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      <title>Igreja e Convento Santa Cruz by CavBrasil</title>
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      <description>Convento São Francisco</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-11-15 10:24:42 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>cavbrasil</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-11-15 10:24:42 UTC</pubDate>
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         <title>FACE SUL - Igreja e Convento de Santa Cruz</title>
         <author>cavbrasil</author>
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         <description><![CDATA[<p>Fundado em 1657, somente em “12 de setembro de 1693 foi lançada a primeira pedra para o Convento, sendo Provincial Frei Estevão de Santa Maria” (AZEVEDO, 1980, v.2, 41). Paulo Azevedo destaca que Jaboatão fez referência sobre o início da instalação, que se deu por “um Recolhimento com sua Igrejinha, no local escolhido pelos religiosos, o qual, mais tarde, foi doado à Ordem pelo Sargento-Mor Bernardo Corrêa Leitão e sua mulher Vitória de Souza, por escritura de 29 de janeiro de 1659” (AZEVEDO, 1980, p. 41-42).</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-15 10:24:42 UTC</pubDate>
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         <title>Construção da Igreja e Convento Santa Cruz </title>
         <author>cavbrasil</author>
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         <description><![CDATA[<p>Iniciada a construção da Igreja e Convento Santa Cruz (Convento São Francisco) em <strong>1693</strong>, foi concluída somente no século XVIII. </p><p><br/></p><p>Para a arquiteta Andréa Romão, o longo tempo de construção foi a <strong>dependência dos recursos provindos por meio de doações da comunidade local e da Ordem Franciscana </strong>(SILVA, 2007). </p><p><br/></p><p>Mas há de se considerar a <strong>situação de penúria em que se encontrava Sergipe del Rey</strong>, considerando que a atividade criatória, a produção de açúcar e de gêneros de subsistência foram <strong>devastadas desde a ocupação holandesa em 1637</strong>. </p><p><br/></p><p>Mesmo com a retomada do controle de Sergipe del Rey pela Coroa Portuguesa, com a redistribuição de sesmarias, o <strong>processo de reedificação da cidade de São Cristóvão pelo capitão mor, Baltazar de Queiróz</strong>, não aplacou os problemas de ordem social provocados pela <strong>fome</strong> (SIQUEIRA, 2016, p.98).</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-15 10:24:42 UTC</pubDate>
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         <title>Doações para o Convento </title>
         <author>cavbrasil</author>
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         <description><![CDATA[<p>Aos poucos a situação econômica foi se restabelecendo e, dentre as <strong>doações </strong>para o Convento constavam aquelas <strong>de terras</strong>, a exemplo da doação de André Pinto de Souza, lavrada em Escritura de 3 de março de 1730, que doa “um pedaço de terra para aumentar a cerca” (AZEVEDO, 1980, vol. 2, p.50). </p><p><br/></p><p>Outros documentos compilados por Paulo Ormindo Azevedo podem ser utilidade para <strong>projetar a extensão das terras conferidas a Ordem Franciscana e alguns elementos nela inseridos, e inferir a cobertura provável da área em tempos atuais</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-28 08:50:56 UTC</pubDate>
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         <title>Política de Pombal</title>
         <author>cavbrasil</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-05-28 08:51:14 UTC</pubDate>
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         <title>Cercar e reaver o terreno da Ordem Franciscana</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/ConventoSaoFrancisco/wish/3009963785</link>
         <description><![CDATA[<p>Cercar e reaver o terreno da comunidade foi a primeira tarefa definida em <strong>1900</strong>, visto que “t<strong>errenos do Convento e da Ordem Terceira tinham sido invadidos </strong>no período anterior, tanto que ao ser requerida licença para murá-los, houve restrições no concernente à <strong>Fonte do Cachorro</strong> e ao <strong>fundo da Ordem Terceira</strong> (AZEVEDO, vol. 2, p.174-175)</p><p>&nbsp;</p><p>Na 2ª sessão ordinária do Conselho Municipal, de 25 de fevereiro de 1903, <strong>resolveu-se que o terreno da Ordem não seguiria os primitivos limites, que iam muito além: “Limitava-se o terreno deste Convento a leste pelo do Hospício dos PP. Capuchinhos e ao norte com o cemitério</strong>, como me tem afirmado pessoas velhas e fidedignas, mas não existem documentos” (AZEVEDO, 1980 p.174).</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-28 08:58:17 UTC</pubDate>
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         <title>Muro</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/ConventoSaoFrancisco/wish/3009964991</link>
         <description><![CDATA[<p>Inicialmente, foi erguido um muro na frente de pedra e cal de 30 metros de comprimento e 3 metros de altura, e outro muro ladeando a rua da Ladeira de S. Francisco, porém de construção menos sólida, com alicerces de pedra e a elevação de adobes de telhas (AZEVEDO, 1980, v.2, p.177). Na grande enchente de 1935, o muro foi derrubado e na sua reconstrução usaram tijolos como material construtivo (AZEVEDO,1980, v.2, p.189-190).</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-28 08:59:31 UTC</pubDate>
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         <title>Arquitetura</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/ConventoSaoFrancisco/wish/3009965593</link>
         <description><![CDATA[<p>No que concerne a arquitetura do Convento e suas partes, Azevedo (1980, vol. 2, p.61-62) propôs uma projeção sobre as possíveis etapas da construção do conjunto tomando as informações de Bazin como baliza: o claustro, onde se encontram pilares como suportes verticais isolados (não colunas), corresponderia ao espaço erguido na primeira metade do século XVIII. Sobre a fachada, inferiu ter sido concluída no setecentos, e destacou os altares estilo D. João V, indicando serem do século XVIII (BAZIN, 1956, tomo I, p.169), assim como a sacristia, que tem o lavabo de 1725 como demarcador cronológico.</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Para Germain Bazin (1956) o conjunto integra a “Escola Franciscana do Nordeste”, e se singulariza pela unidade funcional de seus componentes tipológicos que não são autônomos (BRENDLE,2013, p.1). Assim consta; imponente cruzeiro “dentro da tradição franciscana” defronte da Igreja, cujo adro é assimilado pela praça São Francisco; igreja de nave única com a presença de galilé e torre que se projeta para frente em relação ao Convento às instalações da Ordem Terceira; o claustro com jardim interno (BRASIL, 2007).</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-28 09:00:10 UTC</pubDate>
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         <title>Artífices da Ordem Franciscana em São Cristóvão</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/ConventoSaoFrancisco/wish/3009966513</link>
         <description><![CDATA[<p>Pelas notícias compiladas por Paulo Ormindo Azevedo das “Crônica dos fatos ocorridos no Convento Franciscano de São Cristóvão”, de 1902 a 1950, as obras foram retomadas em 1900 pelo Frei Amando Bahlmann, logo que a liberdade religiosa foi restabelecida com o advento da República em 1889. Ao longo desse período de melhoramentos, reformas e restauros, diferentes artífices colaboraram, dentre eles: Frei Diogo Laskovski, autor das grades de ferro no pórtico da Igreja; Mestre Sabino, autor da Cruz de cimento armado, no Cruzeiro da Praça de São Francisco; Mestre Tito Amorim, que confeccionou os armários da biblioteca para cerca de 3.000 livros; Frei Mansueto Fischer,&nbsp; escultor que o Altar de Nossa Senhora; Frei Manoel Schweizer, autor da pintura e douramento do Altar de Nossa Senhora (Os irmãos Frei Monsueto Fischer e Frei Manuel Schweizer recuperam quatro cariatides, duas colunas do lado da epístola, a peanha central da imagem, algumas peças inteiras componentes dos arcos, muitas cornijas, cordões e frisos); Frei Bartolomeu Sturm, autor da mesa do Altar; Frei Mariano, responsável pelos serviços de caiação e pintura; Mestre Chico, responsável pelos trabalhos de pedreiro e retelhamento; Fr. Justino, autor da planta de remodelação do jardim do claustro.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-28 09:01:07 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefas de restabelecimento da rotina religiosa</title>
         <author>cavbrasil</author>
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         <description><![CDATA[<p>O número de pessoas vinculadas as tarefas de restabelecimento e manutenção da rotina religiosa foi ampliada até 1908. </p><p><br/></p><p>Em 1902, o Frei Peregrino Hildebrand, nomeado Superior da Comunidade sediada em São Cristóvão, ficou “incumbido da restauração do Convento, que oferecia realmente um aspecto desanimador” (AZEVEDO, 1980, v.2, p. 175) em virtude do <strong>incêndio de 1897, quando da permanência das tropas que iam a campanha de Canudos. </strong></p><p><br/></p><p>Para auxiliar nos trabalhos visados, em 1904, juntam-se ao grupo seis (6) sacerdotes, cinco (5) leigos, dezoito (18) alunos do Colégio Seráfico, e mais 28 estudantes (AZEVEDO, 1980, v.2, p.178). No ano seguinte, contava cerca de 40 pessoas, “cabendo ao Irmão Frei Bernardo Wolski a feitura de uma instalação nova, para todos os misteres domésticos” em virtude da falta de água (AZEVEDO, 1980, p. 178-179). Contudo, no ano de 1908, em virtude da transferência do Colégio Seráfico para a Vila de São Francisco, na Bahia, o efetivo reduziu para “3 Sacerdotes e poucos irmãos leigos” (AZEVEDO, 1980, v.2, p.180)</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-28 09:02:29 UTC</pubDate>
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         <title>Uso dos Imóveis</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/ConventoSaoFrancisco/wish/3009968602</link>
         <description><![CDATA[<p>Sobre os usos dos imóveis, tem se notícia que em 1911 a Grande Sala foi transformada em enfermaria. E, em 30.12.1835, a Sessão da Câmara, em resposta ao Vice-Presidente da Província,<em> </em>informou sobre a intenção de instalar uma turma de primeiras letras para homens<em>, </em>“visto ser grande o número dos Alunos existentes para a única em funcionamento e que uma delas, devia ser instalada no Salão do Convento de São Francisco, como ocorrera anteriormente” (AZEVEDO, 1980, v.2, p.79). Após o conjunto tombado em 1941, a Ordem Terceira passou a abrigar, em sua Igreja e espaços correlatos, o Museu de Arte Sacra de Sergipe.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-28 09:03:08 UTC</pubDate>
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         <title>Arrolamento cronológico de dados sobre intervenções no Conjunto Franciscano</title>
         <author>cavbrasil</author>
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         <description><![CDATA[<p>O arrolamento de dados apresentado tem a finalidade para socializar dados que estão dispersos em arquivos na Bahia e que podem vir a subsidiar futuros estudos sobre os imóveis da Ordem.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-28 09:04:35 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>cavbrasil</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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