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      <title>CRITICA DE MIDIA-POLITICAS EDITORIAIS by alvaro guilhermino</title>
      <link>https://padlet.com/alvaroguilhe/dcplthvf51di030v</link>
      <description>Portifólio de aprendizagem </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-09-30 13:13:49 UTC</pubDate>
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         <title>A crítica em tempos de pós-verdade </title>
         <author>alvaroguilhe</author>
         <link>https://padlet.com/alvaroguilhe/dcplthvf51di030v/wish/1781322213</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;REAÇÃO NEGATIVA AO PÓS-MODERNISMO&nbsp;<br>▸ ao relativismo&nbsp;<br>▸ à fragmentação&nbsp;<br>▸ à diversidade&nbsp;<br>▸ à diferença&nbsp;<br>▸ ao dissenso&nbsp;<br><br>&nbsp;ANTI-CRÍTICA<br>▸ Oposição que não vê contradição<br>▸ Ser contra por dogma, e não pela crítica<br>&nbsp;<br>"PÓS-VERDADEIROS SÃO OS HOMENS E AS MULHERES PARA OS QUAIS O EFEITO PRÁTICO SE IMPÕE AOS MEIOS, O QUE EQUIVOCADAMENTE SE CONFUNDE COM MERITOCRACIA"</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-30 13:19:45 UTC</pubDate>
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         <title>Metodologias de análise da mídia</title>
         <author>alvaroguilhe</author>
         <link>https://padlet.com/alvaroguilhe/dcplthvf51di030v/wish/1781322983</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>ANALISE DO CONTEUDO</em></strong> <br><br> <strong>PARA QUE SERVE</strong> <br>➤ Detectar tendências e modelos <br>➤ Análise de noticiabilidades, enquadramentos e agendamentos <br>➤ Descrever e classificar <br>➤ Produtos, gêneros e formatos <br>➤ Avaliar características <br>➤ Produção, produtores<br>➤ Identificar elementos típicos <br>➤ Identificar exemplos representativos <br>➤ Identificar discrepâncias <br>➤ Comparar conteúdos <br>➤ Diferentes veículos, mídias e culturas&nbsp; <br><br><strong><em>ANALISE DO DISCURSO<br><br></em></strong>➤ Lugar de produção e circulação de sentidos&nbsp;<br>➤ Dialógico&nbsp;<br>➤ Polifônico&nbsp;<br>➤ Opaco&nbsp;<br>➤ Ao mesmo tempo efeito e produtor de sentidos&nbsp;<br>➤ Elaborado segundo condições de produção e rotinas particulares&nbsp;<br><br></div><blockquote>"O efeito de literalidade cresce proporcionalmente ao apagamento de uma ideologia como ideologia"<br>-Márcia Benetti&nbsp;</blockquote><div><br>➤ O discurso ideológico (qualquer um) tem como principal objetivo apagar/esconder as marcas da ideologia. Nada mais ideológico que o texto que se diz não ideológico. <br><br><strong><em>IDENTIFICAÇÃO DOS SENTIDOS<br><br></em></strong>➤ FORMAÇÃO DISCURSIVA (FD) Aquilo que pode e deve ser dito, em oposição ao que não pode e não deve ser dito. Construção de uma ideia que se impõe pelo que parece ser, pelo que pode ser.&nbsp;<br>➤ SEQUÊNCIA DISCURSIVA(SD) Trechos recortados de um ou mais textos que evidenciam uma Formação Discursiva.<br><br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-30 13:19:59 UTC</pubDate>
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         <title>Valores profissionais e critérios de qualidade</title>
         <author>alvaroguilhe</author>
         <link>https://padlet.com/alvaroguilhe/dcplthvf51di030v/wish/1781324023</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>IDEIAS RE(CORRENTES) <br></em></strong><br>➤ As mídias se sucederam sem que uma substituísse as anteriores<br>➤ Em vez disso, as mídias se adaptaram e se complementaram<br>➤ O impresso sobreviveu ao rádio, ao cinema e à TV<br>➤ O rádio sobreviveu ao cinema e à TV<br>➤ O cinema sobreviveu à TV<br>➤ A TV… sobreviverá?<br>➤ Alguma sobreviverá à internet?<br>&nbsp;➤ “O meio é a mensagem”&nbsp;<br>➤ Mas, se o meio é “gratuito”, quem pagaria pela mensagem?&nbsp;<br>➤ Os meios justificam as mensagens?&nbsp;<br>➤ A mensagem ‘em si’ já não importa mais?&nbsp;<br>➤ O que acontece quando o meio ocupa todo o espaço e o tempo da mensagem?&nbsp;<br>➤ Onde estamos e o que somos? Meios e/ou mensagens? ➤ Quem se importa – de fato – conosco?&nbsp;<br>➤ Alguém precisa se importar&nbsp;<br><br></div><blockquote>"A ética como vocação para a excelência afasta o jornalista definitivamente do fazer rotineiro e do medíocre, e exige sempre o grau máximo de qualidade profissional ". -Javier Darío Restrepo (2017)</blockquote><div><br></div><div><strong>Quando se fala de serviço ao interesse público ou q uando, alternativamente, afirma-se que o jomalismo serve à “opinião pública", ao «cidadão comum», à «coisa pública», à «sociedade», ao «bem comum» etc., mantendo-se inalterada a ideía de que aquilo que for do interesse e da concernência da cidadania será objeto eminente do serviço que o jornalismo presta à socicdade. O importante é assegurar que o jornalismo não deve ser concebido como um ramo de negócios ou de serviços industriais quaisquer&nbsp;</strong></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-30 13:20:16 UTC</pubDate>
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         <title>RESPONSABILIDADES COLETIVAS</title>
         <author>alvaroguilhe</author>
         <link>https://padlet.com/alvaroguilhe/dcplthvf51di030v/wish/1907231251</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><strong><em>Agendamento</em></strong></li></ul><div>Desde o surgimento do conceito, o termo agendamento se explica quase por si; diz respeito à capacidade dos meios de comunicação de agendar quais temas e acontecimentos fazem ou não parte do debate público. Segundo essa hipótese, os assuntos mais presentes na mídia, e em posição de maior proeminência (manchetes, por exemplo), têm maior possibilidade de serem discutidos pela sociedade. Do mesmo modo, aqueles assuntos ausentes nos meios de comunicação, ou, ainda que presentes, em posições de pouco destaque, estes teriam pouca probabilidade de frequentarem o debate social.&nbsp;<br><br></div><ul><li><strong><em>Agenda Setting</em></strong></li></ul><div>A Teoria do Agenda Setting, por sua vez, encontra ressonância em teorias diversas sobre noticiabilidade – estas versam sobre os fatores diversos que aumentam ou diminuem a capacidade de um fato se tornar notícia, ou seja, de ser publicado e, portanto, ganhar visibilidade na arena pública. Há na literatura inúmeros autores que propõem taxionomias de critérios para definir o potencial noticioso de algo.&nbsp;<br><br></div><ul><li><strong>&nbsp;critérios de noticiabilidade segundo Traquina&nbsp;</strong></li></ul><div>A morte, a notoriedade, a proximidade, a relevância (impacto social), a novidade (ineditismo), o tempo (a continuação de uma narrativa noticiosa, as efemérides e outros episódios tomados pelo senso de permanência), a notabilidade (o tangível, o grandioso – ou o muito pequeno – o irregular, o insólito), o inesperado, o conflito, a infração e o escândalo.&nbsp;</div><div><br></div><div><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-23 00:49:25 UTC</pubDate>
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         <title>PROPÓSITO DE VIDA E CARREIRA NA COMUNICAÇÃO</title>
         <author>alvaroguilhe</author>
         <link>https://padlet.com/alvaroguilhe/dcplthvf51di030v/wish/1907294530</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><strong><em>&nbsp;IKIGAI</em></strong></li></ul><div>É uma maneira filosófica de descrever a busca de uma carreira ou projeto de vida. Por mais longa que seja essa jornada de descoberta, encontrá-la é fundamental. Quanto mais cedo procurar seus “ikigai” escondidos, mais cedo descobrirá o que traz significado à sua vida.&nbsp;</div><ul><li><strong><em>Regionalidade</em></strong></li></ul><div>MAIS DA METADE DOS JORNALISTAS ESTÃO NA REGIÃO SUDESTE&nbsp;</div><ul><li><strong><em>Gênero</em></strong></li></ul><div>Ao analisar esse universo de quase 26 mil jornalistas, observamos a predominância dos homens nas redações. As mulheres representam apenas 41,8% do total de profissionais.&nbsp;</div><ul><li><strong><em>Mídias Tradicionais&nbsp;</em></strong></li></ul><div>51% exercem suas atividades em Jornal (24,2%) ou Televisão (25,2%). Rádio e Internet vêm na sequência com 20% e 16,6%, respectivamente. Por último estão as Revistas, que contam com 10% do total de jornalistas.&nbsp;</div><ul><li><strong><em>Baixos salários</em></strong></li></ul><div>Quase metade dos profissionais (45,1%) ganham até R$ 3.000,00, de acordo com a pesquisa. Somente 24,4% dos jornalistas têm uma remuneração superior a R$ 6.000,00. Nesse cenário, 79,2% afirmam não estarem satisfeitos com o salário que recebem, 18% acham a remuneração satisfatória e 9% não souberam responder ou preferiram não opinar&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-23 01:30:53 UTC</pubDate>
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