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      <title>Diário de Leitura - A Cidade dos Deuses Selvagens  by Tomás Teixeira</title>
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      <description>Tomás Teixeira 11E</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-11-29 17:39:33 UTC</pubDate>
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         <title>09/10/2021</title>
         <author>tomas_teixeira</author>
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         <description><![CDATA[<div>Hoje chegou o tal livro dos Deuses não sei do quê, trouxe a caixa da livraria Bertrand para cima e deixei-a a um canto do hall de entrada. Fiz anos ontem e hoje é a minha festa de aniversário por isso, não penso em tocá-lo e nem sequer em tirá-lo da caixa. Hoje é dia de festa, tenho é que me divertir ,além disso, ler livros não é muito do meu interesse, mas se o assunto que o livro retrata for do meu interesse, aí engulo-o.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-29 17:41:42 UTC</pubDate>
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         <title>10/10/2021</title>
         <author>tomas_teixeira</author>
         <link>https://padlet.com/tomas_teixeira/dfaze1v09jy1i7xd/wish/1918562414</link>
         <description><![CDATA[<div>São dez da noite, estou estafado, não dormi nada ontem, pois os meus caros amigos dormiram cá e a noite foi uma balbúrdia autêntica. Lembrei-me que ontem tinha chegado o livro e então fui busca-lo para o analisar detalhadamente por fora.&nbsp;</div><div>Confesso que me agradou muito ler “ International Geographic” e “selva amazónica” nas primeiras linhas da contracapa do livro, pois surgiu logo dentro de mim uma vontadezinha de abrir o livro e começar a devorar as páginas como quem devora um pacote de batatas fritas, mas isso não aconteceu, dado que quase adormeci a examinar o livro. Espero que esta vontade gigantesca de começar a devorar o livro não desapareça durante as minhas longas horas de sono.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-29 17:43:57 UTC</pubDate>
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         <title>11/10/2021 - Capítulo 1</title>
         <author>tomas_teixeira</author>
         <link>https://padlet.com/tomas_teixeira/dfaze1v09jy1i7xd/wish/1918569563</link>
         <description><![CDATA[<div>Depois de uma meia hora a estudar matemática, decidi pegar no livro e definir uma estratégia para a leitura do mesmo. Decidi que vou ler um capítulo por dia, sendo assim demorarei 20 dias a ler o livro, mas penso que irá acabar por haver um dia ou outro que acabarei por ler mais de um mero capítulo. Adotei também que vou avaliar cada capítulo de 0/5 sendo 0, desinteressante, e 5, muito interessante - mérito para a aluna que se lembrou de fazer isto no diário de leitura e mérito para a professora por o ter mostrado há uns dias atrás na aula, penso eu.</div><div>Fui encher a minha garrafa de água e buscar uma taça com uvas e bolachas - por favor professora não se ria, cada um com as suas esquisitices - e deitei-me na cama a ler o livro. Li o primeiro capítulo em 10/15 minutos e admito que não esperava que começasse logo assim.&nbsp;</div><div>Muito resumidamente, Alexander Cold é um rapaz de 15 anos normal, simples, despachado e muito positivo, toca flauta e escala montanhas. Vive com as suas duas irmãs, Nicole e Andrea, com o seu pai John, e com a sua mãe Lisa. Desde que a sua mãe adoeceu que os dias têm ficado aborrecidos para Alex, e pelos vistos nada lhe corre bem. Lisa tem que viajar para o Texas junto do marido para realizar um tratamento único e demorado, deixando Alex com a Avó Kate e Andrea e Nicole com a Avó Carla. Kate tem uma aventura preparada para ele, vão ao Amazonas.&nbsp;</div><div>Acho que foi um capítulo interessante pois suscitou-me uma vontade de continuar a ler e estou deveras curioso pelo o que se seguirá nos próximos capítulos.</div><div><br></div><div>Avaliação do Capítulo 1: 4/5</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-29 17:46:46 UTC</pubDate>
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         <title>13/10/21 - Capítulo 2</title>
         <author>tomas_teixeira</author>
         <link>https://padlet.com/tomas_teixeira/dfaze1v09jy1i7xd/wish/1918575474</link>
         <description><![CDATA[<div>Ontem foi dia de teste, dia de treino de calistenia - calistenia é treinar usando apenas o peso do corpo - dia de chegar tarde a casa e dia de não ter vontade nenhuma para ler. Cheguei por volta das oito e meia da noite a casa, tive que tomar banho e jantar, portanto, nada de leituras ontem.&nbsp;</div><div>Hoje tinha mais que tempo, fui buscar as minhas bolachas e as minhas uvas e fui ler mais um capítulo. O capítulo intitula-se de “Uma avó excêntrica” e ao ler o seu título, pareceu-me ser dedicado à avó.&nbsp;</div><div>Alex finalmente chega a Nova Iorque depois de 6 horas de viagem ao lado de um gordalhão que transpirava por todos os lados. Trouxe uma mochila com alguns pertences e algum dinheiro. Ao ler reparei que Cold é uma criança muito responsável, pois segue muito restritamente as instruções dadas pelo pai, além disso, tem memória de elefante, dado que se lembra lucidamente da morada e do número da avó que vinham escritos nos postais que Kate lhe mandava. Notei também que Kate é uma daquelas avós extravagantes e altamente, uma vez que lhes contava histórias de zombies e vampiros e que o atirou para a piscina quando Alex tinha apenas 4 anos. Alex esteve mais de uma hora no aeroporto de Nova Iorque à espera da avó e, como a avó não apareceu, ele decidiu encontrar a casa da avó sozinho. A meio do capítulo, quando Alex vai para a paragem dos autocarros decidido de apanhar um até à casa da sua avó, é me apresentada uma nova personagem, Morgana, uma adulta com cerca de 20 anos, bonita, mas muito malvestida a quem Alex pede informações. Parece uma pessoa normal, mas rapidamente se revela uma adulta drogada. O capítulo acaba com Alex a ser roubado por Morgana que desaparece, ficando apenas com o passaporte e ainda sem ver a avó.</div><div><br></div><div>Foi um capítulo normal, nem muito interessante nem muito aborrecido, fiquei a conhecer melhor Alex e Kate e estou com um feeling de que a tal aventura no Amazonas vai correr lindamente. A escritora escreve de uma forma nítida, de fácil entendimento, o que me agrada bastante.&nbsp;</div><div><br></div><div>Avaliação capítulo 2: 3/5</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-29 17:49:22 UTC</pubDate>
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         <title>14/10/21- Capítulo 3</title>
         <author>tomas_teixeira</author>
         <link>https://padlet.com/tomas_teixeira/dfaze1v09jy1i7xd/wish/1918579959</link>
         <description><![CDATA[<div>Hoje cheguei por volta das duas e quarenta da tarde a casa, já almoçado e com muito tempo livre, mas esse tempo livre rapidamente se esgotou. Tive cerca de duas horas a estudar criptomoedas e a ver como posso investir o meu dinheiro nesse mercado, restando assim uma hora para estudar e ler o livro, dado que tinha e tive calistenia às seis e meia na avenida da praia. Li apenas um capítulo, pois estava com muita preguiça. Há dias assim não é mesmo?&nbsp;</div><div>Alex finalmente chega à casa da avó, onde toma um banho e bebe um chocolate quente. O apartamento de Kate era escuro, apinhado e caótico. Havia mil e uma coisas que Kate trouxera das suas expedições pelo mundo espalhadas por todos os cantos, suscitando interesse ao rapaz. Fiquei a saber que Kate tem 64 anos, é magra e atlética, tem olhos azuis e cabelo grisalho.&nbsp;</div><div>No capítulo anterior, Cold tinha sido roubado, levaram-lhe a mochila, mochila esta que continha a sua flauta e Kate sabendo disto, oferece-lhe a flauta do seu avô Joseph Cold, o mais célebre flautista do século.</div><div>Fiquei também a saber o porquê da aventura à selva amazónica: a revista International Geographic financiou uma expedição à selva, entre o Brasil e a Venezuela, em busca de uma criatura gigantesca que era mais alto que um urso, tinha braços bastante compridos e estava todo completo por pelos pretos. Alex e Kate intitularam-no de Besta. A expedição vai ser dirigida pelo professor Ludovic Leblanc, um famoso antropólogo, e por um brasileiro chamado César Santos que lhes vai servir de guia.</div><div><br></div><div>Foi um capítulo interessante, fiquei a conhecer melhor ainda a avó de Cold que é muito dura com ele e fiquei também a saber por onde se vai desenrolar a história. Até agora o livro foi de fácil leitura, sem palavras complicadas. Acho que Alex vai adorar a expedição e vamos ver se o tal ser primitivo existe de verdade, o que duvido muito.</div><div><br></div><div>Avaliação capítulo 3: 4/5&nbsp;</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-29 17:51:06 UTC</pubDate>
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         <title>15/10/21 - Capítulo 4</title>
         <author>tomas_teixeira</author>
         <link>https://padlet.com/tomas_teixeira/dfaze1v09jy1i7xd/wish/1918582662</link>
         <description><![CDATA[<div>Mais uma sexta-feira, dia de chegar cedo a casa, dia de descansar, dia de ir jantar fora com os amigos, sexta é um belo dia e porque não uma leiturazinha do meu livro, e foi isso mesmo que fiz. Por volta das duas e picos da tarde, peguei no livro e li mais um capítulo: “O rio Amazonas”. A meu ver, o capítulo tratar-se-ia da passagem de Kate e Alex pelo rio Amazonas.&nbsp;</div><div>Partem de Nova Iorque para Manaus, situada na confluência entre o rio Amazonas e o rio Negro, no Norte do Brasil, onde iriam ter com César Santos, o guia, para irem para Santa María de la Lluvia, uma aldeia em pleno solo indígena, dado que este tinha ficado encarregue de ir buscá-los com a sua avioneta, mas esta avariou-se. Chegando a Manaus, Cold e a avó juntam-se aos restantes membros da expedição, Timothy Bruce, um fotógrafo inglês, o seu ajudante mexicano, Joel González, e o tal famoso antropólogo Ludovik Leblanc. Fiquei a saber que Ludovik é um homem de 50 anos, baixo, magro e nervoso. Juntou-se também ainda Omayra Torres, uma médica venezuelana que penso que terá um papel importante.&nbsp;</div><div>&nbsp; Manaus é uma cidade grande e moderna, mas com muito tráfico ilegal devido à fragilidade da lei. Para o rapaz foi uma surpresa ver o contraste entre a riqueza de uns e a extrema pobreza de outros. A viagem até María de la Lluvia demorou alguns dias, dado que foram de barco e, a meu ver, foi uma experiência incrível para Cold. Penso que estivera tão habituado a viver na cidade que tudo o deslumbrava. Viu macacos, gorilas, golfinhos, um reino animal amazónico imenso, além disso, teve nas mãos um jacaré de quase um metro, nadou com golfinhos e ainda viu índios. Chegando a María de la Lluvia que era uma aldeia muito pequena e remota provavelmente que nem nos mapas aparecia, encontram o César, um homem alto, de cabelos pretos e bronzeado pelo sol ardente, e a sua filha Nadia, uma menina de 12 ou 13 anos, com cabelo claro, olhos e pela castanha da cor do mel e vestia trapilhos. Alex rapidamente se amiga com Nadia, visitando a aldeia e brincando com ela.&nbsp;</div><div>Vejo que Alex é um rapaz curioso, e está muito fascinado com tudo à sua volta. Também eu ficaria fascinado, com tanta biodiversidade, com tantas cores, com tanta vivacidade, com tanta boa disposição, com tantas coisas para experienciar, quem não ficaria?</div><div>No fim do capítulo, Nadia, apresenta a Alex o padre Valdomero que disse ter visto a Besta há uns anos no bosque. Dissera que a Besta tinha por volta de uns 3 metros de altura, andava lentamente e tinha um odor horrível. Dissera também que o bicho falou com ele, mas não numa linguagem comum. Confesso que tenho sérias dúvidas quanto a esta história, Valdomero já é velho, não vê muito bem e, além disso, disse que desmaiou e que quando acordou não se lembrava muito bem do que tinha acontecido.</div><div>Foi um capítulo muito interessante, suscitou me ainda mais vontade de continuar a devorar mais umas páginas. Interesso-me muito pela Natureza e imaginar as selvas, rios, animais e índios deixa-me curioso.&nbsp;</div><div><br></div><div>Avaliação capítulo 4: 5/5</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-29 17:52:15 UTC</pubDate>
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         <title>16/10/2021 - Capítulo 5</title>
         <author>tomas_teixeira</author>
         <link>https://padlet.com/tomas_teixeira/dfaze1v09jy1i7xd/wish/1918586608</link>
         <description><![CDATA[<div>São por volta das cinco horas da tarde, e acabei agora de ler mais um capítulo do livro, o capítulo intitula-se de “O xamã” - não fazia a mínima ideia do que significava a palavra “xamã”, mas bem no final do capítulo fiquei a saber que é um feiticeiro muito poderoso. &nbsp;</div><div>No início do capítulo, foi me apresentado mais dois personagens, o capitão Ariosto, chefe do quartel, e Mauro Carías, o empresário mais rico naquelas redondezas. Como não li nenhuma descrição destes personagens imaginei Mauro como um homem forte, alto, que vai ao ginásio, de fato e gravata e com a típica pastinha à empresário e imaginei o capitão Ariosto como um homem barbudo, de cabelos brancos e com uma voz grave.&nbsp;</div><div>O início do capítulo não foi muito interessante de ler porque foi basicamente uma discussão entre Ludovic e os outros membros da expedição, Ludovic não queria levar a doutora Torres consigo na expedição dizendo que o orçamento dado pela International Geographic era muito generoso, mas não ilimitado. O que salvou o capítulo foi a parte final, onde Nadia apresenta a Cold o Walimai, o tal xamã. Walimai era velho, baixo, de pele enrugada e trazia uma lança. Ele é um feiticeiro muito poderoso, de acordo com o que Nadia disse, consegue falar através de visões e de sonhos e pode viajar ao mundo dos espíritos. Achei esta parte demasiado espiritual para o meu gosto, mas não deixou de ser um pouco interessante. Acho que Alex não acredita muito no que Nadia disse, pois questiona-a se ela acredita.&nbsp;</div><div><br></div><div>A meu ver, não foi um capítulo muito interessante, como disse anteriormente. Acho que a autora até agora teve muita imaginação, dando características especificas a cada personagem, caracterizando-os muito bem.&nbsp;</div><div><br></div><div>Avaliação capítulo 5: 3/5</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-29 17:53:44 UTC</pubDate>
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         <title>17/10/2021 - Capítulo 6</title>
         <author>tomas_teixeira</author>
         <link>https://padlet.com/tomas_teixeira/dfaze1v09jy1i7xd/wish/1918589804</link>
         <description><![CDATA[<div>Hoje é Domingo, dia dos avós irem dar a voltinha a cidade, dia de descansar e dia de fazer tudo menos estudar, ler ou fazer alguma coisa que tenha a ver com escola, mas lá está o Tomás a ler mais umas páginas e a escrever mais umas linhas no seu Diário de Leitura. Desta vez o capítulo intitula-se de “O plano” e a meu ver, facilmente se deduz o que se vai contar no mesmo.&nbsp;</div><div>Estavam todos a dormir, mas Alex estava acordado, ouve uns murmúrios e decide acordar Nadia para irem investigar. Encontram o capitão Ariosto e Mauro Carias a conversarem sobre um plano. A meu ver, eles vão usar os membros da expedição para entrarem no território dos Índios para roubarem as esmeraldas e os diamantes lá presentes. Enquanto os dois falavam, apareceu uma serpente ao pé de Alex, que quase os fez serem apanhados por Mauro e Ariosto.&nbsp;</div><div>Penso que foi um capítulo muito curto, mas interessante. Mauro é ganancioso e ladrão, pois monta um plano para roubar as esmeraldas e diamantes presentes no território indígena, aproveitando-se dos membros da expedição. Estou para ver como é que isto vai correr.<br><br><br>Avaliação capítulo 6: 4/5<br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-29 17:55:03 UTC</pubDate>
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         <title>18/10/2021 - Capítulo 7</title>
         <author>tomas_teixeira</author>
         <link>https://padlet.com/tomas_teixeira/dfaze1v09jy1i7xd/wish/1918595739</link>
         <description><![CDATA[<div>Hoje foi um dia e peras. Segunda-feira é sempre aquele dia cansativo, seja qual for a segunda-feira, mas mesmo assim li mais um capítulo do livro porque eu sou espetacular. O capítulo intitula-se de “O jaguar negro”.&nbsp; Este, foi um capítulo onde aconteceu muita coisa ao mesmo tempo, e confesso que tive que ler algumas frases mais de uma vez para entender de facto o que ali se retratava</div><div>Os membros da expedição foram até ao acampamento de Mauro Carias, umas instalações luxuosas que dispunham de gerador de eletricidade, antena de radio e painéis solares, o que na minha opinião deu a entender que Mauro era realmente muito rico.&nbsp;</div><div>Mauro tem como mascote um jaguar, mascote esta que está no acampamento e é aqui que começa a confusão. Primeiro, Alex entrou em transe com o Jaguar. O rapaz aproximou-se do felino que estava preso numa jaula e fixou o olhar nos olhos dos felinos ficando imóvel durante um tempo. Segundo, Mauro ordena um empregado para trazer um macaco e mete-lo na jaula do animal. Terceiro, Cold, deixa de estar em transe e entra para a jaula feito maluco. Quarto, o jaguar devora o macaco e por fim, César Santos, manda um tiro ao felino, matando-o. Depois desta confusão toda, Alex conta a Nadia sobre o jaguar e lá vem a ela com as suas conversas esquisitas. Nadia diz que o Jaguar é o animal totémico de Cold – espírito de animal presente no ser humano. Eu não acredito em nada disto, mas a meu ver, para viver a história tenho que aceitar que isto é verdade.&nbsp;</div><div>Por fim, César Santos, explica que o grupo vai subir o rio em lanchas a motor e seguir até às Cataratas do Alto Orenoco, onde montariam o acampamento. Seguiriam depois de avioneta até à inexpugnável zona das montanhas, onde, supostamente, estaria o covil da Besta.&nbsp;</div><div>Foi um capítulo com muito detalhe e informação, mas um pouco confuso. Até agora, a história tem tido um bom rumo e ainda não perdi o interesse.</div><div><br></div><div><br></div><div>Avaliação capítulo 7: 4/5</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-29 17:57:19 UTC</pubDate>
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         <title>19/10/2021 - Capítulo 8</title>
         <author>tomas_teixeira</author>
         <link>https://padlet.com/tomas_teixeira/dfaze1v09jy1i7xd/wish/1918599345</link>
         <description><![CDATA[<div>Confesso que tenho cada vez mais vontade de ler o livro. As aventuras pelas quais Alex tem passado têm-me motivado muito a ler o livro. Hoje é daqueles dias que tenho muito tempo livre e às vezes até fico sem nada para fazer.&nbsp; Li mais um capítulo e este era dos grandes, dado que foram cerca de vinte páginas. O capítulo intitula-se de “A expedição”.&nbsp;</div><div>Lá foi o grupo rio a cima de novo, mas a paisagem não era a mesma: o rio era cada vez mais estreito, a água parecia estagnada e era muito suja, mas a fauna e flora, por sua vez era maravilhosa. Os membros da expedição viram papagaios, flamingos, tucanos, canários, periquitos, macacos, veados, esquilos e muito mais. Alex, desta vez, decidiu fazer como Nadia, deixou de lutar contra os mosquitos e passou a deixar que o picassem, deixou também de tentar evitar as sanguessugas e deixava que o chupassem e depois livrava-se delas. O grupo tinha a sensação de estarem a ser observados e esta sensação prolongou-se pela viagem inteira.</div><div>&nbsp;A meu ver, estas atitude por parte de Cold mostram que este já se habituara as condições da Amazónia.&nbsp; Fiquei a saber que, entre os Índios, tudo era partilhado e as suas únicas posses eram as poucas armas ou ferramentas primitivas que cada um pudesse transportar consigo.&nbsp;</div><div>&nbsp;Durante a viagem acontecem duas grandes tragédias e outra menos importante. A menos importante foi Leblanc ter disparado sobre os papagaios, mas César Santos foi a tempo e deu-lhe uma pancada no braço e nenhum foi atingido. A primeira tragédia foi a morte de um dos soldados do exército, por uma flexa certeira no coração, vindo da selva. Por fim, a segunda tragédia foi quando os membros pararam os barcos para se lavarem nas águas e o fotografo, González, foi atacado por uma Anaconda e quase morreu. Entretanto escureceu, montaram o acampamento, fizeram uma fogueira e ficaram ali mesmo.</div><div>Foi um capítulo trágico, mas deu-me muitas informações sobre o que poderá a vir a acontecer durante a expedição. Além disso, Alex, está a criar muitas memórias e a viver realmente uma grande aventura, e, ni meu entender, está a ser muito bom para o rapaz a expedição, mesmo sendo muito perigosa.&nbsp;</div><div><br></div><div>Avaliação capítulo 8: 5/5</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-29 17:58:37 UTC</pubDate>
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         <title>20/10/2021 - Capítulo 9</title>
         <author>tomas_teixeira</author>
         <link>https://padlet.com/tomas_teixeira/dfaze1v09jy1i7xd/wish/1918636587</link>
         <description><![CDATA[<div>Mais um dia cansativo, as segundas-feiras e as quartas-feiras dão cabo de mim. Se bem me lembro o capítulo anterior foi uma tragédia, mas até que achei interessante pois teve muita ação.&nbsp; Hoje li mais um capítulo e foi novamente uma tragédia, mas novamente muito interessante. O capítulo intitula-se de “O Povo da Neblina”, e é grande como o anterior.&nbsp;</div><div>César Santos dividiu o grupo e fez turnos para vigiarem o acampamento durante a noite e foi durante a noite que aconteceu mais uma tragédia – isto mais parece um filme de guerra do que uma aventura na selva, mas pronto.&nbsp;</div><div>Durante o turno de Alex, este apanha um cagaço: ouve passos de gigante a esmagarem os arbustos, assusta-se, grita e acorda o grupo, mas no final de contas era apenas um javali.</div><div>No turno de Nadia, Cold queria ficar acordado, mas César não o deixou. Ele não queria adormecer, mas o sono acabou por vencê-lo. Quando acordou já todos os membros da expedição tinham acordado pois tinha desaparecido mais um soldado. César encontrou-o mais tarde morto, totalmente esfaqueado e com a cabeça de frente - só de imaginar esta cena fiquei todo agoniado. Matuwe, o índio, disse que a morte do soldado foi obra da besta, mas a meu ver, penso que tenha sido os índios que mataram o outro soldado. Com o sucedido, o grupo fez um acordo: um dos soldados e Matuwe levariam González de regresso a Santa María de la Lluvía. Os restantes ficariam onde estavam até chegarem reforços. Acho que foi uma ótima decisão a tomar, mas penso que os reforços não cheguem a tempo, mas veremos. O grupo que permaneceu no sítio, monta armadilhas para tentarem capturar a besta e tentam atrair os índios.</div><div>O capítulo termina com os miúdos a afastarem-se uns metros do acampamento para dentro da vegetação, onde esperaram imóveis. Chegaram um a um, uns seres que os rodearam, estavam nus, com riscas e manchas pintadas e eram silenciosos, leves e quase invisíveis. Era o povo da neblina. Nadia tenta dialogar com eles, mas nada.&nbsp;</div><div><br></div><div>Achei muito interessante este capítulo, o aparecimento dos índios no final tornou tudo mais interessante. Acho que este povo vai ajudá-los a caçar a tal Besta, mas poderei estar enganado.&nbsp;</div><div><br></div><div><br></div><div>Avaliação capítulo 9: 5/5</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-29 18:13:26 UTC</pubDate>
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         <title>21/10/21 - Capítulo 10</title>
         <author>tomas_teixeira</author>
         <link>https://padlet.com/tomas_teixeira/dfaze1v09jy1i7xd/wish/1918640301</link>
         <description><![CDATA[<div>Hoje é quinta-feira, dia de descanso tal como terça-feira, mas felizmente vou começar a trabalhar às terças e quintas como explicador no meu atelier – chama-se atelier pois é um atelier de artes onde fazemos diversas aulas relacionadas com artes e ainda temos ajuda nos estudos – das duas e meia da tarde até as seis e meia da tarde.&nbsp;</div><div>Li mais um capítulo e devorei as páginas como se fosse a minha última refeição, estou de facto muito entusiasmado com a história pois sempre estive rodeado de natureza e a fauna e flora que imagino lendo o livro encanta-me. Os dois últimos capítulos foram espetaculares e não se deixou para trás. Desta vez, o capítulo intitula-se de “Raptados”.</div><div>Ao início o capítulo foi um pouco secante, assim ligeiramente parecido ao deserto do Sarah, mas as páginas finais transformaram por completo a minha opinião. Primeiramente, os dois soldados que restavam desapareceram. Leblanc começou logo a mandar vir feito parvo – confesso que este personagem me irrita profundamente, tem a mania – gritava e punha a culpa em todos. Depois, Cold, é picado por uma formiga do fogo e quase que fica sem andar. E por fim, os dois homens restantes no grupo, andavam caidinhos por Omayra Torres.</div><div>Neste capítulo fiquei a saber que o índio Karakawe é um possível traidor confirmando as minhas suspeitas, pois Nadia viu-o a rondar as caixas de vacinas que Omayra trouxera para vacinar os índios. Nadia foi vista e o índio agarrou-a com força e ameaçou de morto se a mesma contasse a alguém.&nbsp;</div><div>Falando agora na parte interessante, de acordo com a minha opinião, e que, como sempre, se encontra no final do capítulo, Alex, sem nada para fazer toca uma melodia na sua flauta que atraiu o povo da neblina. Ele e Nadia, afastaram se uns metros para dentro da selva, permanecerem imoveis, como da outra vez, e foram raptados pelos índios.&nbsp;</div><div>A meu ver, neste capítulo, houve um momento hilariante que tornou este capítulo um dos melhores: Alex, na confusão do rapto parte a cabeça e Nadia diz-lhe para ele fingir que não lhe doi nada, como os verdadeiros guerreiros e este mete-se de pé e grita dando socos no peito como no tinha visto nos filmes de Tarzan. Os índios, posto isto, desatam-se a rir de tal forma que se mandam para o chão.&nbsp;</div><div>Por fim, durante a noite, Nadia viu uma figura grande que pensa ser a Besta, tinha aquele fedor horrível que o caracteriza.</div><div>Achei o capítulo muito interessante e talvez um dos melhores. Achei que seria impossível entusiasmar-me mais, mas pelos vistos a teoria do “nada é impossível” é verdade.</div><div><br></div><div>Avaliação capítulo 10: 5/5</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-29 18:14:52 UTC</pubDate>
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         <title>22/10/2021 - Capítulo 11</title>
         <author>tomas_teixeira</author>
         <link>https://padlet.com/tomas_teixeira/dfaze1v09jy1i7xd/wish/1918689960</link>
         <description><![CDATA[<div>Aí, sabe mesmo bem chegar sexta-feira a casa e ainda ter que ir ler o livro, que espetacular! Vou deixar-me de ironia porque até estou a gostar de ler o livro e hoje li mais um capítulo, o décimo primeiro capítulo. Este intitula-se de “A aldeia invisível” e foi uma tremenda seca. Estava motivado e esperava algo melhor, mas fiquei completamente desiludido. A autora fez para ali uma confusão com nomes de índios, nomes de aldeias e nomes dos constituintes das aldeias que eu entrei em desespero, pois não entendia nada do que estava a ler.</div><div>O capítulo começa bem, dado que o grupo de índios mais a duas crianças sobem uma montanha com uma catarata para chegarem à aldeia dos índios, e só de imaginar essa subida deu me umas vertigens meu deus. Nessa mesma subida, o chefe do grupo escorrega nas pedras e caí, ficando preso num ramo, por sorte, não cai a catarata a baixo. Alex como percebia de escalada, desce e salva o chefe do grupo.&nbsp; Com este acontecimento, Alex provou-me a sua bravura e coragem.&nbsp;</div><div>O resto do capítulo é a chegada a aldeia e a apresentação da mesma. A autora descreve a aldeia e os índios tão pormenorizadamente que não se percebe nada. Cheguei a um ponto em que estava a ler, por ler. No fim, começam os preparativos para a cerimónia de chegada dos dois “seres brancos”.</div><div>Avaliação do capítulo 11: 2/5</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-29 18:35:12 UTC</pubDate>
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         <title>23/10/21 - Capítulo 12</title>
         <author>tomas_teixeira</author>
         <link>https://padlet.com/tomas_teixeira/dfaze1v09jy1i7xd/wish/1918693255</link>
         <description><![CDATA[<div>Sinceramente, já estou a ficar cansado de escrever, acho que escrever um diário não é para mim. Não é que eu não goste de escrever, mas torna-se repetitivo, a meu ver.&nbsp;<br><br></div><div>Hoje, li mais um capítulo e já não foi tão mau como o anterior, mas mesmo assim, ainda foi ligeiramente confuso. No meu ponto de vista, a autora deixa a história um pouco confusa, pois utiliza nomes esquisitos e não é objetiva.&nbsp;<br><br></div><div>O capítulo intitula-se de “Ritual de iniciação”. No início acontece a morte do chefe e de seguida o seu funeral, seguido ainda de um ritual. O ritual foi: queimaram o homem numa fogueira, depois a sua mulher, esfarela os ossos do mesmo em pó, junta água e banana e faz uma mistura que todos têm que beber. Não sei onde a autora foi buscar isto e também não quero saber. Achei de uma tremenda nojice, mas vendo pelo lado positivo, é preciso ter montes de imaginação para uma coisa destas. &nbsp;<br><br></div><div>Durante o resto do excerto, são feitos cerca de mais três rituais todos estranhos, que me deixaram muito confuso. Há apenas um que achei interessante. O xamã, Walimai, volta a aparecer, e faz uma poção para a tribo, para os ajudar a ver o fundo dos seus corações, dado que o chefe tinha morrido. Alex e Nadia, beberam também a poção, que os levou para o mundo totémico, onde Alex se transformou num jaguar e Nadia numa águia.&nbsp;<br><br></div><div>Não entendi nada do resto do capítulo. As únicas coisas que retirei foram: os <em>nahab </em>são os homens brancos que cortam as arvores, matam os índios e roubam o ouro e as esmeraldas, que a meu ver, faz referência a Mauro e ao Capitão Ariosto e que Alex e Nadia vão ajudar o povo da neblina a não serem mortos pelos brancos.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Avaliação do capítulo 12: 3/5<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-29 18:36:33 UTC</pubDate>
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         <title>25/10/2021 - Capítulo 14</title>
         <author>tomas_teixeira</author>
         <link>https://padlet.com/tomas_teixeira/dfaze1v09jy1i7xd/wish/1918708505</link>
         <description><![CDATA[<div>Mais um capítulo extraordinário lido. Agora sim a escritora está a dar tudo o que tem. A meu ver, este capítulo e o anterior, retiram todo o desinteresse que os outros dois me causaram. Foi incrível de ler. Gosto de ler este tipo de aventuras que envolvem seres que não existem, que envolvem a mitologia e que envolvem a Natureza. Todo este envolvimento fascina-me de tal forma que fico feliz a lê-lo.&nbsp;<br><br></div><div>O capítulo começa incrivelmente bem. Nadia e Alex avistam a Besta – afina sempre existia o tal bicho – a dirigir-se para a cidade. Tinha três metros de altura como tinha sido dito, erguia-se em duas patas, com dois braços corpulentos que tocam no chão e uma cabecinha que não fazia sentido naquele corpão. Andavam muito lentamente que parecia que não se moviam. Nadia comentou que o bicho parecia uma preguiça, e esse comentário bateu perfeitamente com a figura que eu imaginei na minha cabeça.&nbsp;<br><br></div><div>Mais tarde aperceberam-se que havia mais de uma Besta e que estas criaturas eram os tais deuses, “Os Deuses Selvagens”. Houve um concílio entre os bichos e o xamã, onde foi discutido o que se iria fazer para salvar o povo da neblina. Depois do concílio, foi tomada a decisão de que o jaguar e a águia, Alex e Nadia respetivamente, iam combater o Rahakanariwa, que são os brancos. Se as crianças conseguirem receberam um prêmio, se não conseguirem terão que dar algo aos Deuses.&nbsp;<br><br></div><div>O combinado foi o seguinte: Alex vai buscar a “água da saúde” para a sua mãe e Nadia “os ovos de cristal” e em troca o menino toca flauta para as Bestas e menina dança.&nbsp;<br><br></div><div>Foi um capítulo esplêndido, onde, mais uma vez, a autora faz uma descrição da fauna e flora presentes incrivelmente boa que me causa um certo fascínio.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Avaliação do capítulo 14: 5/5 &nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-29 18:42:45 UTC</pubDate>
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         <title>26/10/21 - Capítulo 15</title>
         <author>tomas_teixeira</author>
         <link>https://padlet.com/tomas_teixeira/dfaze1v09jy1i7xd/wish/1918708506</link>
         <description><![CDATA[<div>Finalmente um capítulo curto! Já estava na hora! Foi curto, mas muito interessante e com um desenvolvimento da história enorme. O capítulo intitula-se de “Os ovos de cristal”. Pelo nome supos logo o que seria retratado e assim foi. Nadia foi ao topo da montanha buscar os tais ovos. Foi uma viagem dura até ao cume, dado que Nadia tem medo das alturas e só levou uma cabaça com água, que por incrível que pareça, só a bebeu quando chegou lá a cima. Provavelmente eu não conseguiria, pois, o cume é muito elevado. Chegou lá em cima estafada, quase sem energia. Encontrou os ovos, mas para-os levar tinha que deixar algo em troca, tal como tinha dito Walimai. Lembrou-se que tinha o seu colar, que lhe foi dado pelo xamã. Colocou-o no ninho e levou os ovos.&nbsp;<br><br></div><div>Este capítulo foi de fácil compreensão, com poucas páginas, mas incrivelmente interessante e empolgante. Imagino que o próximo capítulo seja sobre Alex e a busca pela “água da saúde”.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Avaliação do capítulo 15: 4/5<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-29 18:42:45 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>29/10/2021 - Capítulo 18</title>
         <author>tomas_teixeira</author>
         <link>https://padlet.com/tomas_teixeira/dfaze1v09jy1i7xd/wish/1918708507</link>
         <description><![CDATA[<div>A história está cada vez mais interessante e é cada vez mais difícil de adivinhar um possível final. Está tudo em aberto. Li mais um capítulo, este intitula-se de “Manchas de sangue”. Foi um capítulo um pouco dramático e com algum sangue derramado, como se pode supor pelo seu título.&nbsp;<br><br></div><div>No capítulo anterior, Alex e Nadia, tinham chegado à conclusão que as vacinas eram afinal um vírus. Este capítulo começa com as crianças a impedirem a tempo que Omayra vacina-se algum índio, mas é gerada uma confusão e são mortos índios e soldados. Morreu também Mauro Carias com uma pancada na cabeça por parte de um índio.<br><br></div><div>Fiquei a saber que o índio Karakawe era na verdade um funcionário do Departamento da Proteção Indígena. Infelizmente, o capitão Ariosto, dispara sobre ele, matando-o.&nbsp;<br><br></div><div>Leblanc, que desde o início se mostrara um maricas, ganhou coragem e foi a correr buscar um bebé a qual a mãe tinha sido morta pelos soldados e entrega-o a Kate Cold. Leblanc deu também a ideia de passarem todos por ignorantes e dar a entender a Ariosto que ele tinha ganho batalha e que tinha feito um grande feito, para que o mesmo não desconfiasse de nada e não os matasse.&nbsp;<br><br></div><div>Foi um capítulo de tremenda ação e um pouco sangrento, mas cativou-me de uma maneira incrível. Este excerto deu a entender o plano de Mauro Carías, Omayra e Ariosto: os frascos não continham uma vacina, mas sim uma dose mortal do vírus sarampo que passadas algumas semanas, depois de os índios serem inoculados, declarar-se-ia uma epidemia, que mataria não só o povo da neblina, mas também outras tribos, para assim Mauro Carias poder explorar a região. Vejo ainda que me enganei quanto a Karakawe, pois escrevi há uns dias que suspeitava dele, mas afinal que era o impostor no meio disto tudo era Omayra.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br>Avaliação do capítulo 18: 4/5<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-29 18:42:45 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>24/10/21 - Capítulo 13</title>
         <author>tomas_teixeira</author>
         <link>https://padlet.com/tomas_teixeira/dfaze1v09jy1i7xd/wish/1918708508</link>
         <description><![CDATA[<div>Bem, depois de ter lido os dois últimos capítulos do livro não me apetecia ler mais nenhum, deixaram-me totalmente sem interesse. Mas, felizmente, dei uma segunda chance ao livro e li mais um capítulo. O capítulo intitula-se de “A montanha sagrada”, e foi algo de extraordinário. Agora sim fiquei fascinado. Na minha opinião, os outros dois capítulos tinham sido confusos e não falavam da história em si, o que gerou desinteresse, enquanto este deu cinco a zero aos anteriores, avançando mil passos na história.&nbsp;<br><br></div><div>O texto começa logo muito bem. Anteriormente, Alex, tinha ficado inconsciente no seu ritual de iniciação. No início do capítulo, Alex, em plena selva, sonhou que viu a sua mãe, Lisa Cold, que esta no hospital internada, a fazer quimioterapia. Lisa, que estava no Texas, no tal hospital, viu também Alex. Parece-me a mim, que eles têm uma ligação tão forte, que mesmo estando a quilómetros de distância, vêm-se um ao outro projetos nas suas consciências. A meu ver, este acontecimento, reverteu quase todo o desinteresse causado pelos capítulos anteriores. Foi muito bonito de ler.&nbsp;<br><br></div><div>Em seguida, fiquei totalmente fascinado e curioso, ao ler o resto do capítulo. Walimai, Alex e Nadia, partem em direção à montanha sagrada. Vão à cidade dos deuses e agora sim fiquei a perceber o porquê de Nadia e Alex estarem envolvidos nisto. A escritora ligou muito bem os personagens à história, tornando-a mais simples de ser entendida, exceto os capítulos anteriores que foram totalmente desnecessários, a meu ver claro.&nbsp;<br><br></div><div>Já no topo da montanha, Walimai, abandona os dois companheiros e voltou passado umas horas, com dois paus, envolvidos na ponta com uma espécie de resina, anunciando que tinha encontrado a entrada para a montanha dos deuses. Percorreram por dentro de montes de arbustos, até chegarem à entrada de uma caverna cheia de tuneis, avançaram por ali a dentro. Andaram por montes de labirintos, usando os paus como tochas, para verem na escuridão imensa, até que chegaram a uma varanda que dava para uma clareira enorme, e lá bem no centro, encontrava-se a cidade de El Dourado. Fiquei fascinado ao imaginar a fauna e flora que a escritora descrevia ao longo das complexas frases. Achei ainda muito caricato o facto de que a cidade de El Dourado não era feita de ouro verdadeiro e de pedras preciosas, mas sim do chamado “ouro dos tolos”, a pirite.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Avaliação do capítulo 13: 5/5&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-29 18:42:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>28/10/21 - Capítulo 17</title>
         <author>tomas_teixeira</author>
         <link>https://padlet.com/tomas_teixeira/dfaze1v09jy1i7xd/wish/1918708510</link>
         <description><![CDATA[<div>Mais vinte páginas acabadas de ler. Este capítulo foi algo de extraordinário, não estava mesmo à espera para tais acontecimentos. Parece que a autora guardou o bom para o fim. O capítulo intitula-se “o pássaro canibal” e começa com a chegada das crianças à aldeia do povo da neblina. Na aldeia estava instalado um arsenal assombroso onde estavam presentes desde soldados armados com metralhadoras até aviões gigantescos.&nbsp;<br><br></div><div>Alex e Nadia, despedem-se de Walimai. A miúda deixa os ovos de cristal com o xamã, pois pensa que com eles ficaram mais seguros - ainda não entendi para que serviram os ovos – e Alex dá de presente o canivete que tinha como forma de agradecimento. Aproximam-se do acampamento e imediatamente são vistos, aparecem logo os membros da expedição, incluindo a avó de Alex e o pai de Nadia, que os recebem em euforia.&nbsp;<br><br></div><div>Passando a conversa entre eles há frente, pois, para mim, foi um pouco secante e lamechas, e indo diretamente à parte que interessa: a doutora Omayra Torres, que queria vacinar os Índios, é uma traidora. Nadia, durante a noite, usou a habilidade de ficar invisível que aprendera com o povo da neblina, e seguiu Omayra durante a noite, quando esta saiu da tenda onde dormiam. Apanhou-a a falar com Mauro Carías, que como li anteriormente, tramava alguma e foi mesmo isso que aconteceu. Isto surpreendeu-me de uma maneira impensável pois, desde o início que penso que a doutora teria um papel crucial na história, mas desta maneira.<br><br></div><div>No meio disto, Nadia, convence o povo da neblina a vacinar-se e é aqui que o caldo se entorna. As crianças chegam depois à conclusão que a vacina é na verdade uma maneira de Mauro Carías eliminar os Índios.&nbsp;<br><br></div><div>A meu ver foi um capítulo interessante, onde, mais uma vez, a autora usa o fator suspense no final do capítulo. Houve uma grande reviravolta, que eu não esperava, por parte de Omayra Torres. Até agora, só tenho a apontar aqueles dois capítulos que foram algo de tenebroso.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Avaliação do capítulo 17: 5/5<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-29 18:42:45 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>30/10/21 - Capítulo 19</title>
         <author>tomas_teixeira</author>
         <link>https://padlet.com/tomas_teixeira/dfaze1v09jy1i7xd/wish/1918708511</link>
         <description><![CDATA[<div>Hoje li mais um capítulo, o décimo nono, este intitula-se de “Proteção” e foi o excerto decisivo para o final da história. Muito resumidamente, era de noite, foram-se todos deitar exceto Alex, que fora amarrado pelo Capitão a uma árvore, e Leblanc e Ariosto que ficaram a beber vodka. Nadia usa a sua habilidade de ficar invisível para ia ter com Walimai durante a noite. Estes libertam Cold e seguem para a selva. Entretanto, aparecem duas Bestas que libertando o seu gás fedorento, fazem adormecer o acampamento inteiro. Desfazem o Capitão com as suas garras, matando-o e levam os restantes para a selva. Os forasteiros quando acordam estão rodeados pelo povo da neblina. Conversaram uns com os outros e chegaram a um acordo: a expedição e os soldados voltaram para Santa María de La Lluvia, onde Leblanc ficará encarregue de defender os índios, incluindo o povo da neblina, e fará com que o Olho do Mundo – nome que se dava aquela região – se torne reserva indígena, ficando livre da exploração. Fizeram uma fogueira, comeram e no dia seguinte o povo da neblina levou-os de volta aos helicópteros.&nbsp;<br><br></div><div>No meio disto tudo, há um diálogo entre Alex e Kate, que a meu ver é muito interessante, pois mostra com clareza a forma como esta viagem mudou Alex, tornando-se uma pessoa mais sábia, com um conhecimento do mundo totalmente diferente, deixando de ser uma criança inocente, passando a ser um homem de verdade.<br><br></div><div>Achei este capítulo fundamental não só para o desenrolar da história, mas também para formular e concluir a minha opinião sobre o texto. Vejo que os personagens mudaram muito ao longo do texto e maneira como a escritora faz essa mudança é incrível. Espero que amanhã o último capítulo acabe em grande.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Avaliação capítulo 19: 4/5<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-29 18:42:45 UTC</pubDate>
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         <title>Opinião Final</title>
         <author>tomas_teixeira</author>
         <link>https://padlet.com/tomas_teixeira/dfaze1v09jy1i7xd/wish/1918708513</link>
         <description><![CDATA[<div>Chegou ao fim esta jornada. Foi uma jornada longa, difícil e de alta importância. A leitura deste livro não só me ofereceu conhecimento, mas também vocabulário. Não sou muito de ler livros, gosto de ler as típicas notícias no telemóvel. Interesso muito pelas Ciências e prefiro as revistas aos livros, mas houve algo neste pedaço de papel que me cativou. Penso que seja a natureza que o envolve. A maneira como a escritora descreve a fauna e flora presentes no lugar maravilhoso que é a floresta da Amazónia, chega a ser tão intensa, que houve vezes durante a leitura que me senti transportado até lá.&nbsp; As palavras que a autora usa, aos meus olhos, parecem melodias.&nbsp; A mesma torna a história simples, mas muito empolgante, transbordando de fantasia. Passei cada dia a querer ler mais e mais porque de facto a história está muito bem pensada e escrita. A ligação entre personagens e entre personagens e o meio ambiente é muito forte, sendo fácil caracterizar cada personagem. Cada um destes seres fictícios está muito bem projetado e desenho, encaixando perfeitamente na história. Posso dizer que gostei severamente de ler este livro, pois fez me recordar a minha infância que foi passada numa quinta, rodeado de uma verdura naturalmente incrível.<br><br></div><div>Pude observar uma forte crítica à sociedade de hoje, que continua a matar a vida presente num dos “pulmões da Terra”. A constante desflorestação e exploração da floresta, por parte do Homem, tem vindo a ser cada vez mais exaustiva.&nbsp;<br><br>Tomás Teixeira, 31/10/2021</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-29 18:42:45 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>27/11/21 - Capítulo 16</title>
         <author>tomas_teixeira</author>
         <link>https://padlet.com/tomas_teixeira/dfaze1v09jy1i7xd/wish/1918708514</link>
         <description><![CDATA[<div>Mais um capítulo de esplêndida leitura. Frases simples sem nomes esquisitos, um avanço na história tremendo, que me deixa cada vez mais empolgado, e um bom final. O capítulo intitula-se de “A água da saúde” e, como eu tinha imaginado, tratou-se da ida aos soberbos do planeta Terra por parte de Alex. Entra por um buraco, levando consigo uma cabaça para meter a água. Alex foi buscar a água, pois diz-se que esta, misturada com umas folhas quaisquer curam tudo, logo, curaria a sua mãe também. Foi uma viagem árdua, cansativa e muito demorada por um túnel muito estreito. Alex nunca desistiu. A meu ver é muito focado, positivo e destemido, pensando sempre na água e nunca se deixa enganar pelos diversos delírios e peripécias que vai tendo. Chegando finalmente à fonte da água, depois das mil e umas peripécias que nunca na minha vida eu as iria ultrapassar, aparece-lhe um morcego gigante, um ser primitivo, tal como as bestas. Saca da flauta e começa a tocar. O morcego acalma-se e assim, Alex, alcança a fonte. Tal como Nadia que teve que deixar o talismã junto aos ovos no capítulo anterior, Alex deixou a flauta. Fez a viagem de volta e encontrou-se com Nadia e Walimai, no covil das Bestas.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;O capítulo termina de uma maneira engraçada, pois acaba com Walimai a fumar um cigarro e a mandar o fumo para as duas crianças, que ao inalarem o fumo, esqueceram-se do caminho para o covil dos Deuses (era esse o propósito). Penso que foi um capítulo interessante ao mesmo nível do anterior. A história está bem encaminhada e estou ansioso pelo final. Os personagens vão revelando os seus pontos fortes e estas duas crianças mostram que são capazes de tudo, mesmo com a sua pouca idade. Estava com uma intuição de que este seria um bom capítulo e as minhas expectativas concretizaram-se.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br>Avaliação capítulo 16: 4/5<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-29 18:42:45 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>31/10/21 - Capítulo 20</title>
         <author>tomas_teixeira</author>
         <link>https://padlet.com/tomas_teixeira/dfaze1v09jy1i7xd/wish/1918708516</link>
         <description><![CDATA[<div>Finalmente a história terminou. Hoje, li o tão esperado capítulo final, este intitula-se “Caminhos separados” e não me convenceu muito. Esperava um final mais interessante, mais trabalhado e não tão simples. Acabou bem, sim, no entanto, não terminou como eu imaginava. Mas pensando bem, podia ter sido pior.&nbsp;<br><br></div><div>Voltaram todos sãos e salvos a Santa María de La Lluvia, depois de uma viagem agitada de helicóptero. Encontraram-se com o padre Valdomero, a quem contaram tudo. Fiquei a saber que o padre já duvidava de Mauro e de Ariosto há algum tempo, até fora ao vaticano denunciá-lo, mas nunca conseguira nada por falta de provas. Mas desta vez havia provas: César trouxera um dos fracos que continha o vírus e o fotógrafo Timothy Bruce tinha trazido um rolo com fotografias de Mauro a partir os frascos e de Ariosto a alvejar Karakawe. Tinha assim tudo para incriminar Mauro e Omayra. Além disto, ficou decidido que iriam criar uma fundação destinada a proteger o Olho do Mundo, e em especial, o povo da neblina.&nbsp;<br><br></div><div>No final do capítulo, Alex e Nadia despendessem um do outro, enquanto olham para a estrelas, deitados no lugar onde começaram a sua amizade. Nadia entrega a Alex os ovos de cristal, que são na verdade, diamantes.<br><br></div><div>- Até à vista, Águia…<br><br></div><div>-Até à vista, Jaguar…<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Avaliação capítulo 20: 4/5<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-29 18:42:45 UTC</pubDate>
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