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      <title>Pragas na vinha by </title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-04-23 07:46:21 UTC</pubDate>
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         <title>Erinose(ácaros)</title>
         <author>a28024</author>
         <link>https://padlet.com/a28024/da6cipq62bx4jqor/wish/2966052957</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Sintomas- </strong>Manchas amareladas nas folhas. Teias finas nas partes inferiores das folhas.</p><p>Enrolamento ou murchamente das folhas.</p><p>Perda de vigor e crescimento reduzido das plantas.</p><p>Diminuição da produção de uvas.</p><p>Pontos de alimentação visíveis.</p><p>Possível transmissão de vírus entre as plantas.</p><p><strong>Estimativa de risco- </strong>A época de observação e estimativa de risco para ácaros em vinhas geralmente ocorre durante os meses mais quentes e secos do ano, especialmente na primavera e no verão. Durante esse período, é importante monitorar regularmente as vinhas quanto a sinais de infestação, como manchas nas folhas, teias finas ou enrolamento das folhas. Fatores como histórico de infestação, condições climáticas e práticas de manejo da vinha também influenciam na determinação do risco.</p><p><strong>Tratamento- </strong>É recomendável utilizar um fungicida de contacto para combater o ácaro-da-erinose-da-videira. Se a praga for intensa, deve realizar 2 a 3 pulverizações a um intervalo de 10 a 14 dias. Um tratamento é fundamental, visto que as larvas hibernam na própria planta.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-23 07:50:46 UTC</pubDate>
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         <title>Aranhiço vermelho ou amarelo</title>
         <author>a28024</author>
         <link>https://padlet.com/a28024/da6cipq62bx4jqor/wish/2966063691</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Sintomas- </strong>Apenas nos casos de infestação muito intensa, associada a crescimento lento da vegetação, devido a temperaturas baixas, são percetíveis sintomas do ataque na</p><p>Primavera. A rebentação faz-se com dificuldade, ficando</p><p>os pâmpanos com folhas amarelecidas e encarquilhadas,</p><p>por vezes secas nas pontas. Nos casos mais graves as</p><p>folhas chegam a secar e a cair.</p><p><strong>Estimativa de risco- </strong>Dada</p><p>a pequena dimensão do parasita, nesta observação é indispensável o uso duma lupa de bolso (6-10x).</p><p><strong>NEA- </strong>Para formas hibernantes</p><p>(ovos de Inverno) -</p><p>Média de 7 a 20 ovos por gomo ou 80% de</p><p>gomos ocupados com 1 ovo ou mais (ver</p><p>estimativa do risco 1).</p><p>Para formas móveis</p><p>(larvas, ninfas e adultos) -</p><p>60 a 70% (estados fenológicos E a G) ou 30 a</p><p>40% (a partir de junho) de folhas ocupadas</p><p>com 1 ou mais formas móveis (ver</p><p>estimativas do risco 2 e 3).</p><p><strong>Tratamentos- </strong>FLiPPER</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-23 07:58:09 UTC</pubDate>
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         <title>Áltica </title>
         <author>a28024</author>
         <link>https://padlet.com/a28024/da6cipq62bx4jqor/wish/2966067091</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Sintomas- </strong>Os sintomas são provocados pelas larvas que atacam as folhas conferindo-lhes um aspeto rendilhado característico.</p><p><strong>Estimativa de risco- </strong>São de recear apenas os ataques das larvas (de cor negra) da 1.ª geração e contra a qual, por vezes nalgumas regiões, se justifica um tratamento.</p><p>É uma praga secundária da videira, podendo, nalgumas regiões provocar alguns prejuízos.</p><p>Os prejuízos são tanto maiores quanto mais cedo surgirem os adultos.</p><p><strong>Tratamento- </strong>Deltametrina</p><p>lambda-cialotrina</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-23 08:00:42 UTC</pubDate>
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         <title>Cigarrinha verde</title>
         <author>a28024</author>
         <link>https://padlet.com/a28024/da6cipq62bx4jqor/wish/2966071770</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Sintomas- </strong>Os estragos surgem como consequência das picadas de alimentação que provocam necroses. As nervuras secam-se, o limbo da folha fica necrosado e a progressão desta sintomatologia faz-se do bordo do limbo para o centro. Na vinha, as zonas secas apresentam variação de cor de acordo com as variedades das videiras.</p><p><strong>Estimativa de risco- </strong>Primavera (estado H) - observação Visual de 2 folhas em 50 cepas, 3º e 4º folha;</p><p>Verão (Início de Agosto) - observação visual de 2 folhas em 50 cepas, 7º e 8º folhas.</p><p><strong>NEA- </strong>Primavera (estado H) - 50 a 100 ninfas /100 folhas;</p><p>Verão (Início de Agosto) - 50 ninfas/100 folhas.</p><p><strong>Tratamento- </strong>beta-ciflutrina cipermetrina + clorpirifos</p><p>deltametrina</p><p>flufenoxurão</p><p>imidaclopride</p><p>…</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-23 08:04:21 UTC</pubDate>
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         <title>Cochinilha algodão</title>
         <author>a28024</author>
         <link>https://padlet.com/a28024/da6cipq62bx4jqor/wish/2966079628</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Sintomas- </strong>Folhas com camada pegajosa, novelos que parecem lã ou algodão nas folhas e nos rebentos.</p><p><strong>Estimativa de risco- </strong>Dadas as características da infestação, a sua avaliação deve</p><p>ter em conta os vários estratos em que esta espécie se movimenta:</p><p>- Estrato lenhoso, com a remoção da casca e deteção de formas móveis, meladas e formigas.</p><p>- Estrato herbáceo, com observação da base dos pâmpanos, folhas basais e cachos.</p><p>- Acompanhamento da curva de voo dos machos, com recurso a armadilha sexual com feromona específica.</p><p><strong>NEA- </strong>5 a 10 % de frutos atacados com jovens ninfas.</p><p>Para o combate deste inimigo deverá utilizar um dos</p><p>inseticidas homologados para cochonilhas.</p><p><strong>Tratamento- </strong>Clorpirifos</p><p>espirotetramato</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-23 08:10:00 UTC</pubDate>
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         <title>Cigarreiro ou charuteiro</title>
         <author>a28024</author>
         <link>https://padlet.com/a28024/da6cipq62bx4jqor/wish/2966083181</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Sintomas- </strong>Quanto aos sintomas, este coleóptero deve o seu nome vulgar - charuteiro ou cigarreiro - ao facto de enrolar a folha da videira em forma de cigarro ou charuto.</p><p><strong>Estimativa de risco- </strong>Saem na Primavera alimentando-se das partes verdes enquanto as fêmeas vão fazer a postura nas folhas próximas das inflorescências, enrolando-as em forma de cigarro; as larvas daí provenientes alimentam-se das folhas enroladas. As temperaturas altas perturbam os adultos e larvas, e enquanto os adultos não gostam de água, as larvas preferem alguma humidade evitando uma dessecação prematura do 'cigarro'.</p><p><strong>Tratamentos- </strong>Deltametrina</p><p>Decis EVO</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-23 08:12:44 UTC</pubDate>
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         <title>Pirale</title>
         <author>a28024</author>
         <link>https://padlet.com/a28024/da6cipq62bx4jqor/wish/2966092714</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Sintomas- </strong>Os estragos recaem essencialmente sobre as folhas que roem, dobrando-as e unindo-as com fios de seda, ficando a vegetação com um aspeto prateado típico; nas inflorescências atacam os botões florais reunindo-os em grupos com fios de seda.</p><p><strong>Estimativa de risco- </strong>Trata-se de um lepidóptero, polífago, que pelo facto de só ter uma geração por ano, é de mais fácil controlo. Hiberna em larvas que dentro de um casulo passam o Verão, Outono e Inverno debaixo do ritidoma da cepa; na Primavera abandonam os casulos e vão para os jovens rebentos ou ervas infestantes.</p><p><strong>Tratamento- </strong>Deste modo, só em certos casos se justificará um tratamento no estado B-C, com um produto à base de indoxacarbe usado em esquemas de proteção integrada. Também é importante o controlo de infestantes de que em grande número de espécies são hospedeiras.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-23 08:20:32 UTC</pubDate>
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         <title>Traça da uva</title>
         <author>a28024</author>
         <link>https://padlet.com/a28024/da6cipq62bx4jqor/wish/2966095443</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Sintomas- </strong>'Ninhos' formados por fios de seda em redor de botões florais, e eventual presença de lagartas</p><p>Perfurações nos bagos, ovos nos pedicelos e bagos e lagartas fora e dentro dos bagos.</p><p><strong>Estimativa de risco- </strong>As temperaturas de desenvolvimento mais favoráveis são de 20 a 25ºC, considerando-se para as posturas o mínimo de 14ºC e o máximo de 36ºC. A humidade relativa mais favorável varia entre os 40 a 70%.</p><p><strong>NEA- </strong>Na 1ª geração o NEA é de 100 ninhos em 100 cachos, na 2ª e na 3ª geração deve-se intervir logo que se notem 2% de cachos atacados, isto é, com bagos perfurados.</p><p><strong>Tratamento- </strong>R.C.I. (Reguladores de Crescimento de Insetos) por serem menos tóxicos sobre a fauna auxiliar. Se um produto é fundamentalmente ovicida terá de ser aplicado ligeiramente antes do momento da postura, se essencialmente larvicida terá que ser aplicado um pouco antes da eclosão dos ovos.</p><p>Também se pode recorrer a um produto biológico específico, como é o caso do Bacillus thurigiensis, de modo a não contaminar o meio ambiente.</p><p>Armadilhas sexuais é um instrumento precioso para melhor posicionar o tratamento, que se baseia em colocar na vinha um conjunto de difusores de feromona de modo a perturbar a orientação dos machos. A quantidade de difusores a aplicar é de 1 difusor por cada 200 m2, ou sejam, 500 por hectare.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-23 08:22:54 UTC</pubDate>
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