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      <title>Favoritos by GABRIEL DE OLIVEIRA ARZAMENDIA</title>
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      <description>Criado com um caloroso abraço</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-09-23 23:21:18 UTC</pubDate>
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         <title>2°B - Gabriel Oliveira Arzamendia</title>
         <author>gabrielarzamendia</author>
         <link>https://padlet.com/gabrielarzamendia/Bookmarks/wish/1764225375</link>
         <description><![CDATA[<div>O que é crônica?<br>Crônica é o tipo de texto que aborda acontecimentos do dia a dia em uma narração curta e situa-se entre o jornalismo e a literatura. Muito encontrada nos meios de comunicação como revistas, jornais e rádios, tem como objetivo fazer uma análise crítica das situações cotidianas, possibilitando ao leitor uma reflexão sobre aquele assunto.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-23 23:35:56 UTC</pubDate>
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         <title>Machado de Assis</title>
         <author>gabrielarzamendia</author>
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         <description><![CDATA[<div>O Bruxo de Cosme Velho tem lugar garantido em uma selação dos cronistas brasileiros. Ele molhava a sua pena na tinha da melancolia e na tinta da galhofa. Tido, equivocadamente, como alienado das questões sociais de seu tempo, ele abordou, ironicamente, os descalabros da política, a infâmia da escravidão e as mazelas sociais do século 19, com um olhar oblíquo e dissimulado.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-23 23:40:18 UTC</pubDate>
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         <title>Tipos de crônicas</title>
         <author>gabrielarzamendia</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Embora seja um texto que faz parte do gênero narrativo (com enredo, foco narrativo, personagens, tempo e espaço), há diversos tipos de crônicas que exploram outros gêneros textuais.<br><br>Podemos destacar a crônica descritiva e a crônica dissertativa. Além delas, temos:<br><br>Crônica Jornalística: mais comum das crônicas da atualidade são as crônicas chamadas de “crônicas jornalísticas” produzidas para os meios de comunicação, onde utilizam temas da atualidade para fazerem reflexões. Aproxima-se da crônica dissertativa.<br>Crônica Histórica: marcada por relatar fatos ou acontecimentos históricos, com personagens, tempo e espaço definidos. Aproxima-se da crônica narrativa.<br>Crônica Humorística: Esse tipo de crônica apela para o humor como forma de entreter o público, ao mesmo tempo que utiliza da ironia e do humor como ferramenta essencial para criticar alguns aspectos seja da sociedade, política, cultura, economia, etc.<br>Importante destacar que muitas crônicas podem ser formadas por dois ou mais tipos, por exemplo: uma crônica jornalística e humorística.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-23 23:46:27 UTC</pubDate>
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         <title>Rubem Braga</title>
         <author>gabrielarzamendia</author>
         <link>https://padlet.com/gabrielarzamendia/Bookmarks/wish/1764245246</link>
         <description><![CDATA[<div>Despretensiosamente, ele promoveu sozinho uma espécie de Semana de Arte Moderna na crônica ao radicalizar na subjetividade e inventar novas maneiras de cultivar o gênero: a carta, a divagação vagamente filosófica, o poema em prosa. Guimarães Rosa dizia que os escritores deviam construir catedrais e não fazer biscoitos, mas se rendeu aos biscoitos finos produzidos por Rubem Braga para os jornais, em dramática contagem regressiva contra o ponteiros dos relógios.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-23 23:51:18 UTC</pubDate>
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         <title>Rubem Braga-&quot;Despedida&quot;</title>
         <author>gabrielarzamendia</author>
         <link>https://padlet.com/gabrielarzamendia/Bookmarks/wish/1764251206</link>
         <description><![CDATA[<div>E no meio dessa confusão alguém partiu sem se despedir; foi triste. Se houvesse uma despedida talvez fosse mais triste, talvez tenha sido melhor assim, uma separação como às vezes acontece em um baile de carnaval — uma pessoa se perde da outra, procura-a por um instante e depois adere a qualquer cordão. É melhor para os amantes pensar que a última vez que se encontraram se amaram muito — depois apenas aconteceu que não se encontraram mais. Eles não se despediram, a vida é que os despediu, cada um para seu lado — sem glória nem humilhação.<br><br>Creio que será permitido guardar uma leve tristeza, e também uma lembrança boa; que não será proibido confessar que às vezes se tem saudades; nem será odioso dizer que a separação ao mesmo tempo nos traz um inexplicável sentimento de alívio, e de sossego; e um indefinível remorso; e um recôndito despeito.<br><br>E que houve momentos perfeitos que passaram, mas não se perderam, porque ficaram em nossa vida; que a lembrança deles nos faz sentir maior a nossa solidão; mas que essa solidão ficou menos infeliz: que importa que uma estrela já esteja morta se ela ainda brilha no fundo de nossa noite e de nosso confuso sonho?<br><br>Talvez não mereçamos imaginar que haverá outros verões; se eles vierem, nós os receberemos obedientes como as cigarras e as paineiras — com flores e cantos. O inverno — te lembras — nos maltratou; não havia flores, não havia mar, e fomos sacudidos de um lado para outro como dois bonecos na mão de um titeriteiro inábil.<br><br>Ah, talvez valesse a pena dizer que houve um telefonema que não pôde haver; entretanto, é possível que não adiantasse nada. Para que explicações? Esqueçamos as pequenas coisas mortificantes; o silêncio torna tudo menos penoso; lembremos apenas as coisas douradas e digamos apenas a pequena palavra: adeus.<br><br>A pequena palavra que se alonga como um canto de cigarra perdido numa tarde de domingo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-23 23:55:52 UTC</pubDate>
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         <title>Feito por Gabrielzinho 😐👑👉👈</title>
         <author>gabrielarzamendia</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-09-24 00:01:42 UTC</pubDate>
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