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      <title>Resumo do Livro &quot;A Pedagogia do Oprimido&quot; by </title>
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      <description>Criado para a disciplina de PPE III do curso de Pedagogia da UNYLEYA.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-11-05 18:12:40 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2022-11-05 18:23:46 UTC</lastBuildDate>
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         <title>RESUMO</title>
         <author>elisangpessoa1234</author>
         <link>https://padlet.com/elisangpessoa1234/d4c445wqk10t467n/wish/2371232315</link>
         <description><![CDATA[<div>Freire começa abordando no primeiro capítulo um conceito extremamente importante: a conscientização, ou consciência crítica, que é a capacidade desenvolvida no ensino-aprendizagem de ver as verdades, as injustiças e os injustiçados presentes na sociedade. Esse conceito, conscientização, tem diversos nomes e conceitos dependendo de quem e como a enxerga, seja de maneira positiva ou negativa. Em geral, a negativa está ligada ao negacionismo e ao medo que é uma palavra muito citada inclusive, principalmente conectada à liberdade, educação libertadora e expressão social. A consciência crítica é tida, negativamente por muitos, como uma tentativa de mudar a sociedade (status quo), ou seja, tem medo de ter conhecimento dos sofrimentos sociais. É aqui que chegamos à definição de liberdade, nesse contexto, que é ter o mínimo dos diretos fundamentais, e estamos em constates busca e lutas por eles. A liberdade é expressão social. Só então podemos entender a educação libertadora, que é a abordagem das diversidades e insatisfações sociais no ensino-aprendizagem. A educação libertadora é a inclusão social que ajuda os indivíduos, em suas individualidades, a serem compreendidos e a simplesmente serem. Portanto, a educação libertadora é uma maneira mais fácil de entender a educação social, com o diferencial de que a última não é só na sala de aula como também em ONG’s, por exemplo. Além disso, ele aprofunda que o medo da liberdade está não só com o oprimido, mas com o opressor também, essa relação “funciona” com o opressor como um modelo e oprimido tem sua ideologia modelada em cima. O autor acrescenta que é necessário retomar a uma educação que faça a relações entre indivíduos (intersubjetividade; p.56) mais humana, porque até então as vidas dos opressores e oprimidos, graças à opressão, é de desequilíbrio. Já no segundo capítulo, ele fala da dominação do professor na relação educador-educandos e de como conteúdo educativo é passado de maneira narrada (“enfermidade da narração”; p.79), ou seja, sem marcar o aluno sentimentalmente sendo esse um dos principais motivos da aula ser desmotivante e, ainda por cima na (grande) maioria das vezes não inclui as realidades, as individualidades e as diversas experiências contidas na sociedade e/ou comunidades. Os assuntos são impostos aos discentes tornando-os alienados ou simplesmente incapazes de absorver o conteúdo e, consequentemente, estimula a “cultura do silêncio” (p. 82). O autor faz uma lista com itens de A a J que explicam a Educação Bancária, tema do capítulo dois: “b) o educador é o que sabe; os educandos, os que não sabem.” (p. 82), ambos podem ter conhecimentos que complementam o do outro; “d) o educador é o que diz a palavra; os educandos, os que a escutam docilmente” (p. 82); “f) o educador é o que opta e prescreve sua opção; os educandos, os que seguem a prescrição” (p. 82). Freire fala também que na relação docente-discente é de demasia importância trabalhar com o diálogo pois é um grande canal de troca de informação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-05 18:17:32 UTC</pubDate>
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         <title>Educação libertadora como práxis transformadora: o fracasso social da redemocratização brasileira e a busca de novas utopias; algumas considerações.</title>
         <author>elisangpessoa1234</author>
         <link>https://padlet.com/elisangpessoa1234/d4c445wqk10t467n/wish/2371234509</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; É a educação em que o aluno se torna o sujeito, pois ela deixa de ser algo superficial, influenciável e conservadora e passa a ser concreta, realista, dinâmica e inclusiva. A educação libertadora são processos (em andamento) de ensinos e aprendizagens baseados e construídos a partir da inclusão social (e de suas diversidades), ela é a introdução escolar para a prática, como objeto de transformação, não no sentido de mudar a sociedade, mas tornar a educação e, consequentemente, a sociedade para uma mais humana e contextualizada com a realidade com o social, econômico, político e cultural do país. Há vários conceitos envolta da palavra “educação”, porém os mais próximos e com definição que se completam são: a libertadora, social e/ou popular.&nbsp;</div><div><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-05 18:21:50 UTC</pubDate>
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         <title>Resumo sobre Educação Bancária</title>
         <author>elisangpessoa1234</author>
         <link>https://padlet.com/elisangpessoa1234/d4c445wqk10t467n/wish/2371235674</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; A educação bancária é quando a relação docente-discente é também uma relação opressor-oprimido, respectivamente. Os alunos não sabem de nada e o professor sabe de tudo, com isso, eles são um “depósito” de conteúdo e ideais padronizados, superficiais e estáticos, sem poder formar um pensamento crítico, tornando a educação “necrófila” porque os estudantes são robôs programados em aulas mortas, desumanizadas; sendo que a criticidade é de caráter humano.&nbsp; &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-05 18:23:46 UTC</pubDate>
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