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      <title>Diário de Aprendizagem by Isabel Araújo</title>
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      <description>MOOC - Autonomia e Flexibilidade Curricular</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-01-29 14:47:58 UTC</pubDate>
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         <title>Carta de apresentação</title>
         <author>isabelaraujo_ebibucelas</author>
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         <description><![CDATA[<div>O meu nome é Isabel Araújo. Sou professora da Escola Secundária Dr. António Carvalho de Figueiredo, escola sede do Agrupamento de Escolas 4 de Outubro. O meu grupo de recrutamento é o 300, no qual conto com cerca de vinte anos de experiência. Enquanto professora de Português, participei em projetos cujo objetivo era a promoção do sucesso escolar, como as turmas com Percurso Curricular Alternativo ou os Cursos de Educação e Formação.<br><br></div><div>Pareceu-me importante conhecer melhor os pressupostos da implementação do projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular, de forma a poder ter uma participação válida, no seio do meu agrupamento. Espero assim conhecer aspetos fundamentais da sua implementação e ter acesso a algumas das experiências já em desenvolvimento. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-01-29 14:50:34 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 1.2 Os desafios que se colocam à educação</title>
         <author>isabelaraujo_ebibucelas</author>
         <link>https://padlet.com/isabelaraujo_ebibucelas/d2wmqwh3qwsy/wish/228387950</link>
         <description><![CDATA[<div>“À escola pede-se que prepare os jovens para que sejam capazes de construírem autonomamente a sua capacidade de criar e intervir num mundo global.”<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;A responsabilidade atribuída à escola, se bem que legítima, não pode ser atingida sem quaisquer contrapartidas, sob pena de não passar de um objetivo infértil. De facto, a preparação de jovens autónomos, criativos e interventivos requer uma clara mudança de paradigma, para a qual o atual sistema não apresenta condições.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Há, pois, necessidade de criar contextos favoráveis à emergência de novas formas de trabalhar, que valorizem mais do que a transmissão de saberes, a partilha e a construção de conhecimento. Uma breve análise à maioria dos programas das disciplinas evidencia não ser este o foco até ao momento. Aliás, considerando a dimensão dos conteúdos previstos para cada um dos anos, facilmente se compreende o recurso à situação de aula tradicional, como estratégia para “cumprir o programa”. O modo de trabalhar capaz de conduzir aos resultados pedidos à escola implica o recurso a modalidades como os trabalhos de projeto, os laboratórios, as oficinas, mas tudo isso leva tempo e, se a primazia for dada à concretização de programas megalómanos, nunca aos alunos serão permitidas experiências inovadoras e significativas. Por outro lado, a dimensão das turmas que temos dificilmente se coaduna com um trabalho mais ativo e produtivo, até por constrangimentos físicos de falta de espaço.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; No entanto, nada obsta a que, com os parcos recursos e a pouca formação, se vão procurando introduzir projetos inovadores, que levem os alunos a estarem no centro do processo de ensino-aprendizagem, e não à margem, como observadores. Tal poderia ser proporcionado através de estratégias de diferenciação pedagógica, do ensino pela descoberta, do estímulo da curiosidade, da promoção de respostas criativas, criando assim alunos mais autónomos e participativos, consequentemente mais empenhados e envolvidos na sua educação.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Assim, não basta pedir à escola o que quer que seja, há é que refletir e verificar que condições podem e devem ser criadas para que as escolas possam cumprir o que lhes é solicitado e que, eventualmente, não farão ainda, não por não reconhecerem essa necessidade, mas porque, quando as requisitos básicos não estão assegurados, é difícil ir mais além.&nbsp;<br><br></div><div>Cristina Marques e Isabel Araújo</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-05 22:54:59 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 1.3. – O Perfil dos Alunos e a organização da escola</title>
         <author>isabelaraujo_ebibucelas</author>
         <link>https://padlet.com/isabelaraujo_ebibucelas/d2wmqwh3qwsy/wish/228651216</link>
         <description><![CDATA[<div>“Como pode/deve a escola organizar-se para garantir que todos os alunos atinjam o Perfil?”<br><br></div><div>É importante que, existindo um compromisso com a sociedade, face ao perfil que os alunos deverão atingir, findos os 12 anos de escolaridade obrigatória, deverá a escola mobilizar todos os seus recursos para que tal possa ser verificado. Importa, pois, definir uma linha de atuação.<br><br></div><div>O primeiro aspeto a destacar é o facto de os princípios inscritos no documento <em>Perfil dos Alunos</em> implicarem uma confluência de esforços que serão mais profícuos se extravasarem o estrito âmbito da escola. Aliás, de acordo com a Agenda 20-30, a escola deve comprometer todos os seus atores no processo de aprendizagem, nomeadamente alunos, pais e encarregados de educação, pessoal docente e não docente, bem como diversos parceiros da comunidade educativa. De modo a que tal seja possível, é imprescindível que a escola se abra e dê a conhecer o seu trabalho, permitindo aos alunos assumirem uma voz ativa e uma atitude construtiva.<br><br></div><div>A nível organizacional, torna-se importante a tomada de medidas de índole nacional que possam agilizar o cumprimento deste desiderato social, nomeadamente uma agilização dos currículos, que permita enfatizar uma abordagem diferente aos conteúdos; uma maior interligação entre currículos; a criação de áreas transversais, entre outras.<br><br></div><div>Finalmente, no que diz respeito à atuação da escola, importará expor os alunos a todos os contextos que possam ser promotores das áreas de competência previstas. As Implicações práticas surgem inscritas no próprio <em>Perfil dos Alunos</em>, com destaque para uma relação mais óbvia entre o saber e o quotidiano; a experimentação de formas e recursos de trabalho diversificados; as tarefas cooperativas de aprendizagem, com o reforço do trabalho em equipa. Uma outra estratégia a promover será o reforço de crédito horário das escolas para a promoção de iniciativas como clubes e projetos, no fundo a exemplo do que acontece já com o Desporto Escolar.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-06 15:26:31 UTC</pubDate>
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         <title>MÓDULO 0 - Introdução</title>
         <author>isabelaraujo_ebibucelas</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-02-20 23:58:56 UTC</pubDate>
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         <title>MÓDULO 1 - Perfil dos Alunos</title>
         <author>isabelaraujo_ebibucelas</author>
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         <pubDate>2018-02-21 00:00:01 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 2.6. - Construção de um mapa de ideias</title>
         <author>isabelaraujo_ebibucelas</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;<a href="http://popplet.com/app/#/4533731">http://popplet.com/app/#/4533731&nbsp;</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-21 00:01:48 UTC</pubDate>
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         <title>MÓDULO 2 - Aprendizagens Essenciais </title>
         <author>isabelaraujo_ebibucelas</author>
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         <pubDate>2018-02-21 00:03:45 UTC</pubDate>
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         <title>MÓDULO 3 - Opções Curriculares</title>
         <author>isabelaraujo_ebibucelas</author>
         <link>https://padlet.com/isabelaraujo_ebibucelas/d2wmqwh3qwsy/wish/233559074</link>
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         <pubDate>2018-02-21 00:05:16 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 3.4 - Criação de novas disciplinas</title>
         <author>isabelaraujo_ebibucelas</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Nome: </strong>Património Local<br><br></div><div><strong>Áreas: </strong>Geografia; Educação Física; Educação Visual; Ciências Naturais<br><br></div><div><strong>Ano: </strong>7.º ano (1.º semestre – Geografia; 2.º semestre  – Educação Física) e 8.º ano (1.º semestre – Educação Visual;  2.º semestre – Ciências Naturais)<br><br></div><div><strong>Motivação: </strong>Promover nos alunos o conhecimento do património local, nas suas mais variadas vertentes; Dinamizar atividades de compreensão e apropriação do meio envolvente; Contribuir para o previsto no Perfil dos Alunos, nomeadamente no que às implicações práticas diz respeito<br><br></div><div><strong>Estratégias para a implementação: </strong>Desenvolvimento de trabalho de projeto, que permite um leque alargado de estratégias, instrumentos e modalidades de trabalho.<br><br></div><div>Tendo por base os objetivos do Projeto Educativo de Agrupamento e os recursos locais, o Conselho de Turma, em cooperação com a Biblioteca Escolar/Centro de Recursos, definirá um tema central sobre o qual incidirão os trabalhos de projeto da turma.<br><br></div><div>Aos alunos é pedido que investiguem e desenvolvam um plano no qual deverão delinear todas as etapas do seu projeto e para o qual poderão encontrar parcerias com entidades locais e com as respetivas famílias.<br><br></div><div>No final de cada ano ano letivo, os projetos já terminados e os que ainda se encontram em desenvolvimento serão apresentados à comunidade educativa, numa iniciativa organizada pelo Agrupamento. <br><br></div><div><strong>Critérios de avaliação: </strong>Avaliação de todo o percurso de implementação do projeto (70%); avaliação dos projetos desenvolvidos (30%).<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-26 15:45:29 UTC</pubDate>
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         <title>MÓDULO 4 - Dinâmicas de trabalho e práticas pedagógicas</title>
         <author>isabelaraujo_ebibucelas</author>
         <link>https://padlet.com/isabelaraujo_ebibucelas/d2wmqwh3qwsy/wish/237325501</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-03-02 09:38:48 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 3.2 - Tricider: Relevância da aprendizagem significativa</title>
         <author>isabelaraujo_ebibucelas</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong> "É importante que os alunos realizem aprendizagens significativas."</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-02 10:09:07 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 4.6 - Planificação de um DAC</title>
         <author>isabelaraujo_ebibucelas</author>
         <link>https://padlet.com/isabelaraujo_ebibucelas/d2wmqwh3qwsy/wish/239189512</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/256108626/e0400e0fcfd35c13c833fd59dc65d253/Grelha_planificacao_projeto_DAC_MOOC_AFC.pdf" />
         <pubDate>2018-03-07 15:15:35 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 4.3. Relato de uma prática de diferenciação pedagógica</title>
         <author>isabelaraujo_ebibucelas</author>
         <link>https://padlet.com/isabelaraujo_ebibucelas/d2wmqwh3qwsy/wish/239208628</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Identificação:</strong></div><div>Domínio da Oralidade</div><div>Expressão Oral – Apreciação crítica.</div><div> </div><div><strong>Destinatários:</strong></div><div>Alunos de 10.º ano de Português</div><div><strong> </strong></div><div><strong>Aprendizagens visadas:</strong></div><div>Pesquisar e selecionar informação;</div><div>Planificar o texto oral, elaborando tópicos de suporte à intervenção;</div><div>Utilizar adequadamente recursos verbais e não verbais: postura, tom de voz, articulação, ritmo, entoação e expressividade;</div><div>Produzir textos seguindo tópicos elaborados autonomamente;</div><div>Produzir textos linguisticamente corretos, com diversificação do vocabulário e das estruturas utilizadas;</div><div>Produzir apreciações críticas orais.</div><div><strong> </strong></div><div><strong>Eficácia:</strong></div><div>A apresentação de apreciações críticas orais é uma prática que permite imprimir uma dinâmica diferente às aulas de Português, uma vez que proporciona modalidades de trabalho diversificadas. Cada aluno prepara a sua apresentação oral, em função da escolha que efetuou de uma obra do Projeto de Leitura, o que permite um trabalho autónomo, mas simultaneamente cooperativo, uma vez que todos se entreajudam, na procura das melhores soluções para as questões que se vão colocando.</div><div><strong> </strong></div><div><strong>Nível de diferenciação:</strong></div><div>Apesar de o produto ser comum a todos os elementos da turma, na medida em que todos fazem uma apresentação oral da obra selecionada perante a turma, tanto o conteúdo como o processo são diferentes, em função da escolha de cada aluno.</div><div>Diferenciação de conteúdo – os alunos acedem a informações diferentes, uma vez que as obras trabalhadas são também diferentes.</div><div>Diferenciação de processo – os alunos recorrem a formas de apresentação e exploração da obra adequadas à sua forma de trabalhar e ao que é ditado pela própria obra selecionada.</div><div>Mesmo o produto estando previamente configurado – apreciação crítica oral –, isto não significa que, também a este nível, não possa existir alguma diversidade na forma como a apresentação é conduzida.</div><div> </div><div><strong>Possibilidades de melhoria: </strong></div><div>É importante que se possa promover uma maior adequação das obras selecionadas aos gostos dos alunos, o que se consegue não restringindo as obras para leitura autónoma a um <em>corpus</em> circunscrito, mas permitindo ao professor que, no âmbito de alguma autonomia intelectual, possa sugerir obras que melhor se ajustem ao perfil de leitor dos seus alunos e aos gostos de cada um.</div><div>Um outro constrangimento é o número de apresentações por turma, o que pode levar a um total de 120 minutos de apresentações (4 minutos a multiplicar por 30 alunos), o que, mesmo distribuído por diferentes aulas, representa uma sobrecarga para todos os que assistem.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-07 15:42:09 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 2.2 - Tricider: O Perfil dos Alunos e o desenvolvimento de competências</title>
         <author>isabelaraujo_ebibucelas</author>
         <link>https://padlet.com/isabelaraujo_ebibucelas/d2wmqwh3qwsy/wish/239225614</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-03-07 16:06:20 UTC</pubDate>
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         <title>4.4. Práticas pedagógicas: trabalho de projeto,  trabalho prático experimental e atividades cooperativas de aprendizagem</title>
         <author>isabelaraujo_ebibucelas</author>
         <link>https://padlet.com/isabelaraujo_ebibucelas/d2wmqwh3qwsy/wish/241417399</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Considera que o modelo apresentado pode responder aos desafios lançados às escolas pelo Projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular?</strong> </div><div> </div><div>Talvez não seja este o modelo mais adequado ao que se pretende com o Projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular. Isto porque, apesar de se verificar que o valor percentual aplicado ao trabalho disciplinar mantém o foco no saber próprio de cada uma das disciplinas, não se percebe claramente a distinção operada face a estes 60% e os 20% alocada aos projetos de âmbito. Se estes são momentos de trabalho sobre competências de âmbito específico, poderiam ser promovidas no âmbito das disciplinas, através da promoção de trabalho de projeto, de modo a intensificar a promoção de aprendizagens significativas. Ao operar-se esta união, ficamos com 80% dedicados às disciplinas. A ponderação de 20% para trabalhos de índole mais prática parece muito razoável, permitindo aliar, para cada disciplina, as aprendizagens conceptuais e procedimentais às competênciais, diversificando os tipos de trabalho e as formas de avaliação.</div><div>Os últimos 20% ficariam assim reservados a Projetos transversais, que correspondem aos 25% previstos pelo Despacho n.º 5908/2017, no artigo 6.º, reservados à autonomia curricular. Neste âmbito, seria possível promover o trabalho em projetos transversais, multidisciplinares, intensificando o trabalho colaborativo entre docentes</div><div> </div><div> </div><div>Cristina Marques</div><div>Isabel Araújo</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-13 14:54:21 UTC</pubDate>
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         <title>MÓDULO 5 - Avaliação das aprendizagens</title>
         <author>isabelaraujo_ebibucelas</author>
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         <pubDate>2018-04-06 10:27:41 UTC</pubDate>
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         <title>5.3. Diversificar e adequar técnicas e instrumentos de avaliação</title>
         <author>isabelaraujo_ebibucelas</author>
         <link>https://padlet.com/isabelaraujo_ebibucelas/d2wmqwh3qwsy/wish/249166077</link>
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         <pubDate>2018-04-06 10:28:40 UTC</pubDate>
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         <title>MÓDULO 6 - Cidadania e Desenvolvimento</title>
         <author>isabelaraujo_ebibucelas</author>
         <link>https://padlet.com/isabelaraujo_ebibucelas/d2wmqwh3qwsy/wish/249166171</link>
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         <pubDate>2018-04-06 10:29:12 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 5.2 – Reflexão sobre critérios de avaliação</title>
         <author>isabelaraujo_ebibucelas</author>
         <link>https://padlet.com/isabelaraujo_ebibucelas/d2wmqwh3qwsy/wish/251494033</link>
         <description><![CDATA[<ol><li>Para a definição dos critérios de avaliação não basta fazer-se referência à diversificação e adequação de instrumentos e procedimentos, deveria proceder-se à afectação do número e tipo de instrumentos a serem utilizados em cada domínio.</li><li>Estes critérios não integram as competências atitudinais, nem os valores contemplados pelos Perfil dos alunos.</li><li>É pouco explícita a operacionalização de todas estas “avaliações”, ou seja, como apurar a classificação final do aluno e que combinatórias podem ser feitas, utilizando os diferentes domínios.</li><li>A forma como são definidos os níveis dos perfis de aprendizagem provoca alguma subjetividade na sua atribuição, tendo em conta o que se deve considerar como desempenho suficiente e muito insuficiente. </li></ol><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-13 11:11:02 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>5.4. Avaliação em Domínios de Autonomia Curricular</title>
         <author>isabelaraujo_ebibucelas</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-04-17 15:43:51 UTC</pubDate>
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         <title>6.3. – Reflexão sobre a implementação de Cidadania e Desenvolvimento na escola</title>
         <author>isabelaraujo_ebibucelas</author>
         <link>https://padlet.com/isabelaraujo_ebibucelas/d2wmqwh3qwsy/wish/252637742</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-04-17 15:50:18 UTC</pubDate>
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         <title>6.6. Atividade final do módulo</title>
         <author>isabelaraujo_ebibucelas</author>
         <link>https://padlet.com/isabelaraujo_ebibucelas/d2wmqwh3qwsy/wish/252639927</link>
         <description><![CDATA[<div>Aprendizagens esperadas<br><br></div><div>VALORES / ATITUDES</div><div>·         Responsabilidade e Integridade;</div><div>·         Curiosidade, reflexão e inovação;</div><div>·         Cidadania e participação;</div><div>·         Excelência e exigência</div><div>·         Liberdade.<br><br></div><div>ÁREAS DE COMPETÊNCIA<br><br></div><div>·         Linguagens e textos;</div><div>·         Informação e Comunicação;</div><div>·         Relacionamento Interpessoal;</div><div>·         Raciocínio e resolução de problemas;</div><div>·         Pensamento Crítico e pensamento criativo;</div><div>·         Desenvolvimento Pessoal e Autonomia.<br><br></div><div>Descrição da atividade<br><br></div><div>Tema 1: Direitos da Criança <br><br></div><div>Opinião da criança (artigo 12.º da CDC, vulgarmente designado por “direito a ser ouvida”);<br><br></div><div>Grupo-alvo:  Turma  de 10º ano<br><br></div><div>Duração: 200 minutos<br><br></div><div>Estratégias/Recursos Pedagógicos: Debate<br><br></div><div>Instruções e procedimentos:  Organização de um debate sobre o tema  (100 minutos)<br><br></div><div>·               Pesquisa de informação;</div><div>·               Levantamento de algumas questões  pertinentes;</div><div>·               Definição de papéis.<br><br></div><div>Realização de um debate (100 minutos)  <br><br></div><div> <br><br></div><div>Avaliação das aprendizagens dos alunos<br><br></div><div>Intervenientes<br><br></div><div>·         A turma</div><div>·         O professor <br><br></div><div>Instrumentos<br><br></div><div>·         Registos</div><div>·         Auto e heteroavaliação;</div><div>·         Observação<br><br></div><div>Finalidades da avaliação<br><br></div><div>·         Avaliação formativa<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-17 15:54:10 UTC</pubDate>
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