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      <title>Os recursos hídricos do litoral português e as suas utilizações: os casos da Serra de Aire e Candeeiros e do concelho de Leiria e concelhos limítrofes by Alexandra Loução</title>
      <link>https://padlet.com/alexandraloucao1/Bookmarks</link>
      <description>Aspetos da Visita de Estudo de Geografia A
(08/06/2022) e do Trabalho de Campo da disciplina de História A</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-02-02 20:57:28 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Centro Ciência Viva do Alviela - Carsoscópio, Louriceira</title>
         <author>alexandraloucao1</author>
         <link>https://padlet.com/alexandraloucao1/Bookmarks/wish/2218785245</link>
         <description><![CDATA[<div>A nascente dos Olhos de Água do Alviela constitui a mais importante nascente do nosso país e situa-se, tal como outras da região, na orla do Maciço Calcário Estremenho.</div><div>A água que brota da nascente é originária da chuva que se precipita e se infiltra no Planalto de Santo António e é conduzida até este local por uma complexa rede de galerias subterrâneas que constituem centenas de grutas existentes na região.</div><div><br></div><div>Com uma envolvente de grande beleza paisagística, o Alviela nasce na base de uma escarpa, local conhecido por Olhos de Água, onde é feito o abastecimento de água para consumo público a Lisboa, desde 1880.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; A nascente do rio Alviela situa-se na transição entre o Maciço Calcário Estremenho e a Bacia Terciária do Tejo. A sua bacia de alimentação estende-se ao longo de cerca de 180 km<sup>2</sup>, onde a água percorre verdadeiros labirintos subterrâneos até chegar à nascente.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-12 21:57:41 UTC</pubDate>
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         <title>Salinas de Rio Maior, Estrada das Salinas, Rio Maior</title>
         <author>alexandraloucao1</author>
         <link>https://padlet.com/alexandraloucao1/Bookmarks/wish/2218786681</link>
         <description><![CDATA[<div>Em Portugal, as rochas salinas e, entre elas, o sal-gema, surgem na base do Jurássico, no andar Hetangiano também conhecido por <strong>Complexo de Dagorda</strong>. Estas ocorrências distribuem-se, em grande parte, ao longo de uma faixa nas fronteiras do Maciço Antigo com as orlas ocidental e meridional. As formações salinas portuguesas estão relacionadas com um ambiente lagunar precursor da abertura do Atlântico Norte, há cerca de 200 milhões de anos.</div><div><br></div><div>Na Fonte da Bica (Rio Maior) há poços de água salgada abertos em terrenos formados por rochas salinas do Complexo de Dagorda. Esta água é lançada em tanques (talhos), em número de 470, e aí evaporada, em cerca de seis dias, no verão, precipitando o sal. Este processo de exploração vem desde tempos imemoriais. A repartição desta salmoura pelos salineiros obedece a um regime tradicional conhecido desde o século XII, escrupulosamente respeitado. Um litro de água do poço comum que abastece as salinas contém, em média, 220 g de sal (com 96% de NaCl), isto é, 6,3 vezes mais salgada do que a água do Oceano Atlântico. Existe aqui, hoje em dia, uma forte componente industrial na produção e armazenagens, estando as antigas “casinhas” de madeira a funcionar num tipo de comércio artesanal, muito virado ao turismo. (adaptado de <a href="https://www.triplov.com/galopim/sal.htm">A.M. GALOPIM DE CARVALHO riplov.com)</a>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-12 22:02:51 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros</title>
         <author>alexandraloucao1</author>
         <link>https://padlet.com/alexandraloucao1/Bookmarks/wish/2218800247</link>
         <description><![CDATA[<div>O PNSAC fica situado no Maciço Calcário Estremenho, abrangendo uma parte substancial desta região montanhosa do centro-oeste de Portugal. Trata-se de uma região com valores muito característicos no domínio da geomorfologia, geologia, flora e fauna mas também com valores culturais e tradicionais e atividades económicas que criaram uma paisagem e uma dinâmica próprias que vale a pena conhecer.<br>Uma das particularidades mais marcantes da paisagem das regiões cársicas está ligada ao regime hídrico, ou seja, o modo como é efetuado o escoamento da água que se precipita na região. A ausência de água à superfície contrasta com a existência de uma verdadeira rede hidrográfica subterrânea, onde as grutas desempenham um importante papel.<mark><br></mark><br></div><div><mark><br></mark><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-12 22:44:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Salinas de Rio Maior, Estrada das Salinas, Rio Maior</title>
         <author>alexandraloucao1</author>
         <link>https://padlet.com/alexandraloucao1/Bookmarks/wish/2218821193</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-06-12 23:42:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ponto de paragem do percurso pedestre junto à nascente do Alviela</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Sumidouro da Ribeira dos Amiais</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 13:06:49 UTC</pubDate>
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         <title>Fontanário do Paúl (Monte Redondo, Leiria)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A&nbsp;natureza e a abundância histórica de água em certos terrenos da atual freguesia de Monte Redondo e Carreira, foram, quase sempre, e ao longo do tempo, favoráveis à criação de gado. Paúl conduz-nos a um lugar que se identifica com uma natureza húmida e alagadiça — própria para a cultura do arroz (como terá acontecido por estas redondezas no século XIX) — e a aptidão agrícola, devida à maior concentração em húmus.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 13:08:36 UTC</pubDate>
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         <title>Nascentes do Alviela, Louriceira</title>
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         <description><![CDATA[<div>Nascente do Alviela.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 13:11:40 UTC</pubDate>
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         <title>Fonte junto à nascente do Alviela</title>
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         <description><![CDATA[<div>Fonte mandada construir, em 1987, pela Empresa Portuguesa de Águas Livres, SA. (EPAL).</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 13:12:28 UTC</pubDate>
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         <title>Fonte nas Colmeias (Leiria)</title>
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         <description><![CDATA[<div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 13:13:43 UTC</pubDate>
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         <title>Fonte da Pedra (Louriçal, Pombal)</title>
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         <description><![CDATA[<div>Atualmente integrada num Parque com o mesmo nome, a Fonte da Pedra terá servido para garantir o abastecimento de água ao Convento do Louriçal, através da construção de um aqueduto de águas, uma obra hidráulica do século XVIII.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 13:15:02 UTC</pubDate>
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         <title>Fonte do Freire (Leiria, centro histórico)</title>
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         <description><![CDATA[<div>Fonte de espaldar com pia delimitada por dois muretes, pano mural com bica demarcado por quatro pilares embebidos com capitéis almofadados rematados por entablamento com escudo coroado por barrete, ladeado por volutas, inscrito em frontão angular, destacando-se do prolongamento do muro ao qual está adossado tanque de planta retangular.<br><br>Terá sido construída no século XVIII, em 1775, daí o seu estilo arquitetónico típico do barroco. Sofreu obras de remodelação, devido a se ter registado uma diminuição do seu caudal, em 1927, e, mais tarde, em 1952.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 13:15:39 UTC</pubDate>
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         <title>Fonte de Santo Amaro (Ortigosa, Leiria)</title>
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         <description><![CDATA[<div>A Fonte de Santo Amaro é uma fonte próxima da igreja onde se venera o mesmo santo, daí o seu nome. Construída ainda durante o Estado Novo, veio substituir uma outra que se encontrava no local, mas que já não satisfazia as necessidades dos habitantes nem daqueles que estavam de passagem e esperariam por um milagre do Santo. É uma fonte de água potável, cuja água provém de uma nascente em Riba d'Aves, uma localidade próxima, situada numa cota geográfica mais elevada.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 13:16:20 UTC</pubDate>
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         <title>Fontanário de Fonte Cova (Monte Redondo, Leiria)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A designação atribuída a esta localidade - Fonte Cova - está relacionada com a presença de água e de uma nascente ou exsurgência, do tipo de “olhos de água”, aproveitada pela população que, segundo o "Couseiro ou Memórias do Bispado de Leiria", se fixou junto do “rio chamado Nasce água que nasce junto do Pinhal da Universidade de Coimbra no termo de Montemor-o-Velho”.<br><br>Quase extintas, mas testemunhando uma atividade muito rica nesta região atravessada por diversos cursos de água, encontrámos, ao longo dos tempos, atividades ligadas à moagem de cereais, com a existência de moinhos de água e azenhas, cujos vestígios ainda se encontram ao longo do pequenos cursos de água da localidade e das localidades vizinhas.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 13:16:33 UTC</pubDate>
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         <title>Fontanário da Carreira (Carreira, Leiria)</title>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 13:17:08 UTC</pubDate>
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         <title>Fonte do Loural (Riba d&#39;Aves, Leiria)</title>
         <author></author>
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         <title>Caranguejeira</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Uso populacional.&nbsp;<br>GRUPO - Bernardo, Bárbara e Íris Silvério&nbsp;<br><br><br>Adicionar uma legenda<br><br><br></div>]]></description>
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         <title>Ponto de paragem do percurso pedestres junto à nascente do Alviela</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Sumidouro da Ribeira dos Amiais</div>]]></description>
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      <item>
         <title>Fonte desativada de Souto de Cima (Caranguejeira, Leiria)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title>Santa Eufémia</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Uso populacional.&nbsp;<br>Grupo - Bernardo, Bárbara, Íris Silvério.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 13:54:01 UTC</pubDate>
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         <title>Nota bibliográfica sobre as fontes da cidade de Leiria</title>
         <author>valeriosantos1</author>
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         <description><![CDATA[<div>GONÇALVES, Alda (2010). Leiria. As Fontes, o Rio e as suas Pontes.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 13:54:55 UTC</pubDate>
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         <title>Fonte e Lavadouro da Matoeira (Regueira de Pontes, Leiria)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Apesar da água desta fonte não ser potável devido ao facto existirem várias pecuárias nas redondezas, que têm vindo, ao longo dos anos, a contaminar as águas no subsolo, é uma fonte cuja construção data da segunda metade do século XIX (1873), uma época em que o nosso país se encontrava em franco desenvolvimento, no período da Regeneração, e era necessário dotar os espaços rurais de infraestruturas que respondessem a esse desenvolvimento.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 13:55:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Nascentes do Rio Lis (Fontes, Cortes, Leiria)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/alexandraloucao1/Bookmarks/wish/2219584836</link>
         <description><![CDATA[<div>É junto à povoação de Fontes que nasce o Rio Lis, surgindo numa zona calcária, passa pelas Cortes e interseta a cidade de Leiria, com as margens quase todas ocupadas por jardins e percursos pedestres.<br><br></div><div>No seu troço intermédio, depois do rio passar pela malha urbana, formam-se planícies aluvionares, às quais se deu o nome de Campos do Lis, que se caracterizam pelos vários canais e açudes utilizados para regar os terrenos agrícolas, nos quais nascem campos de milho, extensas zonas de horticultura e os mais variados pomares que encontrámos pela estrada ao dirigirmo-nos para Fontes.&nbsp;<br><br>O rio Lis, outrora, foi um rio de muito maiores dimensões, sendo, na Idade Média, um dos mais importantes meios de desenvolvimento para a região.&nbsp;<br><br>A nascente principal localiza-se a 400 metros de altitude, na terminação do Maciço Calcário Estremenho (que constitui o segundo maior reservatório subterrâneo do país).&nbsp;<br><br>No local existem várias exsurgências, onde no Inverno a água proveniente da Serra d’Aire acaba por brotar à superfície. A nascente tem uma enorme variação sazonal, pelo que nos dias chuvosos podemos ver a água a brotar de uma forma violenta, no que tradicionalmente se chama de Nascente, enquanto que no Verão o rio nasce apenas na aldeia, meio quilómetro abaixo. O espaço é dotado de uma rica flora característica do maciço calcário Estremenho, pelo que, no passado, o local foi denominado Mata Real.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 13:55:56 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Fonte e antigo lavadouro da Jardoeira (Batalha)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/alexandraloucao1/Bookmarks/wish/2219591576</link>
         <description><![CDATA[<div>Espaço outrora abandonando, mas que tem vindo, nos últimos anos, a ser visitado pela comunidade de <em>Geocaching</em>. Atualmente está a ser alvo de uma recuperação com a colaboração de privados e da Junta de Freguesia da Batalha.<br>A construção da infraestrutura visível data de 1935.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 14:01:16 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Algar de abatimento – janela cársica, Louriceira</title>
         <author>valeriosantos1</author>
         <link>https://padlet.com/alexandraloucao1/Bookmarks/wish/2219596747</link>
         <description><![CDATA[<div>Trata-se de uma depressão por abatimento do teto da gruta, sobre o leito da ribeira subterrânea dos Amiais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 14:05:29 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Fonte Quente (Leiria)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/alexandraloucao1/Bookmarks/wish/2219597289</link>
         <description><![CDATA[<div>A Fonte Quente é uma fonte de elevado interesse histórico, localizada no sopé do monte de São Miguel, de onde brotam duas correntes, uma fria e outra tépida: a tépida constitui a Fonte Quente, também denominado por <em>Olho de Pedro</em>; a fria foi transformada num chafariz em 1824, hoje chamada Fonte dos Namorados, e onde já não corre água.</div><div><br>As águas eram sulfurosas e provaram-se as suas propriedades curativas, pelo que na Fonte Quente a água foi aproveitada para a realização de banhos, sendo, durante muito tempo, usada frequentemente pela população, especialmente aos sábados, até à instalação da rede de saneamento de água na cidade na década de 1930 do século XX.&nbsp;<br><br>Hoje ainda podemos ver a casa com os dois tanques onde antes se efetuavam os banhos, mas a água foi desviada para passar por baixo da casa e brotar metros à frente.</div><div><br>Estas águas foram muito usadas pelo Convento de São Francisco, pelo que a água tépida alimentava os tanques onde os religiosos tomavam banho (estas águas provinham da fonte de Sta. Catarina, a metros da Fonte Quente, que hoje já não existe).</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 14:05:53 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Trilho dos Olhos de Água do Alviela, Louriceira</title>
         <author>valeriosantos1</author>
         <link>https://padlet.com/alexandraloucao1/Bookmarks/wish/2219605345</link>
         <description><![CDATA[<div>Vista geral de parte do “Canhão flúvio-cársico dos Amiais”. Vale muito cavado, de vertentes estreitas e abruptas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 14:12:42 UTC</pubDate>
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         <title>Salinas de Rio Maior, Estrada das Salinas, Rio Maior</title>
         <author>valeriosantos1</author>
         <link>https://padlet.com/alexandraloucao1/Bookmarks/wish/2219607833</link>
         <description><![CDATA[<div>As salinas de Rio Maior, também denominadas de marinhas da Fonte da Bica, localizam-se a 3 km de Rio Maior, na localidade de Marinhas do Sal, na zona sul da área protegida do Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros, a 99 metros de altitude e ocupam uma área com cerca de 21 865 m2. Estas são as únicas salinas de interior atualmente em exploração em Portugal. Nos dias de hoje, as salinas são constituídas por 470 talhos, ou cristalizadores, de planta retangular e trapezoidal, cavados e delimitados entre si por tábuas de madeira ou muros de cimento.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 14:14:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Cascata da Nossa Senhora da Barroquinha, Maceira</title>
         <author>valeriosantos1</author>
         <link>https://padlet.com/alexandraloucao1/Bookmarks/wish/2219620605</link>
         <description><![CDATA[<div>A mais antiga referência conhecida à ermida, fonte e cascata é do <em>Couseiro ou Memórias do Bispado de Leiria</em>, obra escrita pelo ano de 1657:<br><br>"Por baixo das casas do cura desta igreja (de Nossa Senhora da Luz de Maceira), na concavidade que faz a altura dela, ao sítio do adro, está um oratório que fez um devoto, e nele a imagem de Nossa Senhora ( que estava antes no mesmo lugar, em uma lapa, que se fazia no dito barrocal) ; é a imagem de vulto, com um nicho de pedra doirado, em um altar; em que no ano de 1654 se deu licença para se dizer missa, a instâncias de João Francisco, de Maceira (Maceirinha), que fez o oratório e o dotou; consta do livro 3º do Registo (da Chancelaria do Bispado), fl 132, na volta. O orago é de Nossa Senhora da Guia, que lhe deram os devotos da Pederneira, que vêm ali em romaria, e dantes se chamava do Barro, e ainda muitos lhe chamam da Barroquinha; é de romagem.&nbsp;<br><br>E junto a este oratório está uma fonte, em que se lavam os romeiros para remédio de suas enfermidades; e da eminência do dito barrocal cai um regato de água, que daí vai correndo e faz o sítio alegre."<br><br></div><div>Depois de 1780, data que se encontra por cima da fonte, numa das inscrições ali existentes, a capela foi também restaurada, porque o frontal de azulejos do altar, com motivos florais, da Fábrica do Juncal é dos finais do século XVIII.</div><div><br>O Cónego José Pereira da Costa, ilustre pároco de Maceira, depois de falar da capela, escreveu em 1900:&nbsp;<br><br>"Junto desta capela está a pitoresca e formosa cascata, medindo 16 metros de altura, que tem merecido as visitas de tanta gente, que de bem longe tem vindo admirá-la. É um sítio deveras encantador e que bem merece as atenções do visitador competente e entendido, já pelos formosos estalactites que ali se encontram, já pelos variadíssimos tufos de verdura que deliciam os olhos do observador. Admira-se, nao se descreve...".</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 14:25:25 UTC</pubDate>
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         <title>Polje de Minde em junho (visto da A1)</title>
         <author>valeriosantos1</author>
         <link>https://padlet.com/alexandraloucao1/Bookmarks/wish/2229223816</link>
         <description><![CDATA[<div>Toda a região do Parque Natural da Serra de Aire e Candeeiros é essencialmente calcária, uma rocha muito fissurada que normalmente não consegue reter a água das chuvas. Mas o subsolo por debaixo do polje é impermeabilizado, muito provavelmente devido a uma zona argilosa. Assim, sempre que chove, o nível da água sobe através dos próprios poços de água, e inunda o vale.<br><br>Cientificamente desconcertante, este fenómeno não é sinónimo de fascínio e satisfação para toda a gente. Sobretudo quando chove mesmo muito. Paradoxalmente, quando as águas baixam, grande parte da terra que esteve meses submersa torna-se no melhor pasto do vale.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-23 23:01:00 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Polje de Minde em dezembro</title>
         <author>valeriosantos1</author>
         <link>https://padlet.com/alexandraloucao1/Bookmarks/wish/2229230297</link>
         <description><![CDATA[<div>Polje é uma palavra de origem eslava usada para identificar vastas depressões fechadas de fundo chato, encontradas nas regiões de relevo cársico. Estas formações, semelhantes a vales, podem permanecer secas, ser atravessadas por um curso de água ou inundadas de forma permanente ou temporária.&nbsp;<br><br>Trata-se de uma depressão que separa os planaltos de Santo António e São Mamede, tem uma extensão de 4 km de comprimento por 1,8 de largura e resultou da movimentação de blocos calcários nas falhas no terreno.<br><br>O polje de Mira-Minde e as nascentes associadas (Alviela, Almonda e Olho da Maria Paula) foram classificados em Dezembro de 2005 como sítio Ramsar (zona húmida de importância internacional) e faz parte do Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros (PNSAC).</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-23 23:15:54 UTC</pubDate>
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         <title>Fonte Nova ou Fonte dos Namorados (Leiria)</title>
         <author>valeriosantos1</author>
         <link>https://padlet.com/alexandraloucao1/Bookmarks/wish/2229300613</link>
         <description><![CDATA[<div>Construção com traça de inspiração neoclássica, típica do início do século XIX, composta por um muro delineado, ao centro, por pilastras, que enquadram um frontão triangular. O brasão em pedra lioz apresenta as armas reais. No friso encontra-se uma data epigrafada que corresponde ao ano de obras de beneficiação - 1824.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-24 00:58:05 UTC</pubDate>
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         <title>Fonte das Três Bicas, Fonte Grande ou Fonte das Carrancas (Leiria)</title>
         <author>valeriosantos1</author>
         <link>https://padlet.com/alexandraloucao1/Bookmarks/wish/2229310858</link>
         <description><![CDATA[<div>É uma fonte barroca do século XVII, com uma bacia central, três carrancas clássicas, e dois bebedouros para animais. Na frente destaca-se um varandim com polilóbulos e com uma estátua de Santo António ao centro.<br><br></div><div>É indiscutível a importância das fontes e fontanários que, no passado, foram a base do abastecimento de água de toda a população. Em 1811 procedeu-se ao “conserto dos chafarizes e canos de água da Fonte” (Cabral, J. 1993). Esta necessidade de assegurar a qualidade da água das fontes está bem patente na deliberação da Câmara Municipal, em 1818, que definiu uma pena de cadeia de mil réis<strong> </strong>para quem fizesse mau uso da água, “metade para o concelho e outra metade para o denunciante”. Três anos mais tarde, em 1821, “foi resolvido afixar editais para nenhuma pessoa ir lavar coisa alguma à Fonte Grande, …, com pena de condenação” (Cabral, J. 1993).<br><br></div><div>Por esta época (século XIX), a Fonte Grande tem um enquadramento urbano de excelência, em frente à Ponte dos Três Arcos e junto à estrada nacional que ligava Lisboa e Porto. Atualmente, em frente à Fonte Grande, podemos ver embutido no muro do rio Lis uma pedra de armas onde existiu a Ponte dos Três Arcos encimada por uma esfera armilar. Segundo alguns, esta esfera armilar terá vindo da Fonte Grande. Segundo outros, é a que encimava o pelourinho que existia na Praça de São Martinho, atual Praça Rodrigues Lobo.<br><br>Aquando da construção da Ponte Afonso Zúquete, que substituiu a Ponte dos Três Arcos, um pouco mais a norte, procedeu-se ao alteamento do pavimento do Largo Alexandre Herculano e da Rua Tenente Valadim. Em consequência, a Fonte Grande ficou com um nível mais abaixo do referido Largo. Atualmente, a fonte apresenta três degraus à vista, estando outros tantos soterrados.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-24 01:10:22 UTC</pubDate>
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