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      <title>Teorias da Aprendizagem/ Mirian Fritz by mirian fritz</title>
      <link>https://padlet.com/mirian10fritz/Mirianfo</link>
      <description>Portfólio2016/2</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2016-08-18 23:36:37 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2016-09-22 03:39:53 UTC</lastBuildDate>
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         <title>&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Memórias &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Sempre estudei em escolas públicas e lembro-me bem que
adorava ir para escola, na maioria das vezes meus professores eram bem atentos.
Umas das atividades que eu adorava fazer era fazer contas e brincar com os
colegas. Avaliação era provas e poucos trabalhos para ser entregue eram
boletim, lembro da emoção que tinha em receber meu boletim, lembro também que
tive algumas dificuldades no primeiro ano, &amp;nbsp;Mais o segundo &amp;nbsp;ano consegui compreender melhor os estudos.&amp;nbsp;

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         <author>mirian10fritz</author>
         <link>https://padlet.com/mirian10fritz/Mirianfo/wish/118849376</link>
         <description><![CDATA[<div><br>   <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-08-19 00:33:22 UTC</pubDate>
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         <title>Paradigmas</title>
         <author>mirian10fritz</author>
         <link>https://padlet.com/mirian10fritz/Mirianfo/wish/124245080</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Abordagem Tradicional: </strong>A Abordagem Tradicional de ensino não é fundamentada em teorias empiricamente validadas, é fundamentada em uma pratica educativa e na sua transmissão no decorrer dos anos. Portanto trata-se de uma concepção e uma prática educacionais que persistiram ao longo dos anos, em suas diferentes formas e que passaram a fornecer um quadro referencial para todas as demais abordagens que a ela se seguiram.<br><br></div><div>Ë caracterizada por ser muito rígida e centrada no professor onde o aluno apenas escuta as prescrições que lhes são fornecidas por autoridades exteriores.<br><br></div><div>Na concepção tradicional, o homem é considerado como um homem acabado, “pronto” e o aluno um “adulto em miniatura” que precisa ser atualizado.<br><br></div><div>E um tipo de abordagem na qual os padrões são muito respeitados, o que é diferente é muito discriminado, por exemplo: não se aceitava que as crianças escrevessem com a mão esquerda, para se ter uma idéia da discriminação quem não escrevia com a mão direita era chamado de sinistro. Durante as aulas as carteiras deveriam estar sempre em perfeita ordem e bem alinhadas.<br><br></div><div><strong>Homem:</strong> É um receptor passivo das informações que lhes são fornecidas, não tem o direito de se expressar. Para os tradicionalistas o homem é considerado como uma espécie de tabula <em>rasa,</em> na qual são expressas progressivamente, imagens e informações fornecidas pelo ambiente.</div><div>O homem era um mero receptáculo de informações.<br><br></div><div><strong>Mundo:</strong> A realidade é algo que será transmitido ao indivíduo principalmente pelo processo de educação formal, além de outra agências, tais como família, Igreja. O mundo nesta abordagem é considerado externo ao individuo e este irá se apossando gradativamente de uma compreensão, a medida que se defronta com modelos.</div><div><strong>Sociedade-Cultura:</strong> Os tipos de sociedade e de cultura podem ser os mais variados na utilização deste tipo de ensino. O objetivo de ensino geralmente está relacionado aos valores culturais da sociedade na qual está inserido. Sendo que os programas educacionais exprimem o nível cultural os quais se deve adquirir na trajetórias da educação formal.</div><div>Para facilitar o entendimento pode-se aplicar a expressão <em>educação bancária,</em> que foi proposta por Paulo Freire(1975), que é a tipologia que mais se aproxima do que se entende por ensino nesta abordagem), ou seja, uma educação que se caracteriza por “depositar” no aluno, conhecimentos, informações, dados, fatos, etc.</div><div>Pode-se afirmar também que as tendências englobadas por este tipo de abordagem possuem uma visão individualista do processo de educação, não propiciando ao indivíduo liberdade criação.<br><br></div><div><strong>Conhecimento:</strong> Parte-se do pressuposto de que a inteligência, ou qualquer outro nome dado à atividade mental, seja uma faculdade capaz de acumular e armazenar informações. Evidenciasse o caráter cumulativo adquirido pelo individuo por meio de transmissão. Além disso existe uma preocupação com o passado que é tido como modelo a ser imitado como lição para o futuro.</div><div><strong>Educação:</strong> A abordagem tradicional é caracterizada pela concepção de educação como um <em>produto</em>, já que os modelos a serem alcançados são pré-estabelecidos. Trata-se, da transmissão de idéias selecionadas e organizadas logicamente.</div><div>Este tipo de concepção de educação é encontrado em vários momentos da história permanecendo atualmente sob diferentes formas.<br><br></div><div><strong>Escola:</strong> A ênfase é dada às situações em sala de aula, onde os alunos são “instruídos” e “ensinados” pelo professor.</div><div>A maioria das criticas feitas a esse tipo de ensino, é por causa da sua forma de intervenção onde somente o professor tem o direito de faze-la, limitando-se a fornecer receituários.<br><br></div><div><strong>Professor-Aluno:</strong> O papel do professor é basicamente o de transmitir certos conteúdos que são predefinidos e constituem o próprio fim da existência escolar. Pede-se ao aluno a repetição automática dos dados que a escola forneceu ou a exploração intelectual dos mesmos. O professor exerce o papel mediador entre o aluno e os modelos culturais. Simplificando pode-se dizer que o professor é o agente e o aluno o ouvinte.</div><div><strong>Metodologia:</strong> O professor já traz o conteúdo pronto e o aluno se limita passivamente à escutá-lo. A didática tradicional quase que poderia ser resumida em: “dar a lição” e “tomar a lição”.</div><div>A utilização freqüente do método expositivo, pelo professor, como forma de transmissão de conteúdo, faz com que muitos concebam o magistério como uma arte centrada no professor.<br><br></div><div><strong>Avaliação:</strong> A avaliação é realizada predominantemente visando a exatidão da reprodução do conteúdo comunicado em sala de aula. Pode ser feita através de chamadas, exames, provas orais, exercícios, etc</div><div>&nbsp;<br><br></div><div><strong>Abordagem escolanovista:</strong></div><div>&nbsp;</div><div>O ideário da Escola Nova veio para contrapor o que era considerado “tradicional”. Os seus defensores lutavam por diferenciar – se das práticas pedagógicas anteriores. No fim do século XIX, muitas das mudanças que seriam afirmadas como originais pelo “escolanovismo” da década de 20, já eram levantadas e colocadas em prática.</div><div>&nbsp;</div><div>... a centralidade da criança nas relações de aprendizagem, o respeito&nbsp; às normas higiênicas na disciplinarização do corpo do aluno e de seus gestos, a cientificidade da escolarização de saberes e fazeres sociais e a exaltação do ato de observar, de intuir, na construção do conhecimento do aluno. (Vidal, 2003, p. 497)</div><div>&nbsp;</div><div>A grande diferença é que na década de 1920 a escola renovada pretendia a incorporação de toda a população infantil. O aluno assumia o centro dos processos de aquisição do conhecimento escolar. A aquisição da escrita tornou-se imprescindível dentro das capacidades fundamentais para o indivíduo. Deveria ser uma técnica mais racional, seguindo os princípios de Ferrier, para não causar uma “fadiga inútil”. Ocorreu uma modificação nos traços e nas&nbsp; formas de escrita.</div><div>As preocupações com a leitura também ocuparam espaço nas discussões escolanovistas. A leitura oral, prática presente em todo o período anterior de nossa história, principalmente devido ao pequeno número de letrados e de livros, deveria ser substituída pala prática da leitura silenciosa. “O domínio da leitura silenciosa possibilitava ao indivíduo o acesso a um número maior de informações, concorrendo para potencializar a ampliação de sai experiência individual”. (Vidal, 2003, p. 506)</div><div>O ler e o escrever passaram a ser associados e racionalizados. Por outro lado, o conhecimento era adquirido através da experiência. Os alunos eram levados a observar fatos e objetos com o intuito de conhecê-los.</div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div>O conhecimento, em lugar de ser transmitido pelo professor para memorização, emergia da relação concreta estabelecida entre os alunos e esses objetos ou fatos, devendo a escola responsabilizar-se &nbsp; por incorporar &nbsp; um amplo conjunto de materiais. (VIDAL, 2003, p. 509)</div><div>&nbsp;</div><div>As preocupações educacionais da década de 20 culminaram na elaboração do <em>Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova, </em>em 1932, assinado pelos principais expoentes do meio educacional brasileiro. Basearam –se em partes dos ideários educacionais implantados em outros territórios (como DEWEY e FERRER), mas adaptaram ao contexto brasileiro. O <em>Manifesto</em> foi liderado por Fernando&nbsp; de Azevedo, com o apoio de Anísio Teixeira, Roquette Pinto, Mario Casassanta, Cecília Meirelles e vários outros. Segundo os responsáveis por este documento, 43 anos após a proclamação da República, não havia sido criado ainda um sistema de organização escolar à altura das necessidades modernas e do país. O maior problema nacional era a educação pois ela era um meio de segregação social. A educação nova deveria deixar de ser um privilégio determinado pela condição econômica e social do indivíduo, para assumir um “caráter&nbsp; biológico”. A educação deveria então reconhecer que todo oindivíduo teria o direito de ser educado até onde permitia as suas aptidões naturais, independente de razões de ordem econômica e social. Pregavam ainda que a educação era uma função essencialmente pública, gratuita e&nbsp; necessitava da co-educação para tornar mais econômica a organização da obra escolar.</div><div>O documento não&nbsp; fala das diferenças étnicas e sociais pois trabalhacom a perspectiva de que todos são iguais, diferenciando somente em suas capacidades cognitivas. É a idéia de implantação de uma democracia educacional. Alia-se a isto as ansiedades do governo populista de Getúlio Vargas, o qual pregava a necessidade de aumentar o número de escolas e de alunos matriculados .</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;</div><div><strong>Abordagem tecnista<br></strong><br></div><div>&nbsp;A década de sessenta foi uma época de grandes transformações, como protestos estudantis, movimentos de contracultura, movimento feminista, liberação sexual, movimento dos direitos civis nos Estados Unidos, luta contra o regime militar no Brasil, entre outros. Não é coincidência que surgissem, também nessa época linhas de pensamento opostas à estrutura da educação tradicional (SILVA, 1999).<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; Segundo Ghiraldelli (2001), identificam-se muitas características tecnicistas desde o movimento da escola nova em meados dos anos 20 e 30, sendo claramente notável no escolanovismo piagetiano dos anos 60 e 70. O tecnicismo enquanto movimento surgiu nos Estados Unidos durante a segunda metade do século XX e no Brasil a partir do golpe militar em 1964, influenciado principalmente pelas correntes positivista de Comte e behaviorista de Skinner (GARCIA, 2005). Durante a década de 70, a tendência tecnicista cresceu com características próprias, passando a ser considerada a Pedagogia Oficial, sendo notória nas bibliografias adotadas nos concursos públicos para atuação no magistério, também as publicações pedagógicas tecnicistas obtiveram um aumento considerável. Apesar do volume de publicações nesta época, o debate filosófico ficou reduzido no campo educacional, debates como Skinner <em>versus </em>Piaget centralizava a atenção do grupo dos professorados.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; O positivismo é uma corrente filosófica iniciada por Augusto Comte que propõe que somente os conhecimentos baseados em fatos observáveis podem ser considerados reais; e as leis que regem os fenômenos podem ser apreendidas por meio da observação e do raciocínio. O positivismo redunda no cientificismo: o método científico (a observação e experimentação) passa a ser estendido para outros campos do conhecimento e da atividade humana. Aplicando-se o positivismo ao estudo do comportamento humano, temos as concepções deterministas, que aplicam ao comportamento as mesmas leis invariáveis que regem os fenômenos naturais (ARANHA, 1996).<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; Segundo a corrente positivista, o ser humano é visto como produto do meio, resultado das influências culturais e sociais a que está submetido e passível de controle pela educação. O fato de Portugal, na época da colonização do Brasil, ser um país extremamente atrasado com relação aos demais países europeus, fez com que o Brasil sofresse de uma “síndrome de insuficiência filosófica” (CASTELLANI, 1988), o que contribuiu para que as ideias positivistas fossem facilmente aceitas e disseminadas na nossa sociedade. Somam-se a este fator os anseios pelo progresso, anseios estes predominantes, e praticamente unânimes, na sociedade da época.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; Segundo Skinner (1998) o comportamento é determinado por suas conseqüências, ou seja, o comportamento é emitido para obter uma recompensa ou evitar (ou adiar) um desprazer. Este autor coloca que existem agências capazes de manipular algumas destas conseqüências a fim de controlar certos comportamentos, são chamadas de Agências Controladoras, entre as quais temos o governo, a religião, a economia, a psicoterapia e a educação.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; Talvez o mais óbvio tipo de controle seja o controle governamental, o governo se utiliza principalmente do poder para punir. Apesar de nem sempre exercer um controle concreto, o governo emprega asseclas – intermediários – que serão governados por ele. O governo tem a preocupação de estabelecer o comportamento obediente, pois este comportamento prepara o indivíduo para ocasiões futuras que não podem ser previstas, para as quais o indivíduo não tem resposta e, portanto o indivíduo simplesmente faz o que mandam. (SKINNER, 1998).<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; Cabe à educação, como modelação do comportamento (ARANHA, citado por GARCIA, 2005), manter o <em>status quo</em> e aperfeiçoar o sistema social vigente, o que implicava na época uma articulação direta com o sistema político e produtivo.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; Segundo o dicionário da língua portuguesa (AURÉLIO, 1993), entende-se por técnica “o conjunto de processos duma arte ou ciência”, por tecnicidade “qualidade ou caráter do que é técnico (...)” e por tecnicismo “abuso da tecnicidade”.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; Aranha (1996) relaciona o crescimento da importância dada à técnica ao desenvolvimento industrial e científico do mundo contemporâneo, em que passou a ser requerida uma formação técnica especializada, para que o trabalhador pudesse acompanhar e atender às demandas próprias do momento sócio-econômico.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; Esta autora acrescenta que, esta corrente de pensamento que se iniciou principalmente nas grandes empresas, estendeu-se ao Estado, aos partidos e inclusive ao âmbito escolar, em resposta à decepção gerada pela escola nova ao não atender algumas expectativas depositadas sobre ela. Assim surge a escola tecnicista, de origem norte americana, como extensão dos processos organizacionais da indústria.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; Sendo assim, na educação preponderam os aspectos organizacionais do sistema de ensino, a mesma é voltada para a racionalidade, eficiência e produtividade.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; A prática escolar, dentro desta perspectiva e dentro do contexto brasileiro, tinha como função adequar o ensino com a proposta econômica e política da época (regime militar), portanto buscava preparar mão de obra que pudesse ser aproveitada pelo exército e pelo mercado de trabalho.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; Uma vez que esta tendência considera o ser humano como um resultado das forças existentes em seu ambiente, o aluno é visto como um recurso humano (meio) para o mercado de trabalho, estabelecendo uma relação em que o professor planeja e o educando executa, apresentando assim comportamentos esperados. É o técnico quem seleciona e desenvolve o conteúdo e método que garantem a suposta eficiência e eficácia do ensino.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; Com base na competência, Castro (1996) diz que a educação brasileira reflete uma cultura autoritária, sendo o professor possuidor do poder, responsável por apenas falar aquilo que possui como conhecimento, seus pensamentos ao aluno, este aceitando de forma passiva, sem manifestações, anulando toda a possível participação do aluno no processo de ensino ou aprendizagem, acentuando a obediência e ao não questionamento.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; A relação professor aluno caracterizava-se por uma relação “instrutor – recruta”, devido à influência militar sofrida pela Educação Física Escolar, mas também por uma relação “treinador – atleta”, já que o esporte determinava o conteúdo de ensino da Educação Física (COLETIVO DE AUTORES, 1992).<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; Estes autores afirmam que a Educação Física Escolar revelava uma identidade esportiva que veio a ser fortalecida pela pedagogia tecnicista, já que possuíam os mesmos pressupostos de racionalização, busca da eficiência e eficácia.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; Nesta abordagem, as práticas avaliativas baseiam-se em procedimentos mecânico-burocráticos, como aplicação de testes, seleção de alunos, atribuição de notas e detecção de talentos, como explicam os mesmos autores.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; Utilizada para atingir o interesse imediato e produzir indivíduos competentes para o mercado capitalista, essa tendência tem como premissa a eficiência, a rigidez dos conteúdos e a competitividade. Segundo Bracht (1999 p.73) <em>“há exemplos marcantes na história desse tipo de instrumentalização de formas culturais do movimentar-se, como, por exemplo, a ginástica: Jahn e Hitler na Alemanha, Mussolini na Itália e Getúlio Vargas e seu Estado Novo no Brasil.”<br></em><br></div><div>&nbsp; &nbsp; Ainda segundo Bracht (1999);<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; Aumento do rendimento atlético-esportivo, com o registro de recordes, é alcançado com uma intervenção científico-racional sobre o corpo que envolve tanto aspectos imediatamente biológicos, como aumento da resistência, da força etc., quanto comportamentais, como hábitos regrados de vida, respeito às regras e normas das competições, etc. (BRACHT, 1999, p.74).<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-09-16 03:20:24 UTC</pubDate>
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         <title>Abordagens de alguns  Pesadores:</title>
         <author>mirian10fritz</author>
         <link>https://padlet.com/mirian10fritz/Mirianfo/wish/124246576</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong>Abordagem tradicional:</strong>Aristóteles, Tomás de Aquino, Francis Bacon, Thomas Hobbes, John Locke, George Berkeley, David Hume e john Stuart mill.<br><br><strong>Abordagem escolanovista</strong>:&nbsp; Jean-Jacques Rousseau e John Dewey<br><br><br><strong>Abordagem tecnicista: </strong>Burrhus Frederic Skinner, Ivan Pauvlov, John b. watson e&nbsp; Edward R. Guthrie.</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-09-16 03:51:56 UTC</pubDate>
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         <title>Plano de Aula</title>
         <author>mirian10fritz</author>
         <link>https://padlet.com/mirian10fritz/Mirianfo/wish/125599495</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Conteúdo:</strong>&nbsp; sobre o 20 de setembro, semana farropilha, trabalharemos com crianças de 5 anos.<br><br><strong>Objetivo: </strong>Conhecer o significado de ser gaúcho, percebendo e reallizando seus usos e costumes e&nbsp; suas principais tradições.<br><br><strong>Procedimentos: <br></strong>1: momento: Iniciaremos a aula&nbsp; com atividades de rotina como rodinha, ajudante do dia e&nbsp; musicas .<br><br>2:momento: Conversaremos sobre o&nbsp; que iremos fazer durante a tarde, questionaremos&nbsp; se já ouviram falar sobre o dia do gaúcho e por que dia 20 de setembro é feriado? e se já vivenciaram esse dia! <br><br>3:momento: explicaremos quem é chamado de gaúcho,&nbsp; e que somos gaúcho e brasileiro, junto desse momento falaremos sobre nossa nossa cultura e tradição, usos e costumes onde é diferente de outros estados.<br><br><strong>Recurso:<br><br></strong>Monstraremos um video&nbsp; explicando&nbsp; o que aconteceu e como foi a historia da revolução farropilha. Depois entregaremos uma folha em branco&nbsp; e lápiz de cor para cada criança e pediremos para eles desenhar o que entenderam e o que mais eles gostaram&nbsp; do video que assistiram .</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-09-22 03:00:55 UTC</pubDate>
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