza 2B e Guilherme Bandeira 2E<br><br>Trecho: <strong>"</strong><strong><em>Ele propôs-lhe morarem juntos, e ela concordou de braços abertos, feliz em meter-se de novo com um português, porque, com toda a cafuza, Bertoleza não queria sujeitar-se a negros e procurava instintivamente o homem numa raça superior à sua.</em></strong><strong>"</strong> e o trecho relacionado à Rita e Jerônimo  <strong>“</strong><strong><em>E ela, consciente do feitiço que lhe punha, ainda mais se requebrava e remexia, dando-lhe embigadas ou fingindo, que lhe limpava a baba no queixo com a barra da saia</em></strong><strong>” </strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-07 21:54:41 UTC</pubDate>
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         <title>Trabalho &quot;O Cortiço&quot;</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/amandasantosfranco/dfhumjrqxz6r841t/wish/900543868</link>
         <description><![CDATA[<div>Alunos: Fernando Laguzza 2B e Guilherme Bandeira 2E<br><br>Trechos: <strong><em>"Ela ia retirar-se, como um animal enxotado, quando deu com a Rita [...]"</em></strong>; <strong><em>"Não era a inteligência nem a razão o que lhe apontava o perigo, mas o instinto, o faro sutil e desconfiado de toda a fêmea pelas outras"</em></strong> e <strong><em>"Para continuar a servir na roça tinha que sujeitar-se a emparelhar com os negros escravos e viver com eles no mesmo meio degradante, encurralado como uma besta, sem aspirações, nem futuros, trabalhando eternamente para outro"</em></strong><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-07 22:25:08 UTC</pubDate>
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         <title>Trabalho &quot;O Cortiço&quot;</title>
         <author>mmorais2019</author>
         <link>https://padlet.com/amandasantosfranco/dfhumjrqxz6r841t/wish/901495961</link>
         <description><![CDATA[<div>Trecho: "<strong>Desde que a febre de possuir se apoderou dele totalmente, todos os seus atos, todos, fosse o mais simples, visavam um interesse pecuniário. Só tinha uma preocupação: aumentar os bens. Das suas hortas recolhia para si e para a companheira os piores legumes, aqueles que, por maus, ninguém compraria; as suas galinhas produziam muito e ele não comia um ovo, do que, no entanto, gostava imenso; vendia-os todos e contentava-se com os restos da comida dos trabalhadores. Aquilo já não era ambição, era uma moléstia nervosa, uma loucura, um desespero de acumular; de reduzir tudo a moeda."</strong> </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-08 12:46:50 UTC</pubDate>
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         <title>Trabalho &quot;O cortiço&quot;</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/amandasantosfranco/dfhumjrqxz6r841t/wish/901855632</link>
         <description><![CDATA[<div>Jaine Quaresma, Jocinaldo Alves e Letícia Zonner<br><br>Cena selecionada:<br>Bem! Agora estavam perfeitamente a sós!<br>– Vem cá, minha flor!… disse-lhe, puxando-a contra si e deixando-se cair sobre um divã. Sabes? Eu te quero cada vez mais!… Estou louca por ti!<br>E devorava-a de beijos violentos, repetidos, quentes, que sufocavam a menina, enchendo-a de espanto e de um instintivo temor, cuja origem a pobrezinha, na sua simplicidade, não podia saber qual era.<br>A cocote percebeu o seu enleio e ergueu-se, sem largar-lhe a mão.<br>– Descansemos nós também um pouco… propôs, arrastando-a para a alcova.<br>Pombinha assentou-se, constrangida, no rebordo da cama e, toda perplexa, com vontade de afastar-se, mas sem ânimo de protestar, por acanhamento, tentou reatar o fio da conversa, que elas sustentavam um pouco antes, à mesa, em presença de Dona Isabel. Léonie fingia prestar-lhe atenção e nada mais fazia do que afagar-lhe a cintura, as coxas e o colo. Depois, como que distraidamente, começou a desabotoar-lhe o corpinho do vestido.<br>– Não! Para quê!… Não quero despir-me…<br>– Mas faz tanto calor… Põe-te a gosto…<br>– Estou bem assim. Não quero!<br>– Que tolice a tua…! Não vês que sou mulher, tolinha?… De que tens medo?… Olha! Vou dar exemplo!<br>E, num relance, desfez-se da roupa, e prosseguiu na campanha.<br>A menina, vendo-se descomposta, cruzou os braços sobre o seio, vermelha de pudor.<br>– Deixa! segredou-lhe a outra, com os olhos envesgados, a pupila trêmula.<br>E, apesar dos protestos, das súplicas e até das lágrimas da infeliz, arrancou-lhe a última vestimenta, e precipitou-se contra ela, a beijar-lhe todo o corpo, a empolgar-lhe com os lábios o róseo bico do peito.<br>– Oh! Oh! Deixa disso! Deixa disso! reclamava Pombinha estorcendo-se em cócegas, e deixando ver preciosidades de nudez fresca e virginal, que enlouqueciam a 🤬.<br>– Que mal faz?… Estamos brincando…<br>– Não! Não! balbuciou a vítima, repelindo-a.<br>– Sim! Sim! insistiu Léonie, fechando-a entre os braços, como entre duas colunas; e pondo em contato com o dela todo o seu corpo nu.<br>Pombinha arfava, relutando; mas o atrito daquelas duas grossas pomas<br>irrequietas sobre seu mesquinho peito de donzela impúbere e o rogar vertiginoso daqueles cabelos ásperos e crespos nas estações mais sensitivas da sua feminilidade, acabaram por foguear-lhe a pólvora do sangue, desertando-lhe a razão ao rebate dos sentidos.<br>Agora, espolinhava-se toda, cerrando os dentes, fremindo-lhe a carne em crispações de espasmo; ao passo que a outra, por cima, doida de luxúria, irracional, feroz, revoluteava, em corcovos de égua, bufando e relinchando.<br>E metia-lhe a língua tesa pela boca e pelas orelhas, e esmagava-lhe os olhos debaixo dos seus beijos lubrificados de espuma, e mordia-lhe o lóbulo dos ombros, e agarrava-lhe convulsivamente o cabelo, como se quisesse arrancá-lo aos punhados. Até que, com um assomo mais forte, devorou-a num abraço de todo o corpo, ganindo ligeiros gritos, secos, curtos, muito agudos, e afinal desabou para o lado, exânime, inerte, os membros atirados num abandono de bêbedo, soltando de instante a instante um soluço estrangulado.”</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-08 17:10:17 UTC</pubDate>
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         <title>Trabalho &quot;O Cortiço&quot; </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/amandasantosfranco/dfhumjrqxz6r841t/wish/902612885</link>
         <description><![CDATA[<div>Alunos: Jaylson Marques Lyra (2B), Julia Nogueira Lecco (2B) e Maria Eduarda Dias da Silva (2I).<br><br>Trechos:  “<strong>Agora, espolinhava-se toda, cerrando os dentes, fremindo-lhe a carne em crispações de espasmo; ao passo que a outra, por cima, doida de luxúria, irracional, feroz, revoluteava, em corcovos de égua, bufando e relinchando.”</strong><br><strong>“Defronte da porta de Rita tinham vindo postar-se diversos moradores do cortiço, jornaleiros de baixo salário, pobre gente miserável, que mal podia matar a fome com o que ganhava”.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-09 02:43:30 UTC</pubDate>
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         <title>Trabalho Interdisciplinar &quot;o cortiço&quot;</title>
         <author>jmesquita2019</author>
         <link>https://padlet.com/amandasantosfranco/dfhumjrqxz6r841t/wish/934260977</link>
         <description><![CDATA[<div>Júlia Lopes 2B<br>Rafael Portela 2I</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-17 22:25:06 UTC</pubDate>
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