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      <title>Teorias da arte by kauwa yuri</title>
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      <description>Trabalho de Filosofia</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-05-03 08:27:16 UTC</pubDate>
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         <title>Teoria institucional</title>
         <author>Kauwa</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>- Definição:</strong>&nbsp;</div><ul><li>George Dickie , 1926, defendeu que as propriedades comuns das obras de arte não são visíveis nas próprias obras. São invisíveis. Introdução à estética, Bizâncio, 2008 (adaptado).</li><li>George Dickie chegou à conclusão que uma obra é considerada arte se, e só se: primeiro, for um artefacto e, segundo, se possuir o estatuto de candidato à apreciação, ou seja, se alguém agir sobre ela em nome de uma dada instituição. O primeiro aspeto, é exposto por Dickie, segundo a ideia de que tudo o que é feito pelo Homem é considerado arte. A segunda condição de George Dickie interligava-se com o facto de ele considerar que apenas os críticos de arte, artistas e outros agentes ligados a arte, estavam aptos a propor um artefacto para candidato a apreciação. Portanto, para G. Dickie, estas eram as duas condições necessárias e suficientes da arte, excluindo, totalmente, os critérios intrínsecos da mesma. <em>“O núcleo fundamental do mundo da arte é um conjunto vagamente organizado, mas nem por isso desligado, de pessoas, que inclui artistas, produtores, espetadores de teatro, filósofos da arte e outros. São estas as pessoas que mantém em funcionamento o mecanismo do mundo da arte, permitindo assim a continuidade da sua existência.”<br></em>G. Dickie, O que é a arte?, In Carmo D`Orey, O que é a arte?, Dinalivro, 2007, pp.106,07; <br><br>&nbsp;<strong>- Argumentos a favor:</strong><br> - A Última Ceia é uma pintura de Leonardo da Vinci para a igreja de Santa Maria delle Grazie em Milão, Itália. O Cirque du Soleil é uma companhia de circo fundada em 1984 e é atualmente a maior companhia circense do mundo (<a href="https://www.youtube.com/watch?v=jI1cvcq53B">https://www.youtube.com/watch?v=jI1cvcq53B</a> Cirque du soleil: Toruk)&nbsp;<br>- Apesar das diferenças existentes nas duas obras (tal como o período histórico, o género, a forma, etc.) elas são consideradas arte pelo mundo das artes, logo, de acordo com esta teoria as duas obras são arte.&nbsp;<br><br></li></ul><div>&nbsp;- <strong>Objeções: </strong></div><ul><li>Merda d’artista por Piero Manzoni; A obra consiste numa série de 90 latas que contêm as fezes do próprio artista. Alguma das latas estão expostas no Museo del Novecento.</li><li>De acordo com a teoria institucional esta obra é considerada arte, mas nem sempre há consenso entre o mundo das artes. Há artistas que defendem que esta obra não devia de ser arte, logo nem todo o mundo artes admite que esta obra é arte. Então esta teoria apresenta falhas.</li></ul><div><br>Iara Santos, nº16, 11ºB</div><div><br><br></div><div><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-03 08:27:16 UTC</pubDate>
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         <title>Teoria formalista da arte </title>
         <author>Kauwa</author>
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         <description><![CDATA[<div>Esta teoria defende a arte como forma significante.<br>Clive Bell considera que, o importante na arte é o sentimento que a obra desperta no espectador, e não o sentimento que o artista pretende revelar.<br>Diz-se assim "algo é arte, se e só se, tem forma significante".<br><br><strong>O que é a forma significante?</strong><br>É como a combinação de traços, linhas, cores, relações de formas entre outras, é capaz de provocar emoção estética (emoção particular que uma pessoa obtém quando está perante arte).<br>Exemplos de forma significante:</div><ul><li>Numa pintura, os traços a combinação de linhas e cores;</li><li>&nbsp;Na musica, a melodia, a junção de certos instrumentos e sons;&nbsp;</li><li>Na literatura, a estrutura narrativa;&nbsp;</li><li>Na dança, a junção de movimentos;&nbsp;</li><li>Nas esculturas, as formas e contornos;</li></ul><div><br>Sabemos então que estamos perante uma obra de arte quando sentimos emoção estética ao apreciá-la.<br><br>Esta teoria possui uma grande vantagem, pode abranger qualquer tipo de arte, até mesmo obras que exemplifiquem&nbsp; formas de arte ainda por inventar, pois desde que cause emoções estéticas qualquer objeto é uma obra de arte, ficando assim ultrapassado o carácter restritivo das teorias anteriores.</div><div><br></div><div><strong>Objeções à teoria:</strong></div><ol><li>Circularidade</li></ol><div>Clive Bell explica a sua teoria de forma circular. O filósofo diz-nos o objeto tem&nbsp; forma significante porque produz emoções estéticas, e essas emoções estéticas são produzidas pela forma significante, ou seja, o filósofo sustenta a sua teoria num argumento circular.<br><br>&nbsp; 2. O conceito de forma significante é controverso<br>O conceito de forma significante é muito vago e impreciso, todas as obras visuais têm combinações linhas, traços e cores, mas não necessariamente as que Clive Bell considera forma significante.<br><br>&nbsp; 3. A emoção estética<br>Nem todas as pessoas sentem algum tipo de emoção, ou mesmo emoção estética perante obras que são consideradas arte.<br><br>&nbsp; 4. A definição da teoria é demasiado inclusiva&nbsp;<br>Existem objetos que não são arte da qual a sua forma é visualmente indistinguível de outras que o são.&nbsp; &nbsp;</div><div>&nbsp;<br><strong>Exemplos de argumentos a favor e objeções:<br><br></strong>https://youtu.be/mcdO9UP0hp8<br><strong>"</strong>Je te laisserai des mots" de Patrick Watson.<br>Esta musica, Single, faz parte da trilha sonora do filme&nbsp; "Meres et Filles". Foi escrita e composta por Patrick Watson um cantor e compositor canadiano, e saiu para o publico em 2010. <br>Esta musica pode estar na categoria de arte pois desde que o espectador sinta emoção estética, é forma significante, ou seja arte.<br>No meu ponto de vista, esta musica desperta-me emoções estéticas, ou seja, é arte, por outro lado nem todas as pessoas sentem emoção estética ao ouvir esta musica, até podem sentir outro tipo de emoção que não esta, o que suscita certas controvérsias.<br><br>"Cadeau", Man Ray, 1921<br>Emanuel Rudzirsky conhecido pelo seu pseudônimo Man Ray nasceu em 27 de agosto de 1890 na Filadélfia. Foi pintor e fotógrafo e um dos nomes mais importantes do movimento da década de 1920, responsável por inovações artísticas na fotografia, agredindo através da sua arte a sociedade.<br>Esta obra é bastante parecida com um ferro de engomar, mas um simples ferro de engomar é arte? Esta teoria é demasiado inclusiva, o que permite a objetos do dia-a-dia serem <em>arte.</em><br><br>Joana Grazina nº18</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-03 08:27:16 UTC</pubDate>
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         <title>O que é arte ?</title>
         <author>Kauwa</author>
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         <description><![CDATA[<div>Esta questão tem sido abordada há muito tempo e ao longo dele, diferentes vias de pensamentos trouxeram influências na determinação de uma definição do que é Arte.&nbsp;<br><br></div><div><strong>Mas então, o que é Arte ?</strong><br><br></div><div>Definir Arte não é, afinal, tão simples como possamos pensar, e as dificuldades para identificar critérios de julgamento aumenta quando somos confrontados com objetos ou ações. Porquê? Porque objetos ou ações parecem entrar em rutura com convenções e com aquilo que muitas vezes temos por adquirido ser (ou não ser) <em>Arte</em>. Por isso, a tarefa de elaborar uma lista de propriedades comuns a todos os objetos ou casos suscetíveis de entrar na categoria <em>&nbsp;Arte </em>tornou-se progressivamente mais difícil desde a primeira metade de do século passado<br><br></div><div><strong>A importância de identificar Arte:</strong><br><br></div><div>É importante ser capaz de identificar<em> arte</em>, ser capaz de a distinguir da não <em>arte</em>, por muitos motivos. Saber se algo é ou não arte, pode determinar se é ou não candidato a um prémio de uma instituição governamental ligada às artes ou, se a sua venda e importação deve ser objeto de imposto. <br>Determinar se algo é ou não arte não é apenas importante para resolver questões práticas e políticas. Conseguir identificar se algo deve ser ou não classificada como arte é crucial para apurar como devemos reagir perante a mesma. Devemos tentar compreendê-la? Devemos procurar beleza? Sentimentos? Esses tipos de perguntas começam a ter respostas quando sabemos que algo é <em>arte</em>. Identificar algo como arte é indispensável para as nossas práticas artísticas. O facto de uma coisa ser <em>arte</em> assinala como e quando devemos reagir a ela de forma interpretativa, estética e apreciativa.<br><br></div><div><strong>Como definir Arte ?</strong><br><br></div><div>Da imitação de Platão e Aristóteles à forma significante de Bell, todas as definições tradicionais foram tentativas fracassadas para identificar uma propriedade essencial das obras de Arte. Com o avançar do tempo diversos filósofos de diferentes partes do mundo tentaram sem sucesso definir a Arte, e concluíram que não existe qualquer propriedade que seja comum a todas as obras de arte.<br><br></div><div><strong>Existem 2 tipos de definições do que é a </strong><strong><em>arte</em></strong><strong>:</strong><br><br></div><ul><li><strong>Definições essencialistas:&nbsp;</strong></li></ul><div>As condições necessárias e suficientes da arte dependem das características internas dos objetos;&nbsp;<br>Quais são as características de um dado objeto que fazem esse objeto ser uma obra de arte?</div><div><br></div><ul><li><strong>Definições não essencialistas:&nbsp;</strong></li></ul><div>As condições necessárias e suficientes da arte não dependem das características internas dos objetos;</div><div>Como é que um qualquer objeto adquire o estatuto de obra de arte?<br><br><strong>Quais são as teorias essencialistas?</strong><br><br></div><ol><li>Teoria da imitação/representação;</li><li>Teoria da expressão;</li><li>Teoria formalista;<br><br></li></ol><div><strong>E as teorias não essencialistas?<br></strong><br></div><ol><li>Teoria institucional;</li><li>Teoria histórica;</li></ol><div><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-03 08:27:16 UTC</pubDate>
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         <title>Teoria da arte como representação</title>
         <author>Kauwa</author>
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         <description><![CDATA[<div>A teoria da arte como representação ou representacionismo é a mais antiga conceção sobre a natureza da arte, sugerindo que a sua função é a de representar alguma coisa. Platão e Aristóteles concebiam a arte como imitação,ou seja, uma representação naturalista da realidade. Assim, a pintura imita a natureza, o drama imita a ação humana.</div><div><br></div><div>Na sua forma mais simples, poderíamos formalizar o argumento da</div><div>seguinte maneira:</div><div>Se x é arte então é representa algo</div><div>X é arte</div><div>Logo, representa algo.</div><div>O argumento é válido (modus ponens).</div><div><br></div><div>Esta teoria apresenta ao mesmo tempo um critério classificativo uma vez que permite distinguir algo que não é arte de algo que é arte e,ainda, possui critério de valoração visto que faz a distinção entre uma obra de arte má de obras de arte boas.</div><div>	Porém,esta teoria é muito ineficiente, uma vez que exclui muitos estilos de música,como música instrumental, obras de arte como os quadros de Kandinsky (1º quadro acima),number 32 de Pollock (2ªa obra acima) ou mesmo objetos artísticos como a roda de Bicicleta de Marcel Duchamp (3ªa imagem acima), que não necessariamente necessitam de representar algo.</div><div>&nbsp;</div><div>Sendo assim,surgem algumas objeções a esta teoria como:</div><div>&nbsp;•A representação é uma condição necessária mas não suficiente da arte pois pode haver representação sem haver arte;</div><div>• Uma maneira de discordarmos do argumento é negando a primeira premissa que é uma&nbsp; condicional, “Se x é arte então é representa algo”;</div><div>•Se a representação fosse também uma condição suficiente, teríamos de admitir que só a arte é capaz de representação de algo. Ora mas tal não é verdade, o que se capta facilmente com contra exemplos como os emblemas de clubes desportivos.</div><div><br>Válter Ferreira nº30&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-04 08:17:47 UTC</pubDate>
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         <title>Teoria histórica</title>
         <author>Kauwa</author>
         <link>https://padlet.com/Kauwa/dc7xd30n2gz4f2jx/wish/2169575537</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; “De acordo com Levinson, o que conta não é, como na teoria institucional, o ato de alguém propor um objeto para apreciação em nome de uma suposta instituição, mas antes a intenção de um indivíduo independente - isto é, que não pensa ou decide em nome de ninguém - o próprio titular ou criador do objeto. Assim, em vez de um ato manifesto, há uma intenção manifesta; e em vez de alguém que age em nome de uma entidade misteriosa, há o autor da obra que procede de forma independente.”</div><div><br></div><div>&nbsp; &nbsp; Como a designação da teoria deixa adivinhar, para Levinson a essência da arte reside no seu carácter histórico ou retrospetivo. Toda a arte é o resultado de uma atividade humana que se relaciona com o seu passado através da intenção de um indivíduo, que pode ou não conhecer essa história. Todas as obras de arte se referem necessariamente ao seu passado e, como tal, é legítimo considerar que, mais do que uma sucessão de eventos, existe evolução na arte. A responsabilidade por essa evolução pode atribuir-se não a uma instituição, mas às intenções de indivíduos que pretendem que certos objetos sejam vistos como já o foram obras de arte do passado. Uma das primeiras versões da definição histórica proposta pela teoria é a seguinte:</div><div><br></div><div>&nbsp; &nbsp; «X é uma obra de arte = df X é um objeto acerca do qual uma pessoa ou pessoas, possuindo a propriedade apropriada sobre X, têm a intenção não-passageira de que este seja perspetivado-como-uma-obra-de-arte, i.e., perspetivado de qualquer modo (ou modos) como foram ou são perspetivadas corretamente (ou padronizadamente) obras de arte anteriores.» (Levinson, 1979, p. 236)</div><div><br></div><div>&nbsp; &nbsp; Como a própria mancha de texto deixa adivinhar, Levinson pretende formular uma definição explícita composta por condições necessárias e suficientes. Para compreender se é ou não uma definição correta é preciso explicitar os termos da definição. A primeira condição é a do direito de propriedade. Segundo esta, o artista não pode transformar em arte objectos que não lhe pertençam ou em relação aos quais não esteja devidamente autorizado a agir pelos seus proprietários. A esta luz fica vedada ao artista a possibilidade de transformar em arte algo que, não sendo seu, apenas indica ou nomeia como tal.</div><div>&nbsp; &nbsp; A segunda condição é a existência de um certo tipo de intenção que relaciona a arte do presente com a arte do passado. A arte requer conhecimento que se adquire ao longo do processo de socialização. Mesmo que não possua quaisquer crenças verdadeiras acerca da história da arte, o artista é alguém que tem conhecimentos suficientes acerca dos objetos e dos auditórios para poder formar intenções acerca desses objetos que fazem referência àquilo que a arte já foi. Mas que relação intencional é essa? E em que sentido é usada a palavra «intenção»? Em primeiro lugar, note-se que, para Levinson, a expressão «tem intenção de» é usada em sentido lato, significando esta apenas «faz, apropria-se ou concebe com o propósito de». Ter uma intenção, neste caso, é, então, ter um propósito ou uma finalidade em mente, e desenvolver uma ação para o atingir. Esta pode consistir em fazer, apropriar-se ou conceber algo. Depois, exige-se que a intenção não seja transitória, mas sim persistente ou estável.</div><div><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Embora relativamente consensual, sobretudo porque denuncia o ridículo em que algumas manifestações artísticas contemporâneas acabam por cair, a teoria histórica de Levinson também foi alvo de objeções. Deixo-te algumas de seguida.</div><div><br></div><div>1. O direito de propriedade não é uma condição necessária para haver arte. Se assim fosse, teríamos que deixar de considerar obras tão importantes como as de Leonardo Da Vinci ou Boticelli, na pintura, uma vez que foram produzidas com materiais roubados.</div><div>2. A condição da intencionalidade também não é uma condição necessária para haver arte. Kafka, por exemplo, um escritor Checo autor de obras literárias admiráveis - O Processo, O Castelo, A Metamorfose... -, deixou claro que alguns dos seus manuscritos deveriam ser destruídos após a sua morte. Contrariando, portanto, a ideia de Levinson segundo a qual o artista terá sempre a intenção de perdurar na história. A verdade é que as obras foram publicadas, contra a vontade expressa do seu autor, e continuam a ser lidas por todo o mundo.</div><div>3. Ficamos sem saber que dizer em relação às obras de arte primordiais e de arte primitiva que se lhes seguiram: se para ser arte é necessário que o objeto em questão se relacione com a sua história, as obras primordiais não poderão ser consideradas arte porque antes delas não há arte. Por outro lado, se não considerarmos arte as obras primordiais, as obras de arte primitiva, as que se seguem às primordiais, também não têm referência em relação à qual se posicionam. Logo, ficamos igualmente sem saber como poderão ser consideradas manifestações artísticas.<br><br>Kauwã Silva N°20</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-04 08:20:18 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Helena Bray, 2021, <em>Jornal de filosofia, </em>https://jornaldefilosofia-diriodeaula.blogspot.com/2021/04/o-problema-da-definicao-de-arte-teorias.html<em><br><br></em>Ambientes inovadores de aprendizagem, 2020<em>, Ambientes inovadores de aprendizagem </em>https://aia.madeira.gov.pt/images/files/telensino/FILOS_11_Aulas1_2_20e23abril.pdf<br><br>Claudio F. Costa, 2005, <em>Critica na rede,</em> https://criticanarede.com/est_tarte.html<br><br>Simone Martins, 2017, <em>História das Artes<br></em>https://www.historiadasartes.com/prazer-em-conhecer/man-ray/</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-07 12:00:38 UTC</pubDate>
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         <title>Teoria da Arte como expressão</title>
         <author>arthurjesuinosantos</author>
         <link>https://padlet.com/Kauwa/dc7xd30n2gz4f2jx/wish/2175363033</link>
         <description><![CDATA[<div>Expressão Tolstoi&nbsp;<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; A teoria da expressão é dividida em duas partes, feitas por duas pessoas. O Russo Tolstoi e o Britânico Collingwwood .&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Essa teoria surge como uma resposta à teoria da representação de Aristóteles que perdurou durante séculos e ainda hoje é usada no senso comum.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Segundo Tolstoi uma Arte deve seguir alguns fundamentos, nomeadamente regras que restringiriam a classificação do que é ou não Arte. Ao todo são&nbsp; 5 regras que ela deve seguir :<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; O artista tem de sentir algo ao produzir uma Arte&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; O público tem de sentir o mesmo sentimento de quando o artista produziu a Arte&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; Tem de haver autenticidade por parte do artista&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; O artista deve tentar clarificar os sentimentos expressos, ou seja, ao produzir uma Arte ele terá que simplificar ao máximo os sentimentos que ele sentiu durante a produção da mesma.</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; A transmissão de sentimentos tem de ser intencional.</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Por fim Tolstoi chegou a uma conclusão :</div><div><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;“A arte é uma atividade humana que consiste em alguém transmitir de forma consciente aos outros, por certos sinais exteriores, os sentimentos que experimenta, de modo a outras pessoas serem contagiadas pelos mesmos sentimentos vivendo-os também..”</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Seguindo uma versão mais modesta desta teoria, um objeto é uma obra de arte se e somente se além de ser um artefato, exprime as emoções do artista e contagia as outras pessoas com o mesmo sentimento.<br><br></div><div><br>Expressão Collingwwood<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Collingwwod por sua vez encontrou algumas brechas na teoria de Tolstoi, então como forma de preenche-la fez alguns ajustes.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Collingwwood em sua parte da teoria considera que a Arte é a expressão de sentimentos, mas a sua função principal é a de clarificar sentimentos indefinidos do artista, ou seja, ele conclui&nbsp; que a Arte é como um fio que conecta o artista ao consumidor demonstrando todos os sentimentos do Autor com recurso à imaginação.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Por consequência no inicio os sentimentos começam por parecer confusos e precisam de ser clarificados, isto é, de fácil percepção possuindo um elemento novo desta afinação que é o da Imaginação. Collingwwood concluí:<br><br></div><div>&nbsp;“Um objeto é uma obra de arte se e somente se além de ser um artefato, exprime com imaginação emoções do artista.”<br><br></div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp;Logo podemos perceber que a Arte para ambos o fundadores desta teoria é somente uma expressão simplificadora de sentimentos&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; Collingwood menciona o facto de que quando se diz que uma pessoa exprime uma emoção, ou seja, demonstra alguma emoção, o que está a ser dito sobre ela resume-se ao seguinte.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Em primeiro lugar, essa pessoa está consciente de que esta a sofrer uma emoção, deixando-se levar pelos sentimentos agindo de forma desassisada, entretanto ela pode não estar ciente de que emoção se trata&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<br><br></div><div>Vantagens da Teoria<br><br></div><div>&nbsp;• Oferece um critério valorativo: uma obra é de arte apenas se expressar as emoções e essas são compreendidas pelo público.&nbsp;<br><br></div><div>• Oferece um critério de classificação, que restringe o alcance de definição de Arte<br><br></div><div>• Mas também está de acordo com o que muitos artistas pensam ser a arte.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Objeções:&nbsp;<br><br></div><div>• Inacessibilidade dos estados emocionais e mentais do artista&nbsp;<br><br></div><div>• O artista nem sempre sente o que a obra exprime&nbsp;<br><br></div><div>• Existe arte inexpressiva&nbsp;<br><br></div><div>• Propriedades não essenciais – os críticos e interpretes conseguem ver propriedades ou sentidos que o artista não colocou lá, ou até mesmo não conseguir ver ou sentir<br><br></div><div>• Alguns artistas não tiverem como intenção a expressão de sentimentos.<br><br><br>Arthur Jesuíno Santos&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-09 09:03:01 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Será que é possível definir a arte?</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Muitos filósofos declararam logicamente impossível determinar, por meio de uma definição, o que incluir ou excluir da categoria <em>arte</em>. A arte é uma prática artística extensa que está sempre em mudança e em expansão, sendo assim incompatível com uma possível definição.<br>Morris Weitz está entre os muitos filósofos que defenderam a prespetiva que arte é indefinível, um conceito aberto por natureza.&nbsp; Este afirmou que toda ou qualquer tentativa de submeter a arte a uma definição está forçosamente, condenado ao fracasso.<br><br></div><div><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-12 21:22:27 UTC</pubDate>
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