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      <title>TDAH -Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade: by Oito</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-09-12 20:05:43 UTC</pubDate>
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         <title>Genes</title>
         <author>rodchaves32</author>
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         <description><![CDATA[<p>Pesquisas indicam que o <strong>TDAH</strong> possui uma base genética <strong>complexa </strong>e <strong>poligênica</strong>, ou seja, envolve a interação de muitos genes que, somados, aumentam o risco de desenvolver o transtorno. Estudos identificaram a participação de genes relacionados à transmissão <strong>dopaminérgica </strong>e <strong>noradrenérgica</strong>, fundamentais para funções executivas e de atenção. Entre os genes mais estudados destacam-se:</p><p>- Gene <strong>DRD4</strong>: associado à busca por novidades e maior risco de sintomas de desatenção;</p><p>- Gene <strong>DAT1 (SLC6A3</strong>): transportador de dopamina, influenciando resposta a medicamentos como o metilfenidato;</p><p>- Genes <strong>DRD5, SNAP25, ADGRL3 e CDH13</strong>: relacionados à modulação sináptica e ao funcionamento de circuitos neurais do controle inibitório;</p><p>- Genes adicionais como <strong>COMT, MAOA e BDNF</strong> também apresentam associação em alguns estudos (Faraone; Larsson, 2019; Demontis et al., 2019; Demonts et al., 2023).</p><p>⸻</p><p>GILBERT, S. F. A biologia do desenvolvimento. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-12 20:05:43 UTC</pubDate>
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         <title>Estudo de Caso Fictício: A Aplicação dos Critérios do DSM-5 para o Diagnóstico de TDAH</title>
         <author>rodchaves32</author>
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         <description><![CDATA[<p>O caso fictício de Pedro, de 30 anos, ilustra a aplicação dos critérios do<strong> DSM-5</strong> no diagnóstico do Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (<strong>TDAH</strong>). Desde a infância, Pedro exibiu sintomas característicos, como hiperatividade, impulsividade e desatenção.</p><p>Na infância, ele demonstrava dificuldade em ficar parado, interrompia constantemente as atividades alheias e apresentava desatenção evidente nas tarefas escolares. Na adolescência, a hiperatividade física foi substituída por uma agitação interna, refletindo-se em problemas de concentração e organização, tanto nos estudos quanto no trabalho.</p><p>A busca por ajuda profissional aos 30 anos revela sua luta contínua para manter o foco e a organização, bem como a sensação de estagnação em sua vida, apesar de seus esforços. A impulsividade de Pedro também se manifestou em suas decisões financeiras e interações sociais, causando-lhe problemas.</p><p>Por meio da análise detalhada dos sintomas de Pedro à luz dos critérios do <strong>DSM-5</strong>, é possível identificar padrões consistentes com o diagnóstico de <strong>TDAH</strong>. O estudo de caso destaca a importância da avaliação criteriosa e da intervenção adequada para ajudar indivíduos como Pedro a gerenciar os sintomas do transtorno e melhorar sua qualidade de vida.</p><p>Referências:</p><ul><li><p><strong>Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, 5ª Edição (DSM-5)</strong></p><ul><li><p>Publicado pela <strong>American Psychiatric Association (APA)</strong>.</p></li></ul></li><li><p><strong>Associação Brasileira do Déficit de Atenção (ABDA)</strong></p><p>.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-12 20:05:43 UTC</pubDate>
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         <title>DSM-5 </title>
         <author>rodchaves32</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-09-12 20:05:43 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>rodchaves32</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>ASSOCIAÇÃO AMERICANA DE PSIQUIATRIA.</strong> <em>Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais: </em><strong><em>DSM-5</em></strong>. 5. ed. Porto Alegre: Artmed, 2014.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-12 20:05:43 UTC</pubDate>
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         <title>Efeitos do Gene no sistema biológico</title>
         <author>rodchaves32</author>
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         <description><![CDATA[<p>Os genes associados ao <strong>TDAH</strong> influenciam diretamente o funcionamento de circuitos cerebrais ligados à atenção, memória e controle do comportamento. Variantes no gene <strong>DRD4</strong> e no gene<strong> DAT1 (SLC6A3</strong>), por exemplo, afetam a transmissão da dopamina, um neurotransmissor essencial para a regulação da motivação e do foco. Já o gene <strong>SNAP25</strong> participa da liberação de neurotransmissores nas sinapses, interferindo na eficiência da comunicação entre neurônios.</p><p>Essas alterações genéticas podem gerar dificuldades na modulação da atividade de regiões como o córtex pré-frontal e os gânglios da base, áreas envolvidas em planejamento, tomada de decisão e controle inibitório. Dessa forma, a ação dos genes não determina isoladamente o transtorno, mas aumenta a vulnerabilidade biológica que, combinada a fatores ambientais, contribui para o surgimento do TDAH (Faraone; Larsson, 2019; Demontis et al., 2019; Demontis et al., 2023).</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-12 20:05:43 UTC</pubDate>
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         <title>CID-10</title>
         <author>rodchaves32</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-09-12 20:05:43 UTC</pubDate>
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         <title>Brasil</title>
         <author>rodchaves32</author>
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         <description><![CDATA[<p>A epidemiologia do <strong>TDAH</strong> no Brasil segue as tendências globais:</p><p>-<strong> 7,6% Crianças e adolescentes.</strong></p><p><strong>- 5,2% Adultos entre 18 e 44 anos </strong></p><p><strong>- 6,1%  Acima de 44 anos</strong>. </p><p>O TDAH é mais frequente em meninos durante a infância,  mas na idade adulta essa diferença diminui.</p><p>Mulheres são mais propensas a receber o diagnóstico do tipo predominantemente desatento, o que pode dificultar a identificação devido à natureza mais sutil dos sintomas, como desorganização e esquecimento.</p><p>Estudos indicam um aumento nos diagnósticos de TDAH no Brasil, atribuído à crescente conscientização sobre o transtorno e à busca por tratamento. (Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS, 2022).</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-12 20:05:43 UTC</pubDate>
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         <title>Mundo</title>
         <author>rodchaves32</author>
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         <description><![CDATA[<p>Segundo a <strong>ABDA</strong> (Associação Brasileira do Déficit de Atenção), aproximadamente de <strong>5% a 8% da população mundial pode ser afetada pelo TDAH</strong>. É importante ressaltar que cerca de 70% das crianças com o transtorno também podem apresentar outras condições e pelo menos 10% podem ter três ou mais comorbidades.</p><p>O <strong>TDAH</strong> tem uma base genética e familiar, como apontado pelo professor Luiz Augusto Rode. Cerca de 30% das crianças diagnosticadas podem ter um ou ambos os pais com o transtorno. É fundamental compreender que, ao longo dos anos, houve um aumento nos diagnósticos de <strong>TDAH,</strong> não necessariamente um aumento na incidência do transtorno. As pessoas estão sendo mais identificadas e recebendo o suporte necessário nos serviços de saúde e educacionais.</p><p><br/></p><p>Segundo Rotta, Ohlweiler e Riesgo (2016, p. 276), “s<strong><em>abe-se hoje que o TDAH é uma síndrome heterogênea, um dos maiores problemas clínicos e de saúde pública que acomete crianças, adolescentes e adultos, causando grande impacto na sociedade pelo alto custo, pelo estresse envolvido, pelas dificuldades acadêmicas, pelos problemas de comportamento e pela baixa autoestima</em></strong>”.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-12 20:05:43 UTC</pubDate>
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         <title>CID-10</title>
         <author>rodchaves32</author>
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         <description><![CDATA[<p>O TDAH está classificado na <strong>CID-10</strong>, a Classificação Internacional de Doenças da Organização Mundial da Saúde, sob o código <strong>F90 </strong>(Transtornos Hipercinéticos), onde encontramos subtipos dentro dessa categoria que especificam a manifestação principal do transtorno (ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE):</p><ul><li><p><strong>F90.0:</strong> <strong>Transtorno de déficit de atenção e de atividade</strong>, </p></li></ul><ul><li><p><strong>F90.1:</strong> <strong>Transtorno hipercinético de conduta</strong></p></li><li><p><strong>F90.8:</strong> <strong>Outros transtornos hipercinéticos</strong>.</p></li><li><p><strong>F90.9:</strong> <strong>Transtorno hipercinético não especificado</strong>, </p></li></ul><p>É importante notar que a <strong>CID-11</strong> (a versão mais recente da Classificação Internacional de Doenças) revisou e atualizou a classificação do <strong>TDAH </strong>para uma compreensão mais aprofundada do transtorno, mas a <strong>CID-10</strong> ainda é amplamente utilizada por profissionais de saúde em todo o mundo.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-12 20:05:43 UTC</pubDate>
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         <title>Reunião da equipe - criação e elaboração</title>
         <author>rodchaves32</author>
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         <description><![CDATA[<p>Kennya Souza,</p><p>Ingrid Maria, </p><p>Luciana Lins,</p><p>Márcia Carrilho,</p><p>Marília Ferreira, </p><p>Rita Núbia,</p><p> Rodrigo Chaves</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-12 20:05:43 UTC</pubDate>
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         <title>Critério A: Sinais e Sintomas Persistentes (DSM-5)

</title>
         <author>rodchaves32</author>
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         <description><![CDATA[<p>Pedro demonstra claramente os sintomas nos dois domínios:</p><p><strong>A1. Desatenção (seis ou mais sintomas)</strong>:</p><ul><li><p><strong>Comete erros por falta de atenção aos detalhes:</strong> Os trabalhos escolares de Pedro eram cheios de erros por desatenção.</p></li><li><p><strong>Dificuldade para manter a atenção em tarefas:</strong> Ele se perdia em meio às aulas, divagando em pensamentos.</p></li><li><p><strong>Não escuta quando lhe dirigem a palavra:</strong> Seus pais e professores frequentemente se queixavam de que ele parecia não ouvir.</p></li><li><p><strong>Dificuldade para organizar tarefas e atividades:</strong> Perdia cadernos e mochila e, na vida adulta, era desorganizado no trabalho.</p></li><li><p><strong>Evita ou reluta em se envolver em tarefas que exigem esforço mental:</strong> Tinha dificuldade em fazer lição de casa ou trabalhos mais complexos.</p></li><li><p><strong>Frequentemente perde coisas:</strong> Perdia lápis, borracha e outros itens com frequência.</p></li><li><p><strong>É facilmente distraído por estímulos externos:</strong> Na sala de aula, qualquer som ou movimento o fazia perder o foco.</p></li><li><p><strong>É esquecido em relação a atividades diárias:</strong> Na vida adulta, ele esquece compromissos e prazos.</p></li></ul><p><strong>A2. Hiperatividade e Impulsividade (seis ou mais sintomas)</strong>:</p><ul><li><p><strong>Inquieto, se contorce ou mexe as mãos ou os pés:</strong> Ele se contorcia na cadeira desde criança.</p></li><li><p><strong>Levanta-se da cadeira em momentos inapropriados:</strong> Levantava-se em sala de aula sem permissão.</p></li><li><p><strong>Corre ou escala em situações inapropriadas:</strong> Na infância, era excessivamente ativo em situações em que deveria ficar calmo.</p></li><li><p><strong>Incapaz de participar de atividades de lazer em silêncio:</strong> Era visto como barulhento em brincadeiras e atividades.</p></li><li><p><strong>Está "a todo vapor" ou age como se estivesse "ligado a um motor":</strong> A inquietação constante, que na vida adulta se tornou uma sensação interna.</p></li><li><p><strong>Fala em excesso:</strong> Seus professores e pais relatavam que ele falava demais.</p></li><li><p><strong>Responde antes da pergunta ser concluída:</strong> Interrompia a fala dos outros.</p></li><li><p><strong>Tem dificuldade em esperar a sua vez:</strong> Se intrometia em conversas e brincadeiras.</p></li><li><p><strong>Interrompe ou se intromete em conversas:</strong> Interrompia falas e se metia em brincadeiras.</p></li></ul><p><strong>Critério B: Início Precoce (DSM-5)</strong></p><p>Pedro demonstra ter tido vários sintomas de desatenção e hiperatividade <strong>antes dos 12 anos de idade</strong>, o que é um critério essencial.</p><p><strong>Critério C: Prejuízo em Múltiplos Ambientes (DSM-5)</strong></p><p>Os sintomas de Pedro causaram prejuízos significativos em múltiplos ambientes:</p><ul><li><p><strong>Escola:</strong> Desempenho acadêmico inconsistente e dificuldades de socialização.</p></li><li><p><strong>Trabalho:</strong> Problemas em empregos anteriores, desorganização e atrasos.</p></li><li><p><strong>Relacionamentos:</strong> Dificuldade em manter relacionamentos devido à impulsividade.</p></li></ul><p><strong>Critério D: Prejuízo Clínico Significativo (DSM-5)</strong></p><p>As dificuldades de Pedro em sua vida escolar e profissional, bem como sua sensação de que não estava atingindo seu potencial, demonstram um prejuízo clinicamente significativo.</p><p><strong>Critério E: Exclusão de Outro Diagnóstico (DSM-5)</strong></p><p>Após uma avaliação completa, é determinado que os sintomas de Pedro não são melhor explicados por outro transtorno mental.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-12 20:05:43 UTC</pubDate>
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         <title>Referência - Epidemiologia no Brasil</title>
         <author>rodchaves32</author>
         <link>https://padlet.com/rodchaves32/d4r8ucme5fx460h1/wish/3582568881</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p><strong>Relatório da CONITEC (Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS):</strong> <a rel="noopener" class="ng-star-inserted" href="https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/2022/20220804_Relatorio_733_PCDT_TDAH.pdf">Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH)</a></p></li><li><p><strong>Artigo de Luis Augusto Rohde et al.:</strong> <a rel="noopener" class="ng-star-inserted" href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/10361790/">ADHD in a school sample of Brazilian adolescents: a study of prevalence, comorbid conditions, and impairments.</a></p></li></ul><p>Referência: dados obtidos no site do Ministério da Saúde, link <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2022/setembro/entre-5-e-8-da-populacao-mundial-apresenta-transtorno-de-deficit-de-atencao-com-hiperatividade">Entre 5% e 8% da população mundial apresenta Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade — Ministério da Saúde</a></p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2022/setembro/entre-5-e-8-da-populacao-mundial-apresenta-transtorno-de-deficit-de-atencao-com-hiperatividade" />
         <pubDate>2025-09-12 20:05:43 UTC</pubDate>
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         <title>Documentário “Take Your Pills” (2018)</title>
         <author>rodchaves32</author>
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         <description><![CDATA[<p>Explora o uso de estimulantes (como metilfenidato e anfetaminas) nos EUA, tanto no tratamento do<strong> TDAH</strong> quanto em contextos de performance acadêmica, trazendo debates éticos e sociais.</p><p><br/></p><p>Referência: vídeo obtido através da plataforma Youtube, link <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/X6Xebo1pngM">https://youtu.be/X6Xebo1pngM</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-12 20:05:43 UTC</pubDate>
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         <title>Leituras Complementares</title>
         <author>rodchaves32</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><p><strong>Mentes Inquietas: TDAH na vida adulta e na infância</strong> - Ana Beatriz Barbosa Silva</p><p>Muito popular no Brasil, este livro explica o <strong>TDAH</strong> de forma simples e direta, cobrindo as características do transtorno na infância e na vida adulta.</p></li><li><p><strong>Driven to Distraction</strong> - Edward M. Hallowell &amp; John J. Ratey</p><p>Um clássico na área, escrito por dois psiquiatras. É uma leitura empática e esclarecedora que ajuda a entender o <strong>TDAH</strong> não como um déficit, mas como uma forma diferente de funcionamento cerebral.</p></li></ul><ul><li><p><strong>TDAH: Mãos à Obra</strong> - Russell A. Barkley</p><p>Este livro é uma referência para pais e professores, oferecendo estratégias práticas e baseadas em evidências para ajudar crianças com <strong>TDAH</strong> a desenvolverem habilidades de organização e autogestão.</p></li><li><p><strong>The ADHD Book of Lists</strong> - Sandra F. Rief</p><p>Cheio de listas e dicas práticas, este livro é uma ferramenta valiosa para pais e educadores, abordando estratégias para a sala de aula, lição de casa e habilidades sociais.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-12 20:05:43 UTC</pubDate>
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         <title>Boas-vindas</title>
         <author>rodchaves32</author>
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         <description><![CDATA[<p>Referência: vídeo produzido pelo componente, Rodrigo Chaves.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-12 20:05:43 UTC</pubDate>
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         <title>Apresentação da equipe e do tema</title>
         <author>rodchaves32</author>
         <link>https://padlet.com/rodchaves32/d4r8ucme5fx460h1/wish/3582568892</link>
         <description><![CDATA[<p>Referência: vídeo produzido pelo componente, Rodrigo Chaves.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-12 20:05:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Causa do TDAH</title>
         <author>rodchaves32</author>
         <link>https://padlet.com/rodchaves32/d4r8ucme5fx460h1/wish/3582568893</link>
         <description><![CDATA[<p>A causa exata do <strong>TDAH</strong> ainda não é totalmente conhecida, mas pesquisas indicam que ele não é resultado de má criação ou de falta de disciplina. O transtorno é considerado uma condição neurobiológica complexa, influenciada por uma combinação de fatores, conforme estudos recentes (Silva, 2022).</p><ul><li><p><strong>Genética - </strong>apresenta uma hereditariedade estimada em torno de 70 a 80% (Brinkell; Kuja-Halkola; Larsson, 2015; Faraone; Larsson, 2019);</p></li><li><p><strong>Fatores Ambientais;</strong></p></li><li><p><strong>Diferenças no Cérebro.</strong></p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-12 20:05:43 UTC</pubDate>
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         <title>Diagnóstico e Tratamento</title>
         <author>rodchaves32</author>
         <link>https://padlet.com/rodchaves32/d4r8ucme5fx460h1/wish/3582568894</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>DIAGNÓSTICO</strong></p><p><br></p><p>O diagnóstico do <strong>TDAH</strong> é um processo cuidadoso, feito por um profissional de saúde qualificado (como um psiquiatra, neurologista ou psicólogo). Ele se baseia na análise de sintomas persistentes que causam prejuízo funcionais em contextos como escola, trabalho e relações sociais (BRASIL, 2022).</p><p>Na anamnese clínica deve incluir a investigação de fatores pré, peri e pós-natais, conforme indicado pelas diretrizes nacionais (BRASIL, 2022). É importante investigar a história clínica e a história familiar na tentativa de destacar a presença de alguma causa de potencial lesão cerebral, como prematuridade, hidrocefalia, traumatismo craniano entre outros.</p><p>É importante lembrar que não existe nenhum teste psicométrico, neurológico ou laboratorial que por si só forneça o diagnóstico de TDAH; o diagnóstico é essencialmente clínico (BRASIL, 2022).</p><p><br></p><p><strong>TRATAMENTO</strong></p><p><br></p><p>O tratamento deve ser planejado individualmente. O manejo no caso de TDAH é, portanto, dividido em quatro importantes itens, que formam a abordagem multimodal (BRASIL, 2022):</p><ul><li><p>Modificação do comportamento (Terapia Cognitivo-Comportamental e psicoeducação);</p></li><li><p>Ajustamento acadêmico e profissional;</p></li><li><p>Atendimento psicoterápico;</p></li><li><p>Terapia farmacológica.</p></li></ul><p><br></p><p>O TDAH é um transtorno crônico, mas com o tratamento e o apoio adequados (conforme o manejo multimodal preconizado), é possível gerenciar os sintomas de forma significativa e ter uma vida plena e bem-sucedida (BRASIL, 2022).</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-12 20:05:43 UTC</pubDate>
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         <title>Transtornos - como são definidos</title>
         <author>rodchaves32</author>
         <link>https://padlet.com/rodchaves32/d4r8ucme5fx460h1/wish/3582568895</link>
         <description><![CDATA[<p>Na literatura científica, as definições de <strong>transtornos mentais</strong> não são fixas, mas sim baseadas em um consenso de profissionais e pesquisadores. Elas são formalmente estabelecidas por manuais de referência internacionais, que são a base para o diagnóstico e pesquisa clínica em todo o mundo. O diagnóstico de Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), por exemplo, é baseado nesses critérios de classificação.</p><p>Os dois principais manuais que definem esses transtornos são:</p><ul><li><p>O <strong>DSM-5</strong> (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, 5ª edição), publicado pela Associação Americana de Psiquiatria (APA);</p><p><br/></p></li><li><p>O <strong>CID-10</strong> (Classificação Internacional de Doenças, 10ª revisão), publicado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).</p></li><li><p><br/></p><p><br/></p><p>AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION. Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais: DSM-5. 5. ed. Porto Alegre: Artmed, 2014.</p><p><br/></p><p>ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. Classificação estatística internacional de doenças e problemas relacionados à saúde: CID-10. 10. rev. São Paulo: EDUSP, 2008.</p><p><br/></p><p>BRASIL. Ministério da Saúde. Linha de cuidado para atenção às pessoas com transtorno do déficit de atenção e hiperatividade (TDAH). Brasília: Ministério da Saúde, 2015.</p></li></ul><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-12 20:05:43 UTC</pubDate>
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         <title>DSM-5 </title>
         <author>rodchaves32</author>
         <link>https://padlet.com/rodchaves32/d4r8ucme5fx460h1/wish/3582568896</link>
         <description><![CDATA[<p>A definição científica de <strong>transtorno mental</strong> no<strong> DSM-5</strong> é a de uma síndrome clinicamente significativa que se manifesta por uma perturbação no pensamento, na emoção ou no comportamento de um indivíduo (Associação Americana de Psiquiatria, 2014). Essa perturbação é geralmente associada a um sofrimento significativo e/ou a uma incapacidade funcional em áreas importantes da vida, como trabalho, escola ou relações sociais.</p><p>Segundo o <strong>DSM-5</strong>, o<strong> TDAH </strong>é definido como um padrão persistente de desatenção e/ou hiperatividade-impulsividade que interfere diretamente no desenvolvimento e no funcionamento. Os sintomas devem ser observados em pelo menos dois contextos da vida ( em casa e na escola) e causar um impacto negativo no desempenho social, acadêmico ou ocupacional da pessoa (Associação Americana de Psiquiatria, 2014).</p><p>Segundo Rotta, Ohlweiler e Riesgo (2016, p. 276), “Atualmente, define-se Transtorno de Déficit de Atenção e Imperatividade, TDAH, como uma síndrome neurocomportamental com sintomas classificados em três categorias, desatenção, imperatividade e impulsividade. Portanto, o TDAH se caracteriza como um nível inadequado de atenção em relação ao esperado paridade, o que leva a distúrbios motores, perceptivos, cognitivos e comportamentais”.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-12 20:05:43 UTC</pubDate>
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         <title>Entrevista - TDAH</title>
         <author>rodchaves32</author>
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         <description><![CDATA[<p>Bruno Alcântara - @bruno.alcantaraa</p><p>Referência: video obtido na plataforma TikTok, através do link <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://v45.tiktokcdn.com/8a97e1a97ac33c9a8324591d94876641/68f8f50a/video/tos/useast2a/tos-useast2a-pve-0068/oEdkzpAIhD3c6eeBVukEqnxBtRlrJ9rbQA88tR/?a=1233&amp;bti=ODszNWYuMDE6&amp;ch=0&amp;cr=3&amp;dr=0&amp;lr=all&amp;cd=0%7C0%7C0%7C&amp;cv=1&amp;br=3130&amp;bt=1565&amp;cs=0&amp;ds=3&amp;ft=pfEg3MXh8Zmo0KRVMI4jVRze8pWrKsd.&amp;mime_type=video_mp4&amp;qs=0&amp;rc=M2Y4aWU6NzRkN2RkaThmaUBpM3d2bGQ6ZnNvbDMzNzczM0AwYi02NTMtXzExYjI0NTReYSNtcmpjcjQwbW5gLS1kMTZzcw%3D%3D&amp;vvpl=1&amp;l=20251020231402A067C5E55EF4CC1FCC46&amp;btag=e00095000">https://v45.tiktokcdn.com/8a97e1a97ac33c9a8324591d94876641/68f8f50a/video/tos/useast2a/tos-useast2a-pve-0068/oEdkzpAIhD3c6eeBVukEqnxBtRlrJ9rbQA88tR/?a=1233&amp;bti=ODszNWYuMDE6&amp;ch=0&amp;cr=3&amp;dr=0&amp;lr=all&amp;cd=0%7C0%7C0%7C&amp;cv=1&amp;br=3130&amp;bt=1565&amp;cs=0&amp;ds=3&amp;ft=pfEg3MXh8Zmo0KRVMI4jVRze8pWrKsd.&amp;mime_type=video_mp4&amp;qs=0&amp;rc=M2Y4aWU6NzRkN2RkaThmaUBpM3d2bGQ6ZnNvbDMzNzczM0AwYi02NTMtXzExYjI0NTReYSNtcmpjcjQwbW5gLS1kMTZzcw%3D%3D&amp;vvpl=1&amp;l=20251020231402A067C5E55EF4CC1FCC46&amp;btag=e00095000</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-12 20:05:43 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Mentes Perigosas (1995)</title>
         <author>luciana226</author>
         <link>https://padlet.com/rodchaves32/d4r8ucme5fx460h1/wish/3583413162</link>
         <description><![CDATA[<p>Embora não seja especificamente sobre <strong>TDAH</strong>, mostra como alunos com dificuldades de atenção e impulsividade podem ser estigmatizados e como o apoio pedagógico e afetivo faz diferença.</p><p><br/></p><p>Referência: vídeo obtido através da plataforma Youtube, link <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/ygiY0-UWTic">https://youtu.be/ygiY0-UWTic</a></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?pdlt=1&amp;v=ygiY0-UWTic" />
         <pubDate>2025-09-14 00:17:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O Voo (2012)</title>
         <author>luciana226</author>
         <link>https://padlet.com/rodchaves32/d4r8ucme5fx460h1/wish/3583415164</link>
         <description><![CDATA[<p>O personagem principal não tem <strong>TDAH</strong> declarado, mas o enredo mostra impulsividade, dificuldade de autorregulação e uso de substâncias, aspectos que ajudam a discutir comorbidades comuns em adultos com o transtorno.</p><p><br/></p><p>Referência: vídeo obtido através da plataforma Youtube, link <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/LdpzTsqRSPw">https://youtu.be/LdpzTsqRSPw</a></p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?pdlt=1&amp;v=LdpzTsqRSPw" />
         <pubDate>2025-09-14 00:25:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O Primeiro da Classe (2008)</title>
         <author>luciana226</author>
         <link>https://padlet.com/rodchaves32/d4r8ucme5fx460h1/wish/3583415400</link>
         <description><![CDATA[<p>Baseado em história real, acompanha um jovem com <strong>TDAH </strong>que enfrenta anos de críticas na escola, mas encontra estratégias para transformar a dificuldade em força e se tornar professor.</p><p><br/></p><p>Referência: vídeo obtido através da plataforma Youtube, link <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/5JwYEziQP_A">https://youtu.be/5JwYEziQP_A</a></p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?pdlt=1&amp;v=5JwYEziQP_A" />
         <pubDate>2025-09-14 00:26:52 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Como Estrelas na Terra (2007)</title>
         <author>luciana226</author>
         <link>https://padlet.com/rodchaves32/d4r8ucme5fx460h1/wish/3583415541</link>
         <description><![CDATA[<p>Filme indiano que retrata um menino visto como “problemático” na escola. Apesar de focar em dislexia, traz reflexões que também dialogam com o <strong>TDAH</strong>: a importância de olhar para o potencial e não apenas para os sintomas.</p><p><br/></p><p>Referência: vídeo obtido através da plataforma Youtube, link <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/9Rq-aL1UAbY">https://youtu.be/9Rq-aL1UAbY</a></p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?pdlt=1&amp;v=9Rq-aL1UAbY" />
         <pubDate>2025-09-14 00:27:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Opinião do neurologista</title>
         <author>marciacarrilho27</author>
         <link>https://padlet.com/rodchaves32/d4r8ucme5fx460h1/wish/3586240371</link>
         <description><![CDATA[<p>Referência: vídeo obtido através da plataforma Instagram, link <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.instagram.com/p/DLIMsxTM0xk/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=embed_video_watch_again">https://www.instagram.com/p/DLIMsxTM0xk/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=embed_video_watch_again</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-15 22:14:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Considerações iniciais sobre o tema</title>
         <author>rodchaves32</author>
         <link>https://padlet.com/rodchaves32/d4r8ucme5fx460h1/wish/3594427226</link>
         <description><![CDATA[<p>O Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) tem uma base genética, mas o ambiente tem um papel significativo na forma como ele se manifesta e é gerenciado.</p><p>Intervenções psicossociais e apoio multidisciplinar são essenciais no manejo do TDAH. </p><p>ROHDE, L. A.; HALPERN, R. Transtorno de déficit de atenção/hiperatividade: atualização. Jornal de Pediatria, Porto Alegre, v. 80, n. 2, p. S7–S20, 2004. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.scielo.br/j/jped/a/vsv6yydfR59j8Tty9S8J8cq/">https://www.scielo.br/j/jped/a/vsv6yydfR59j8Tty9S8J8cq/</a>. Acesso em: 22 out. 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-19 19:40:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fatores internos e externos que influenciam </title>
         <author>rodchaves32</author>
         <link>https://padlet.com/rodchaves32/d4r8ucme5fx460h1/wish/3594434846</link>
         <description><![CDATA[<p>Existem vários fatores que influenciam o desenvolvimento do <strong>TDAH</strong>.</p><p><strong>Fatores Endógenos (internos)</strong><br>São biológicos e genéticos, ou seja, vêm da própria pessoa.</p><ul><li><p><strong>Genética:</strong> O TDAH é fortemente hereditário. Estudos sobre a genética do transtorno destacam sua forte base biológica  com evidências que confirmam a alta herdabilidade mesmo em adultos. Se um dos pais tem o transtorno, há grande chance de o filho também ter.</p></li><li><p><strong>Neurobiologia:</strong> Há diferenças no funcionamento de áreas do cérebro (como o córtex pré-frontal) e em neurotransmissores, principalmente a dopamina, que afetam atenção e controle de impulsos.</p></li></ul><p><strong>Fatores Exógenos (externos)</strong><br>São ambientais e não causam o <strong>TDAH</strong>, mas influenciam seus sintomas.</p><ul><li><p><strong>Perinatais:</strong> Exposição a álcool, tabaco ou toxinas na gravidez, parto prematuro e baixo peso ao nascer.</p></li><li><p><strong>Familiar e social:</strong> Falta de rotina e ambientes estressantes podem piorar os sintomas. As diretrizes de tratamento do Ministério da Saúde enfatizam que intervenções psicossociais e familiares são essenciais para o manejo do transtorno .</p></li><li><p><strong>Escolar ou profissional:</strong> Locais desorganizados ou muito estimulantes dificultam a concentração.</p></li></ul><p>A interação entre genética e ambiente é essencial. A genética cria uma predisposição, mas o ambiente pode agravar ou amenizar os sintomas. Com apoio e ajustes adequados, é possível conviver bem com o <strong>TDAH</strong> e aproveitar as potencialidades que ele traz.</p><p><br></p><p>BARKLEY, R. A. Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade: um manual para diagnóstico e tratamento [tradução livre]. 4. ed. Nova York: Guilford Press, 2015.</p><p><br></p><p><br></p><p>BRIKELL, I.; KUJA-HALKOLA, R.; LARSSON, H. Herdabilidade do transtorno de déficit de atenção e hiperatividade em adultos [tradução livre]. American Journal of Medical Genetics Part B: Neuropsychiatric Genetics, Hoboken, v. 168, n. 6, p. 406–413, 2015. DOI: 10.1002/ajmg.b.32335.</p><p><br></p><p><br></p><p>CASTELLANOS, F. X.; PROAL, E. Sistemas cerebrais em larga escala no TDAH: além do modelo pré-frontal–estriatal [tradução livre]. Trends in Cognitive Sciences, Londres, v. 16, n. 1, p. 17–26, 2012. DOI: 10.1016/j.tics.2011.11.007.</p><p><br></p><p><br></p><p>FARAONE, S. V.; LARSSON, H. Genética do transtorno de déficit de atenção e hiperatividade [tradução livre]. Molecular Psychiatry, Londres, v. 24, p. 562–575, 2019. DOI: 10.1038/s41380-018-0070-0.</p><p><br></p><p>⸻</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-19 19:52:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Epigenética</title>
         <author>rodchaves32</author>
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         <description><![CDATA[<p>A epigenética é tipo um controle remoto pro nosso DNA, sabia? Ela estuda como o ambiente e nosso estilo de vida podem influenciar e quais genes são ativados ou desativados, sem mexer na sequência do DNA em si. É como um interruptor que pode ligar ou desligar a expressão de um gene.</p><p>No caso do <strong>TDAH</strong>, que é um transtorno neurobiológico, a genética tem um papel importante. Mas a epigenética entra em cena pra explicar por que nem todo mundo com a mesma predisposição genética desenvolve o TDAH da mesma forma. Ela mostra que fatores como exposição a toxinas, nutrição materna e estresse precoce podem influenciar a expressão dos genes relacionados ao TDAH, como aqueles que controlam a produção de <strong>dopamina</strong>, um neurotransmissor essencial.</p><p>O legal é que entender essa interação entre genética e ambiente pode ajudar a criar tratamentos mais personalizados. Não é só sobre tomar remédios, mas também em adotar estratégias que ajudem a "ligar" ou "desligar" os genes de forma mais saudável, como mudanças na alimentação e no estilo de vida. É um campo de pesquisa promissor que mostra como nosso ambiente pode moldar a expressão dos nossos genes e influenciar a gravidade dos sintomas do TDAH. Interessante, né?</p><p><br></p><p>CECIL, C. A. M.; NIGG, J. T. Transtorno de déficit de atenção e hiperatividade e o epigenoma: uma perspectiva integrativa [tradução livre]. Current Psychiatry Reports, Nova York, v. 24, n. 2, p. 77–88, 2022. DOI: 10.1007/s11920-022-01324-z.</p><p><br></p><p><br></p><p>DEL-PONTE, B.; MOREIRA, J. C. C.; KAPCZINSKI, F.; ROHDE, L. A. Exposição a fatores de risco ambientais na primeira infância e transtorno de déficit de atenção e hiperatividade: uma revisão sistemática [tradução livre]. Environmental Research, Amsterdã, v. 186, p. 109571, 2020. DOI: 10.1016/j.envres.2020.109571.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-19 19:53:58 UTC</pubDate>
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         <title>Psicologo Danilo Abreu</title>
         <author>rodchaves32</author>
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         <description><![CDATA[<p>Vídeo sobre  <strong>TDAH</strong>, cedido pelo psicólogo Danilo Abreu para equipe denominada " <mark>Super Equipe</mark>" da matéria Genética Humana e Neurofisiologia da professora Ana Clara Silva</p><p><br/></p><p>Referência: vídeo obtido na plataforma Youtube, link: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/gbggtbsUa0I">https://youtu.be/gbggtbsUa0I</a></p>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/gbggtbsUa0I?si=sBVgfO-INTNqSHJ3" />
         <pubDate>2025-09-19 20:34:01 UTC</pubDate>
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         <title>Psiquiatra Patrícia Lemos </title>
         <author>rodchaves32</author>
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         <description><![CDATA[<p>Vídeo sobre  <strong>TDAH</strong>, gravado pela psiquiatra Patrícia Lemos.</p><p><br></p><p>Fonte: vídeo obtido pela plataforma Youtube, link <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/wzyUSupDbiE">https://youtu.be/wzyUSupDbiE</a></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/wzyUSupDbiE?si=eMIW4RzreFLzWCrZ" />
         <pubDate>2025-09-19 21:13:39 UTC</pubDate>
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         <title>Dr. Russell Barkley</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Dr. Russell Barkley é considerado por muitos como a maior autoridade global em <strong>TDAH</strong>. Ele é autor de mais de 14 livros e centenas de artigos científicos. Suas obras como "Transtorno de Déficit e Atenção/Hiperatividade: Guia completo para pais, professores e profissionais de saúde", são referências essenciais na área.</p><p><br/></p><p>Fonte: vídeo obtido através da plataforma Youtube, link:  <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/GebW7AGiMek?si=mxvrGfLRXsRUdNoC">https://youtu.be/GebW7AGiMek?si=mxvrGfLRXsRUdNoC</a></p>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/GebW7AGiMek?si=mxvrGfLRXsRUdNoC" />
         <pubDate>2025-09-20 01:31:25 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>luciana226</author>
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         <description><![CDATA[<p>FARAONE, S. V.; LARSSON, H. Genetics of attention deficit hyperactivity disorder. Molecular Psychiatry, London, v. 24, n. 4, p. 562–575, abr. 2019. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/29892054/"><strong>https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/29892054/</strong></a>. Acesso em: 12/09/2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-06 14:21:25 UTC</pubDate>
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         <title>Documento da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (2022)</title>
         <author>luciana226</author>
         <link>https://padlet.com/rodchaves32/d4r8ucme5fx460h1/wish/3620086172</link>
         <description><![CDATA[<p>Este é o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) de TDAH do Ministério da Saúde, aprovado pela CONITEC, que é uma publicação oficial do governo.</p><p><br/></p><p>BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos em Saúde. Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (CONITEC). <strong>Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas do Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH)</strong>. Brasília, DF: CONITEC, 2022. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/protocolos/portariaconjuntan14pcdttranstornododeficitdeatencaocomhiperatividadetdah.pdf"><strong>https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/protocolos/portariaconjuntan14pcdttranstornododeficitdeatencaocomhiperatividadetdah.pdf</strong></a>. Acesso em: 11/09/2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-06 14:22:26 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>luciana226</author>
         <link>https://padlet.com/rodchaves32/d4r8ucme5fx460h1/wish/3620098709</link>
         <description><![CDATA[<p>BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos em Saúde. Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (CONITEC). <strong>Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas do Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH)</strong>. Brasília, DF: CONITEC, 2022. Disponível em: [Endereço eletrônico completo da Portaria Conjunta Nº 14, de 29 de julho de 2022, no site do Ministério da Saúde]. Acesso em: 08/09/2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-06 14:28:30 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>luciana226</author>
         <link>https://padlet.com/rodchaves32/d4r8ucme5fx460h1/wish/3620100509</link>
         <description><![CDATA[<p>BRIKELL, I.; KUJA-HALKOLA, R.; LARSSON, H. Heritability of attention-deficit hyperactivity disorder in adults. American Journal of Medical Genetics Part B: Neuropsychiatric Genetics, Hoboken, v. 168, n. 6, p. 406–413, set. 2015. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://doi.org/10.1002/ajmg.b.32335"><strong>https://doi.org/10.1002/ajmg.b.32335</strong></a>. Acesso em: 08/09/2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-06 14:29:26 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>luciana226</author>
         <link>https://padlet.com/rodchaves32/d4r8ucme5fx460h1/wish/3620101467</link>
         <description><![CDATA[<p>DEMONTIS, Ditte et al. Risk variants and polygenic architecture of disruptive behavior disorders in the context of attention-deficit/hyperactivity disorder. <strong>Molecular Psychiatry</strong>, Londres, v. 26, n. 4, p. 1391–1401, 2021. Disponível em: [Incluir o DOI ou URL do artigo, como por exemplo: &lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://doi.org/10.1038/s41380-020-00898-7">https://doi.org/10.1038/s41380-020-00898-7</a>&gt;]. Acesso em: 11/09/2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-06 14:29:57 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>luciana226</author>
         <link>https://padlet.com/rodchaves32/d4r8ucme5fx460h1/wish/3620156116</link>
         <description><![CDATA[<p>ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE (OMS). Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde (CID-10). Centro Colaborador da OMS para a Classificação de Doenças em Português (CBCD). Genebra: OMS, 1993. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www2.datasus.gov.br/cid10/V2008/cid10.htm">http://www2.datasus.gov.br/cid10/V2008/cid10.htm</a>. Acesso em: 11/09/2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-06 14:56:49 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>luciana226</author>
         <link>https://padlet.com/rodchaves32/d4r8ucme5fx460h1/wish/3620162290</link>
         <description><![CDATA[<p>DEMONTIS, Ditte et al. Genome-wide analyses of ADHD identify 27 risk loci, refine the genetic architecture and implicate several cognitive domains. <strong>Nature Genetics</strong>, Londres, v. 55, n. 2, p. 198–208, fev. 2023. Disponível em: [Incluir o DOI ou URL do artigo, como por exemplo: &lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://doi.org/10.1038/s41588-022-01285-8">https://doi.org/10.1038/s41588-022-01285-8</a>&gt;]. Acesso em: 11/09/2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-06 15:00:09 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>luciana226</author>
         <link>https://padlet.com/rodchaves32/d4r8ucme5fx460h1/wish/3620172804</link>
         <description><![CDATA[<p>CECIL, Charlotte A. M.; NIGG, Joel T. Epigenetics and ADHD: Reflections on Current Knowledge, Research Priorities and Translational Potential. Molecular Diagnosis &amp; Therapy, [S. l.], v. 26, n. 6, p. 581-606, 2022. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://doi.org/10.1007/s40291%E2%88%92022%E2%88%9200609%E2%88%92y"><strong>https://doi.org/10.1007/s40291−022−00609−y</strong></a>. Acesso em: 12/09/2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-06 15:06:02 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>luciana226</author>
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         <description><![CDATA[<p>DEL-PONTE, Lidia et al. Epigenetics and Attention-Deficit/Hyperactivity Disorder: New Perspectives? Frontiers in Psychiatry, Lausanne, v. 11, p. 579, 2020. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://doi.org/10.3389/fpsyt.2020.00579"><strong>https://doi.org/10.3389/fpsyt.2020.00579</strong></a>. Acesso em: 12/09/2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-06 15:06:54 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>luciana226</author>
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         <description><![CDATA[<p>PEEDICAYIL, Jacob. The Role of Epigenetics in the Pathogenesis and Potential Treatment of Attention Deficit Hyperactivity Disorder. Current Neuropharmacology, Sharjah, v. 20, n. 9, p. 1642-1650, set. 2022. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://doi.org/10.2174/1570159X19666210920091036"><strong>https://doi.org/10.2174/1570159X19666210920091036</strong></a>. Acesso em: 12/09/2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-06 15:07:53 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>luciana226</author>
         <link>https://padlet.com/rodchaves32/d4r8ucme5fx460h1/wish/3620222721</link>
         <description><![CDATA[<p>ROTTA, Newra Tellechea; OHLWEILER, Lygia; RIESGO, Rudimar dos Santos (orgs.). <strong>Transtornos da aprendizagem: abordagem neurobiológica e multidisciplinar.</strong> 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2016. <em>ISBN: 978-85-8271-332-7.</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-06 15:32:33 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Jean Piaget	Estágios Cognitivos (Pré-Operacional, Egocentrismo)	A Construção do Real na Criança, O Nascimento da Inteligência na Criança</p><p>Erik Erikson	Estágios Psicossociais (Identidade vs. Confusão de Papéis)	Infância e Sociedade</p><p>Lev Vygotsky	Zona de Desenvolvimento Proximal (ZDP), Mediação, Scaffolding	A Formação Social da Mente</p><p>Debate Geral	Natureza vs. Criação	Encontrado em introduções de qualquer livro didático de desenvolvimento humano.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-20 15:01:50 UTC</pubDate>
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         <title>Principais conceitos, exemplos e aplicações na área da Psicologia </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é um transtorno do neurodesenvolvimento caracterizado por padrões persistentes de desatenção, hiperatividade e/ou impulsividade, que comprometem o desempenho e o desenvolvimento do indivíduo (American Psychiatric Association [APA], 2022).</p><p>Critérios Diagnósticos segundo o DSM-5-TR</p><p>De acordo com o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5-TR), o TDAH pode se manifestar em três formas principais:</p><p>1.&nbsp; &nbsp; Predominantemente desatento</p><p>2.&nbsp; &nbsp; Predominantemente hiperativo-impulsivo</p><p>3.&nbsp; &nbsp; Tipo combinado</p><p>Para o diagnóstico ser estabelecido, é necessário que:</p><p>•&nbsp; &nbsp; Os sintomas apareçam antes dos 12 anos;</p><p>•&nbsp; &nbsp; Se manifestem em pelo menos dois contextos (como escola, casa ou trabalho);</p><p>•&nbsp; &nbsp; Causem prejuízo significativo nas esferas social, acadêmica ou ocupacional;</p><p>•&nbsp; &nbsp; Não sejam mais bem explicados por outro transtorno mental.</p><p>Exemplos de Sintomas</p><p>Desatenção:</p><p>•&nbsp; &nbsp; Dificuldade em sustentar a atenção em atividades ou tarefas;</p><p>•&nbsp; &nbsp; Não parece escutar quando é direcionado diretamente;</p><p>•&nbsp; &nbsp; Esquece compromissos ou tarefas diárias, como entregar um trabalho.</p><p>Hiperatividade e Impulsividade:</p><p>•&nbsp; &nbsp; Inquietude física (ex.: levantar-se com frequência durante a aula);</p><p>•&nbsp; &nbsp; Tendência a falar excessivamente;</p><p>•&nbsp; &nbsp; Dificuldade em esperar a vez ou interromper conversas dos outros.</p><p><br/></p><p><strong>Aplicações na Psicologia</strong></p><p><br/></p><p>Avaliação Psicológica</p><p>A avaliação do TDAH envolve entrevistas clínicas, escalas padronizadas (como as Escalas de Conners e Vanderbilt) e observações comportamentais. O psicólogo deve considerar diagnósticos diferenciais, já que sintomas semelhantes podem ocorrer em condições como ansiedade, depressão ou transtornos de aprendizagem.</p><p>Intervenções Terapêuticas</p><p>•&nbsp; &nbsp;<strong> Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC)</strong>: auxilia na organização, no planejamento e no controle emocional (Safren et al., 2010).</p><p>•&nbsp; &nbsp; <strong>Psicoeducação</strong>: informa e orienta pacientes e familiares, reduzindo o estigma e aumentando a adesão ao tratamento.</p><p>•&nbsp; &nbsp; <strong>Treinamento de pais e professores</strong>: promove estratégias para manejar comportamentos típicos do TDAH no contexto familiar e escolar.</p><p><br/></p><p>Referências</p><p>1.&nbsp; &nbsp; American Psychiatric Association. (2022). Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders (5th ed., text rev.). Arlington, VA: American Psychiatric Publishing.</p><p>2.&nbsp; &nbsp; Cortese, S. (2020). The neurobiology and genetics of Attention-Deficit/Hyperactivity Disorder (ADHD): what every clinician should know. European Journal of Paediatric Neurology, 24, 13–19.</p><p>3.&nbsp; &nbsp; Faraone, S. V., &amp; Larsson, H. (2019). Genetics of attention deficit hyperactivity disorder. Molecular Psychiatry, 24(4), 562–575.</p><p>4.&nbsp; &nbsp; Safren, S. A., et al. (2010). Cognitive behavioral therapy vs. relaxation with educational support for medication-treated adults with ADHD and persistent symptoms: a randomized controlled trial. JAMA, 304(8), 875–880.</p><p>5.&nbsp; &nbsp; Polanczyk, G. V., et al. (2017). ADHD prevalence estimates across three decades: An updated systematic review and meta-regression analysis. International Journal of Epidemiology, 46(2), 519–528.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-22 19:28:13 UTC</pubDate>
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