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      <title>Meu padlet iluminado by </title>
      <link>https://padlet.com/fancyjokecapital/d2ou4pqvvfmtyeyp</link>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-05-31 18:57:52 UTC</pubDate>
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         <title>AL.1- Queda livre: força granítica e aceleração granítica</title>
         <author>bxqgmd64fb</author>
         <link>https://padlet.com/fancyjokecapital/d2ou4pqvvfmtyeyp/wish/3014677869</link>
         <description><![CDATA[<p>Objectivo: Determinar a aceleração no movimento de queda de objectos com diferentes massas.</p><p><br/></p><p><strong>Questões pré-laboratoriais </strong></p><p>1a. A expressão queda livre significa que a única força que atua sobre um corpo é a força gravitica.</p><p><br/></p><p>b. A aceleração de um corpo em queda livre chama-se aceleração gravítica.</p><p><br/></p><p>c. Sobre a terra atuam as forças resultantes da interação com todos os outros astros. No entanto, a força que o sol exerce na terra é muito superior as restantes forças.</p><p>Assim, ao analisar o movimento da terra em relação ao sol, pode considerar-se apenas a força gravítica que o sol exerce. Com isto podemos concluir que a terra está em queda livre para o sol.</p><p><br/></p><p>d. Um paraquedista não está em queda livre se o paraquedas estiver aberto, mas logo após sair do avião e antes de abrir o pára-quedas, está em queda livre.</p><p><br/></p><p>2b. A maça em queda livre tem um movimento retilíneo uniformemente acelerado. A aceleração tem sempre a mesma direção e mesmo sentido da resultante das forças. Logo, como a resultante das forças, o peso da maça tem a direção da velocidade, a aceleração também terá, o que significa que o movimento é retilíneo. O sentido da resultante das forças, e da aceleração é também o da velocidade, o que implica que o movimento seja acelerado.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p>c. A aceleração da queda livre é a aceleração gravítica e esta é igual para todos os corpos independentemente da sua massa.</p><p><br/></p><ol start="3"><li><p>Uma célula fotoelétrica pode acionar o cronómetro digital usando o feixe de luz entre as suas hastes e interrompido ou reposto. Se um corpo atravessar o feixe de luz, o cronómetro mede o intervalo de tempo que a espessura do corpo demora a passar sobre esse feixe. Por isso, pode calcular-se a velocidade média do corpo pelo quociente entre a espessura do corpo e esse intervalo de tempo.</p></li><li><p>Mede-se o intervalo de tempo que a esfera demora a percorrer a distância entre fotocélulas e 1 e 2 medindo os tempos de passagem e o diâmetro da esfera. Pode calcular-se a  aceleração da esfera, que é a aceleração da gravidade, pelo quociente entre a variação de velocidade e o intervalo de tempo que a esfera demora a ter essa variação.</p></li></ol><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-31 19:43:19 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>AL.1.2- Movimento de um corpo sujeito a força resultante não nula e nula</title>
         <author>bxqgmd64fb</author>
         <link>https://padlet.com/fancyjokecapital/d2ou4pqvvfmtyeyp/wish/3014687741</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Questões pré-laboratoriais</strong><br>1a.) Segunda a teoria de Aristótelico, sobre um corpo em movimento existe sempre uma força que impede o seu movimento e quando ela cessa o corpo fica em repouso. De acordo com a teoria Aristótelica, o trenó pararia se deixasse de ser empurrado.<br>b.) Galileu afirmou que um corpo em movimento retilíneo manterá uma velocidade constante até que uma força alterasse a sua velocidade. De acordo com a teoria de Galileu, o trenó acabaria por parar quando se desloca numa superfície horizontal gelada, mas o motivo é que existe uma força que altere a sua velocidade.<br><br><br>Contrariamente ao defendido pela teoria Aristótelica, Galileu afirma que é a existência de uma força contrária ao movimento que diminui a velocidade, e apenas seria necessário uma força para manter o trenó em movimento num plano horizontal na superfície gelada para contratar o efeito da força ao atrito.<br>2a.) Usando um carrinha pode conseguir-se, devido as rodas, um baixo atrito (torça de atrito desprezável) o que não aconteceria com um bioco que desliza na suprificie. Durane uma parte do movimento do carrinho, as forças que sobre ele atuam na direção horizontal podem considerar-se desprezáveis.<br>Assim, com o carrinho é possivel avaliar a existência de movimento retilíneo e uniforme quando a resultante de forças é nula.<br><br><br><ol><li>﻿﻿) Usando o modelo da particula material, e sendo A o carrinho e B o corpo suspenso, para a parte inicial do movimento, com o corpo suspeita e para a outra porte com o corpo aporado no chão, mostra-se o diagrama de forças: (fotografia acima)<br></li><li>﻿﻿) Sobre o carrinho, as forças na vertical anulam-se, e o mesmo acontece ao corpo após ficar no chão. A força que for mover o conjunto carrinho + bloco suspenso é o peso do carrinho.<br></li></ol></div>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-31 20:09:21 UTC</pubDate>
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         <title>AL.2.1- Característica do som</title>
         <author>bxqgmd64fb</author>
         <link>https://padlet.com/fancyjokecapital/d2ou4pqvvfmtyeyp/wish/3014688842</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Questões pré-laboratoriais</strong></p><p>1a.) Base de tempo. 0,5 ms/div</p><p>Cometador vertical: 2mv/div</p><p>Têm em comum o período, são ambas sinais sinusoidas, uma vet que podem ser definidas pela função seno ou coseno.</p><p><br/></p><p>1b.) T= 5 div * 0.5 ms/div = 2.5 ms</p><p>f=1/Tーーーーッチ=</p><p>1/2.5*10^ (-3)</p><p>f= 400Hz</p><p>A= vmax = 2 div * 2</p><p>mv/ div = 40 mv</p><p><br/></p><p>2.) Limites de audição</p><p><br/></p><p>3a.) Diapasão</p><p><br/></p><p>3b.) Voz, instrumentos musicais</p><p><br/></p><p>4.) Medição direta do comprimento de onda</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-31 20:12:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>AL.2.2- Velocidade de propagação do som </title>
         <author>bxqgmd64fb</author>
         <link>https://padlet.com/fancyjokecapital/d2ou4pqvvfmtyeyp/wish/3014690024</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Questões pré-laboratoriais</strong></p><p><br/></p><p>1.1) Os instrumentos de medição seriam rudimentares. Não teve em conta o</p><p>Intervalo de dempo entre a emissão do clarão e a sua receção pelo observador.</p><p>Não foi contabilizado o tempo de reação do observador.</p><p><br/></p><p>1.2) vluz = 3 x 10^ (8) ms^</p><p>(-1) → ordem da grandeza:</p><p>10^ (8) m/s</p><p>vsom = 478 ms → ordem de grandeza: 10^ (2) m/s = 4,78×10 ms~ (-1)</p><p>10^8/10^2=10^6</p><p>A ordem da grandeza da vluz é 10^6 vezes maior que o vsom.</p><p><br/></p><p>2) v= 331,29 + 0.61 T</p><p>T= 9C ---» v= 331.29 + 0.61 * 9</p><p>v= 336.78 m/s</p><p><br/></p><p>3a.) v avião = 10×343,4</p><p><br/></p><p>3a.) v avião = 10×343,4</p><p>nasa = 3434m s = 3434× 10^</p><p>-3/1/3600 = 12362 Km/h</p><p>1h → 3600s</p><p>X→→ 15</p><p>x = 1/3600 h</p><p><br/></p><p>3b.) vluz = 3x10^8m/s</p><p>3×10^8/343.4 = 8.736 x 10^5</p><p>→ a velocidade da luz é Mach</p><p>8.736×10</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-31 20:15:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>AL.2.3- Ondas absorção e reflexão</title>
         <author>bxqgmd64fb</author>
         <link>https://padlet.com/fancyjokecapital/d2ou4pqvvfmtyeyp/wish/3014692199</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Questões pré-laboratoriais</strong></p><p>1-14°</p><p>. Na figura o feixe de luz que incide no espelho sobrepõe-se sobre o traço que medeia os 70° e Os 80°</p><p>, nos 75°</p><p>, mas o feixe do raio</p><p>refletido parece sobrepor-se sobre</p><p>OS</p><p>103°</p><p>• Os ângulos de incidência e de reflexão têm a mesma amplitude,</p><p>(103°</p><p>- 75°)/2=14°</p><p>2-a) 60° para o ângulo de incidência e 35°</p><p>para o ângulo de refração</p><p>b) Segundo a Lei de Snell-Descartes</p><p>n1 sin al = n2 sin a2 →</p><p>n2</p><p>n1</p><p>=</p><p>sin al sin a2</p><p>→</p><p>nacrílico</p><p><br/></p><p>nar</p><p>=</p><p>sin 60°</p><p>sin 35°</p><p>= 1,51</p><p>4 de 23</p><p>c) Não há desvio quando o ângulo de incidência é de 0° situação que acontece à luz ao incidir na superfície de separação acrilico-ar.</p><p>3-a) Não há desvio quando o ângulo de incidência é de 0°, situação que acontece à luz ao incidir na superfície de separação ar-acrílico</p><p>b) Os ângulos de incidência e de reflexão</p><p>total são ambos de 50°</p><p>c) nar</p><p>nacrilico</p><p>=</p><p>1</p><p>1,51</p><p>=</p><p>sin ac sin 90°</p><p>→ sin ac = 1</p><p>1,51</p><p><br/></p><p>→ ac = 41,5° que é menor do que 50°, por isso para aquele ângulo há reflexão total.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-31 20:21:44 UTC</pubDate>
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         <title>AL.2.4- Comprimento de onda e difração de luz</title>
         <author>bxqgmd64fb</author>
         <link>https://padlet.com/fancyjokecapital/d2ou4pqvvfmtyeyp/wish/3014693175</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Questões pré-laboratoriais</strong></p><p>1-Quando uma onda é obstruída, podendo apenas continuar a propagar-se por uma fenda com dimensões próximas do seu comprimento de onda, ocorre difração.</p><p>Na difração ocorre espalhamento da onda, e a zona iluminada, inicialmente um ponto luminoso quando a fenda era muito larga, alarga-se para cada um dos lados do ponto inicial na direção do estreitamento da fenda. Poderão também aparecer zonas iluminadas intercaladas com zonas sem qualquer luz.</p><p><br/></p><p>2- A relação n^ = d sin e permite calcular o comprimento de onda.</p><p>Para o máximo de primeira ordem n= 1, e como d</p><p>= 1,0 um = 1,0 x 10-6 m,</p><p>então 2 = 1,0 x 10-6 m x sin 32,1° = 5,1x 10-7m</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-31 20:24:30 UTC</pubDate>
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         <title>AL.1 Rendimento na síntese de um composto </title>
         <author>bxqgmd64fb</author>
         <link>https://padlet.com/fancyjokecapital/d2ou4pqvvfmtyeyp/wish/3014703827</link>
         <description><![CDATA[<div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-31 20:53:05 UTC</pubDate>
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         <title>AL.1.2- Efeito da concentração do equilíbrio químico </title>
         <author>bxqgmd64fb</author>
         <link>https://padlet.com/fancyjokecapital/d2ou4pqvvfmtyeyp/wish/3014704533</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-05-31 20:55:19 UTC</pubDate>
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         <title>AL. Série eletroquimica </title>
         <author>bxqgmd64fb</author>
         <link>https://padlet.com/fancyjokecapital/d2ou4pqvvfmtyeyp/wish/3017582377</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Questões</strong> pré-laboratoriais</div><div><br></div><div>1. São reações&nbsp; químicas que envolvem a&nbsp;</div><div>transferência&nbsp; de eletrões.</div><div><br></div><div>Ocorrem simultaneamente uma semi-reação&nbsp;</div><div><br></div><div>de oxidação&nbsp; e redução.</div><div><br></div><div><br></div><div>2. A Espécie química reduzida, que capta eletrões é o agente oxidante.<br>A espécie química que cede eletrões é o agente redutor.</div><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div>3. A série eletroquimica é uma tabela</div><div>onde se encontram ordenadas diversas</div><div><br></div><div>espécies em função do seu poder</div><div><br></div><div>redutor /oxidante.</div><div><br></div><div><br></div><div>4. Deve promover-se o contacto entre cada um dos metais e as soluções aquosas de sais contendo os cations de outros metais e verificar se ocorre ou não reação.</div><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div>5. Devem ser controladas as seguintes condições:</div><div><br></div><div>- Volume das solução&nbsp;</div><div><br></div><div>- concentração das soluções</div><div><br></div><div>- temperatura</div><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-04 07:44:38 UTC</pubDate>
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