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      <title>Nosso padlet by Rafaela Barroso</title>
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      <description>Mural interativo da seita do et Bilu</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-05-08 01:59:46 UTC</pubDate>
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         <title>Vanguardas europeias</title>
         <author>rafaelabarroso889</author>
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         <description><![CDATA[<p>Atitude de vanguarda:  pegar o novo e destruir o que é antigo (ilusão do "novo a partir do nada").</p><p><br></p><ul><li><p>Vanguardistas brasileiros não faziam isso, eles utilizavam o antigo para fazer algo novo.</p></li></ul><p><br></p><p>O processo da arte é o de singularização, escurecer a forma, aumentar a diificuldade de percepção.</p><ul><li><p>PERCEPÇÃO: Se interessa no processo da obra, não no resultado.</p></li></ul><p><br></p><p>Ordem das vanguardas: impressionismo, expressionismo, cubismo, futurismo, dadaísmo e surrealismo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-14 16:51:05 UTC</pubDate>
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         <title>IMPRESSIONISMO</title>
         <author>rafaelabarroso889</author>
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         <description><![CDATA[<p>O impressionista afirmava que as cores dos objetos não eram permanentes, por conta da luz solar. Logo, pintava ao ar livre, para as cores se transformarem. </p><p><br/></p><ul><li><p>"Impressionista" surgiu de modo pejorativo, como reação irônica aos quadros de Monet.</p></li></ul><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-14 16:57:55 UTC</pubDate>
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         <title>EXPRESSIONISMO</title>
         <author>rafaelabarroso889</author>
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         <description><![CDATA[<p>Foi uma reação ao expressionismo; o artista mais famoso dessa vanguarda é Van Gogh.</p><ul><li><p>Van Gogh usava a cor como expressão (rompeu e produziu algo diferente).</p></li></ul><p><br/></p><p>O expressionismo é a deformação de dentro para fora; é a intenção de representar não objetos mas sentimentos, de os exprimir no seu immediatismo. </p><p><br/></p><p>Os expressionistas criticam o impressionismo por focar muito na natureza exterior, não interior; joga os sentimentos na obra.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-14 17:07:55 UTC</pubDate>
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         <title>CUBISMO</title>
         <author>rafaelabarroso889</author>
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         <description><![CDATA[<p>É uma arte que expressa o homem moderno, que recebe diversos estímulos ao mesmo tempo.</p><p><br></p><p>Existe uma quebra de expectativa; as coisas mudam de aparência de acordo com o ponto de vista escolhido para olhá-las; arte como <strong>invenção</strong>.</p><p><br></p><p>Características: traços marcantes, redução do corpo a figuras geométricas, colocando todos os lados sobre o mesmo plano.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-14 18:40:43 UTC</pubDate>
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         <title>FUTURISMO (importantíssimo)</title>
         <author>rafaelabarroso889</author>
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         <description><![CDATA[<p>Pensa em questões sociais e políticas; pensa em acabar com o passado de qualquer maneira.</p><p><br></p><p>Há uma hipervalorização das máquinas e das guerras (fascismo); / máquina e velocidade; subversão radical da cultura e até dos costumes sociais.</p><p><br></p><ul><li><p><mark>Ideológico</mark>!</p></li></ul><p><br></p><p>Armamentista, bélico</p><p><br></p><p>"Beleza da velocidade": "Um automóvel de corrida é mais belo que a <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.historiadasartes.com/quem-e-vitoria-de-samotracia/">Vitória de Samotrácia</a>"</p><p><br></p><ol><li><p>“Nós declaramos que o esplendor do mundo se enriqueceu com uma beleza nova: a beleza da velocidade.” (p.3); Gilberto Teles, <em>Vanguarda europeia e Modernismo brasileiro</em></p></li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-14 18:44:00 UTC</pubDate>
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         <title>Manifesto futurista</title>
         <author>rafaelabarroso889</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><p>Hipervalorização da máquina, do progresso.</p></li><li><p><mark>Renovação da linguagem</mark>: verbos no infinitivo (ao não flexionar o verbo, não exite suposição de sujeito); linguagem telegráfica; fim da linguagem lógica.</p></li></ul><p><br/></p><p>O manifesto quebra as tradições da poesia, valoriza a técnica e o cinema, é infestado de misoginia.</p><p><br/></p><p>Odeia a inteligência e preza por uma imaginação sem embaraços: consciente correndo livremente.</p><p><br/></p><p>É extremamente fascista, glorificando guerras e a arma!</p><p><br/></p><p>Citações:</p><ul><li><p>“A Arte é uma necessidade de destruir-se e de espalhar-se, grande regador do heroísmo que inunda o mundo.” (p.8)</p></li><li><p>“Poetas futuristas! Eu vos ensinei a odiar as bibliotecas e os museus, preparando-vos para odiar a inteligência, despertando em vós a divina intuição, dom característico das raças latinas. Mediante a intuição, venceremos a hostilidade aparentemente irredutível que separa a nossa carne humana do metal do motor.”(p.9)</p></li><li><p>“Nós queremos demolir os museus, as bibliotecas, combater o moralismo, o feminismo e todas as covardias oportunistas e utilitárias.” (p.3)</p></li><li><p>“Nós estamos sobre o promontório extremo dos séculos!... Para que olhar para trás, no momento em que é preciso arrombar as misteriosas portas do Impossível? O Tempo e o Espaço morreram ontem. Nós vivemos já no absoluto, já que nós criamos a eterna velocidade onipresente.” (p.3)&nbsp;</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-14 18:55:15 UTC</pubDate>
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         <title>Modernismo</title>
         <author>rafaelabarroso889</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelabarroso889/d4kt8hu1da447nt7/wish/3455847573</link>
         <description><![CDATA[<p>A poesia moderna causa estranhamento, possui vários sentidose sua interpretação não vem de imediato. </p><p><br></p><ul><li><p>"A discordâmcia entre signo e significado é uma lei da lírica moderna, a mesma que da arte moderna."</p></li></ul><p><br></p><p>Condensar um poema a um sentiso só, acaba matando o texto; a ideia é não ter pretensão de não entender tudo, pois o poema não é transparente/ não possui um único sentido e explora a potência máxima da língua.</p><p><br></p><p><mark>"Arlequinal": Vem de "Arlequim", que é uma figura da antiga comédia italiana, cujo traje era composto de losangos multicoloridos (tal qual a capa de "Paulicéia Desvairada"); Isso nos leva a crer que esse termo, muito usado nas obras de Mário faz referência a multipluralidade da cidade de SP, utilizando uma abordagem de humor e sátira.</mark></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-18 16:56:16 UTC</pubDate>
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         <title>Poema &quot;Inspiração&quot;</title>
         <author>rafaelabarroso889</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelabarroso889/d4kt8hu1da447nt7/wish/3455853473</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>Sopro do divino, inspiração dos céus;</p></li><li><p>São Paulo é a fonte de inspiração de Mário de Andrade;</p></li><li><p>O autor está muito envolvido com a cidade;</p></li><li><p>Não usa padrão métrico no poema;</p></li><li><p>Não usa padrão de rima;</p></li><li><p>Parnasianismo e simbolismo eram os padrões vigentes;</p></li><li><p>Reticências apontam para fragmentação;</p></li><li><p>Eco de Paris em SP;</p></li><li><p>"Galicismo": uso de palavras em francês no português. Enqunato SP tinha contato com com outras culturas, o resto do Brasil sofria com a pobreza;</p></li><li><p>Não flexiona as pessoas do verbo.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-18 17:04:40 UTC</pubDate>
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         <title>Poema &quot;Os cortejos&quot;</title>
         <author>rafaelabarroso889</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><p>"Cortejo" pode ser uma marcha fúnebre;</p></li><li><p>Não há relação lógica e sintática entre os verbos;</p></li><li><p>"Bon giorno, caro!": <mark>Na época, muitos imigrantes apareceram em SP; logo, era comum ouvir outras línguas na rua;</mark></p></li><li><p>Realidade heterogênea;</p></li><li><p>Mário se apresenta como um flanêur, na cidade;</p></li><li><p>"Horríveis as cidades": mostra o eu lírico perdido na multidão;</p></li><li><p><mark>Cidade num ritmo frenético, cidade que aprisiona;</mark></p></li><li><p>Personificação de Paulicéia: "A grande boca de mil dentes";</p></li><li><p><mark>Desumanização dentro da civilização/ realidade animalizada e mecanizada;</mark></p></li><li><p>O eu llírico lamenta o progresso por não haver espaço para expressão artística;</p></li><li><p>Mário não visa a representação temática da cidade e sim a expressão de <mark>seu ritmo específico</mark>;</p></li><li><p>Uso de dados topográficos reais de SP;</p></li><li><p><mark>Imita a simultaneidade das inúmeras sensações que fazem parte da experiência cotidiana da grande cidade</mark>;</p></li><li><p>Linguagem elíptica/ sintética: brevidade, rapidez, no ritmo das grandes cidades modernas;</p></li><li><p>Paisagem: percepção da cidade enquanto registro interior, imagem mental, imagem que o eu lirico faz ao passar pela cidade.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-19 12:35:54 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Poema &quot;Paisagem nº2&quot;</title>
         <author>rafaelabarroso889</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelabarroso889/d4kt8hu1da447nt7/wish/3457292826</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>O poema começa com a preocupação climática de SP ("escuridão dum meio-dia de invernia");</p></li><li><p><mark>Sonho impossível do eu lírico: "Primaveras eternas"</mark>;</p></li><li><p><mark>Não segue métrica padrão nem rimas</mark>;</p></li><li><p><mark>Analogias não logicamente explicáveis</mark>;</p></li><li><p>Inverno é branco, cinza e triste "Como enterros de virgem";</p></li><li><p><mark>Polifonia (pluralidade de línguas em SP)</mark>;</p></li><li><p>Traz um contraste de cores com as do inverno ("céus azuis nas águas verdes");</p></li><li><p><mark>O eu lírico tenta sair do ambiente opressivo do inverno de SP</mark>;</p></li><li><p>Personifica as doenças: haja doença ligada ao frio  e ao inverno;</p></li><li><p>Menciona artistas contemporâneos: Cocteau e Russolo;</p></li><li><p>O poema termina de maneira trágica, criando uma alegoria de movimentação da cidade, que não tem o que comemorar senão a desesperança e a desigualdade.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-19 12:47:01 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Poema &quot;paisagem nº3&quot;</title>
         <author>rafaelabarroso889</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelabarroso889/d4kt8hu1da447nt7/wish/3457297650</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>Clima de novo;</p></li><li><p>Garoa (visto que SP é conhecido como "terra da garoa");</p></li><li><p><mark>Pauliceia veio logo após simbolismo e parnasianismo;</mark></p></li><li><p><mark>Paradoxo: loucura tendo razão</mark> ("Mário, põe a máscara!");</p></li><li><p>Faz menção ao Goethe ("O rei de Tule jogou a taça ao mar);</p></li><li><p><mark>Efeito de choque;</mark></p></li><li><p>Poema fecha com o sol.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-19 12:50:50 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>MODERNISMO NO BRASIL - Manifesto da Poesia Pau-Brasil: Oswald de Andrade</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rafaelabarroso889/d4kt8hu1da447nt7/wish/3457302822</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Manifesto da Poesia Pau-Brasil </strong>(1924)</p><p>Em Estética e Política, publicado em 1992 pela Globo, Oswald fala sobre o manifesto na arte como um conjunto de ideias que acompanham a própria arte, um caminho percorrido por ela. </p><ul><li><p>O Manifesto da Poesia do Pau-Brasil, segue uma linha de <mark>dessacralização</mark><strong> </strong>da poesia em si. </p><p>Ele dialoga com a geração anterior que coloca a poesia e o poeta como o mais alto posto de sublimidade (a poesia como marfim, imaculada, e o poeta como deus).</p><p>Ele combate o falar erudito, difícil, usando palavras claras (citando o Rui Barbosa como um exemplo a não ser seguido).</p><p>Ele também propõe uma <mark>poesia de </mark><em><mark>exportação</mark>, </em>por isso o nome do manifesto "Pau-Brasil" (o primeiro produto brasileiro valorizado e exportado). </p><p>Até aquele momento, a poesia brasileira <em>copiava </em>a moda da Europa, mas Oswald sugere <em>pegar de fora e transformar em algo novo para nós e para os outros.</em></p></li><li><p>Os <mark>aspectos "técnicos" </mark>contêm: fragmentação do poema, linguagem sem arcaísmos, sem erudição, natural e neológica; e tudo parte do embate do poeta com o seu próprio cotidiano "algo que já estava ali, ele não sabia mas o descobre".</p></li></ul><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-19 12:54:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Poema &quot;Paisagem nº4</title>
         <author>rafaelabarroso889</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelabarroso889/d4kt8hu1da447nt7/wish/3457307520</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>Crítica a quem enriquece através dos meios de produção;</p></li><li><p><mark>Questão econômica toma conta da paisagem</mark>;</p></li><li><p><mark>Sonoridade (movimento do progresso/comércio)</mark>;</p></li><li><p>Caleidoscópio: tentar das conta dos fragmentos a partir da interpretação, lembrando que nunca iremos compreender a totalidade do texto;</p></li><li><p>Domingo: hábitos paulistanos no dia de domingo (missa, futebol, desfile de carro, ir ao cinema...);</p></li><li><p><mark>O poema está preocupado apenas em representar as cenas de um domingo burguês, sem eu lírico</mark>;</p></li><li><p>Na primeira estrofe consoantes fricativas representam os sussurros de reza;</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-19 12:57:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Poema &quot;Tristura&quot;</title>
         <author>rafaelabarroso889</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelabarroso889/d4kt8hu1da447nt7/wish/3457312675</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>Encenação de relação amorosa;</p></li><li><p>Título contendo uma palavra incomum;</p></li><li><p><mark>"Minha alma corcunda como a Avenida São João": relação turva entre o eu lírico e a cidade</mark>;</p></li><li><p>Caso de amor conturbado;</p></li><li><p><mark>Solidão na multidão;</mark></p></li><li><p>"Pobres cabelos cortados na nossa monja": enigmático, sacrílego;</p></li><li><p><mark>Eu lírico negativo, o que marca a sua relação com a cidade</mark>.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-19 13:01:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Manifesto Antropófago: Oswald de Andrade</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><p>Manifesto: uma declaração pública, solene, em que uma posição, uma maneira de enxergar alguma coisa é defendida. No caso, é uma declaração do que queria o grupo Modernista, mas principalmente o Oswald que é o autor do manifesto. </p></li><li><p>Antropofagia: ato de comer, deglutir pessoinhas. </p><p><br></p><p><mark>Oswald </mark>foi poeta e romancista e ensaios, bem humorado, sarcástico. Ele foi um intelectual inquieto, usava um tom combativo. </p><p>Ao aderir ao modernismo, ele vai quebrar os limites entre poesia e prosa, vai unir essas coisas. Ele abusa de frases curtas e metáforas, trazendo sempre uma rebeldia estética.</p><p><br></p></li><li><p>Em 1928, seis anos depois da Semana Modernista, o Manifesto Antropófago foi lançado, encontrando um amadurecimento do movimento modernista. Foi publicada na própria revista dele, Revista de Antropofagia.</p><p>O manifesto é composto por 51 pequenos textos, não é um texto corrido. Ele é bem "fragmentado". O texto foi diagramada ao redor de uma imagem de ABAPORU (HOMEM QUE COME GENTE, um antropófago), feita por Tarsila, sua esposa. </p><p><br></p></li></ul><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-19 14:00:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Manifesto Antropófago PARTE 2: Antropofagia cultural</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>"Só a antropofagia nos uni. Socialmente. Economicamente. Filosoficamente."</p><ul><li><p>Ele defenda a antropofagia em todas as esferas humanas, ela abarca tudo (a literatura é uma expressão da sociedade, ela está embutida no socialmente).</p></li><li><p>Ela é a única lei de todas as religiões e tratados de paz. Ou seja, na antropofagia, abraçamos as outras culturas para ter paz.</p></li></ul><p><br></p><p>"TUPI OR NOT TUPI"</p><ul><li><p>Ser ou não ser brasileiro. Ele começa a deglutir a obra inglesa, de Shakespeare, unindo-a a nossa. É isso que esse antropófago faz. Se alimenta da cultura de fora para transformar na nossa. </p></li><li><p>Ele vai citar autores estrangeiros e palavras indígenas (CARAIBA);</p></li><li><p>Cita a catequese, o cinema americano, carnaval;</p></li><li><p>Parece que ele vai pegando coisas de fora, faz uma salada e funde isso tudo.</p></li></ul><p><br></p><p>Ele também vai afirmar coisas interessantes:</p><ul><li><p> "Já tínhamos o comunismo, a língua surrealista, a idade do ouro". Nosso indígena não acumulava bens, ele já vivia em comuna (era comunista). Aqui também já havia ouro, já vivíamos essa idade. A língua indígena é rica então já era surrealista. </p></li></ul><p><br></p><ul><li><p>Em outro trecho ele vai dizer que antes dos portugueses descobrirem o Brasil, o Brasil descobriu a felicidade. O manifesto, então, tem principalmente, o objetivo de valorizar a nossa cultura, nosso povo indígena. A cultura estrangeira não é vista como maior que a nossa.</p><p><br></p></li><li><p>Ele termina dizendo que nossa independência ainda não foi declarada, pois ainda tínhamos ou temos uma dependência do que o estrangeiro faz, achando melhor do que o que já temos aqui.  </p></li></ul><p><br></p><ul><li><p>Ele usa termos indígenas para substituir palavras que seriam em português. </p></li></ul><p><br></p><ul><li><p><strong>Mais uma vez, pegar o estrangeiro, deglutir, transformar e criar algo novo. Não se prostituir e valorizar a nossa cultura.</strong></p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-19 14:15:41 UTC</pubDate>
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         <title>Antropofagia- anotações</title>
         <author>rafaelabarroso889</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelabarroso889/d4kt8hu1da447nt7/wish/3459311871</link>
         <description><![CDATA[<p><mark>Transformação do tabu em totem: o homem deve "comer" ou "incorporar" o tabu (que representa a proibição, o sagrado, o primitivo), transformando-o em totem (que representa a identidade, o símbolo, a coletividade)</mark>.&nbsp;</p><p><br></p><ul><li><p>Antropofagia é a única filosofia original brasileira e, sob alguns aspectos, o mais radical dos movimentos artísticos que produzimos.</p></li><li><p>Antropofagia: trazer o inimigo para se misturar comigo.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-20 13:07:46 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Livro &quot;Poesias reunidas de Oswald&quot;</title>
         <author>rafaelabarroso889</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelabarroso889/d4kt8hu1da447nt7/wish/3459331729</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>Nesse livro, os poemas se encontram dentro de séries (ótica estruturante);</p></li><li><p>A montagem dos poemas é o recurso primordial, com seus procedimentos de <mark>corte e intitulação (esquema ready-made);</mark></p></li><li><p>Há muita <mark>intertextualidade </mark>(diálogo entre textos);</p></li><li><p>Em algumas séries, vai utilizar temas importantes da colonização;</p></li><li><p>Diz o mínimo para significar o máximo;</p></li><li><p><mark>Os poemas de Oswald são sintéticos, concretos, elípticos e visuais; ou seja, criam uma imagem sucinta</mark>;</p></li><li><p>Poemas narrativos, criam uma história/ uma cena.</p></li></ul><p><br></p><p>Poema "Fazenda antiga", da série <em>Poemas da Colonização:</em></p><ul><li><p>Nomes seguidos de ofícios;</p></li><li><p>Poema elíptico;</p></li><li><p>"As dezenove pretinhas grávidas": violência sexual dos senhores com as escravizadas.</p></li></ul><p><br></p><p>Poema "Caso", da série <em>Poemas da Colonização:</em></p><ul><li><p>Histórias que vão se misturando, como fofoca;</p></li><li><p>É como se a "mulatinha" estivesse condenada, nem após a morte ela está liberta;</p></li><li><p>Assombrações.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-20 13:20:19 UTC</pubDate>
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      </item>
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