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      <title>Se o inglês está no mundo, onde está o mundo nos materiais didáticos de inglês? by Katia Mulik</title>
      <link>https://padlet.com/katiascholar/dc9xah4yybux</link>
      <description>Apresente uma reflexão vinculada ao texto base até dia 30/11. </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2017-11-21 03:51:04 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2017-12-20 23:38:27 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Inglês como negócio lucrativo</title>
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         <link>https://padlet.com/katiascholar/dc9xah4yybux/wish/210780761</link>
         <description><![CDATA[<div>Achei bem interessante quando o autor comenta que o ELI é a "mola propulsora" de um negócio lucrativo, pois, muitas vezes, é exatamente com o perfil de negócio, de cliente, que os pais exergam - a necessidade de ter uma aprendizagem rápida e que satisfaça todas as necessidades do aluno/da família - e, como sugere o autor, é fruto de seu status original no colonialismo. Isso tem relação direta com o que é dito mais para frente no artigo, quando o autor ressalta que é por causa desse status que muitos livros ainda são "sem alma", o oposto do momento em que o autor retoma a importância do material didático, não apenas em proporcionar o caráter linguístico, mas trazer uma contribuição de caráter social e valiosa para o aluno. Na minha opinião, a existência dos PARSNIP só colabora para uma educação mais restrita e mais descontextualizada, já que, conforme apontado pelo autor, o impede que temas críticos e relevantes sejam discutidos em sala de aula apenas pelo conteúdo que apresentam.<br><br>Fabielle C.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-11-28 08:46:23 UTC</pubDate>
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         <title>Inglês na Bolha</title>
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         <description><![CDATA[<div>O texto me fez refletir sobre os material didático que já tive contato, fazendo com que eu percebesse como os conteúdos e temas abordados são irreais para os alunos. Como se na aula de Inglês os alunos entrassem em uma bolha, em um mundo utópico.<br>Fica claro que o desenvolvimento do material didático é focado no lucro, e não no ensino/ aprendizagem. <br>É necessário que as instituições de ensino e os pais entendam que o fato de terem terminado o livro não é garantia que os alunos apreenderam os conteúdos.<br>O ensino do segundo idioma deve permitir ao estudante uma visão real do mundo, contribuindo para a formação de um cidadão crítico. <br>Jéssica de Braga Marcos</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-11-28 22:09:48 UTC</pubDate>
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         <title>Consumidores/professores conscientes</title>
         <author>pro_vanessak</author>
         <link>https://padlet.com/katiascholar/dc9xah4yybux/wish/211588942</link>
         <description><![CDATA[<div>Inicialmente achei o texto um tanto denso, mas em seu decorrer, os alinhamentos fizeram bastante sentido. Me ative mais a questão da ideologia contida nos materiais didáticos de língua inglesa. Não tinha conhecimento acerca da existência dos PARSNIP e com isso entendi porque tantos livros são tão "rasos" . Chamo a atenção ainda&nbsp; às dimensões globais que a língua inglesa atingiu, o grande "mosaico linguístico-cultural" que necessita estar presente nas aulas de língua inglesa. Penso que Cortazzi e Jin tiveram uma iniciativa interessante ao apontar três fontes de conteúdos culturais que deveriam estar nos materiais didáticos; contudo, segundo o texto,&nbsp; as editoras ainda demostram timidez quanto a esta perspectiva. O artigo cita constantemente que os livros didáticos precisam ser vendidos, o que é fato! Portanto, ressalta o COMPROMISSO de todos nós, envolvidos com a educação, assumirmos um papel crítico em relação aos materiais que adotamos e consumimos, numa perspectiva intercultural crítica e que somente desta maneira as editoras produzirão materiais "culturalmente mais sensíveis, alinhados as demandas e as reais necessidades das comunidades locais que utilizam o inglês como língua de contato internacional".&nbsp; Por meio deste, me questionei de que forma os professores escolhem o livro didático e de como a ausência de conhecimento&nbsp; como as contidas neste artigo podem tornar esta decisão precária.&nbsp;<br><br>*Abaixo um complemento, não especificamente da livros de LI, mas vale a breve leitura.<br><br>Vanessa Krueger Cordeiro</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-11-29 19:22:48 UTC</pubDate>
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         <title>Professor X Produção de Material Didático</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Após tecer um resumo sobre a história do Ensino de Língua Inglesa, e como a produção de material didático acompanhou esta trajetória, o autor acaba por concluir que, para que possamos inserir cada vez mais o fator cultural (multicultural ou transcultural como mencionado no texto) nas salas de aulas, faz-se necessário a interferência do professor neste processo. Somos nós quem devemos nos apropriar do material e fazer o melhor uso dele, ainda que o material não traga tais questionamentos ou reflexões. Tal fato foi o que mais me chamou atenção no texto. Concordo com a premissa de que sim, somos nós professores que devemos sempre trazer cada vez mais este olhar crítico para os materiais trabalhados em sala. Ao mesmo tempo, ler este texto me trouxe algumas reflexões: os professores estão envolvidos na produção destes materiais, afim de torná-los mais reais para seus alunos? Como podemos nos envolver na produção destes materiais, afim de facilitar e enriquecer ainda mais as aulas, não precisando somente deste olhar crítico do professor sobre um material que não traga estas discussões?&nbsp;<br><br>Lilian A. Tosin</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-11-29 22:12:16 UTC</pubDate>
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         <title>Contextualização da educação</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/katiascholar/dc9xah4yybux/wish/211672579</link>
         <description><![CDATA[<div>O autor traz uma citação de que a sala de aula de línguas é uma "caixa fechada, isolada da sociedade" e ainda diz que é um espaço privilegiado.<br> Mesmo com a questão capitalista, de que os livros precisam ser vendidos, e que o ensino do Inglês é também uma mercadoria,  entendi como "competência intercultural" a capacidade que os livros didáticos podem ter em trabalhar culturas distintas em um mesmo material. Trazer temas e conteúdos mais próximos da realidade da sociedade onde vai ser vendido é uma das saídas para o sucesso na aprendizagem.<br>Durante meus estudos, sempre escutei que quando as informações são contextualizadas, os alunos aprendem com maior facilidade, a sala de aula, os conteúdos precisam estar mais próximos das crianças.<br>Lyohana <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-11-30 00:32:29 UTC</pubDate>
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         <title>Professor como mediador de conhecimentos</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/katiascholar/dc9xah4yybux/wish/211878274</link>
         <description><![CDATA[<div>Todo material didático terá um recorte de realidade. Porém, nos livros que trabalham com a língua esse recorte pode tornar o higienizado. Isso configura um perigo na sala de aula que pretende ser atual, pois não podemos apenas ensinar para os alunos modelos estanques de língua, especialmente porque a língua está em constante mudança e ela só existe sendo usada em situações comunicativas reais (ou o mais próximo possível das reais). Sendo assim, o desafio do professor que sente que seu material está distante da realidade dos seus alunos é tentar trazer para a sala de aula textos autênticos de diversos gêneros, utilizar-se do enorme acervo de vídeos da internet para proporcionar contato com as várias maneiras de se falar inglês pelo mundo, etc. Ainda, infelizmente alguns temas são tabu não só em materiais didáticos, mas nas salas de aula e com as famílias, o que pode dificultar o acesso dos alunos a debates sobre temas considerados polêmicos. Fica assim a cargo do professor conhecer sua comunidade e mediar conhecimentos da melhor maneira possível, tentando sempre quebrar as barreiras do material didático. <br><br>Milena Legroski Oleniki<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2017-11-30 14:57:45 UTC</pubDate>
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         <title>Um processo lento e que envolve a todos</title>
         <author>ingrid_inga1</author>
         <link>https://padlet.com/katiascholar/dc9xah4yybux/wish/212040034</link>
         <description><![CDATA[<div>O texto traz uma excelente reflexão sobre as mudanças que o ensino de língua inglesa está passando e sobre o nosso papel enquanto professores deste idioma e consumidores de materiais didáticos. Infelizmente, no que concerne a produção destes materiais e sua aceitação, ainda somos reféns da nossa própria cultura: "se a indústria vende é porque existe o consumidor que deseja, admira e legitima". Nós mesmos, muitas vezes, reproduzimos a "ressaca cultural" e não investimos no nosso poder de mudança! Acredito que devemos não somente assumir um papel mais crítico e nos empoderarmos, mas também passar isso aos nossos alunos, aos nossos conhecidos, que também são consumidores! O processo é lento, mas está acontecendo.<br><br>Ingrid Soares </div>]]></description>
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         <pubDate>2017-11-30 19:31:20 UTC</pubDate>
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         <title>Livro didático x Realidade e necessidade</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O texto traz uma importante reflexão sobre como a  importância da aquisição da língua  inglesa é importante para um sucesso profissional. Com essa demanda "empresarial de sucesso", as escolas tiveram que se especializar nessa área também. Os professores então passaram a utilizar cada vez mais  materiais didáticos  dessa natureza.<br>Infelizmente segundo o autor, esses livros trazem a ideia de uma sociedade apenas bem sucedida, com a ideia de que a fluência do inglês deve proporcionar nas pessoas.<br>Acredito que a escolha de um bom material é algo difícil que deve ser muito bem pensado por toda a equipe pedagógica da escola, mas também acho que o mais importante é a maneira que o professor irá  utilizar esse material. Fazendo uma ação-reflexão da própria prática.<br><br>Paola</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-11-30 22:10:14 UTC</pubDate>
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         <title>Ressaca Colonial</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O autor contesta a noção do Inglês como língua neutra e, após fazer um resumo da trajetória do ensino de Inglês, defende uma postura mais crítica e ativa dos professores de Inglês com relação ao currículo e material didático. No entanto, o que mais me chamou a atenção foi um pequeno trecho em que o autor coloca “no que diz respeito a nós, usuários de língua inglesa do círculo em expansão, em especial, brasileiros, e professores, parece que ainda não conseguimos nos livrar do que o próprio Rajagopalan chamou de a ressaca colonial”. Esse trecho nos remete a nossa história e as nossas próprias experiências como alunos de Inglês, nos lembra as dificuldades de acesso à educação e cultura, nos fala do muito que ainda precisamos conquistar em conhecimento, consciência e ação efetiva. Imediatamente, me lembrei de um personagem do livro Hibisco Roxo, escrito pela autora nigeriana Chimamanda Adichie que coloco a seguir: “Papa quase nunca falava em igbo e, embora Jaja e eu usássemos a língua com Mama quando estávamos em casa, ele não gostava que o fizéssemos em público. Precisávamos ser civilizados em público, ele nos dizia; precisávamos falar inglês. A irmã de Papa, tia Ifeoma, disse um dia que Papa era muito colonizado. Disse isso de forma gentil e indulgente, como se não fosse culpa de Papa”.&nbsp;<br><br>Suelen Salça</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-11-30 23:57:00 UTC</pubDate>
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         <title>O Império do Inglês</title>
         <author>luciana_braun1986</author>
         <link>https://padlet.com/katiascholar/dc9xah4yybux/wish/212114628</link>
         <description><![CDATA[<div>"O inglês é ensinado, mas o por quê dele ser ensinado não é apresentado". Frase impactante do autor, que notifica o fato dos professores, educadores estarem passando à frente a língua, mas nem entenderem a importância disso, não apenas para comunicação mundial.  Mas é necessário muito mais do que uma "transmissão de códigos" e isso tem sido dificultado por livros didáticos "sem alma", com temas similares e até gráficos parecidos.  Além de passarem uma sociedade padrão americana ou britânica com mensagens culturais dos países que tem a LI como nativa. A solução seria o uso do material didádico não apenas como meio comercial e ideologico, mas sim com conteúdo social, com a realidade do aprendiz e maior interação do aluno com o mundo e seu professor. <br>Luciana Braun </div>]]></description>
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         <pubDate>2017-11-30 23:59:51 UTC</pubDate>
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         <title>O papel do professor e o livro didático</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/katiascholar/dc9xah4yybux/wish/212116083</link>
         <description><![CDATA[<div>A reflexão feita pelo autor sobre a trajetória de expansão da língua inglesa nos faz questionar o porquê dos livros didáticos ainda abordarem o idioma a partir de culturas hegemônicas. Ao colocar que a prática do professor de inglês - considerado apolítico e alienado - permanece inalterada, devido à "mesmice" dos materiais didáticos, desconsidera que, neste processo (não neutro) de aprendizagem, este professor tem papel primordial de não neutralidade. Isto significa que, mais do que um livro didático que não trate o mundo como real, excluindo assuntos polêmicos, a prática pedagógica é o que define como o conteúdo será absorvido pelos alunos. A ideia de que o livro deve ser seguido à risca como um guia não deveria ser utilizada por ninguém que se considere um bom professor.&nbsp; <br>Além disso, este material que não aborda temas da sigla<strong> PARSNIP</strong> continua sendo utilizado em larga escala por uma série de fatores: 1). Os autores não estão em sala de aula para entender como de fato o processo de aprendizagem pode se alterar. <br>2). A mudança da língua é constante e alterar temas e públicos-alvo não é viável quando as editoras visma lucro com o inglês-mercadoria.<br>3). Muitas vezes os professores não participam das escolhas de material.<br>4). A cultura de que existe um inglês "melhor" do que os outros predomina (ainda que isso venha diminuindo com a questão do inglês como <em>lingua franca</em>, escolas bilíngues e a diminuição de fronteiras proporcionada pela globalização, o processo de aceitação dos novos "ingleses" será lento.)<br>5). A credibilidade de standard tests ainda é o que define carreiras acadêmicas e profissionais, logo, a&nbsp; necessidade de se adequar aos requisitos.&nbsp;<br>Acredito que o ponto principal aqui seja como formar um professor crítico suficiente para ser sujeito ativo no processo de criação de materiais didáticos. Uma vez que todo planejamento de aulas demanda que o professor conheça a sua realidade e a melhor forma de trabalhar em cada contexto, é importante que ele saiba ser crítico e questionador. Ao meu ver, a função/ação do professor é a discussão mais relevante quando entramos no tópico material didático.&nbsp;<br><br>Alessandra Santos</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-12-01 00:13:32 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O inglês como forma de se ver o mundo.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/katiascholar/dc9xah4yybux/wish/212126784</link>
         <description><![CDATA[<div>No texto é comentado sobre o processo de globalização que o mundo está vivendo nas últimas décadas. Países tem relações cada vez mais próximas e intensas, visto a facilidade de comunicação e transporte, e para que tais relações fluam com maior facilidade é necessário que o diálogo seja travado em uma língua única. Apesar de tentativas com línguas artificiais, a língua inglesa teve uma história de colonização que fez com que essa se tornasse a "língua franca". Porém, é necessário destacar o fato de que toda a língua carrega uma bagagem cultural muito grande, e o inglês carrega uma bagagem imperialista que evidencia o poder político dos países detentores dessa língua. Por ser a língua dos dominadores, é comum que as atividades e exemplos apresentados nos materiais didáticos para ensino do inglês sejam idealizados e coloquem a cultura e as pessoas daquelas nacionalidades em posição de superioridade aos demais. <br>A ideia de língua franca existe, porém há uma cobrança muito grande de que os falantes do inglês se aproximem o máximo possível das características de vocabulário e pronúncia dos locais dominantes. Falantes não nativos se sentem obrigados a se desculparem por erros cometidos, e acabam esquecendo o fato de que a língua é algo fluido e inconstante. Aproximadamente 2/3 dos falantes de inglês é não nativo, ou seja, são pessoas que podem ou não ter pleno domínio da língua.<br>Sendo assim, apesar de haver uma tentativa de "plastificar" os materiais didáticos, para neutralizar o ensino da língua é necessário lembrar que a língua se adapta a cada contexto e que os materiais podem também ser adaptados a tais contextos.  Obviamente seria um trabalho árduo e um pouco utópico, porém cabe aos professores que escolhem e aos próprios escritores tal adaptação dos materiais. <br><br>Nathalia Schneider<br><br>Alguns links interessantes:<br><a href="https://englishlive.ef.com/pt-br/blog/quem-fala-ingles-no-mundo/">https://englishlive.ef.com/pt-br/blog/quem-fala-ingles-no-mundo/</a><br><a href="http://observador.pt/2015/04/25/cinco-graficos-entender-mundo-fala/">http://observador.pt/2015/04/25/cinco-graficos-entender-mundo-fala/</a><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-12-01 01:38:42 UTC</pubDate>
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         <title>Pessimismo otimista ou Yes, we can.</title>
         <author>lalismalhovano</author>
         <link>https://padlet.com/katiascholar/dc9xah4yybux/wish/212128289</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;</div><div>Acredito que a formação de professores de inglês, pelo menos no nível de graduação, ainda se mostra bastante defasada com relação a qual língua estamos ensinando ou qual língua queremos ensinar em sala de aula. A pergunta, no final das contas, seria “a quem servimos quando ensinamos inglês?”. Muitos professores saem da graduação sabendo a língua inglesa nos seus padrões estandardizados e não consegue abordar a questão variacional da língua, os padrões menos comuns com seus alunos em sala de aula, as diferentes origens e vertentes que a língua inglesa pode apresentar. A sociedade procura aprender inglês por motivo de mercado de trabalho, melhores condições de vida, para estarem melhor inseridos no mundo globalizado e, o que percebemos é que os professores, em sua grande maioria, não conseguem sair desse mesmo discurso e acabam apenas repetindo o discurso imposto a nós no ensino de língua inglesa nas últimas décadas, seguindo, majoritariamente o ensino dos padrões hegemônicos. Acho que o que o texto tenta discutir é justamente sobre o papel do professor de língua inglesa, tentando pensar em como o professor, no seu dia-a-dia pode ajudar a desmistificar esse papel em que se colocou a língua inglesa. Sabemos que os materiais escolhidos por escolas, tanto regulares, bilíngues ou de idiomas servem à determinadas fontes e costumam utilizar matérias didáticos e outros recursos didáticos que apresentam o idioma baseado em culturas hegemônicas. Sabemos, também, que o professor acaba esbarrando em diversos empecilhos durante a sua prática, como prazos escolares, normas previstas pela instituição em que trabalha e preconceito dos próprios alunos ou pais de alunos, por exemplo. Em resumo, as discussões contidas nos livros em si acabam sendo, muitas vezes, estereotipadas, rasas e, geralmente, tomando partido por um lado pré-determinado, mesmo que de maneira sutil e a cobrança desses outros fatores externos à prática do professor mencionados na sentença anterior colaboram para que isso aconteça. Portanto, cabe muito ao professor o “remar contra a maré”, julgar o que trabalhar e como trabalhar, para propiciar um ambiente de aprendizagem onde não apenas se repitam fórmulas, mas em que realmente se reflita sobre o que se está aprendendo, como se está aprendendo e por que está se aprendendo. É uma tarefa difícil, com certeza, mas não é impossível. P.S.: Li muito Charles Berlitz na adolescência, falando sobre triângulo das Bermudas e sobre Atlântida. Nada relevante aqui, mas me lembrou uma época muito legal! =D&nbsp;<br>Larissa Malhovano Sanchez<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-12-01 01:50:35 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Esperantização&quot; do inglês </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/katiascholar/dc9xah4yybux/wish/212317172</link>
         <description><![CDATA[<div>Por meio da leitura deste texto foi possivel perceber o quanto cada vez mais as pessoaa se interessam por "esperantizar" o inglês, ou seja, fazer dela como o idioma conhecido por todos e como meio de comunicação entre os povos. Acabou que muitos países apresentam o inglês como segunda língua e a facilidade da comunicação está de fato acontecendo.<br>Dentro dos materiais didáticos, é necessário que haja um comprometimento dos profissionais da área da educação para que apresentem um olhar crítico, para que desta forma, seja possível garantir uma qualidade na educação, mas na educação de hoje, sem considerar apenas padrões, sem deixar de pensar na inclusão.&nbsp;<br>Stéphanie Villela Loepper </div>]]></description>
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         <pubDate>2017-12-01 15:49:42 UTC</pubDate>
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         <title>Perguntar para pensar</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/katiascholar/dc9xah4yybux/wish/217615885</link>
         <description><![CDATA[<div>O texto provoca uma reflexão sobre a necessidade de um ensino que explore a língua inglesa para além da ideia neocolonialista, que reproduz o conceito de que alguns países são representações legitimas da língua. A formação para o letramento crítico é a base de uma formação cidadã e precisa de reflexões e questionamentos acerca de rótulos que muitos materiais didáticos trazem em suas propostas ideológicas. É necessário que as abordagens pedagógicas “acomodem o local” e permitam e explorem as interações entre as mais diversas “línguaculturas” .<br>É necessário mediar as hipóteses que os alunos levantam mostrando que nada é neutro. Se questionando o porquê dos padrões, mas acima de tudo que é necessário compreender sobre a incompletude das culturas, na qual o outro passar a ser importante para explicar a minha própria cultura. A língua é um desses aspectos.<br>Hannyni Mesquita<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-12-20 23:34:23 UTC</pubDate>
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