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      <title>AVA1 de Grandes temas da veterinária by laura duarte</title>
      <link>https://padlet.com/laurahelenad19/deeq48buw6wxqf59</link>
      <description>Mural sobre caso clínico Border Collie.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-11-08 13:58:10 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-12-06 13:41:53 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Análise do paciente.</title>
         <author>laurahelenad19</author>
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         <description><![CDATA[<div>O caso clínico apresenta sintomas que indicam a doença Dirofilariose canina, mais conhecida como doença do verme do coração, causada pelo parasita Dirofilaria immitis. Os sintomas mais comuns dessa doença são cansaço, apatia, perda de peso, tosse e insuficiência respiratória após exercício físico e em alguns casos aumento da circunferência abdominal. O paciente se encontra na faixa etária (4 anos) que comumente é diagnosticado essa doença (entre 3 e 8 anos) e seus sinais clínicos batem com os supracitados, além disso o porte de sua raça, Border Collie, (porte médio a grande) é o mais afetado pela doença.&nbsp;<br>Referências: KHAN, Cynthia M. Manual Merck de Veterinária, 10ª edição. [Digite o Local da Editora]: Grupo GEN, 2014. E-book. ISBN 978-85-412-0437-8. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-412-0437-8/. Acesso em: 08 nov. 2022.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-08 15:51:06 UTC</pubDate>
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         <title>Sobre a doença. </title>
         <author>laurahelenad19</author>
         <link>https://padlet.com/laurahelenad19/deeq48buw6wxqf59/wish/2375281921</link>
         <description><![CDATA[<div>A Dirofilariose Canina é uma doença endêmica de áreas tropicais, subtropicais e de clima temperado, onde é propício o desenvolvimento dos vetores e hospedeiros intermediários da doença, os mosquitos Aedes spp., Anopheles spp., Culex spp. O ciclo de vida dessa doença acontece da seguinte forma: O mosquito ingere larvas (microfilárias) de um hospedeiro previamente infectado pelo parasita, a partir daí essa larva começa a se desenvolver dentro desse mosquito que se torna o hospedeiro intermediário e passa por 3 estágios de desenvolvimento: L1 depois L2 e por fim L3 a fase infectante dessa larva. Esse desenvolvimento pode durar de 10 a 14 dias sendo a fase mais curta de desenvolvimento desse parasita. Após a maturação dessa microfilária, ela migra para a boca do mosquito e é transmitida para o hospedeiro final que geralmente são cães. Em canídeos e em outros hospedeiros suscetíveis, a larva infectante (L3) se transforma em larva de quarto estágio (L4) dentro de 3 a 12 dias. Após permanecer no tecido subcutâneo, abdome e tórax durante cerca de 2 meses, a larva L4 se transforma em parasita adulto jovem e migra pelo tecido do hospedeiro e, após 50 a 70 dias, chega à artéria pulmonar cerca de 70 a 120 dias após a infecção inicial. &nbsp;<br>Referências: KHAN, Cynthia M. Manual Merck de Veterinária, 10ª edição. [Digite o Local da Editora]: Grupo GEN, 2014. E-book. ISBN 978-85-412-0437-8. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-412-0437-8/. Acesso em: 08 nov. 2022.https://www.scielo.br/j/cr/a/jkFwpYWrkmjLWvQfzbdWV6S/?lang=pt<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-08 16:13:51 UTC</pubDate>
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         <title>Sinais clínicos </title>
         <author>laurahelenad19</author>
         <link>https://padlet.com/laurahelenad19/deeq48buw6wxqf59/wish/2375321204</link>
         <description><![CDATA[<div>Os sinais mais comuns como já citado são o cansaço, a apatia, inapetência e consequentemente perda de peso, tosse, dificuldade de realizar atividades físicas e etc. Os sinais clínicos podem variar em frequência e gravidade de acordo com o grau de lesão pulmonar e a atividade do paciente.&nbsp;A maioria dos sintomas são relacionados com danos ao pulmão e coração pois é onde o parasita age com mais frequência.&nbsp; Em cães, a gravidade da lesão cardiopulmonar é determinada pela quantidade de parasitas, pela resposta imune do hospedeiro, pela duração da infecção e pelo grau de atividade do hospedeiro. Os parasitas vivos parecem ter um efeito imunossupressor; contudo, os parasitas mortos induzem reações imunes e subsequente lesão pulmonar em áreas não diretamente relacionada com a presença do parasita morto. Infecções de longa duração, em razão dos fatores já mencionados (ou seja, irritação direta, morte do parasita e resposta imune), resultam em lesões crônicas e subsequentes cicatrizações. Cães ativos tendem a desenvolver mais lesões àqueles inativos, qualquer que seja a carga parasitária. Esforços frequentes aumentam a lesão da artéria pulmonar e podem predispor a sinais clínicos evidentes, inclusive insuficiência cardíaca congestiva (ICC).&nbsp;<br>Referências: KHAN, Cynthia M. Manual Merck de Veterinária, 10ª edição. [Digite o Local da Editora]: Grupo GEN, 2014. E-book. ISBN 978-85-412-0437-8. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-412-0437-8/. Acesso em: 08 nov. 2022.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=9DpJiS9Q7-s" />
         <pubDate>2022-11-08 16:35:51 UTC</pubDate>
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         <title>Diagnóstico </title>
         <author>laurahelenad19</author>
         <link>https://padlet.com/laurahelenad19/deeq48buw6wxqf59/wish/2375431234</link>
         <description><![CDATA[<div>O diagnóstico se da pela análise dos sinais clínicos juntamente com exames. O paciente analisado tem sintomas comuns da doença e como a prevenção dessa doença não foi feita a suspeita se torna ainda mais forte.&nbsp;<br>Os exames que são usado para diagnosticar a Dirofilariose são exames que avaliam a presença de microfilárias circulantes no sangue ou presença de microorganismos adultos com ausência de microfilaremia. Por isso, inicialmente o hemograma e também uma análise microscópica do sangue são cruciais para avaliar esse paciente, contudo a microfilaremia só aparece entre 6 e 7 meses após a infecção que é quando as femêas do parasita já são adultas e podem procriar e liberar larvas. Para pacientes assintomáticos, iniciais e para confirmar suspeitas o teste de antígeno circulante é o mais indicado e mais específico disponível, pois este consegue identificar fêmeas adulta do parasita mesmo sem a presença de microfilárias circulantes no sangue, através da proteína liberada por elas na circulação. A radiografia também é um meio de confirmar sinais clínicos e avaliar a gravidade da doença, já que esta causa lesões pulmonares e cardíacas provenientes de uma doença cardiopulmonar secundária a infecção por D immitis em quadros mais graves da doença. Em resumo o hemograma, a análise sanguínea para detectar microfilárias no sangue, o teste de antígeno circulante e  a radiografia do tórax são os meios de diagnósticos mais usados e eficazes. <br>Referência: KHAN, Cynthia M. Manual Merck de Veterinária, 10ª edição. [Digite o Local da Editora]: Grupo GEN, 2014. E-book. ISBN 978-85-412-0437-8. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-412-0437-8/. Acesso em: 08 nov. 2022.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-08 17:43:00 UTC</pubDate>
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         <title>Tratamento </title>
         <author>laurahelenad19</author>
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         <description><![CDATA[<div>O tratamento da Dirofilariose canina precisa de cuidados e de avaliação da gravidade da infecção e se há doença vascular pulmonar concomitante. O tratamento se dá pelo uso de terapia adulticida, porém esse tipo de medicamento pode acarretar em tromboembolia pós-adulticida em pacientes como o nosso que já apresentam sintomas como tosse, tumefação abdominal, além de ser um paciente de uma raça que tem alto nível de atividade física. Pacientes como o do caso estudado satisfazem características de um paciente de risco tipo 2: alto risco de complicações tromboembólicas. Cães com risco de complicações tromboembólicas são aqueles com sintomas relacionados com a dirofilariose (p. ex., tosse, lipotimia, tumefação abdominal), baixa ou nenhuma possibilidade de os proprietários limitarem o exercício por ser uma animal inteligente e agitado, além de outros fatores.<br>Por isso, para ser feito o tratamento precisaremos de alguns cuidados para minimizar danos.&nbsp;<br>O medicamento usado para tratamento dessa doença é o adulticida di-hidrocloreto de melarsomina, efetivo contra parasitas maduros (adultos) e jovens, machos e fêmeas.<br>O paciente estudado apresenta grande quantidade de sintomas e por isso pode ter alta carga parasitária, assim para diminuir riscos de tromboembolia pulmonar grave podemos seguir alguns protocolos, como:&nbsp;<br>•Aplicar uma dose do medicamento (eliminando 50% dos parasitas) e só aplicar duas doses em intervalos de 24h apenas 30 dias depois.&nbsp;<br>•Ou podemos administrar macrolídeos em doses profiláticas 3 meses antes da administração da melarsomina.&nbsp;<br>Após a aplicação dos tratamentos deve se restringir drasticamente atividades físicas a fim de reduzir os riscos de complicações tromboembólicas pulmonares.&nbsp;<br>Como nosso paciente é sensível a uma gama de macrolídeos, o tratamento ideal seria o primeiro.&nbsp;<br>* Pacientes com alto risco devem ter o quadro clínico estabilizado antes da administração de melarsomina. O tratamento de estabilização é variável e inclui confinamento em gaiola, fornecimento de oxigênio, corticosteroides e heparina, 1 semana antes do protocolo de tratamento com doses alternadas de melarsomina.<br>Se for observado no exame, baixa carga parasitária e nenhuma lesão cardiopulmonar o tratamento seguirá sem maiores complicações.&nbsp;<br>Referência: KHAN, Cynthia M. Manual Merck de Veterinária, 10ª edição. [Digite o Local da Editora]: Grupo GEN, 2014. E-book. ISBN 978-85-412-0437-8. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-412-0437-8/. Acesso em: 08 nov. 2022.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-08 18:16:08 UTC</pubDate>
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         <title>Prevenção. </title>
         <author>laurahelenad19</author>
         <link>https://padlet.com/laurahelenad19/deeq48buw6wxqf59/wish/2375526711</link>
         <description><![CDATA[<div>A prevenção da Dirofilariose é totalmente possível e disponível.&nbsp;<br>Desde a sexta semana de vida os cães podem receber doses profiláticas de macrolídeos como ivermectina, moxidectina, selamectina e oxima milbemicina para fazer a prevenção dessa doença. Se o tratamento for iniciado nesse período não há necessidade de testagem.<br>Porém, se seu animal não começou a prevenção antes dos 7 meses de vida é aconselhado a testagem e repeti-la a cada 6 ou 7 meses para descartar suspeitas.&nbsp;<br>Outra forma de prevenção é a vacinação anual com a vacina Pro-HeartSR12 que pode ser aplicada a partir dos 6 meses de vida do animal.&nbsp;<br>No caso estudado, a prevenção deveria ter sido feita com a vacina desde cedo. &nbsp;<br>Cães da raça Border Collie não podem receber medicamentos como a ivermectina e outros similares, por serem sensíveis a eles e terem reações graves se ocorrer o uso podendo chegar a coma e até morte. Por isso no caso estudado a prevenção seria feita apenas com vacina, não sendo possível usar os medicamentos citados.&nbsp;<br>Outra medida que ajuda a prevenir e pode ser usada junto as outras é a coleira antiparasitária.&nbsp;<br>Referências: KHAN, Cynthia M. Manual Merck de Veterinária, 10ª edição. [Digite o Local da Editora]: Grupo GEN, 2014. E-book. ISBN 978-85-412-0437-8. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-412-0437-8/. Acesso em: 08 nov. 2022.<br>Perigo: Collie, Border Collie, Pastor de Shetheland e a Ivermectina. Petcare.com.br, 2012. Disponível em: https://petcare.com.br/perigo-collie-border-collie-pastor-de-shetheland-e-a-ivermectina/. Acesso em:&nbsp; 08/11/2022.&nbsp;<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-08 18:45:13 UTC</pubDate>
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         <title>Especialidades veterinárias relacionadas ao caso. </title>
         <author>laurahelenad19</author>
         <link>https://padlet.com/laurahelenad19/deeq48buw6wxqf59/wish/2375572150</link>
         <description><![CDATA[<div>A clínica de pequenos animais é uma das áreas mais procuradas pelos estudantes de medicina veterinária. Mas hoje em dia, para se destacar precisamos estudar e nos especializar cada vez mais. As especialidades veterinárias são várias e importantíssimas e algumas são cruciais para casos como o do Border Collie que está sendo estudado.&nbsp;<br>Alguns dos profissionais solicitados para esse caso seriam:&nbsp;<br>Clínico geral- Para atendimento primário e crucial e encaminhamento para um cardiologista em casos mais graves de doença cardiopulmonar proveniente da inflamação da Dirofilariose.&nbsp;<br>Cardiologista- Para tratar danos causados ao coração,veias, artérias e etc pela Dirofilariose, interpretar eletrocardiogramas.<br>Patologista veterinário- Para analisar e dar resultados dos exames solicitados.&nbsp;<br>Especialista em diagnóstico por imagem- Realiza&nbsp; a radiografia do tórax.&nbsp;<br>Cirurgião- Em casos mais graves onde precisa de intervenção cirúrgica para remover os parasitas adultos do coração. &nbsp;<br>cirurgia de remoção de parasitas adultos: https://www.google.com/url?sa=i&amp;url=https%3A%2F%2Fportalvet.royalcanin.com.br%2Fsaude-e-nutricao%2Fdirofilariose-em-caes-e-gatos%2F&amp;psig=AOvVaw2vZTswds723T8o9nZKds6n&amp;ust=1668021256976000&amp;source=images&amp;cd=vfe&amp;ved=0CA0QjRxqFwoTCMDunsaln_sCFQAAAAAdAAAAABAE </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-08 19:14:58 UTC</pubDate>
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