<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Escrevivências by Marina Melo Pedroza</title>
      <link>https://padlet.com/marinapedrozaa/d7fpt8abyaxyd3qv</link>
      <description>Criado para a aula de português sobre esteriótipos </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-08-30 21:25:56 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-10-07 21:57:13 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url></url>
      </image>
      <item>
         <title>Egípcia sobre Argentinos</title>
         <author>marinapedrozaa</author>
         <link>https://padlet.com/marinapedrozaa/d7fpt8abyaxyd3qv/wish/3096042424</link>
         <description><![CDATA[Quando era criança tinha uma amiga argentina, que conheci na escola enquanto cursava o ensino fundamental. Quase todos os finais de semana ía ao apartamento dela para brincarmos e durante esses momentos, percebia que mesmo morando no Brasil há anos, ela e sua família mantinham o jeito argentino de ser.
É difícil delimitar em qual momento criamos o estereótipo de uma nacionalidade, mas o contato com uma cultura diferente da nossa já é um dos fatores que contribuem na construção dessa ideia.
Particularmente em relação a essa amiga, isso ficava muito evidente durante os momentos a mesa para refeição, em que minha presença não os fazia falar português, e sim, obrigava-me a falar espanhol ou pelo menos a entender essa língua, caso eu quisesse acompanhar os assuntos.
Outras pequenas coisas, como eles dizerem que não sentiam frio com o inverno de São Paulo, pois estavam acostumados com as baixas temperaturas da Argentina, bem como sempre enfatizarem que o doce leite deles é o melhor do mundo e o fato da minha amiga ser muito fã do clube Boca Juniors, com certeza contribuíram para que eu criasse um estereótipo dos argentinos.
]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-08-30 21:31:43 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/marinapedrozaa/d7fpt8abyaxyd3qv/wish/3096042424</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Sul-coreanos sobre estrangeiros</title>
         <author>marinapedrozaa</author>
         <link>https://padlet.com/marinapedrozaa/d7fpt8abyaxyd3qv/wish/3096042585</link>
         <description><![CDATA[<p>Quanto ao preconceito que os coreanos têm contra os estrangeiros... os coreanos tendem a pensar que os estrangeiros que imigraram para a Coreia (especialmente países do Sudeste Asiático, como Filipinas, Vietnã, etc.) vieram para a Coreia para se casar. Na verdade, pode ser porque muitas mulheres do Sudeste Asiático imigraram depois de se casarem com agricultores coreanos.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-08-30 21:32:06 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/marinapedrozaa/d7fpt8abyaxyd3qv/wish/3096042585</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Alemães para os outros países</title>
         <author>marinapedrozaa</author>
         <link>https://padlet.com/marinapedrozaa/d7fpt8abyaxyd3qv/wish/3096043194</link>
         <description><![CDATA[<p>Os alemães são frequentemente vistos como muito pontuais, organizados e disciplinados no estrangeiro, o que por vezes é interpretado como excessivamente rigoroso. Além disso, os alemães tendem a ser vistos como distantes e sem emoção, algo que na cultura calorosa e aberta da Colômbia pode parecer incomum. Mas, do meu ponto de vista, muitos alemães só precisam de mais tempo para se abrirem e estabelecerem amizades profundas. Outro clichê é que os alemães são amantes de cerveja e de álcool em geral. No entanto, estas percepções são imagens simplificadas que não captam totalmente a cultura e a diversidade do povo alemão.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-08-30 21:33:26 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/marinapedrozaa/d7fpt8abyaxyd3qv/wish/3096043194</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Francês sobre colombianos</title>
         <author>marinapedrozaa</author>
         <link>https://padlet.com/marinapedrozaa/d7fpt8abyaxyd3qv/wish/3096043406</link>
         <description><![CDATA[<p>Uma diferença cultural significativa entre a França e a Colômbia é a importância dos critérios de beleza. Na Colômbia a aparência física parece muito mais importante, por exemplo tenho visto muitas pessoas aqui com dentes falsos ou que fazem cirurgia estética e os padrões de beleza são mais elevados. Isso pode ser surpreendente para um francês, principalmente se for loiro de olhos azuis como eu, na Colômbia chamo a atenção. Embora receber elogios possa ser lisonjeiro, também pode gerar situações desconfortáveis, pois algumas pessoas presumem que por ser estrangeiro e ter essas características você é automaticamente rico, o que pode levá-las a tentar tirar vantagem.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-08-30 21:34:00 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/marinapedrozaa/d7fpt8abyaxyd3qv/wish/3096043406</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Brasileira na Irlanda</title>
         <author>marinapedrozaa</author>
         <link>https://padlet.com/marinapedrozaa/d7fpt8abyaxyd3qv/wish/3096043617</link>
         <description><![CDATA[<p>Sou brasileira e trabalho em uma empresa americana em Dublin, na Irlanda. Em duas ocasiões onde conversava com irlandeses eles falaram que ficaram surpresos por eu ser brasileira por que eu não aparentava. Um deles disse que eu era muito branca para ser brasileira. Apesar de não poder dizer se isso é racismo são esteriótipos criados que geram momentos&nbsp;de&nbsp;desconforto.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-08-30 21:34:35 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/marinapedrozaa/d7fpt8abyaxyd3qv/wish/3096043617</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Brasileira para outros países</title>
         <author>marinapedrozaa</author>
         <link>https://padlet.com/marinapedrozaa/d7fpt8abyaxyd3qv/wish/3096043779</link>
         <description><![CDATA[<p>Quando eu digo que sou brasileira, as pessoas costumam dizer coisas como: mas você é branca! Você sabe sambar? Rebola para eu ver! E olham para a minha bunda, talvez para checar se é grande ou bonita de acordo com os padrões brasileiros. Acho que esses questionamentos demonstram uma falta de conhecimento a respeito da diversidade do povo brasileiro, cuja metade da população é branca, e a outra metade é negra, mas também há descendentes de italianos, alemães, chineses, japoneses e povos nativos (indígenas) no Brasil. Além disso, nem todos os brasileiros são extrovertidos e sabem sambar, e nem todas as mulheres possuem bumbum no Brasil. Eu acho que as imagens do Brasil que são transmitidas para o mundo, especialmente do Rio de Janeiro e do Carnaval brasileiro, acabam por criar estereótipos de que todos os brasileiros são negros e muito ligados ao samba. De qualquer forma, eu acredito, que de majoritariamente somos um povo divertido e que costuma receber bem os estrangeiros em nosso país.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-08-30 21:35:04 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/marinapedrozaa/d7fpt8abyaxyd3qv/wish/3096043779</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Paulistana sobre mineiros</title>
         <author>marinapedrozaa</author>
         <link>https://padlet.com/marinapedrozaa/d7fpt8abyaxyd3qv/wish/3096044001</link>
         <description><![CDATA[<p>Eu sou paulistana e toda vez que saio de São Paulo, tenho a impressão que o mundo parece girar de uma outra maneira. Uma vez eu fui viajar de ônibus para Minas Gerais e paguei minha passagem com o assento marcado. Quando entrei no ônibus, o meu lugar estava ocupado por um senhor. Eu disse a ele que havia pago por aquela poltrona, então ele se levantou e foi sentar em outra. Entretanto, notei que conforme as pessoas íam chegando, iam sentando em qualquer lugar ou pediam para uma pessoa se retirar do assento que elas haviam comprado. Achei isso muito curioso, pois eu penso que se pagamos por um assento, devemos sentar nele. Mas, os mineiros provavelmente não pensam dessa forma. Por isso, pensei que eles talvez fossem mais sossegados e menos rígidos que os paulistanos.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-08-30 21:35:33 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/marinapedrozaa/d7fpt8abyaxyd3qv/wish/3096044001</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Judia em São Paulo</title>
         <author>marinapedrozaa</author>
         <link>https://padlet.com/marinapedrozaa/d7fpt8abyaxyd3qv/wish/3096044228</link>
         <description><![CDATA[<p>Uma vez eu estava em uma reunião de trabalho com outras professoras e uma delas sempre vestia saias pretas compridas e blusas fechadas no colo, que não deixavam os braços a mostra. Uma de nossas colegas perguntou a ela se era judia, supondo isso devido as roupas que ela costumava usar. Ela nos disse que não era judia, mas essa era apenas uma forma dela se vestir de forma mais adequada ao ambiente de trabalho, sem mostrar muito o corpo.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-08-30 21:36:06 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/marinapedrozaa/d7fpt8abyaxyd3qv/wish/3096044228</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Egípcia no Brasil</title>
         <author>marinapedrozaa</author>
         <link>https://padlet.com/marinapedrozaa/d7fpt8abyaxyd3qv/wish/3096044460</link>
         <description><![CDATA[<p>Nasci no Cairo - Egito, em setembro de 1990, cheguei no Brasil com apenas 3 meses de idade e nunca mais saí para morar em outro lugar. Mesmo tendo estabelecido toda minha vida aqui e parecer tão brasileira quanto qualquer outro brasileiro, a minha origem sempre despertou curiosidades e opiniões já estabelecidas nas pessoas.</p><p>Creio que essas opiniões sejam formadas pelos conhecimentos que as pessoas adquirem, muitas vezes sem terem conhecido de fato aquele país, apenas com reportagens que assistiram na televisão ou que aprenderam na escola.</p><p>Lembro que uma das primeiras vezes em que contei ter nascido no Cairo foi na escola e cheguei a ouvir de umas das meninas, que eu estava mentindo, já que o Egito era somente deserto. Tudo ficou esclarecido quando explicaram a menina que também existia cidades com pessoas naquele país.</p><p>Diversas vezes ouvi opiniões em forma de dúvidas, como eu ser muito branca para uma cidadã egípcia ou já presumirem que sou mulçumana, quando na verdade sou de uma família cristã.</p><p>Outra pergunta recorrente é qual a língua falada no Egito, mas com certeza a pergunta mais feita é se já tive oportunidade de retornar&nbsp;ao&nbsp;Egito.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-08-30 21:36:32 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/marinapedrozaa/d7fpt8abyaxyd3qv/wish/3096044460</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Brasileira em outros países</title>
         <author>marinapedrozaa</author>
         <link>https://padlet.com/marinapedrozaa/d7fpt8abyaxyd3qv/wish/3096044696</link>
         <description><![CDATA[<p>Tive a oportunidade de viajar para alguns países da América Latina e, sempre quando dizia que era brasileira, as duas primeiras coisas que me perguntavam eram relacionadas ao futebol ou ao samba. Acredito que esses elementos da cultura brasileira são muito fortes - especialmente no imaginário dos estrangeiros. Mas, infelizmente também passei por situações constrangedoras e bem machistas em que homens passaram a me assediar quando souberam que eu era brasileira.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-08-30 21:37:09 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/marinapedrozaa/d7fpt8abyaxyd3qv/wish/3096044696</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Brasileiro em Lisboa</title>
         <author>marinapedrozaa</author>
         <link>https://padlet.com/marinapedrozaa/d7fpt8abyaxyd3qv/wish/3096045031</link>
         <description><![CDATA[<p>Uma vez, acabado de chegar a Lisboa, dei por mim perdido por algumas ruas até encontrar a Plaza del Comercio, de onde saíam alguns Free Walking Tours pela Rua Augusta.</p><p>Ainda não consegui entrar no meu hostel, por isso tive que me juntar a alguns turistas espanhóis, desde Madrid a andaluzes, para explorar a cidade a pé e ver alguns monumentos, claro igrejas.</p><p>Perto da Plaza del Rocío entrámos numa igreja cujo interior tinha sido queimado e ainda permaneciam sinais dos danos. Uma mulher que encontrou o grupo estava tentando ensinar alguns moradores de Madri como chegar a outras igrejas, ficou chocada ao me ouvir falando português e tentou revisar as informações que acabaram de me ser passadas.</p><p>Depois de ouvir falar de três ou quatro igrejas, me despedi com a sugestão da mulher de visitar uma delas. Ela me disse que se eu me perdesse, teria que perguntar a alguém na rua. Fiquei chocado quando ela se despediu. a frase “Se você se perder é só perguntar, aqui somos gentis, não somos brasileiros”.&nbsp;E ele saiu.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-08-30 21:37:56 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/marinapedrozaa/d7fpt8abyaxyd3qv/wish/3096045031</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Brasileira na Colômbia</title>
         <author>marinapedrozaa</author>
         <link>https://padlet.com/marinapedrozaa/d7fpt8abyaxyd3qv/wish/3096045172</link>
         <description><![CDATA[<p>Depois que cheguei na Colômbia, conheci um garoto por um aplicativo de relacionamentos. Conversamos um pouco e ele pediu meu número do WhatsApp. Passei o número e ele me chamou por lá, já fazendo várias perguntas, dentre elas a tão famosa: “Você fala espanhol?”, quando respondi que não ele me perguntou de cara o motivo de ter conversado com ele no aplicativo. Falei que não entendi o que ele quis dizer com isso e então ele falou para deixarmos assim. Se eu não falo espanhol, então ele não queria.</p><p>&nbsp;</p><p>Isso tudo aconteceu enquanto eu me esforçava para falar espanhol, para que ele não tivesse o trabalho de traduzir o que eu falava. Depois disso, larguei o esforço e não nos falamos mais. Isso é algo que me deixa muito irritada. Os brasileiros, para onde vão, precisam falar a língua dos outros países e, quando eles vêm para o Brasil, também precisamos falar a língua deles, já que eles não se esforçam para falar&nbsp;português.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-08-30 21:38:27 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/marinapedrozaa/d7fpt8abyaxyd3qv/wish/3096045172</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Brasileiro na Colômbia</title>
         <author>marinapedrozaa</author>
         <link>https://padlet.com/marinapedrozaa/d7fpt8abyaxyd3qv/wish/3096045340</link>
         <description><![CDATA[<p>Certa vez eu e um amigo estávamos caminhando pela rua de uma cidade da Colômbia e sabendo que a Colômbia é um país que possui leis para questões de porte da maconha, nós decidimos fumar um cigarro de Marihuana pela calçada. E aí, quando surpreendentemente, fomos abordados por dois policiais em uma moto, buzinando e gritando, dizendo que isso era crime, que isso era passível de multa, detenção, e que nós dois deveríamos ser conduzidos à delegacia, e então foi quando eu disse que era brasileiro e que eu não sabia que as regras eram desta maneira. Disse então como podíamos resolver, foi quando então eles abriram um tradutor pelo celular e começou a conversar comigo através do tradutor, dizendo que poderíamos resolver de outra forma. Perguntei qual é a forma que podemos resolver? E eles responderam, são vocês que nos dizem. E naquele momento começou uma negociação de como poderíamos resolver o problema sem ter que ir para uma delegacia, sem ter que abrir qualquer tipo de registro oficial, até porque eles foram muito violentos nas falas e nós tínhamos medo do que poderia acontecer dentro da delegacia. Foi quando eu disse quanto eles gostariam de receber por isso. E aí eles ofereceram um milhão de pesos para que nós dois pudéssemos sair daquela situação. A partir daí eu e meu amigo começamos uma saga de como conseguir um milhão de pesos, não tendo contas em banco dentro da Colômbia, somente contas internacionais, que não possibilitavam saques, até que depois de quase uma hora conseguimos transferir o valor para uma conta aleatória que eles nos passaram. Fomos liberados sem qualquer registro&nbsp;oficial.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-08-30 21:38:57 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/marinapedrozaa/d7fpt8abyaxyd3qv/wish/3096045340</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Franceses para os outros países</title>
         <author>marinapedrozaa</author>
         <link>https://padlet.com/marinapedrozaa/d7fpt8abyaxyd3qv/wish/3096045539</link>
         <description><![CDATA[<p>Um estereótipo que todas as pessoas têm sobre os franceses, especialmente aqueles que vivem em Paris, é que não sorrimos, somos amargos e rápidos nas coisas que fazemos. É verdade que somos rápidos, mas não creio que sejamos amargos, pelo menos não todos nós. Os colombianos também não disseram que acreditam que quando você vai a Paris e não fala francês as pessoas não vão gostar disso, mas nunca vi isso.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-08-30 21:39:27 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/marinapedrozaa/d7fpt8abyaxyd3qv/wish/3096045539</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Francês na Colômbia</title>
         <author>marinapedrozaa</author>
         <link>https://padlet.com/marinapedrozaa/d7fpt8abyaxyd3qv/wish/3096045672</link>
         <description><![CDATA[<p>Eu tenho um, um amigo colombiano me perguntou se para mim o marechal Pétain era um herói ou não? E eu explico que para nós ele era mais um bandido por causa de seu trabalho com os nazistas, e não falamos muito sobre o que ele fez na primeira guerra. E ele gostou do fato de termos estudado isso na aula de&nbsp;história. Ah! E todo mundo está perguntando se eu como caracóis, mas eu comi umas três ou quatro vezes em toda a minha vida!</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-08-30 21:39:52 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/marinapedrozaa/d7fpt8abyaxyd3qv/wish/3096045672</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Colombiano sobre homofobismo</title>
         <author>marinapedrozaa</author>
         <link>https://padlet.com/marinapedrozaa/d7fpt8abyaxyd3qv/wish/3096045783</link>
         <description><![CDATA[<p>Acostumado a sentar perto deles, muitas vezes não percebia, para mim “era o jeito deles de ser”. Meu grupo de amigos tinha uma peculiaridade. Quando uma pessoa se aproximava com traços, expressões ou comportamentos que denotassem sua orientação sexual pelo mesmo sexo, a companhia que eu tinha começava a fazer barulhos zombeteiros e piadas para se divertir com as preferências desse outro ser, que eu nem conhecia. conheço-os...</p><p>&nbsp;</p><p>Analisando mais suas ações e as repercussões que às vezes tiveram, rapidamente percebi que, se não eram pessoas homofóbicas, pelo menos pareciam ser homofóbicos por causa de seu comportamento.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-08-30 21:40:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/marinapedrozaa/d7fpt8abyaxyd3qv/wish/3096045783</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Brasileira nos EUA</title>
         <author>marinapedrozaa</author>
         <link>https://padlet.com/marinapedrozaa/d7fpt8abyaxyd3qv/wish/3096045863</link>
         <description><![CDATA[<p>Uma vez, quando eu estava nos Estados Unidos, com a minha família, fomos comprar toucas de lã para nos proteger do frio da cidade de Nova Iorque. Estávamos conversando com a vendedora, e quando ela soube que éramos do Brasil, nos disse: vocês vão usar essas toucas com os seus biquínis? Essa pergunta demonstra a falta de conhecimento de pessoas de outros países sobre a diversidade do Brasil, e que temos estados que têm temperaturas altas, mas temos estados que tem temperatura baixa também.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-08-30 21:40:30 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/marinapedrozaa/d7fpt8abyaxyd3qv/wish/3096045863</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Italiana sobre a Colômbia</title>
         <author>marinapedrozaa</author>
         <link>https://padlet.com/marinapedrozaa/d7fpt8abyaxyd3qv/wish/3096620619</link>
         <description><![CDATA[<p>Antes de vir para a Colômbia eu já tinha uma amiga colombiana que mora na Europa, então aprendi muito com ela, que mesmo sendo de Bogotá, me contou sobre o povo do litoral porque ela também tem família aqui. Ela me contou bastante coisa, as pessoas são exatamente como eu esperava: abertas, alegres, sempre prontas para um bate-papo. Acho curioso ver tantos estrangeiros em Barranquilla porque eles não estão acostumados com tanto turismo como em Santa Marta ou Cartagena, e além disso, nós, estudantes internacionais, sempre vamos em grupos. Obviamente, pela forma como falo, entendem imediatamente que sou estrangeira: quando tentam adivinhar a minha nacionalidade, podem imaginar que sou espanhola por causa do sotaque, embora ainda não tenha a fluência de um espanhol nativo palestrante. Quando digo que sou da Itália falam sempre comigo de comida - todos sabem que é um dos nossos temas preferidos em Itália, temos uma tradição culinária muito forte - ou perguntam-me sobre as cidades mais famosas de Itália como Roma ou Veneza. Talvez também tenham brincado comigo sobre estereótipos de fenômenos como a máfia (crime italiano). Eles são sempre muito curiosos porque vim para a Colômbia, acho que no geral eles têm muita admiração pela Itália e pela Europa.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-08-31 19:06:22 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/marinapedrozaa/d7fpt8abyaxyd3qv/wish/3096620619</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Brasileiro na Irlanda</title>
         <author>marinapedrozaa</author>
         <link>https://padlet.com/marinapedrozaa/d7fpt8abyaxyd3qv/wish/3096624161</link>
         <description><![CDATA[<p>Viver na Irlanda como brasileiro tem sido uma experiência enriquecedora, mas também desafiadora. Apesar de ser um país acolhedor, em alguns momentos (foram poucos mas houveram), senti certo preconceito por conta da minha nacionalidade. Essas situações geralmente acontecem em relação a comunicação em inglês. Como trabalho diariamente com o público, por vezes, as pessoas não têm muita paciência para falar um pouco mais devagar ou para repetir algo quando não entendo imediatamente. Isso me faz sentir desconfortável e, em alguns casos, até inferior. Nesses momentos consigo perceber um tom de voz mais ríspidos, como se a dificuldade na comunicação fosse um incômodo. Esses momentos ressaltam o desafio de ser imigrante em um país onde a língua e a cultura são diferentes. Mas, isso também me motiva a melhorar meu inglês e a me adaptar cada vez mais à nova realidade. Apesar dos obstáculos, sigo firme, buscando meu espaço e tentando mostrar que, além da barreira linguística, tenho muito&nbsp;a&nbsp;oferecer.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-08-31 19:15:12 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/marinapedrozaa/d7fpt8abyaxyd3qv/wish/3096624161</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Colombiana no Peru</title>
         <author>marinapedrozaa</author>
         <link>https://padlet.com/marinapedrozaa/d7fpt8abyaxyd3qv/wish/3096624754</link>
         <description><![CDATA[<p>Uma prima deixou Barranquilla porque se mudou neste semestre para estudar em uma universidade no Peru para obter um diploma duplo. Há poucos dias ela nos contou que seus colegas a julgaram no início, porque acreditavam que ela era preguiçosa e bagunceira com seu trabalho, embora ela tenha sido sempre uma ótima aluna, de excelência acadêmica.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-08-31 19:16:39 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/marinapedrozaa/d7fpt8abyaxyd3qv/wish/3096624754</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Colombiana sobre o papel da mulher</title>
         <author>marinapedrozaa</author>
         <link>https://padlet.com/marinapedrozaa/d7fpt8abyaxyd3qv/wish/3096625039</link>
         <description><![CDATA[<p>Acontece muito comigo que quando as pessoas me perguntam o que quero fazer quando me formar, ficam surpresas porque digo que quero economizar dinheiro nos primeiros anos de trabalho. Depois disso pretendo ficar em casa cuidando do meu futuro marido e dos meus filhos (enquanto continuo a escrever livros). Julgam-me por querer abraçar o papel tradicional da mulher, embora deva esclarecer que isso não me oprime nem me incomoda.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-08-31 19:17:19 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/marinapedrozaa/d7fpt8abyaxyd3qv/wish/3096625039</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Alemã sobre colombianos</title>
         <author>marinapedrozaa</author>
         <link>https://padlet.com/marinapedrozaa/d7fpt8abyaxyd3qv/wish/3103098111</link>
         <description><![CDATA[<p>Bueno cuando yo les dije a mis amigos/familia había algunas personas que me dijeron que no me fuera a Colombia, porque era muy peligroso. En Alemania hay muchas personas que creen que cuando sales a la calle en Colombia siempre te van a atracar, robar o incluso matar. Yo ya sabía que no era verdad (sino no hubiera venido acá jaja)</p><p>Pero también escuché a mucha gente decirme que los colombianos eran personas muy amables, amigables que siempre te quieren ayudar y ahora que ya llevo 2 messes aquí puedo decir&nbsp;que&nbsp;es&nbsp;verdad</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-09-05 00:53:18 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/marinapedrozaa/d7fpt8abyaxyd3qv/wish/3103098111</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Mexicano na Colômbia</title>
         <author>marinapedrozaa</author>
         <link>https://padlet.com/marinapedrozaa/d7fpt8abyaxyd3qv/wish/3103146263</link>
         <description><![CDATA[<p>Cuando llegué a Colombia, muchos asumieron que siendo mexicano, debía gustarme el picante en exceso. En una ocasión, durante una comida con amigos locales, uno de ellos me sirvió una salsa extremadamente picante, pensando que lo disfrutaría. Al probarla, me quemé la lengua y todos se rieron, sorprendidos de que un mexicano no soportara tanto picante. Fue un momento incómodo, pero también me permitió aclarar que no todos en México tienen la misma tolerancia&nbsp;al&nbsp;picante.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-09-05 01:18:50 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/marinapedrozaa/d7fpt8abyaxyd3qv/wish/3103146263</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Manauara sobre paulistanos</title>
         <author>marinapedrozaa</author>
         <link>https://padlet.com/marinapedrozaa/d7fpt8abyaxyd3qv/wish/3103164828</link>
         <description><![CDATA[<p>Eu sou de São Paulo e atualmente moro em Manaus com meu marido e meu filho de dois anos. Um dia eu pedi a um pitou que viesse fazer um serviço aqui na minha casa e ele me perguntou: vocês não são daqui, né? Aí eu disse não, somos de São Paulo, porquê? Ele disse que sabia que não éramos de Manaus por causa do sotaque (nós de São Paulo pensamos que nosso sotaque é neutro, mas não é!), e também porque nós não tínhamos o rosto redondo com as pessoas do norte, segundo ele. Eu acho que este rosto redondo que ele está falando debe ser por causa da origem indígena das pessoas desta região.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-09-05 01:25:51 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/marinapedrozaa/d7fpt8abyaxyd3qv/wish/3103164828</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Brasileiro na Colômbia</title>
         <author>marinapedrozaa</author>
         <link>https://padlet.com/marinapedrozaa/d7fpt8abyaxyd3qv/wish/3103312434</link>
         <description><![CDATA[<p>&nbsp;</p><p>Minha história começa no meu intercâmbio como pesquisador na colômbia, sou um homem brasileiro branco de 29 anos do qual por uma oportunidade me aventurei em um projeto de pesquisa internacional.</p><p>Através desse projeto pude conhecer muito da cultura colombiana costeira, da qual serviu-me de base a minha pesquisa, um dos meus objetivos dentro desse projeto era de dar aulas em comunidades de cidades satélites das capitais dos departamentos para entende melhor a dinâmica social e comunitária além das relações de dependência institucional e sistemática de cada povoado.</p><p>Em uma de minhas aulas com estudantes do ensino médio, perguntei a eles sobre as questões de estereótipos e vos perguntei qual a minha etnia ou meu país de origem, o que ocasionou em um dos momentos mais memoráveis de minha pesquisa, pois fui chamado de italiano, estadunidense, português e outros, menos brasileiro, oque gerou uma grande dúvida em minha cabeça, da qual questionei os mesmos afirmando minha nacionalidade de brasileiro, com isso os estudantes caíram em riso e me responderam “Desculpe professor, mas você não é brasileiro, tenho um tio brasileiro e ele é preto”.</p><p>De maneira educada e contendo o riso junto a eles expliquei a situação de miscigenação brasileira e a grande quantidade etnias dentro do brasil e também as várias descendências que possuímos, ao que depois prossegui&nbsp;com&nbsp;a&nbsp;aula.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-09-05 02:40:09 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/marinapedrozaa/d7fpt8abyaxyd3qv/wish/3103312434</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Norte-americana na Colômbia</title>
         <author>marinapedrozaa</author>
         <link>https://padlet.com/marinapedrozaa/d7fpt8abyaxyd3qv/wish/3110994403</link>
         <description><![CDATA[<p>Uma vez, quando eu estava saindo com alguém da Colômbia, muitos amigos faziam comentários sobre como “así son las gringas, jefonas”. Muitos meses depois, meus novos amigos me explicaram como as gringas são vistas como controladoras e ciumentas na Colômbia. </p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-09-10 02:31:58 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/marinapedrozaa/d7fpt8abyaxyd3qv/wish/3110994403</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Sul-coreano sobre a comunidade LGBTQIA+</title>
         <author>marinapedrozaa</author>
         <link>https://padlet.com/marinapedrozaa/d7fpt8abyaxyd3qv/wish/3111021206</link>
         <description><![CDATA[<p>Um amigo que mora na Coreia do Sul, disse que lá as pessoas da comunidade LGBTQIA+ são tidas como estranhas e sujas, e acabam se isolando das outras pessoas e tendo amizades somente com pessoas que pertencem a mesma comunidade.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-09-10 02:44:28 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/marinapedrozaa/d7fpt8abyaxyd3qv/wish/3111021206</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Colombiano sobre masculinidade</title>
         <author>marinapedrozaa</author>
         <link>https://padlet.com/marinapedrozaa/d7fpt8abyaxyd3qv/wish/3111110435</link>
         <description><![CDATA[<p>Um amigo meu, Juan, é dançarino profissional e, ao longo de sua carreira, teve que lidar com comentários que refletiam estereótipos de gênero. Muitas vezes você ouve coisas como: "Você não preferiria ser músico?" ou “É estranho ver um homem como dançarino”, o que o deixa desconfortável. A sociedade frequentemente associa a dança a mulheres ou homens gays, o que a frustrou em inúmeras ocasiões. Embora Juan ame profundamente o seu trabalho e tenha recebido reconhecimento pelo seu talento e dedicação, incomoda-o que alguns assumam que, por ser homem, deveria ter escolhido uma carreira diferente ou que a sua orientação sexual deva ser diferente porque se dedica a dança. Muitas vezes é necessário explicar que a dança é uma forma de arte que nada tem a ver com gênero ou orientação sexual. Juan mostrou que esta profissão é para todos e que a paixão e o talento não devem ser definidos por estereótipos culturais.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-09-10 03:21:54 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/marinapedrozaa/d7fpt8abyaxyd3qv/wish/3111110435</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Norte-americana na Colômbia</title>
         <author>marinapedrozaa</author>
         <link>https://padlet.com/marinapedrozaa/d7fpt8abyaxyd3qv/wish/3111111582</link>
         <description><![CDATA[<p>Quando as pessoas percebem que sou dos Estados Unidos, normalmente respondem com algo como “guau pero hablas muy bien español”, isso pode ser simplesmente por causa do meu nível de espanhol e como eles o percebem, ou pode ter a ver com o estereótipo de que os gringos não falam outro idioma além do inglês. Outro estereótipo é que eles também não sabem geografia ou a maioria das coisas fora dos&nbsp;estados&nbsp;unidos.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-09-10 03:22:37 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/marinapedrozaa/d7fpt8abyaxyd3qv/wish/3111111582</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Colombiano em Dubai</title>
         <author>marinapedrozaa</author>
         <link>https://padlet.com/marinapedrozaa/d7fpt8abyaxyd3qv/wish/3111125584</link>
         <description><![CDATA[<p>Sou colombiano e morei um tempo, em Dubai, onde conversava em inglês. Cada vez que mencionei que era colombiano, muitas pessoas reagiram imediatamente com comentários como: “Você deve ser traficante de drogas!” ou "Cocaína e prostitutas todos os dias, certo?" Embora alguns tenham dito isso em tom de brincadeira, achei esses comentários incômodos e ofensivos, pois reduziram a minha identidade e a do meu país a estereótipos relacionados ao tráfico de drogas e à violência. Muitas vezes senti a necessidade de explicar que, embora a Colômbia tenha tido um passado difícil em relação a estas questões, é também um país cheio de cultura, diversidade e pessoas trabalhadoras que estão longe da imagem distorcida que alguns têm. Muitos dos que fizeram estes comentários pareciam não perceber os danos que estavam a causar ao perpetuarem estes preconceitos, pois alimentavam uma visão limitada e negativa do meu país. Sempre tentei mostrar-lhes um outro lado da Colômbia: o do seu povo caloroso, das suas paisagens incríveis, da sua música e da sua história de melhoria. Fiquei frustrado com o fato de alguns só conhecerem o que é ruim, ignorando tudo de bom que a Colômbia tem a oferecer.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-09-10 03:30:09 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/marinapedrozaa/d7fpt8abyaxyd3qv/wish/3111125584</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Colombiano sobre homens colombianos (costenhos)</title>
         <author>marinapedrozaa</author>
         <link>https://padlet.com/marinapedrozaa/d7fpt8abyaxyd3qv/wish/3111135012</link>
         <description><![CDATA[<p>Sou brasileira e um amigo colombiano me contou uma história de uma mulher que trabalhava com ele e tinha um caso com o chefe deles. Ele disse que os homens colombianos, especialmente os homens costenhos, têm fama de serem infiéis com suas esposas e gostarem de se relacionar com muitas mulheres ao mesmo tempo.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-09-10 03:35:41 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/marinapedrozaa/d7fpt8abyaxyd3qv/wish/3111135012</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Colombiano para os colombianos (paisa)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/marinapedrozaa/d7fpt8abyaxyd3qv/wish/3142888960</link>
         <description><![CDATA[<p>Quando fui para Medellín foi minha primeira vez e é estranho porque em Medellín o clima é muito frio mesmo sendo um dia de sol e eu saí para tomar um drink, mas notei que meu drink não tinha gelo e foi muito estranho porque em Medellín costuma pegar algumas coisas sem gelo e isso me pareceu estranho e eu disse "como é que não têm gelo com o calor do dia?"</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-09-27 16:34:23 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/marinapedrozaa/d7fpt8abyaxyd3qv/wish/3142888960</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Iraniana na Colômbia</title>
         <author>marinapedrozaa</author>
         <link>https://padlet.com/marinapedrozaa/d7fpt8abyaxyd3qv/wish/3157842016</link>
         <description><![CDATA[<p>Na minha experiência, os colombianos não sabem muito sobre a minha cultura ou país, pensam que somos terroristas ou andamos de camelo, ou pensam o negativo nas notícias. Por exemplo, em um vôo de Bogotá-Santa Marta, um homem me disse: ah, você é iraniana? Bem-vindo ao futuro! E eu estava 🙄</p><p>Ou no Irã também não conhecem muito os colombianos, quando se fala Colômbia só dizem ahhh cocaína, ahhh Pablo Escobar! Eles não conhecem a verdadeira cultura do bonito colombiano e apenas acreditam que se trata de assassinatos ou tráfico de drogas. Acredito que parte disso é efeito da mídia, como as notícias ou mesmo as séries ou filmes que a afetam. Por exemplo, a Netflix tem uma série sobre Pablo Escobar e o mostra como um Robin Hood, embora ele só tenha coisas negativas para a Colômbia, mas as pessoas veem isso e pensam que o que a Netflix mostra é a verdade. </p><p>Acho que as pessoas deveriam estudar mais a história de cada país antes de julgar.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-07 21:57:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/marinapedrozaa/d7fpt8abyaxyd3qv/wish/3157842016</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
