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      <title>Diário de bordo Met I by Henrique Portanova Barbosa</title>
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      <description>Portifólio semanal da disciplina de Metodologia do Ensino de Ciências biológicas</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-03-30 01:16:17 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2022-07-15 01:41:23 UTC</lastBuildDate>
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         <title>21/03</title>
         <author>henriqueportanova</author>
         <link>https://padlet.com/henriqueportanova/dcxsvyir2tnycpg8/wish/2120482759</link>
         <description><![CDATA[<div>Não sabia exatamente o que esperar da disciplina, porém desde o início da aula ela aparentava interessante. Na dinâmica de desenhos, a princípio, imaginei que o desfecho seria simplesmente para verificar o esteriótipo que se tem acerca da imagem do biólogo/professor, que por um lado veríamos grupos com uma imagem esperada desses grupos, e outros que talvez fossem além para sair do padrão que a maioria da sociedade imagina.&nbsp;<br>No entanto, na discussão, foi possível ir bem além disso. Ao analisar aspectos específicos presentes em cada desenho, que embora bastante diversos, tiveram bastante convergência, foi possível estimular uma análise crítica do porque a visão do biólogo "bacharel" acaba distorcendo tanto para o licenciado/professor, ainda que o curso seja quase o mesmo, especialmente na USP em que temos o ciclo básico compartilhado (o que não necessariamente é igual em outras faculdades).<br>Além disso, as perguntas realizadas na atividade sobre o interesse na licenciatura e no papel do professor também abre espaço para reflexão e autoavaliação&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-30 01:28:56 UTC</pubDate>
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         <title>28/03</title>
         <author>henriqueportanova</author>
         <link>https://padlet.com/henriqueportanova/dcxsvyir2tnycpg8/wish/2120505984</link>
         <description><![CDATA[<div>Tenho bastante curiosidade em temas de história no geral, mas mesmo assim não sabia a resposta para boa parte das perguntas acerca da origem do ensino de ciências nas escolas,. Imaginei que isso teria começado por volta da chegada da família real no Brasil, que trouxe consigo as universidades. Não estava tão distante, já que pelo o que entendi, as primeiras escolas devem ter surgido após a independência quando o ensino se tornaria gratuito a todos, embora possivelmente isso não fosse nem perto de acessível. Ademais, a discussão dos colegas foi bastante interessante para tentar chegar à conclusão.<br>Sai da aula ainda com a dúvida de quando o ensino de ciências foi de fato oficializado. Foi com a criação da instituição escolar na independência? Ou essa estaria focada apenas no letramento e atividades mais técnicas como matemática?&nbsp;<br>Além disso, a atividade para análise de documentos como a BNCC nos faz ver como o ensino tem mudado, pois a maioria das pessoas na minha faixa de idade não deve ter tido um ensino que se baseasse na questão de desenvolvimento de habilidades e competências, e sim conteúdo. A BNCC aparenta ser um bom documento para tentar padronizar, na medida do possível, o ensino no país. Ainda assim, é preciso pensar na aplicabilidade desse currículo nas diferentes realidades das escolas públicas, e também pensar qual o interesse por detrás da sua criação.<br>Conversando com um colega, vejo que há concepções bastantes diversas acerca da BNCC, com muitos críticos na academia, enquanto há a defesa dela no setor privado, que também conta com profissionais na área, mas provavelmente com interesses bem distintos. Eu precisaria levantar os pontos de cada um para formular uma opinião política acerca dela.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-30 01:43:39 UTC</pubDate>
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         <title>04/04</title>
         <author>henriqueportanova</author>
         <link>https://padlet.com/henriqueportanova/dcxsvyir2tnycpg8/wish/2150938233</link>
         <description><![CDATA[<div>Achei a aula interessante pois, após a continuação das apresentações e retomada acerca da discussão geral do tema da BNCC e do currículo paulista, fomos apresentados exatamente à ideia que eu estava refletindo na aula passada (inclusive que relatei no diário de bordo do dia 28/03) sobre o debate acerca da BNCC e o novo Ensino Médio entre o setor público e privado. Novamente, conforme diversos aspectos no nosso cotidiano, nos encontramos no meio desse embate entre duas forças aparentemente "opostas" que possuem seus interesses próprios, e ainda que os dois busquem apresentar seus aspectos positivos, precisamos analisar as implicações dessas políticas públicas, embora isso necessite um estudo mais aprofundado que eu, iniciando o curso de licenciatura, ainda não me sinto muito bem preparado para discutir. De qualquer forma, o início desse debate em sala de aula já me deixa empolgado.<br>E com isso já vou citar aqui algumas das minhas dúvidas que espero que eu consiga esclarecer melhor no futuro: Será que a BNCC é passível de ser aplicada nos diferentes contextos regionais do país? Qual é o problema de um currículo geral unificado, considerando que os currículos estaduais/municipais podem ter autonomia para adaptar de acordo com as suas necessidades/realidades? Será que a BNCC está buscando nivelar o aprendizado do país "por cima" em vez de oferecer uma base para as regiões que ainda sofrem com a falta de uma educação de qualidade nas escolas públicas? É possível conciliar esses dois fatores (qualidade da educação no setor público e privado) no curto prazo, com o novo Ensino Médio, para que não se crie uma desigualdade ainda maior?</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-20 19:57:30 UTC</pubDate>
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         <title>25/04</title>
         <author>henriqueportanova</author>
         <link>https://padlet.com/henriqueportanova/dcxsvyir2tnycpg8/wish/2182014895</link>
         <description><![CDATA[<div>Embora aparente ser algo relativamente lógico, foi bastante interessante para mim perceber de forma um pouco mais clara como o contexto político-social da época influencia a educação e as políticas públicas voltadas à ela.<br>Nesse contexto, a retrospectiva apresentada foi bastante útil para entender a história da educação no brasil: No Brasil Colônia, a princípio se buscava a catequização dos índigenas pelos jesuítas para ensiná-los a ler, escrever dentre outras atividades, mas posteriormente esse ensino voltou-se principalmente aos filhos de colonos, ou seja, voltado à elite.<br>Essa elitização do ensino se manteve mesmo no Brasil império, ainda que com a separação da igreja. O ensino continuava propedêutico e enciclopedista, que foi também o tema para a pesquisa realizada no fim da aula para a apresentação dos slides, e foi possível compreender, então, que os objetivos disso eram principalmente para introduzir a ciência aos homens brancos e para seu ingresso no Ensino Superior, possivelmente fora do Brasil, visto que isso era o importante no contexto da época.<br>No entanto, conforme a sociedade mudava, as exigências para o cidadão no mundo do trabalho e, portanto, em sua educação, também mudavam. Com a necessidade de mão de obra técnicista e industrial, também surgiu o ensino profissionalizante já no Brasil República, advindo principalmente das necessidades do mercado após a industrialização no período pós-guerra, fazendo com que o ensino deixasse de ser tão focado a elite, e focasse no trabalhador. Nessa época houve a profissionalização da educação pela necessidade de mão de obra qualificada e barata, e também houve o surgimento das primeiras diretrizes para o ensino, alem também do movimento escolanovista.<br>A partir dessa linha do tempo é possível pensar as condições atuais da educação brasileira, e como as reformas atuais estão relacionadas com interesses políticos e também exigências do mercado. No novo ensino médio, por um lado, temos um estímulo ao empreendedorismo, pelo menos a quem tem capacidade de usufruir dessas "oportunidades", e por outro a educação pública também busca de aproximar se um ensino técnico (como o presente em ETECS e IFs) para suprir a necessidade de empregos mais manuais do que intelectuais para a maior parte da população (sendo a segunda parte mas restrita à parcela não tão pobre desta).<br>Retomando agora o assunto citado antes, o movimento escolanovista, ao buscar um enfoque diferente na relação de ensino-aprendizado, permitiu uma mudança na forma com que a educação é tratada, e então o surgimento de diferentes linhas de ensino além da propedêutica, que então fomos divididos em grupos para entender o contexto de cada uma: a intuitiva, a investigativa, a educação por projetos, o método CTSA, a alfabetização científica e a história da ciência.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-12 23:07:47 UTC</pubDate>
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         <title>02/05</title>
         <author>henriqueportanova</author>
         <link>https://padlet.com/henriqueportanova/dcxsvyir2tnycpg8/wish/2182015038</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta aula tivemos as apresentações dos temas designados aos grupos na aula passada acerca das diferentes metodologias de ensino. Foi legal perceber que, embora parecidas, cada metodologia possui algum enfoque específico relacionado a algum contexto de sua época.<br>Além disso, a explicação em forma de apresentação foi bastante efetiva (diferentes de algumas dinâmicas que apenas pedem pro aluno aprender na hora e dividir o que leu com os outros).<br>Meu grupo acabou ficando com o ensino propedêutico, e, embora provavelmente fosse o que ninguém queria, ele fazia e faz parte do processo de ensino até os dias de hoje.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-12 23:08:01 UTC</pubDate>
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         <title>09/05</title>
         <author>henriqueportanova</author>
         <link>https://padlet.com/henriqueportanova/dcxsvyir2tnycpg8/wish/2182015175</link>
         <description><![CDATA[<div>Como na última aula tivemos apenas as apresentações, acabamos usando esta aula para discutir de forma mais aprofundada as diferentes metodologias e o contexto por trás delas.<br>Dessa forma, foi bastante esclarecedor a forma de apresentação dessas linhas de maneira mais cronológicas e comparando os "papeis"/posições de cada uma.<br>Pensando desde a pedagogia clássica, até a nova escola e a pedagogia moderna e pedagogia alternativa, foi possível compreender o contexto e o que buscavam ao elaborar alguma metodologia de ensino e aprendizagem.<br>Ao posicionarmos cada linha em um esquema/diagrama de "caixinhas" para verificar o que cada uma abordava, o conteúfo ficou bem mais palpável e assimilável, embora seja um modelo simples que possa não abarcar todas as característas, como foi o caso do CTSA e da Alfabetização científica que não cabia em um local único, e sim atravessavam as outras metodologias de alguma forma.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-12 23:08:07 UTC</pubDate>
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         <title>16/05</title>
         <author>henriqueportanova</author>
         <link>https://padlet.com/henriqueportanova/dcxsvyir2tnycpg8/wish/2214119478</link>
         <description><![CDATA[<div>Nessa aula nos separamos para discutir o que é ser professor e o que é necessário para tal. Trouxemos tanto experiências pessoais e também experiências dos estágios.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-07 21:56:50 UTC</pubDate>
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         <title>30/05 - Entrega jogo didático</title>
         <author>henriqueportanova</author>
         <link>https://padlet.com/henriqueportanova/dcxsvyir2tnycpg8/wish/2214119730</link>
         <description><![CDATA[<div>Na aula de hoje pudemos conhecer e jogar os jogos didáticos feitos por nós, e foi possível perceber não só o empenho de todos, mas também a sua criatividade em buscar adaptar diferentes conteúdos de biologia para alunos do ensino básico a partr de diferentes tipos de jogos que podem estimular o aluno. O conteúdo de biologia pode acabar sendo muito abstrato, e ao tentar realizar atividades lúdicas para atiçar o conhecimento do aluno, também é possível estimular o seu aprendizado, desenvolvendo seu raciocínio, sua critividade e também apliando suas relações interpessoais (RODRIGUES, 2013, p. 10)<br>Foi realmente uma experiência não só divertida mas que permitiu visualizar uma variedade de formas de ensino e aprendizado, e isso apenas considerando o campo dos jogos. Dessa forma é possível perceber, também, que desde que haja interesse genuíno, é possível se dedicar para levar uma educação de qualidade, mas também que cative o aluno para fazê-lo se sentir pertencente ao ambiente escolar.<br>Além disso, tivemos nossa conversa sobre as experiências de estágio, e foi bastante legal ouvir as experiências dos colegas que se encontram em diferentes ambientes e tipos de escola. Por vezes eram levantados problemas relacionados ao professor, alguns relacionados aos alunos, e coube a nós refletir como o contexto em que esses indivíduos se situavam podia influenciar sua atuação dentro da instituição escolar. Por parte dos alunos talvez falte a visão de pertencimento e identificação com a escola (mas infelizmente isso independe deles, pois são eles que estão em formação e devem ser oferecidos um ambiente saudável e com capacidade de formá-los adequadamente), e por parte dos professores ouvíamos também que alguns não se preocupavam nem um pouco com o papel de docente, e possuiam atitudes que demonstravam descaso com a profissão e com o aluno, enquanto outros pareciam bastante dedicados em oferecer uma educação de qualidade.<br>Como a própria professora fala, realmente para ser professor é necessário querer e gostar, pois no fim você não estará apenas trabalhando em função se si próprio, e sim na formação de novos indivíduos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-07 21:57:22 UTC</pubDate>
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         <title>06/06</title>
         <author>henriqueportanova</author>
         <link>https://padlet.com/henriqueportanova/dcxsvyir2tnycpg8/wish/2214119811</link>
         <description><![CDATA[<div>Estranhei quando ouvi que iriamos ter uma atividade relacionada ao Genoma do IBUSP, pois não consegui imaginar o que faríamos e apenas vinham na minha cabeça o papel de pesquisa desse departamento. No entanto, ao perceber que se tratava de um grupo de educação voltado ao ensino de genética no ensino básico (e até superior, aparentemente), isso me permitiu ampliar um pouco a visão de como essas instituições podem atuar no pilar de extensão a partir da área em que atuam e do conhecimento que detém. O que quero dizer com isso é que, se tratando de uma instituição pública, se torna um dever que tentem retornar de alguma forma o investimento que é feito em si através dos impostos, e mantendo então esse diálogo com a sociedade.<br>Achei bastante interessante as abordagens e materiais didáticos exemplificados na aula através da metodologia de atividades interativas. Acredito que ao praticarmos esse jogo, não nos prendemos apenas na teorias e também conseguimos nos colocar no lugar do aluno, percebendo então como as diferentes abordagens podem ou não funcionar em determinados contextos, e pensar se isso será interessante para eles (se foi até para nós, tomara que também seja para os alunos).<br><br>contato com um grupo voltado</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-07 21:57:32 UTC</pubDate>
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         <title>13/06 - Ciência - do fazer ao ensinar! Um olhar decolonial. </title>
         <author>henriqueportanova</author>
         <link>https://padlet.com/henriqueportanova/dcxsvyir2tnycpg8/wish/2243720322</link>
         <description><![CDATA[<div>Aprecio bastante as aulas em que os docentes trazem convidades para ministrar algum conteúdo que, embora relacionado à aula, muitas vezes a dinâmica ou a forma como é passada é bastante mais interativa e atiça a nossa curiosidade.<br>De fato a pesquisa da professoa Solange foi algo que em nenhum momento eu parei para pensar.&nbsp;<br>A prática científica que tive contato em toda minha vida sempre teve esse viés ocidental, e querendo ou não deixou sua marca, tanto que foi de certa forma estranho ouvir a forma de fazer ciência nos países africanos citados pela professora. Provavelmente isso se deu pois praticamente toda a estrutura científica já está consolidada nesse modelo europeu que advém desde a idade média, e por isso pouco espaço se dá à outras práticas científicas de outros povos e etnias.<br>Além desse preconceito que ocorre de forma "comunitária" e talvez até individual, é interessante perceber que também há uma barreira linguística bastante proeminente, tanto que a professora conseguiu utilizar principalmente a literatura portuguesa ou inglesa da época para encontrar registros, enquanto tantos outros acabam sendo deixados de lado por se encontrarem em línguas locais, e também se perdido por conta dos conflitos que ocorrem em algumas regiões citadas pela Solange.<br>Falando sobre esse ponto das línguas, é interessante perceber a questão língua/dialeto quando se fala do continente africano, como se ele fosse tão homogêneo em diferentes aspectos como o linguísto quanto um país (o que não e totalmente verdade nem para um país, quem dirá todo um continente).</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-15 00:34:33 UTC</pubDate>
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         <title>20/06 - Mesa redonda Novo Ensino Médio</title>
         <author>henriqueportanova</author>
         <link>https://padlet.com/henriqueportanova/dcxsvyir2tnycpg8/wish/2243725609</link>
         <description><![CDATA[<div>Ainda que seja um comentário breve, acho que o mais interessante dessa palestra é principalmente o fato que foi levantado de que alguns professores se recusaram a participar da mesa redonda por conta das escolas em que trabalhavam e como elas poderiam receber essa participação em um tema tão polêmico.<br>Pessoalmente achei interessante a conversa, mas acharia ainda mais se fôssemos apresentados não só aos professores que estão atuando sob esse sistema, mas também à quem criou/defende a base, e a estudiosos que a criticam. Embora talvez fique subentendida a opinião da professora (Carla), também gostaria de saber a análise sobre toda essa questão da BNCC e Novo Ensino Médio.<br>Ainda assim, imagino que essa abordagem nas aulas foi para que pudéssemos chegar a uma conclusão de foram individual com as discussões e materiais fornecidos e estimular um senso crítico</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-15 00:40:48 UTC</pubDate>
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         <title>27/06 - Palestra de museus e oficina de objetos</title>
         <author>henriqueportanova</author>
         <link>https://padlet.com/henriqueportanova/dcxsvyir2tnycpg8/wish/2243753350</link>
         <description><![CDATA[<div>A presença de espaços de educação não formal como os museus são bastante interessantes para mim. Isso porque eles mostram de forma bastante clara que é possível aprender fora do ambiente formal que é, muitas vezes, quase puramente expositivo em toda etapa do ensino básico e até do ensino superior.<br>No entanto, penso se eles conseguem atingir a população de forma efetiva. Em certos ambientes como zoológico ou aquário em que, de certa forma, o aspecto de entretenimento é bastante pronunciado, possivelmente sim. Mas e no restante de espaços de educação não formal?<br>Por vezes me parece restrita a força que eles tem de tentar trazer o público mais jovem a esses espaços, porém imagino que com a ajuda das próprias escolas isso se torna mais fácil. Além disso, a criação de redes sociais que tentam atingir esses públicos faz parte desse contexto contemporâneo. Nesse ponto eu consigo remeter aos ambientes em que meu grupo do estágio está atuando, como a EB e o MZUSP, que possuem atualmente um foco bastante grande em tentar atingir seu público por meio das redes sociais. No caso da EB, isso ocorreu principalmente por conta da pandemia, que exigiu que o projeto ampliasse sua visão.<br>Além disso, a oficina de dioramas foi muito divertida e nos apresentou uma das formas com que os museus podem apresentar sua coleção de objetos</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-15 01:15:20 UTC</pubDate>
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         <title>04/07 e 11/07 - Relatos de estágios</title>
         <author>henriqueportanova</author>
         <link>https://padlet.com/henriqueportanova/dcxsvyir2tnycpg8/wish/2243753693</link>
         <description><![CDATA[<div>Muito bom, haja experiências * - *</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-15 01:15:45 UTC</pubDate>
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